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Empreender

A Inscrição Estadual é um número que identifica empresas no cenário fiscal e é imprescindível para o recolhimento do ICMS. Se você comercializa produtos físicos, este documento é essencial. Este artigo apresenta as informações chave sobre o que é inscrição estadual, o que ele representa e quando é requerido.

Teste seus conhecimentos sobre Inscrição Estadual e sua importância para empresas

Descubra se você realmente entende tudo sobre Inscrição Estadual no quiz abaixo. Avalie sua compreensão e aprenda informações valiosas para sua empresa:

O que é Inscrição Estadual e sua importância

A Inscrição Estadual (IE) é um número atribuído pela Secretaria da Fazenda (SEFAZ) de cada Estado que identifica e formaliza a situação das empresas no âmbito fiscal estadual. Esse número é composto por 9 dígitos e é especialmente relevante para as empresas que realizam a comercialização de produtos físicos. 

Para resumir, a Inscrição Estadual é um registro fiscal crucial para empresas que comercializam produtos físicos. Ela permite o cálculo e recolhimento do ICMS, além da emissão de Notas Fiscais de Produto.

A obtenção da Inscrição Estadual requer um cadastro junto à Secretaria da Fazenda do Estado, com apresentação de documentos e procedimentos que podem variar. Além disso, a consulta da Inscrição Estadual pode ser feita pelo CNPJ da empresa no site do Portal REDESIM.

Qual a função da inscrição estadual? 

A função principal da Inscrição Estadual é calcular o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Além disso, a inscrição é necessária para a formalização de empresas que precisam emitir Nota Fiscal de Venda ou de Produto.

Para o empreendedor que precisa de uma maquininha, por exemplo, é necessário estar com a Inscrição Estadual (IE) ativa e válida.

A Inscrição Estadual desempenha um papel crucial para que as empresas estejam em conformidade com as regulamentações fiscais do Estado. Isso significa que, ao possuir essa inscrição, as empresas podem evitar problemas com a fiscalização e garantir a correta cobrança dos tributos sobre suas operações comerciais.

Significado dos números da Inscrição Estadual

O número de inscrição estadual (IE) é um identificador atribuído pela Secretaria da Fazenda de cada estado brasileiro às empresas e contribuintes que atuam no comércio, indústria ou prestação de serviços sujeitos à cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). 

O número da Inscrição Estadual (IE), composto por nove dígitos, possui um significado específico para cada um dos seus componentes:

  1. Os dois primeiros dígitos: 

Identificam o estado onde a empresa foi registrada. Exemplo: 33 para Rio de Janeiro, 21 para Rio Grande do Norte, etc.

  1. Os seis dígitos seguintes: 

Representam o número de inscrição da empresa no cadastro da Secretaria da Fazenda (SEFAZ) do estado.

  1. O último dígito: 

É um dígito verificador, utilizado para validar a autenticidade da inscrição.

Exemplo de um número de Inscrição Estadual: 33 123456 7

33: Rio de Janeiro

123456: Número de inscrição da empresa

7: Dígito verificador

A numeração da IE segue uma regra específica para cada estado, mas a estrutura geral com nove dígitos e significado para cada um deles é padrão em todo o Brasil.

Você pode consultar a validade da Inscrição Estadual no site da SEFAZ do estado onde a empresa está registrada.

A relação entre Inscrição Estadual e ICMS

A Inscrição Estadual (IE) tem relação direta com o recolhimento do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços). Empresas de comércio, por exemplo, necessitam dessa inscrição para contribuir com o ICMS. 

Veja ICMS o que é?

Além disso, a Inscrição Estadual possibilita a emissão de Notas Fiscais de produtos, por exemplo.. Vale ressaltar que, em alguns estados, como Amazonas e Bahia, não há contribuintes isentos de Inscrição Estadual, mas podem existir não contribuintes que, apesar de possuírem Inscrição Estadual, não são obrigados a pagar ICMS.

Inscrição Estadual e NIRE

Embora possuam funções distintas, NIRE (Número de Identificação do Registro de Empresas) e Inscrição Estadual são complementares e indispensáveis para o funcionamento regular da sua empresa. O NIRE comprova a existência legal do negócio, enquanto a Inscrição Estadual permite a venda de produtos ou serviços e o recolhimento do ICMS.

  • NIRE: Registro básico que comprova a constituição e regularidade de uma empresa na Junta Comercial.
  • Inscrição Estadual: Registro fiscal necessário para o comércio de produtos ou serviços tributados pelo ICMS.

Quem precisa de Inscrição Estadual?

A Inscrição Estadual (IE) é obrigatória para empresas que realizam atividades sujeitas ao Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Isso significa que, se a sua empresa vende produtos físicos, precisa ter uma Inscrição Estadual, independentemente do seu porte ou regime de tributação.

Alguns exemplos de empresas que precisam da IE:

  • Indústrias
  • Varejistas
  • Atacadistas
  • E-commerces

Quem não precisa de Inscrição Estadual?

Existem empresas, incluindo as de pequeno porte, que não precisam de Inscrição Estadual. Essas empresas geralmente são as que atuam apenas como prestadoras de serviços ou que vendem produtos digitais. Isso significa que negócios como:

  • Bancos
  • Hospitais
  • Laboratórios
  • Empresas que operam com a comercialização de produtos digitais, sem entrega física

Inscrição Estadual MEI

A obrigatoriedade da Inscrição Estadual (IE) para Microempreendedores Individuais (MEIs) depende do tipo de atividade exercida pelo profissional.

MEIs que prestam serviço não precisam da Inscrição Estadual. Isso porque essas atividades não são tributadas pelo Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

Já os MEIs que atuam com comércio, indústria ou transporte interestadual ou intermunicipal estão obrigados a ter a Inscrição Estadual. Nesses casos, a IE é necessária para a emissão de notas fiscais e o recolhimento do ICMS.

Confira alguns exemplos de MEIs que precisam da Inscrição Estadual:

  • Loja de roupas online que entrega para outros estados;
  • MEI que vende produtos físicos em feiras em outros municípios;
  • Fabricante de artesanatos que vende para outros estados;
  • Transportador autônomo que realiza entregas interestaduais.

Vale ressaltar que a isenção do ICMS para MEIs, que limita o faturamento anual a R$ 81.000,00, não exclui a necessidade da Inscrição Estadual para as atividades mencionadas acima.

Como obter a Inscrição Estadual para o MEI

Para obter a Inscrição Estadual MEI basta seguir esses passos: 

  1. Cadastro: 

A inscrição estadual é obtida após o cadastro no SIMEI (Sistema de Recolhimento em Valores Fixos Mensais dos Tributos do Simples Nacional).

  1. Solicitação na SEFAZ: 

Cada estado possui procedimentos específicos. Normalmente, é necessário solicitar a inscrição estadual diretamente na Secretaria da Fazenda (SEFAZ) do Estado onde o MEI está localizado.

  1. Documentos necessários: 

Os documentos variam, mas geralmente incluem: CNPJ; Certificado de Condição de Microempreendedor Individual (CCMEI); Documentos pessoais do titular (RG, CPF, comprovante de residência).

Leia mais:  

Como obter a Inscrição Estadual

O processo para obter a Inscrição Estadual envolve uma solicitação online pelo portal da Secretaria da Fazenda do Estado, que pode incluir pré-inscrição digital e entrega de documentos físicos, variando conforme a natureza da empresa e as regras específicas daquele Estado. O prazo pode variar entre estados, podendo levar de 15 a 30 dias úteis em São Paulo ou 8 dias úteis no Mato Grosso do Sul.

Documentação necessária

Obter a Inscrição Estadual envolve a apresentação de alguns documentos. A documentação básica exigida para a solicitação da Inscrição Estadual inclui:

  • Registro Geral (RG)
  • Cadastro de Pessoas Físicas (CPF)
  • CNPJ
  • Comprovante de endereço residencial e empresarial
  • Alvará de funcionamento
  • Um e-mail válido

No entanto, é importante que os empresários confirmem junto à Secretaria da Fazenda do Estado onde a empresa está registrada se existem exigências adicionais de documentos específicos para o processo de Inscrição Estadual. Isso se deve ao fato de que a lista de documentos pode variar.

