glossário do empreendedor

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Seu negócio

O controle financeiro empresarial é uma ferramenta essencial para qualquer negócio, independentemente do seu tamanho ou segmento. Ele permite que os empreendedores tenham uma visão clara da situação financeira da empresa, identificando pontos de melhoria e tomando decisões mais acertadas.

O que é controle financeiro empresarial?

O controle financeiro é o processo de registrar, organizar e analisar as informações financeiras de uma empresa. Ele envolve o acompanhamento das receitas, despesas e investimentos da empresa, além da análise de indicadores financeiros.

O controle financeiro empresarial é importante porque permite que os empreendedores:

  • Acompanhem a saúde financeira da empresa;
  • Identifiquem oportunidades de melhoria;
  • Tomem decisões mais acertadas;
  • Evitem surpresas financeiras;
  • Melhorem a gestão do negócio.

Como fazer o controle financeiro da sua empresa?

O controle financeiro empresarial pode ser dividido em cinco passos principais:

  1. Definição de objetivos e metas: O primeiro passo é definir os objetivos e metas financeiras da empresa. Isso ajudará a determinar quais informações devem ser coletadas e analisadas.
  2. Coleção de dados: O próximo passo é coletar as informações financeiras da empresa. Isso pode ser feito através de documentos como notas fiscais, extratos bancários e relatórios contábeis.
  3. Organização dos dados: As informações coletadas precisam ser organizadas de forma clara e concisa. Isso facilitará a análise e a tomada de decisões.
  4. Análise dos dados: As informações organizadas devem ser analisadas para identificar tendências e padrões. Isso ajudará a entender a situação financeira da empresa e a identificar oportunidades de melhoria.
  5. Tomadas de decisão: As informações analisadas devem ser usadas para tomar decisões financeiras. Isso pode envolver, por exemplo, a definição de preços, a redução de custos ou a expansão do negócio.

Quais são os principais métodos de controle financeiro?

Existem diversos métodos de controle financeiro que podem ser utilizados pelas empresas. Alguns dos principais métodos são:

Fluxo de caixa

O fluxo de caixa é um relatório que registra todas as entradas e saídas de dinheiro da empresa. Ele é uma ferramenta essencial para acompanhar a saúde financeira da empresa e identificar possíveis problemas de caixa.

Leia mais: O que é fluxo de caixa?

Demonstração do resultado do exercício (DRE)

A DRE é um relatório que mostra o resultado financeiro da empresa em um determinado período. Ela é importante para analisar a rentabilidade da empresa e identificar oportunidades de melhoria.

Balanço patrimonial

O balanço patrimonial é um relatório que mostra a situação financeira da empresa em um determinado momento. Ele é importante para avaliar a capacidade de endividamento da empresa e identificar possíveis riscos.

Leia mais: O que é balanço patrimonial e como ele funciona

Quais são os 4 controles financeiros?

Os 4 controles financeiros são:

Controle de contas a pagar

Este controle é responsável por acompanhar todas as contas que a empresa deve pagar, como fornecedores, impostos e empréstimos.

Controle de contas a receber

Este controle é responsável por acompanhar todas as contas que a empresa tem a receber, como clientes e vendas a prazo.

Controle de estoque

Este controle é responsável por acompanhar o estoque da empresa, incluindo quantidade, valor e custos.

Controle de despesas

Este controle é responsável por acompanhar todas as despesas da empresa, como salários, aluguel e marketing.

Você pode gostar de: Planilha de Controle de Clientes Grátis

Planilha de fluxo de caixa da InfinitePay

A InfinitePay oferece uma planilha de fluxo de caixa gratuita, customizável e de fácil adaptação para sua necessidade. 

Veja as principais vantagens de ter o controle financeiro com a planilha de fluxo de caixa da InfinitePay: 

Melhor controle financeiro

O fluxo de caixa te mantém atualizado sobre a situação financeira do seu negócio, o que permite que você antecipe soluções para problemas antes que eles escalem. Além disso, tendo consciência do contexto total da empresa, é possível que suas previsões financeiras sejam mais precisas, aumentando sua eficiência e reduzindo custos.

Redução de erros administrativos

O fluxo de caixa permite a rápida identificação de erros financeiros, como faturar o valor errado ou duplicar uma cobrança, facilitando a correção e imediato ajuste de rota.

Otimização de tempo

Um fluxo de caixa atualizado economiza o tempo que você levaria para acompanhar manualmente cada movimentação financeira da empresa. Esse tempo pode ser melhor aproveitado em outras tomadas de decisões que impactem seu negócio.

Baixe gratuitamente a planilha de fluxo de caixa da InfinitePay!

O controle financeiro de uma empresa é uma ferramenta essencial para qualquer negócio. Ele permite que os empreendedores tenham uma visão clara da situação financeira da empresa, identificando pontos de melhoria e tomando decisões mais acertadas.

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Seu negócio

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Descubra se você realmente entende tudo sobre modelos de orçamento no quiz abaixo. Aprenda estratégias valiosas para aprimorar sua gestão financeira:

Como fazer um modelo de orçamento no Word?

