dicas

Descubra nossas melhores dicas e conselhos. Aprenda truques úteis para melhorar sua vida profissional e pessoal.

Finanças

Todos os anos, milhões de brasileiros precisam declarar o Imposto de Renda, mas nem todos são obrigados a prestar contas à Receita Federal. 

A isenção de Imposto de Renda é concedida a determinados grupos de contribuintes que se enquadram em critérios específicos.

Se você quer entender se está isento da declaração do IR em 2025, como funciona esse processo e quais são os requisitos para a isenção, continue a leitura. 

Vamos esclarecer as principais dúvidas sobre o tema e ajudá-lo a evitar problemas com a fiscalização.

O que significa estar isento da declaração do Imposto de Renda?

Ser isento da declaração do Imposto de Renda significa que o contribuinte não precisa enviar a Declaração de Ajuste Anual para a Receita Federal

No entanto, a isenção não é universal e depende de fatores como renda anual, tipo de rendimento e posse de bens.

A Receita Federal define anualmente os critérios de obrigatoriedade da declaração e as faixas de isenção. 

Entre os principais grupos que podem ser dispensados de declarar estão aqueles que receberam rendimentos abaixo do limite determinado, aposentados com doenças graves e trabalhadores com rendimentos exclusivamente isentos.

Ainda assim, é essencial verificar se há outros fatores que podem obrigar a declaração, mesmo que não haja imposto a ser pago.

Você também pode se interessar:

Quem é isento de Imposto de Renda em 2025?

Para o ano de 2025, a isenção do Imposto de Renda segue critérios específicos. 

Estão dispensados da declaração aqueles que:

  • Receberam rendimentos tributáveis abaixo de R$ 33.888,00 no ano-calendário de 2024, conforme a tabela de isenção da Receita Federal.
  • Possuem apenas rendimentos isentos: aqueles que receberam exclusivamente rendimentos como doações, heranças e dividendos não tributáveis também podem ser isentos.
  • Aposentados com doenças graves: pessoas diagnosticadas com enfermidades previstas na legislação, como câncer e doenças cardíacas graves, estão isentas do imposto sobre seus rendimentos de aposentadoria e pensão, mas ainda podem precisar declarar caso tenham outros rendimentos ou bens acima do limite.
  • Recebem apenas benefícios previdenciários: cidadãos que possuem apenas auxílio-doença, auxílio-acidente ou aposentadoria por invalidez também podem estar dispensados.
Quem tem direito à isenção de imposto de renda?

Esses critérios podem sofrer alterações com o passar dos anos. 

Por isso, é sempre importante acompanhar as atualizações divulgadas pela Receita Federal para garantir o cumprimento das regras.

Quem é isento precisa declarar Imposto de Renda em 2025?

Mesmo estando isento do pagamento do Imposto de Renda, em alguns casos, o contribuinte ainda pode ser obrigado a fazer a declaração. 

Algumas situações que exigem o envio do documento são:

  • Posse de bens acima do limite: quem possui imóveis, veículos ou outros bens cujo valor total ultrapasse R$ 800.000,00 deve declarar, mesmo que seus rendimentos sejam isentos.
  • Rendimentos tributáveis acima do limite de isenção: se houve o recebimento de rendimentos tributáveis que ultrapassaram o teto de isenção anual, a declaração é obrigatória.
  • Operações na Bolsa de Valores: qualquer pessoa que realizou investimentos na Bolsa de Valores, independentemente do valor movimentado, pode ser obrigada a declarar.

Caso tenha dúvidas sobre a obrigatoriedade da declaração, é recomendável consultar um contador ou acessar diretamente o site da Receita Federal.

Para 2026, há uma proposta em tramitação no Congresso para ampliar a faixa de isenção para R$ 5.000,00 mensais

A medida ainda precisa ser aprovada, mas pode beneficiar milhões de contribuintes. 

O governo também discute uma possível isenção parcial para rendas até R$ 7.000,00.

Artigos relacionados:

Como fazer a declaração de IR?

Se você não se enquadra nos critérios de isenção, será necessário declarar o Imposto de Renda em 2025. 

O processo pode ser feito digitalmente pelo Programa da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (DIRPF), disponível no site da Receita Federal.

1. Baixe o app ou acesse o site da Receita Federal

Acesse o site da Receita Federal e faça o download do programa de declaração de Imposto de Renda, ou utilize o aplicativo oficial disponível para smartphones.