Veja Como abrir um CNPJ

Secretarias de Estado da Fazenda (SEFAZ)

Rio de Janeiro: Cadastro Inscrição Estadual SEFAZ RJ

São Paulo: Cadastro Inscrição Estadual SEFAZ SP

Minas Gerais: Cadastro Inscrição Estadual SEF/MG

Mato Grosso: Cadastro Inscrição Estadual SEFAZ MT

Pernambuco: Cadastro Inscrição Estadual SEFAZ PE

Procedimentos online e presenciais

Como mencionado anteriormente, o processo de obtenção da Inscrição Estadual (IE) pode ser realizado tanto online quanto presencialmente, dependendo das regras específicas de cada estado. No entanto, em alguns estados, o procedimento pode ser um pouco diferente. Por exemplo, em Santa Catarina, o procedimento ‘Atos Exclusivos no Estado e no Município’ para Inscrição Estadual inclui:

  • Autenticação no Portal Gov.BR
  • Realização da inscrição exclusiva no estado através do Portal da REDESIM
  • Acompanhamento do protocolo, onde a inscrição será gerada.

Diferenças entre Inscrição Estadual e Inscrição Municipal

Outro ponto importante a considerar é a diferença entre a Inscrição Estadual e a Inscrição Municipal. Enquanto a Inscrição Estadual está relacionada ao ICMS e à comercialização de produtos físicos, a Inscrição Municipal está ligada ao Imposto Sobre Serviços (ISS) e à prestação de serviços.

Isso significa que, com a Inscrição Municipal, a empresa pode emitir Notas Fiscais de Serviço, enquanto que com a Inscrição Estadual, a empresa está habilitada a emitir Notas Fiscais de Produto. 

Portanto, empresas que atuam tanto com produtos físicos como com a prestação de serviços podem precisar de ambos os registros, Inscrição Estadual e Inscrição Municipal.

Leia mais:

Consulta de Inscrição Estadual pelo CNPJ

Uma vez que você possui a Inscrição Estadual, pode ser necessário consultar essa inscrição pelo CNPJ da empresa. Para isso, basta acessar o Portal da REDESIM e inserir o CNPJ para consulta ou emissão do comprovante da Inscrição Estadual direto. 

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Finanças

Obter lucro, ou seja, ganhar mais do que se gasta, é o objetivo de todo negócio, e entender a margem de contribuição é essencial para atingir essa meta. Este indicador financeiro permite que você identifique quais produtos ou serviços são mais rentáveis e estão realmente contribuindo para a lucratividade do seu negócio.

Descubra, passo a passo, como calcular a margem de contribuição e aplicá-la estrategicamente para tomar decisões mais acertadas no seu negócio.

O que é margem de contribuição e sua importância

A margem de contribuição é um indicador financeiro que demonstra o quanto das receitas de vendas está disponível para cobrir os custos. Em outras palavras, é o valor que cada venda contribui para cobrir custos fixos e gerar lucro. Mas por que isso é tão importante? 

Superar os custos para obter lucro

A margem de contribuição é uma métrica essencial para garantir que seu faturamento supere os custos do negócio. Ao fazer isso, você pode avaliar a lucratividade dos produtos ou serviços que oferece. Mas a importância deste indicador vai além da mera cobertura de custos. Ele influencia diretamente a saúde financeira da sua empresa e é crucial para o planejamento estratégico.

Conhecer de perto sua margem de contribuição permite tomar decisões mais informadas, como definir preços ou escolher quais linhas de produtos ou serviços devem ser oferecidas com desconto ou descontinuadas. Ao refletir a eficiência operacional, ela fornece uma base sólida para o planejamento e execução de estratégias que visam fortalecer o desempenho financeiro da sua empresa.

Não confunda: Margem de contribuição não é lucro

A margem de contribuição não é exatamente o lucro, mas é uma parte fundamental para calculá-lo. Ela representa o valor que cada unidade vendida contribui para cobrir os custos fixos e gerar lucro. Em termos simples, a margem de contribuição é a diferença entre a receita de vendas e os custos variáveis associados a essas vendas.

Depois de cobrir os custos variáveis, a margem de contribuição é usada para pagar os custos fixos. O que sobra após cobrir todos os custos fixos é o lucro. Assim, a margem de contribuição é um indicador da capacidade do negócio de gerar lucro, mas não deve ser confundida com o lucro em si.

Tipos de margem de contribuição: unitária e total

A margem de contribuição pode ser calculada de duas maneiras: unitária, que é calculada para um único produto ou serviço da empresa, e total, que considera todos os produtos ou serviços oferecidos. Ambas têm aplicações práticas diversas e úteis. 

Identificando custos e despesas 

A compreensão clara da diferença entre custos e despesas, bem como entre fixos e variáveis, é essencial para o cálculo correto da margem de contribuição. 

Os custos e despesas variáveis relevantes para o cálculo da margem de contribuição são aqueles que estão diretamente associados à produção ou comercialização e que variam conforme a quantidade produzida ou vendida. 

Os custos a serem considerados incluem matéria-prima, mão de obra direta, comissões sobre as vendas e embalagens, além de outros gastos diretamente ligados à produção e comercialização, como impostos.

Seguem alguns exemplos de custos e despesas comuns em diferentes tipos de negócios:

Indústria de Manufatura

  • Matéria-prima: O custo dos materiais diretamente utilizados na produção de um produto.
  • Mão de obra industrial: Os salários dos trabalhadores envolvidos diretamente na fabricação do produto.
  • Embalagens: Custos associados à embalagem dos produtos para venda.
  • Energia elétrica e água: Custos de energia e água usados durante o processo de produção.

Varejo

  • Custo dos Produtos Vendidos (CPV): O custo dos produtos que são vendidos aos clientes, comprados do fabricante ou fornecedor.
  • Comissões de Vendas: Pagamentos feitos aos vendedores com base nas vendas realizadas.
  • Custos de Frete: Custos associados ao transporte de produtos do fornecedor para o local de venda ou para o cliente.
  • Impostos sobre Vendas: Impostos incidentes sobre as transações de vendas, como o ICMS.

Serviços

  • Custos de Mão de Obra: Salários pagos aos prestadores de serviços.
  • Materiais: Materiais ou suprimentos utilizados diretamente na prestação do serviço.
  • Comissões de Vendas (se aplicável): Em serviços que envolvem vendas, como seguros ou serviços financeiros, as comissões podem ser uma despesa variável.

Restaurante

  • Ingredientes: Custos dos alimentos e ingredientes usados na preparação dos pratos.
  • Mão de Obra da Cozinha: Salários de chefs e ajudantes de cozinha diretamente envolvidos na preparação dos pratos.
  • Comissões para Garçons (se aplicável): Em alguns casos, os garçons podem receber comissões com base nas vendas ou no desempenho.

Como calcular a margem de contribuição total?

Para calcular a margem de contribuição, basta seguir esta fórmula: 

Margem de Contribuição = Receita Total - Custos 

  • Receita Total: Representa o valor total gerado pelas vendas de produtos ou serviços em um determinado período.
  • Custos: Incluem todos os gastos que variam de acordo com o volume de produção ou venda, como matéria-prima, mão de obra direta, comissões de vendas e embalagens.

O índice de margem de contribuição, que é uma porcentagem que mede a eficiência operacional da empresa, é calculado dividindo a margem de contribuição pela receita total e multiplicando o resultado por 100.

Como calcular a margem de contribuição unitária de um produto?

Para uma análise mais aprofundada, podemos calcular a margem de contribuição unitária. Essa medida revela a contribuição individual de cada produto ou serviço para a lucratividade da empresa. Veja a fórmula unitária: 

Margem de Contribuição Unitária = Preço de Venda - Custos unitários

  • Preço de venda: Valor pelo qual o produto ou serviço é vendido.
  • Custos unitários: Custos ​​relacionados à produção ou venda de uma unidade do produto ou serviço.

