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Na hora de escolher onde investir o seu dinheiro, muitas pessoas se deparam com a dúvida: CDI ou poupança, qual rende mais e vale a pena investir?
A poupança sempre foi uma opção popular entre os brasileiros por sua praticidade e segurança, mas o CDI (Certificado de Depósito Interbancário) é uma alternativa que pode oferecer um retorno mais atrativo, dependendo do contexto econômico.
Neste artigo, vamos comparar os dois investimentos, analisando seus rendimentos, funcionamento e vantagens para diferentes perfis de investidores – ao final, você terá uma visão clara sobre qual é a melhor escolha para o seu dinheiro.
O rendimento do CDI e da poupança está diretamente ligado às taxas de juros da economia brasileira, especialmente a Taxa Selic, definida pelo Banco Central.
A regra de rendimento da poupança depende do nível da Selic:
Já o CDI acompanha a Taxa Selic de forma mais próxima, pois é utilizado nos empréstimos entre bancos.
Normalmente, os investimentos atrelados ao CDI, como CDBs, LCIs e LCAs, oferecem rentabilidades que variam entre 80% a 120% do CDI, dependendo da instituição financeira e do tipo de aplicação.
Ou seja, na maior parte dos cenários, um investimento que pague 100% do CDI tende a render mais que a poupança, mesmo com a incidência de imposto de renda.
Leia mais:
Sim, o CDI costuma render mais que a poupança, especialmente em cenários onde a Selic está alta.
Vamos analisar alguns exemplos práticos para entender melhor essa diferença.
Se considerarmos um investimento que paga 100% do CDI, com a taxa CDI em 10,65% ao ano (aproximadamente 0,85% ao mês), o cálculo do rendimento seria:
Já na poupança, com um rendimento fixo de 0,5% ao mês + TR (Taxa Referencial), se desconsiderarmos a TR, o rendimento seria:
Ou seja, o CDI rende mais que a poupança mesmo considerando o desconto do imposto de renda.
Leia mais: O que é Taxa Referencial (TR) e como impacta nas suas finanças?
Se mantivermos o mesmo cenário, com um CDI de 10,65% ao ano, o rendimento bruto de R$ 1.000 em 12 meses seria:
Já o rendimento líquido, considerando a tabela de imposto de renda regressivo (15% a 22,5%), ficaria entre:
Na poupança, com um rendimento fixo de 6,17% ao ano, o cálculo seria:
Isso significa que, mesmo após o desconto do imposto de renda, o CDI ainda rende mais que a poupança.
O CDI (Certificado de Depósito Interbancário) é um título privado emitido por bancos com o objetivo de realizar empréstimos de curtíssimo prazo entre as próprias instituições financeiras.
Esses empréstimos ocorrem porque os bancos precisam equilibrar seu caixa diariamente, garantindo que tenham recursos suficientes para cumprir exigências regulatórias do Banco Central.
Na prática, o CDI funciona como um referencial para o rendimento de diversos investimentos de renda fixa, como CDBs (Certificados de Depósito Bancário), LCIs (Letras de Crédito Imobiliário) e LCAs (Letras de Crédito do Agronegócio) – ele anda muito próximo da Taxa Selic, pois ambos estão ligados aos juros da economia.
Quando você investe em produtos que rendem um percentual do CDI, como CDBs que pagam 100% do CDI, significa que sua aplicação crescerá de acordo com essa taxa.
Como o CDI geralmente é mais alto do que o rendimento da poupança, ele se torna uma opção mais atrativa para quem busca um investimento seguro e rentável.
Em 2025, com a Selic em 10,65% ao ano, a taxa do CDI está em torno de 10,65% ao ano também – isso significa que, ao investir em um produto que rende 100% do CDI, o seu dinheiro cresce conforme essa taxa.
Se o seu investimento paga 120% do CDI, por exemplo, ele renderá 20% a mais que o CDI padrão.
No entanto, a taxa do CDI pode mudar ao longo do ano, conforme o Banco Central altera a Selic para controlar a inflação e a economia – por isso, é sempre bom acompanhar as atualizações da taxa antes de tomar decisões de investimento.
Investir em aplicações que rendem baseadas no CDI é muito simples: basta escolher um produto financeiro que esteja atrelado a essa taxa.
Aqui estão algumas das principais formas de investir:

1. CDBs (Certificados de Depósito Bancário)
2. LCIs e LCAs (Letras de Crédito Imobiliário e do Agronegócio)
3. Fundos DI (Fundos de Renda Fixa)
4. Tesouro Selic
Para investir em qualquer uma dessas opções, basta abrir conta em um banco ou corretora de valores e escolher a aplicação mais adequada para o seu perfil.
Saiba mais sobre como fazer o dinheiro render.
Antes de decidir onde investir, é importante entender qual é o seu perfil de investidor – isso ajuda a definir se o CDI é uma boa escolha e qual tipo de aplicação dentro dessa categoria faz mais sentido para você.
Os perfis são:
Saber qual é o seu perfil permite escolher o melhor investimento atrelado ao CDI para suas necessidades e objetivos financeiros.
A poupança tem uma regra fixa de rendimento, definida da seguinte forma:
Considerando que o CDI está em torno de 10,65% ao ano, e a poupança rende aproximadamente 6,17% ao ano + TR, podemos comparar os rendimentos de forma prática:
Mesmo considerando o imposto de renda sobre os investimentos que seguem o CDI, em muitos casos, eles continuam sendo mais vantajosos que a poupança.
Leia também: Quanto rende 1 milhão na poupança em 2025?
