glossário do empreendedor

Aprenda termos chave de empreendedorismo. Expanda seu vocabulário de negócios e aprimore suas habilidades hoje.

Finanças

Entender o que é DAS MEI é o primeiro passo para manter seu CNPJ regular: trata-se da guia mensal que reúne INSS, ISS e ICMS em um único boleto, com valores entre R$ 82,05 e R$ 87,05 em 2026. O Brasil já soma 15,7 milhões de microempreendedores individuais ativos, e todos precisam pagar essa contribuição todo mês.

Neste guia, você confere os valores atualizados, aprende a emitir e pagar a guia passo a passo, e entende o que acontece se deixar o DAS em atraso.

O que é o DAS MEI e para que serve

O DAS MEI é o Documento de Arrecadação do Simples Nacional, a guia mensal que reúne todos os impostos do microempreendedor individual em um único boleto.

A sigla significa Documento de Arrecadação do Simples Nacional. Na prática, é a forma que a Receita Federal criou para simplificar a vida tributária de quem empreende como MEI.

Em vez de lidar com guias separadas para cada tributo, você paga um valor fixo por mês e mantém seu CNPJ regular.

Esse modelo de cobrança unificada foi criado pela Lei Complementar 128/2008, que instituiu a figura do MEI dentro do Simples Nacional. O objetivo é que o microempreendedor pague seus tributos de forma simples, sem precisar de contador para essa obrigação.

Quais impostos estão incluídos no DAS MEI

O DAS MEI embute até três tributos, dependendo da sua atividade. O valor do INSS corresponde a 5% do salário mínimo vigente, enquanto ISS e ICMS são valores fixos.

ImpostoQuem pagaValor em 2026
INSS (previdência social)Todo MEIR$ 81,05 (5% de R$ 1.621)
ICMS (circulação de mercadorias)Comércio e indústriaR$ 1,00
ISS (serviços)Prestadores de serviçoR$ 5,00

Se você atua em comércio e serviços ao mesmo tempo, paga os três tributos.

O valor do INSS é o componente principal e corresponde a 5% do salário mínimo vigente. Em 2026, com o salário mínimo de R$ 1.621, a contribuição previdenciária é de R$ 81,05. Esse valor garante acesso a benefícios como aposentadoria por idade, auxílio-doença e salário-maternidade.

ISS e ICMS, por sua vez, são valores fixos independentes do salário mínimo. Eles não mudam de ano para ano.

Diferença entre DAS mensal e DASN-SIMEI

DAS e DASN-SIMEI são obrigações diferentes, e uma não substitui a outra. A confusão entre elas é comum, mas entender a distinção evita problemas com a Receita Federal.

DASDASN-SIMEI
O que éGuia de pagamento mensal de impostosDeclaração anual de faturamento
FrequênciaMensal (12 vezes ao ano)Anual (1 vez, até 31 de maio)
O que você informaNada, o valor já é fixoFaturamento bruto do ano anterior
Consequência de não fazerMulta, juros e perda de benefíciosMulta e impedimento para emitir DAS

O DAS mantém seu CNPJ ativo no dia a dia. A DASN-SIMEI garante regularidade perante a Receita Federal no longo prazo.

Muitos empreendedores descobrem a DASN-SIMEI apenas quando tentam emitir o DAS e encontram o impedimento. O prazo para a declaração anual é sempre 31 de maio, referente ao faturamento do ano anterior.

Se você não fez a DASN-SIMEI, o primeiro passo é regularizar a declaração. Só depois será possível voltar a emitir as guias DAS normalmente.

Quem precisa pagar o DAS MEI

Todo microempreendedor individual com CNPJ ativo precisa pagar o DAS, mesmo sem faturamento no mês. A obrigação existe enquanto o CNPJ estiver aberto, independentemente de ter ou não receita.

A única exceção é quando o MEI faz a baixa oficial do CNPJ. A partir dessa data, o pagamento deixa de ser exigido.

Essa regra vale inclusive para MEIs que abriram o CNPJ e nunca realizaram nenhuma venda. Enquanto não fizer a baixa, as guias continuam sendo geradas mensalmente.

Se você ficou meses sem pagar, as guias acumulam com multa e juros, e o CNPJ pode ser cancelado após dois anos de inadimplência. Por isso, se não pretende mais atuar como MEI, a melhor decisão é dar baixa no CNPJ pelo portal Gov.br.

Quanto custa o DAS MEI em 2026

O valor do DAS MEI em 2026 varia de R$ 82,05 a R$ 87,05 por mês, dependendo da sua atividade. O cálculo é simples: 5% do salário mínimo (R$ 1.621) para o INSS, mais R$ 1 de ICMS e/ou R$ 5 de ISS.

Valor do DAS MEI por tipo de atividade

O PGMEI já está ajustado para gerar as guias de 2026 com base no Decreto n.º 12.797/2025, que fixou o salário mínimo em R$ 1.621.

AtividadeINSS (5%)Tributo adicionalTotal mensal
Comércio e indústriaR$ 81,05R$ 1,00 (ICMS)R$ 82,05
Prestação de serviçosR$ 81,05R$ 5,00 (ISS)R$ 86,05
Comércio + serviçosR$ 81,05R$ 1,00 (ICMS) + R$ 5,00 (ISS)R$ 87,05

Esses valores valem para todos os meses de 2026 e são reajustados anualmente conforme o salário mínimo.

Para comparação, em 2025 o salário mínimo era de R$ 1.518 e o DAS variava entre R$ 76,90 e R$ 81,90. O aumento de 2026 reflete o reajuste de 6,79% no salário mínimo.

Esse reajuste acontece automaticamente no início de cada ano. Você não precisa fazer nada: o PGMEI já gera as guias com o valor atualizado a partir de janeiro.

Valor do DAS MEI caminhoneiro

O MEI caminhoneiro contribui com 12% do salário mínimo para o INSS, o que resulta em valores entre R$ 195,52 e R$ 200,52 por mês.

Atividade de transporteINSS (12%)Tributo adicionalTotal mensal
Intermunicipal e interestadual de cargasR$ 194,52R$ 1,00 (ICMS)R$ 195,52
Municipal de cargasR$ 194,52R$ 5,00 (ISS)R$ 199,52
Produtos perigososR$ 194,52R$ 1,00 (ICMS) + R$ 5,00 (ISS)R$ 200,52

A alíquota maior (12% contra 5%) garante ao caminhoneiro uma aposentadoria proporcional mais vantajosa dentro do regime do INSS.

Quando vence o DAS MEI e como não esquecer

O DAS MEI vence todo dia 20 de cada mês, referente ao mês anterior. Se o dia 20 cair em fim de semana ou feriado, o vencimento passa para o próximo dia útil.

Você pode gerar todas as 12 guias do ano de uma vez no portal PGMEI da Receita Federal, facilitando a organização.

Três formas de não esquecer o pagamento:

Como emitir e pagar o DAS MEI

Para manter seu CNPJ regular, você precisa emitir a guia e realizar o pagamento todo mês. O processo pode ser feito pelo portal do governo ou por aplicativos financeiros.

Como emitir a guia pelo PGMEI (passo a passo)

O PGMEI (Programa Gerador de DAS do Microempreendedor Individual) é o sistema oficial da Receita Federal para emissão das guias.

  1. Acesse o site do PGMEI e digite seu CNPJ (sem pontos ou traços)
  2. Selecione o ano-calendário desejado (2026)
  3. Clique em “Emitir Guia de Pagamento (DAS)”
  4. Marque os meses que deseja pagar (você pode selecionar todos de uma vez)
  5. Confira o valor e clique em “Emitir DAS”
  6. O sistema gera um PDF com o boleto, o código de barras e a opção de Pix via QR Code

Se alguma guia estiver em atraso, o PGMEI calcula automaticamente os encargos e gera a guia atualizada.

Você também pode emitir o DAS pelo aplicativo MEI, disponível para Android e iOS. O fluxo é o mesmo: informe o CNPJ, selecione os meses e gere o boleto.

Uma dica: no início do ano, emita todas as 12 guias de uma vez. Assim você organiza o pagamento antecipadamente e reduz o risco de esquecer algum mês.

