glossário do empreendedor

Aprenda termos chave de empreendedorismo. Expanda seu vocabulário de negócios e aprimore suas habilidades hoje.

Empreender

Para abrir conta MEI, você precisa do CNPJ ativo, CCMEI, RG ou CNH, CPF e celular com e-mail em uso.

Se ainda não é microempreendedor individual, o caminho tem duas etapas: formalizar o MEI no Portal do Empreendedor, de graça, e abrir a conta PJ digital depois.

O Brasil já soma 16,6 milhões de MEIs em maio de 2026, e este guia é para quem está se formalizando agora. Nele, você vai encontrar a checklist completa, o passo a passo das duas etapas, o custo real de cada uma e informações sobre nome sujo, gov.br nível Bronze, Bolsa Família e CNAE incorreto.

Documentos para abrir conta MEI: lista completa

Para abrir conta MEI CNPJ, você precisa de seis documentos: CNPJ ativo, CCMEI, RG ou CNH, CPF, comprovante de endereço recente e contato (e-mail e celular).

Tudo é gratuito e fica em canais oficiais do gov.br. Nenhum item exige envio físico.

A lista vale para abrir conta bancária MEI em qualquer instituição com fluxo digital. Bancos podem pedir documentos extras conforme o perfil.

Lista de documentos exigidos pelo banco

DocumentoPara que serve
CCMEIComprova condição de microempreendedor individual ativo
Cartão CNPJConfirma situação cadastral do CNPJ na Receita
RG ou CNHIdentidade do representante legal do MEI
CPFVincula a pessoa física ao CNPJ no QSA
Comprovante de endereçoEndereço residencial ou da empresa, dos últimos 90 dias
E-mail e celular ativosValidação de cadastro e código de segurança por SMS

O documento principal para o MEI é o CCMEI, não o cartão CNPJ. Ele traz dados específicos da sua condição: ocupações, dispensa de alvará e enquadramento.

O cartão CNPJ é complementar. Qualquer pessoa pode emitir com o número do CNPJ, então não substitui o CCMEI.

O comprovante de endereço aceito costuma ser conta de luz, água, telefone, internet, IPTU do ano vigente ou contrato de aluguel registrado.

A validade padrão é de até 90 dias (3 meses), prática consolidada do setor financeiro brasileiro vinculada às regras de prevenção à lavagem de dinheiro do Banco Central.

Verificado em maio de 2026.

Cada banco define o próprio prazo. Se o seu comprovante está fora dessa janela, emita uma fatura nova antes de iniciar o cadastro.

Onde obter cada documento gratuitamente

Todos os documentos saem de canais oficiais sem custo. Veja onde tirar cada um:

  • CCMEI: Portal do Empreendedor, com login gov.br nível Prata ou Ouro
  • Cartão CNPJ: serviço de emissão da Receita Federal, basta digitar o CNPJ
  • RG, CNH, CPF: documentos pessoais que você já tem em mãos
  • Comprovante de endereço: fatura recente de luz, água, telefone, internet ou IPTU
  • E-mail e celular: contas pessoais ativas, com acesso para receber SMS e códigos

Não pague intermediário para emitir CCMEI ou cartão CNPJ. O processo no gov.br é direto e leva poucos minutos.

Se trabalha de casa, o comprovante residencial é aceito como endereço da empresa quando o CNAE permite atividade no domicílio.

Como tirar a 2ª via do CCMEI

A 2ª via do CCMEI sai pelo mesmo canal da emissão original, no Portal do Empreendedor.

O passo a passo é direto:

  1. Acessar o portal e clicar em emitir CCMEI
  2. Fazer login com a conta gov.br (CPF e senha)
  3. Confirmar os dados do MEI exibidos na tela
  4. Baixar o PDF do certificado e salvar no celular

O documento sai no mesmo formato do original, com QR code de validação. O banco aceita o PDF diretamente, sem necessidade de impressão.

Se o login gov.br ainda está no nível Bronze, você não consegue emitir o CCMEI. O bloco sobre formalização explica como subir para Prata ou Ouro.

Bancos tradicionais pedem comprovante de endereço dentro de 90 dias. Na conta PJ digital da InfinitePay, basta informar o CEP no app, sem upload de arquivo.

A lista exigida cabe em três linhas: CNPJ ativo, CPF do representante legal e selfie no app. O endereço é preenchido automaticamente pelo CEP.

Como tirar o CNPJ MEI gratuitamente no Portal do Empreendedor

A abertura MEI sai pelo Portal do Empreendedor, de graça, em poucos minutos. O CNPJ e o CCMEI são emitidos no fim do formulário, no mesmo acesso.

Onde abrir MEI gratuito é direto: gov.br ou domínio oficial da Receita Federal. Não pague intermediário, o serviço público entrega tudo sem custo.

Antes de iniciar, confira os pré-requisitos. Pular essa etapa é o motivo nº 1 de cadastro travado no Portal do Empreendedor.

Requisitos antes de formalizar: gov.br nível Prata ou Ouro, CNAE e limite de faturamento

Você precisa atender quatro condições para abrir o MEI:

  • Conta gov.br no nível Prata ou Ouro (Bronze não autoriza formalizar)
  • Atividade na lista oficial de ocupações permitidas ao MEI
  • Faturamento previsto até o teto vigente
  • Não ser sócio, titular ou administrador de outra empresa

O teto de faturamento é de R$ 81 mil por ano, cerca de R$ 6.750 ao mês em média.

No primeiro ano, o limite é proporcional ao número de meses ativos. Quem abre em julho, por exemplo, tem teto reduzido pela metade.

A lista oficial reúne mais de 470 ocupações em maio de 2026, com uma atividade principal e até 15 secundárias. Confirme o seu CNAE antes de iniciar o cadastro.

A regra de exclusividade é estrita: o MEI não pode ser sócio, titular ou administrador de outra empresa.

Quem descumprir é desenquadrado do SIMEI, retroativo ao início do ano da infração. A Receita cruza dados automaticamente.

Verificado em maio de 2026.

O nível da conta gov.br é o gargalo mais comum. Sem Prata ou Ouro, o sistema bloqueia a formalização e a emissão do CCMEI.

Para conferir o nível atual, faça login no portal gov.br ou no app gov.br e abra o menu Selos de Confiabilidade.

Há três caminhos práticos para subir do Bronze:

  • Reconhecimento facial no app gov.br, que confere a foto da CNH na base Senatran
  • Validação dos dados via internet banking de banco credenciado pelo gov.br
  • QR Code da nova Carteira de Identidade Nacional (CIN), que vai direto para Ouro

Quem já tem certificado digital ICP-Brasil sobe direto para Ouro pelo próprio acesso gov.br.

A subida é instantânea quando a validação é por banco ou facial. Se aparecer divergência de dados, atualize cadastro na Receita ou no Senatran antes de tentar de novo.

Passo a passo no Portal do Empreendedor

Com a conta gov.br no nível certo, o cadastro leva poucos minutos. Siga a sequência abaixo:

  1. Acessar o serviço de formalização do MEI no gov.br
  2. Fazer login com CPF e senha da conta gov.br
  3. Confirmar telefone e e-mail enviados em código de validação
  4. Preencher dados pessoais, RG e título de eleitor
  5. Informar o endereço comercial (pode ser o residencial)
  6. Escolher a ocupação principal e até 15 secundárias do CNAE
  7. Marcar declarações de ciência sobre tributos e contribuições
  8. Finalizar e baixar o CCMEI em PDF, com CNPJ ativo na hora

O CNPJ sai imediatamente, sem fila de análise. O CCMEI vem com QR code de validação e serve como comprovante para a abertura da conta PJ.

Imprima ou salve o PDF no celular. Você usa o mesmo arquivo no próximo passo, abrir conta MEI pelo gov.

Se algum dado vier travado no formulário (RG, título), atualize antes na Receita ou no TSE. O Portal do Empreendedor importa esses cadastros automaticamente.

Passo a passo para abrir conta MEI pelo celular

Como abrir uma conta MEI grátis pelo celular: baixe o app do banco escolhido e faça o cadastro com CNPJ e CCMEI.

Em seguida, valide a identidade por selfie e envie o pedido para análise.

O fluxo completo é 100% digital em fintechs e bancos digitais. Não há ida à agência nem envio de papel impresso para abrir conta jurídica MEI.

O processo se divide em duas etapas: o que depende de você (dados corretos e selfie nítida) e o que depende da instituição (análise do cadastro).

Cadastro e validação facial pelo aplicativo

Como abrir conta MEI no celular, em ordem padrão:

  1. Baixar o app oficial da instituição financeira escolhida na loja do celular
  2. Abrir o cadastro PJ e digitar o CNPJ ativo emitido no Portal do Empreendedor
  3. Informar CPF, nome, data de nascimento e telefone do representante legal
  4. Confirmar o código de verificação enviado por SMS
  5. Preencher e-mail válido para receber comunicações da conta
  6. Informar o CEP do endereço comercial ou residencial
  7. Tirar a selfie de validação facial seguindo as instruções na tela
  8. Aceitar termos de uso, contrato de conta e política de privacidade
  9. Enviar o cadastro para análise

A selfie precisa ser do próprio representante legal cadastrado no QSA do CNPJ. Validação por terceiro é reprovada, mesmo em relação familiar.

Para a foto sair limpa, escolha local bem iluminado, fundo uniforme, sem boné, chapéu ou óculos escuros. Evite contraluz e movimento.

