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Descubra nossas melhores dicas e conselhos. Aprenda truques úteis para melhorar sua vida profissional e pessoal.

Seu negócio

O código de barras é um sistema padronizado de identificação que representa informações através de barras paralelas de diferentes espessuras. 

De acordo com a GS1 Brasil, mais de 13,5 milhões de produtos utilizam essa tecnologia no país, permitindo o registro e rastreamento preciso de informações em toda a cadeia comercial.

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A estrutura do código de barras é composta por elementos específicos que garantem a identificação única de cada produto:

Prefixo do país: 3 dígitos que identificam o país de origem

Código da empresa: 4 a 7 dígitos atribuídos pela GS1

Código do produto: 5 dígitos definidos pela empresa

Dígito verificador: 1 dígito para validação da leitura

O funcionamento do código de barras ocorre por meio de um sistema de leitura óptica que captura as informações contidas nas barras e as converte em dados digitais. Estudos (Global Language of Business) indicam que esse processo reduz em até 99,9% os erros de identificação quando comparado à digitação manual, permitindo o processamento instantâneo das informações nos sistemas de gestão.

Tipos de códigos de barras disponíveis

A GS1 Brasil estabelece diferentes padrões de códigos de barras para atender as necessidades específicas de identificação e rastreamento de produtos no mercado.

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Os tipos principais incluem:

EAN-13/GTIN-13: Sistema padrão para produtos de varejo no Brasil e Europa, com capacidade para 13 dígitos. Usado em supermercados e lojas para identificação de produtos unitários

UPC-A: Padrão com 12 dígitos utilizado no mercado norte-americano. Adequado para produtos comercializados nos Estados Unidos e Canadá

Code 128: Permite codificação alfanumérica para documentos e etiquetas logísticas. Utilizado em notas fiscais e controle de expedição

GS1 DataBar: Formato compacto para itens pequenos como medicamentos e cosméticos. Comporta informações de lote, validade e número de série

DUN-14: Identificação de caixas e volumes de transporte com 14 dígitos. Aplicado em embalagens master para controle de entrada e saída

A escolha do código de barras adequado facilita a compatibilidade com sistemas comerciais e cumpre as demandas do mercado.

Obtendo o GTIN através da GS1 Brasil

O GTIN (Global Trade Item Number) é o número de identificação global do produto, fundamental para comercialização em estabelecimentos que utilizam código de barras. 

Este identificador único permite o reconhecimento do seu produto em qualquer ponto de venda do país.

Antes de iniciar o processo para obter o GTIN, é importante tomar alguns cuidados que podem evitar contratempos e garantir que tudo ocorra da forma mais fluida possível. 

Primeiro, faça um levantamento detalhado do número de produtos que você pretende cadastrar, considerando também o potencial de crescimento do seu portfólio. 

Isso ajudará a escolher o plano de numeração mais adequado para o seu negócio.

Além disso, certifique-se de que toda a documentação necessária esteja em mãos, como o CNPJ ativo e o contrato social atualizado da sua empresa, evitando atrasos no cadastro. 

Outro ponto importante é manter os dados cadastrais da sua empresa sempre atualizados no sistema da GS1 Brasil, já que informações desatualizadas podem comprometer a emissão ou renovação dos códigos.

Por fim, ao receber o prefixo empresarial e começar a utilizar os GTINs, configure corretamente o sistema de gestão da sua empresa para integrar os códigos ao seu fluxo de trabalho. 

Assim, você terá a certeza de que os códigos de barras serão lidos e processados sem problemas nos pontos de venda.

Processo de obtenção do GTIN

  1. Acesse o portal da GS1 Brasil e preencha o cadastro inicial
  2. Envie documentação da empresa (CNPJ ativo e contrato social)
  3. Escolha a faixa de numeração conforme volume de produtos
  4. Efetue o pagamento da anuidade
  5. Aguarde a liberação do prefixo empresarial

Informações essenciais

  1. Prazo de liberação: 2 dias úteis após confirmação do pagamento
  2. Validade: renovação anual obrigatória
  3. Documentação: CNPJ ativo e contrato social atualizado
  4. Numeração: capacidade conforme plano escolhido

A regularização junto à GS1 Brasil garante a identificação única dos seus produtos e permite sua comercialização em estabelecimentos que exigem código de barras padronizado.

Consultando e comprando códigos de barras na GS1 Brasil

A aquisição de códigos de barras oficiais através da GS1 Brasil garante conformidade com os padrões internacionais e aceitação em estabelecimentos comerciais. O processo envolve etapas específicas para garantir a legitimidade dos códigos.

Processo de aquisição

  1. Cadastre-se no portal da GS1 Brasil
  2. Preencha o formulário com dados da empresa
  3. Envie a documentação necessária (CNPJ e contrato social)
  4. Escolha o plano adequado ao seu volume de produtos
  5. Efetue o pagamento da anuidade

Consulta e validação

  1. Acesse o portal da GS1 para verificar códigos existentes
  2. Utilize o sistema de consulta do Cadastro Nacional de Produtos
  3. Verifique a validade dos códigos em uso
  4. Monitore o status de suas licenças

Documentação necessária

  1. CNPJ ativo e regular
  2. Contrato social atualizado
  3. Documentos do responsável legal
  4. Comprovante de endereço da empresa

Os códigos oficiais GS1 garantem a integração com sistemas de grandes varejistas e conformidade com exigências fiscais. A regularização deve ser mantida através de renovação anual junto à GS1 Brasil.

Passo a passo para criar códigos de barras para seus produtos

A criação de códigos de barras envolve etapas organizadas baseadas nos padrões da GS1 Brasil para garantir a correta identificação dos produtos no mercado.

Passo 1 - Identificação da necessidade

  1. Faça um inventário dos produtos que precisam de código
  2. Determine o volume mensal de vendas previsto
  3. Identifique os requisitos dos canais de venda

Passo 2 - Planejamento técnico

  1. Selecione o tipo de código apropriado para cada produto
  2. Verifique as exigências técnicas dos pontos de venda
  3. Elabore o orçamento para implementação do sistema

Passo 3 - Processo de implementação

  1. Realize o cadastro para obter o prefixo GS1
  2. Escolha um software certificado para geração
  3. Execute testes de leitura em diferentes equipamentos
  4. Valide a integração com seu sistema de gestão

A GS1 Brasil estabelece padrões específicos que garantem o reconhecimento dos códigos em diferentes sistemas comerciais e pontos de venda.

Escolhendo o tipo de código de barras adequado

A seleção do código de barras correto garante a leitura eficiente em diferentes pontos de venda, reduzindo custos operacionais e agilizando o processo de vendas.

Critérios essenciais de escolha

  • Dimensão da embalagem: determina o espaço disponível para impressão do código
  • Volume de informações: define a quantidade de dados necessários no código
  • Requisitos do canal de venda: atende às exigências dos parceiros comerciais
  • Mercados de atuação: estabelece padrões específicos por região

Recomendações por segmento

  • EAN-13: Código padrão com 13 dígitos para varejo geral. Aceito em supermercados e lojas de departamento. Utilizado em alimentos e produtos de higiene
  • GS1 DataBar: Formato compacto para itens pequenos. Permite inclusão de dados como validade. Utilizado em medicamentos e cosméticos
  • DUN-14: Código logístico para volumes. Facilita controle de estoque em atacado. Aplicado em caixas de transporte
  • UPC-A: Padrão americano com 12 dígitos. Necessário para exportação. Usado em produtos vendidos nos EUA

A GS1 Brasil recomenda verificar a compatibilidade dos códigos com os sistemas dos parceiros comerciais antes da implementação, evitando retrabalho e assegurando a aceitação nos pontos de venda.

Leia também:

Gerador de códigos de barra gratuito

Manter o estoque organizado é essencial para o sucesso de qualquer negócio, e o gerador de código de barras gratuito da InfinitePay é a ferramenta ideal para simplificar esse processo.

Com ele, você pode criar códigos no formato EAN-13 de maneira prática e rápida, sem complicações. Basta inserir um código de 12 dígitos, clicar em "Gerar código de barras" e, em poucos segundos, você terá o arquivo pronto para download em PDF ou PNG

Essa funcionalidade é perfeita para empreendedores que desejam otimizar a gestão do estoque sem custos adicionais.

Criando códigos de barras via Excel: Dicas e truques

As planilhas digitais oferecem uma solução econômica para gerar códigos de barras em pequena escala. Este método é especialmente útil para empresas que já utilizam planilhas para controle de estoque.

Configuração inicial

  1. Instale uma fonte de código de barras (Code 39 ou 128)
  2. Configure uma planilha com colunas para código e descrição
  3. Ajuste a largura das células para comportar o código completo
  4. Defina o alinhamento como centralizado

Processo de criação

  1. Digite o número do produto na primeira coluna
  2. Selecione a célula para o código de barras
  3. Aplique a fonte de código de barras instalada
  4. Ajuste o tamanho da fonte para 26-28 pontos

A criação de códigos de barras no Excel requer atenção à formatação e testes regulares de leitura. Recomenda-se validar os códigos gerados em diferentes leitores antes da implementação final.

Observação: Este método é adequado para volumes pequenos de produtos. Para operações maiores, considere soluções profissionais dedicadas.

Gestão de estoque grátis e automática direto no celular 

A implementação de códigos de barras é fundamental para um controle preciso do estoque, mas pode parecer complexa para muitos empreendedores. 

Entre documentações, registros e configurações técnicas, o processo demanda tempo e recursos valiosos. 