2. Separe os documentos necessários

Tenha em mãos os informes de rendimentos fornecidos por empresas, bancos e instituições financeiras, além de recibos de despesas médicas, educação e outros comprovantes que possam ser utilizados para dedução.

3. Preencha a declaração com atenção

Insira todas as informações solicitadas sobre seus rendimentos, bens e despesas. O próprio sistema da Receita ajuda a identificar possíveis erros antes do envio.

4. Escolha o tipo de tributação

O programa permite optar pelo modelo simplificado ou completo. O ideal é simular as duas opções e verificar qual delas resulta em menor imposto a pagar ou maior restituição.

5. Envie a declaração dentro do prazo

Após preencher e revisar as informações, envie a declaração eletronicamente. 

Se houver imposto a pagar, é possível parcelar o valor ou quitar via débito automático.

Fazer a declaração corretamente evita problemas futuros com a fiscalização, como multas e pendências na Receita Federal.

Passo a passo declaração de Imposto de Renda

Qual o prazo para declarar Imposto de Renda 2025?

Para o ano de 2025, a Receita Federal confirmou que o prazo para entrega da declaração será de 17 de março a 30 de maio de 2025, às 23h59.

Quem perder o prazo estará sujeito a multas, que podem variar de R$ 165,74 a até 20% do valor do imposto devido, prevalecendo o maior valor.

Além disso, atrasos podem gerar complicações fiscais, como restrições no CPF e dificuldades para obter crédito.

Ficar atento ao prazo e se organizar com antecedência evita correrias de última hora e possíveis erros no preenchimento da declaração.

Como solicitar isenção de IR?

Em alguns casos, a isenção do Imposto de Renda não acontece de forma automática. 

Isso significa que o contribuinte pode precisar fazer uma solicitação formal para garantir o direito à isenção.

Leia mais:

Quem pode solicitar a isenção?

A solicitação de isenção geralmente é feita por aposentados ou pensionistas que possuem doenças graves, conforme previsto em lei. Para isso, é necessário apresentar um laudo médico emitido por um órgão oficial, como o INSS ou hospitais públicos.

Veja o passo a passo para solicitá-la:

  1. Obtenha um laudo médico: O documento deve atestar a condição de saúde que dá direito à isenção.
  2. Solicite a isenção no INSS ou na Receita Federal: O pedido deve apresentar um laudo médico oficial de um serviço público e fazer o pedido pelo Meu INSS (para aposentados do INSS) ou diretamente na Receita Federal (para servidores públicos e pensionistas de outros regimes).
  3. Aguarde a análise e aprovação: Após a solicitação, o pedido será avaliado e, caso aprovado, a isenção será concedida.

Se você se encaixa nos critérios para isenção, solicitar esse benefício pode gerar uma economia significativa, reduzindo seus custos anuais com tributos.

Seu negócio

Se você precisa pagar impostos sobre ganhos tributáveis, como investimentos ou venda de bens, saber como emitir o DARF do Imposto de Renda é essencial para manter suas obrigações fiscais em dia. 

O DARF (Documento de Arrecadação de Receitas Federais) é utilizado para recolher tributos federais devidos por pessoas físicas e jurídicas, garantindo que os valores sejam pagos corretamente à Receita Federal.

Neste guia, você aprenderá o que é o DARF, como emiti-lo e quais são as regras para o pagamento. 

Também explicaremos o que acontece se o tributo não for pago no prazo e responderemos às dúvidas mais comuns sobre o tema.

O que é o DARF do Imposto de Renda?

O DARF do Imposto de Renda é um documento oficial utilizado para recolher impostos devidos à Receita Federal. 

Ele é exigido sempre que há um tributo a ser pago e não há retenção automática na fonte, como acontece em rendimentos de investimentos, venda de imóveis e outras operações financeiras.

Ele pode ser emitido por meio de sistemas oficiais da Receita Federal, como o Sicalc Web, e deve ser pago dentro do prazo para evitar multas e juros. 

Se o valor do imposto for inferior a R$ 10,00, o pagamento pode ser postergado até que o montante acumulado atinja esse valor mínimo.

Você também pode se interessar:

Como emitir DARF no Imposto de Renda?

A emissão do DARF é um processo simples, mas requer atenção aos detalhes para evitar erros que possam gerar a necessidade de retificação.

Veja o passo a passo para emitir corretamente o seu DARF:

Passo a passo para emitir DARF no IR

1. Acesse o site da Sicalc Web

O primeiro passo para emitir o DARF do Imposto de Renda é acessar a plataforma Sicalc Web, sistema oficial da Receita Federal que permite calcular o tributo e gerar a guia de pagamento. 