A biometria cruzada com bases públicas é exigida para validar identidade na abertura de conta digital, conforme as regras de cadastro remoto do Banco Central.

Na InfinitePay, por exemplo, o cadastro segue esse mesmo fluxo direto pelo app, com a selfie validada em cerca de 5 minutos na maioria dos casos.

Análise, aprovação e ativação da conta

Depois do envio, a aprovação leva geralmente de minutos a 3 dias úteis, conforme a instituição e o perfil do MEI.

Não há prazo máximo legal definido pelo Banco Central. Cada banco define o tempo interno conforme a política de risco e a carga de cadastros.

Três fatores determinam a velocidade:

  • Selfie nítida e cruzada sem divergência com a base pública
  • CNPJ ativo, CCMEI emitido e CNAE compatível com a tabela do MEI
  • CPF do representante legal sem pendência grave na Receita Federal

Quando a análise é automatizada, a aprovação sai em poucos minutos. Pendências cadastrais ou foto ruim jogam o pedido para fila manual e ampliam o prazo.

Após a aprovação, você recebe a confirmação no app e no e-mail cadastrado. A chave Pix do CNPJ é gerada automaticamente e a conta fica operável para receber transferências.

O primeiro acesso pede a criação de senha e, em geral, a configuração de um segundo fator (biometria do celular ou PIN).

Salve o número da conta e da agência logo após a ativação.

Se receber recusa, leia o motivo no app antes de tentar de novo. O bloco sobre problemas de aprovação detalha os bloqueios mais comuns e como destravar cada um.

Quanto custa abrir MEI e a conta PJ

Se você se pergunta "Abrir MEI, quanto custa?" a resposta é: zero. A formalização no Portal do Empreendedor e a abertura da conta PJ digital podem ser gratuitas. O único custo recorrente é o DAS mensal.

E quanto custa abrir um CNPJ MEI no canal oficial? Nada. O CNPJ sai na hora, sem taxa, e o CCMEI vai junto. Abrir MEI, qual valor? Zero na origem.

A confusão sobre o valor vem do DAS, que é tributo mensal, não custo de abertura. Veja a tabela vigente em maio de 2026:

Categoria do MEIDAS mensal
Comércio ou indústriaR$ 82,05
Prestador de serviçosR$ 86,05
Comércio e serviçosR$ 87,05
Transportador autônomo de cargasR$ 195,52

Verificado em maio de 2026. Confirme o valor atual no PGMEI da Receita Federal.

A composição é simples. R$ 81,05 vão para o INSS, equivalente a 5% do salário mínimo de R$ 1.621,00, e dão acesso à aposentadoria, ao auxílio-doença e ao salário-maternidade.

O ICMS de R$ 1 vai para o estado (quem vende mercadoria) e o ISS de R$ 5 fica com o município (quem presta serviço). Ambos são fixos desde 2006.

O transportador autônomo de cargas paga INSS especial de 12% do salário mínimo, conforme regra própria da categoria.

Cuidado com sites e perfis que cobram para formalizar o MEI. Páginas falsas imitam o gov.br e cobram por algo que é gratuito no canal oficial.

Acesse só pelo domínio oficial gov.br/mei. Não pague boletos recebidos por e-mail ou WhatsApp. A formalização correta gera CNPJ na hora, sem taxa.

Na conta bancária, o cuidado é o mesmo. A Conta PJ InfinitePay não cobra abertura nem mensalidade, e o Pix é gratuito e ilimitado para o MEI.

Pague só o DAS na data de vencimento, dia 20 de cada mês, e mantenha o CNPJ regular para abrir e operar a conta sem bloqueio.

Quem pode abrir MEI: requisitos e situações especiais

Quem pode abrir MEI é todo cidadão maior de 18 anos (ou 16 com emancipação), com CNAE permitido, faturamento previsto até o teto e CPF regular na Receita Federal.

Há três grupos de regras: requisitos básicos, regras sobre dívidas e impacto em benefícios sociais. Cada uma decide se você abre ou trava o cadastro.

Faturamento, CNAE e quem não pode ser MEI

Os requisitos básicos já foram tratados no bloco sobre formalização: teto de R$ 81 mil, CNAE permitido e exclusividade societária. Aqui ficam as duas regras que faltam.

O MEI pode contratar no máximo um empregado, com salário mínimo nacional ou piso da categoria, o que for maior.

O custo trabalhista do MEI fica em 8% de FGTS e 3% de INSS patronal sobre o salário do funcionário, além dos direitos padrão da CLT.

Servidor público federal em atividade não pode formalizar MEI, por vedação expressa do regime jurídico único.

Servidores estaduais e municipais devem consultar o estatuto da própria carreira. A regra varia conforme o órgão e o cargo.

Outras vedações: ser titular, sócio ou administrador de outra empresa, nem mesmo de pequeno porte.

MEI com nome sujo ou CPF com restrição: o que muda

Para abrir conta MEI precisa ter nome limpo? Não no Portal do Empreendedor, mas pode pesar na hora de o banco analisar a abertura da conta PJ.

A diferença é regulatória. "Nome sujo" significa restrição em SPC, Serasa ou Boa Vista, registros privados de inadimplência. Não bloqueia a formalização do MEI.

"CPF irregular" é diferente. É o status do CPF na Receita Federal, com possibilidades de pendente, suspenso, cancelado ou nulo. Bloqueia a formalização.

A causa mais comum de CPF pendente é Imposto de Renda não entregue nos últimos cinco anos.

Para conferir, consulte a situação cadastral do CPF na Receita. Se aparecer pendente ou suspenso, regularize antes de tentar formalizar.

Nome sujo no SPC ou Serasa não impede a formalização, mas pode levar o banco a recusar a abertura da conta PJ. Cada instituição aplica a própria política de risco.

Impacto em Bolsa Família, seguro-desemprego e BPC

Formalizar o MEI pode afetar três programas sociais. As regras são diferentes em cada um.

No Bolsa Família, o benefício é mantido se a renda familiar per capita ficar até R$ 218 ao mês.

O CadÚnico considera renda líquida do MEI, ou seja, faturamento menos custos. Verificado em maio de 2026.

Quem ultrapassa o limite entra na Regra de Proteção, com 50% do benefício por até 12 meses, desde que a renda per capita fique até R$ 706.

No seguro-desemprego, o MEI com renda igual ou superior ao salário mínimo perde o direito ao benefício.

O cruzamento de dados gov é automático e bloqueia parcelas seguintes. Se possível, aguarde o fim das parcelas antes de formalizar.

No BPC-LOAS, a regra é mais restritiva. O INSS suspende o benefício ao formalizar MEI, por presunção de renda, mesmo sem faturamento real.

Diferente do Bolsa Família, que olha a renda real, o BPC presume renda no momento da formalização. Avalie o impacto antes de tirar o CNPJ.

Problemas comuns na aprovação da conta MEI e como resolver

Três bloqueios respondem pela maioria das recusas: CNAE incorreto no CCMEI, conta gov.br no nível Bronze e comprovante de endereço fora dos padrões aceitos.

Cada um tem solução acionável pelo próprio canal oficial. Identifique o sintoma no app do banco antes de tentar abrir a conta de novo.

Fluxo dos três bloqueios mais comuns na aprovação da conta MEI com a ação de correção correspondente para cada um
Use o sintoma para localizar a ação de correção certa

CNAE incorreto e como reenquadrar

Nessa situação, o banco recusa o cadastro citando divergência entre a atividade declarada na conta PJ e o CNAE registrado no CCMEI.

A correção é gratuita pelo serviço de alteração cadastral do MEI no gov.br. O sistema gera novo CCMEI atualizado automaticamente.

O passo a passo é objetivo:

  1. Acessar o serviço com a conta gov.br nível Prata ou Ouro
  2. Abrir o formulário de alteração cadastral do MEI
  3. Selecionar a aba de Atividades e ajustar o CNAE
  4. Escolher a nova ocupação principal e até 15 secundárias
  5. Confirmar e baixar o novo CCMEI em PDF

A nova ocupação precisa estar na lista oficial de atividades permitidas ao MEI. Se a atividade real não está na lista, o caminho é migrar para microempresa, não MEI.

Após a alteração, reenvie o cadastro no app do banco com o CCMEI atualizado.

Conta gov.br nível Bronze: como subir para Prata ou Ouro

Quando o sistema bloqueia tanto a formalização quanto a abertura da conta, você pode destravar a validação da seguinte forma:

  • Foto da CNH antiga: atualizar a CNH antes de tentar a validação facial
  • App não reconhece o rosto: tentar com luz natural, sem boné, óculos ou contraluz
  • Divergência de dados: confirmar nome e CPF na Receita antes de repetir o teste

Se nenhuma das opções funcionar, use a validação por banco credenciado, que cruza dados via internet banking e sobe o nível na hora.

Comprovante de endereço desatualizado ou em nome de terceiros

O bloco sobre documentos listou os tipos aceitos e o prazo padrão de 90 dias. Aqui ficam os três cenários que travam a aprovação.

Comprovante vencido (mais de 90 dias): emita uma nova fatura de luz, água, telefone, internet ou IPTU antes de reenviar o cadastro.

Comprovante em nome de cônjuge, pais ou parentes: muitos bancos aceitam com declaração de residência e cópia autenticada de uma conta recente do titular.

Existe modelo oficial de declaração de residência no gov.br, em geral exigindo reconhecimento de firma em cartório.

Endereço divergente entre comprovante e CNPJ: atualize primeiro o endereço no Portal do Empreendedor pelo serviço de alteração cadastral antes de reenviar a conta.