Como pagar o DAS MEI por boleto, débito automático e Pix

Depois de emitir a guia, você tem três formas de pagamento, conforme orientação do portal Gov.br:

  • Boleto bancário: pague em qualquer banco, lotérica ou internet banking usando o código de barras
  • Débito automático: cadastre no portal do Simples Nacional e o valor é debitado da sua conta todo mês, sem precisar emitir guia
  • Pix: escaneie o QR Code gerado na guia DAS e pague direto pelo app do seu banco

O débito automático é a opção mais prática para quem quer evitar esquecimentos. O cadastro é feito uma vez e vale para o ano inteiro.

Para pagamento via Pix, o QR Code é gerado automaticamente na guia DAS emitida pelo PGMEI. Basta abrir o app do seu banco, escanear o código e confirmar. O pagamento é processado em segundos e o comprovante fica registrado.

Como pagar DAS MEI pelo app InfinitePay

Se você usa a InfinitePay, pode consultar e pagar suas guias DAS direto pelo app, sem precisar acessar o portal do governo.

O fluxo funciona assim:

  1. Abra o app InfinitePay
  2. Acesse a seção DAS MEI
  3. O app consulta automaticamente suas guias pendentes
  4. Visualize os detalhes e o PDF de cada guia
  5. Pague diretamente pelo app

A vantagem é centralizar pagamentos e gestão do seu negócio em um lugar só. Você consulta, confere o valor e paga sem alternar entre sites do governo e o app do banco.

O que acontece se não pagar o DAS MEI

A inadimplência gera multa, juros e pode resultar na perda de benefícios do INSS e até no cancelamento do CNPJ. As consequências se agravam com o tempo.

Multas, juros e perda de benefícios previdenciários

A Receita Federal aplica multa de 0,33% por dia de atraso, limitada a 20% do valor da guia. Sobre esse montante incidem juros mensais baseados na taxa Selic.

A progressão das consequências funciona assim:

  • 1 a 30 dias de atraso: multa diária de 0,33% + juros Selic. Você ainda consegue emitir a segunda via com encargos no PGMEI
  • Acima de 12 meses sem pagar: perda da qualidade de segurado do INSS. Você deixa de ter direito a aposentadoria, auxílio-doença e salário-maternidade
  • Débitos não regularizados: a Receita encaminha a dívida para a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), que inscreve o valor na Dívida Ativa da União. Isso pode negativar seu CPF
  • Acima de 24 meses de inadimplência: risco de cancelamento do CNPJ. Um CNPJ cancelado não pode ser reativado, e você precisa abrir um novo cadastro

Como o MEI é vinculado diretamente à pessoa física, as dívidas do CNPJ podem ser cobradas no seu CPF.

Na prática, deixar de pagar uma guia de R$ 82,05 pode parecer pouco. Mas ao longo de 12 meses, o acumulado (com multa e juros) ultrapassa R$ 1.100. E a perda da qualidade de segurado do INSS significa ficar sem cobertura em caso de doença, acidente ou maternidade.

Como regularizar o DAS MEI em atraso

Se você tem guias atrasadas, pode regularizar a situação pelo PGMEI:

  1. Acesse o PGMEI com seu CNPJ
  2. Selecione o ano-calendário com pendências
  3. O sistema calcula automaticamente multa e juros sobre cada guia
  4. Emita as guias atualizadas e pague por boleto, Pix ou débito

O pagamento das guias atrasadas reativa seus direitos previdenciários, desde que você cumpra novamente o período de carência exigido para cada benefício.

Se você tem muitos meses em aberto, priorize o pagamento das guias mais recentes. Isso ajuda a recuperar a qualidade de segurado do INSS mais rapidamente.

Como parcelar o DAS MEI atrasado

Quem acumulou vários meses de dívida pode solicitar parcelamento em até 60 vezes pelo portal do Simples Nacional.

Regras do parcelamento:

  • Parcela mínima de R$ 50
  • Juros equivalentes à taxa Selic acumulada + 1% no mês do pagamento
  • O acordo só vale após o pagamento da primeira parcela dentro do prazo
  • Solicite pelo portal do Simples Nacional, na opção “Parcelamento, Microempreendedor Individual”

Se a dívida já foi inscrita na Dívida Ativa, o parcelamento deve ser negociado diretamente com a PGFN, pelo portal Regularize.

Benefícios de manter o DAS MEI em dia

Pagar o DAS em dia garante acesso a benefícios previdenciários, emissão de nota fiscal e melhores condições de crédito. Cada benefício exige um número mínimo de contribuições.

Aposentadoria, auxílio-doença e salário-maternidade

A contribuição mensal de 5% do salário mínimo ao INSS dá acesso a cinco benefícios previdenciários. Cada um tem um período de carência, conforme dados do portal do INSS:

  • Aposentadoria por idade: exige 180 contribuições (15 anos). Mulheres a partir de 62 anos e homens a partir de 65 anos. O valor equivale a um salário mínimo (R$ 1.621 em 2026)
  • Auxílio-doença: exige 12 contribuições mensais. Requer perícia médica do INSS
  • Salário-maternidade: exige 10 contribuições mensais
  • Pensão por morte: sem carência. Dependentes recebem o benefício desde que o MEI esteja em dia na data do falecimento
  • Auxílio-reclusão: sem carência. Direito dos dependentes do segurado

O MEI serve para aposentadoria, mas apenas por idade com a contribuição de 5%. Para aposentadoria por tempo de contribuição, é necessário complementar a alíquota para 20%.

Emissão de nota fiscal e acesso a crédito

Com o DAS em dia, você mantém o CNPJ regular e pode emitir nota fiscal para clientes, algo obrigatório em vendas para outras empresas (B2B).

A regularidade fiscal também facilita o acesso a linhas de crédito com condições melhores do que as oferecidas para pessoa física. Bancos e fintechs avaliam a adimplência do CNPJ ao liberar empréstimos, antecipação de recebíveis e cartões empresariais.

Além disso, muitas plataformas de marketplace e aplicativos de delivery exigem CNPJ ativo e regular para cadastro. Com o DAS atrasado, você pode perder acesso a esses canais de venda.

Manter a regularidade também permite participar de licitações públicas simplificadas e acessar programas de capacitação gratuitos oferecidos pelo Sebrae e pelo governo federal.

Simplifique sua rotina tributária com a InfinitePay

Você viu como funciona o DAS MEI, os valores de 2026, como emitir a guia e as consequências de deixar o pagamento em atraso. O próximo passo é colocar isso no piloto automático.

Com o app da InfinitePay, você consulta suas guias DAS pendentes, visualiza os detalhes de cada uma e paga direto pelo app, sem precisar acessar o portal do governo.

Além do DAS, a conta digital reúne Pix ilimitado, maquininha com as menores taxas e gestão de cobranças em um só lugar. Abra sua conta gratuitamente e simplifique a gestão tributária do seu MEI.

Finanças

O Sistema Público de Escrituração Digital (SPED) é uma ferramenta que veio para modernizar e facilitar o relacionamento entre os contribuintes e a administração tributária. Dentro do escopo do SPED, temos o EFD-Reinf, ou Escrituração Fiscal Digital de Retenções e Outras Informações Fiscais. Em meio a tantos termos técnicos e siglas, muitos empresários e profissionais ficam confusos. Por isso, preparamos este conteúdo para desmistificar o Reinf e explicar sua importância.

O que é Reinf?

O EFD-Reinf é um dos módulos do SPED, responsável pela escrituração das retenções na fonte, seja ela de trabalhadores, seja sobre negociações com terceiros. Ele abrange, por exemplo, os tributos retidos na fonte por órgãos públicos, empresas privadas ou pagamentos a beneficiários no exterior.

Em outras palavras, "Reinf" é tipo um sistema do governo onde as empresas informam quanto pagaram e quanto de imposto foi retido em certos pagamentos, que não estão ligados à folha de salários. É como se fosse um jeito das empresas dizerem ao governo: "Olha, paguei isso e segurei esse tanto de imposto". E o governo, por sua vez, pode olhar essas informações para conferir se tudo está certinho. Não é uma ferramenta para auditar, mas sim para informar. Porém, é claro, o governo pode usar essas informações para checar se tudo tá conforme as regras.

Leia mais: DIRF: o que é e como fazer?

Por que foi criado?

A criação do Reinf tem como objetivo centralizar as informações e torná-las mais acessíveis para os órgãos fiscais, reduzindo a burocracia, evitando a duplicidade de informações e, principalmente, ampliando o combate à sonegação fiscal.

Quais informações são prestadas pelo Reinf?