Para fazer um modelo de orçamento no Word, comece baixando o template gratuito da InfinitePay com 6 modelos de orçamento

No arquivo você encontrará 6 modelos diferentes de orçamento, sendo eles:

  1. Modelo de orçamento simples para todos os tipos de serviços
  2. Modelo de orçamento detalhado para serviços de construção e manutenção
  3. Modelo de orçamento detalhado para serviços profissionais e consultorias
  4. Modelo de orçamento detalhado para serviços de saúde e bem-estar
  5. Modelo de orçamento detalhado para serviços criativos e eventos
  6. Modelo de orçamento detalhado para serviços de varejo e educação

Estes arquivos abrangem diversos tipos de empreendimentos e empreendedores e podem poupar um tempo precioso na hora de personalizar um modelo de orçamento para a sua empresa.

O que você vai encontrar no template:

Ao realizar o download você terá acesso a 6 modelos diferentes personalizáveis.

Altere o quanto quiser conforme o seu negócio e a sua necessidade.

Por exemplo, você pode retirar o que achar necessário ou então adicionar mais informações, como fotos e tabelas. Considere incluir:

  • Logotipo da sua empresa para um toque mais profissional
  • Detalhes específicos sobre materiais ou processos utilizados
  • Informações sobre garantias ou suporte pós-venda
  • Testemunhos de clientes satisfeitos (se apropriado)
  • Links para portfólio ou trabalhos anteriores relevantes

Agora que você tem um modelo em mãos, que tal entender um pouquinho mais sobre o que é, que elementos devem estar presentes nele e as vantagens de usar um na sua empresa?

Logo abaixo você confere tudo isso e ainda aproveita umas dicas na hora de estruturar e preencher o seu!

O que é um modelo de orçamento?

Um modelo de orçamento é um documento que detalha todas as informações financeiras de uma empresa ou projeto em um determinado período. 

Ele serve como um guia estruturado para apresentar uma proposta de produtos ou serviços a um cliente potencial, incluindo receitas, despesas, projeções de lucro e previsões de gastos futuros. 

O objetivo principal é ajudar a manter o controle das finanças e tomar decisões informadas sobre como alocar recursos e fornecer ao cliente uma visão clara e profissional do que está sendo oferecido.

Um modelo bem elaborado não apenas ajuda na organização interna da empresa, mas também serve como uma poderosa ferramenta de marketing e comunicação com seus clientes.

Geralmente um modelo de orçamento inclui as seguintes informações:

  • Dados da empresa e do cliente: informações como CPF/CNPJ, nome, e-mail, telefone, redes sociais, endereço etc. 
  • Descrição do produto ou serviço: Um resumo abrangente do que está sendo oferecido, incluindo especificações técnicas quando aplicável.
  • Quantidade: A quantidade precisa do produto ou a extensão do serviço que está sendo orçado.
  • Preço unitário: O preço de cada unidade do produto ou a taxa horária/diária do serviço.
  • Total: O custo total do produto ou serviço, incluindo possíveis descontos ou taxas adicionais.
  • Condições de pagamento: Detalhes sobre formas de pagamento aceitas e possíveis parcelamentos.
  • Prazo de entrega ou execução: Uma estimativa clara de quando o produto será entregue ou o serviço será concluído.
  • Validade da proposta: O período durante o qual o orçamento permanecerá válido.

Leia mais: 5 livros para você aprender mais sobre educação financeira

Por que usar um modelo de orçamento?

Controle financeiro

Um modelo de orçamento permite que você acompanhe suas finanças de perto, identificando onde seu dinheiro está sendo gasto e onde você pode economizar. Ele oferece uma visão clara da saúde financeira do seu negócio, permitindo ajustes rápidos quando necessário.

Planejamento estratégico

Com um orçamento bem elaborado, você pode definir metas financeiras de longo prazo e criar um plano estratégico para alcançá-las. Isso inclui prever investimentos futuros e antecipar possíveis desafios financeiros.

Tomada de decisão informada

Um orçamento bem estruturado fornece dados concretos para embasar suas decisões de negócios. Com isso, você pode tomar decisões mais informadas sobre investimentos, contratações e expansões.

Evitar dívidas desnecessárias

Um modelo de orçamento ajuda a evitar gastos impulsivos e a contratação de dívidas desnecessárias, uma vez que ele permite uma visão antecipada dos gastos, ajudando a manter as despesas sob controle.

Baixe: Planilha de Fluxo de Caixa 

Profissionalismo e credibilidade

Apresentar um orçamento bem elaborado aos clientes demonstra profissionalismo e aumenta a credibilidade da sua empresa. Isso pode ser um diferencial importante na hora de fechar negócios. 

Como criar um modelo de orçamento do zero: 5 dicas para utilizar na hora de montar o seu

1. Entenda o que o seu cliente precisa

Antes de elaborar o orçamento, dedique tempo para compreender as necessidades e expectativas do seu cliente. 

Faça perguntas detalhadas para garantir que seu orçamento atenda ao que o cliente está buscando. 

Isso não apenas aumenta as chances de aprovação, mas também demonstra seu comprometimento em fornecer um serviço personalizado.