A principal diferença entre CDI e poupança está na forma como o rendimento é calculado e na sua finalidade dentro do sistema financeiro.
| Característica | CDI | Poupança |
|---|---|---|
| O que é | Taxa de juros utilizada entre bancos e referência para investimentos de renda fixa. | Conta de depósito regulamentada pelo governo, usada para guardar dinheiro. |
| Rentabilidade | Normalmente acima da poupança (exemplo: 100% do CDI = 10,65% ao ano). | Cerca de 6,17% ao ano quando a Selic está acima de 8,5%. |
| Liquidez | Depende do investimento (CDBs e LCIs podem ter liquidez diária ou prazo fixo). | Liquidez imediata, mas só rende a cada 30 dias. |
| Imposto de Renda | Sim (exceto para LCIs e LCAs). | Não há cobrança de IR. |
| Segurança | Garantido pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC) até R$ 250 mil por CPF e instituição. | Também é garantida pelo FGC, sem limite de valor. |
No geral, o CDI é mais vantajoso para quem quer melhores rendimentos, mesmo com o desconto do imposto de renda.
Empreendedores precisam de alternativas de investimento que ofereçam liquidez, segurança e boa rentabilidade.
O CDI pode ser uma excelente opção para manter capital de giro, recursos para expansão e reservas de emergência, já que seus rendimentos costumam superar a inflação.

Em cenários de Selic alta, aplicações que rendem 100% do CDI ou mais são mais vantajosas do que deixar o dinheiro parado na poupança.
Muitos CDBs e fundos DI oferecem liquidez diária, permitindo que o empreendedor tenha acesso ao dinheiro quando precisar.
LCIs e LCAs são opções interessantes para maximizar o rendimento, já que são isentas de IR para pessoa física.
O CDI é um investimento de baixo risco, garantindo maior segurança para guardar dinheiro da empresa sem perder rentabilidade.
O empreendedor pode separar o capital em diferentes aplicações atreladas ao CDI:
Deixar dinheiro parado na conta corrente ou na poupança pode significar perda de valor com o tempo, devido à inflação.
Investimentos atrelados ao CDI garantem que o capital do negócio esteja sempre rendendo.
Se um empreendedor tem R$ 50 mil guardados na conta da empresa e decide investir em um CDB de 100% do CDI, com a taxa de 10,65% ao ano, ele terá um rendimento bruto de aproximadamente R$ 5.325 ao final de um ano.
Se esse dinheiro estivesse na poupança, com rendimento anual de 6,17%, o total ao final do ano seria R$ 3.085, uma diferença de mais de R$ 2.200.
Gerenciar bem o dinheiro exige mais do que apenas escolher onde investir – é essencial ter uma conta digital que ofereça praticidade, flexibilidade e benefícios reais.
A Conta Digital InfinitePay é uma excelente opção para otimizar suas finanças, permitindo movimentações rápidas, sem tarifas e com funcionalidades que facilitam o dia a dia de investidores e empreendedores.
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Além disso, é possível receber pagamentos e gerenciar seus recursos de forma simples e eficiente, tudo em um único aplicativo.
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O faturamento é um dos principais indicadores financeiros de uma empresa. Ele representa o valor total das vendas de produtos ou serviços realizados em um determinado período, sem considerar os custos.
Em outras palavras, o faturamento é o dinheiro que entra no caixa da empresa a partir de sua atividade principal. Ele é calculado multiplicando-se a quantidade de produtos ou serviços vendidos pelo preço unitário.
Por exemplo, se uma empresa vende 100 unidades de um produto a R$10,00 cada, o seu faturamento será de R$1.000,00.
Em termos simples, o faturamento é a soma total de todas as receitas obtidas por uma empresa em um determinado período de tempo. Essas receitas são geradas a partir da venda de produtos ou serviços, e o faturamento representa o montante bruto que a empresa recebe antes de deduzir os custos e despesas operacionais.
É importante distinguir entre faturamento e lucro, já que esses dois conceitos estão relacionados, mas são diferentes. Enquanto o faturamento representa o total das receitas, o lucro é o valor que resta após subtrair todos os custos e despesas, incluindo impostos, salários e outros gastos operacionais. Em resumo, o faturamento é a entrada de dinheiro, enquanto o lucro é o que sobra depois de pagar todas as contas.
Outro ponto importante a ser esclarecido é a diferença entre renda e faturamento. Renda refere-se ao dinheiro que uma pessoa física ganha, como salário, aluguel, dividendos de investimentos, entre outros. Faturamento, por outro lado, é uma métrica utilizada no contexto empresarial para calcular a receita total de uma empresa.
O faturamento é importante para a empresa porque:
Leia mais:
Como aumentar seu faturamento sem aumentar a base de clientes
3 dicas essenciais para aumentar o faturamento da sua Oficina Mecânica
Fazer o faturamento de uma empresa envolve registrar todas as vendas ou receitas geradas e manter um controle detalhado de todas as transações financeiras. Isso pode ser feito manualmente ou com o auxílio de softwares de gestão financeira, dependendo do porte e das necessidades da empresa.
O faturamento é calculado multiplicando-se a quantidade de produtos ou serviços vendidos pelo preço unitário.
A fórmula é a seguinte:
Faturamento = Quantidade de produtos ou serviços vendidos * Preço unitário
Por exemplo, se uma empresa vende 100 unidades de um produto a R$10,00 cada, o seu faturamento será de R$1.000,00.
Faturamento = 100 * 10
Faturamento = 1.000
O faturista desempenha um papel importante na empresa, sendo responsável por emitir faturas, boletos e notas fiscais, garantindo que todas as transações sejam registradas adequadamente. Eles também podem lidar com o processo de cobrança e auxiliar na gestão financeira.