Dentre as informações prestadas pelo EFD-Reinf, podemos destacar

  • Serviços tomados/prestados mediante cessão de mão de obra ou empreitada;
  • Retenções na fonte (IR, CSLL, Cofins, PIS/Pasep) incidentes sobre os pagamentos diversos feitos a pessoas físicas e jurídicas;
  • Recursos recebidos por/repasse para associação desportiva que tenha equipe de futebol profissional;
  • Comercialização da produção e apuração da contribuição previdenciária substituída pelas agroindústrias e demais produtores rurais pessoa jurídica;
  • Empresas que prestam e que contratam serviços realizados mediante cessão de mão de obra nos termos do art. 31 da Lei nº 8.212, de 1991.

Quem deve declarar o EFD-Reinf

Estão obrigadas a prestar informações pelo Reinf:

  • Empresas que prestam e que contratam serviços realizados mediante cessão de mão de obra; como bares, restaurantes, entre outros.
  • Entidades promotoras de eventos esportivos realizados em território nacional;
  • Empresas e pessoas físicas que tenham retido algum imposto sobre pagamentos feitos a outras pessoas jurídicas;
  • Associações desportivas que mantenham equipe de futebol profissional;
  • Organizações não governamentais, sem fins lucrativos, que recebem ou repassam recursos por ou para seu associado.

Leia mais: Gestão financeira eficiente: A chave do sucesso para seu negócio

Qual é o prazo de entrega da EFD-Reinf?

O prazo de entrega da EFD-Reinf 2026 (Escrituração Fiscal Digital de Retenções e Outras Informações Fiscais) varia de acordo com o tipo e tamanho do contribuinte. 

Cronograma de obrigatoriedade e prazos estabelecidos:

  • Grupos de Empresas:
  • Grupo 1: Entidades integrantes do “Grupo 2 - Entidades Empresariais” do Lucro Real, exceto as optantes pelo Simples Nacional e as entidades empresariais pertencentes ao 1º grupo, cuja atividade principal seja de instituição financeira ou equiparada a ela.
  • Grupo 2: Entidades integrantes do “Grupo 2 - Entidades Empresariais” do Lucro Presumido, exceto as optantes pelo Simples Nacional.
  • Grupo 3: Optantes pelo Simples Nacional e entidades sem fins lucrativos.
  • Grupo 4: Entidades públicas e outras entidades não listadas nos grupos anteriores.
  • Prazos:
  • Grupos 1 e 2: O prazo de entrega da EFD-Reinf para estas entidades é até o dia 15 do mês subsequente ao que se refere a escrituração.
  • Grupo 3: A EFD-Reinf para este grupo passou a ser entregue semestralmente, até o dia 30 do mês subsequente ao encerramento do semestre de referência. Ou seja, até 30 de julho (referente ao primeiro semestre) e até 30 de janeiro (referente ao segundo semestre).
  • Grupo 4: A definição do prazo para este grupo depende de instruções específicas.

Lembrando que, caso a data de vencimento recaia em dia não útil, a entrega deverá ser antecipada para o dia útil imediatamente anterior.

No entanto, é importante verificar constantemente as atualizações e normativas publicadas pela Receita Federal, pois mudanças no cronograma e prazos podem ocorrer. Sempre recomendo a consulta ao portal da Receita Federal ou a um contador para garantir que você esteja ciente do prazo atualizado e das últimas obrigatoriedades.

Como saber se minha empresa precisa entregar EFD-Reinf

A obrigatoriedade da entrega da EFD-Reinf (Escrituração Fiscal Digital de Retenções e Outras Informações Fiscais) depende da natureza das atividades realizadas pela empresa e de sua classificação tributária. Vamos entender os critérios para saber se sua empresa precisa entregar a EFD-Reinf:

Natureza das Operações: Independentemente da classificação tributária da sua empresa, se ela realizar operações que envolvam retenção de impostos (exceto ISS e ICMS) ou outras operações relacionadas no layout da EFD-Reinf, haverá a necessidade de entrega da escrituração. Isso inclui, por exemplo, retenção na fonte de pagamentos diversos feitos a pessoas jurídicas, retenção previdenciária sobre notas fiscais, entre outras.

Classificação Tributária:

  • Lucro Real: Empresas enquadradas nesse regime, que sejam grandes contribuintes e estejam classificadas no grupo 1 do eSocial, são obrigadas a entregar a EFD-Reinf.
  • Lucro Presumido e Lucro Arbitrado: As empresas nesse regime, que não sejam optantes pelo Simples Nacional, também têm a obrigatoriedade da entrega.
  • Simples Nacional: Empresas enquadradas no Simples Nacional são obrigadas a entregar a EFD-Reinf quando estiverem envolvidas em operações que constem na EFD-Reinf, como a prestação de serviços mediante cessão de mão de obra, por exemplo.
  • Entidades sem fins lucrativos: Estão igualmente obrigadas a entregar, especialmente se realizarem operações que resultem em retenções.

Atividades Específicas: Existem algumas atividades específicas que tornam a empresa obrigada a entregar a EFD-Reinf:

  • Empresas que prestam e contratam serviços realizados mediante cessão de mão de obra;
  • Entidades promotoras de eventos esportivos;
  • Associações desportivas que mantenham equipe de futebol profissional;
  • Empresas e pessoas físicas que realizaram retenção de impostos sobre pagamentos feitos a outras pessoas jurídicas.

O que fazer?

Avaliação Interna: É essencial que a empresa faça uma avaliação interna, preferencialmente com o auxílio de um contador ou equipe contábil, sobre suas atividades e operações para identificar se há obrigações relacionadas à EFD-Reinf.

Consulte um Contador: Este profissional é o mais indicado para avaliar a necessidade de entrega da EFD-Reinf com base nas atividades e operações realizadas pela empresa.

Fique atento às atualizações: A legislação tributária brasileira é frequentemente atualizada. Assim, mesmo que sua empresa não esteja obrigada agora, essa situação pode mudar. Mantenha-se atualizado e sempre em contato com seu contador.

Em suma, a obrigatoriedade está ligada tanto à classificação tributária da empresa quanto às atividades que ela realiza. A EFD-Reinf é apenas uma das diversas obrigações acessórias exigidas pelo sistema tributário brasileiro, por isso, é fundamental manter a regularidade e a conformidade com todas as exigências fiscais.

Leia mais: Como fazer seu informe de rendimentos de pessoa jurídica

A importância do Reinf

A implementação do Reinf representa uma grande evolução no cenário fiscal brasileiro. Ao proporcionar uma maior transparência nas operações, ele não apenas facilita o trabalho dos profissionais da área contábil, mas também contribui para a redução da sonegação e evasão fiscal.

É fundamental que as empresas estejam atentas às suas obrigações e prazos relacionados ao Reinf, evitando possíveis penalidades. Recomenda-se, ainda, o uso de sistemas de gestão integrada e a capacitação constante da equipe responsável por essa escrituração.

O Reinf é mais uma ferramenta que busca a modernização e a transparência nas relações fiscais, trazendo benefícios tanto para o governo quanto para os contribuintes. Seu entendimento e correta aplicação são essenciais para uma gestão fiscal eficiente e alinhada às exigências legais atuais.

Como a InfinitePay disponibiliza o Reinf para os clientes

Visando sempre aprimorar a experiência de seus clientes, a InfinitePay tem o compromisso de enviar, automaticamente, o REINF no início de cada mês. Esta é uma das formas que a empresa demonstra sua atenção e cuidado com a conformidade fiscal de seus clientes. E as novidades não param por aí: em breve, esta funcionalidade será ainda mais acessível, estando disponível diretamente no aplicativo e também na conta web, garantindo assim mais praticidade e agilidade para todos.

Como baixar Reinf pela conta digital InfinitePay:

Nossos clientes têm acesso direto ao arquivo do Reinf na conta digital da InfinitePay. Em apenas 4 passos você tem sua Reinf na mão. Veja:

  1. Acesse a Conta Premium.
  2. Vá para “Configurações”.
  3. Selecione a aba “Relatório EFD-Reinf”.
  4. Clique em “Baixar relatório mensal” para obter o documento em formato PDF

Veja mais: Venda, emita fichas e faça a gestão de estoque direto pela maquininha

Finanças

Controlar o fluxo de caixa é o que separa empresas saudáveis das que fecham antes de completar cinco anos. No Brasil, 60% dos negócios não sobrevivem a esse período, conforme o IBGE.

Neste guia, você vai conhecer os tipos de fluxo de caixa, aprender a montar o seu na prática com passo a passo e ver exemplos por porte de negócio.