Para simplificar essa jornada e garantir uma gestão eficiente, o PDV da InfinitePay é gratuito e oferece um sistema completo de gestão que automatiza todo o processo de catalogação e controle de produtos. 

Com o PDV gratuito da InfinitePay você obtém a mesma precisão dos códigos de barras com muito menos complexidade. 

Automatize sua gestão de produtos agora e elimine as preocupações com controle manual.

Finanças

Com a necessidade de planejamento financeiro mais eficaz, saber como fazer o dinheiro render é essencial para quem busca construir ou proteger seu patrimônio.

Neste artigo, você encontrará dicas práticas e estratégias que proporcionarão maior segurança e eficiência ao seu planejamento financeiro.

Como fazer o seu dinheiro render?

Saber como investir não precisa ser algo complicado. Comece por opções de menor risco, como a renda fixa, e, aos poucos, explore alternativas com maior potencial de retorno, como ações.

Quanto antes você começar, mais poderá se beneficiar dos juros sobre o investimento inicial, otimizando seus resultados ao longo do tempo.

Artigos relacionados:

Por que investir?

Investir é fundamental para valorizar seus recursos ao longo do tempo.

Isso quer dizer adotar estratégias financeiras que permitem que seu dinheiro gere retornos e contribua para o crescimento do seu patrimônio.

Em vez de mantê-lo parado em contas com nenhum rendimento, investir é a solução mais eficaz para multiplicar seu capital e alcançar suas metas financeiras.

Essa prática ajuda a construir uma saúde financeira sólida, já que quando você foca no rendimento do seu dinheiro, é possível reduzir os impactos da inflação e assegurar maior planejamento para o futuro.

Por exemplo, ao investir em alternativas como Tesouro Direto ou CDBs, é possível obter rendimentos estáveis e previsíveis sobre o valor aplicado.

Essas escolhas ajudam você a alcançar objetivos importantes, como garantir uma reserva para emergências ou uma aposentadoria mais confortável.

Quanto seu dinheiro rende na prática? Simulações para 2026

Depois de entender o cenário de juros e inflação, é hora de ver o impacto real dos investimentos no caixa do seu negócio. Saber exatamente quanto seu dinheiro pode render ajuda a tomar decisões melhores, seja para o capital de giro ou para uma reserva de caixa.

Quanto rende R$ 1.000 por mês?

Para ilustrar, simulamos o rendimento bruto anual de R$ 1.000 aplicados em três opções comuns para a reserva de caixa de um negócio, usando as projeções para 2026:

Modalidade Projeção de Rendimento Anual (Bruto) Valor Gerado em 1 Ano
Conta 100% do CDI ~12,15% a.a. R$ 121,50
Tesouro Selic 12,25% a.a. R$ 122,50
Poupança 6,17% a.a. + TR R$ 61,70 + TR

A regra para o rendimento da poupança, segundo o Banco Central, estabelece que com a Selic acima de 8,5% ao ano, o retorno é de 0,5% ao mês (ou 6,17% ao ano) mais a Taxa Referencial (TR).

É importante lembrar que os rendimentos do Tesouro Selic e de contas 100% do CDI sofrem desconto do Imposto de Renda, enquanto a poupança é isenta.

A diferença, que parece pequena no valor de R$ 1.000, se torna expressiva em volumes maiores. Para um capital de giro de R$ 50.000, por exemplo, a diferença entre deixá-lo na poupança ou no Tesouro Selic seria de mais de R$ 3.000 em um ano. Esse valor extra pode ser usado para comprar um equipamento novo, reforçar o estoque para uma data comemorativa ou cobrir uma folha de pagamento emergencial.

5 dicas práticas para fazer o seu dinheiro render

Conquistar a estabilidade financeira requer estratégias eficientes e ações disciplinadas.

Aqui estão algumas dicas para ajudar você a maximizar suas finanças e aprender aumentar a sua rentabilidade com mais consistência:

5 dicas práticas para fazer o dinheiro render

1. Controle seus gastos

Gerenciar suas despesas é o primeiro passo para viabilizar a multiplicação do dinheiro.

Comece acompanhando todos os seus gastos por meio de planilhas ou aplicativos financeiros para entender onde está o maior consumo e identificar supérfluos que podem ser eliminados.

Em seguida, crie um orçamento mensal estruturado em categorias, como gastos essenciais (aluguel, contas), não essenciais (lazer) e investimentos.

  • Uma estratégia eficiente é adotar o método 50-30-20, no qual 50% da sua renda é destinada a necessidades, 30% a desejos e 20% ao futuro financeiro.

Sempre que possível, evite parcelamentos e priorize compras à vista, assim você evita juros desnecessários e mantém suas finanças sob controle.

Na InfinitePay, é possível estruturar categorias de forma prática e gratuita através de cartões virtuais.

Lá, você consegue criar quantos cartões forem necessários para cada tipo de despesa e definir um saldo específico para cada um mensalmente.

Assim, você evita perder o controle com gastos desnecessários, mantém a disciplina no orçamento e sabe exatamente quanto dinheiro está destinado a cada categoria.

2. Aumente sua renda

Buscar formas de aumentar a renda é uma maneira eficiente de acelerar o alcance das suas metas financeiras.

Invista em habilidades que valorizem sua carreira, buscando cursos ou especializações em áreas com alta demanda para melhorar sua empregabilidade.

Atividades paralelas também podem ser uma ótima solução, como trabalhos freelancer, produção de conteúdo digital ou abrir um comércio online.

Para quem busca empreender através do comércio, é possível criar uma loja online gratuita em poucos minutos pela InfinitePay.

Outra estratégia eficiente é investir em renda passiva, como Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs) ou ações que distribuem dividendos, garantindo retornos constantes sem demandar esforço diário.

3. Reduza dívidas e construa uma reserva de emergência

Antes de investir de maneira consistente, é essencial organizar suas finanças, eliminando dívidas e criando uma reserva para situações imprevistas.

Priorize o pagamento de débitos com juros altos, como cartões de crédito e cheque especial, que podem comprometer boa parte do seu orçamento.

Em paralelo, foque em construir uma reserva de emergência que cubra de 3 a 6 meses das suas despesas fixas.

Para isso, busque aplicações com alta liquidez, como o Tesouro Selic, para ter acesso ao dinheiro quando precisar.

4. Invista regularmente

A consistência nos investimentos é fundamental para gerar crescimento exponencial no longo prazo.

Comece definindo metas claras, como uma aposentadoria tranquila, a compra de um imóvel ou viagens, e alinhe seus investimentos a esses objetivos.

Diversificar sua carteira também é essencial: combine ativos seguros, como renda fixa, com opções de maior rentabilidade, como ações ou Fundos Imobiliários (FIIs).

5. Monitore e ajuste suas estratégias

Revisar o desempenho dos seus investimentos é essencial para garantir que estão dentro do esperado e alinhados aos seus objetivos.

Para isso, comece comparando o rendimento atual dos seus ativos com a meta definida no início do investimento.

Por exemplo, se você esperava um retorno anual de 8% e seus investimentos estão abaixo disso, é hora de investigar as causas.

Outro ponto importante é comparar o retorno dos seus investimentos com indicadores de referência, como a taxa Selic, CDI ou o Ibovespa.

Se seus investimentos em renda fixa estão abaixo do CDI, ou suas ações têm desempenho inferior ao Ibovespa, pode ser necessário ajustar sua estratégia.

Utilize também relatórios fornecidos por corretoras ou plataformas de investimentos para analisar a rentabilidade de cada ativo e seu comportamento ao longo do tempo.

Por fim, avalie o impacto de taxas e inflação no retorno real do investimento.

Uma rentabilidade de 6% ao ano pode parecer atraente, mas, se a inflação estiver em 4%, o ganho real é de apenas 2%.

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Tipos de investimentos

Saber como fazer o dinheiro render envolve utilizar métodos que estejam alinhados ao seu perfil e objetivos financeiros.

Independentemente de você ser um investidor conservador, moderado ou arrojado, existem diversas opções capazes de aumentar o potencial de crescimento do seu capital.

Veja as principais opções:

1. Renda fixa e tesouro direto (investimentos de baixo risco)

Para investidores que priorizam segurança e previsibilidade, os ativos de renda fixa são as opções mais recomendadas. Destacam-se:

  • Tesouro Selic: Ideal para reserva de emergência, oferece liquidez diária e proteção contra a inflação ao acompanhar a taxa básica de juros.
  • CDBs (Certificados de Depósito Bancário): Apresentam rentabilidade superior à poupança, com prazos variados e isenção de taxas em diversas opções.
  • Títulos Prefixados: Garantem retornos previsíveis ao definir uma taxa fixa, sendo vantajosos em cenários de queda gradual da Selic.

Com a taxa Selic projetada em 15% ao ano e uma inflação estimada em 4,46% para o final de 2025, a renda fixa segue como uma escolha confiável para perfis conservadores que buscam retorno estável.

Tipo Risco Potencial de Retorno Perfil Indicado
Renda Fixa Baixo Previsível Conservador
Renda Variável Alto Variável Moderado/Arrojado

Investimentos para se proteger da inflação

Proteger o poder de compra do caixa da sua empresa é crucial. A inflação corrói o valor do dinheiro ao longo do tempo, e alguns investimentos ajudam a neutralizar esse efeito.

O Tesouro IPCA+ e CDBs atrelados ao IPCA, por exemplo, oferecem um rendimento composto por uma taxa fixa mais a variação da inflação (IPCA).

Isso garante que seu retorno real seja sempre positivo, protegendo o capital de giro e as reservas de longo prazo da empresa.