2. Defina a ferramenta utilizada

Escolha a ferramenta mais adequada para criar seu orçamento. Opções populares incluem:

  • Microsoft Word: Ideal para orçamentos simples e rápidos.
  • Microsoft Excel: Ótimo para orçamentos que requerem cálculos complexos.
  • Softwares especializados (AllStrategy): Oferecem recursos avançados e modelos pré-prontos.
  • Aplicativos online (Canva): Permitem acesso e edição de qualquer lugar.

Ao selecionar uma ferramenta, lembre-se de analisar a que melhor se adapta às necessidades da sua empresa e ao nível de detalhamento requerido pelos seus clientes.

3. Invista em uma boa proposta comercial 

Além dos números, ao mostrar ou enviar o modelo de orçamento, inclua uma proposta comercial convincente. 

Reforce os diferenciais da sua empresa, a qualidade dos seus produtos ou serviços, e o valor agregado que você oferece. 

Use uma linguagem clara e persuasiva, explicando por que sua oferta é a melhor escolha para o cliente.

4. Estipule prazos e metas para cada orçamento 

Definir metas financeiras realistas e fazer projeções com base nas informações coletadas, ajudará você a planejar suas finanças a curto e longo prazo. 

Além disso, estabeleça prazos claros para cada etapa do projeto ou entrega do produto. Isso demonstra organização e facilita para o cliente na hora de visualizar o cronograma do trabalho.

5. Pratique preços justos 

Estabeleça preços que sejam competitivos no mercado, mas que também reflitam o valor real do seu trabalho. 

Pesquise os preços praticados pela concorrência e considere seus custos operacionais para determinar um preço justo. 

Lembre-se de que o preço mais baixo nem sempre é a melhor estratégia; muitas vezes, os clientes estão dispostos a pagar mais por um serviço de qualidade superior.

Um bom modelo de orçamento é mais do que apenas números, é uma representação da qualidade e do valor que sua empresa oferece.

Ao seguir as dicas deste artigo e utilizar os modelos da InfinitePay, você terá em mãos um documento eficaz que ajudará você a controlar seus gastos, tomar decisões de negócios informadas e impressionar seus clientes potenciais.

Seu negócio

Quando se trata de gestão de mercadorias, saber os tipos de estoque é fundamental para garantir que sua operação funcione de maneira eficiente e competitiva. 

Cada modelo é adequado a um modelo de operação, ajudando a evitar perdas, garantir o abastecimento e melhorar a gestão financeira.

Neste artigo, você vai conhecer os 12 principais tipos de estoque, entender suas diferenças e descobrir como escolher o modelo ideal para o seu negócio.

Quais são os principais tipos de estoque?

O estoque é onde ficam armazenados produtos, matérias-primas e insumos essenciais para o funcionamento de uma empresa. 

Um gerenciamento eficaz do estoque é essencial para manter o equilíbrio entre oferta e demanda.

Conhecer os diferentes tipos de estoque permite identificar pontos de melhoria na logística e ajustar as estratégias de armazenagem conforme as necessidades do seu negócio, garantindo que os produtos certos estejam disponíveis no momento certo.

A seguir você confere os 12 principais tipos de estoque:

1. Estoque inativo

O estoque inativo é composto por produtos que ficaram parados por longos períodos, sem demanda significativa de vendas. 

Esses itens podem se tornar obsoletos, causando prejuízo para a empresa devido ao custo de armazenamento e à perda de valor de mercado.

A principal causa desse problema é a falta de controle eficiente da rotatividade dos produtos. 

Empresas que não acompanham indicadores de giro de estoque podem acabar acumulando itens sem saída.

Algumas estratégias para evitar um estoque inativo incluem:

  • Monitorar constantemente os produtos que estão há muito tempo sem vendas.
  • Criar promoções para liquidar itens parados.
  • Negociar a devolução ou substituição de produtos com fornecedores.

Para facilitar esse processo, você pode contar com ferramentas gratuitas como o PDV da InfinitePay.

Você pode utilizá-lo no nosso app, através do InfiniteTap, transformando seu celular em uma maquininha e aceitando pagamentos por aproximação.

Tanto com o Tap to Pay quanto com a nossa maquininha smart, você gerencia seu estoque diretamente nas vendas e atualiza ele de forma automática, facilitando o fechamento de caixa e podendo visualizar um relatório completo das suas vendas. 

Além disso, você consegue cadastrar todos seus produtos apenas com uma foto graças a nossa IA e ainda recebe sugestões de preço e descrição.
Vender e gerenciar nunca foi tão fácil! 

Saiba mais sobre o PDV da InfinitePay

2. Estoque mínimo

O estoque mínimo, também chamado de "ponto de ressuprimento", é a quantidade mínima necessária de um produto para garantir que ele não falte até a próxima reposição.

Esse tipo de controle é fundamental para empresas que precisam manter um fluxo de vendas contínuo sem correr o risco de rupturas. 

O cálculo do estoque mínimo leva em consideração a demanda média do produto e o tempo necessário para reposição.

Por exemplo, se um comércio vende em média 50 unidades de um determinado produto por semana e o prazo de entrega do fornecedor é de cinco dias, o estoque mínimo deve garantir pelo menos essa demanda enquanto aguarda a reposição.