O que é fluxo de caixa e por que ele é essencial para sua empresa

Fluxo de caixa é o registro de todo dinheiro que entra e sai do seu negócio em um período específico.

Diferente do lucro contábil, que segue o regime de competência, o fluxo de caixa mostra a disponibilidade real de recursos no dia a dia.

Na prática, uma empresa pode apresentar lucro no papel e ainda assim ficar sem dinheiro para pagar fornecedores. Isso acontece porque o lucro é uma opinião, enquanto o caixa é um fato.

Como funciona o fluxo de caixa na prática

O ciclo é direto: você registra cada entrada (vendas, recebimentos, investimentos) e cada saída (aluguel, salários, impostos, fornecedores).

A diferença entre entradas e saídas resulta no saldo de caixa. Saldo positivo significa que entrou mais do que saiu. Saldo negativo indica o contrário.

Esse acompanhamento permite antecipar períodos de aperto financeiro e tomar decisões antes que o problema apareça.

Importância do fluxo de caixa para a saúde financeira do negócio

A falta de planejamento financeiro está entre as principais causas do fechamento precoce de empresas no Brasil.

Dados do Sebrae sobre sobrevivência empresarial confirmam: 17% dos negócios que fecharam não fizeram nenhum planejamento e 59% planejaram por no máximo 6 meses.

Manter o fluxo de caixa financeiro atualizado protege seu negócio de surpresas e abre espaço para crescer. Veja os benefícios:

  • Você identifica quanto dinheiro tem disponível para investir ou cortar gastos
  • Consegue negociar prazos melhores com fornecedores porque conhece suas datas de recebimento
  • Evita depender de empréstimos emergenciais ao prever períodos de caixa baixo
  • Toma decisões estratégicas com base em dados reais, não em suposições

Tipos de fluxo de caixa

Existem 6 tipos principais de fluxo de caixa, e cada um revela uma perspectiva diferente sobre a saúde financeira do seu negócio.

Escolher o tipo certo depende do que você precisa analisar: operação diária, projeção futura ou valor da empresa.

TipoO que medeQuando usar
OperacionalCaixa gerado pelas atividades principaisAvaliar se a operação se sustenta sozinha
DiretoEntradas e saídas reais de dinheiroControlar a liquidez no dia a dia
IndiretoAjustes sobre o lucro líquido contábilConectar resultado contábil ao caixa real
ProjetadoEstimativa de receitas e despesas futurasPlanejar os próximos meses e antecipar crises
LivreCaixa disponível após gastos e investimentosDecidir sobre dividendos, dívidas ou expansão
DescontadoValor presente de fluxos de caixa futurosCalcular quanto uma empresa vale hoje

Fluxo de caixa operacional

O fluxo de caixa operacional mede o dinheiro que entra e sai exclusivamente das atividades principais do negócio: vendas, pagamentos a fornecedores, salários e impostos.

Se o resultado for positivo, a operação gera caixa suficiente para se manter. Se for negativo, o negócio depende de empréstimos ou investimentos externos para funcionar.

Esse é o tipo mais usado por pequenos empreendedores, segundo o Sebrae, porque reflete a realidade operacional sem distorções contábeis.

Fluxo de caixa direto e indireto

O método direto registra cada entrada e saída de dinheiro conforme acontece. Você vê exatamente quanto recebeu de clientes e quanto pagou a fornecedores em determinado período.

Já o método indireto parte do lucro líquido e ajusta valores que não representam movimentação real de caixa, como depreciação e amortização.

Na prática, o direto funciona melhor para gestão do dia a dia. O indireto conecta o resultado contábil ao saldo de caixa e é mais utilizado em demonstrações financeiras formais.

Ambos os métodos compõem a Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC), relatório obrigatório para empresas de grande porte e recomendado para negócios de qualquer tamanho.

Fluxo de caixa projetado

O fluxo de caixa projetado estima receitas e despesas futuras com base no histórico financeiro do negócio.

A projeção permite antecipar períodos de caixa negativo e tomar decisões antes que o problema apareça: renegociar prazos, adiar compras ou buscar crédito com antecedência.

Para funcionar, a projeção precisa de dados reais e atualizados. Quanto mais consistente o registro das movimentações, mais precisa a estimativa.

Fluxo de caixa livre

O fluxo de caixa livre mostra quanto dinheiro sobra depois de pagar todas as despesas operacionais e os investimentos de capital (CapEx).

Esse valor representa o caixa disponível para distribuir lucros, quitar dívidas ou reinvestir no crescimento da empresa.

Investidores usam o fluxo de caixa livre como um dos principais indicadores para avaliar a saúde financeira de um negócio.

Fluxo de caixa descontado

O fluxo de caixa descontado calcula o valor presente de receitas futuras aplicando uma taxa de desconto que reflete o risco do investimento.

É o método de valuation mais utilizado em fusões, aquisições e negociações de participação societária, segundo a Treasy.

Para o empreendedor do dia a dia, o fluxo de caixa descontado importa em dois momentos: ao buscar investidores e ao avaliar se vale comprar ou vender um negócio.

Como fazer fluxo de caixa passo a passo

Um fluxo de caixa simples exige quatro etapas: registrar movimentações, categorizar valores, definir a frequência de análise e calcular o saldo.

O Sebrae RS recomenda começar pelo registro completo de todas as entradas e saídas, sem exceção.

Registre todas as entradas e saídas

Anote cada movimentação financeira no momento em que acontece. Vendas à vista, recebimentos por cartão, boletos cobrados, pagamentos a fornecedores, contas de consumo e impostos.

Cada registro precisa conter: data, descrição, categoria, valor, forma de pagamento e saldo atualizado.

O Sebrae orienta que nenhuma despesa fique de fora, mesmo as que parecem irrelevantes. Pequenos custos repetidos se acumulam ao longo do mês.

Categorize receitas e despesas

Separe as movimentações em grupos para identificar de onde vem e para onde vai cada real do seu negócio.

Entradas típicas:

  1. Vendas à vista (dinheiro, Pix, débito)
  2. Vendas a prazo (cartão de crédito, boleto)
  3. Recebimentos de clientes com pagamento pendente
  4. Outras receitas (juros, rendimentos, empréstimos)

Saídas típicas:

  1. Fornecedores e matéria-prima
  2. Folha de pagamento e encargos
  3. Aluguel e contas fixas (água, luz, internet)
  4. Impostos (DAS, Simples Nacional, ICMS)
  5. Marketing e frete
  6. Pró-labore

A categorização permite comparar períodos e descobrir quais despesas pesam mais no caixa.

Defina a periodicidade: fluxo de caixa diário vs mensal

O controle diário funciona melhor para negócios com alta movimentação, como restaurantes, mercados e lojas físicas. Ele permite corrigir desvios no mesmo dia e manter a previsibilidade.

Já o controle mensal oferece visão ampla do desempenho e facilita a identificação de sazonalidade. Prestadoras de serviço com receitas previsíveis se adaptam bem a esse modelo.

A recomendação é combinar as duas periodicidades, porque uma não substitui a outra. O diário garante precisão operacional; o mensal revela tendências.

Para quem adota o controle diário, o fechamento de caixa ao final de cada expediente complementa o fluxo e evita divergências entre o registrado e o valor real em caixa.

Calcule o saldo e analise os resultados

A fórmula do fluxo de caixa é direta:

Saldo Final = Saldo Inicial + Entradas - Saídas

Aplique essa conta ao período escolhido (dia, semana ou mês) para obter o saldo acumulado.

Veja um modelo de tabela para controle semanal:

DataDescriçãoCategoriaEntradaSaídaSaldo
24/03Saldo inicial---R$ 3.000
24/03Vendas à vistaReceitaR$ 1.200-R$ 4.200
24/03Fornecedor tecidosDespesa fixa-R$ 800R$ 3.400
25/03Vendas cartãoReceitaR$ 950-R$ 4.350
25/03Conta de luzDespesa fixa-R$ 280R$ 4.070
26/03Vendas PixReceitaR$ 1.100-R$ 5.170
26/03DAS (imposto MEI)Imposto-R$ 75,90R$ 5.094,10

Saldo positivo e crescente indica que o negócio gera caixa suficiente para cobrir as despesas. Saldo negativo recorrente sinaliza que você gasta mais do que recebe e precisa renegociar prazos, cortar custos ou buscar novas fontes de receita.

Exemplo de fluxo de caixa por tipo de negócio

Um exemplo de fluxo de caixa com números reais mostra como o controle funciona na prática. Veja dois cenários: um MEI e uma pequena empresa.