Para os microempreendedores individuais (MEIs), o faturamento é um conceito crucial. De acordo com as regras do MEI, existe um limite anual de faturamento para se qualificar como MEI. Caso o faturamento anual exceda esse limite, o empresário pode perder os benefícios do MEI e precisará se enquadrar em um regime tributário diferente.
Leia mais:
MEI: vantagens, limitações e obrigações
Capital social MEI: o que é, para que serve e como definir
Melhor maquininha de cartão para MEI
Em resumo, o faturamento é o montante total de receitas geradas por uma empresa em um determinado período. É uma métrica fundamental para avaliar o desempenho financeiro de um negócio, mas não deve ser confundido com lucro. É importante compreender os princípios do faturamento para tomar decisões financeiras sólidas e garantir o sucesso da empresa.

Para pagar o DAS MEI em 2026, o valor parte de R$ 82,05 por mês e vence todo dia 20. Com mais de 15 milhões de MEIs ativos no país, manter essa contribuição em dia garante acesso a benefícios do INSS e evita multas, segundo o Sebrae.
Abaixo, veja o passo a passo para emitir a guia, as formas de pagamento disponíveis e como regularizar meses em atraso.
O DAS MEI pode ser pago por Pix, boleto, débito automático, cartão de crédito ou direto pelo app da InfinitePay.
O primeiro passo é emitir a guia no PGMEI, o sistema oficial da Receita Federal. O vencimento é sempre dia 20 de cada mês.
Também é possível emitir a guia pelo app oficial MEI, disponível para Android e iOS, segundo o Sebrae.
Evite sites não oficiais que cobram taxas para gerar o boleto. Verifique se o endereço termina em ".gov.br", conforme alerta do Sebrae RS.
Cada forma de pagamento tem vantagens e limitações. A tabela abaixo compara as 5 opções disponíveis para pagar a guia DAS em 2026:
| Forma de pagamento | Como usar | Vantagem | Limitação |
|---|---|---|---|
| Pix | Escaneie o QR Code da guia pelo app do banco | Processamento imediato, funciona em feriados | Exige app bancário com Pix ativo |
| Boleto bancário | Use o código de barras no internet banking, app, lotérica ou agência | Aceito em qualquer banco ou lotérica | Compensação leva até 3 dias úteis |
| Débito automático | Cadastre pelo PGMEI ou app MEI | Pagamento automático no dia 20, sem emitir guia | Disponível apenas em bancos conveniados |
| Cartão de crédito | Acesse "Pagamento da contribuição mensal" no Portal do Empreendedor e use o e-Arrecada | Possibilidade de parcelar na fatura do cartão | A operadora pode cobrar taxas adicionais |
| App InfinitePay | Consulte e pague guias DAS direto pelo app da InfinitePay | Consulta automática de guias, visualização do PDF e pagamento em um só lugar | Exige conta InfinitePay ativa |
O pagamento por cartão de crédito está disponível desde setembro de 2025 pelo ambiente e-Arrecada, segundo o Sebrae RS.
Para quem busca praticidade, o app da InfinitePay permite consultar guias mensais automaticamente, visualizar detalhes e o PDF da guia, e pagar direto pelo fluxo de pagamento de contas.
O valor do DAS MEI em 2026 varia de R$ 82,05 a R$ 87,05, dependendo da atividade exercida. O cálculo usa como base o salário mínimo de R$ 1.621,00.
A contribuição do INSS corresponde a 5% do salário mínimo (R$ 81,05). ICMS e ISS são valores fixos adicionais, conforme a tabela atualizada pela Agência Sebrae:
| Atividade | INSS (5%) | ICMS/ISS | Total mensal |
|---|---|---|---|
| Comércio e indústria | R$ 81,05 | R$ 1,00 (ICMS) | R$ 82,05 |
| Serviços | R$ 81,05 | R$ 5,00 (ISS) | R$ 86,05 |
| Comércio + serviços | R$ 81,05 | R$ 6,00 (ICMS + ISS) | R$ 87,05 |
| MEI caminhoneiro | R$ 194,52 | Até R$ 6,00 | Até R$ 200,52 |
O MEI caminhoneiro contribui com 12% do salário mínimo para o INSS, o que eleva o DAS mensal.
O processo para pagar DAS MEI atrasado é o mesmo do pagamento regular: você acessa o PGMEI, seleciona o mês em débito e o sistema recalcula o valor automaticamente com multa e juros aplicados.
A multa é de 0,33% por dia de atraso, limitada a 20% do valor da guia. Os juros seguem a taxa Selic acumulada desde o mês seguinte ao vencimento.
Quanto antes você regularizar, menor o custo total. E se o valor acumulado for alto, existe a opção de parcelamento.
O Sebrae orienta que a guia retroativa já sai com os encargos calculados, sem necessidade de cálculo manual.
Se você acumulou vários meses, o parcelamento MEI permite dividir a dívida em até 60 parcelas com valor mínimo de R$ 50 cada.
A solicitação é feita pelo Portal do Simples Nacional ou pelo e-CAC da Receita Federal, com login Gov.br nível Prata ou Ouro.
Regras do parcelamento:
Regularizar antes da inscrição em dívida ativa evita cobranças judiciais e restrições no CPF.
A inadimplência gera multa de 0,33% ao dia sobre o valor do boleto, limitada a 20%. Juros de mora acompanham a taxa Selic vigente.