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3. Estoque máximo

O estoque máximo representa a quantidade máxima de mercadorias que a empresa pode armazenar sem comprometer espaço, recursos financeiros e validade dos produtos.

Definir um limite superior para o estoque é essencial para evitar acúmulo desnecessário e custos elevados com armazenagem. 

Fatores como espaço físico disponível, capacidade de giro dos produtos e histórico de vendas devem ser considerados ao calcular esse volume.

Empresas que trabalham com produtos perecíveis, por exemplo, precisam ter um controle rigoroso para evitar desperdícios. 

Já negócios com grande volume de vendas podem se beneficiar de compras em maior quantidade para obter melhores condições com fornecedores.

4. Estoque de segurança

O estoque de segurança é uma reserva extra de produtos mantida para evitar problemas, como atrasos na entrega de fornecedores, picos inesperados de demanda ou falhas na produção.

Esse tipo de estoque funciona como um amortecedor contra oscilações na cadeia de suprimentos e é essencial para garantir que a empresa não perca vendas por falta de produtos.

Para definir o estoque de segurança ideal, é preciso considerar fatores como:

O que considerar ao montar um estoque de segurança
  • Histórico de vendas: analisar a demanda média e as flutuações sazonais.
  • Tempo médio de reposição: calcular quanto tempo os fornecedores levam para entregar novos lotes.
  • Previsibilidade da demanda: entender se os produtos vendidos sofrem picos inesperados de procura.

Manter um estoque de segurança equilibrado ajuda a empresa a oferecer um atendimento mais confiável ao cliente sem gerar custos desnecessários com armazenamento excessivo.

5. Estoque de contingência

O estoque de contingência é semelhante ao estoque de segurança, mas é reservado exclusivamente para situações emergenciais e crises. 

Ele serve como um plano de ação para garantir a continuidade das operações em casos imprevistos, como falhas de produção, greves de transporte, problemas climáticos ou crises econômicas.

Esse tipo de estoque costuma ser adotado por empresas que operam em setores estratégicos e que não podem correr o risco de interromper suas operações.

Para gerenciá-lo corretamente, é necessário:

  • Ter um planejamento claro de quando e como utilizar esse estoque.
  • Monitorar constantemente a validade e o estado dos produtos armazenados.
  • Reavaliar sua necessidade periodicamente, para não comprometer o fluxo de caixa.

Embora seja um investimento adicional, o estoque de contingência pode evitar prejuízos muito maiores em caso de crises.

6. Estoque de ciclo

O estoque de ciclo é aquele utilizado para atender a produção ou venda de produtos em ciclos regulares

Empresas que operam com diferentes linhas de produtos ou que possuem processos produtivos segmentados costumam utilizar esse modelo para equilibrar a oferta e a demanda ao longo do tempo.

Por exemplo, uma fábrica de roupas que trabalha com coleções sazonais pode produzir grandes lotes de cada peça e armazená-las até o período de lançamento. 

Isso evita a necessidade de produzir tudo de uma vez e melhora a eficiência operacional.

As principais vantagens do estoque de ciclo incluem:

  • Maior previsibilidade na produção e distribuição.
  • Redução de desperdícios ao alinhar a produção com a demanda.
  • Melhor negociação com fornecedores, já que compras em maior volume podem garantir melhores preços.

Para manter esse estoque eficiente, é essencial um controle rigoroso sobre os prazos de produção e o volume armazenado, evitando excessos ou rupturas.

7. Estoque de antecipação ou sazonal

O estoque de antecipação, também conhecido como estoque sazonal, é utilizado por empresas que se preparam para períodos de alta demanda, como datas comemorativas ou estações do ano.

Esse tipo de estoque é comum em setores como varejo, alimentação e moda, onde as vendas aumentam significativamente em eventos como Natal, Dia das Mães, Black Friday e Páscoa.

Manter um estoque de antecipação bem planejado pode trazer vantagens como:

  • Aproveitar oportunidades sazonais: garantir produtos suficientes para atender ao aumento da demanda.
  • Evitar atrasos na reposição: fornecedores podem demorar mais para entregar durante períodos de pico.
  • Reduzir custos com compras emergenciais: adquirir produtos antecipadamente pode gerar negociações mais vantajosas.

Para implementar esse modelo de forma eficiente, é essencial analisar os dados de vendas anteriores e utilizar ferramentas de gestão de estoque que ajudem a prever a demanda corretamente.

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8. Estoque de proteção ou isolador

O estoque de proteção, também chamado de estoque isolador, é omo uma reserva estratégica mantida para lidar com oscilações na oferta e na demanda

Ele é muito utilizado por empresas que dependem de fornecedores sujeitos a atrasos, variações de preço ou riscos logísticos.

Diferente do estoque de segurança, que visa cobrir variações de curto prazo, esse tipo de estoque tem um foco mais amplo, prevenindo impactos de longo prazo, como:

  • Aumento repentino nos preços das matérias-primas.
  • Problemas na cadeia de suprimentos, como greves ou crises econômicas.
  • Dificuldades na importação de produtos devido a taxas ou restrições comerciais.

O estoque de proteção é muito utilizado por indústrias que precisam garantir uma produção contínua, mesmo diante de instabilidades externas. 