A margem de contribuição unitária pode resultar negativa, mesmo quando a margem total é positiva, o que indica a necessidade de avaliar a rentabilidade individual dos produtos.

Margem de contribuição e ponto de equilíbrio contábil

A margem de contribuição também está intimamente ligada ao ponto de equilíbrio, que representa o valor mínimo de vendas necessário para que a empresa cubra todos os seus custos e não gere lucro nem prejuízo. Fórmula do Ponto de Equilíbrio:

Ponto de Equilíbrio = Custos / Margem de Contribuição Unitária

Se, por exemplo, uma empresa tem custos de R$ 500.000 e uma margem de contribuição unitária de R$ 200. O ponto de equilíbrio contábil dessa empresa é de 2.500 unidades vendidas:

  • Ponto de equilíbrio contábil = 500.000 / 200 = 2.500

Ao atingir 2.500 vendas, ela não saiu no prejuízo, mas também não teve lucro.

Ao calcular o ponto de equilíbrio, a empresa define metas de vendas realistas e evita frustrações. Saber quanto precisa vender para cobrir seus custos é crucial para tomar decisões estratégicas de marketing, produção e investimento.

Erros comuns ao calcular a margem de contribuição

Embora o cálculo e a análise da margem de contribuição sejam vitais, é fácil cometer erros que podem afetar negativamente a lucratividade e a saúde financeira da sua empresa. Aqui estão alguns dos erros mais comuns e como evitá-los:

  • Inclusão de custos fixos no cálculo da margem de contribuição: 

Pode levar a uma interpretação incorreta do desempenho dos produtos ou serviços.

  • Má interpretação dos custos variáveis e fixos: 

Pode resultar em cálculos incorretos.

  • Falta de atualização periódica das informações: O uso de dados desatualizados pode comprometer a precisão dos cálculos.
  • Uso incorreto do índice de margem de contribuição: 

Pode resultar em decisões financeiras equivocadas.

  • Importância de compreender e aplicar corretamente a porcentagem: 

Fundamental para decisões financeiras acertadas.

A relação entre margem de contribuição e lucratividade

Agora, vamos aprofundar a relação entre margem de contribuição e geração de lucro, incluindo o lucro bruto. A margem de contribuição mostra quanto cada venda contribui para cobrir os custos e gerar lucro. Portanto, é fundamental para entender a lucratividade de cada produto ou serviço que sua empresa oferece.

Veja Lucro real e lucro presumido: qual é o melhor para o seu negócio?

Produtos com maior margem de contribuição indicam uma maior lucratividade e ajudam a empresa a alcançar suas metas financeiras. Além disso, a margem de contribuição permite determinar um preço de venda que cubra os custos variáveis e contribua para os custos fixos, garantindo lucratividade. Também é um indicativo da eficiência operacional da empresa, demonstrando sua capacidade de gerar lucro suficiente para cobrir os custos fixos e variáveis.

Lucratividade x Rentabilidade

A lucratividade e a rentabilidade são conceitos financeiros distintos, embora frequentemente confundidos. 

A lucratividade refere-se ao lucro gerado por uma empresa em relação a suas operações, representando a diferença entre as receitas e os custos. É uma medida que avalia a eficiência operacional, indicando se a empresa está conseguindo obter lucro em suas atividades. 

Já a rentabilidade é uma medida mais ampla, que relaciona o lucro com o investimento total feito no negócio. Ela demonstra o retorno proporcionado sobre o capital investido, considerando o lucro líquido como percentual do investimento inicial ou do patrimônio líquido. 

Assim, enquanto a lucratividade foca na eficiência das operações, a rentabilidade avalia o sucesso financeiro do negócio em relação ao capital investido.

Margem de contribuição em 5 perguntas

1. O que é margem de contribuição?

A margem de contribuição é a diferença entre o preço de venda e os custos variáveis de um produto ou serviço, dando uma visão clara de quanto cada venda contribui para cobrir os custos e gerar lucro. É um indicador importante para a gestão financeira das empresas.

2. Como calcular a margem de contribuição?

Para calcular a margem de contribuição, subtraia os custos e despesas variáveis das vendas. Essa é a fórmula básica para encontrar esse valor: Margem de Contribuição = Receita Total - Custos Variáveis

3. Qual é a diferença entre margem de contribuição unitária e total?

A principal diferença entre a margem de contribuição unitária e total é que a primeira é calculada para um único produto, enquanto a segunda considera todos os produtos em conjunto. É importante considerar esses dois conceitos ao analisar a rentabilidade de um negócio.

4. Como posso melhorar a margem de contribuição?

Para melhorar a margem de contribuição, é importante reduzir custos e despesas variáveis, ajustar os preços de venda e focar nos produtos mais rentáveis. Concentre-se nessas práticas para alcançar melhores resultados.

5. Que erros comuns devo evitar ao calcular a margem de contribuição?

Ao calcular a margem de contribuição, evite incluir custos fixos no cálculo, interpretar incorretamente os custos variáveis e fixos, ou usar dados desatualizados. É fundamental estar atento a esses pontos para obter um cálculo preciso e útil.

Finanças

Com a ascensão dos bancos digitais, a tradicional conta poupança vem sendo substituída por opções em bancos que prometem maior rentabilidade e praticidade, vinculadas ao CDI e com a flexibilidade de saques a qualquer momento sem precisar esperar o “aniversário” da conta, como acontece com a poupança.

Este artigo explora algumas das melhores contas digitais disponíveis, focando no percentual de rendimento em relação ao CDI e outros serviços adicionais.

Conta digital que mais rende: veja comparativo

Para avaliar qual conta digital rende mais, consideramos os seguintes critérios:

  1. Percentual do rendimento em relação ao CDI: contas que oferecem rendimentos de 100% do CDI ou mais são geralmente mais atraentes.
  2. Taxas de manutenção: além do rendimento, é importante considerar taxas de manutenção, juros e anuidades de cartão de crédito e débito, e outros custos.
  3. Serviços adicionais: algumas contas oferecem benefícios como seguros, programas de pontos e descontos em parceiros.

Confira as principais contas digitais com melhor rendimento atualmente:

Opção Rendimento Taxas Serviços Adicionais
Opção 1 Até 105% do CDI para depósitos a partir de R$ 1000 Sem taxa de manutenção; saque: R$ 9,90 Cartão de débito e crédito sem custo, Pix grátis, negociação de criptomoedas
Opção 2 Pode chegar a 100% do CDI Saque: R$ 7,50; 5 transferências grátis, depois R$ 1,99 cada; uso internacional: +5% Empréstimos via app, recargas, portabilidade de salário
Opção 3 100% do CDI, 'Cofrinhos' rendem 102% do CDI Sem manutenção; saque: R$ 6,50 Cartões sem anuidade, TEDs ilimitadas grátis, investimentos em CDBs
Opção 4 Não oferece Sem manutenção; saque: R$ 6,50 Cartão de débito, recebimento via Pix e maquininha, pagamentos e TEDs

Opção 1

  • Rendimento: até 105% do CDI para depósitos a partir de R$ 1000.
  • Taxas: ausência de taxa de manutenção; cada saque custa R$ 9,90.
  • Serviços adicionais: cartão de débito e crédito sem custo, transferências Pix gratuitas, e opções para negociar criptomoedas.

Opção 2

  • Rendimento: pode chegar a 100% do CDI.
  • Taxas: R$ 7,50 por saque e cinco transferências bancárias gratuitas mensais; após isso, R$ 1,99 por transferência. Uso internacional do cartão implica um acréscimo de 5% sobre a taxa de conversão cambial.
  • Serviços adicionais: empréstimos via aplicativo, recargas para serviços diversos e possibilidade de portabilidade de salário.