O acesso pode ser feito pelo navegador, sem a necessidade de instalação de programas.

  • Entre no site do Sicalc Web (Sistema de Cálculo de Acréscimos Legais);
  • Escolha a opção Preenchimento Rápido;
  • Selecione a categoria correspondente ao contribuinte: Pessoa Física ou Pessoa Jurídica.

Na próxima etapa, você precisará inserir os dados necessários para calcular o valor do tributo devido.

2. Calcule o valor e o lucro

Para preencher corretamente o DARF, é fundamental calcular o valor do imposto devido. 

O cálculo pode variar conforme o tipo de operação realizada, mas, em geral, envolve os seguintes passos:

  • Some os rendimentos tributáveis do período de apuração;
  • Subtraia os custos operacionais relacionados à transação (como taxas de corretagem e emolumentos);
  • Se houver prejuízo em meses anteriores, ele pode ser compensado para reduzir o valor do imposto devido.

O imposto a pagar deve ser quitado até o último dia útil do mês seguinte ao da operação tributável. 

Caso o pagamento seja feito após o prazo, será necessário recalcular o valor com acréscimos de juros e multa.

3. Saiba qual é a alíquota do investimento

Cada tipo de investimento ou ganho de capital possui uma tributação específica. 

A alíquota varia conforme a modalidade da operação e pode ser diferente para investidores, autônomos ou vendedores de bens.

Veja alguns exemplos:

  • Venda de ações acima de R$ 20 mil no mês: 15% sobre o lucro;
  • Day trade (compra e venda no mesmo dia): 20% sobre o lucro;
  • Fundos Imobiliários (FIIs): 20% sobre o lucro, sem isenção para pequenas vendas;
  • BDRs e ETFs: 15% para operações comuns e 20% para day trade.

Certifique-se de utilizar a alíquota correta ao preencher o DARF, pois um cálculo incorreto pode resultar em cobranças adicionais ou necessidade de retificação futura.

4. Preencha os campos no formulário

Após calcular o imposto devido, o próximo passo é preencher corretamente os campos no Sicalc Web para gerar o DARF.

O sistema solicitará algumas informações essenciais, como:

  • CPF ou CNPJ do contribuinte;
  • Código da Receita correspondente ao tributo (exemplo: 6015 para Imposto de Renda sobre operações na Bolsa de Valores);
  • Período de apuração, ou seja, o mês e o ano da operação que gerou o imposto devido;
  • Valor do imposto calculado, já considerando eventuais prejuízos compensáveis e imposto retido na fonte.

É fundamental revisar todas as informações antes de concluir essa etapa, pois erros podem levar à necessidade de retificação do DARF, processo que pode gerar atrasos e complicações no pagamento.

5. Faça a emissão e pague o DARF

Após preencher todos os campos corretamente, clique em "Emitir DARF" para gerar o documento em formato PDF. 

Esse arquivo conterá todas as informações necessárias para a quitação do tributo.

O pagamento pode ser realizado pelos seguintes meios:

  • Internet banking do seu banco;
  • Aplicativos bancários;
  • Caixas eletrônicos;
  • Agências bancárias;
  • Casas lotéricas (dependendo do valor e do banco autorizado).

O DARF deve ser pago até o vencimento para evitar a incidência de multa e juros. 

Se o prazo for perdido, o contribuinte deve acessar o Sicalc Web novamente para recalcular o valor, incluindo os acréscimos legais, e emitir um novo documento atualizado.

Para que serve o DARF do Imposto de Renda?

O DARF do Imposto de Renda tem a função de garantir que tributos federais sejam pagos corretamente por contribuintes que tiveram ganhos tributáveis ao longo do ano. 

Ele é utilizado tanto por pessoas físicas quanto por empresas para recolher impostos que não foram retidos na fonte.

Algumas das principais finalidades do DARF incluem:

  • Recolher o Imposto de Renda sobre ganhos de capital, como venda de imóveis, investimentos e aluguéis;
  • Regularizar tributos devidos por autônomos, profissionais liberais e empresários;
  • Evitar multas e juros por atraso no pagamento de tributos;
  • Manter a situação fiscal do contribuinte em dia com a Receita Federal.

Além do Imposto de Renda, o DARF também pode ser usado para o pagamento de outros tributos federais, como PIS, Cofins, CSLL e IOF.

Artigos relacionados:

Quem precisa pagar DARF em 2025?