Na Conta PJ InfinitePay, o endereço é preenchido pelo CEP, sem upload de comprovante. Situações de comprovante em nome de terceiros não bloqueiam o cadastro.

Qual conta abrir por perfil de MEI

A conta ideal para o MEI depende da atividade real. Prestador de serviço, comércio e caminhoneiro têm rotinas financeiras incompatíveis, e a conta precisa acompanhar.

Antes de abrir, confira quais funcionalidades são inegociáveis para o seu perfil. A seleção abaixo cruza atividade com obrigação e entrega uma decisão prática.

Prestador, comércio e caminhoneiro lado a lado com as três funcionalidades financeiras inegociáveis de cada perfil de MEI
Cada perfil de MEI prioriza três funcionalidades distintas na conta PJ.

MEI prestador de serviço

Você fatura por nota fiscal, recebe quase tudo via Pix CNPJ e paga DAS de R$ 86,05 com ISS em 2026.

Três funcionalidades inegociáveis na conta PJ para prestador:

  • Pix CNPJ ilimitado e gratuito sem teto de volume comercial
  • Emissão de NF-e, ou integração nativa com sistema municipal de NFS-e
  • Boleto sem custo, porque cliente PJ B2B costuma exigir boleto

Diferenciais que fecham a escolha: link de pagamento para faturas avulsas, débito automático do DAS e cartão sem anuidade para separar software e deslocamento.

Se você emite mais de 10 boletos no mês, uma conta com franquia limitada já sai caro.

MEI comércio e indústria

Você vende presencial, no Pix, no link e no cartão. O DAS sai por R$ 82,05 (com ICMS) ou R$ 87,05 (com ISS + ICMS) se também presta serviço.

Três funcionalidades inegociáveis para comércio:

  • Maquininha integrada à conta com taxa visível por bandeira e prazo
  • Antecipação de recebíveis com taxa publicada antes da contratação
  • Cartão de crédito PJ sem anuidade para fluxo de fornecedor

Diferenciais que pesam: crédito para o Pix, ideal para vender ticket maior sem maquininha, gestão por categoria de venda e cobrança automática por WhatsApp.

Compare o custo combinado de débito, crédito 12x e antecipação por uma semana. A maquininha mais barata no débito pode ser a mais cara na 12x.

Se mais de 40% das suas vendas for parcelado em cartão, priorize taxa de crédito acima da taxa de débito.

MEI caminhoneiro e transporte

Você está em rota, recebe frete por Pix e paga combustível com cartão. O DAS é R$ 195,52, 12% do salário mínimo de R$ 1.621,00 + ICMS, mais que o dobro dos demais perfis.

Três funcionalidades inegociáveis para transportador:

  • Cartão para combustível com cashback ou parcelamento sem juros
  • Saque em rede ampla por R$ 0 a R$ 6, com cobertura nacional
  • App estável com Pix por chave em segundos, sem cair no posto

Diferenciais que separam o operacional: tokenização do cartão em carteira digital para pedágio, alerta de transação por SMS sem custo e suporte 24h por chat.

A decisão é por cobertura: a conta com taxa de saque mais baixa não serve se a rede de caixas só funciona em capital. Confira a malha antes do preço.

Redes com presença em postos de combustível e centros logísticos são melhores que redes só em capitais, mesmo cobrando R$ 2 a mais por saque.

Conta digital ou tradicional para MEI

Na hora de abrir a conta PJ, a primeira escolha é entre conta digital e instituição financeira tradicional. Para quem busca tarifa zero, abertura em 5 minutos no app e Pix CNPJ ilimitado, a conta digital é o cenário ideal.

A instituição tradicional só atinge esse piso em pacote pago, com mensalidade que volta ao bolso do MEI.

A vantagem fica visível na primeira fatura: conta digital cobra zero em mensalidade, Pix comum e boleto. Já a tradicional embute pacote, taxa de cesta e tarifa por TED.

Porém, há três situações em que a instituição tradicional ainda compensa:

  • Fornecedor exige conta em instituição financeira com agência física para débito direto
  • Você pleiteia linha subsidiada como Pronampe via banco operador específico
  • Relacionamento longo já entregou crédito pré-aprovado que a conta digital não ofereceu

Fora desses cenários, a tradicional cobra para entregar o que a digital faz por R$ 0.

Escolha a digital se você fatura até R$ 81 mil/ano, recebe por Pix e cartão e dispensa agência (é o caso da maioria dos MEIs).

Escolha a tradicional se depende de Pronampe ou linha BNDES via banco operador, atende cliente PJ que exige TED com agência identificada, ou fatura no teto e planeja migrar para ME com conta consolidada.

A combinação também funciona: conta digital como principal e relacionamento mínimo com instituição tradicional só para a linha subsidiada.

Crédito e empréstimo para MEI

27% dos MEIs apontam o acesso a crédito como o maior obstáculo do negócio (Sondagem Sebrae/FGV, 2025).

Na hora de abrir a conta, vale considerar o acesso a crédito. A conta certa resolve a fricção com três checagens objetivas: aceita CNPJ MEI sem fiador, considera faturamento real e oferece linha entre R$ 5 mil e R$ 21 mil.

Garantia que pede aval ou imóvel já não serve. Quem fatura no teto do MEI raramente tem patrimônio para travar, e crédito que exige isso converte mal.

Duas linhas oficiais cabem no perfil MEI e devem ser conferidas direto na fonte gov.br antes da contratação.

LinhaLimite e taxa de referência
BNDES Microcrédito EmpreendedorAté R$ 21 mil por instituição, taxa máxima 4% a.m., prazo mínimo 120 dias
PronampeLimite até 30% do faturamento, ou 50% com Selo Mulher Emprega Mais

Confirme taxa atualizada e elegibilidade no site oficial antes de assinar. Operadores podem aplicar TAC, seguro prestamista e variação por porte.

Quatro itens reduzem fricção na aprovação e fazem o pedido ser respondido em questão de horas:

  • CNPJ ativo há pelo menos 12 meses, sem pendência na Receita
  • DAS pago em dia nos últimos 12 meses
  • DASN-SIMEI do ano anterior entregue
  • Conta PJ com histórico de movimentação por Pix, boleto e cartão

Conta que já vê seu fluxo dispensa upload de extrato e antecipa decisão.

Empréstimo formal não é a única saída: a antecipação de recebíveis na própria conta MEI libera capital sem análise demorada, com taxa publicada antes da contratação.

Para giro recorrente abaixo de R$ 5 mil, antecipação costuma sair mais barata que microcrédito. Acima disso, compare o custo total da linha BNDES com a taxa efetiva da antecipação.

Abra sua conta PJ MEI grátis em minutos com a InfinitePay

Você viu que abrir conta MEI exige CCMEI, CNPJ ativo, gov.br Prata ou Ouro, comprovante de endereço dentro de 90 dias e CNAE sem divergência.

A Conta PJ InfinitePay reduz essa lista: basta CNPJ, CPF do representante legal e selfie no app, com endereço preenchido pelo CEP e validação em cerca de 5 minutos.

Não cobra abertura, não tem mensalidade e o Pix é gratuito e ilimitado. Se você já formalizou o MEI, baixe o app InfinitePay e abra sua conta agora.

Pagamentos

Confira neste artigo tudo o que você precisa saber sobre o sinal de pagamento. Entenda seu conceito, as vantagens em cobrá-lo e como tomar decisões conscientes e seguras em suas compras e vendas.

O que é sinal de pagamento?

O sinal de pagamento é uma quantia em dinheiro que o comprador entrega ao vendedor como garantia de que irá concluir a compra de um bem ou serviço. É uma espécie de "pré-pagamento" que demonstra o compromisso do comprador com a negociação.

O sinal tem como objetivo principal proteger ambas as partes:

Para o vendedor 

Garante que ele não perderá tempo e recursos com um cliente que não tem real interesse em comprar o produto ou serviço.

Para o comprador 

Assegura que ele terá o produto ou serviço reservado para ele, evitando que seja vendido para outro cliente.

Dessa forma, o sinal de pagamento se prova uma boa opção especialmente para serviços e para produtos que demandem diversas fases de entrega. Isso porque o sinal força um comprometimento financeiro, reduzindo as chances de desistência no meio do caminho por ambas as partes.

Saiba como gerar link de pagamento para receber sinal.

Como funciona o sinal de pagamento?

A cobrança do sinal se dá através de algumas etapas. Abaixo, listamos o passo a passo de como se dá a cobrança do sinal:

1. Precificação:

O valor do sinal é livremente negociado entre as partes, mas geralmente não ultrapassa 30% do valor total da compra. É importante que o valor seja justo para ambas as partes, levando em consideração o valor do bem ou serviço, o tempo de entrega e os riscos da negociação.

2. Formalização:

É importante que o pagamento do sinal seja formalizado por meio de um contrato escrito, que deve conter:

Dados das partes: nome completo, endereço e telefone.

Descrição do bem ou serviço: características e quantidade.

Valor total da compra: valor do sinal e valor restante a ser pago.

Data de entrega do bem ou serviço: prazo para a finalização da compra.

Forma de pagamento do sinal: dinheiro, cheque, cartão de crédito ou débito, transferência bancária etc.

3. Pagamento do sinal:

O sinal pode ser pago à vista ou parcelado, de acordo com a negociação entre as partes. É importante que o comprador guarde o comprovante de pagamento para sua segurança.