Opção 3

  • Rendimento: 100% do CDI, com “Cofrinhos” especiais rendendo 102% do CDI.
  • Taxas: não cobra por manutenção; saques têm um custo de R$ 6,50.
  • Serviços adicionais: cartões de débito e crédito sem anuidade, TEDs ilimitadas gratuitas, e investimentos em CDBs.

Opção 4

  • Rendimento: não oferece.
  • Taxas: isenta de tarifa de manutenção, com saques cobrados a R$ 6,50 cada.
  • Serviços adicionais: cartão de débito, recebimento via Pix e maquininha, além de facilitar pagamentos de contas e transferências via TED.

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Melhor conta digital para gerenciar suas finanças

Quando o assunto é administrar o dinheiro com eficiência, escolher a conta digital certa faz toda a diferença – para empreendedores e profissionais que buscam praticidade, economia e ferramentas inteligentes para potencializar seus negócios, a InfinitePay se destaca como a melhor opção.

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Veja também: 

O que é uma conta digital?

Contas digitais são versões modernizadas da conta-corrente tradicional, operadas por bancos e outras instituições financeiras por meio de plataformas digitais.

Estas contas geralmente oferecem serviços financeiros básicos como transferências, pagamentos, e investimentos, com a vantagem de taxas reduzidas e processos simplificados, aumentando a praticidade para os clientes.

É essencial entender os principais benefícios gerais que contas digitais geralmente oferecem:

1. Rendimento ligado ao CDI

As contas digitais frequentemente vinculam rendimentos automáticos à taxa do CDI (Certificado de Depósito Interbancário), uma referência no mercado financeiro que supera frequentemente os rendimentos da poupança tradicional.

Os investidores acumulam mais ganhos com investimentos atrelados ao CDI, pois ele reflete diretamente as variações da taxa Selic, a taxa básica de juros; e atualmente, diversas contas digitais oferecem rendimentos equivalentes a 100% do CDI.

2. Liquidez diária

Uma das grandes vantagens das contas digitais com alto rendimento é a liquidez diária.

Diferente de outras formas de investimento que exigem um prazo para resgate sem penalidades, estas contas permitem ao investidor retirar seu dinheiro a qualquer momento sem perder rentabilidade.

Isso oferece não apenas conveniência, mas também segurança, pois o capital e os juros podem ser resgatados imediatamente em caso de necessidade.

3. Segurança

Regulados pelo Banco Central do Brasil, um banco seguro deve garantir que todas as operações sejam seguras e que os fundos estejam protegidos pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC).

Isso proporciona tranquilidade aos usuários, sabendo que seus investimentos estão protegidos contra eventualidades.

4. Isenção de tarifas

Muitas contas digitais não cobram taxas de manutenção, TED/DOC, ou tarifas para serviços comuns, o que resulta em menos custos para o usuário.

5. Facilidade e conveniência

Todas as operações podem ser realizadas diretamente pelo aplicativo, eliminando a necessidade de ir até uma agência bancária.

Abertura de conta, transferências, pagamentos e depósitos são feitos de forma totalmente online.

6. Abertura de conta rápida e desburocratizada

O processo de abertura de uma conta digital costuma ser simples e rápido, geralmente necessitando apenas do envio de documentos pelo aplicativo, sem burocracias como a necessidade de comparecimento físico ou assinaturas.

7. Transferências gratuitas e ilimitadas

Muitas contas digitais oferecem transferências ilimitadas e gratuitas entre contas da mesma instituição e, em alguns casos, para contas de outros bancos (TED/DOC).

Além disso, com o Pix, é possível transferir rapidamente para qualquer banco sem custos.

8. Pagamentos via Pix

As contas digitais têm total integração com o sistema Pix, que possibilita transferências e pagamentos instantâneos, 24 horas por dia, todos os dias da semana.

9. Controle financeiro facilitado

Muitos aplicativos de contas digitais oferecem ferramentas de controle financeiro, como categorias de gastos, gráficos de consumo, notificações em tempo real e análise do histórico de transações, ajudando o usuário a organizar melhor suas finanças.

10. Cartão de crédito sem anuidade

Algumas contas digitais oferecem cartões de crédito sem anuidade, além de outros benefícios como cashback ou programas de pontos, o que representa uma economia significativa para os usuários.

11. Cashback e recompensas

Algumas contas digitais oferecem programas de cashback, onde parte do valor das compras feitas no cartão de crédito ou débito volta para o usuário, além de outras recompensas que aumentam os benefícios para quem utiliza a conta.

12. Investimentos integrados

Muitos bancos digitais disponibilizam acesso a plataformas de investimento dentro do próprio app, permitindo que o usuário aplique em produtos como CDBs, Tesouro Direto, fundos de investimento, entre outros, de maneira prática e rápida.

13. Serviços personalizados

Alguns bancos digitais oferecem serviços personalizados, como empréstimos com taxas mais competitivas para clientes, seguros, recargas de celular e até mesmo antecipação de recebíveis no caso de contas PJ.

14. Compatibilidade com carteiras digitais

Contas digitais costumam ter integração fácil com carteiras digitais como Google Pay, Apple Pay e Samsung Pay, o que facilita pagamentos por aproximação e compras online de forma segura.

Leia também:

Como escolher a conta digital que rende mais?

Para escolher a conta digital que mais rende, é essencial considerar alguns aspectos importantes:

  • Rendimento: verifique se o rendimento é diário (se você pode sacar o dinheiro a qualquer momento sem descontos) e também como as taxas de rendimento se comparam ao mercado.
  • Taxas e tarifas: algumas contas podem ter taxas de manutenção ou tarifas para determinadas operações. Essas taxas podem afetar o rendimento líquido. Verifique se a conta oferece isenção de tarifas e se há custos envolvidos na movimentação do saldo.
  • Garantia do FGC: verifique se os valores investidos na conta são garantidos pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC), que assegura até R$ 250 mil por instituição e por CPF. Essa garantia pode trazer mais segurança para o dinheiro aplicado.
  • Segurança: assegure-se de que a instituição é regulamentada e oferece garantias adequadas.
  • Imposto de renda: o rendimento das contas digitais pode estar sujeito a tributação, como o Imposto de Renda (IR) e o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para resgates realizados em menos de 30 dias. O imposto de renda é cobrado conforme a tabela regressiva de IR (quanto maior o prazo, menor a alíquota). É importante considerar a tributação ao calcular o rendimento líquido.
  • Serviços adicionais: avalie os serviços extras que podem aumentar a rentabilidade do seu dinheiro, como investimentos, cartões de crédito sem anuidade, cashback e parcerias exclusivas.

Ao avaliar todos esses fatores, fica claro que uma conta digital deve ir além do rendimento e oferecer um conjunto de vantagens que realmente façam a diferença no dia a dia. 

Nesse sentido, a InfinitePay se destaca como a melhor opção para quem busca mais controle financeiro, praticidade e benefícios reais, como cashback em compras, crédito para Pix e transações sem burocracia.

Seja para empreendedores que precisam de soluções inteligentes ou para quem deseja uma conta sem tarifas escondidas, a InfinitePay entrega tudo isso em uma plataforma moderna e eficiente. 

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Seu negócio

Se você está pensando em formalizar seu negócio e se tornar um Microempreendedor Individual, seja como vendedor autônomo MEI ou microempresário no geral, é importante entender as regras do MEI: o Microempreendedor Individual foi criado para formalizar profissionais autônomos. 

Para ser um MEI, é necessário que o faturamento anual do negócio não ultrapasse R$ 81.000,00 e que não seja sócio ou titular de outra empresa. 

Além disso, o MEI pode contratar até um empregado, pagando-lhe um salário mínimo ou o piso da categoria.

Neste artigo, vamos detalhar o passo a passo de como abrir sua conta MEI e começar a sua jornada empreendedora com o pé direito.

Teste seus conhecimentos sobre abrir conta MEI

Descubra no quiz abaixo se você realmente entende como abrir sua conta MEI e por que ela é essencial pro seu negócio.