2. Diversificação com fundos de investimento

Os fundos de investimento são ideais para quem deseja equilibrar risco e retorno sem acompanhar o mercado diariamente.

Gerenciados por profissionais especializados, eles oferecem praticidade e acesso a diferentes ativos:

  • Fundos de Renda Fixa: Atendem perfis mais cautelosos que buscam segurança.
  • Fundos Multimercado: Combinam diferentes tipos de ativos (renda fixa, ações, moedas, etc.), proporcionando maior potencial de retorno no médio e longo prazo.

3. Ações e fundos imobiliários

Se você deseja maximizar seus rendimentos no longo prazo e aceita maior volatilidade, o mercado de ações e os fundos imobiliários podem ser boas alternativas.

Veja suas particularidades:

  • Ações: Empresas de diversos setores, como saúde, tecnologia, varejo e construção civil, podem ser boas oportunidades de investimento.
  • Fundos Imobiliários (FIIs): Permitem investir no setor imobiliário sem necessidade de adquirir propriedades físicas. Além disso, os FIIs oferecem renda passiva isenta de imposto de renda para pessoas físicas.

4. Criptomoedas

As criptomoedas seguem atrativas para investidores arrojados que buscam ganhos expressivos no curto e médio prazo. Com a América Latina projetada para manter um crescimento anual composto (CAGR) de 10,93%, ativos como Bitcoin e Ethereum lideram as alternativas.

Os principais benefícios desse mercado incluem diversificação do portfólio, potencial de valorização acelerada e expansão das tecnologias blockchain. No entanto, é importante alocar uma pequena parte do patrimônio e priorizar corretoras confiáveis para mitigar riscos.

Conta grátis na InfinitePay

Para quem busca organizar as finanças, a Conta digital grátis da InfinitePay oferece vantagens que ajudam você a alcançar seus objetivos financeiros de forma prática e eficiente:

  • Pix grátis e ilimitado: Realize transferências via Pix sem pagar nenhuma taxa.
  • Geração de cobranças simplificada: Crie cobranças direto pelo app, sem burocracia.
  • Link de pagamento com recebimento na hora: Envie links de pagamento personalizados para clientes pagarem com Pix ou cartão de crédito.

Além da praticidade, a conta digital oferece liquidação rápida das vendas feitas pelas maquininhas InfinitePay, permitindo que o saldo fique disponível em minutos. Com segurança e tecnologia de ponta, a InfinitePay proporciona uma experiência simplificada para quem deseja otimizar sua rotina financeira e focar no crescimento do negócio.

Em breve, com rendimento também! Abra sua conta!

Empreender

Se você é um empreendedor que está começando ou que deseja se regularizar, com certeza já se perguntou quais são as atividades do MEI. 

Neste guia, você poderá consultar a lista completa com todas as permitidas em 2026 para poder abrir o seu CNPJ corretamente.

Tabela de CNAE por ocupação

Leia mais:

O que é CNAE MEI?

O Código Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) é um sistema que organiza e classifica as atividades econômicas no Brasil.

Ao formalizar seu MEI, você precisa selecionar o CNAE que melhor descreve sua atividade econômica. 

Isso impacta diretamente no enquadramento tributário do seu empreendimento e assegura o cumprimento das obrigações legais. 

Por exemplo, um profissional que atua no ramo de serviços, como manutenção de equipamentos, precisa identificar o código correto no CNAE MEI prestação de serviços, para não enfrentar problemas futuros, como cobranças indevidas ou restrições em sua atuação.

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Lista de atividades MEI em 2026

lista de atividades mei 2026

Os microempreendedores individuais (MEIs) têm acesso a uma ampla variedade de atividades permitidas, ao todo são mais de 460 abrangendo diferentes áreas de atuação. 

Para verificar quais são elas, é recomendável acessar a lista oficial disponibilizada no portal do governo, que reúne todas as opções atualizadas e regulamentadas para 2026 – isso porque todo ano algumas atividades são inseridas ou excluídas.

Vale dizer que cada MEI pode selecionar apenas uma atividade principal, mas também é possível incluir até 15 atividades secundárias relacionadas.

Essa flexibilidade facilita na hora de diversificar seus serviços e se adaptar a novas demandas do mercado.

Apesar disso, quem definirá a classificação tributária e as obrigações legais do seu empreendimento é a atividade principal. 

As atividades secundárias, por sua vez, servem complementar o propósito central do empreendimento, alinhando-se ao ramo de atuação escolhido.

Vantagens e desvantagens do MEI

Ao optar pelo regime de Microempreendedor Individual (MEI), é essencial conhecer os benefícios e desafios desse modelo empresarial. 

Abaixo, detalhamos as principais vantagens e desvantagens para que você possa avaliar se essa categoria se encaixa no seu perfil profissional e nas suas necessidades.

Vantagens do MEI

vantagens atividades mei

1. Baixa carga tributária

O MEI paga impostos reduzidos e fixos mensalmente por meio do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS)

Isso facilita a gestão financeira e evita surpresas fiscais.

2. Facilidade na formalização

O processo de abertura do MEI é rápido, simples e totalmente online

Não há necessidade de contador para a inscrição, e o CNPJ pode ser obtido em poucos minutos.

3. Acesso a benefícios previdenciários

O pagamento do DAS garante direitos como aposentadoria por idade ou invalidez, auxílio-doença, salário-maternidade e pensão por morte para dependentes.

4. Emissão de Notas Fiscais

O MEI pode emitir notas fiscais, facilitando a prestação de serviços para empresas e melhora sua credibilidade no mercado.

5. Menos burocracia

O MEI está dispensado de obrigações contábeis complexas, como balanço patrimonial e livros fiscais, tornando a administração mais simples.

6. Conta PJ e crédito facilitado

Muitas instituições financeiras oferecem contas específicas para MEIs, além de linhas de crédito e financiamentos com condições especiais.

Conheça a melhor conta digital para MEI.

Desvantagens do MEI

1. Faturamento limitado

O MEI tem um teto de faturamento anual de R$ 81 mil (valor sujeito a atualizações). 

Caso ultrapasse esse limite, é necessário migrar para outra categoria empresarial, como o Microempreendedor (ME).

2. Restrições na atividade profissional

Como visto na tabela, nem todas as profissões podem se cadastrar como MEI – algumas atividades, como médicos, advogados e engenheiros, não são permitidas nesse regime.

3. Contratação limitada de funcionários

O MEI só pode contratar um único funcionário, o que pode ser uma limitação para quem deseja expandir o negócio.

4. Menos benefícios previdenciários do que um CLT

Apesar de contribuir para a Previdência, o MEI não tem direito ao seguro-desemprego e precisa complementar a contribuição se quiser se aposentar por tempo de contribuição.

5. Dificuldade para crescer no modelo

Caso o negócio se expanda e ultrapasse o limite de faturamento ou demande mais funcionários, será necessário mudar para outro regime tributário, o que pode gerar aumento de impostos e burocracia.

6. Exigência de pagamento do DAS mesmo sem faturamento

O MEI precisa pagar a guia mensal do DAS independentemente de ter tido receita no período – isso pode ser um problema em meses de baixo faturamento.

Leia também: CCMEI: Guia prático para emissão e consulta do certificado MEI

Dê os primeiros passos como MEI com a Conta PJ da InfinitePay

Se você decidiu empreender, uma boa gestão financeira é essencial para o sucesso. Felizmente, existem soluções criadas especialmente para MEIs, como a Conta PJ da InfinitePay, que te ajudam a organizar suas finanças desde o início.

Na InfinitePay, nosso objetivo é simplificar as suas tarefas financeiras e tornar o fluxo de crescimento do seu negócio mais eficiente – tudo isso é possível com nossa Conta PJ.

Com ela, você tem:

  • Controle financeiro sem complicações: visualize todas as movimentações da sua conta em tempo real, organize suas finanças e planeje-se com mais eficiência para manter tudo sob controle.
  • Rendimento automático: faça seu dinheiro crescer mesmo parado. O saldo disponível na conta começa a render automaticamente 100% do CDI assim que depositado.
  • Custos reduzidos: aproveite condições especiais como Pix sem taxa, débito com tarifas a partir de 0,75% e crédito com opções competitivas, começando em 2,69% à vista.
  • Pagamentos instantâneos: receba o valor das suas vendas de forma instantânea ou, no máximo, no próximo dia útil, garantindo fluxo de caixa mais ágil.
  • Gestão integrada: gerencie vendas, fluxo de caixa e estoque em um único lugar, acessando todas as informações essenciais diretamente no app.

Abra sua Conta PJ InfinitePay e comece seu negócio um passo à frente.

Finanças

Muitas vezes, devido à má gestão financeira ou à falta de controle sobre despesas fixas e variáveis, tanto famílias quanto empreendimentos acabam se endividando. 

De acordo com dados do IBGE, publicados na Exame, cerca de 60% das empresas (PMEs) no Brasil encerram suas atividades nos primeiros cinco anos.

Esse dado destaca a importância de adotar estratégias eficazes que visam equilibrar despesas fixas e variáveis para manter a saúde financeira de negócios e famílias.

Neste artigo, além de entender as diferenças esses os dois tipos de despesas e como fazer a gestão delas, garantindo sua sobrevivência financeira enquanto aproveita oportunidades de investimento.

Confira nossas dicas práticas e descubra como garantir sua sobrevivência financeira enquanto aproveita oportunidades para crescimento e investimentos futuros.

O que são despesas fixas?

Despesas fixas são custos recorrentes que mantêm valores estáveis em determinado período, independentemente do nível de consumo ou produção. 