4. Entrega do bem ou serviço:

O vendedor deve entregar o bem ou serviço na data acordada e nas condições descritas no contrato. Caso não cumpra com sua parte, ele poderá ser obrigado a devolver o valor do sinal em dobro.

Os passos seguintes não são parte formal do processo, mas podem ocorrer, então seguem listados para serem mapeados.

5. Devolução do sinal:

Em alguns casos, o sinal pode ser devolvido ao comprador, mesmo que ele desista da compra. Isso pode acontecer se:

  • O vendedor não entregar o bem ou serviço na data acordada.
  • O bem ou serviço não estiver em conformidade com o descrito no contrato.
  • O comprador tem um motivo de força maior para desistir da compra, como doença grave ou perda de emprego.

6. Rescisão do contrato:

Se o contrato for rescindido por qualquer motivo, o valor do sinal deve ser devolvido ao comprador, acrescido de juros legais.

Veja algumas dicas para evitar problemas:

  • Sempre faça um contrato escrito.
  • Guarde o comprovante de pagamento do sinal.
  • Exija a nota fiscal ou recibo da compra.
  • Em caso de dúvidas, consulte um advogado.

Conheça o link de pagamento seguro para cobrar o sinal.

Quais as vantagens de cobrar sinal de pagamento?

Existem alguns benefícios consideráveis na cobrança de sinal. Abaixo, listamos os principais:

Segurança e planejamento para o seu negócio

Cobrar sinal de pagamento não é apenas uma forma de garantir compromisso do cliente, mas também uma ferramenta estratégica para o sucesso do seu negócio. Ao implementar essa prática, você desfruta de diversos benefícios que contribuem para a segurança, organização e rentabilidade do seu trabalho.

Além disso, é possível melhorar seu fluxo de caixa recebendo o sinal na hora. Há formas de pagamento atualmente que permitem essa agilidade.

Proteja-se contra "no-shows" e inadimplência

O sinal funciona como uma garantia contra clientes que não comparecem ao compromisso ou que não honram seus pagamentos. Essa proteção é especialmente importante para profissionais autônomos e empresas com agendamentos, como tatuadores, cabeleireiros, profissionais da saúde e consultores, que podem sofrer perdas significativas com cancelamentos de última hora. Ao cobrar um valor inicial, você se resguarda contra o impacto negativo de "no-shows" e inadimplência, assegurando a previsibilidade e segurança do seu fluxo de caixa.

Garanta organização e otimização do tempo

O sinal permite que você organize sua agenda de forma mais eficiente, evitando o agendamento excessivo e garantindo que todos os clientes sejam atendidos com a atenção e qualidade que merecem. Ao ter uma visão clara dos compromissos confirmados, você otimiza seu tempo, reduz o estresse e aumenta a produtividade do seu negócio.

Valorize seu tempo e expertise

Cobrar sinal demonstra profissionalismo e valoriza o seu tempo e expertise. Ao comunicar o valor do seu trabalho desde o início, você estabelece uma relação transparente com o cliente e transmite a importância do compromisso firmado. Essa postura contribui para a percepção de valor do seu serviço, fidelizando clientes e atraindo novos negócios.

Benefícios específicos para áreas como saúde e estética

Para profissionais da saúde e estética, o sinal de pagamento oferece vantagens adicionais. Na área da saúde, por exemplo, o sinal ajuda a reduzir custos com materiais descartáveis e outros insumos utilizados em cada consulta, além de contribuir para a diminuição da inadimplência. Já na área da estética, o sinal pode ser utilizado para garantir a reserva do horário e para cobrir os custos com produtos que serão utilizados no serviço.

É legal pedir pagamento de sinal?

Sim, é legal pedir pagamento de sinal. A prática é amparada pelo Código Civil Brasileiro, entre os  artigos 417- 420, que define o sinal como "a quantia dada como princípio do pagamento e que se perde em caso de arrependimento do comprador".

Alguns procedimentos comuns no mercado na cobrança de sinal:

  • O valor do sinal não pode ser superior a 30% do valor total da compra. Você pode parcelar a cobrança com link de pagamento, sendo um meio eficaz para cobrar sinal.
  • O sinal deve ser devolvido ao cliente em dobro caso o vendedor não cumpra com sua parte no contrato.
  • O cliente pode desistir da compra e ter o sinal devolvido se houver motivo de força maior, como doença grave ou perda de emprego.

Quando pedir um sinal de pagamento

Há tipos de negócios em que a cobrança de sinal é comum e esperada. Abaixo, listamos os principais usos práticos do sinal de pagamento:

Tatuador

O sinal garante a compra dos materiais específicos para a tatuagem, como tinta, agulhas e outros insumos, assegurando a qualidade do serviço e evitando custos desnecessários.

Cabelereiro

O sinal garante a reserva do horário e cobre os custos com produtos como tintas, descolorantes e outros produtos específicos para o serviço contratado, otimizando o tempo e os recursos do profissional.

Profissional de saúde

O sinal ajuda a reduzir custos com materiais descartáveis, medicamentos e outros insumos utilizados na consulta, além de contribuir para a diminuição da inadimplência, garantindo a sustentabilidade do negócio.

Reserva de restaurante

O sinal de pagamento em reservas de restaurante garante que o cliente esteja realmente comprometido com a reserva, evitando mesas vazias e prejuízos para o estabelecimento. Essa prática é especialmente importante em datas comemorativas ou horários de pico, quando a demanda por mesas é alta.

Serviços (marcenaria, obra) e produtos (carros, imóveis) de alto valor

Em serviços e produtos de alto valor, o sinal de pagamento funciona como um compromisso do cliente e uma garantia para o profissional ou empresa. Essa prática é essencial para proteger ambas as partes em transações que envolvem valores consideráveis e prazos de entrega longos.

Exemplos:

  • Marcenaria: O sinal pode ser utilizado para comprar materiais específicos para o projeto, como madeira, ferramentas e outros insumos.
  • Obra: O sinal pode ser utilizado para cobrir custos iniciais com mão de obra, equipamentos e outros serviços necessários para o início da obra.
  • Carros: O sinal pode ser utilizado para reservar o carro e garantir o preço negociado, evitando que o veículo seja vendido para outro cliente.
  • Imóveis: O sinal pode ser utilizado para reservar o imóvel e garantir a compra, evitando que o imóvel seja vendido para outro cliente.

Meios de pagamento para receber sinal

A escolha do meio de pagamento para receber o sinal deve levar em consideração a segurança, a praticidade e as preferências do cliente.

Confira as principais opções:

  • Dinheiro: tradicional e rápido, mas menos seguro.
  • Cartão de crédito ou débito: seguro, rápido e prático, mas as taxas cobradas pelas operadoras podem ser altas. Você pode cobrar sinal à distância no cartão com link de pagamento.
  • Pix: instantâneo, seguro e gratuito, mas o cliente precisa ter um aplicativo de banco compatível com o Pix.

Cuidados ao receber um sinal de pagamento

O sinal de pagamento é uma cobrança, e portanto tem trâmites que podem ser delicados. Siga o processo abaixo para aumentar as garantias de ser bem sucedido em seu recebimento:

Formalize o contrato

Elabore um contrato escrito que descreva o objeto da transação, o valor do sinal, a data de entrega do bem ou serviço, as condições de devolução do sinal e as demais cláusulas relevantes.

Obtenha a assinatura do cliente em duas vias do contrato, para que ambas as partes tenham um registro do acordo.

Comunique-se de forma clara

Informe o cliente sobre o valor do sinal, a forma de pagamento e o prazo para pagamento. Explique as condições de devolução do sinal, incluindo os casos em que o cliente poderá ter o valor restituído. Responda a todas as dúvidas do cliente e certifique-se de que ele esteja ciente de seus direitos e obrigações.

Utilize meios de pagamento seguros

Opte por meios de pagamento que ofereçam segurança para ambas as partes, como cartão de crédito, transferência bancária ou Pix.

Evite receber o sinal em dinheiro, pois há risco de perda ou roubo.

Documente o recebimento do sinal

Guarde o comprovante de pagamento do sinal, como recibo, extrato bancário ou transação do Pix. Anote a data e o valor do pagamento, bem como o nome e os dados de contato do cliente.

Modelo de recibo de sinal de pagamento 

Pelo presente instrumento particular, as partes abaixo qualificadas:

VENDEDOR:

Nome: [Nome completo do vendedor]

Endereço: [Endereço completo do vendedor]

CPF: [Número do CPF do vendedor]

RG: [Número do RG do vendedor]

COMPRADOR:

Nome: [Nome completo do comprador]

Endereço: [Endereço completo do comprador]

CPF: [Número do CPF do comprador]

RG: [Número do RG do comprador]

Declaram que:

O VENDEDOR vende e o COMPRADOR compra, pelo presente instrumento, o seguinte bem/serviço: [Descrição completa do bem/serviço].

O valor total da transação é de R$ [Valor total da transação].

O COMPRADOR pagou ao VENDEDOR, a título de sinal de pagamento, a quantia de R$ [Valor do sinal], equivalente a [Percentual do sinal]% do valor total da transação.

O sinal foi pago através de [Forma de pagamento do sinal] (cheque, cartão de crédito, transferência bancária, Pix).

Cláusulas:

O saldo remanescente de R$ [Valor do saldo remanescente] deverá ser pago pelo COMPRADOR ao VENDEDOR na data de [Data de pagamento do saldo].

Em caso de arrependimento do COMPRADOR, o sinal não será devolvido.