Como abrir conta MEI?

Se você é Microempreendedor Individual (MEI) ou está se formalizando agora, abrir uma conta bancária exclusiva para o seu CNPJ é essencial. 

Além de organizar melhor as finanças, uma conta MEI transmite mais profissionalismo e facilita o controle de receitas, despesas e pagamentos.

Confira o passo a passo atualizado para abrir sua conta MEI com rapidez e segurança:

1. Tenha seu CNPJ MEI em mãos

O primeiro passo é já estar formalizado como MEI – isso significa ter um CNPJ ativo, que você pode gerar gratuitamente no Portal do Empreendedor.
➡️ Veja como abrir um MEI em poucos minutos.

2. Compare as opções de conta MEI

Hoje, diversas instituições oferecem contas PJ para MEI, mas com variações grandes em taxas, funcionalidades e burocracia. 

Ao escolher a melhor conta, considere:

  • Isenção de tarifas de manutenção
  • Pix ilimitado e gratuito
  • Emissão de boletos sem custo
  • Facilidade de abertura
  • Acesso ao crédito e gestão financeira digital

A Conta PJ da InfinitePay é 100% gratuita, com Pix ilimitado, cartões sem anuidade e abertura em menos de 5 minutos pelo celular, sem burocracia.

3. Separe os documentos exigidos

Para abrir a conta MEI, os documentos geralmente solicitados são:

  • CNPJ ativo (comprovante de situação cadastral);
  • Documento de identidade com foto (RG ou CNH);
  • Comprovante de residência recente;
  • Declaração de faturamento (quando aplicável).

Na InfinitePay, o processo é simplificado e você envia tudo pelo app.

4. Escolha a forma de abertura

Você pode abrir sua conta MEI online ou presencialmente, dependendo da instituição. 

A maioria dos bancos digitais – como a InfinitePay – permite abrir a conta direto pelo aplicativo, com validação rápida e 100% online.

5. Leia as condições com atenção

Antes de finalizar, revise as regras da conta: há limite de transferências por Pix? Há cobranças por emissão de boletos? Qual é a política de crédito?
Evite surpresas escolhendo uma conta sem tarifas ocultas e com serviços gratuitos de verdade – como a InfinitePay, que oferece Pix, boletos e cartão sem custo.

6. Use a conta para crescer

Com sua conta MEI ativa, aproveite as vantagens de uma gestão financeira organizada:

  • Separe finanças pessoais das empresariais;
  • Receba pagamentos com QR Code ou boleto;
  • Controle entradas e saídas em tempo real pelo app;
  • Solicite crédito direto na plataforma, sem burocracia.

Se você busca praticidade, economia e recursos completos para o seu negócio, a Conta PJ da InfinitePay é a melhor escolha para MEI – sem mensalidade, sem taxas escondidas e com tudo o que você precisa para vender mais e crescer.

Leia mais: 

Qual o melhor banco para abrir conta MEI?

Na hora de escolher onde abrir sua conta MEI, é fundamental analisar mais do que apenas a gratuidade do serviço. 

Você deve considerar também a agilidade na abertura, os recursos oferecidos para vender, cobrar e controlar o dinheiro do negócio – além, claro, da economia real que isso pode gerar mês a mês.

Para ajudar na escolha, veja abaixo a comparação entre a Conta PJ da InfinitePay, bancos digitais e bancos tradicionais:

Característica Conta MEI InfinitePay Bancos digitais Bancos tradicionais
Abertura de conta Online e sem burocracia Online com análise Presencial/Online
Taxa de manutenção Grátis Grátis Paga taxa
Recebimento na hora Disponível com as melhores taxas Depende do plano Não oferece
Múltiplos cartões Ilimitado e gratuito Pago Pago
Venda no Pix Ilimitada e sem taxa Cobra taxa Cobra taxa
Gestão de vendas Relatórios completos Poucos oferecem Serviço pago adicional
Gestão de cobrança Automatizada e gratuita Serviço pago adicional Não oferecem
Empréstimos Flexível e rápido Sob análise Comum, com análise

Por que a InfinitePay é a melhor opção para abrir sua conta MEI?

A Conta PJ da InfinitePay foi feita para simplificar a vida de quem empreende.

É 100% gratuita, com Pix ilimitado, cartões sem anuidade, relatórios de vendas, gestão de cobrança automática e acesso a crédito direto no app – tudo isso sem tarifas escondidas.

Você abre em menos de 5 minutos, pelo celular ou computador, com o seu CPF ou CNPJ MEI.

Confira as 7 melhores opções de conta digital MEI.

Quem tem MEI precisa ter conta jurídica?

Não, o MEI não é obrigado por lei a ter uma conta jurídica.
A legislação brasileira permite que o Microempreendedor Individual use uma conta de pessoa física para movimentar o dinheiro da empresa – no entanto, essa prática pode dificultar a gestão financeira e a separação entre o pessoal e o profissional.

Apesar de não ser exigência legal, abrir uma conta MEI é altamente recomendável, e aqui está o porquê:

  • Organização financeira: facilita o controle do fluxo de caixa e a gestão das finanças do negócio.
  • Separação de despesas: evita misturar gastos pessoais com empresariais, o que é essencial para manter a saúde financeira.
  • Credibilidade: ter uma conta no nome da empresa passa mais profissionalismo para clientes e parceiros.
  • Acesso a serviços exclusivos: muitos bancos oferecem vantagens específicas para CNPJs, como crédito com taxas mais baixas, emissão de boletos, gestão de cobrança e relatórios financeiros.

A Resolução nº 4.880/2020 do Banco Central estimula a abertura de contas de pagamento pré-pagas para pequenos empreendedores, como o MEI, como forma de ampliar o acesso a serviços financeiros – mas sem torná-la obrigatória.

Veja como escolher a melhor conta digital para empreendedores.

Qual a diferença entre conta MEI e conta PF?

A principal diferença entre abrir uma conta MEI (Microempreendedor Individual) e abrir uma conta PF (Pessoa Física) está na finalidade da conta, nas características específicas e nos serviços que ela oferece. 

Vamos explicar essas diferenças:

Finalidade da Conta MEI x Conta PF

  • Conta MEI: destinada exclusivamente ao uso empresarial, para a movimentação financeira do negócio. Auxilia na gestão das finanças da empresa, separando-as das finanças pessoais do empreendedor.
  • Conta PF: voltada para o uso pessoal, para a gestão das finanças individuais ou familiares. Não é destinada para uso comercial ou empresarial.

Características e benefícios da Conta MEI x Conta PF

  • Taxas e tarifas: a conta MEI geralmente oferece benefícios como isenção ou redução de taxas para determinadas operações bancárias, pensando nas necessidades de um pequeno empresário. Enquanto isso, a conta PF pode ter taxas mais variadas dependendo do tipo de conta e dos serviços utilizados.
  • Acesso a crédito: instituições financeiras costumam oferecer linhas de crédito com condições especiais para MEIs, considerando as necessidades de financiamento e capital de giro de pequenas empresas. Para contas PF, as condições de crédito são baseadas no perfil individual do cliente, sem foco em atividades empresariais.
  • Ferramentas de gestão: algumas contas MEI vêm com acesso a ferramentas de gestão financeira e contábil, facilitando o controle das finanças do negócio. Contas PF não incluem essas ferramentas específicas, mas podem oferecer recursos para gestão financeira pessoal.
  • Serviços adicionais: bancos podem oferecer serviços adicionais específicos para MEIs, como assessoria contábil, jurídica e emissão de boletos com condições especiais. Para contas PF, os serviços adicionais tendem a focar no indivíduo, como seguros pessoais, programas de pontos e benefícios em lazer e entretenimento.

Responsabilidades fiscais e contábeis

  • Conta MEI: requer uma gestão fiscal e contábil voltada para o negócio, pois o MEI além de precisar declarar imposto de Renda como Pessoa Física, também precisa declarar o DASN-SIMEI.
  • Conta PF: as responsabilidades estão relacionadas à declaração de imposto de renda pessoal, gestão de patrimônio e investimentos pessoais, sem necessidade de atender a obrigações empresariais.