Em outras palavras, esses gastos não variam com mudanças nas atividades empresariais ou no uso do orçamento pessoal, o que os torna previsíveis e essenciais para um planejamento eficiente. 

Elas podem ser:

  • Aluguel ou parcela do imóvel: Esses custos permanecem inalterados ao longo do contrato, oferecendo previsibilidade no orçamento mensal.
  • Mensalidade escolar: Pagamentos de escolas, cursos ou faculdades que possuem valores fixos, geralmente estipulados por semestre ou ano.
  • Planos de saúde e seguros: Custos com assistência médica e seguros, como o do automóvel, que possuem contratos de valor fixo por períodos específicos.
  • Assinaturas de serviços: Gastos com serviços como internet, TV a cabo ou plataformas de streaming, que são cobrados em valores pré-estabelecidos.

Para empresas, a lógica é a mesma, mas aplicada de uma forma diferente:

  • Aluguel do espaço comercial: Manutenção de escritórios, lojas ou galpões, com custos invariáveis durante a vigência do contrato.
  • Salário de funcionários fixos: Os pagamentos mensais acordados com colaboradores que têm contrato de trabalho regular.
  • Licenciamento de software: Sistemas e ferramentas contratadas para operação do negócio, com pagamentos fixos mensais ou anuais.
  • Manutenção de equipamentos: Contratos regulares para serviços de manutenção em máquinas, garantido um custo fixo.

Identificar gastos fixos auxilia tanto indivíduos quanto empresas a compreenderem exatamente quais custos devem ser sempre priorizados, ajudando a organizar o orçamento e prever os recursos disponíveis para outras necessidades.

Leia mais:

O que são despesas variáveis?

As despesas variáveis são custos que flutuam de acordo com o consumo ou o nível de atividades. 

Diferente das fixas, elas são mais instáveis e, portanto, menos previsíveis. 

Confira alguns exemplos:

  • Conta de energia elétrica: Oscila conforme o consumo mensal, sendo influenciada por fatores como estação do ano e uso de equipamentos eletrônicos.
  • Compras no supermercado: Os valores mudam conforme a quantidade e o tipo de produtos adquiridos.
  • Despesas com transporte: Custos como combustível ou aplicativos de mobilidade variam dependendo da frequência e distância das viagens.
  • Lazer e entretenimento: Gastos com restaurantes, cinemas, viagens ou eventos são altamente flexíveis e variáveis conforme as preferências e orçamento disponível.

No caso de empreendimentos, poderiam ser:

  • Compra de matéria-prima: Varia segundo o volume de produção ou vendas no período, sendo um dos principais exemplos no setor industrial.
  • Custo com comissão ou freelancers: Oscila conforme o número de vendas realizadas ou a quantidade de serviços contratados.
  • Gastos com marketing: Campanhas de publicidade, promoções ou anúncios podem ter custos ajustados conforme a necessidade e a época do ano.
  • Despesas com transporte e logística: Incluem custos de entrega ou transporte de mercadorias, que aumentam ou diminuem com base na demanda.

Compreender custos variáveis é essencial para planejar e ajustar os gastos conforme a realidade financeira, tanto no âmbito pessoal quanto no empresarial. 

A flexibilidade dessas despesas permite maior controle para evitar surpresas e adaptar o orçamento de acordo com diferentes cenários.

Infográfico com as diferenças entre "Despesas Fixas: Garantir estabilidade e previsibilidade" e "Despesas Variáveis: Permitir lexibilidade e adaptabilidade"

Qual o impacto das despesas fixas no orçamento da sua empresa?

As despesas fixas desempenham um papel crucial no planejamento financeiro, tanto de indivíduos quanto de empresas. 

Por serem previsíveis, essas despesas facilitam a criação de orçamentos consistentes, permitindo que os gestores saibam exatamente quanto de sua receita mensal será comprometido. 

Essa previsibilidade é essencial para organizar finanças e priorizar metas de curto e longo prazo, como poupança pessoal ou reinvestimento no negócio.

No entanto, a rigidez delas pode se tornar um desafio durante períodos de crise ou queda de receita. 

Com valores praticamente invariáveis, existe pouca ou nenhuma flexibilidade para cortes imediatos, o que pode limitar a capacidade de ajuste em momentos críticos. 

Por exemplo, uma empresa com altos custos fixos, como aluguel e salários, pode ter dificuldades para equilibrar o orçamento durante uma queda de vendas.

Por outro lado, a gestão eficiente dessas despesas pode melhorar significativamente a saúde financeira. 

Isso inclui revisar regularmente contratos, renegociar valores e buscar alternativas mais acessíveis, como substituição de serviços ou renegociações de taxas. 

Com um controle maior desses custos, você consegue liberar recursos para construir uma base financeira sólida que permita maior estabilidade e flexibilidade em tempos desafiadores.

Como gerenciar despesas de forma eficiente?

Para gerenciar os seus gastos, a criação de um plano bem estruturado é fundamental para identificar padrões, prever custos e garantir recursos para investimentos ou emergências.

Abaixo listamos algumas das principais estratégias para tornar essa gestão mais prática:

1. Identifique as despesas fixas e variáveis

Liste todos os gastos que se mantêm constantes, como aluguel, salários e contratos fixos de serviços. 

Essas categorias devem ser priorizadas no orçamento, pois possuem menor flexibilidade.

Além disso, também é importante incluir custos que oscilam, como matéria-prima, contas de energia e transporte. 

Isso te ajudará a ajustar rapidamente o orçamento em momentos de necessidade.

2. Detalhe o máximo possível

Ao listar suas despesas, segmente e crie subcategorias para evitar generalizações. 

Por exemplo, em despesas fixas empresariais, divida entre "Infraestrutura" (aluguel, serviços de manutenção) e "Remuneração" (salários, benefícios).

Já em despesas variáveis, diferencie "Fornecedores" e "Marketing".

Os detalhes ajudarão a otimizar o tempo utilizado no acompanhamento contínuo e, consequentemente, na tomada de decisões.

3. Monitore e controle de gastos continuamente

Acompanhar suas despesas regularmente, é o primeiro passo para uma gestão eficiente. 

Crie o hábito de registrar os valores em aplicativos como o Notion ou em planilhas.

Acesse gratuitamente a Planilha de Fluxo de Caixa da InfinitePay e organize seus registros

Busque verificar esses registros semanalmente ou mensalmente e atualize-os sempre que possível.

Com esse acompanhamento, você poderá observar se existe algum aumento inesperado e, a partir disso, se questionar a necessidade real daquela despesa.

Por exemplo, no caso de um contrato de internet ou telefonia pessoal, verifique se o serviço está cobrando taxas extras. 

No âmbito empresarial, monitore gastos com manutenção e certifique-se de que estão dentro do previsto.

4. Elabore relatórios financeiros

Para uma empresa, os relatórios são ferramentas indispensáveis para entender o estado financeiro atual e planejar o futuro. 

Além de monitorar suas anotações, você pode facilitar a compreensão delas utilizando ferramentas mais específicas para isso, como dashboards no PowerBI.

Lá você pode visualizar gráficos e tabelas que apresentem os números de maneira visual e intuitiva. 

Esse processo não só ajuda a compreender o passado financeiro, mas também auxilia a prever cenários futuros e ajustar estratégias.

5. Revise e negocie periodicamente

Melhor do que avaliar mensalmente suas despesas, é estabelecer metas semanais para se atualizar sobre elas.

Isso garante que ajustes necessários sejam feitos rapidamente.

Além disso, negociar contratos fixos pode gerar uma economia significativa em gastos que envolvam fornecedores, proprietários de imóveis e prestadores de serviços.

Discutir condições melhores pode ser especialmente útil, principalmente se você mantém uma relação longa e confiável.

Na prática, seria renegociar valores de aluguel, considerando o mercado atual ou ajustando o prazo do contrato. 

Outro ponto é revisar possíveis contratos de softwares, buscando e solicitando pacotes mais adequados às suas necessidades reais.

6. Elimine custos desnecessários

Conforme você monitora seus gastos, você será cada vez mais capaz de identificar e cortar possíveis despesas que não ão trazem resultados diretos para você ou sua organização.

Leve sempre em consideração onde você - ou sua empresa - está no momento e questione o quanto isso impacta no desenvolvimento do seu objetivo. 

Por exemplo, para um negócio que precisa cortar gastos e pode ser feito exclusivamente online, optar por coworkings ou home-office ao invés alugar um espaço pode ser o que falta para aliviar uma situação financeira complicada. 

No âmbito pessoal, simplesmente poderia ser avaliar o uso e as vantagens de assinaturas de streaming, por exemplo.

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7. Automatize processos 

A automação de processos ajuda a reduzir erros e economizar tempo. 

Ferramentas como softwares de gestão financeira centralizam tarefas como emissão de notas fiscais, controle de fluxo de caixa e conciliação bancária, otimizando sua rotina. 

Além disso, integrar esses sistemas com outras plataformas da empresa, como vendas e RH, assegura que todas as informações estejam conectadas e atualizadas.

Outra vantagem da automação é a geração de relatórios financeiros periódicos automaticamente. 

Com dados sempre atualizados, é possível tomar decisões rápidas e embasadas.

Sua gestão financeira merece uma conta que dispensa todas as outras

Ao entender a diferença entre suas despesas fixas e variáveis, você ganha clareza para tomar decisões mais assertivas e ajustar seu orçamento conforme a necessidade. 