Fluxo de caixa para MEI

Considere um salão de beleza MEI com faturamento médio de R$ 5.000 por mês. O limite anual do MEI é de R$ 81.000, o que equivale a R$ 6.750 mensais.

CategoriaValor mensal
Receita total (serviços)R$ 5.000,00
Aluguel- R$ 800,00
Produtos e insumos- R$ 600,00
Água, luz e internet- R$ 350,00
DAS (imposto MEI)- R$ 75,90
Marketing- R$ 150,00
Transporte- R$ 200,00
Total de saídas- R$ 2.175,90
Saldo finalR$ 2.824,10

O saldo positivo de R$ 2.824,10 representa o valor disponível após todas as despesas. Esse montante cobre o pró-labore e permite criar uma reserva.

Acompanhar esses números semanalmente evita surpresas no fim do mês, segundo orientação do Sebrae para MEIs.

Fluxo de caixa para pequena empresa

Agora, uma loja de roupas com faturamento de R$ 30.000 por mês e equipe de funcionários. A estrutura de custos muda significativamente.

CategoriaValor mensal
Receita total (vendas)R$ 30.000,00
Fornecedores- R$ 10.000,00
Folha de pagamento- R$ 8.000,00
Aluguel- R$ 3.500,00
Impostos (Simples Nacional, Anexo I)- R$ 1.700,00
Marketing- R$ 1.500,00
Contas fixas (água, luz, internet)- R$ 1.200,00
Manutenção- R$ 500,00
Total de saídas- R$ 26.400,00
Saldo finalR$ 3.600,00

A margem líquida fica em torno de 12%, mas qualquer atraso de fornecedor ou queda sazonal nas vendas pode comprometer o saldo rapidamente.

Por isso, o Sebrae recomenda que empresas de comércio monitorem o caixa diariamente. O setor comercial tem a maior taxa de mortalidade empresarial: 30,2% dos negócios fecham em até 5 anos (Sebrae, 2024).

Gestão e controle de fluxo de caixa

Controle de fluxo de caixa exige disciplina diária e processos claros. Sem isso, até negócios lucrativos enfrentam crises de liquidez.

Erros comuns que comprometem o fluxo de caixa

  1. Misturar contas pessoais e empresariais mascara a saúde financeira real do negócio e impede qualquer análise de viabilidade, segundo a FecomercioSP. Abra uma conta PJ exclusiva para separar cada movimentação.
  2. Registrar vendas a prazo como receita imediata compromete o caixa quando o pagamento atrasa. Considere apenas o valor efetivamente recebido na data de entrada.
  3. Atualizar o fluxo apenas no fim do mês deixa você vulnerável a surpresas. A recomendação da FecomercioSP é revisar os números diariamente.
  4. Não categorizar receitas e despesas impede identificar quais custos crescem e onde cortar. Crie categorias fixas (aluguel, fornecedores, impostos) e classifique cada lançamento.
  5. Ignorar a reserva de emergência expõe o negócio a imprevistos. Mantenha ao menos 6 meses de custos fixos guardados para atravessar períodos de queda nas vendas.

Dicas para manter o controle financeiro no dia a dia

Reserve 15 minutos toda manhã para atualizar entradas e saídas. Esse hábito evita acúmulo de lançamentos e garante decisões baseadas em dados reais.

Acompanhe o saldo projetado para os próximos 7 e 30 dias. Antecipar um saldo negativo permite renegociar prazos com fornecedores antes de virar uma dívida.

Compare o realizado com o projetado toda semana. Desvios recorrentes indicam que suas estimativas precisam de ajuste ou que existe um gasto fora de controle.

Um dado relevante: 61% dos empreendedores ainda usam a conta pessoal para pagar despesas da empresa, segundo pesquisa do Sebrae. Se esse é o seu caso, comece separando as contas hoje.

Para aprofundar suas práticas de organização financeira, veja nosso guia completo sobre controle financeiro.

Modelo de fluxo de caixa: planilha e ferramentas

Uma planilha de fluxo de caixa resolve bem o controle inicial, mas conforme o negócio cresce, um sistema digital evita erros e economiza tempo.

A escolha depende do volume de transações e da complexidade da operação.

CritérioPlanilhaSistema digital
Custo inicialGratuitoGratuito ou pago
Inserção de dadosManualAutomática
Risco de erroAltoBaixo
RelatóriosLimitadosEm tempo real
Integração com vendasNãoSim
Ideal paraMEI e início de operaçãoEmpresas em crescimento

Como usar uma planilha de fluxo de caixa

Organize a planilha com cinco colunas: data, descrição, entrada, saída e saldo acumulado.

Registre cada movimentação no dia em que o dinheiro entra ou sai da conta, não na data da venda.

A planilha de fluxo de caixa da InfinitePay é gratuita e editável no Excel ou Google Sheets, pronta para uso imediato.

Sistema de fluxo de caixa para automatizar o controle

Quando o volume de transações aumenta, a inserção manual eleva o risco de erros que comprometem a precisão financeira do negócio.

Sinais de que é hora de migrar: necessidade de relatórios automatizados, integração entre setores e volume crescente de transações.

A ferramenta de fluxo de caixa da InfinitePay registra vendas e despesas em segundos, gera gráficos semanais e mensais, e identifica as categorias que mais pesam no orçamento.

Organize seu fluxo de caixa agora com ferramentas gratuitas

Registrar movimentações, categorizar despesas, definir periodicidade e analisar o saldo: esses quatro passos protegem seu negócio de crises de liquidez e colocam você no controle financeiro.

A ferramenta gratuita de fluxo de caixa da InfinitePay registra vendas e despesas pelo celular, gera gráficos automáticos e identifica as categorias que mais pesam no orçamento.

Prefere começar no Excel? Baixe a planilha gratuita da InfinitePay, com cálculo automático de saldo e modelos diário, semanal e mensal.

Pagamentos

Adquirir uma maquininha de cartão é um passo essencial para qualquer negócio que deseja aceitar pagamentos com cartão de forma prática e segura. 

Neste guia completo, você vai aprender tudo sobre como escolher e comprar a melhor maquininha de cartão para o seu negócio, com foco em soluções modernas e seguras, como as maquininhas InfinitePay.

Como pedir uma maquininha de cartão?

Existem algumas maneiras de pedir uma maquininha de cartão hoje em dia. 

As mais comuns são as seguintes:

1. Pela internet

Nessa modalidade, você acessa o site da operadora da maquininha e faz a compra e adesão online. 

Em seguida, a empresa envia a maquininha por Correios, transportadora ou Sedex. 

Empresas como a InfinitePay oferecem a opção da compra online

A Maquininha Smart da InfinitePay não cobra aluguel e tem as melhores taxas para você receber o valor das suas compras na hora!

2. Em lojas físicas

Algumas empresas oferecem a opção de ir diretamente em seu balcão para adquirir uma maquininha. 

Essa modalidade oferece certa dificuldade, devido à limitação de opções e de oferta (não há muitas companhias que possuem loja física que venda maquininha, e mesmo as que existem oferecem uma gama limitada de modelos, restringindo seu poder de escolha).

3. Através de terceiros

Para essa opção, existem dois cenários: 

  1. Comprar direto do revendedor oficial: algumas empresas de maquininha possuem contratos ou parcerias com revendedores oficiais, que negociam diretamente com lojistas.
  2. Programas de indicação: na InfinitePay, a pessoa que adquirir uma maquininha por sua indicação recebe R$ 15 de desconto adicional no site.
  3. Comprar de alguém que não é revendedor oficial: nesse caso, você compra de alguém que não é relacionado à empresa, mas possui a maquininha disponível para a venda. Pode ser um lojista que está vendendo uma usada, por exemplo.

Essa opção é a menos segura das três apresentadas, uma vez que o risco de fraude é alto (uma pessoa se passando por um revendedor oficial, por exemplo), tal como a possibilidade de encontrar problemas de suporte e de qualidade do produto.

Quais documentos você precisa para pedir uma maquininha de cartão?

A documentação para pedir uma maquininha de cartão varia de empresa para empresa. 

Na InfinitePay, os únicos dados solicitados no ato do cadastro e da adesão são:

Após a confirmação das informações, você é informado sobre o prazo de entrega e pode acompanhar a situação do pedido através do aplicativo InfinitePay, disponível tanto para iOS quanto para Android.