O pagamento do DARF é obrigatório para qualquer pessoa física ou jurídica que tenha gerado impostos a serem recolhidos e que não tenham sido retidos na fonte.

Em 2025, devem emitir e pagar o DARF aqueles que se enquadram nas seguintes situações:

  • Pessoas físicas que tiveram ganhos tributáveis acima de R$ 33.888,00 em 2024;
  • Quem recebeu rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte acima de R$ 200 mil em 2024 está obrigado a declarar o IR, mas não necessariamente a pagar o DARF, pois alguns rendimentos não tributáveis podem estar dispensados de recolhimento adicional;
  • Quem vendeu bens ou imóveis com ganho de capital superior a R$ 35 mil;
  • Investidores que operaram na Bolsa de Valores e ultrapassaram R$ 20 mil em vendas mensais com lucro ou R$ 40 mil em outros ativos (como FIIs, ETFs e BDRs);
  • Proprietários de imóveis alugados, pois o imposto sobre os aluguéis deve ser pago via DARF;
  • Autônomos e empresários que não optam pelo Simples Nacional devem pagar o DARF mensalmente, via Carnê-Leão, quando recebem rendimentos tributáveis sem retenção na fonte;
  • Quem realizou atividades rurais com receita superior a R$ 153.199,50 e teve imposto devido.

Se você se encaixa em alguma dessas situações, é importante calcular corretamente o valor devido e pagar o DARF dentro do prazo para evitar multas.

Conheça os diferentes tipos de DARF

Existem dois tipos principais de DARF: DARF Simples e DARF Comum

Cada um deles tem regras específicas para quem precisa emitir e pagar o tributo.

DARF simples vs. DARF Comum

DARF Simples

Esse documento foi substituído pelo DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional), que agora centraliza o pagamento de impostos para micro e pequenas empresas.

No caso dos Microempreendedores Individuais (MEI), o imposto é pago por meio do DAS-MEI, que inclui tributos como INSS, ICMS e ISS.

DARF Comum

O DARF Comum é o documento mais utilizado por pessoas físicas e jurídicas para recolher tributos federais, incluindo:

  • Imposto de Renda sobre investimentos e ganhos de capital;
  • Imposto sobre aluguéis e outras rendas tributáveis;
  • Tributos devidos por profissionais autônomos que não têm retenção na fonte.

Esse tipo de DARF precisa ser pago dentro do prazo estipulado pela Receita Federal para evitar encargos adicionais.

Como saber se eu preciso pagar DARF?

Saber se você precisa pagar o DARF do Imposto de Renda envolve verificar se houve rendimentos tributáveis que não tiveram imposto retido na fonte. 

Algumas situações que exigem a emissão do DARF incluem:

  • Venda de ações acima de R$ 20 mil no mês com lucro;
  • Ganhos de capital na venda de imóveis, veículos ou participações societárias;
  • Recebimento de aluguel sujeito à tributação;
  • Rendimentos de trabalho autônomo sem retenção do imposto na fonte.

Para verificar se há DARFs em aberto, você pode acessar o e-CAC (Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte) da Receita Federal, onde é possível consultar débitos pendentes e emitir guias de pagamento.

Se você se encaixa em alguma dessas situações, é importante calcular e pagar o DARF dentro do prazo para evitar multas e juros.

Leia mais:

O que acontece se eu não pagar?

Caso o DARF do Imposto de Renda não seja pago dentro do prazo, o contribuinte estará sujeito a multas e juros, além de possíveis restrições com a Receita Federal.

As penalidades incluem:

  • Multa de 0,33% ao dia sobre o valor devido, limitada a 20% do total, com acréscimo de juros baseados na taxa Selic acumulada até a data do pagamento.
  • Juros com base na taxa Selic, acumulados até a data do pagamento;
  • Possibilidade de inscrição na Dívida Ativa da União, o que pode gerar restrições bancárias e dificuldades para obter crédito.

Se você perdeu o prazo, pode emitir um novo DARF atualizado no Sicalc Web, já com os encargos aplicados.

Organize seus pagamentos com uma conta inteligente

Manter suas obrigações fiscais em dia é essencial para evitar multas e juros. 

Com a Conta Digital InfinitePay, você pode simplificar o pagamento do DARF do Imposto de Renda e de outros tributos, garantindo mais praticidade e segurança no gerenciamento financeiro do seu negócio.

A Conta InfinitePay oferece vantagens como:

  • Pagamento de tributos sem burocracia diretamente pelo app;
  • Transferências gratuitas via Pix para facilitar a organização financeira;
  • Gestão simplificada dos recebimentos e pagamentos, ajudando a manter o fluxo de caixa equilibrado.