A InfinitePay potencializa essa estratégia, reunindo tudo que você precisa em um único lugar, trazendo mais agilidade, segurança e flexibilidade para você e o seu negócio.

Aqui, você:

  • Cria cartões separados e visualiza tudo pelo app: Crie quantos quiser para cada necessidade. Assim você visualiza claramente onde estão seus gastos fixos e variáveis e sabe exatamente onde otimizar.
  • Faz seu dinheiro trabalhar para você: Mesmo com o dinheiro parado, o seu lucro está sempre aumentando. Assim que entrar na conta ele começa a render automaticamente 100% do CDI.
  • Evita a inadimplência com uma cobrança automatizada: Basta cadastrar seus clientes que a gente envia embretes de pagamento via WhatsApp automaticamente por você
  • Simplifica seu controle financeiro: Acompanhe em tempo real todas as movimentações da sua conta, saiba quanto dinheiro ainda vai entrar e planeje-se melhor para equilibrar despesas

Com a Conta InfinitePay, você gerencia suas despesas com mais flexibilidade sem comprometer seu crescimento pessoal e profissional.

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Finanças

A margem de lucro é um dos indicadores mais relevantes para avaliar a saúde financeira de qualquer negócio. 

Empresas capazes de monitorar e otimizar sua margem de lucro conseguem tomar decisões mais embasadas, especialmente em relação à precificação e estratégias de contenção de custos.

Neste artigo, você entenderá como melhor o que é, quais os tipos e como calcular margem de lucro de um produto ou serviço para garantir um crescimento mais saudável do seu negócio.

Como calcular margem de lucro?

Calcular a margem de lucro é essencial para entender a rentabilidade do seu negócio e tomar decisões estratégicas mais assertivas.

A margem de lucro indica quanto da receita gerada realmente se transforma em lucro, permitindo avaliar preços, custos e a viabilidade da empresa.

Veja como calcular suas duas principais variações: bruta e líquida, com exemplos práticos.

Fórmula da margem de lucro bruta

Essa fórmula reflete o percentual da receita que resta após a dedução dos custos diretos de produção.

Ela é importante para entender a eficiência de seus custos básicos em relação à receita obtida.

Fórmula:

Margem  de  Lucro  Bruta (%) =  [ ( Receita  Total -  Custos  Diretos de Produção ) Receita Total ]  ×  100

Exemplo:

Um pequeno comércio vende uma camiseta por R$ 150, sendo que os custos diretos de produção (tecido, costura e embalagem) somam R$ 60, enquanto os custos indiretos (aluguel e marketing) são alocados em R$ 15 por peça.

  • Receita Total: R$ 150
  • Custos Diretos de Produção: R$ 60
  • Custos Indiretos: R$ 15

Cálculo:

Margem Bruta = [ ( 150 - 60 ) 150 ] × 100 = 60 %

A margem de lucro bruta é de 60%, ou seja, a cada camiseta vendida, 60% da receita representa lucro antes de considerar custos indiretos e impostos.

Fórmula da margem de lucro líquida

Essa fórmula avalia a porcentagem da receita que permanece como lucro após deduzir todos os custos, incluindo despesas fixas, impostos e encargos financeiros.

Esse cálculo é essencial para compreender a lucratividade final do negócio.

Fórmula:

Margem  de Lucro Líquida (%) =  [ ( Receita Total - Todos os Custos ) Receita Total ] × 100

Exemplo:

Considerando o exemplo da camiseta, suponha que os custos totais (custos diretos + despesas operacionais) sejam de R$ 120. Aplicando a fórmula:

  • Receita Total: R$ 150
  • Todos os Custos: R$ 120

Cálculo:

Margem Líquida = [ ( 150 - 120 ) 150 ] × 100 = 20 %

Com uma margem líquida de 20%, o lucro final para reinvestimento ou distribuição é de R$ 30 por camiseta.

Além disso, vale destacar a importância de acompanhar regularmente a margem de lucro bruta e líquida.

A partir desse monitoramento, você conseguirá identificar mudanças inesperadas nos custos ou receitas, possibilitando correções rápidas e estratégias assertivas para fortalecer a sua competitividade no mercado.

O que é margem de lucro?

A margem de lucro é um indicador financeiro que mede a porcentagem da receita que se transforma em lucro após o pagamento de custos e despesas. Esse indicador é essencial para avaliar a eficiência financeira de um negócio e entender se ele está operando de forma rentável.

Ela permite que empreendedores e gestores analisem a viabilidade de suas operações, otimizem a precificação de produtos ou serviços e identifiquem oportunidades para reduzir custos e aumentar a lucratividade.

Qual a diferença entre margem de lucro bruta e líquida?

A margem bruta mostra o quanto a empresa ganha após subtrair os custos diretos da produção, como matéria-prima, insumos e mão de obra direta – ela reflete a eficiência na fabricação dos produtos ou na prestação dos serviços.

Uma margem bruta saudável indica que a empresa consegue vender seus produtos por um valor superior ao custo de produção, garantindo uma base sólida para cobrir outras despesas operacionais.

No entanto, uma margem bruta elevada não garante um negócio lucrativo, pois ainda existem custos adicionais a serem considerados, como impostos e despesas administrativas.

Já a margem líquida representa o lucro real da empresa após a dedução de todos os custos e despesas envolvidos na operação – isso inclui despesas operacionais, impostos, juros sobre empréstimos e outros encargos financeiros.

Esse indicador é o mais utilizado para avaliar a saúde financeira geral do negócio, pois reflete o que realmente sobra no caixa ao final do período: se a margem líquida for muito baixa, pode significar que a empresa enfrenta altos custos operacionais ou problemas de precificação.

Portanto, embora ambas meçam a rentabilidade, cada uma possui uma abordagem distinta e serve para objetivos específicos, conforme a tabela:

                                                                                                                                                                                                                                                                     
AspectoMargem de Lucro BrutaMargem de Lucro Líquida
O que mede?Rentabilidade após custos diretos.Rentabilidade após todos os custos.
Principais custos avaliadosCustos de produção.Custos diretos e indiretos, incluindo despesas fixas e variáveis.
Contexto de usoAnálise de produtos ou eficiência operacional.Avaliação completa da lucratividade geral do negócio.
Exemplo de aplicaçãoAjustar custos materiais em um produto específico.Avaliar se a empresa está preparada para investimentos.
 

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Como determinar a margem de lucro de um produto ou serviço?

Para conseguir aplicar as fórmulas acima, você também precisará entender a margem de lucro individualmente de produtos vendidos ou serviços prestados. 

Este processo passa pela identificação dos custos diretos e indiretos envolvidos na produção e venda. 

A seguir, apresentamos três etapas práticas para realizar o cálculo.

1. Identifique os custos

Antes de calcular a margem final, é necessário identificar os custos que impactam diretamente o produto ou serviço.

  • Custos Diretos de Produção: São todos os custos que podem ser atribuídos diretamente, como matéria-prima e mão de obra.
    Exemplo: Em uma padaria, o custo direto de um pão inclui a farinha, o fermento e o gás utilizado para assá-lo.
  • Custos Indiretos: São despesas compartilhadas entre diferentes produtos ou serviços, como aluguel, contas de energia e salários administrativos. Esses custos são distribuídos proporcionalmente com base em algum critério, como a quantidade de produtos fabricados.
    Exemplo: Para alguém que realiza aplicação de papel de parede, o marketing pode ser um custo indireto alocado entre todos os serviços prestados.

2. Calcule a margem de lucro

Após identificar os custos, o próximo passo é calcular a margem de lucro do produto ou serviço. 

Utilize a fórmula abaixo:

Margem  de Lucro (%) =  [ ( Preço de Venda - ( Custos Diretos + Custos Indiretos ) ) Preço de Venda ] × 100

Exemplo:

Imagine uma loja de moda vendendo uma camiseta por R$ 80. Os custos diretos de produção (tecido, costura e embalagem) somam R$ 25, enquanto os custos indiretos (aluguel e marketing) são alocados em R$ 15 por peça.

  • Preço de Venda: R$ 80
  • Custos Diretos de Produção: R$ 25
  • Custos Indiretos: R$ 15

Cálculo:

Margem de Lucro = [ ( 80 - ( 25 + 15 ) ) 80 ] × 100 = 50 %

Para saber o valor em reais do lucro, basta dividir 50 por 100 e multiplicar o resultado pelo valor do preço de venda:

Cálculo em reais: 

Lucro em reais = ( 50 100 ) × 80 = 40  reais

Neste exemplo, a margem de lucro da camiseta é de 50% representando o lucro disponível após a dedução de todos os custos.

3. Inclua a margem na precificação

Além de analisar o desempenho, o cálculo serve para determinar o preço ideal de venda. 

Se os custos aumentarem, como no caso da matéria-prima, é possível ajustar os preços para garantir que a margem de lucro fique dentro de um valor estratégico.

Por exemplo, se os custos totais da camiseta subirem para R$ 50 e a loja deseja manter uma margem de 50%, o cálculo seria:

Preço de Venda = Custos Totais ( 1 - Margem de Lucro Desejada ) = 50 0,5 = R$ 100

Assim, o preço de venda precisaria ser ajustado para R$ 100.

Calcule gratuitamente o preço final do seu produto ou serviço na Calculadora de Preço de Venda InfinitePay

Qual a margem de lucro permitida por lei no Brasil?

A legislação brasileira, baseada no Código Civil, assegura a liberdade de precificação, permitindo que as empresas definam suas margens de lucro livremente – entretanto, a prática deve atender à função social do negócio e respeitar as normas de concorrência justa.