O impacto vai além do financeiro. Veja as principais consequências por ordem de gravidade:
Sem o DAS em dia, você perde direitos como auxílio-doença e salário-maternidade exatamente quando mais precisa deles.
O CNPJ MEI é cancelado após 2 anos consecutivos sem entrega da DASN-SIMEI e sem pagamento das contribuições. Antes disso, o cadastro fica suspenso por 30 dias para regularização.
Mesmo após o cancelamento, os débitos migram para o CPF do titular e permanecem cobráveis por 5 anos.
Emitir a guia no PGMEI, conferir valores atualizados e manter o DAS em dia protege seus benefícios previdenciários e evita multas.
O app da InfinitePay centraliza a consulta e o pagamento das suas guias DAS em um só lugar, sem acessar o portal do governo.
Abra sua conta gratuita e pague seu próximo DAS em poucos toques.

Um sistema de cobrança otimiza seu fluxo de caixa ao automatizar o recebimento de pagamentos e reduzir a inadimplência, um controle crucial diante do recorde de 8,1 milhões de empresas negativadas em agosto de 2025. Essa ferramenta organiza todo o processo, desde o envio de faturas e lembretes automáticos até a disponibilização de múltiplos meios de pagamento, garantindo mais eficiência para manter as finanças saudáveis.
Um sistema de cobrança pode ajudar a reduzir a inadimplência e melhorar o fluxo de caixa. Isso porque ele permite que as empresas automatizem o processo de cobrança, desde o envio de faturas até o contato com clientes inadimplentes.
Leia mais:
Um sistema de cobrança é uma plataforma que automatiza os processos de cobrança de um negócio. Ele permite que os negócios enviem faturas, lembretes de pagamento, cobranças e até mesmo realizem ações de recuperação de crédito.
Os sistemas de cobrança podem ser usados por negócios de todos os tamanhos e segmentos. Eles são especialmente úteis para empresas que precisam gerenciar um grande número de cobranças ou que precisam automatizar processos manuais.

Um sistema de cobrança gerencia o processo de cobrança de valores devidos por clientes ou parceiros comerciais. Ele desempenha um papel crucial na otimização do fluxo de caixa e na redução da inadimplência. Abaixo, explicamos como geralmente funciona um sistema de cobrança:
Primeiro, as informações dos clientes são inseridas no sistema, juntamente com os detalhes dos contratos ou serviços prestados que estabelecem os valores e prazos de pagamento.
O processo inicia com a emissão de faturas automáticas com base em transações comerciais ou serviços prestados. As faturas contêm detalhes como data de vencimento, itens ou serviços prestados, e valores a serem pagos.
O sistema monitora o status de pagamento das faturas, identificando contas em dia e aquelas em atraso. Pode enviar lembretes automáticos para clientes antes e após a data de vencimento, incentivando o pagamento pontual.
Com a baixa automática, o sistema identifica o pagamento do cliente e atualiza o status da cobrança sem que você precise fazer nada. Isso elimina a necessidade de conferir extratos e atualizar planilhas manualmente, reduzindo erros e economizando tempo.
O sistema permite a personalização de estratégias com base nas características específicas dos clientes. Isso inclui a definição de políticas de crédito, a oferta de descontos por pagamentos antecipados e a criação de planos de pagamento personalizados.
Recursos analíticos são utilizados para avaliar padrões de pagamento, comportamento financeiro dos clientes e identificação de riscos. Isso ajuda na tomada de decisões informadas sobre políticas de crédito e abordagens de cobrança.
Um sistema de cobrança identifica sinais de inadimplência por meio do monitoramento constante. Isso permite ação proativa para evitar que contas em atraso se tornem problemas críticos.
Oferecer mais meios de pagamento é a melhor estratégia para aumentar as chances de receber seus clientes em dia. As opções incluem boleto à vista e parcelado, Pix Cobrança, link de pagamento e cartões de todas as bandeiras. Vales, como refeição e alimentação, também podem ser oferecidos.
Além de diversificar as opções, é importante dar flexibilidade ao cliente, como permitir a troca do meio de pagamento durante as parcelas ou em uma assinatura de serviço com cobrança recorrente.
Sistemas modernos integram o envio de cobranças diretamente pelo WhatsApp. Em vez de depender apenas de e-mail e SMS, você envia boletos e links de pagamento no app de mensagens mais usado do Brasil, o que aumenta a visibilidade e a taxa de conversão.
Geração de relatórios detalhados sobre o desempenho financeiro, incluindo análise de contas a receber, histórico de pagamentos e previsões de fluxo de caixa.
Em casos de inadimplência, o sistema facilita a implementação de estratégias de recuperação de dívidas, automatizando processos de negociação e gestão de acordos de pagamento.
A régua de cobrança é um roteiro que define quando e como enviar mensagens aos clientes para lembrá-los de pagar suas contas.
A cobrança recorrente é ideal para modelos de negócio baseados em assinaturas, planos ou mensalidades. O valor é debitado automaticamente do cliente a cada período, e o principal diferencial é que não compromete o limite total do cartão de crédito, apenas o valor da parcela mensal.
Já a cobrança avulsa é utilizada para vendas únicas ou serviços pontuais, sem programação de pagamentos futuros. É a forma mais comum de cobrança para produtos ou serviços vendidos de forma esporádica, onde você emite uma fatura, boleto ou link de pagamento para uma única transação.
O carnê digital é a versão moderna do tradicional carnê de loja, perfeito para vendas parceladas. Com ele, você gera uma sequência de cobranças com vencimentos programados, seja via boleto ou Pix, facilitando o pagamento em prestações fixas e o controle para o cliente.