Leia mais: Qual é o prazo de entrega da maquininha da InfinitePay?

Como escolher uma maquininha de cartão?

Tenha em mente os seguintes aspectos na hora de escolher a maquininha para o seu negócio:

como pedir uma maquininha de cartão?

1. Bandeiras aceitas

Quanto mais bandeiras sua maquininha aceitar, mais transações seu negócio consegue fazer, pois são as formas de pagamento utilizadas pelos seus clientes. 

Além disso, verifique não só o volume de bandeiras, mas também se as mais relevantes estão entre as opções aceitas (Visa, MasterCard, etc). 

2. Feedback dos clientes/avaliações

Leia os comentários nas redes sociais oficiais de cada empresa de maquininha para entender como ela lida com problemas e como se posiciona. 

Comentários sem respostas ou alto volume de queixas são pontos de atenção.

3. Suporte

Certifique-se que a empresa oferece suporte de qualidade, caso você enfrente algum problema técnico ou precise esclarecer dúvidas. 

Uma forma de avaliar a qualidade do atendimento de uma empresa é ver sua nota no Reclame Aqui. 

Dê preferência a companhias com o selo RA1000, título que só é oferecido a suportes resolutivos e rápidos.

4. Tecnologia

Procure no site da empresa se ela menciona o uso de tecnologia atualizada em seus produtos. 

Por exemplo, a InfinitePay divulga no site da sua Maquininha Smart como seu ecossistema de produtos constrói uma rede de pagamentos segura, que previne seus clientes contra fraudes e roubos. 

Além disso, os terminais a partir do Android 10 e iPhone XS ou posterior com a versão mais recente do iOS garantem o processamento imediato da transação, que melhora a experiência do seu cliente no ato da compra.

5. Leia o contrato antes de assinar

Uma vez que você tenha decidido qual maquininha adquirir, leia o contrato de adesão e certifique-se que não há nenhuma cláusula que gere desconfiança. 

Outro ponto também é validar se as taxas são fixas ou se você está adquirindo em valor promocional, para evitar surpresas nos meses seguintes. 

Precisa de CNPJ para ter máquina de cartão?

Atualmente, empresas de maquininhas oferecem a opção de adesão para pessoa física através do CPF – portanto, você não precisa mais abrir um CNPJ para começar seu negócio com uma maquininha.

A InfinitePay oferece uma maquininha para pessoa jurídica e também traz a opção InfiniteTap, que transforma seu celular em maquininha

Para essa função, você só precisa do seu CPF e de um celular Android 10, ou iPhone XS, ou posterior com a versão mais recente do iOS.

Leia mais: 

Quanto custa ter uma máquina de cartão?

Adquirir uma máquina de cartão é um passo estratégico para qualquer negócio, já que oferece mais praticidade aos clientes e aumenta as chances de conversão nas vendas. 

Mas quanto, de fato, custa ter uma máquina de cartão? 

Confira os custos gerais envolvidos para que você tome uma decisão informada.

1. Custos da máquina de cartão

O custo da máquina em si pode variar dependendo do modelo e da empresa fornecedora. 

Em geral, existem duas formas de adquiri-la:

  • Compra: você paga pelo aparelho e ele se torna seu. Os preços podem variar entre R$ 50 e R$ 1.000, dependendo do modelo e das funcionalidades, como conexão via Wi-Fi, 4G ou Bluetooth.

  • Aluguel ou comodato: em algumas empresas, você pode alugar a máquina por valores mensais que variam de R$ 20 a R$ 150, dependendo do plano e do tipo de negócio.

2. Taxas sobre transações

Além do custo do equipamento, o maior gasto está relacionado às taxas cobradas sobre cada venda realizada.

As principais taxas incluem:

  • Taxa de débito: geralmente varia entre 1,0% e 2,5%.
  • Taxa de crédito à vista: fica entre 1,5% e 4%, dependendo do prazo de recebimento (imediato ou em 30 dias).
  • Taxa de crédito parcelado: pode variar de 3% a 8%, considerando as parcelas e possíveis custos adicionais por antecipação.

3. Custos adicionais

Outros custos que podem ser incluídos ao operar uma máquina de cartão são:

  • Taxa de antecipação de recebíveis: caso você opte por receber os valores de vendas parceladas antes do prazo, há uma cobrança que varia entre 1% e 3% ao mês.
  • Manutenção ou reparo: caso a máquina seja comprada, pode haver gastos extras com consertos ou substituição.

4. Recebimento antecipado

Outro fator a considerar é o prazo de recebimento das vendas. 

Algumas empresas oferecem planos para antecipar o recebimento do dinheiro, mas com taxas adicionais que precisam ser analisadas com cuidado.

Leia também: 

Qual a melhor maquininha de cartão? 

A Maquininha Smart da InfinitePay foi desenvolvida para atender às necessidades de empreendedores que buscam eficiência e agilidade nas transações, sendo uma excelente opção para esse público. 

Com taxas 30% mais baixas do que a média do mercado e isenção de taxas no Pix, ela se torna ainda mais atrativa para negócios que querem aumentar sua lucratividade sem comprometer a acessibilidade e o conforto dos clientes.

Além disso, a Maquininha Smart permite realizar a gestão de estoque diretamente nela, atualizando automaticamente a quantidade de produtos vendidos – essa funcionalidade é extremamente útil para pequenos negócios.

Leia também: Qual a melhor maquininha de cartão para quem está começando?

Benefícios e funcionalidades

A Maquininha Smart da InfinitePay conta com funcionalidades avançadas que beneficiam microempreendedores de diversas formas. 

Entre as principais características, estão:

  • Impressão de comprovantes;
  • Visor amplo;
  • Tela touchscreen;
  • Sistema Android, que facilita a navegação e a realização de transações.

Além disso, ela aceita a maioria das bandeiras de cartões, pagamento por aproximação (NFC), carteiras digitais como Apple Pay, Samsung Pay e Google Pay, e pagamento via QR Code – essa variedade de métodos de pagamento contribui para o aumento das vendas e proporciona uma melhor experiência ao cliente. 

O recebimento das vendas é rápido, podendo ocorrer na hora ou em até um dia útil, o que garante maior liquidez ao negócio e contribui para um fluxo de caixa saudável e a possibilidade de novos investimentos.

Suporte e atendimento ao cliente

Um bom suporte ao cliente é essencial para resolver rapidamente qualquer problema com a maquininha de cartão, evita interrupções nas vendas e garante que o negócio continue funcionando sem contratempos. 

A InfinitePay possui a melhor nota no Reclame Aqui comparada à concorrência, o que indica um atendimento de qualidade e boa reputação – isso é um grande diferencial na hora de escolher uma maquininha, pois assegura que você terá suporte sempre que precisar.

Saiba mais sobre a melhor maquininha de cartão para empreendedores!

Seu negócio

Se está na dúvida sobre como abrir um CNPJ, você veio ao lugar certo. 

Neste artigo, vamos descomplicar o processo de como abrir o seu, detalhando os passos essenciais, os documentos necessários e algumas dicas práticas para agilizar sua jornada empreendedora.

Como abrir um CNPJ? Passo a passo

De maneira geral, a abertura de um CNPJ segue alguns passos em comum para todo e qualquer tipo empresa. 

Em resumo, para abrir um CNPJ você deve seguir esses pontos:

  1. Defina seu tipo de empresa
  2. Identifique o CNAE das suas atividades econômicas
  3. Formalize adequadamente
  4. Escolha a natureza jurídica
  5. Selecione o regime tributário adequado
  6. Reúna os documentos necessários
  7. Registre seu negócio na Junta Comercial
  8. Obtenha o alvará da prefeitura
Infográfico com passos principais para abrir um CNPJ

Apesar disso, dependendo da natureza jurídica escolhida, podem existir algumas divergências durante esse processo.

A seguir, detalhamos cada parte deles.

1. Defina seu tipo de empresa

Antes de mais nada, você precisa decidir qual tipo de empresa você vai abrir. 

Escolher o modelo empresarial correto é crucial para alinhar seu negócio às suas metas de faturamento e operação. 