Em caso de arrependimento do VENDEDOR, o sinal será devolvido ao COMPRADOR em dobro.

O bem/serviço será entregue ao COMPRADOR na data de [Data de entrega do bem/serviço].

As partes elegem o foro da Comarca de [Cidade] para dirimir qualquer litígio que possa surgir em decorrência do presente instrumento.

Local e data:

[Cidade], [Data]

Assinaturas:

VENDEDOR:

COMPRADOR:

Testemunhas:

Que ferramenta eu uso para receber sinal de pagamento? 

A escolha da ferramenta ideal para receber sinal de pagamento depende de suas necessidades específicas e do tipo de negócio que você administra.

A InfinitePay oferece a opção de cobrar por link de pagamento, em que você pode:

Receber o dinheiro na hora ou em 1 dia útil 

Diferentemente de outras plataformas, que podem levar até 30 dias para liberar o saldo, a InfinitePay te dá acesso ao seu dinheiro instantaneamente ou em apenas 1 dia útil.

Parcelar em até 12x

Ofereça mais flexibilidade aos seus clientes, permitindo que eles parcelem o sinal em até 12 vezes sem juros.

Cobrar taxas menores 

A InfinitePay oferece taxas mais competitivas que outras plataformas, ajudando seu fluxo de caixa.

Gerenciar seus pagamentos em um só lugar 

A plataforma InfinitePay te permite gerenciar todos os seus pagamentos em um só lugar, de forma fácil e segura. Com a InfinitePay, você pode ter certeza de que receberá seu sinal de pagamento de forma rápida, segura e eficiente.

Pagamentos

O boleto bancário é uma das formas de pagamento mais tradicionais e acessíveis do Brasil — mesmo com o avanço do Pix, ele ainda movimenta bilhões em transações todos os anos.

Só em 2022, foram realizadas mais de 4 bilhões de transações por boleto bancário no país, segundo a FEBRABAN

Neste artigo, você vai entender o que é boleto bancário, como ele funciona na prática, quais são os tipos existentes, como emitir um boleto e por que ainda vale a pena oferecer essa forma de pagamento — especialmente se você quer alcançar o público que não utiliza cartão de crédito ou serviços bancários digitais.

Como emitir um boleto bancário?

Hoje, qualquer pessoa — física ou jurídica — pode gerar boletos de cobrança, seja via banco ou por plataformas especializadas. Geralmente, o processo envolve preencher os dados do pagador, o valor da cobrança e a data de vencimento em uma plataforma de emissão para gerar o documento.

O que é boleto bancário?

O boleto bancário é um título de cobrança criado em 1993 pelo Banco Central que permite o pagamento de produtos e serviços sem a necessidade de cartão de crédito, débito ou conta bancária.

Pode ser emitido por instituições financeiras, empresas ou até mesmo por pessoas físicas, e contém informações como valor da cobrança, data de vencimento, dados do beneficiário e pagador.

O pagamento pode ser feito presencialmente (em bancos, lotéricas ou estabelecimentos autorizados) ou online, por aplicativos bancários e carteiras digitais.

Essa modalidade continua sendo amplamente utilizada em vendas online, cobranças recorrentes e pagamentos avulsos, justamente por sua acessibilidade, segurança e ampla aceitação.

Leia mais: 

Qual o formato de um boleto bancário?

Os elementos essenciais de um boleto bancário são pré-definidos pela Febraban. Confira os principais obrigatórios:

  • Sacado – quem realiza o pagamento. Deve conter nome completo, endereço e CPF ou CNPJ
  • Cedente – quem emite a cobrança, também identificado por nome, endereço e CPF ou CNPJ
  • Agência e código do cedente – números que identificam o emissor junto à instituição financeira
  • Instituição financeira – banco ou empresa responsável por emitir e processar o boleto
  • Valor da cobrança – total a ser pago em reais, podendo incluir juros ou multas em caso de atraso
  • Data de vencimento – prazo final para quitação do boleto
  • Multas e juros – valores adicionais aplicáveis em caso de atraso
  • Nosso número – identificador único do boleto gerado pela instituição emissora
  • Linha digitável – código numérico que permite o pagamento manual do boleto
  • Código de barras – representação gráfica da linha digitável, usada para leitura óptica

Qual a diferença de boleto sem registro e boleto registrado?

Antigamente, era possível emitir um boleto sem registro, que não exigia o envio prévio das informações da cobrança ao banco emissor — como os dados do pagador, valor e vencimento. Isso tornava o processo mais flexível, mas também mais vulnerável a fraudes e falhas de controle.

Com a implementação da Nova Plataforma de Cobrança pela FEBRABAN, esse modelo foi descontinuado. Desde então, todos os boletos devem ser registrados, ou seja, precisam conter:

  • Nome, CPF ou CNPJ e endereço do pagador
  • Dados do emissor
  • Valor da cobrança e data de vencimento

Além de mais seguro, o boleto registrado também facilita a gestão de cobranças, permitindo reemissões automáticas, rastreamento e até o envio de lembretes. 

Hoje, ele é o único tipo de boleto autorizado para emissão, independentemente do valor.

Diferença entre boleto registrado e boleto sem registro

Como funciona um boleto bancário?

De maneira geral, o processo consiste em:

  • Emissão – o cedente gera o boleto por um sistema bancário ou plataforma de pagamentos.
  • Envio ao cliente – o título pode ser enviado por e-mail, WhatsApp ou link direto.
  • Pagamento – o cliente pode pagar presencialmente (lotéricas, bancos, supermercados) ou digitalmente (apps e internet banking).
  • Compensação – após o pagamento, o valor é repassado para o cedente em até 3 dias úteis.

Existem dois modelos de cobrança:

  • Boleto à vista: pagamento único, geralmente com vencimento próximo. Após o prazo, o sistema pode impedir o pagamento ou exigir reemissão.
  • Boleto recorrente ou parcelado: ideal para mensalidades e assinaturas. Pode permitir pagamento após o vencimento, com aplicação de multas ou juros.

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Quais as vantagens do boleto bancário?

A versatilidade do boleto bancário, assim como sua segurança e acessibilidade o tornam uma excelente alternativa para diversas situações. 

Abaixo, destacamos as principais vantagens para cada tipo de público:

Pessoas Físicas (CPF)

  • Acessibilidade – não exige conta bancária ou cartão de crédito, podendo ser pago em bancos, lotéricas ou apps.
  • Controle financeiro – permite organizar pagamentos sem comprometer limite de crédito, ideal para compras à vista.
  • Segurança – reduz o risco de fraudes, já que não há compartilhamento de dados sensíveis.
  • Facilidade de emissão – pode ser recebido por e-mail, WhatsApp ou SMS, com pagamento online ou presencial.

Pessoas Jurídicas (CNPJ)

  1. Baixo custo – tarifas mais acessíveis do que cartões, ideal para quem tem alto volume de transações.
  2. Gestão otimizada – permite rastrear inadimplência, emitir segundas vias e integrar ao sistema de cobrança.
  3. Alcance ampliado – aceita pagamentos de clientes desbancarizados ou sem cartão.
  4. Automação e integração – pode ser emitido em lote, integrado ao ERP e enviado de forma automática.
  5. Comprovação jurídica – tem valor legal, funcionando como recibo oficial da operação

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Simplifique suas cobranças com a InfinitePay

Agora que você já conhece todas as vantagens do boleto bancário, é hora de simplificar sua gestão de cobranças com a InfinitePay:

  • Adicione Pix e cartão de crédito em até 12x
  • Receba via Pix na hora ou em até 1 dia útil com cartão
  • Automatize cobranças e configure multas e juros em poucos cliques
  • Acompanhe status de pagamento em tempo real

 Com a InfinitePay, você tem uma plataforma completa para cobrar, receber e vender mais — sem burocracia e com custo zero.

Conheça a Gestão de Cobrança da InfinitePay

Finanças

A adimplência financeira é um dos pilares para o sucesso de qualquer negócio, seja ele grande ou pequeno. 

Quando um empreendedor não consegue se manter adimplente, ele pode perder fornecedores, clientes e até mesmo o próprio negócio.

Ao contrário da inadimplência, esse conceito é menos comentado no cotidiano. 

Em um contexto onde a quantidade de pessoas inadimplentes no Brasil vem aumentando, raramente se discute a importância de honrar compromissos financeiros de forma correta.

No mês de novembro de 2024, o endividamento atingiu 76,9% das famílias brasileiras, conforme dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo publicados na CNN.

Neste guia você entenderia o significado de adimplência, suas particularidades e a importância dela para o seu negócio.

Além disso, você também descobrirá o que fazer para manter-se adimplente mesmo perante oscilações de mercado e dificuldades financeiras.

Qual o significado de adimplência?

A adimplência refere-se à capacidade de uma empresa em cumprir com suas obrigações financeiras, incluindo o pagamento de fornecedores, colaboradores, impostos e demais compromissos. 

Manter-se adimplente é essencial para a reputação da empresa e para estabelecer parcerias comerciais sólidas.

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O que é certificado de adimplência?

O Certificado de Adimplência é um documento que atesta que uma empresa está em dia com suas obrigações financeiras. 

Ele é emitido para comprovar que a organização está adimplente, ou seja, em conformidade com os pagamentos de suas contas, fornecedores e demais compromissos financeiros. 

Ter um Certificado de Adimplência é muitas vezes requisito para participar de licitações, concorrências e também pode ser utilizado como uma espécie de "selo de confiança" para parceiros comerciais.