Uma régua de cobrança é um conjunto de procedimentos e ações estruturadas, criadas para gerenciar o processo de cobrança de clientes inadimplentes de maneira eficiente e automatizada. Essa régua é composta por várias etapas que vão desde o primeiro contato com o cliente até ações mais severas, como a negativação do nome ou ação judicial, caso a dívida não seja quitada. O objetivo da régua de cobrança é recuperar o crédito da forma mais amigável possível, reduzir o índice de inadimplência e manter uma boa relação com o cliente.
A régua de cobrança pode variar de acordo com a política de cada empresa, o tipo de produto ou serviço oferecido e o perfil do cliente. No entanto, ela geralmente inclui comunicações via e-mail, SMS, ligações telefônicas e, em alguns casos, correspondências físicas.
Abaixo, segue um exemplo de tabela que descreve uma régua de cobrança típica, considerando D+ (dias após o vencimento da dívida):
| Ação | Comunicação | |
|---|---|---|
| Antes do vencimento | Enviar notificação | Envio de Email lembrando a data de vencimento |
| Dia do vencimento | Enviar notificação | - |
| D+3 (Três dias após o vencimento) | Verificar pagamento | Envio de WhatsApp lembrando o cliente sobre a fatura vencida e oferecendo opções de pagamento |
| D+7 (Sete dias após o vencimento) | Entrar em contato para pagamento | Contato telefônico para entender os motivos do atraso e negociar formas de pagamento |
| D+15 (Quinze dias após o vencimento) | Entrar em contato para pagamento | Nova tentativa de contato telefônico para acordo. Informar sobre a possibilidade de negativação do nome |
| D+30 (Trinta dias após o vencimento) | Entrar em contato para renegociação | Envio de notificação final via Email, alertando sobre as consequências legais do não pagamento, incluindo ação judicial |
É importante ressaltar que a régua de cobrança deve sempre respeitar as normas do Código de Defesa do Consumidor e as boas práticas de mercado, procurando manter um relacionamento saudável e respeitoso com o cliente.
Automatizar a régua de cobrança com um sistema de cobrança gratuito traz diversos benefícios tanto para as empresas quanto para os clientes, tornando o processo de cobrança mais eficiente, eficaz e menos suscetível a erros humanos. Aqui estão alguns dos principais motivos pelos quais as empresas optam pela automatização desse processo:
A automatização permite que a empresa execute uma grande quantidade de ações de cobrança em um curto espaço de tempo, reduzindo o trabalho manual necessário e permitindo que a equipe se concentre em tarefas mais estratégicas.
Garante que todas as ações de cobrança sejam realizadas de forma padronizada, seguindo as políticas da empresa, o que ajuda a manter a qualidade e a uniformidade do processo de cobrança.
A tecnologia permite segmentar e personalizar as ações de cobrança de acordo com o perfil do cliente, histórico de pagamento, valor da dívida, entre outros critérios, aumentando as chances de sucesso na recuperação do crédito.
A automatização diminui a necessidade de intervenção humana, o que pode reduzir significativamente os custos operacionais associados ao processo de cobrança.
A comunicação automatizada pode ser menos invasiva e mais amigável, oferecendo opções de negociação e pagamento de forma clara e acessível, o que contribui para a manutenção de uma boa relação com o cliente, mesmo em situações de inadimplência.
A agilidade e a precisão na execução das etapas da régua de cobrança aumentam as chances de recuperação de créditos, impactando positivamente o fluxo de caixa e a saúde financeira da empresa.
A automatização facilita o monitoramento em tempo real do processo de cobrança, permitindo ajustes rápidos na estratégia conforme necessário, além de fornecer dados valiosos para análises futuras.
Veja Prevenindo cobrança indevida
A automatização ajuda a garantir que todas as ações de cobrança estejam em conformidade com as leis e regulamentações aplicáveis, minimizando riscos legais para a empresa.
Portanto, a automatização da régua de cobrança é uma estratégia importante para otimizar o processo de recuperação de dívidas, reduzindo custos operacionais, melhorando a relação com os clientes e aumentando a eficácia na recuperação de créditos.
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Quando o assunto é gestão de cobranças, o ideal é contar com um sistema que vá além do simples envio de boletos. A InfinitePay oferece uma plataforma completa que automatiza processos, centraliza informações e garante mais controle sobre as finanças do seu negócio.
Para alcançar eficiência e atender às necessidades específicas da sua empresa, é essencial considerar fatores como o volume de transações, a complexidade das operações financeiras e o custo-benefício. A solução da InfinitePay foi desenvolvida para se adaptar a diferentes perfis de negócio, oferecendo praticidade e segurança em cada etapa da cobrança.
Por isso é indispensável contar com uma empresa reconhecida pela qualidade e segurança, que disponibiliza uma plataforma de gestão de cobranças eficiente. Dessa forma, é possível assegurar a ausência de problemas no processo de automatização, otimizando assim as atividades relacionadas.

Entender o que é DAS MEI é o primeiro passo para manter seu CNPJ regular: trata-se da guia mensal que reúne INSS, ISS e ICMS em um único boleto, com valores entre R$ 82,05 e R$ 87,05 em 2026. O Brasil já soma 15,7 milhões de microempreendedores individuais ativos, e todos precisam pagar essa contribuição todo mês.
Neste guia, você confere os valores atualizados, aprende a emitir e pagar a guia passo a passo, e entende o que acontece se deixar o DAS em atraso.
O DAS MEI é o Documento de Arrecadação do Simples Nacional, a guia mensal que reúne todos os impostos do microempreendedor individual em um único boleto.