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Benefícios de abrir uma conta MEI

Abrir uma conta bancária exclusiva para o seu CNPJ é um passo estratégico para quem quer crescer de forma organizada, profissional e segura.
Para o Microempreendedor Individual (MEI), essa decisão oferece uma série de vantagens que vão muito além da simples gestão financeira.

Veja todos os principais benefícios de abrir uma conta MEI:

beneícios de abrir conta mei

1. Separação entre finanças pessoais e empresariais

Com uma conta específica para o seu negócio, você organiza melhor suas finanças, evita misturar despesas pessoais com as do empreendimento e facilita a gestão do fluxo de caixa.

2. Mais credibilidade e profissionalismo

Contar com uma conta bancária no nome da empresa transmite seriedade para clientes, fornecedores e parceiros comerciais.

Isso é fundamental para fechar contratos, emitir notas fiscais e participar de processos seletivos de fornecedores.

3. Facilidade para receber pagamentos

Uma conta MEI possibilita receber por meio de Pix, boletos bancários, transferências e cartões de crédito ou débito – atendendo diferentes perfis de clientes.
Com a Conta PJ da InfinitePay, além de Pix e boletos gratuitos, você cria links de pagamento e gera QR Codes para vender presencialmente ou online, sem pagar tarifas extras.

4. Acesso a crédito e financiamentos

Com uma conta MEI ativa, é possível obter empréstimos e financiamentos específicos para microempreendedores, muitas vezes com taxas de juros mais baixas e prazos mais flexíveis.
Na InfinitePay, você solicita crédito de forma rápida pelo app e paga de maneira prática, utilizando parte das suas vendas.

5. Controle financeiro simplificado

Muitos bancos oferecem aplicativos e plataformas digitais para acompanhar seu saldo, entradas e saídas em tempo real.
Com a InfinitePay, você tem acesso a relatórios de vendas, gestão automática de cobranças e visualização simplificada do fluxo de caixa direto pelo app.

6. Redução de custos operacionais

Optar por uma conta sem taxas de manutenção, como a da InfinitePay, gera economia no dia a dia – você pode usar Pix, boletos e cartões sem se preocupar com tarifas mensais ou custos escondidos.

7. Facilidade para emissão de boletos

Emitir boletos de cobrança diretamente pelo app facilita o recebimento de clientes que preferem essa forma de pagamento.
A Conta PJ da InfinitePay oferece emissão ilimitada de boletos gratuitos, com gestão automática de cobranças por WhatsApp ou e-mail.

8. Agilidade na abertura e gestão da conta

Hoje, é possível abrir uma conta MEI 100% online, sem necessidade de comparecer a agências ou enfrentar filas.
Na InfinitePay, a abertura é feita em menos de 5 minutos, direto do celular ou computador, com poucos documentos.

Você também pode se interessar:

Abra sua conta MEI gratuita na InfinitePay

Ao considerar abrir conta MEI, é importante saber que alguns bancos podem, de fato, cobrar taxas ou exigir a manutenção de um saldo mínimo para a abertura e manutenção de contas destinadas a microempreendedores individuais. 

Essas taxas variam de acordo com a instituição financeira e podem incluir custos de abertura, mensalidades, tarifas por transações, entre outros.

A InfinitePay oferece a abertura de conta gratuita para MEIs com um processo simplificado. Além da isenção de taxas para abertura de conta, a InfinitePay oferece serviços gratuitos para o MEI, como:

  • Maquininha no celular: opção moderna e prática para receber pagamentos presencialmente.
  • Pix e boleto gratuitos: faça e receba Pix sem custos, além de emitir boletos gratuitamente, facilitando o recebimento de pagamentos.
  • Recebimento acelerado: opção de receber o dinheiro das vendas de forma instantânea ou em até 1 dia útil.
  • Gestão de vendas e cobrança: acesse relatórios detalhados para uma gestão eficiente e automatize as notificações de cobrança para reduzir a inadimplência.
  • Múltiplos cartões virtuais: flexibilidade e segurança nas transações com a oferta de cartões digitais.

Baixe o app da InfinitePay e abra sua conta MEI gratuitamente.

Pagamentos

Confira neste artigo tudo o que você precisa saber sobre o sinal de pagamento. Entenda seu conceito, as vantagens em cobrá-lo e como tomar decisões conscientes e seguras em suas compras e vendas.

O que é sinal de pagamento?

O sinal de pagamento é uma quantia em dinheiro que o comprador entrega ao vendedor como garantia de que irá concluir a compra de um bem ou serviço. É uma espécie de "pré-pagamento" que demonstra o compromisso do comprador com a negociação.

O sinal tem como objetivo principal proteger ambas as partes:

Para o vendedor 

Garante que ele não perderá tempo e recursos com um cliente que não tem real interesse em comprar o produto ou serviço.

Para o comprador 

Assegura que ele terá o produto ou serviço reservado para ele, evitando que seja vendido para outro cliente.

Dessa forma, o sinal de pagamento se prova uma boa opção especialmente para serviços e para produtos que demandem diversas fases de entrega. Isso porque o sinal força um comprometimento financeiro, reduzindo as chances de desistência no meio do caminho por ambas as partes.

Saiba como gerar link de pagamento para receber sinal.

Como funciona o sinal de pagamento?

A cobrança do sinal se dá através de algumas etapas. Abaixo, listamos o passo a passo de como se dá a cobrança do sinal:

1. Precificação:

O valor do sinal é livremente negociado entre as partes, mas geralmente não ultrapassa 30% do valor total da compra. É importante que o valor seja justo para ambas as partes, levando em consideração o valor do bem ou serviço, o tempo de entrega e os riscos da negociação.

2. Formalização:

É importante que o pagamento do sinal seja formalizado por meio de um contrato escrito, que deve conter:

Dados das partes: nome completo, endereço e telefone.

Descrição do bem ou serviço: características e quantidade.

Valor total da compra: valor do sinal e valor restante a ser pago.

Data de entrega do bem ou serviço: prazo para a finalização da compra.

Forma de pagamento do sinal: dinheiro, cheque, cartão de crédito ou débito, transferência bancária etc.

3. Pagamento do sinal:

O sinal pode ser pago à vista ou parcelado, de acordo com a negociação entre as partes. É importante que o comprador guarde o comprovante de pagamento para sua segurança.

4. Entrega do bem ou serviço:

O vendedor deve entregar o bem ou serviço na data acordada e nas condições descritas no contrato. Caso não cumpra com sua parte, ele poderá ser obrigado a devolver o valor do sinal em dobro.

Os passos seguintes não são parte formal do processo, mas podem ocorrer, então seguem listados para serem mapeados.

5. Devolução do sinal:

Em alguns casos, o sinal pode ser devolvido ao comprador, mesmo que ele desista da compra. Isso pode acontecer se:

  • O vendedor não entregar o bem ou serviço na data acordada.
  • O bem ou serviço não estiver em conformidade com o descrito no contrato.
  • O comprador tem um motivo de força maior para desistir da compra, como doença grave ou perda de emprego.

6. Rescisão do contrato:

Se o contrato for rescindido por qualquer motivo, o valor do sinal deve ser devolvido ao comprador, acrescido de juros legais.

Veja algumas dicas para evitar problemas:

  • Sempre faça um contrato escrito.
  • Guarde o comprovante de pagamento do sinal.
  • Exija a nota fiscal ou recibo da compra.
  • Em caso de dúvidas, consulte um advogado.

Conheça o link de pagamento seguro para cobrar o sinal.

Quais as vantagens de cobrar sinal de pagamento?

Existem alguns benefícios consideráveis na cobrança de sinal. Abaixo, listamos os principais:

Segurança e planejamento para o seu negócio

Cobrar sinal de pagamento não é apenas uma forma de garantir compromisso do cliente, mas também uma ferramenta estratégica para o sucesso do seu negócio. Ao implementar essa prática, você desfruta de diversos benefícios que contribuem para a segurança, organização e rentabilidade do seu trabalho.