No entanto, exige um planejamento financeiro cuidadoso para evitar custos elevados de armazenagem.

9. Estoque consignado

O estoque consignado é um modelo em que os produtos são armazenados no ponto de venda ou em parceiros comerciais, mas continuam sendo propriedade do fornecedor até que a venda seja concretizada. 

Esse tipo de estoque é muito utilizado em lojas de roupas, livrarias e mercados, onde as mercadorias só são pagas ao fornecedor depois que o cliente final as compra.

As vantagens desse modelo incluem:

vantagens do estoque consignado
  • Redução do risco financeiro para o lojista, já que o pagamento só ocorre após a venda.
  • Maior disponibilidade de produtos no ponto de venda sem necessidade de alto investimento inicial.
  • Facilidade na reposição de mercadorias, pois o fornecedor acompanha o giro dos produtos.

No entanto, esse modelo exige um controle rigoroso para garantir que os produtos consignados sejam contabilizados corretamente, evitando perdas ou divergências no estoque.

10. Estoque regulador

O estoque regulador é utilizado por empresas que possuem múltiplas filiais ou unidades de distribuição e precisam garantir um fluxo equilibrado de mercadorias entre os pontos de venda.

Nesse modelo, a empresa mantém um centro de distribuição centralizado, que abastece as demais unidades conforme a demanda. Isso permite que cada filial tenha um estoque adequado, sem excessos ou faltas.

As principais vantagens desse tipo de estoque incluem:

  • Melhor controle de distribuição entre diferentes locais.
  • Redução de custos logísticos, otimizando o transporte de mercadorias.
  • Flexibilidade para redistribuir produtos conforme a necessidade de cada unidade.

Para manter esse estoque eficiente, é essencial contar com sistemas de gestão integrados, garantindo que os níveis de estoque sejam monitorados em tempo real e que as reposições sejam feitas de maneira estratégica.

11. Estoque em trânsito

O estoque em trânsito corresponde às mercadorias que estão sendo transportadas entre fornecedores, centros de distribuição e pontos de venda. 

Esse tipo de estoque ainda não está fisicamente disponível para venda, mas já faz parte do fluxo operacional da empresa.

Ter um bom controle do estoque em trânsito é essencial para evitar problemas como falta de produtos ou atrasos nas entregas. 

Para isso, é importante:

  • Monitorar os prazos de entrega de fornecedores e transportadoras.
  • Acompanhar o status de cada lote em deslocamento.
  • Integrar sistemas de rastreamento para obter informações em tempo real.

Uma boa gestão desse estoque permite que a empresa otimize suas operações logísticas, garantindo que os produtos cheguem no tempo certo e na quantidade ideal.

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12. Dropshipping

O dropshipping é um modelo de estoque diferenciado, no qual a empresa vende produtos sem precisar armazená-los fisicamente

Em vez disso, os pedidos são encaminhados diretamente ao fornecedor, que é responsável pela entrega ao cliente final.

Esse tipo de estoque tem sido amplamente utilizado por lojas online e marketplaces, pois reduz os custos com armazenamento e logística. 

Suas principais vantagens incluem:

  • Baixo investimento inicial, já que não há necessidade de manter um estoque próprio.
  • Maior variedade de produtos disponíveis, sem restrição de espaço físico.
  • Operação simplificada, pois o lojista se preocupa apenas com a venda e o atendimento ao cliente.

Por outro lado, o dropshipping também apresenta desafios, como a dependência de fornecedores e a necessidade de um controle eficiente para garantir prazos de entrega e qualidade dos produtos.

Como escolher o tipo de estoque ideal para o seu negócio?

A escolha do tipo de estoque ideal para o seu negócio depende de uma série de fatores, como o tipo de produto comercializado, o volume de vendas, a sazonalidade da demanda e a localização dos clientes.

Mas saber escolhê-lo é essencial para manter um fluxo de vendas saudável, evitar desperdícios e garantir que os produtos estejam disponíveis no momento certo.

Cada empresa possui necessidades diferentes, e a estratégia de estoque deve ser definida com base em fatores como:

  • Modelo de negócio: varejo, indústria, e-commerce ou serviços exigem abordagens distintas.
  • Volume de vendas: produtos com alta rotatividade exigem reposição constante, enquanto itens sazonais precisam de um planejamento antecipado.
  • Prazos de entrega de fornecedores: quanto maior o tempo de reposição, maior a necessidade de um estoque de segurança.
  • Espaço disponível para armazenagem: um estoque mal dimensionado pode gerar custos desnecessários com armazenamento ou levar à falta de produtos.
  • Previsibilidade da demanda: acompanhar históricos de vendas ajuda a evitar excessos ou rupturas no estoque.

Em geral, as empresas que comercializam produtos com alta demanda e baixa sazonalidade podem manter um estoque de segurança menor. 

Já as empresas que comercializam produtos com baixa demanda e alta sazonalidade devem manter um estoque de segurança maior.

A localização dos clientes também é um fator importante a ser considerado. 

Empresas que atendem a uma demanda local devem manter estoques regionais ou de distribuição. 

Já empresas que atendem a uma demanda nacional ou internacional devem manter estoques centrais.