Além disso, para empreendedores e autônomos que precisam manter o controle financeiro em dia, a Conta PJ InfinitePay permite gerenciar todas as suas operações sem taxas abusivas, garantindo mais economia e eficiência na sua rotina fiscal.

Abra sua conta gratuita e facilite o pagamento dos seus tributos com a InfinitePay!

Abra sua conta InfinitePay em menos de 5 minutos

Seu negócio

Manter-se em dia com as obrigações fiscais é essencial para qualquer Microempreendedor Individual (MEI)

O calendário fiscal MEI 2025 estabelece prazos importantes que devem ser seguidos para evitar multas e manter o CNPJ regularizado.

Desde o pagamento mensal do DAS até a entrega de declarações obrigatórias, é fundamental que os MEIs fiquem atentos às datas para evitar problemas com a Receita Federal.

A seguir, você confere as principais obrigações anuais e mensais do MEI para 2025 e como se organizar para cumpri-las.

Obrigações anuais

Além das obrigações mensais, os MEIs precisam cumprir algumas exigências anuais para manter o CNPJ regular. 

Essas obrigações incluem a adesão ou regularização no Simples Nacional, a entrega da DEFIS e a Declaração Anual do Simples Nacional (DASN-SIMEI)

Confira os prazos e evite penalidades.

Você também pode se interessar:

Adesão ou regularização do Simples Nacional - 31 de janeiro

O dia 31 de janeiro de 2025 é o prazo final para os microempreendedores que desejam aderir ao Simples Nacional, regime tributário simplificado que unifica impostos em uma única guia.

Se um MEI perdeu o prazo para optar pelo Simples Nacional em anos anteriores ou foi excluído por pendências fiscais, este é o momento de regularizar a situação. 

A solicitação pode ser feita pelo Portal do Simples Nacional, onde também é possível verificar débitos e quitar eventuais pendências.

A regularização dentro do prazo evita complicações, como restrições para emitir notas fiscais e dificuldades no acesso a benefícios previdenciários.

DEFIS (Declaração de Informações Socioeconômicas e Fiscais) - 31 de março

A DEFIS (Declaração de Informações Socioeconômicas e Fiscais) deve ser entregue até 31 de março por todas as empresas optantes pelo Simples Nacional. 

No entanto, essa obrigação não se aplica aos MEIs, sendo exigida apenas de microempresas (ME) e empresas de pequeno porte (EPP).

Embora o MEI não precise enviar a DEFIS, é sempre importante acompanhar as regras do Simples Nacional, pois mudanças podem ocorrer ao longo do tempo.

Declaração Anual do Simples Nacional (DASN-SIMEI) - 31 de maio

A Declaração Anual do Simples Nacional do Microempreendedor Individual (DASN-SIMEI) é obrigatória para todos os MEIs e deve ser entregue até o dia 31 de maio de 2025

Nessa declaração, o empreendedor informa o faturamento bruto do ano anterior e se teve funcionários contratados.

O preenchimento da DASN-SIMEI é feito no Portal do Empreendedor, e sua entrega dentro do prazo é essencial para evitar multas e manter o CNPJ regular. 

Caso a declaração não seja enviada, o MEI pode ficar impossibilitado de emitir boletos do DAS e ter restrições junto à Receita Federal.

Obrigações mensais

Além das obrigações anuais, o MEI também precisa cumprir compromissos mensais para manter a regularidade do CNPJ. 

O principal deles é o pagamento do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS), que garante o recolhimento de impostos e a contribuição previdenciária.

Pagamento mensal do DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional) - Todo dia 20

O DAS MEI é a guia de pagamento que reúne os tributos obrigatórios do microempreendedor, incluindo a contribuição para o INSS e os impostos estaduais e municipais, quando aplicáveis.

O vencimento ocorre todo dia 20 de cada mês, ou no primeiro dia útil seguinte, caso a data caia em finais de semana ou feriados. 

O valor do DAS pode ser ajustado anualmente, conforme o reajuste do salário mínimo.

Manter o pagamento em dia é essencial para garantir benefícios previdenciários, como aposentadoria, auxílio-doença e salário-maternidade. O boleto pode ser gerado no Portal do Empreendedor ou pelo app MEI da Receita Federal. Para evitar atrasos, o MEI pode ativar o débito automático ou utilizar carteiras digitais para pagamento.