Além disso, é possível melhorar seu fluxo de caixa recebendo o sinal na hora. Há formas de pagamento atualmente que permitem essa agilidade.

Proteja-se contra "no-shows" e inadimplência

O sinal funciona como uma garantia contra clientes que não comparecem ao compromisso ou que não honram seus pagamentos. Essa proteção é especialmente importante para profissionais autônomos e empresas com agendamentos, como tatuadores, cabeleireiros, profissionais da saúde e consultores, que podem sofrer perdas significativas com cancelamentos de última hora. Ao cobrar um valor inicial, você se resguarda contra o impacto negativo de "no-shows" e inadimplência, assegurando a previsibilidade e segurança do seu fluxo de caixa.

Garanta organização e otimização do tempo

O sinal permite que você organize sua agenda de forma mais eficiente, evitando o agendamento excessivo e garantindo que todos os clientes sejam atendidos com a atenção e qualidade que merecem. Ao ter uma visão clara dos compromissos confirmados, você otimiza seu tempo, reduz o estresse e aumenta a produtividade do seu negócio.

Valorize seu tempo e expertise

Cobrar sinal demonstra profissionalismo e valoriza o seu tempo e expertise. Ao comunicar o valor do seu trabalho desde o início, você estabelece uma relação transparente com o cliente e transmite a importância do compromisso firmado. Essa postura contribui para a percepção de valor do seu serviço, fidelizando clientes e atraindo novos negócios.

Benefícios específicos para áreas como saúde e estética

Para profissionais da saúde e estética, o sinal de pagamento oferece vantagens adicionais. Na área da saúde, por exemplo, o sinal ajuda a reduzir custos com materiais descartáveis e outros insumos utilizados em cada consulta, além de contribuir para a diminuição da inadimplência. Já na área da estética, o sinal pode ser utilizado para garantir a reserva do horário e para cobrir os custos com produtos que serão utilizados no serviço.

É legal pedir pagamento de sinal?

Sim, é legal pedir pagamento de sinal. A prática é amparada pelo Código Civil Brasileiro, entre os  artigos 417- 420, que define o sinal como "a quantia dada como princípio do pagamento e que se perde em caso de arrependimento do comprador".

Alguns procedimentos comuns no mercado na cobrança de sinal:

  • O valor do sinal não pode ser superior a 30% do valor total da compra. Você pode parcelar a cobrança com link de pagamento, sendo um meio eficaz para cobrar sinal.
  • O sinal deve ser devolvido ao cliente em dobro caso o vendedor não cumpra com sua parte no contrato.
  • O cliente pode desistir da compra e ter o sinal devolvido se houver motivo de força maior, como doença grave ou perda de emprego.

Quando pedir um sinal de pagamento

Há tipos de negócios em que a cobrança de sinal é comum e esperada. Abaixo, listamos os principais usos práticos do sinal de pagamento:

Tatuador

O sinal garante a compra dos materiais específicos para a tatuagem, como tinta, agulhas e outros insumos, assegurando a qualidade do serviço e evitando custos desnecessários.

Cabelereiro

O sinal garante a reserva do horário e cobre os custos com produtos como tintas, descolorantes e outros produtos específicos para o serviço contratado, otimizando o tempo e os recursos do profissional.

Profissional de saúde

O sinal ajuda a reduzir custos com materiais descartáveis, medicamentos e outros insumos utilizados na consulta, além de contribuir para a diminuição da inadimplência, garantindo a sustentabilidade do negócio.

Reserva de restaurante

O sinal de pagamento em reservas de restaurante garante que o cliente esteja realmente comprometido com a reserva, evitando mesas vazias e prejuízos para o estabelecimento. Essa prática é especialmente importante em datas comemorativas ou horários de pico, quando a demanda por mesas é alta.

Serviços (marcenaria, obra) e produtos (carros, imóveis) de alto valor

Em serviços e produtos de alto valor, o sinal de pagamento funciona como um compromisso do cliente e uma garantia para o profissional ou empresa. Essa prática é essencial para proteger ambas as partes em transações que envolvem valores consideráveis e prazos de entrega longos.

Exemplos:

  • Marcenaria: O sinal pode ser utilizado para comprar materiais específicos para o projeto, como madeira, ferramentas e outros insumos.
  • Obra: O sinal pode ser utilizado para cobrir custos iniciais com mão de obra, equipamentos e outros serviços necessários para o início da obra.
  • Carros: O sinal pode ser utilizado para reservar o carro e garantir o preço negociado, evitando que o veículo seja vendido para outro cliente.
  • Imóveis: O sinal pode ser utilizado para reservar o imóvel e garantir a compra, evitando que o imóvel seja vendido para outro cliente.

Meios de pagamento para receber sinal

A escolha do meio de pagamento para receber o sinal deve levar em consideração a segurança, a praticidade e as preferências do cliente.

Confira as principais opções:

  • Dinheiro: tradicional e rápido, mas menos seguro.
  • Cartão de crédito ou débito: seguro, rápido e prático, mas as taxas cobradas pelas operadoras podem ser altas. Você pode cobrar sinal à distância no cartão com link de pagamento.
  • Pix: instantâneo, seguro e gratuito, mas o cliente precisa ter um aplicativo de banco compatível com o Pix.

Cuidados ao receber um sinal de pagamento

O sinal de pagamento é uma cobrança, e portanto tem trâmites que podem ser delicados. Siga o processo abaixo para aumentar as garantias de ser bem sucedido em seu recebimento:

Formalize o contrato

Elabore um contrato escrito que descreva o objeto da transação, o valor do sinal, a data de entrega do bem ou serviço, as condições de devolução do sinal e as demais cláusulas relevantes.

Obtenha a assinatura do cliente em duas vias do contrato, para que ambas as partes tenham um registro do acordo.

Comunique-se de forma clara

Informe o cliente sobre o valor do sinal, a forma de pagamento e o prazo para pagamento. Explique as condições de devolução do sinal, incluindo os casos em que o cliente poderá ter o valor restituído. Responda a todas as dúvidas do cliente e certifique-se de que ele esteja ciente de seus direitos e obrigações.

Utilize meios de pagamento seguros

Opte por meios de pagamento que ofereçam segurança para ambas as partes, como cartão de crédito, transferência bancária ou Pix.

Evite receber o sinal em dinheiro, pois há risco de perda ou roubo.

Documente o recebimento do sinal

Guarde o comprovante de pagamento do sinal, como recibo, extrato bancário ou transação do Pix. Anote a data e o valor do pagamento, bem como o nome e os dados de contato do cliente.

Modelo de recibo de sinal de pagamento 

Pelo presente instrumento particular, as partes abaixo qualificadas:

VENDEDOR:

Nome: [Nome completo do vendedor]

Endereço: [Endereço completo do vendedor]

CPF: [Número do CPF do vendedor]

RG: [Número do RG do vendedor]

COMPRADOR:

Nome: [Nome completo do comprador]

Endereço: [Endereço completo do comprador]

CPF: [Número do CPF do comprador]

RG: [Número do RG do comprador]

Declaram que:

O VENDEDOR vende e o COMPRADOR compra, pelo presente instrumento, o seguinte bem/serviço: [Descrição completa do bem/serviço].

O valor total da transação é de R$ [Valor total da transação].

O COMPRADOR pagou ao VENDEDOR, a título de sinal de pagamento, a quantia de R$ [Valor do sinal], equivalente a [Percentual do sinal]% do valor total da transação.

O sinal foi pago através de [Forma de pagamento do sinal] (cheque, cartão de crédito, transferência bancária, Pix).

Cláusulas:

O saldo remanescente de R$ [Valor do saldo remanescente] deverá ser pago pelo COMPRADOR ao VENDEDOR na data de [Data de pagamento do saldo].