Além disso, o uso de tecnologia facilita a gestão de estoque e torna o processo mais eficiente. 

Ferramentas como um PDV integrado com atualização de estoque automática podem ajudar a automatizar o controle de mercadorias, garantindo que as vendas e reposições sejam feitas de maneira estratégica.

Automatize seu estoque com um PDV direto na maquininha ou celular!

Gerenciar o estoque manualmente pode ser um grande desafio, principalmente para pequenos e médios empreendedores que precisam equilibrar vendas, compras e atendimento ao cliente. 

Para simplificar esse processo, a InfinitePay oferece um PDV gratuito que permite vender e controlar o estoque em tempo real, seja pelo celular ou diretamente na maquininha, permitindo que você:

  • Cadastre produtos em segundos tirando apenas uma foto ou digitando manualmente.
  • Controle o estoque em tempo real, com atualização automática sempre que uma venda for realizada.
  • Acompanhe relatórios de vendas diretamente no aplicativo, sem complicações.
  • Venda por aproximação (NFC) com cartões de crédito e débito.
  • Monitore suas vendas diárias e feche o caixa sem erros.

Também é possível ter um PDV automatizado através da maquininha smart da InfinitePay que além de contar com todas essas vantagens, também permite

  • Gerenciar seu estoque diretamente pela maquininha, sem precisar de outro sistema.
  • Emitir fichas de atendimento no modo evento, agilizando o fluxo de clientes.

Aproveite uma solução completa que pode ajudar você a gerenciar seu estoque de forma mais eficiente.

Faça a gestão do seu estoque de maneira prática com o PDV da InfinitePay

Seu negócio

O planejamento operacional é um processo de definição de objetivos e metas para o curto prazo, geralmente dentro de um ano. Ele é responsável por transformar os objetivos estratégicos da empresa em ações concretas e executáveis.

O que é planejamento operacional?

O planejamento operacional é um desdobramento do planejamento estratégico. Enquanto o planejamento estratégico define os objetivos e metas da empresa a longo prazo, o planejamento operacional define como esses objetivos serão alcançados no dia a dia.

O planejamento operacional é importante para garantir que a empresa esteja operando de forma eficiente e eficaz. Ele ajuda a identificar oportunidades de melhoria, a reduzir custos e a aumentar a produtividade.

Leia mais: Controle financeiro: como fazer e por que é importante para sua empresa

Importância do planejamento operacional

O planejamento operacional é importante para as empresas por diversos motivos, incluindo:

Maior eficiência e produtividade

Com um plano claro e bem definido, as equipes podem trabalhar de forma mais organizada e focada, evitando desperdícios de tempo e recursos.

Melhoria na tomada de decisões

O processo de planejamento exige uma análise profunda dos recursos disponíveis, dos desafios e das oportunidades, o que leva a decisões mais estratégicas e assertivas.

Redução de custos

Ao identificar gargalos e ineficiências, o planejamento operacional permite otimizar processos e minimizar custos desnecessários.

Aumento da competitividade

Uma empresa com um planejamento sólido está mais preparada para lidar com mudanças no mercado e desafios inesperados, aumentando sua capacidade de competir e prosperar.

Como elaborar um plano operacional

Para elaborar um plano operacional eficaz, é importante seguir alguns passos:

Defina seus objetivos

Comece por definir claramente os objetivos que você deseja alcançar. Sejam eles aumentar as vendas, lançar um novo produto ou melhorar a qualidade do atendimento, é fundamental ter uma visão clara do que se pretende alcançar.

Analise seus recursos

Avalie os recursos humanos, financeiros e tecnológicos que você tem à disposição. Essa análise permitirá identificar as ferramentas e os talentos necessários para alcançar seus objetivos.

Estabeleça prazos e responsabilidades

Defina prazos realistas para cada tarefa e designe responsáveis por sua execução. Isso garantirá que o trabalho seja realizado dentro do cronograma e com o nível de qualidade desejado.

Monitore e avalie seu progresso

É importante monitorar o progresso de seu plano regularmente e fazer ajustes quando necessário. Avalie os resultados e identifique oportunidades de melhoria contínua.

Comunique-se com sua equipe

Mantenha sua equipe informada e engajada no processo de planejamento. Comunique os objetivos, prazos e responsabilidades a todos os envolvidos para garantir que todos estejam remando na mesma direção.

O que deve conter um plano operacional?

Um plano operacional deve conter, pelo menos, os seguintes itens:

  • Objetivos e metas: Os objetivos e metas operacionais devem ser claros, específicos, mensuráveis, alcançáveis, relevantes e temporais.
  • Estratégias: As estratégias são os caminhos que a empresa irá percorrer para alcançar os objetivos e metas operacionais.
  • Ações: As ações são as atividades específicas que serão realizadas para implementar as estratégias.
  • Cronograma: O cronograma define o prazo para a realização das ações.
  • Responsáveis: Os responsáveis são as pessoas que serão responsáveis por realizar as ações.
  • Recursos: Os recursos são os recursos necessários para realizar as ações.