A sigla significa Documento de Arrecadação do Simples Nacional. Na prática, é a forma que a Receita Federal criou para simplificar a vida tributária de quem empreende como MEI.
Em vez de lidar com guias separadas para cada tributo, você paga um valor fixo por mês e mantém seu CNPJ regular.
Esse modelo de cobrança unificada foi criado pela Lei Complementar 128/2008, que instituiu a figura do MEI dentro do Simples Nacional. O objetivo é que o microempreendedor pague seus tributos de forma simples, sem precisar de contador para essa obrigação.
O DAS MEI embute até três tributos, dependendo da sua atividade. O valor do INSS corresponde a 5% do salário mínimo vigente, enquanto ISS e ICMS são valores fixos.
| Imposto | Quem paga | Valor em 2026 |
|---|---|---|
| INSS (previdência social) | Todo MEI | R$ 81,05 (5% de R$ 1.621) |
| ICMS (circulação de mercadorias) | Comércio e indústria | R$ 1,00 |
| ISS (serviços) | Prestadores de serviço | R$ 5,00 |
Se você atua em comércio e serviços ao mesmo tempo, paga os três tributos.
O valor do INSS é o componente principal e corresponde a 5% do salário mínimo vigente. Em 2026, com o salário mínimo de R$ 1.621, a contribuição previdenciária é de R$ 81,05. Esse valor garante acesso a benefícios como aposentadoria por idade, auxílio-doença e salário-maternidade.
ISS e ICMS, por sua vez, são valores fixos independentes do salário mínimo. Eles não mudam de ano para ano.
DAS e DASN-SIMEI são obrigações diferentes, e uma não substitui a outra. A confusão entre elas é comum, mas entender a distinção evita problemas com a Receita Federal.
| DAS | DASN-SIMEI | |
|---|---|---|
| O que é | Guia de pagamento mensal de impostos | Declaração anual de faturamento |
| Frequência | Mensal (12 vezes ao ano) | Anual (1 vez, até 31 de maio) |
| O que você informa | Nada, o valor já é fixo | Faturamento bruto do ano anterior |
| Consequência de não fazer | Multa, juros e perda de benefícios | Multa e impedimento para emitir DAS |
O DAS mantém seu CNPJ ativo no dia a dia. A DASN-SIMEI garante regularidade perante a Receita Federal no longo prazo.
Muitos empreendedores descobrem a DASN-SIMEI apenas quando tentam emitir o DAS e encontram o impedimento. O prazo para a declaração anual é sempre 31 de maio, referente ao faturamento do ano anterior.
Se você não fez a DASN-SIMEI, o primeiro passo é regularizar a declaração. Só depois será possível voltar a emitir as guias DAS normalmente.
Todo microempreendedor individual com CNPJ ativo precisa pagar o DAS, mesmo sem faturamento no mês. A obrigação existe enquanto o CNPJ estiver aberto, independentemente de ter ou não receita.
A única exceção é quando o MEI faz a baixa oficial do CNPJ. A partir dessa data, o pagamento deixa de ser exigido.
Essa regra vale inclusive para MEIs que abriram o CNPJ e nunca realizaram nenhuma venda. Enquanto não fizer a baixa, as guias continuam sendo geradas mensalmente.
Se você ficou meses sem pagar, as guias acumulam com multa e juros, e o CNPJ pode ser cancelado após dois anos de inadimplência. Por isso, se não pretende mais atuar como MEI, a melhor decisão é dar baixa no CNPJ pelo portal Gov.br.
O valor do DAS MEI em 2026 varia de R$ 82,05 a R$ 87,05 por mês, dependendo da sua atividade. O cálculo é simples: 5% do salário mínimo (R$ 1.621) para o INSS, mais R$ 1 de ICMS e/ou R$ 5 de ISS.
O PGMEI já está ajustado para gerar as guias de 2026 com base no Decreto n.º 12.797/2025, que fixou o salário mínimo em R$ 1.621.
| Atividade | INSS (5%) | Tributo adicional | Total mensal |
|---|---|---|---|
| Comércio e indústria | R$ 81,05 | R$ 1,00 (ICMS) | R$ 82,05 |
| Prestação de serviços | R$ 81,05 | R$ 5,00 (ISS) | R$ 86,05 |
| Comércio + serviços | R$ 81,05 | R$ 1,00 (ICMS) + R$ 5,00 (ISS) | R$ 87,05 |
Esses valores valem para todos os meses de 2026 e são reajustados anualmente conforme o salário mínimo.
Para comparação, em 2025 o salário mínimo era de R$ 1.518 e o DAS variava entre R$ 76,90 e R$ 81,90. O aumento de 2026 reflete o reajuste de 6,79% no salário mínimo.
Esse reajuste acontece automaticamente no início de cada ano. Você não precisa fazer nada: o PGMEI já gera as guias com o valor atualizado a partir de janeiro.
O MEI caminhoneiro contribui com 12% do salário mínimo para o INSS, o que resulta em valores entre R$ 195,52 e R$ 200,52 por mês.
| Atividade de transporte | INSS (12%) | Tributo adicional | Total mensal |
|---|---|---|---|
| Intermunicipal e interestadual de cargas | R$ 194,52 | R$ 1,00 (ICMS) | R$ 195,52 |
| Municipal de cargas | R$ 194,52 | R$ 5,00 (ISS) | R$ 199,52 |
| Produtos perigosos | R$ 194,52 | R$ 1,00 (ICMS) + R$ 5,00 (ISS) | R$ 200,52 |
A alíquota maior (12% contra 5%) garante ao caminhoneiro uma aposentadoria proporcional mais vantajosa dentro do regime do INSS.