Para pessoas físicas (PF), geralmente não existe um "certificado de adimplência" formal emitido por uma entidade específica. 

No entanto, as instituições financeiras e empresas podem verificar a adimplência de uma pessoa física por meio de seu histórico de crédito, mantido por órgãos de proteção ao crédito, como o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e a Boa Vista.

Como emitir um certificado de adimplência? 

Para conseguir um certificado de adimplência, a empresa interessada deve solicitar o documento à empresa ou instituição que emite o certificado. 

A partir disso, o histórico de pagamentos da empresa solicitante será verificado pela emissora e, se estiver tudo em ordem, receberá o certificado.

Esse documento serve, principalmente, para ajudar empresas a obter crédito e aumentar a sua credibilidade.

No Brasil, existem várias empresas e instituições que emitem certificados de adimplência. Algumas das mais conhecidas são:

  • A Serasa Experian, que é uma empresa de serviços financeiros que oferece uma variedade de produtos e serviços, incluindo o certificado de adimplência.
  • A Boa Vista SCPC, que é outra empresa de serviços financeiros que oferece o certificado de adimplência.
  • A SPC Brasil, que é uma associação de proteção ao crédito que também oferece o certificado de adimplência.

Para solicitar um certificado de adimplência, você deverá entrar em contato com empresas como essas e fornecer as informações necessárias, como CNPJ, razão social e endereço.

O processo de solicitação de um certificado de adimplência geralmente é rápido e simples, podendo ser emitido em poucos minutos em alguns casos.

Adimplência é um direito?

Sob uma perspectiva jurídica, a adimplência pode ser vista como um direito indireto, uma vez que protege o indivíduo de consequências negativas, como a negativação do nome, queda do score de crédito e dificuldades para acessar financiamentos.

Isso significa que, de forma geral, ela não é um direito em si, mas sim uma condição que reflete o cumprimento das obrigações financeiras no prazo acordado. 

Quando alguém está adimplente, significa que suas responsabilidades, como dívidas, impostos ou contratos, estão sendo respeitadas.

Além disso, o ordenamento jurídico prevê mecanismos, como o pagamento em consignação, que garantem ao devedor o direito de quitar suas obrigações mesmo diante de problemas com o credor. 

Por exemplo, em situações em que o credor não aceita o pagamento, o devedor pode depositar judicialmente o valor devido, preservando sua adimplência e evitando penalidades injustas. 

Essa ferramenta, regulamentada pelo Código Civil e o Código de Processo Civil, demonstra como o sistema jurídico reconhece a importância de assegurar condições para que o indivíduo se mantenha adimplente.

Assim, embora a adimplência não seja um direito literal, o direito à proteção contra as consequências da inadimplência e a possibilidade de cumprir obrigações financeiras mesmo em situações adversas reforçam sua relevância jurídica e prática.

O que é um cliente adimplente?

Um cliente adimplente é aquele que mantém seus compromissos financeiros em dia, quitando suas dívidas e faturas dentro dos prazos acordados. 

Isso demonstra sua capacidade de honrar os pagamentos, sem atrasos, o que reflete positivamente na saúde financeira da empresa e impacta diretamente na sua lucratividade.

Suas principais características são:

  • Pontualidade nos Pagamentos: Realiza os pagamentos de suas obrigações financeiras na data combinada, seja de dívidas completas ou parcelas.
  • Bom Histórico Financeiro: A adimplência é um indicativo de responsabilidade financeira, facilitando o acesso a crédito e condições mais vantajosas em negociações futuras.
  • Estabilidade e Previsão Financeira: Ao evitar multas e juros, contribui para uma gestão mais equilibrada e aumenta a previsibilidade de receitas para a empresa.
Infográfico de características de um cliente adimplente

A presença de clientes adimplentes é crucial para a sustentabilidade de um negócio. 

Empresas que incentivam a adimplência, como oferecendo descontos para pagamentos antecipados ou facilitando métodos de pagamento, podem melhorar ainda mais sua relação com os consumidores.

Qual a diferença entre adimplência e inadimplência? 

A adimplência refere-se à situação em que as dívidas e contas são pagas dentro dos prazos acordados, demonstrando responsabilidade e boa gestão financeira. 

Por outro lado, a inadimplência ocorre quando há o descumprimento dessas obrigações financeiras, seja por atraso ou falta de pagamento. 

Ela pode ser parcial quando parte do valor devido é paga, ou total, quando nenhum pagamento é realizado.

Portanto, a diferença entre ambas está no cumprimento ou não das obrigações financeiras, sendo aspectos que impactam diretamente a saúde financeira de pessoas e empresas.

A adimplência gera benefícios como um histórico de crédito positivo, o que facilita o acesso a financiamentos e condições mais vantajosas em futuras negociações.

As consequências da inadimplência incluem restrições no crédito, como a inclusão em cadastros de proteção ao crédito, além da aplicação de juros, multas e dificuldades em obter financiamentos ou acordos futuros.

Diferença principal entre adimplência e inadimplência

E-book grátis: Saiba como melhorar seu o fluxo de caixa e eliminar a inadimplência 

Importância da adimplência para empreendedores

A adimplência é um dos pilares para o sucesso de qualquer empreendimento, pois está diretamente ligada à saúde financeira, à reputação e às oportunidades de crescimento de uma empresa. 

Além de ser um indicativo de responsabilidade, ela proporciona inúmeros benefícios que fortalecem as operações e as relações comerciais:

  • Reputação sólida no mercado: Cumprir as obrigações financeiras cria uma imagem de confiança e credibilidade perante fornecedores, clientes e parceiros, resultando em condições comerciais mais favoráveis.
  • Acesso simplificado ao crédito: Negócios organizados têm maior facilidade para obter financiamentos com juros mais baixos e prazos melhores, permitindo investimentos e expansão.
  • Relações duradouras com fornecedores: Pagamentos pontuais ajudam a fortalecer parcerias, possibilitando negociações mais flexíveis, descontos e suporte estratégico.
  • Prevenção de custos desnecessários: Evitar atrasos impede multas, juros elevados e até processos judiciais, contribuindo para uma gestão financeira eficiente.
  • Planejamento financeiro: Uma rotina sem cobranças adicionais garante maior previsibilidade de receitas, reduzindo o estresse e permitindo foco no crescimento.
  • Novas oportunidades: Históricos positivos em pagamentos ampliam as possibilidades de negociações vantajosas e o acesso a mercados mais estratégicos.

O que é desconto de adimplência?

O desconto de adimplência é uma prática em que empresas concedem descontos a clientes que realizam pagamentos antecipados ou dentro do prazo estabelecido. 

Essa estratégia incentiva a adimplência, motivando os clientes a honrarem seus compromissos financeiros de maneira pontual. 

Os descontos podem variar em termos percentuais e são uma forma de recompensar e estimular a fidelidade dos clientes adimplentes, ao mesmo tempo em que contribuem para o fortalecimento da saúde financeira da empresa.

Leia mais: 

Dicas para manter a sua empresa adimplente

Utilizar estratégias adequadas para melhorar a adimplência em um negócio é essencial manter a saúde financeira e o crescimento sustentável da empresa. 

Confira algumas práticas recomendáveis:

  • Faça um orçamento: O orçamento é a base para qualquer planejamento financeiro. Ele ajuda você a controlar suas receitas e despesas, evitando que você gaste mais do que ganha.
  • Controle de fluxo de caixa: Utilize gratuitamente a Planilha de Fluxo de Caixa InfinitePay para registrar as entradas e saídas de dinheiro do seu negócio. Essa planilha deve ser atualizada periodicamente, conforme as movimentações financeiras do negócio.
  • Indicadores financeiros: Utilize indicadores como índice de liquidez e prazos médios de pagamento/recebimento para monitorar a saúde financeira da empresa.
  • Sistemas de gestão financeira: Implementar sistemas automatizados ajuda a otimizar processos, reduzir erros e manter a adimplência em dia.

Automatize suas cobranças gratuitamente e mantenha-se adimplente

Manter a adimplência é fundamental para o sucesso de qualquer negócio, e a Gestão de Cobrança da InfinitePay torna esse processo mais simples, eficiente e livre de complicações. 

Com ela, você automatiza cobranças e reduz os riscos de inadimplência, garantindo maior estabilidade financeira para o seu empreendimento.

Ao utilizá-la você aproveita diversas vantagens como:

  • Automação: Configure cobranças recorrentes para serem enviadas automaticamente via WhatsApp por você
  • Flexibilidade de opções: Aceite Pix, boletos ou ambos, e facilite o pagamento em dia dos seus clientes.
  • Atualização em tempo real: Receba notificações no instante em que seus clientes efetuarem o pagamento
  • Gestão unificada: Acompanhe vendas, pagamentos e pendências direto no app

Passo a passo para automatizar cobranças:

  1. Abra o app InfinitePay e selecione “Gestão de Cobrança”.
  2. Adicione um cliente com nome e telefone.
  3. Insira o valor e uma descrição, se necessário.
  4. Escolha as opções de pagamento: Pix, boleto ou cartão.
  5. Personalize as condições e clique em “Enviar cobrança”.

Com a InfinitePay, suas cobranças são simplificadas, permitindo que você foque no crescimento do seu negócio enquanto mantém um fluxo de caixa estável.

Automatize suas cobranças com a InfinitePay e alcance a inadimplência zero.

Empreender

As microempresas são um importante motor da economia brasileira. Segundo um estudo do SEBRAE, elas representam 99% das empresas privadas do país e respondem por 27% do Produto Interno Bruto (PIB).