Calendário fiscal MEI

Obrigações para MEIs com funcionários

O MEI pode contratar até um funcionário com registro formal e precisa cumprir algumas exigências trabalhistas para garantir os direitos desse colaborador. 

Isso inclui o registro no eSocial e a obtenção de licenças e alvarás, quando necessário.

Registro no eSocial

Caso o MEI tenha um funcionário, ele deve cadastrá-lo no eSocial, um sistema do governo que unifica as informações trabalhistas, previdenciárias e fiscais em um único ambiente digital.

O registro no eSocial é obrigatório e garante que o empregado tenha acesso a direitos como salário mínimo, 13º salário, férias remuneradas e FGTS

Além disso, o MEI precisa pagar os encargos trabalhistas, como o INSS do empregado (3%) e o FGTS (8%), que são recolhidos mensalmente.

Para evitar problemas com a fiscalização, o cadastro deve ser feito assim que a contratação for realizada. O processo pode ser feito diretamente no site do eSocial para MEI.

Artigos relacionados:

Licenças e alvarás

Dependendo do ramo de atividade, o MEI pode precisar de licenças específicas ou alvarás para operar legalmente. 

As exigências variam de acordo com o município e o setor do negócio.

Por exemplo, empreendedores que trabalham com alimentação, estética ou atividades que envolvem manipulação de produtos químicos podem precisar de licenças sanitárias. 

Já aqueles que atuam em locais físicos podem necessitar de alvará de funcionamento da prefeitura.

Para saber quais licenças são necessárias, o MEI pode consultar a prefeitura local ou acessar o Portal do Empreendedor, que lista as exigências para cada categoria profissional.

Como a InfinitePay pode ajudar os MEIs

Manter as obrigações fiscais e trabalhistas em dia pode ser um desafio para muitos MEIs, principalmente quando se trata da organização financeira do negócio. 

Para garantir que os pagamentos, declarações e outras responsabilidades sejam cumpridos sem dificuldades, contar com uma conta PJ pode fazer toda a diferença.

A Conta PJ da InfinitePay foi desenvolvida para atender às necessidades do MEI, permitindo que o empreendedor separe as finanças pessoais das empresariais e tenha mais controle sobre seus recebimentos e pagamentos.

Com ela você aproveita:

  • Empréstimo rápido e facilitado para pagar com uma porcentagem das vendas
  • Pix taxa 0% para vender e receber de forma ilimitada
  • Envio de cobranças automáticas via e-mail e WhatsApp para seus clientes
  • Gestão integrada e simplificada com relatório de entradas e saídas

Além disso, com a conta PJ InfinitePay você aproveita as melhores soluções de vendas como link de pagamento, loja online, maquininha grátis no celular e checkout de e-commerce.

Abra sua conta PJ InfinitePay em menos de 5 minutos

Empreender

Se você já pensou em abrir um negócio, provavelmente se deparou com o termo pessoa jurídica. 

Mas o que isso realmente significa? E como se diferencia de uma pessoa física? 

Esses conceitos são fundamentais para quem deseja empreender, pois determinam direitos, deveres e a forma como uma empresa deve operar legalmente. 

Neste artigo, vamos explicar o que é pessoa jurídica, como ela se relaciona com a pessoa física e quais são suas principais características.

O que é “pessoa” nas leis?

No direito, o termo “pessoa” se refere a um sujeito que possui direitos e deveres reconhecidos por lei. 

Esse conceito se divide em duas categorias: pessoa física e pessoa jurídica.

A distinção entre elas é essencial para definir responsabilidades legais, obrigações tributárias e direitos específicos de cada uma.

Você também pode se interessar por:

O que é pessoa jurídica?

Pessoa jurídica é uma entidade legalmente constituída, com identidade própria e independente de seus fundadores. 

Isso significa que ela pode firmar contratos, ter patrimônio próprio, pagar impostos e responder juridicamente por suas ações.

Empresas, ONGs, igrejas, associações e órgãos públicos são exemplos de pessoa jurídica. Para existir legalmente, uma pessoa jurídica precisa ser registrada sob um CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica), emitido pela Receita Federal. 

Esse registro oficializa a entidade e permite que ela realize atividades comerciais e administrativas dentro da lei.

O que é pessoa física?

Já a pessoa física representa qualquer indivíduo, independentemente de sua profissão ou atividade econômica. 

Todo ser humano é uma pessoa física desde o nascimento, independentemente de possuir um CPF (Cadastro de Pessoa Física).