Por exemplo, conforme a legislação vigente (PROCON), uma margem de lucro é considerada excessiva quando o valor final supera em mais de 20% o preço pago ao fornecedor. 

Empresas que infringem essas normas podem enfrentar multas e outras penalidades.

Portanto, avaliar continuamente os preços e as margens, considerando as regras atuais, ajuda a preservar a saúde financeira e a competitividade do empreendimento.

Como estabelecer uma margem de lucro ideal?

Não existe um único percentual ideal que sirva para todas as empresas, já que a margem ideal depende de diversos fatores, como setor de atuação, modelo de negócios, concorrência e estrutura de custos – no entanto, algumas estratégias ajudam a encontrar um equilíbrio entre preços competitivos e rentabilidade saudável. 

Veja a seguir os principais aspectos a considerar ao definir sua margem de lucro.

1. Conheça seus custos e despesas

Antes de estabelecer sua margem de lucro, é fundamental ter uma visão clara de todos os custos envolvidos na operação do seu negócio. 

Eles podem ser divididos em:

  • Custos diretos: incluem matéria-prima, insumos, mão de obra direta e tudo que está ligado à produção do produto ou serviço.
  • Custos indiretos: englobam aluguel, salários administrativos, contas de energia, marketing e demais despesas operacionais.
  • Tributação e encargos financeiros: impostos sobre vendas, taxas bancárias e juros de financiamentos.

Quanto mais precisos forem os cálculos desses custos, mais assertiva será a definição da margem de lucro.

2. Analise o mercado e a concorrência

Observar o mercado e os concorrentes ajuda a entender o que é praticável dentro do seu segmento. Algumas perguntas que podem guiar essa análise:

  • Qual a média de margem de lucro praticada no meu setor?
  • Meus concorrentes operam com margens mais altas ou mais baixas?
  • Como a precificação dos meus produtos se compara com a de empresas semelhantes?

Se sua margem de lucro for muito baixa em relação ao mercado, pode indicar que seus preços estão defasados ou que os custos estão altos demais – por outro lado, margens muito altas podem tornar seus preços pouco competitivos.

3. Defina um posicionamento estratégico

A margem de lucro ideal também depende do posicionamento da sua marca: empresas com propostas diferentes podem operar com margens variadas, como por exemplo:

  • Baixa margem e alto volume de vendas: empresas que apostam em preços mais baixos para atrair um grande volume de clientes (ex.: supermercados e atacadistas).
  • Alta margem e exclusividade: negócios que trabalham com produtos premium ou exclusivos, focando na diferenciação e no valor agregado ao cliente (ex.: marcas de luxo, tecnologia de ponta).

Seu modelo de negócios deve estar alinhado à margem de lucro desejada.

4. Equilibre preço e percepção de valor

Não basta apenas definir uma margem de lucro baseada em números internos: o cliente precisa perceber valor no que está pagando. 

Estratégias como melhoria na experiência de compra, diferenciação do produto e fortalecimento da marca podem justificar preços mais altos e aumentar a margem sem comprometer as vendas.

Empresas que trabalham bem o branding e a proposta de valor tendem a conseguir margens mais elevadas, pois seus clientes estão dispostos a pagar mais pela experiência que oferecem.

5. Monitore a margem de lucro

Para tornar o monitoramento mais eficiente, você pode usar planilhas, que são ferramentas versáteis e acessíveis para calcular e monitorar a margem de lucro, especialmente para pequenas e médias empresas.

Com elas, é possível utilizar fórmulas pré-definidas para calcular a margem bruta e líquida, personalizá-las conforme as necessidades do seu negócio e visualizar as informações em gráficos, tudo em um só lugar.

Você poder criar a sua própria e configurar manualmente ou utilizar modelos prontos, como a Planilha de Precificação da InfinitePay.

Como aumentar a margem de lucro da sua empresa

Aumentar a sua margem pode ser possível tanto ao otimizar os custos operacionais quanto ao ajustar os preços de venda. 

Abaixo, apresentamos estratégias práticas que podem ser aplicadas em diferentes tipos de negócios, sempre com foco em manter a qualidade dos produtos ou serviços.

Leia mais:

1. Identifique e classifique os custos

Antes de iniciar qualquer ação, é essencial mapear e classificar os custos da empresa. 

Essa análise deve ser detalhada para entender onde estão os maiores gastos e quais deles podem ser revistos. 

Comece diferenciando entre custos fixos (aluguel, salários administrativos, energia elétrica, etc.) e custos variáveis (matéria-prima, comissões, fretes, etc.)Essa análise inicial ajudará a identificar gastos que podem ser reduzidos sem afetar a operação ou a qualidade entregue ao cliente.

Para fazer essa diferenciação:

  • Liste todos os custos fixos e variáveis utilizando ferramentas simples como planilhas ou softwares de gestão.
  • Avalie a proporção de cada custo em relação à receita total, identificando quais representam os maiores impactos no orçamento.

2. Reduza despesas

A redução de custos é outra forma de melhorar a margem de lucro, no entanto, essas ações precisam ser feitas com critério para evitar prejuízos na experiência do cliente.Confira algumas estratégias para reduzi-las:

  • Negociação com fornecedores: reavalie contratos e negocie melhores preços ou condições de pagamento. Exemplo: Uma rede de restaurantes pode renegociar o preço de itens comprados em grandes volumes, como carnes ou produtos perecíveis.
  • Automatização de processos: investir em tecnologia pode reduzir custos operacionais, como folha de pagamento ou tempo gasto em tarefas repetitivas. Exemplo: Um e-commerce que automatiza o atendimento ao cliente economiza em equipe e aumenta a eficiência.
  • Revisão de estoque: identifique produtos com baixa rotatividade e considere campanhas promocionais ou ajustes na compra futura para evitar acúmulos desnecessários.

3. Ajuste os preços

Alterar o preço de venda pode ser uma estratégia poderosa para aumentar a margem, mas exige cuidado para não afastar clientes. 

Aqui estão algumas táticas práticas para aplicar:

  • Reforço de percepção de valor: destaque os benefícios do produto ou serviço para justificar o aumento. Exemplo: Uma academia que proporciona aulas com turmas reduzidas ou melhorias no espaço físico pode aplicar um pequeno aumento justificando o valor agregado.
  • Categorias premium: ofereça opções com maior valor agregado em relação aos produtos padrão. Exemplo: Em um salão de beleza, adicionar um pacote premium com tratamentos exclusivos permite cobrar mais por serviços similares.
  • Aumentos graduais: realize pequenos reajustes ao longo do tempo para evitar surpresas para o cliente.

Leia também: Como calcular preço de venda? Veja 3 fórmulas para usar no seu negócio

4. Utilize um app de gestão financeira integrada

Para melhorar sua margem de lucro, é essencial contar com uma solução financeira eficiente e sem custos extras. 

A Conta PJ da InfinitePay oferece tudo o que sua empresa precisa para crescer com mais controle e rentabilidade:

  • Conta 100% gratuita: sem mensalidade, taxa de adesão ou tarifas escondidas.
  • Pix sem taxa: envie e receba dinheiro ilimitado, sem custo.
  • Boletos ilimitados: gere cobranças automáticas e acompanhe pagamentos em tempo real.
  • Cartões sem anuidade: disponíveis nas funções débito e crédito, inclusive para compras internacionais.
  • Empréstimo sem burocracia: crédito rápido para investir no seu negócio, com pagamento flexível.

Com a InfinitePay, você simplifica sua gestão financeira, reduz custos e mantém seu lucro sempre em crescimento.

Empreender

Se você é um empreendedor ou deseja abrir um negócio, provavelmente já sabe que trilhar esse caminho envolve tomar decisões que podem ser extremamente promissoras ou não. 

Por isso, mais do que saber identificar uma oportunidade de negócio, é preciso entender como identificar se ela é vantajosa para você. 

Saber identificar uma boa oportunidade de negócio pode ser difícil até mesmo para quem já possui um empreendimento. 

Neste artigo, além de saber identificar uma oportunidade, você também receberá insights valiosos para colocar os seus planos em prática.

O que é uma oportunidade de negócio?

As oportunidades de negócios são momentos únicos no mercado em que você pode identificar demandas não atendidas e oferecer soluções que criem valor para os consumidores. 

A partir dela, você conseguirá resolver um problema relevante para um público específico, o 

que pode resultar em um empreendimento ainda mais lucrativo.

Diferente do que muitos pensam, uma oportunidade nem sempre é a exploração de um ambiente completamente novo.

Em alguns casos, pode ser simplesmente o surgimento de uma inovação em um mercado já estabelecido.

E, para entender onde está o melhor para o seu negócio, você precisará saber como identificar um espaço para o crescimento dele. 

Como identificar uma oportunidade de negócio promissora?

A seguir, você aprenderá a encontrar uma oportunidade para o seu negócio.

Diagrama representando o processo de identificar oportunidades de negócio promissoras com três pilares: "Pesquisa de Mercado", "Necessidades Não Atendidas" e "Tendências".

Realize uma pesquisa de mercado

Para começar, você precisará identificar padrões de consumo e reconhecer as necessidades dos consumidores. 

Empresas que realizam pesquisas de mercado costumam ter mais chances de atingir seus objetivos, já que suas decisões são baseadas em dados concretos.

Para coletar essas informações, você pode fazer entrevistas com clientes, questionários online e analisar tendências com ferramentas como Google Trends. 

Por exemplo, o mercado vegano brasileiro deve crescer a uma taxa anual de aproximadamente 40%, segundo um estudo da Allied Market Research, pulicada na BHB Food

Imagine que uma cafeteria pequena tenha passado a incluir leites vegetais e sobremesas sem lácteos.