Uma microempresa é uma pequena unidade de negócio que geralmente possui um número reduzido de funcionários e faturamento limitado. No Brasil, as microempresas são classificadas como aquelas que têm um faturamento anual de até R$ 360.000,00. Elas desempenham um papel crucial na economia, contribuindo para a geração de empregos e o crescimento do mercado.

Mas o que é uma microempresa? Quais são as vantagens de abrir uma microempresa? E como abrir uma microempresa?

O que é uma microempresa?

Uma microempresa é uma empresa que fatura até R$ 360 mil por ano e tem até 19 funcionários no setor industrial ou até 9 funcionários no comércio e serviços.

As microempresas podem ser classificadas em três tipos de natureza jurídica:

Microempreendedor Individual (MEI)

É a modalidade mais simples de microempresa, voltada para negócios individuais. O MEI pode faturar até R$ 81 mil por ano e não tem limite de funcionários.

Empresário Individual

É a modalidade mais tradicional de microempresa, voltada para negócios individuais. O empresário individual não tem limite de faturamento e pode ter até 19 funcionários.

Sociedade Limitada (LTDA)

É a modalidade mais complexa de microempresa, voltada para negócios com sócios. A sociedade limitada não tem limite de faturamento e pode ter até 19 funcionários.

Leia mais: 

Por que é Importante abrir uma Microempresa?

As microempresas desempenham um papel significativo na economia por várias razões:

Geração de empregos

Ao abrir uma microempresa, você está contribuindo para a criação de empregos locais, o que é fundamental para o desenvolvimento da comunidade.

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Inovação

Microempresas muitas vezes têm a capacidade de inovar e se adaptar rapidamente às mudanças do mercado, impulsionando a concorrência saudável.

Diversificação econômica

Microempresas ajudam a diversificar a economia, reduzindo a dependência de grandes corporações.

Vantagens de abrir uma microempresa

As microempresas têm uma série de vantagens em relação às empresas de maior porte. Algumas dessas vantagens são:

  • Facilidade de abertura e manutenção: a abertura de uma microempresa é um processo simples e rápido. Além disso, as microempresas têm obrigações tributárias e trabalhistas simplificadas.
  • Foco local: Microempresas podem se concentrar em atender às necessidades específicas da comunidade local.
  • Benefícios fiscais: As microempresas podem optar por regimes tributários simplificados, como o Simples Nacional, que oferecem alíquotas de impostos mais baixas.
  • Incentivos governamentais: o governo federal oferece uma série de incentivos às microempresas, como linhas de crédito e programas de capacitação.

Como abrir uma microempresa

Para abrir uma microempresa, é necessário seguir os seguintes passos:

Definir o tipo de negócio

O primeiro passo é definir o tipo de negócio que você quer abrir. Isso vai determinar a natureza jurídica da sua empresa.

Reunir os documentos necessários

Os documentos necessários para abrir uma microempresa variam de acordo com a natureza jurídica da empresa. 

No geral, são necessários os seguintes documentos:

  • RG e CPF do titular da empresa ou dos sócios;
  • Declaração de Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) do titular da empresa ou dos sócios;
  • Comprovante de residência do titular da empresa ou dos sócios.
  • Registrar a empresa: após reunir os documentos necessários, é necessário registrar a empresa na Junta Comercial ou no Cartório de Registro Civil de Pessoas Jurídicas.

Obter o CNPJ

Após registrar a empresa, é necessário obter o Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ).

Leia mais: 

Tudo que você precisa saber antes de ter um CNPJ para a sua empresa

Como saber meu CNPJ pelo CPF?

5 vantagens de receber pagamentos online – e como começar ainda hoje

Efetuar o registro na prefeitura e no estado

Dependendo da atividade da empresa, é necessário efetuar o registro na prefeitura e no estado.

As microempresas são uma importante opção para quem quer empreender. Elas oferecem uma série de vantagens em relação às empresas de maior porte, como facilidade de abertura e manutenção, benefícios fiscais e incentivos governamentais.

Se você está pensando em abrir uma empresa, a microempresa pode ser uma boa opção para você.

Empreender

Se você empreende, compreender métricas chave como o ticket médio é essencial para o sucesso e crescimento do seu negócio negócio.

O ticket médio, além de ser um indicador importante de desempenho, oferece insights valiosos sobre o comportamento de compra dos clientes e a eficácia das estratégias de vendas. Neste artigo, exploraremos o conceito de ticket médio, sua importância, e como ele pode ser um termômetro para a saúde financeira e a lucratividade do seu negócio.

O que é ticket médio?

Ticket médio é um indicador diretamente atrelado ao setor de comercial e financeiro de uma empresa. Este indicador, avalia o desempenho dos negócios e te permite traçar estratégias para elevar a sua receita de vendas. De uma maneira mais prática, o ticket médio permite entender qual a média de dinheiro que cada cliente gasta na sua empresa.

Conhecendo este indicador você identifica o comportamento de compra dos seus clientes, analisa a performance de vendas e contribui para uma melhor tomada de decisão, permitindo elaboração de estratégias para garantir o aumento de resultados do negócio.

Para que serve o ticket médio?

Proporcionando uma visão mais clara e estratégia do Faturamento do negócio, o indicador ticket médio permite análises periódicas que auxiliam em diversos pontos importantes como estratégia de vendas, marketing, perfil de cliente, entre outros. Ou seja, serve como um parâmetro das estratégias de venda que estão sendo aplicadas. 

  • Pontos importantes que são possíveis avaliar através do ticket médio:
  • Desempenho das vendas;
  • Oportunidade de crescimento;
  • Campanhas e promoções;
  • Ajuste do mix de produtos/serviços;
  • Acompanhamento do comportamento do cliente;
  • Entre outros.

Qual a diferença entre preço médio e ticket médio?

Embora muitas vezes usados de forma trocada, preço médio e ticket médio são, na verdade, conceitos distintos que fornecem diferentes insights sobre o desempenho de um negócio.

O que é preço médio

O preço médio se refere ao valor médio de um produto ou serviço específico vendido. É calculado dividindo-se a receita total gerada por um produto específico pelo número total de unidades desse produto vendidas. O preço médio é útil para entender a valoração de um item individual no mercado e pode ajudar na estratégia de precificação.

Preço médio de um produto = receita total do produto / número de unidades vendidas

E qual a diferença do preço médio para o ticket médio?

O ticket médio, por outro lado, oferece uma visão geral da eficácia das vendas e estratégias de marketing, indicando quanto os clientes estão gastando em média por visita. É calculado dividindo-se a receita total de vendas pelo número total de vendas ou transações.

Ticket médio = receita total de vendas / número total de vendas

Entender a diferença entre esses dois indicadores é importante. Enquanto o preço médio se concentra em um único produto ou serviço, o ticket médio abrange a totalidade da compra do cliente, incluindo múltiplos itens ou serviços.

Portanto, estratégias para aumentar o preço médio podem envolver ajustes no valor de produtos individuais, enquanto estratégias para aumentar o ticket médio podem focar em vendas cruzadas e melhorias na experiência do cliente.

Por que o ticket médio é importante?

Proporcionando uma visão mais clara e estratégia do Faturamento do negócio, o indicador ticket médio permite análises periódicas que auxiliam em diversos pontos importantes como estratégia de vendas, marketing, perfil de cliente, entre outros. Ou seja, serve como um parâmetro das estratégias de venda que estão sendo aplicadas.

Pontos importantes que são possíveis avaliar através do ticket médio:

Avaliação da lucratividade

Um ticket médio alto pode ser um sinal de maior lucratividade. Significa que os clientes estão gastando mais por transação, o que pode levar a um aumento nas receitas sem a necessidade de aumentar proporcionalmente os custos operacionais.

Estratégia de precificação e promoção

O ticket médio ajuda a avaliar a eficácia das estratégias de precificação e promoções. Por exemplo, se após uma campanha promocional o ticket médio aumenta, isso pode indicar uma resposta positiva dos clientes às estratégias implementadas.

Entendimento do comportamento do cliente

Analisar o ticket médio oferece insights sobre o comportamento de compra dos clientes. Isso pode ajudar na personalização da experiência de compra e no desenvolvimento de produtos ou serviços que atendam melhor às suas necessidades e preferências.

Identificação de oportunidades de vendas cruzadas

Um ticket médio que está estagnado ou diminuindo pode indicar oportunidades perdidas em vendas cruzadas – que incentivem os clientes a comprar mais produtos ou serviços de maior valor.

Em resumo, entender e monitorar o ticket médio é essencial para tomar decisões de negócios informadas, otimizar as estratégias de vendas e marketing e, em última análise, impulsionar o crescimento sustentável do negócio.

Relação entre ticket médio e lucratividade

Um ticket médio mais alto indica que os clientes estão gastando mais por compra, o que pode levar a um aumento na receita total sem necessariamente incrementar os custos operacionais. Isso é particularmente benéfico para empresas, pois significa gerar mais lucro por transação. 

Estratégias eficazes como vendas cruzadas podem elevar o ticket médio, contribuindo para uma maior margem de lucro. Contudo, é crucial equilibrar o aumento do ticket médio com a retenção e satisfação do cliente, assegurando que o crescimento no valor médio das vendas não afaste os consumidores. 

Como calcular o ticket médio?