Planilha de fluxo de caixa da InfinitePay

Uma das ferramentas que podem facilitar o processo de planejamento operacional é a Planilha de Fluxo de Caixa da InfinitePay, disponível para download grátis. Essa planilha é uma excelente aliada para o controle financeiro da empresa, pois permite registrar todas as entradas e saídas de recursos de forma organizada e detalhada.

Principais funcionalidades da planilha de fluxo de caixa da InfinitePay:

Registro de receitas e despesas

Permite o registro diário ou mensal de todas as transações financeiras da empresa.

Controle de saldo

Mostra o saldo disponível em cada período, facilitando o acompanhamento da saúde financeira da empresa.

Projeção de fluxo de caixa

Ajuda a prever futuros saldos com base nas entradas e saídas já registradas, permitindo um planejamento financeiro mais eficaz.

Você também pode se interessar por: O que é antecipação de recebíveis e como ela ajuda seu negócio

Relatórios personalizados

Ajuda na montagem de relatórios personalizados para análise e tomada de decisões.

A planilha de fluxo de caixa da InfinitePay é uma ferramenta gratuita que pode ajudar as empresas a planejar e controlar seu fluxo de caixa. A planilha é simples e intuitiva, e permite que os usuários registrem todas as suas receitas e despesas de forma organizada.

Finanças

O faturamento é um dos principais indicadores financeiros de uma empresa. Ele representa o valor total das vendas de produtos ou serviços realizados em um determinado período, sem considerar os custos.

Em outras palavras, o faturamento é o dinheiro que entra no caixa da empresa a partir de sua atividade principal. Ele é calculado multiplicando-se a quantidade de produtos ou serviços vendidos pelo preço unitário.

Por exemplo, se uma empresa vende 100 unidades de um produto a R$10,00 cada, o seu faturamento será de R$1.000,00.

O que é faturamento?

Em termos simples, o faturamento é a soma total de todas as receitas obtidas por uma empresa em um determinado período de tempo. Essas receitas são geradas a partir da venda de produtos ou serviços, e o faturamento representa o montante bruto que a empresa recebe antes de deduzir os custos e despesas operacionais.

Faturamento vs. Lucro

É importante distinguir entre faturamento e lucro, já que esses dois conceitos estão relacionados, mas são diferentes. Enquanto o faturamento representa o total das receitas, o lucro é o valor que resta após subtrair todos os custos e despesas, incluindo impostos, salários e outros gastos operacionais. Em resumo, o faturamento é a entrada de dinheiro, enquanto o lucro é o que sobra depois de pagar todas as contas.

Diferença entre renda e faturamento

Outro ponto importante a ser esclarecido é a diferença entre renda e faturamento. Renda refere-se ao dinheiro que uma pessoa física ganha, como salário, aluguel, dividendos de investimentos, entre outros. Faturamento, por outro lado, é uma métrica utilizada no contexto empresarial para calcular a receita total de uma empresa.

Importância do faturamento

O faturamento é importante para a empresa porque:

  • É um indicador da saúde financeira do negócio. Quanto maior o faturamento, maiores são as chances de a empresa ter lucro.
  • Serve para definir o porte da empresa. No Brasil, o faturamento é um dos critérios utilizados para enquadrar as empresas nos regimes tributários Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real.
  • É usado para calcular indicadores financeiros como o retorno sobre o investimento (ROI) e o ponto de equilíbrio.

Leia mais: 

Como aumentar seu faturamento sem aumentar a base de clientes

3 dicas essenciais para aumentar o faturamento da sua Oficina Mecânica

Como fazer o faturamento?

Fazer o faturamento de uma empresa envolve registrar todas as vendas ou receitas geradas e manter um controle detalhado de todas as transações financeiras. Isso pode ser feito manualmente ou com o auxílio de softwares de gestão financeira, dependendo do porte e das necessidades da empresa.

O faturamento é calculado multiplicando-se a quantidade de produtos ou serviços vendidos pelo preço unitário.

A fórmula é a seguinte:

Faturamento = Quantidade de produtos ou serviços vendidos * Preço unitário

Por exemplo, se uma empresa vende 100 unidades de um produto a R$10,00 cada, o seu faturamento será de R$1.000,00.

Faturamento = 100 * 10

Faturamento = 1.000

Qual é a função de um faturista?

O faturista desempenha um papel importante na empresa, sendo responsável por emitir faturas, boletos e notas fiscais, garantindo que todas as transações sejam registradas adequadamente. Eles também podem lidar com o processo de cobrança e auxiliar na gestão financeira.

Faturamento do MEI (Microempreendedor Individual)

Para os microempreendedores individuais (MEIs), o faturamento é um conceito crucial. De acordo com as regras do MEI, existe um limite anual de faturamento para se qualificar como MEI. Caso o faturamento anual exceda esse limite, o empresário pode perder os benefícios do MEI e precisará se enquadrar em um regime tributário diferente.

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Capital social MEI: o que é, para que serve e como definir

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Em resumo, o faturamento é o montante total de receitas geradas por uma empresa em um determinado período. É uma métrica fundamental para avaliar o desempenho financeiro de um negócio, mas não deve ser confundido com lucro. É importante compreender os princípios do faturamento para tomar decisões financeiras sólidas e garantir o sucesso da empresa.