As chances de atrair e fidelizar novos clientes serão maiores, já que uma demanda crescente está sendo atendida. 

Observe problemas e necessidades não atendidas

Além de perceber novos comportamentos de mercado, você também pode prestar atenção às reclamações dos consumidores em redes sociais, analise avaliações negativas de serviços e possíveis ineficiências em processos concorrentes. 

A partir dessa análise, você conseguirá identificar lacunas de mercado próximo prontas para serem preenchidas.

Por exemplo, você deseja abrir um negócio de moda sustentável, mas já existem alguns brechós na sua cidade e todos atendem um público feminino. Ao acessar as redes sociais de concorrentes, você percebeu uma grande demanda por uma curadoria de roupas mais flexível.

Nesse caso, você poderia buscar diferentes itens de moda para criar um brechó misto, voltado para todos os tipos de público.

Esse diferencial conseguiria destacar o seu negócio dos demais e te colocar à frente do mercado atual.

Fique atento às tendências

Para se posicionar competitivamente e encontrar boas oportunidades, você precisará acompanharas tendências mais atuais do mercado. 

Em 2025, duas áreas que prometem transformar negócios são a sustentabilidade e a transformação digital.

Segundo alguns estudos publicados na E-commerce Brasil, 70% dos brasileiros preferem comprar produtos de empresas com comprometimento ambiental (Descarbonize Soluções) e 57% dos consumidores não recomendarão uma empresa com um site mal projetado para dispositivos móveis (SuperOffice).

Para conseguir se posicionar seguindo essas oportunidades, busque refletir sobre o seu negócio e levante perguntas como “Como você pode alavancar essas tendências em seu próprio negócio?”.

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5 oportunidades de negócios para começar com pouco investimento

Confira cinco ideias promissoras para você começar o seu próprio negócio em 2025:

1. Negócios digitais e e-commerce

Conforme o relatório publicado pela CNN, o comércio eletrônico tem um grande potencial de desenvolvimento no Brasil.

O e-commerce brasileiro segue em expansão e tem espaço para crescer. Em 2024, o setor registrou R$ 414,9 milhões de pedidos e ticket médio de R$ 492,40.

Para aqueles que estão começando, é possível abrir uma loja virtual completamente gratuita em menos de 5 minutos e começar a vender diversos tipos de produtos ou serviços. 

Basta acessar o app da InfinitePay e clicar em “Sua Loja Online” para cadastrar seus produtos. 

Após o cadastro, você terá um link para enviar por onde quiser ou colocar no link do seu perfil nas redes sociais.

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2. Criação de infoprodutos

Infoprodutos são materiais digitais, como cursos online, eBooks, workshops e templates, criados para transmitir conhecimento ou resolver problemas de forma prática e acessível. 

Segundo o relatório da FGV publicano da Economia SP, 79% dos brasileiros consumiram produtos digitais em 2023 no Brasil. 

Essa tendência se mantém forte, especialmente pela flexibilidade de aprendizado e pela busca constante por novos conhecimentos.

A grande vantagem é que criar infoprodutos, exige pouco capital inicial e pode gerar ganhos escaláveis, já que o mesmo material pode ser vendido várias vezes sem custos adicionais.

Portanto, se você tem algum conhecimento específico em qualquer área, você com certeza pode se beneficiar dessa estratégia. 

Confira algumas dicas:

  • Identifique uma necessidade do público-alvo: Escolha temas que você domina e que possam ajudar outras pessoas a resolverem problemas ou aprenderem algo novo.
  • Use modelos prontos para economizar tempo: Em alguns casos, como eBooks, é possível facilitar o processo de criação baixando modelos prontos e gratuitos como os da InfinitePay. Eles são totalmente personalizáveis, permitindo que você insira seu conteúdo e comece a divulgar em poucos minutos.
  • Capriche na divulgação: Utilize suas redes sociais, grupos de interesse e plataformas digitais para alcançar mais pessoas. Seja um ebook, curso ou workshop, a divulgação é essencial para atrair clientes e aumentar sua visibilidade.
  • Crie workshops interativos com ferramentas acessíveis: Plataformas como Zoom ou Google Meet permitem que você organize aulas ou palestras online com baixo custo. Invista em temas que possam ser abordados de forma prática e envolvente, para gerar valor imediato aos participantes.
  • Elabore templates: O Canva é uma ferramenta gratuita e intuitiva que pode ser usada para criar templates profissionais, como planilhas, planners e apresentações. Você pode vender esses templates prontos para uso ou utilizá-los como um bônus para seus clientes.

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3. Produção de conteúdo e marketing digital

O Brasil é líder mundial no número de influenciadores no Instagram, chegando a 500 mil pessoas no ramo somente no Instagram, o que destaca o enorme potencial desse mercado. 

Por ser um nicho bastante flexível, criadores de conteúdo podem investir em blogs, canais de vídeo, podcasts ou gestão de redes sociais, tornando essa uma excelente oportunidade de negócio com baixo investimento inicial e alta margem de retorno.

A produção de conteúdo, seja em texto, vídeo ou imagem, tem se tornado cada vez mais valorizada por empresas e marcas que buscam se conectar com seus públicos de forma autêntica. 

Além disso, negócios como influenciadores digitais e freelancers de marketing digital prosperam por sua flexibilidade e pela possibilidade de crescer rapidamente.

Para começar:

  • Escolha uma plataforma e um nicho de mercado: Decida onde concentrar seus esforços, como Instagram, TikTok ou YouTube, e defina um público-alvo específico. Quanto mais focado o seu nicho, mais fácil será se destacar e atrair seguidores fiéis.
  • Invista em conteúdo de valor: Priorize criar materiais que eduquem, inspirem ou entretenham sua audiência. Ferramentas como Canva e CapCut podem ajudá-lo a produzir conteúdo visual e vídeos profissionais mesmo sem experiência prévia.
  • Explore estratégias de monetização: Desde parcerias com marcas até programas de afiliados, existem várias formas de ganhar dinheiro com conteúdo digital. Avalie o que faz mais sentido para sua estratégia e público.
  • Desenvolva suas habilidades de marketing digital: Ofereça serviços como gestão de redes sociais, copywriting ou criação de anúncios para pequenos negócios. Isso não só gera renda, mas também amplia sua experiência prática.
  • Aprenda com quem já faz: Siga influenciadores e criadores do seu nicho e observe o que eles fazem.

Produzir conteúdo e atuar no marketing digital pode ser o primeiro passo para construir uma carreira flexível e lucrativa, aproveitando o vasto público online.

4. Produtos sustentáveis e eco-friendly

Conforme mencionamentos no tópico de tendências, a valorização da sustentabilidade é uma ótima oportunidade de negócio e está em pleno crescimento há alguns anos. 

De acordo com um levantamento da Opinion Box, publicado na BP Money, 37% dos brasileiros estão dispostos a pagar mais por produtos ecológicos ou sustentáveis. 

Esse dado reflete uma mudança significativa no comportamento do consumidor, que busca alternativas conscientes para reduzir o impacto ambiental e adotar práticas mais responsáveis.

Para empreendedores, o mercado de produtos sustentáveis representa uma oportunidade única de atender a essa demanda crescente e, ao mesmo tempo, contribuir para um mundo melhor. 

Muitos têm usado links de pagamento através de redes sociais como Instagram ou WhatsApp para vender cosméticos naturais, utensílios reciclados, itens de decoração feitos à mão e outros produtos eco-friendly.

Se você quer começar nesse segmento:

  • Escolha materiais sustentáveis: Priorize matérias-primas recicladas, biodegradáveis ou de baixo impacto ambiental.
  • Pesquise fornecedores éticos: Trabalhe com fornecedores que garantam práticas justas e sustentáveis em toda a cadeia de produção, reforçando o compromisso com o meio ambiente.
  • Invista em embalagens ecológicas: Além do produto, a embalagem também importa. Opte por opções recicláveis, reutilizáveis ou feitas de materiais sustentáveis, como papel kraft ou vidro reciclado.
  • Divulgue sua causa: Mostre ao público como seus produtos contribuem para a preservação do meio ambiente. Conte histórias nas redes sociais, engaje seguidores e crie uma conexão emocional com seus clientes.

5. Serviços de Delivery e Logística Local

Os serviços de entrega seguem como um dos setores mais promissores no Brasil. 

O benefício é uma demanda crescente, antes um serviço que costumava ser feito apenas durante o horário comercial, passou a ser buscado em horários não tão convencionais.

Segundo um levantamento da Machine, publicado pela Capital News, o serviço de delivery em horário noturno (das 18h às 4h) teve um crescimento de 52% em 2024.

Isso reflete o aumento de um mercado que busca conveniência, agilidade e soluções logísticas adaptadas às necessidades locais.

Para aqueles que desejam aproveitar essa oportunidade:

  • Escolha um nicho específico: Identifique uma demanda local, como entrega de alimentos, medicamentos ou encomendas expressas. Especializar-se pode ajudar a atrair clientes fiéis e estabelecer um diferencial competitivo.
  • Invista em ferramentas de logística: Use aplicativos como Google Maps ou Circuit Planejador de Rotas, para organizar rotas. Essas ferramentas otimizam a operação e melhoram a experiência do cliente.
  • Ofereça opções de entrega sustentável: O uso de bicicletas ou veículos elétricos é uma ótima alternativa para reduzir custos operacionais e atrair consumidores preocupados com práticas ecológicas.
  • Priorize a agilidade e a comunicação: Certifique-se de que os clientes recebam atualizações em tempo real sobre suas entregas. Um serviço rápido e transparente gera confiança e aumenta a fidelidade.
  • Parcerias locais e integrações: Colabore com comércios da sua região, como restaurantes ou lojas, e explore plataformas integradas como iFood para expandir sua operação. 