Calcular o ticket médio é uma tarefa relativamente simples, mas essencial para entender o desempenho de vendas de um negócio. A fórmula para calcular o ticket médio é:

Ticket médio = receita total de vendas / número total de vendas

Para colocar essa fórmula em prática, siga estes passos:

  1. Some todas as receitas de vendas: Primeiro, calcule o total de receitas geradas por vendas em um determinado período (por exemplo, diário, mensal ou anual).
  2. Contabilize o número total de vendas: Registre o número total de transações de vendas realizadas no mesmo período.
  3. Divida a receita total pelo número total de vendas: O resultado dessa divisão será o ticket médio.

Quer simplificar? Acesse gratuitamente a Planilha de Ticket Médio da InfinitePay e calcule o ticket médio do seu negócio em poucos passos.

Exemplos práticos de ticket médio:

  • Exemplo de uma loja de roupas: a loja gerou R$ 50.000 em vendas em um mês e registrou 500 vendas. O ticket médio será R$ 50.000 ÷ 500 = R$ 100. Isso significa que, em média, cada cliente gastou R$ 100 na loja nesse mês.
  • Exemplo de um restaurante: o restaurante teve uma receita total de R$ 30.000 com 600 pedidos em uma semana. O ticket médio seria R$ 30.000 ÷ 600 = R$ 50. Portanto, cada pedido no restaurante, em média, vale R$ 50.

Estes exemplos demonstram como o cálculo do ticket médio pode ser aplicado em diferentes tipos de negócios. Essa métrica fornece insights valiosos sobre o comportamento de gastos dos clientes e ajuda a avaliar a eficácia das estratégias de vendas e marketing.

Existe um ticket médio ideal? 

O ticket médio ideal vai variar de negócio para negócio, dependendo do segmento, do posicionamento e de quais são os objetivos da empresa naquele momento. Sendo assim, é de grande importância contextualizar o cenário da sua empresa para traçar as melhores estratégias de acordo com a sua realidade.

Pontos importantes para analise e busca do ticket médio ideal:

  • Setor/Segmento;
  • Estratégia de preço;
  • Posicionamento de marca;
  • Perfil do cliente;
  • Concorrência;
  • Metas de faturamento e lucratividade;
  • Histórico de venda da empresa e do setor;
  • Entre outros.

Dito isso, o seu ticket médio ideal pode variar de acordo com o contexto, mas é sempre válido  ressaltar a importância de cobrir os custos da operação, obtenção de lucro e viabilidade.

5 erros comuns ao calcular o ticket médio

Ao calcular o ticket médio, é importante estar ciente de alguns erros comuns que podem levar a interpretações incorretas ou a uma análise imprecisa. Reconhecer e evitar esses erros garante que a métrica forneça uma visão confiável do desempenho das vendas.

  1. Não separar tipos de vendas

Um erro comum é misturar diferentes tipos de vendas sem separá-las por categorias ou canais. Por exemplo, incluir vendas online e offline no mesmo cálculo sem considerar suas particularidades pode distorcer o ticket médio.

  1. Desconsiderar devoluções e descontos

É crucial ajustar a receita total para refletir devoluções de produtos e descontos dados. Calcular o ticket médio sem considerar essas variáveis pode resultar em um valor inflacionado.

  1. Ignorar variações sazonais

Negócios que têm flutuações sazonais significativas devem levar isso em conta ao calcular o ticket médio. Comparar períodos sazonais com períodos de baixa pode criar uma percepção errada sobre o desempenho.

  1. Usar amostras de tamanho inadequado

Basear o cálculo do ticket médio em um número muito pequeno de vendas ou em um período muito curto pode não ser representativo do desempenho geral do negócio.

  1. Falha em atualizar e monitorar regularmente

O ticket médio deve ser monitorado e recalculado regularmente para refletir mudanças no comportamento do consumidor e no mercado. Usar dados desatualizados pode levar a decisões de negócios mal informadas.

Evitar esses erros comuns ajuda a garantir que o ticket médio seja um indicador confiável e útil para a tomada de decisões estratégicas e para o aprimoramento das operações de vendas.

7 Estratégias para aumentar o ticket médio

Aumentar o ticket médio é uma estratégia chave para melhorar a receita e a lucratividade de um negócio. Implementar táticas eficazes pode incentivar os clientes a gastar mais em cada compra. Aqui estão algumas estratégias que podem ser utilizadas para aumentar o ticket médio:

1. Vendas cruzadas

Incentive os clientes a comprar produtos complementares ou versões mais caras de um item. Por exemplo, um restaurante pode sugerir acompanhamentos ou sobremesas, enquanto uma loja de eletrônicos pode oferecer garantias estendidas ou acessórios.

2. Criação de pacotes ou combos

Agrupar produtos ou serviços pode criar uma percepção de valor agregado, incentivando os clientes a comprar o pacote em vez de itens individuais. Aproveite as datas comemorativas para aumentar seu ticket médio com essa estratégia.

Leia mais:

3. Programas de fidelidade e incentivos

Ofereça recompensas, descontos ou benefícios exclusivos para incentivar compras maiores ou mais frequentes.

4. Treinamento da equipe de vendas

Capacite a equipe de vendas para reconhecer oportunidades de vendas cruzadas, que estimulam o cliente a efetuar mais uma compra, e para se comunicar efetivamente sobre os benefícios de produtos ou serviços adicionais.

5. Personalização da experiência do cliente

Use dados do cliente para oferecer recomendações personalizadas baseadas em compras anteriores ou preferências. Por exemplo: o dono de uma loja de cafés, ao perceber que o cliente compra com frequência, pode começar a antecipar os pedidos via WhatsApp e oferecer algum produto adicional que harmonize com a compra dos grãos – como uma caixa de chocolate.

6. Estratégias de precificação

Revise a estratégia de precificação para encontrar o equilíbrio ideal entre preço acessível e percepção de valor, incentivando os clientes a gastar mais.

Leia mais: Como precificar um produto?

7. Melhora da experiência de compra

Uma experiência de compra agradável e sem complicações pode incentivar os clientes a explorar mais produtos e passar mais tempo na loja ou no site.

Exemplo: uma loja de roupas, durante o lançamento de uma nova coleção, pode oferecer bebidas e aperitivos aos clientes – melhorando a experiência durante a compra e estimulando que as pessoas fiquem mais tempo olhando os produtos.

Implementando essas estratégias, os negócios podem aumentar efetivamente o ticket médio, melhorando assim a receita e a rentabilidade. É importante monitorar e ajustar essas táticas regularmente para garantir que elas continuem sendo eficazes e alinhadas com as necessidades e comportamentos dos clientes.

Como saber se o ticket médio é bom?

Avaliar se o ticket médio de um negócio é bom requer mais do que apenas olhar para o número em si – é necessário considerar vários fatores contextuais. Para determinar se o ticket médio está alinhado com as expectativas e objetivos do seu negócio, aqui estão algumas dicas:

  1. Compare com períodos anteriores

Analise a evolução do ticket médio ao longo do tempo. Um aumento consistente pode indicar sucesso nas estratégias de vendas e marketing. Uma diminuição, por outro lado, pode sinalizar a necessidade de ajustes.

  1. Relação com a lucratividade

Avalie como o ticket médio impacta a lucratividade. Um ticket médio mais alto é benéfico se não estiver associado a um aumento proporcional nos custos.

  1. Considere o volume de vendas

Um ticket médio alto não é necessariamente bom se o volume de vendas for baixo. Da mesma forma, um ticket médio mais baixo pode ser aceitável se o volume de vendas for alto.

  1. Feedback e comportamento do cliente

O ticket médio deve ser analisado em conjunto com o feedback dos clientes e padrões de compra. Se os clientes estão satisfeitos e retornando, mesmo com um ticket médio mais alto, isso sugere uma percepção positiva do valor oferecido.

Determinar se o ticket médio é bom envolve uma análise abrangente que vai além dos números, considerando o desempenho geral do negócio, a satisfação do cliente e as metas da empresa.

Como aumentar o Ticket Médio?

Vender mais produtos para o mesmo cliente é uma excelente forma de melhorar os resultados de um negócio. 

Para isso, muitas empresas utilizam de estratégias de aumento do ticket médio incentivando o cliente a levar um mix maior, ou produtos de maior valor ou então recuperar uma venda considerada perdida. 

O fato de o cliente já ter decidido levar algum produto, te dá a chance de vender mais para ele. Sendo assim, vamos falar de três principais estratégias muito utilizadas por grandes empresas.

Venda adicional

No cenário que o cliente já decidiu comprar determinado produto, o vendedor pode oferecer um produto superior em qualidade e preço, que seja semelhante e faça sentido com o que ele deseja comprar. Desta forma, aumentam as chances de ele comprar um produto mais caro e mais completo. 

Venda cruzada

Muitas vezes o cliente possui mais de um problema a ser resolvido. Desta forma, entenda de forma geral o que ele precisa e ofereça suas soluções. Com boas estratégias de venda, você garante a maior resolução de problemas em um só lugar.

Recuperação

Pode ser que você não tenha o produto exato que seu cliente está buscando ou ele não tenha o valor para investir. Neste cenário, ofereça produtos substitutos que garantam a resolução e encaixe no orçamento. 

Uma alternativa para vender sem prejudicar sua margem de lucro é pelo aplicativo da InfinitePay.

Com o aplicativo da InfinitePay, você consegue transformar o seu celular em maquininha de cartão e vender em até 12x com taxas que não prejudicam seu lucro. Você também pode vender online e à distância com o link de pagamento. Nas duas opções, o dinheiro cai na sua conta na hora ou em até 1 dia útil.

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