No Brasil, existem diferentes opções de estrutura jurídica:

  • Microempreendedor Individual (MEI): Voltado para empreendedores individuais com faturamento anual de até R$ 81 mil. É um modelo simplificado, com tributação reduzida e burocracia mínima.
  • Microempresa (ME): Para negócios que faturam entre R$ 81 mil e R$ 360 mil ao ano. Pode ter um ou mais sócios e permite maior flexibilidade na gestão.
  • Empresa de Pequeno Porte (EPP): Ideal para empresas com faturamento de até R$ 4,8 milhões por ano. Oferece as mesmas características da ME, mas com um teto de faturamento maior.
  • Sociedade Limitada (Ltda.): Composta por dois ou mais sócios, é uma das opções mais comuns para quem deseja dividir responsabilidades e lucros.
  • Empresário Individual (EI): Permite que uma pessoa física abra uma empresa em seu próprio nome, mas sem separação entre patrimônio pessoal e empresarial.
  • Sociedade Anônima (S/A): Indicada para grandes negócios, permite dividir o capital social em ações negociáveis.

Escolha o modelo que melhor se adequa ao seu plano de negócio e ao nível de responsabilidade desejado.

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2. Identifique o CNAE das suas atividades econômicas

A Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) é um sistema que classifica as atividades exercidas pelas empresas no Brasil e desempenha um papel fundamental no funcionamento de um negócio. 

Ele influencia diretamente o regime tributário aplicável, as licenças exigidas e as obrigações fiscais que a empresa deverá cumprir. 

Esse código é composto por dois tipos de classificações: a atividade principal, que representa a área de atuação predominante do negócio, e as atividades secundárias, que complementam a atividade principal e permitem ampliar o escopo de atuação da empresa. 

Ao definir esses códigos, é necessário consultar a lista de CNAEs disponíveis no site do IBGE e analisar cuidadosamente as descrições de cada atividade para garantir a escolha mais adequada às operações da empresa.

Se surgir alguma dúvida durante essa etapa, é recomendável buscar a orientação de um contador, que poderá ajudar a identificar o código mais apropriado com base no ramo de atuação. 

Além disso, é importante realizar uma consulta prévia de viabilidade junto à prefeitura local. 

Esse processo verifica se as atividades previstas podem ser exercidas no endereço escolhido para a empresa e evita conflitos com nomes empresariais já registrados, garantindo que o negócio esteja alinhado às normas municipais e federais.

3. Formalize adequadamente

Após identificar o CNAE, você conseguirá definir qual tipo de CNPJ é o mais adequado. No geral.

Para os empreendedores que pretendem se registrar como Microempreendedor Individual (MEI), o procedimento é simplificado e gratuito, podendo ser feito diretamente no Portal do Empreendedor, sem necessidade de intermediários. 

É um modelo que oferece benefícios como tributação reduzida, emissão de notas fiscais e acesso a direitos previdenciários, tornando-o ideal para pequenos negócios.

Já para empresas que não se enquadram no modelo de MEI, como as demais citadas anteriormente, o processo exige etapas adicionais, como a escolha da natureza jurídica.

A seguir, detalhamos melhor como ela funciona. 

4. Escolha a natureza jurídica

A natureza jurídica determina a relação da empresa com seus sócios, direitos, obrigações e responsabilidades legais. 

Desde 2021, com a extinção da modalidade EIRELI, a Sociedade Limitada Unipessoal (SLU) tornou-se uma das opções mais práticas para quem deseja operar sozinho, sem a necessidade de sócios. 

Este modelo permite que o capital social seja definido livremente, sem valor mínimo, e protege o patrimônio pessoal do empresário.

Outra possibilidade para quem deseja operar sem sócios é o Empresário Individual (EI), que simplifica o registro, mas não separa os bens pessoais dos bens empresariais, o que pode representar maiores riscos. 

Para quem busca operar em parceria, a Sociedade Limitada (Ltda.) é uma escolha popular, permitindo a divisão de responsabilidades e lucros entre dois ou mais sócios, sem exigência de capital mínimo inicial.

Entender qual modelo de formalização e natureza jurídica melhor atendem às suas necessidades é essencial para garantir que o negócio seja registrado corretamente e alinhado aos seus objetivos de gestão e operação.

5. Selecione o regime tributário adequado

Chegou a hora de definir como os impostos da empresa serão calculados e recolhidos.

Essa parte é bastante delicada, pois impacta diretamente a carga tributária, a forma de apuração de lucros e as obrigações acessórias da empresa. 

Por isso, é essencial analisar cuidadosamente as opções disponíveis e considerar o porte do negócio, a atividade principal e as expectativas de faturamento.

Confira as principais opções:

Simples Nacional

O Simples Nacional é um regime simplificado que reúne oito tributos federais, estaduais e municipais em uma única guia de pagamento (DAS). Ele foi criado para facilitar a gestão fiscal de microempresas (ME) e empresas de pequeno porte (EPP) com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões. A alíquota aplicada varia conforme a atividade da empresa e o faturamento acumulado nos últimos 12 meses, tornando-o uma opção prática e vantajosa para negócios menores.

Lucro Presumido

O Lucro Presumido é indicado para empresas com faturamento anual de até R$ 78 milhões que possuem uma margem de lucro previsível. A Receita Federal presume um percentual de lucro baseado no setor de atuação (comércio, serviços, etc.), e os impostos são calculados sobre esse valor, independentemente do lucro real obtido. Essa modalidade pode ser vantajosa para empresas com custos operacionais reduzidos e alta margem de lucro.

Lucro Real

No Lucro Real, os impostos são calculados com base no lucro líquido efetivamente apurado pela empresa após todas as deduções permitidas (despesas, custos e outros). Este regime é obrigatório para negócios com faturamento anual superior a R$ 78 milhões e para empresas de setores específicos, como instituições financeiras. Ele é indicado para empresas com margens de lucro variáveis ou baixos lucros, pois permite reduzir a base tributável utilizando deduções legais.

Para escolher, leve em conta fatores como: 

  • Faturamento estimado: Regimes como o Simples Nacional possuem limites específicos de receita.
  • Margem de lucro: Empresas com margens de lucro altas podem se beneficiar do Lucro Presumido, enquanto aquelas com margens variáveis podem preferir o Lucro Real.
  • Tipo de atividade: Algumas atividades não são permitidas no Simples Nacional, sendo necessário optar por outro regime.
  • Custos operacionais: Avaliar despesas e custos fixos ajuda a determinar qual regime resulta em menor carga tributária.

6. Reúna os documentos necessários

om as etapas anteriores concluídas, é hora de reunir os documentos necessários para formalizar sua empresa. 

A documentação pode variar de acordo com o tipo de empresa e a natureza jurídica escolhida, mas geralmente inclui:

Documentos:

  • RG, CPF e comprovante de residência dos sócios
  • Certidão de nascimento ou casamento dos sócios
  • Comprovante de endereço da empresa (contrato de aluguel, escritura do imóvel ou IPTU)
  • Consulta de viabilidade de nome empresarial
  • Contrato social (para Ltda. ou SLU)
  • Requerimento de Empresário Individual (para EI)
  • Declaração de Cadastramento do MEI (para MEI)

Outros documentos podem ser solicitados em situações específicas. 

Caso você não possa abrir a empresa pessoalmente, será necessária uma procuração devidamente assinada. 

Além disso, algumas atividades exigem licenças específicas, como o alvará de funcionamento emitido pela prefeitura municipal, ou licenças ambientais, no caso de empresas que impactem o meio ambiente, como indústrias ou construções. 

Certidões negativas também podem ser requisitadas, como aquelas referentes a débitos da Receita Federal, do INSS, do FGTS e do Tribunal de Justiça, garantindo que a empresa está regularizada junto aos órgãos competentes.

7. Registre seu negócio na Junta Comercial

O registro na Junta Comercial é obrigatório para empresas que não se encaixam no MEI. 

Ele pode ser feito de forma online ou presencial, dependendo do estado em que a empresa será aberta. 

Confira abaixo os passos para cada opção.

Registro Online

  • Acesse o site da Junta Comercial do seu estado: Procure a seção de abertura de empresas.
  • Preencha os formulários: Insira informações sobre o tipo de empresa, sócios e atividades que ela exercerá.
  • Envie os documentos digitalizados: Inclua RG, CPF, comprovante de endereço, contrato social (se aplicável) e certidão de casamento (se necessário).
  • Pague as taxas: Gere e quite a guia de pagamento emitida no sistema.
  • Assine digitalmente: Utilize um certificado digital para validar o envio do processo.
  • Aguarde a análise: A Junta Comercial revisará os dados. Com a aprovação, você receberá o NIRE (Número de Identificação do Registro de Empresa) e o CNPJ.