Em caso de arrependimento do COMPRADOR, o sinal não será devolvido.

Em caso de arrependimento do VENDEDOR, o sinal será devolvido ao COMPRADOR em dobro.

O bem/serviço será entregue ao COMPRADOR na data de [Data de entrega do bem/serviço].

As partes elegem o foro da Comarca de [Cidade] para dirimir qualquer litígio que possa surgir em decorrência do presente instrumento.

Local e data:

[Cidade], [Data]

Assinaturas:

VENDEDOR:

COMPRADOR:

Testemunhas:

Que ferramenta eu uso para receber sinal de pagamento? 

A escolha da ferramenta ideal para receber sinal de pagamento depende de suas necessidades específicas e do tipo de negócio que você administra.

A InfinitePay oferece a opção de cobrar por link de pagamento, em que você pode:

Receber o dinheiro na hora ou em 1 dia útil 

Diferentemente de outras plataformas, que podem levar até 30 dias para liberar o saldo, a InfinitePay te dá acesso ao seu dinheiro instantaneamente ou em apenas 1 dia útil.

Parcelar em até 12x

Ofereça mais flexibilidade aos seus clientes, permitindo que eles parcelem o sinal em até 12 vezes sem juros.

Cobrar taxas menores 

A InfinitePay oferece taxas mais competitivas que outras plataformas, ajudando seu fluxo de caixa.

Gerenciar seus pagamentos em um só lugar 

A plataforma InfinitePay te permite gerenciar todos os seus pagamentos em um só lugar, de forma fácil e segura. Com a InfinitePay, você pode ter certeza de que receberá seu sinal de pagamento de forma rápida, segura e eficiente.

Pagamentos

O boleto bancário é uma das formas de pagamento mais tradicionais e acessíveis do Brasil — mesmo com o avanço do Pix, ele ainda movimenta bilhões em transações todos os anos.

Só em 2022, foram realizadas mais de 4 bilhões de transações por boleto bancário no país, segundo a FEBRABAN

Neste artigo, você vai entender o que é boleto bancário, como ele funciona na prática, quais são os tipos existentes, como emitir um boleto e por que ainda vale a pena oferecer essa forma de pagamento — especialmente se você quer alcançar o público que não utiliza cartão de crédito ou serviços bancários digitais.

Como emitir um boleto bancário?

Hoje, qualquer pessoa — física ou jurídica — pode gerar boletos de cobrança, seja via banco ou por plataformas especializadas. Geralmente, o processo envolve preencher os dados do pagador, o valor da cobrança e a data de vencimento em uma plataforma de emissão para gerar o documento.

O que é boleto bancário?

O boleto bancário é um título de cobrança criado em 1993 pelo Banco Central que permite o pagamento de produtos e serviços sem a necessidade de cartão de crédito, débito ou conta bancária.

Pode ser emitido por instituições financeiras, empresas ou até mesmo por pessoas físicas, e contém informações como valor da cobrança, data de vencimento, dados do beneficiário e pagador.

O pagamento pode ser feito presencialmente (em bancos, lotéricas ou estabelecimentos autorizados) ou online, por aplicativos bancários e carteiras digitais.

Essa modalidade continua sendo amplamente utilizada em vendas online, cobranças recorrentes e pagamentos avulsos, justamente por sua acessibilidade, segurança e ampla aceitação.

Leia mais: 

Qual o formato de um boleto bancário?

Os elementos essenciais de um boleto bancário são pré-definidos pela Febraban. Confira os principais obrigatórios:

  • Sacado – quem realiza o pagamento. Deve conter nome completo, endereço e CPF ou CNPJ
  • Cedente – quem emite a cobrança, também identificado por nome, endereço e CPF ou CNPJ
  • Agência e código do cedente – números que identificam o emissor junto à instituição financeira
  • Instituição financeira – banco ou empresa responsável por emitir e processar o boleto
  • Valor da cobrança – total a ser pago em reais, podendo incluir juros ou multas em caso de atraso
  • Data de vencimento – prazo final para quitação do boleto
  • Multas e juros – valores adicionais aplicáveis em caso de atraso
  • Nosso número – identificador único do boleto gerado pela instituição emissora
  • Linha digitável – código numérico que permite o pagamento manual do boleto
  • Código de barras – representação gráfica da linha digitável, usada para leitura óptica

Qual a diferença de boleto sem registro e boleto registrado?

Antigamente, era possível emitir um boleto sem registro, que não exigia o envio prévio das informações da cobrança ao banco emissor — como os dados do pagador, valor e vencimento. Isso tornava o processo mais flexível, mas também mais vulnerável a fraudes e falhas de controle.

Com a implementação da Nova Plataforma de Cobrança pela FEBRABAN, esse modelo foi descontinuado. Desde então, todos os boletos devem ser registrados, ou seja, precisam conter:

  • Nome, CPF ou CNPJ e endereço do pagador
  • Dados do emissor
  • Valor da cobrança e data de vencimento

Além de mais seguro, o boleto registrado também facilita a gestão de cobranças, permitindo reemissões automáticas, rastreamento e até o envio de lembretes. 

Hoje, ele é o único tipo de boleto autorizado para emissão, independentemente do valor.

Diferença entre boleto registrado e boleto sem registro

Como funciona um boleto bancário?

De maneira geral, o processo consiste em:

  • Emissão – o cedente gera o boleto por um sistema bancário ou plataforma de pagamentos.
  • Envio ao cliente – o título pode ser enviado por e-mail, WhatsApp ou link direto.
  • Pagamento – o cliente pode pagar presencialmente (lotéricas, bancos, supermercados) ou digitalmente (apps e internet banking).
  • Compensação – após o pagamento, o valor é repassado para o cedente em até 3 dias úteis.

Existem dois modelos de cobrança:

  • Boleto à vista: pagamento único, geralmente com vencimento próximo. Após o prazo, o sistema pode impedir o pagamento ou exigir reemissão.
  • Boleto recorrente ou parcelado: ideal para mensalidades e assinaturas. Pode permitir pagamento após o vencimento, com aplicação de multas ou juros.

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Quais as vantagens do boleto bancário?

A versatilidade do boleto bancário, assim como sua segurança e acessibilidade o tornam uma excelente alternativa para diversas situações. 

Abaixo, destacamos as principais vantagens para cada tipo de público:

Pessoas Físicas (CPF)

  • Acessibilidade – não exige conta bancária ou cartão de crédito, podendo ser pago em bancos, lotéricas ou apps.
  • Controle financeiro – permite organizar pagamentos sem comprometer limite de crédito, ideal para compras à vista.
  • Segurança – reduz o risco de fraudes, já que não há compartilhamento de dados sensíveis.
  • Facilidade de emissão – pode ser recebido por e-mail, WhatsApp ou SMS, com pagamento online ou presencial.

Pessoas Jurídicas (CNPJ)

  1. Baixo custo – tarifas mais acessíveis do que cartões, ideal para quem tem alto volume de transações.
  2. Gestão otimizada – permite rastrear inadimplência, emitir segundas vias e integrar ao sistema de cobrança.
  3. Alcance ampliado – aceita pagamentos de clientes desbancarizados ou sem cartão.
  4. Automação e integração – pode ser emitido em lote, integrado ao ERP e enviado de forma automática.
  5. Comprovação jurídica – tem valor legal, funcionando como recibo oficial da operação

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Simplifique suas cobranças com a InfinitePay

Agora que você já conhece todas as vantagens do boleto bancário, é hora de simplificar sua gestão de cobranças com a InfinitePay:

  • Adicione Pix e cartão de crédito em até 12x
  • Receba via Pix na hora ou em até 1 dia útil com cartão
  • Automatize cobranças e configure multas e juros em poucos cliques
  • Acompanhe status de pagamento em tempo real

 Com a InfinitePay, você tem uma plataforma completa para cobrar, receber e vender mais — sem burocracia e com custo zero.

Conheça a Gestão de Cobrança da InfinitePay

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