Empreender

O capital social MEI é um valor que representa o investimento inicial do empreendedor para iniciar as atividades do seu negócio. Ele é declarado no momento da formalização do MEI, no Portal do Empreendedor.

O que é capital social MEI?

Capital social é o valor que os sócios ou proprietários de uma empresa investem para iniciar as atividades do negócio. Ele é usado para comprar equipamentos, móveis, matéria-prima, aluguel, entre outros custos.

No caso do MEI, o capital social é o valor que o empreendedor investe para comprar os bens e serviços necessários para iniciar as atividades do seu negócio. Ele pode ser utilizado para comprar equipamentos, móveis, matéria-prima, aluguel, entre outros.

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MEI: vantagens, limitações e obrigações

Passo a passo: Como abrir um MEI sem dúvidas

Para que serve o capital social MEI?

O capital social MEI serve para:

  • Representar o investimento inicial do empreendedor;
  • Servir de base para o cálculo do pró-labore do MEI;
  • Ser utilizado para cobrir despesas do negócio, como a compra de insumos e a manutenção de equipamentos;
  • Servir de garantia para dívidas do negócio.

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Como definir o capital social MEI?

O capital social MEI deve ser definido com base no investimento real que o empreendedor fez para iniciar as atividades do seu negócio. Se você não tem certeza de quanto investir, é importante fazer um orçamento detalhado de todos os custos envolvidos.

Aqui estão algumas dicas para definir o capital social MEI:

  1. Liste todos os equipamentos e serviços necessários para iniciar as atividades do seu negócio;
  2. Faça uma estimativa do custo de cada item;
  3. Some os custos de todos os itens para obter o valor total do investimento;
  4. Considere um valor extra para cobrir despesas inesperadas.

Qual deve ser o capital social do MEI?

Não há valor mínimo ou máximo para o capital social MEI. O valor a ser declarado é o montante que o empreendedor precisará investir para abrir o negócio e torná-lo viável até que ele comece a gerar faturamento e lucro.

No entanto, é importante considerar que o capital social MEI é utilizado para cobrir despesas do negócio, como a compra de insumos e a manutenção de equipamentos. Portanto, é recomendável investir um valor suficiente para garantir a viabilidade do negócio.

Exemplo de cálculo de capital social MEI

Imagine que você é um profissional autônomo que presta serviços de limpeza. Para iniciar as atividades do seu negócio, você precisa comprar um aspirador de pó, um mop, um balde e uma vassoura. Os custos desses itens são os seguintes:

Aspirador de pó: R$ 500

Mop: R$ 200

Balde: R$ 100

Vassoura: R$ 50

O total do investimento é de R$ 850. Portanto, o capital social MEI desse negócio seria de R$ 850.

Como aumentar o capital social do MEI?

O capital social MEI pode ser aumentado a qualquer momento, desde que o empreendedor cumpra os seguintes requisitos:

  • Estar com o MEI ativo;
  • Estar com os tributos em dia;
  • Não ter pendências cadastrais.

Para aumentar o capital social MEI, o empreendedor deve acessar o Portal do Empreendedor e seguir os seguintes passos:

  1. Acesse o Portal do Empreendedor;
  2. Clique em "Meu MEI";
  3. Clique em "Alterar dados";
  4. Selecione a opção "Capital Social";
  5. Informe o novo valor do capital social;
  6. Clique em "Salvar".

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O que acontece se ultrapassar o valor do capital social MEI?

O aumento do capital social MEI é feito gratuitamente e não há prazo para ser realizado.

O que acontece se ultrapassar o valor do MEI depende do quanto o valor do faturamento ultrapassa o limite.

Se o faturamento anual do MEI ultrapassar o limite em até 20%, o empreendedor será desenquadrado do MEI automaticamente no ano seguinte. Nesse caso, o empreendedor terá que pagar uma multa por ultrapassar o faturamento via DAS complementar, cujo valor é calculado conforme a quantia excedida.

Além disso, o empreendedor que ultrapassar o limite do MEI estará sujeito às seguintes consequências:

  • Deverá pagar tributos como uma microempresa, com alíquotas maiores;
  • Não poderá emitir notas fiscais de microempreendedor individual;
  • Não poderá acessar os benefícios previdenciários do MEI, como aposentadoria, auxílio-doença e salário-maternidade;
  • Poderá ser penalizado administrativamente, com multas e outras penalidades.
  • Para evitar ultrapassar o limite do MEI, é importante que o empreendedor faça um controle rigoroso do faturamento do seu negócio. O empreendedor também pode optar por alterar a forma de tributação do seu negócio, passando para a modalidade de microempresa.

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Aqui estão algumas dicas para evitar ultrapassar o limite do capital social MEI:

  • Faça um controle rigoroso do faturamento do seu negócio;
  • Tenha um planejamento financeiro para o seu negócio;
  • Seja realista em relação às expectativas de faturamento;
  • Considere a possibilidade de alterar a forma de tributação do seu negócio.

O capital social MEI é um importante elemento para a formalização do MEI. Ele representa o investimento inicial do empreendedor e serve para diversas finalidades. Ao definir o capital social MEI, é importante considerar o investimento real que o empreendedor fez para iniciar as atividades do seu negócio.

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