O DAS MEI vence todo dia 20 de cada mês, referente ao mês anterior. Se o dia 20 cair em fim de semana ou feriado, o vencimento passa para o próximo dia útil.
Você pode gerar todas as 12 guias do ano de uma vez no portal PGMEI da Receita Federal, facilitando a organização.
Três formas de não esquecer o pagamento:
Para manter seu CNPJ regular, você precisa emitir a guia e realizar o pagamento todo mês. O processo pode ser feito pelo portal do governo ou por aplicativos financeiros.
O PGMEI (Programa Gerador de DAS do Microempreendedor Individual) é o sistema oficial da Receita Federal para emissão das guias.
Se alguma guia estiver em atraso, o PGMEI calcula automaticamente os encargos e gera a guia atualizada.
Você também pode emitir o DAS pelo aplicativo MEI, disponível para Android e iOS. O fluxo é o mesmo: informe o CNPJ, selecione os meses e gere o boleto.
Uma dica: no início do ano, emita todas as 12 guias de uma vez. Assim você organiza o pagamento antecipadamente e reduz o risco de esquecer algum mês.
Depois de emitir a guia, você tem três formas de pagamento, conforme orientação do portal Gov.br:
O débito automático é a opção mais prática para quem quer evitar esquecimentos. O cadastro é feito uma vez e vale para o ano inteiro.
Para pagamento via Pix, o QR Code é gerado automaticamente na guia DAS emitida pelo PGMEI. Basta abrir o app do seu banco, escanear o código e confirmar. O pagamento é processado em segundos e o comprovante fica registrado.
Se você usa a InfinitePay, pode consultar e pagar suas guias DAS direto pelo app, sem precisar acessar o portal do governo.
O fluxo funciona assim:
A vantagem é centralizar pagamentos e gestão do seu negócio em um lugar só. Você consulta, confere o valor e paga sem alternar entre sites do governo e o app do banco.
A inadimplência gera multa, juros e pode resultar na perda de benefícios do INSS e até no cancelamento do CNPJ. As consequências se agravam com o tempo.
A Receita Federal aplica multa de 0,33% por dia de atraso, limitada a 20% do valor da guia. Sobre esse montante incidem juros mensais baseados na taxa Selic.
A progressão das consequências funciona assim:
Como o MEI é vinculado diretamente à pessoa física, as dívidas do CNPJ podem ser cobradas no seu CPF.
Na prática, deixar de pagar uma guia de R$ 82,05 pode parecer pouco. Mas ao longo de 12 meses, o acumulado (com multa e juros) ultrapassa R$ 1.100. E a perda da qualidade de segurado do INSS significa ficar sem cobertura em caso de doença, acidente ou maternidade.
Se você tem guias atrasadas, pode regularizar a situação pelo PGMEI:
O pagamento das guias atrasadas reativa seus direitos previdenciários, desde que você cumpra novamente o período de carência exigido para cada benefício.
Se você tem muitos meses em aberto, priorize o pagamento das guias mais recentes. Isso ajuda a recuperar a qualidade de segurado do INSS mais rapidamente.
Quem acumulou vários meses de dívida pode solicitar parcelamento em até 60 vezes pelo portal do Simples Nacional.
Regras do parcelamento:
Se a dívida já foi inscrita na Dívida Ativa, o parcelamento deve ser negociado diretamente com a PGFN, pelo portal Regularize.
Pagar o DAS em dia garante acesso a benefícios previdenciários, emissão de nota fiscal e melhores condições de crédito. Cada benefício exige um número mínimo de contribuições.
A contribuição mensal de 5% do salário mínimo ao INSS dá acesso a cinco benefícios previdenciários. Cada um tem um período de carência, conforme dados do portal do INSS:
O MEI serve para aposentadoria, mas apenas por idade com a contribuição de 5%. Para aposentadoria por tempo de contribuição, é necessário complementar a alíquota para 20%.
Com o DAS em dia, você mantém o CNPJ regular e pode emitir nota fiscal para clientes, algo obrigatório em vendas para outras empresas (B2B).
A regularidade fiscal também facilita o acesso a linhas de crédito com condições melhores do que as oferecidas para pessoa física. Bancos e fintechs avaliam a adimplência do CNPJ ao liberar empréstimos, antecipação de recebíveis e cartões empresariais.
Além disso, muitas plataformas de marketplace e aplicativos de delivery exigem CNPJ ativo e regular para cadastro. Com o DAS atrasado, você pode perder acesso a esses canais de venda.
Manter a regularidade também permite participar de licitações públicas simplificadas e acessar programas de capacitação gratuitos oferecidos pelo Sebrae e pelo governo federal.
Você viu como funciona o DAS MEI, os valores de 2026, como emitir a guia e as consequências de deixar o pagamento em atraso. O próximo passo é colocar isso no piloto automático.
Com o app da InfinitePay, você consulta suas guias DAS pendentes, visualiza os detalhes de cada uma e paga direto pelo app, sem precisar acessar o portal do governo.
Além do DAS, a conta digital reúne Pix ilimitado, maquininha com as menores taxas e gestão de cobranças em um só lugar. Abra sua conta gratuitamente e simplifique a gestão tributária do seu MEI.