Diferente da pessoa jurídica, que possui um patrimônio e identidade próprios, a pessoa física responde diretamente por seus atos, bens e obrigações. Isso significa que um empresário, enquanto pessoa física, é responsável por seus compromissos financeiros e jurídicos, a menos que abra uma empresa e estabeleça uma separação legal entre seus bens pessoais e empresariais.

Qual a diferença entre pessoa física e pessoa jurídica?

A principal diferença entre pessoa física e pessoa jurídica está na sua finalidade e no seu reconhecimento legal:

  • Pessoa física é qualquer indivíduo, com CPF, que tem direitos e deveres perante a lei.
  • Pessoa jurídica é uma entidade criada por uma ou mais pessoas físicas, registrada sob um CNPJ, com fins específicos e responsabilidades próprias.

Outra distinção importante é que a pessoa jurídica possui uma identidade independente

Em geral, a pessoa jurídica tem um patrimônio independente de seus donos, ou seja, eventuais dívidas e obrigações da empresa não afetam diretamente os bens pessoais dos sócios. 

No entanto, no caso do MEI (Microempreendedor Individual), essa separação não é total. 

Se houver dívidas, o empresário pode ser responsabilizado com seus bens pessoais, já que o MEI não tem a mesma proteção jurídica que outras categorias empresariais, como LTDA ou S.A.

Enquanto a pessoa física pode exercer atividades econômicas sem precisar abrir uma empresa (como um autônomo), a pessoa jurídica formaliza essas atividades, permitindo a emissão de notas fiscais, acesso a benefícios tributários e maior segurança jurídica para suas operações.

Para evitar misturar finanças pessoais e empresariais, muitos empreendedores optam por abrir uma Conta PJ

Com a InfinitePay, você tem uma Conta PJ gratuita, Pix sem taxa e ferramentas para gerenciar seu negócio de forma eficiente.

Quais os 3 tipos de pessoa jurídica?

O Código Civil brasileiro classifica as pessoas jurídicas em três categorias principais de direito: público interno, externo e privado. 

Cada uma delas tem características e finalidades específicas:

1. Pessoa Jurídica de direito público interno

Esse tipo de pessoa jurídica abrange os órgãos e entidades ligadas ao governo. 

São organizações criadas por lei para administrar serviços públicos e gerenciar interesses coletivos. 

Alguns exemplos são:

  • União, estados, municípios e o Distrito Federal;
  • Autarquias, como o INSS e o Banco Central;
  • Empresas públicas, como os Correios e a Caixa Econômica Federal.

As entidades dessa categoria têm regras próprias de funcionamento e, em muitos casos, contam com imunidade tributária e responsabilidade administrativa específica.

2. Pessoa Jurídica de direito público externo

As pessoas jurídicas de direito público externo são compostas por Estados estrangeiros e organismos internacionais reconhecidos pela legislação brasileira e internacional. 

Alguns exemplos são:

  • Organização das Nações Unidas (ONU);
  • Fundo Monetário Internacional (FMI);
  • Embaixadas e consulados de outros países.

Apesar de atuarem no Brasil, essas entidades seguem normas específicas de direito internacional e não estão sujeitas às mesmas leis que regem as empresas e instituições públicas nacionais.

3. Pessoa Jurídica de direito privado

A Pessoa Jurídica de direito privado é a mais comum no mundo dos negócios

Ela abrange empresas e organizações criadas por iniciativa de seus fundadores, sejam eles indivíduos ou grupos. 

Para existir legalmente, essa categoria precisa ser registrada nos órgãos competentes e obter um CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica).

Os principais tipos de pessoas jurídicas de direito privado incluem:

  • Empresas e sociedades empresariais (como MEI, EIRELI, LTDA e S.A.);
  • Associações e fundações (como ONGs e institutos sem fins lucrativos);
  • Organizações religiosas (como igrejas e templos de diferentes credos);
  • Partidos políticos (estruturas formais para representação política);
  • Empresas individuais (como empreendedores individuais e autônomos formalizados).

Diferente das pessoas jurídicas de direito público, que são criadas por lei para funções governamentais, as de direito privado são estabelecidas por iniciativa particular e regidas por normas do Código Civil.

Artigos relacionados:

Quais os direitos e deveres de uma pessoa jurídica?

Assim como as pessoas físicas, as pessoas jurídicas também possuem direitos garantidos por lei e obrigações que precisam cumprir para operar legalmente

Esses aspectos variam de acordo com o tipo de empresa, regime tributário e atividade econômica.