Registro Presencial

  • Vá até a Junta Comercial do seu estado: Consulte no site local se é necessário agendar atendimento.
  • Preencha o formulário no local: Inclua informações sobre nome, endereço e atividade da empresa.
  • Leve os documentos: RG, CPF, comprovante de endereço, contrato social e outros, conforme exigido.
  • Pague as taxas: Receba a guia de pagamento, vá até um banco ou lotérica e realize o pagamento.
  • Entregue os documentos: Apresente o formulário preenchido, os documentos e o comprovante de pagamento.
  • Espere a aprovação: Após análise, você receberá o NIRE e poderá seguir com a obtenção do CNPJ.

8. Obtenha o alvará da prefeitura

Com o CNPJ da sua empresa em mãos, você precisará se inscrever na prefeitura do seu município para obter o Alvará de Funcionamento.

Esse documento é a autorização necessária, emitida pela prefeitura, para operar em um local físico e pode exigir inspeções no local.

Veja o passo a passo:

  1. Acesse o site da prefeitura do seu município.
  2. Preencha o formulário de solicitação com informações sobre a empresa e suas atividades.
  3. Envie os documentos requisitados, como CNPJ, contrato social e laudos técnicos (se aplicável).
  4. Pague a taxa de emissão e aguarde a análise.

Após aprovação, o alvará será emitido, permitindo que sua empresa comece a operar legalmente.

Como abrir um CNPJ MEI gratuitamente?

Para abrir um CNPJ MEI grátis, cadastre-se como MEI no Portal do Empreendedor

Insira informações como nome fantasia, atividades e endereço, e emita o Comprovante de Condição de Microempreendedor Individual (CCMEI). O processo é online, rápido e gratuito, ideal para regularizar pequenos negócios.

Assuntos relacionados: 

É obrigatório contratar um contador para abrir CNPJ?

Não é obrigatório contratar um contador para abrir um CNPJ, mas muitas pessoas optam por fazê-lo devido à complexidade do processo. 

A abertura de um CNPJ pode ser realizada pelo próprio empreendedor através do Portal do Empreendedor ou do Portal da Redesim, que são sistemas integrados para a formalização de empresas no Brasil.

Vantagens de abrir CNPJ

Abrir um CNPJ oferece benefícios diversos benefícios, como:

Infográfico com as 6 principais vantagens de abrir um CNPJ

Formalização

Ter um CNPJ significa poder operar de forma legal, assegurando a conformidade com as leis fiscais e trabalhistas. 

Isso melhora a credibilidade da sua empresa perante clientes, fornecedores e parceiros, além de possibilitar um planejamento tributário mais eficiente. 

A formalização também ajuda a evitar problemas com fiscalizações e cria uma imagem mais sólida no mercado.

Recolhimento adequado de impostos

Formalizar-se facilita o cálculo e pagamento correto dos impostos, reduzindo o risco de multas e juros por atrasos ou erros. 

Dependendo do porte e da atividade, você pode se enquadrar em regimes tributários como o Simples Nacional, que simplifica a gestão financeira e pode gerar economia significativa.

Emissão de notas fiscais

Emitir notas fiscais é essencial para transações comerciais, especialmente quando você negocia com outras empresas. 

Além de garantir mais transparência nas operações, isso ajuda na contabilidade e aumenta suas chances de fechar negócios importantes, conquistando mais clientes e parcerias.

Negociações e licitações

A participação em licitações públicas é exclusiva para empresas formalizadas com CNPJ. Isso abre possibilidades de contratos com órgãos governamentais e negociações de grande escala, como vendas corporativas e parcerias estratégicas. 

Para quem deseja ampliar o alcance e a relevância do negócio, é uma vantagem fundamental.

Contribuição para a Previdência Social

Ao formalizar seu negócio, você pode contribuir para a Previdência Social e garantir direitos como aposentadoria, auxílio-doença e licença-maternidade. 

Esses benefícios também se aplicam aos seus funcionários, promovendo mais segurança e estabilidade para todos.

Diversidade de meios de pagamento

Com o CNPJ, você amplia as formas de receber seus pagamentos, incluindo cartões de crédito e débito, boletos bancários e pagamentos online.

Oferecer múltiplas opções de pagamento, melhora a experiência dos seus clientes, aumenta as chances de fechar vendas e ajuda a impulsionar seu faturamento. 

Por exemplo, a InfinitePay oferece taxas até 50% menores que a concorrência, além de empréstimos sem burocracia, facilitando o acesso a capital para quem está começando.

Essas condições são especialmente vantajosas para novos empreendedores, pois reduzem custos operacionais e ampliam as opções de pagamento para os clientes, aumentando as chances de sucesso nas vendas.

Faça a gestão do seu negócio com a InfinitePay

A InfinitePay é uma excelente escolha para empreendedores que buscam uma Conta PJ gratuita, especialmente voltada para microempreendedores individuais (MEIs) e pequenas e médias empresas. 

Ela oferece:

  • Recebimento rápido: Receba o valor total na hora ou no máximo em 1 dia útil.
  • Acesso a crédito simplificado: Empréstimos direto pelo app, sem burocracia.
  • Maquininha grátis: transforme seu celular em maquininha de celular direto no app
  • Vendas online facilitadas: Crie links de pagamento e ofereça parcelamento em até 12x.
  • Taxas competitivas: Pix taxa 0%, débito a partir de 0,75%, crédito à vista por 2,69% e parcelamento em 12x a partir de 8,99%.

Abra gratuitamente sua conta PJ InfinitePay e em menos de 5 minutos 

Empreender

É fato que o mundo dos negócios e do empreendedorismo possui uma série de termos que não são facilmente reconhecidos por todas as pessoas. Boa parte deles está em inglês e é relacionada a novas tecnologias, vendas, marketing, e áreas afins.

Pensando nisso, trazemos um compilado dos principais termos, aquelas abreviações que todo empreendedor precisa saber do mundo dos negócios e do marketing em geral, para trazer conhecimento e melhorar a performance do seu negócio.

Separamos abaixo alguns termos principais com a letra A:

  • Aceleradoras: são instituições de capital privado que têm o objetivo de ajudar uma empresa com potencial de crescimento a sair de um estágio inicial para um mais avançado. Elas oferecem apoio financeiro, mentoria com profissionais experts na área de atuação da empresa acelerada e treinamentos para que o negócio (que frequentemente é uma startup) consiga se desenvolver com eficiência.
  • AIDA: é uma estratégia de marketing muito utilizada em negócios online para potencializar o alcance da marca. O nome é uma sigla para Atenção, Interesse, Desejo e Ação, e tem como objetivo a análise do comportamento do cliente durante a jornada de compra a fim de incentivá-lo a avançar pelo funil de vendas.
  • Analytics: são operações estatísticas usadas para monitorar dados que, além de mensurar a performance, podem servir como insights para tomadas de decisão. Através dessa ferramenta é possível ficar de olho nas tendências do mercado, cenários econômicos e outros indicadores que podem sugerir mudanças para melhorar o seu negócio. O termo pode ser usado de uma forma genérica, relacionada à inteligência analítica, ou às métricas de um site. Neste caso, provavelmente envolve um produto específico, o Google Analytics.
  • Aporte: de maneira geral, o aporte é uma contribuição ou subsídio dado para determinado fim. Ou seja, normalmente o termo é usado para representar um investimento financeiro que visa algum retorno, seja ele por rentabilidade, seja por crescimento da empresa. O termo também é usado para a obtenção de crédito no mercado, como um empréstimo, por exemplo.
  • Alíquota: é um percentual usado para calcular o valor final de imposto que deve ser pago, tanto por uma pessoa física, como uma jurídica. Esse percentual pode ser fixo (quando vale indistintamente para todos) ou variável (quando muda conforme a base de cálculo). Quando a alíquota é zero, há a isenção do imposto.
  • API: é uma sigla para Application Programming Interface ou Interface de Programação de Aplicativos, em português. Ela é uma espécie de código que conecta duas plataformas diferentes e funciona como uma ponte para integrar sistemas. Por exemplo, chatbots integrados a plataformas de comércio eletrônico ou login em um site feito com as credenciais de acesso ao Facebook, entre outros.  
  • Automação: tem a ver com a organização de uma empresa. A automação está relacionada com a implementação de softwares e equipamentos eletrônicos. Para um negócio ganhar em produtividade e lucratividade, pode ser interessante automatizar serviços, além da gestão de funcionários e fornecedores. Isso implica na adoção da cultura de gerenciamento, focada em simplificar e agilizar as atividades da empresa.

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