Como colocar uma oportunidade de negócio em prática

Transformar uma oportunidade em um negócio de sucesso exige planejamento e ação. 

Para dar os primeiros passos, confira algumas dicas para tirar sua ideia do papel:

Linha do tempo com quatro etapas: "Desenvolva um Plano de Negócio", "Identifique Fontes de Investimento", "Legalize o Negócio" e "Crie um Plano de Marketing"

Desenvolva um plano de negócio

O plano de negócio é como o alicerce do seu empreendimento. Ele define o que será feito, como será feito e quais resultados você espera alcançar. 

Sem ele, é fácil perder o foco ou cometer erros que podem comprometer o sucesso da sua ideia. 

Mais do que um guia para você mesmo, ele é uma ferramenta para convencer investidores, parceiros e até instituições financeiras de que seu negócio tem potencial.

Um bom plano de negócio deve responder perguntas importantes: Qual é o propósito do seu negócio? Quem são seus clientes? Quanto dinheiro será necessário para começar? Por onde você irá atuar? 

Para começar, siga estas etapas:

  • Defina o propósito e os objetivos do negócio: Identifique o que você quer alcançar e o que torna sua ideia única. Por exemplo, se deseja abrir uma loja online de produtos veganos, o propósito pode ser oferecer uma alternativa ética e sustentável, e o objetivo inicial pode ser conquistar 50 clientes no primeiro mês.
  • Pesquise e analise o mercado: Entenda o setor em que deseja atuar, quem são seus concorrentes e o que falta no mercado. Ferramentas como Google Trends ajudam a identificar tendências de busca.
  • Descreva o público-alvo: Detalhe quem você quer atender, considerando idade, localização, renda, comportamento de compra e necessidades. Por exemplo, se você vai vender cosméticos naturais, pode focar em mulheres ou consumidores de 20 a 40 anos preocupados com sustentabilidade.
  • Crie um orçamento inicial e projeções financeiras: Liste os custos para começar, como equipamentos, marketing e operação. Depois, use uma Calculadora de Preço de Venda para entender qual será o valor do produto para cobrir esses custos e obter lucro. Para organizar as informações, utilize uma Planilha de Precificação.
  • Estruture a operação: Descreva como o negócio funcionará no dia a dia. Para um e-commerce, inclua a logística, gestão de estoque e atendimento ao cliente. Para serviços, pense em ferramentas como o Trello para organizar tarefas.

A partir disso, você terá uma visão clara do que precisa fazer e como alcançar seus objetivos.

Para começar com segurança, priorize os aspectos mais críticos do plano. 

Não se preocupe em criar algo perfeito no início; o importante é ter um direcionamento que possa ser ajustado conforme o negócio evolui. 

Antes de investir pesado, considere lançar um piloto ou MVP (Produto Mínimo Viável). Por exemplo, se planeja abrir um e-commerce, teste primeiro com um número pequeno de produtos e avalie a aceitação do público.

Com um plano bem estruturado e testes iniciais, você aumenta as chances de crescer de forma saudável, mesmo em um mercado competitivo.

Identifique Fontes de Investimento

Garantir recursos financeiros é um dos maiores desafios para quem deseja começar a empreender. No entanto, existem diversas opções acessíveis que podem ajudar você a tirar seu projeto do papel, mesmo começando com poucos recursos.

Além de fornecer capital, um bom investimento pode trazer apoio estratégico para o crescimento sustentável do seu negócio.

Com o seu plano de negócio em mãos, você poderá identificar a melhor fonte de investimento para atender às necessidades específicas do seu empreendimento.

Além disso, você pode:

  • Explorar o financiamento coletivo (crowdfunding): Projetos criativos ou que tenham impacto social são boas candidaturas para plataformas de crowdfunding, como o Catarse. Você pode arrecadar dinheiro de apoiadores individuais ao apresentar uma proposta convincente e atrair pessoas interessadas no seu negócio.
  • Pesquise programas de incentivo locais: Muitas prefeituras e órgãos estaduais oferecem programas de crédito e incentivo para pequenos empreendedores. Verifique as opções disponíveis na sua região, como feiras de empreendedorismo ou parcerias com instituições financeiras.
  • Buscar empréstimos facilitados para empreendedores: Pequenos e médios negócios podem se beneficiar de opções de crédito acessíveis e personalizadas, como o empréstimo facilitado da InfinitePay. Além de ter maior taxa de aprovação, você pode quitar o valor com uma % das suas vendas. 

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Depois de garantir o capital necessário, use os recursos de forma estratégica. 

Priorize as áreas que irão alavancar suas vendas e otimizar seus processos, como marketing, infraestrutura ou treinamento.

Legalize o seu negócio

Formalizar o seu negócio é um passo essencial para operar legalmente e acessar benefícios como crédito, emissão de notas fiscais e participação em programas de apoio a empreendedores. 

Além disso, a legalização transmite mais confiança aos seus clientes e parceiros, contribuindo para o crescimento sustentável da sua empresa.

Embora pareça burocrático, o processo de legalização no Brasil tem se tornado cada vez mais acessível, especialmente para pequenos e médios empreendedores. 

Para começar, siga estas etapas:

  • Escolha a estrutura jurídica adequada: Para quem está começando, o registro como Microempreendedor Individual (MEI) é a opção mais simples e prática. Ele permite emitir notas fiscais, pagar impostos reduzidos e ter acesso a benefícios como aposentadoria e licença-maternidade.
  • Obtenha o CNPJ: O CNPJ é essencial para formalizar contratos, abrir conta bancária empresarial e acessar linhas de crédito. O cadastro como MEI pode ser feito gratuitamente pelo site do Portal do Empreendedor.
  • Verifique as licenças necessárias: Dependendo do setor, você pode precisar de licenças específicas, como alvará de funcionamento ou autorizações da vigilância sanitária. Consulte a prefeitura da sua cidade para entender os requisitos locais.
  • Mantenha a organização financeira: Para registrar receitas e despesas, você pode contar com ferramentas práticas e gratuitas, como a Conta Digital InfinitePay. Ela facilita o controle financeiro e integra soluções de pagamento e gestão em um só lugar, tornando a rotina do empreendedor mais eficiente.

A legalização não só abre portas para novos negócios, como também protege você de problemas jurídicos e fiscais no futuro. 

Além disso, um negócio formalizado é visto como mais confiável pelos clientes e pode ser elegível para participar de licitações e parcerias com grandes empresas.

Leia mais:

Elabore um plano de marketing estratégico

Um plano de marketing é o que te ajudará a atrair clientes e se destacar em um mercado competitivo. 

Mesmo com recursos limitados, é possível criar estratégias eficientes que aumentam a visibilidade do negócio e geram vendas consistentes.

O marketing não se trata apenas de divulgação, mas também de entender seu público, oferecer valor e construir relacionamentos de longo prazo.

Para elaborar o seu, você pode:

  • Defina seu público-alvo: Entenda quem são os seus clientes ideais. Considere idade, localização, renda, interesses e comportamentos de compra. Ferramentas como Google Analytics ou Instagram Insights podem ajudar a identificar essas informações.
  • Escolha os canais certos: Priorize os meios onde seus clientes estão mais presentes. Redes sociais como Instagram e TikTok são ótimas para negócios que dependem de apelo visual, enquanto e-mail marketing e WhatsApp funcionam bem para relacionamento direto com o cliente.
  • Crie conteúdo relevante: Ofereça materiais que eduquem, inspirem ou resolvam problemas do seu público. Pode ser um post no Instagram, um vídeo no YouTube ou até um guia rápido em PDF.
  • Invista em anúncios digitais: Plataformas como Google Ads e Meta Ads permitem criar campanhas segmentadas, direcionadas ao público certo com baixo custo. Experimente com valores pequenos no início para entender quais estratégias trazem mais resultados.
  • Aproveite integrações com soluções de pagamento: Com a Conta Digital InfinitePay, pode integrar seus esforços de marketing com estratégia de vendas, como descontos para quem paga via Pix  ou links de pagamento com parcelamento em até 12x. 

Lembre-se de começar com ações simples, como criar um perfil profissional nas redes sociais e manter um calendário de postagens consistente. 

Não se preocupe em fazer tudo ao mesmo tempo; o importante é testar e ajustar suas estratégias com base no retorno.

Melhore suas oportunidades com uma conta que dispensa todas as outras

As oportunidades de negócios em 2025 são promissoras para quem deseja inovar e empreender.

Com ferramentas acessíveis e soluções integradas como as da InfinitePay, você pode alcançar resultados reais sem precisar de um grande orçamento, garantindo que cada investimento traga retorno para o crescimento do seu negócio.

Com a Conta Digital InfinitePay, você tem:

  • Zero taxas ocultas: A conta é totalmente gratuita, sem mensalidades, ajudando você a economizar desde o início.
  • Pix gratuito: Receba e envie dinheiro por Pix para cobrar seus clientes.
  • Controle financeiro no app: Gerencie suas finanças, entradas e saídas diretamente pelo app de forma simples e prática.
  • Acesso a crédito: Solicite empréstimos no app, com parcelas ajustáveis e sem burocracia.
  • Links de pagamento: Crie gratuitamente, venda online ou por redes sociais e ofereça parcelamento em até 12x.

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