O Sistema Público de Escrituração Digital (SPED) é uma ferramenta que veio para modernizar e facilitar o relacionamento entre os contribuintes e a administração tributária. Dentro do escopo do SPED, temos o EFD-Reinf, ou Escrituração Fiscal Digital de Retenções e Outras Informações Fiscais. Em meio a tantos termos técnicos e siglas, muitos empresários e profissionais ficam confusos. Por isso, preparamos este conteúdo para desmistificar o Reinf e explicar sua importância.
O EFD-Reinf é um dos módulos do SPED, responsável pela escrituração das retenções na fonte, seja ela de trabalhadores, seja sobre negociações com terceiros. Ele abrange, por exemplo, os tributos retidos na fonte por órgãos públicos, empresas privadas ou pagamentos a beneficiários no exterior.
Em outras palavras, "Reinf" é tipo um sistema do governo onde as empresas informam quanto pagaram e quanto de imposto foi retido em certos pagamentos, que não estão ligados à folha de salários. É como se fosse um jeito das empresas dizerem ao governo: "Olha, paguei isso e segurei esse tanto de imposto". E o governo, por sua vez, pode olhar essas informações para conferir se tudo está certinho. Não é uma ferramenta para auditar, mas sim para informar. Porém, é claro, o governo pode usar essas informações para checar se tudo tá conforme as regras.
Leia mais: DIRF: o que é e como fazer?
A criação do Reinf tem como objetivo centralizar as informações e torná-las mais acessíveis para os órgãos fiscais, reduzindo a burocracia, evitando a duplicidade de informações e, principalmente, ampliando o combate à sonegação fiscal.
Dentre as informações prestadas pelo EFD-Reinf, podemos destacar
Estão obrigadas a prestar informações pelo Reinf:
Leia mais: Gestão financeira eficiente: A chave do sucesso para seu negócio
O prazo de entrega da EFD-Reinf 2026 (Escrituração Fiscal Digital de Retenções e Outras Informações Fiscais) varia de acordo com o tipo e tamanho do contribuinte.
Lembrando que, caso a data de vencimento recaia em dia não útil, a entrega deverá ser antecipada para o dia útil imediatamente anterior.
No entanto, é importante verificar constantemente as atualizações e normativas publicadas pela Receita Federal, pois mudanças no cronograma e prazos podem ocorrer. Sempre recomendo a consulta ao portal da Receita Federal ou a um contador para garantir que você esteja ciente do prazo atualizado e das últimas obrigatoriedades.
A obrigatoriedade da entrega da EFD-Reinf (Escrituração Fiscal Digital de Retenções e Outras Informações Fiscais) depende da natureza das atividades realizadas pela empresa e de sua classificação tributária. Vamos entender os critérios para saber se sua empresa precisa entregar a EFD-Reinf:
Natureza das Operações: Independentemente da classificação tributária da sua empresa, se ela realizar operações que envolvam retenção de impostos (exceto ISS e ICMS) ou outras operações relacionadas no layout da EFD-Reinf, haverá a necessidade de entrega da escrituração. Isso inclui, por exemplo, retenção na fonte de pagamentos diversos feitos a pessoas jurídicas, retenção previdenciária sobre notas fiscais, entre outras.
Classificação Tributária:
Atividades Específicas: Existem algumas atividades específicas que tornam a empresa obrigada a entregar a EFD-Reinf:
O que fazer?
Avaliação Interna: É essencial que a empresa faça uma avaliação interna, preferencialmente com o auxílio de um contador ou equipe contábil, sobre suas atividades e operações para identificar se há obrigações relacionadas à EFD-Reinf.
Consulte um Contador: Este profissional é o mais indicado para avaliar a necessidade de entrega da EFD-Reinf com base nas atividades e operações realizadas pela empresa.
Fique atento às atualizações: A legislação tributária brasileira é frequentemente atualizada. Assim, mesmo que sua empresa não esteja obrigada agora, essa situação pode mudar. Mantenha-se atualizado e sempre em contato com seu contador.
Em suma, a obrigatoriedade está ligada tanto à classificação tributária da empresa quanto às atividades que ela realiza. A EFD-Reinf é apenas uma das diversas obrigações acessórias exigidas pelo sistema tributário brasileiro, por isso, é fundamental manter a regularidade e a conformidade com todas as exigências fiscais.
Leia mais: Como fazer seu informe de rendimentos de pessoa jurídica
A implementação do Reinf representa uma grande evolução no cenário fiscal brasileiro. Ao proporcionar uma maior transparência nas operações, ele não apenas facilita o trabalho dos profissionais da área contábil, mas também contribui para a redução da sonegação e evasão fiscal.
É fundamental que as empresas estejam atentas às suas obrigações e prazos relacionados ao Reinf, evitando possíveis penalidades. Recomenda-se, ainda, o uso de sistemas de gestão integrada e a capacitação constante da equipe responsável por essa escrituração.
O Reinf é mais uma ferramenta que busca a modernização e a transparência nas relações fiscais, trazendo benefícios tanto para o governo quanto para os contribuintes. Seu entendimento e correta aplicação são essenciais para uma gestão fiscal eficiente e alinhada às exigências legais atuais.
Visando sempre aprimorar a experiência de seus clientes, a InfinitePay tem o compromisso de enviar, automaticamente, o REINF no início de cada mês. Esta é uma das formas que a empresa demonstra sua atenção e cuidado com a conformidade fiscal de seus clientes. E as novidades não param por aí: em breve, esta funcionalidade será ainda mais acessível, estando disponível diretamente no aplicativo e também na conta web, garantindo assim mais praticidade e agilidade para todos.
Nossos clientes têm acesso direto ao arquivo do Reinf na conta digital da InfinitePay. Em apenas 4 passos você tem sua Reinf na mão. Veja:
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