Direitos PJ

Alguns dos principais direitos da pessoa jurídica incluem:

  • Registro e proteção legal: uma vez formalizada, a empresa passa a ter um CNPJ, podendo realizar transações comerciais e firmar contratos legalmente reconhecidos.
  • Acesso a crédito e financiamentos: empresas podem solicitar empréstimos e linhas de crédito específicas para capital de giro, expansão ou investimentos.
  • Benefícios fiscais: dependendo do regime tributário escolhido, é possível obter reduções de impostos ou incentivos fiscais.
  • Autonomia patrimonial: a empresa possui um patrimônio separado dos sócios (exceto em casos como o MEI), garantindo maior segurança financeira para os donos.
  • Possibilidade de emissão de notas fiscais: ao formalizar um negócio, o empreendedor pode emitir notas fiscais, essencial para vender para outras empresas e expandir a clientela.

Além disso, ter uma Conta PJ facilita a organização financeira. 

Com a Conta PJ InfinitePay, você recebe na hora ou até 1 dia útil, com as menores taxas do mercado e conta com um sistema completo de gestão para acompanhar seus recebimentos.

Vantagens da conta PJ InfinitePay

Deveres PJ

Para operar legalmente, a pessoa jurídica também precisa cumprir diversas obrigações legais e fiscais, como:

  • Pagamento de impostos: dependendo do regime tributário, a empresa pode pagar tributos como IRPJ, ICMS, ISS, PIS, Cofins, entre outros. No caso do MEI, a carga tributária é reduzida e unificada no pagamento mensal do DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional).
  • Cumprimento das obrigações trabalhistas: empresas com funcionários devem registrar colaboradores, pagar salários conforme a CLT, recolher FGTS e INSS, entre outras responsabilidades.
  • Emissão de notas fiscais: a maioria das pessoas jurídicas é obrigada a emitir notas fiscais para registrar suas transações comerciais.
  • Declaração de Imposto de Renda: mesmo sem faturamento, empresas devem cumprir obrigações fiscais, como a Declaração de Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ), a Escrituração Contábil Fiscal (ECF) ou o DASN-SIMEI (para MEIs no Simples Nacional).
  • Cumprimento das regulamentações do setor: dependendo da atividade, a empresa pode precisar de alvarás, licenças sanitárias, registro na prefeitura, entre outros documentos.

O não cumprimento dessas obrigações pode resultar em multas, sanções ou até o encerramento das atividades da empresa. 

Por isso, é essencial que os empreendedores se mantenham atentos às suas responsabilidades fiscais e jurídicas.

Conta PJ grátis com gestão de negócio completa

Ter uma Conta PJ pode facilitar muito a rotina financeira de empreendedores e empresas. Com uma conta bancária específica para o negócio, é possível separar as finanças pessoais das empresariais, receber pagamentos de clientes e fornecedores com mais facilidade e ter acesso a serviços bancários voltados para empresas.

Na InfinitePay, você pode abrir sua Conta PJ grátis e aproveitar uma gestão financeira completa, com funcionalidades como:

  • Menores taxas do mercado: receba pagamentos em até 1 dia útil via Pix grátis, débito a partir de 0,75% e crédito a partir de 2,69%.
  • Venda online sem complicação: crie sua loja virtual gratuita e use links de pagamento para cobrar seus clientes de forma simples e segura.
  • Maquininha grátis: transforme seu celular em uma maquininha e aceite pagamentos por aproximação sem precisar de equipamentos extras com o InfiniteTap.
  • Gestão automática de cobranças: acompanhe pagamentos, reduza a inadimplência e organize o fluxo de caixa da sua empresa.

Se você quer profissionalizar suas operações e melhorar sua gestão financeira, abrir uma Conta PJ é o primeiro passo para estruturar o seu negócio com segurança e eficiência.

Abra sua conta PJ InfinitePay e simplifique sua gestão de negócio

Empreender

De acordo com dados recentes do IBGE, 38,8% dos trabalhadores brasileiros atuam na informalidade. 

Compreender o que é renda informal se torna essencial para milhões de brasileiros que vivem essa realidade diariamente e enfrentam desafios únicos em sua gestão financeira.

Se você é um desses trabalhadores, sabe que a renda informal traz desafios significativos, como a dificuldade em comprovar rendimentos para financiamentos – portanto, entender esse tipo de renda é crucial para navegar melhor pelas exigências financeiras e aproveitar as oportunidades disponíveis.

Neste artigo, você aprenderá a definir, identificar e comprovar esse tipo de renda, além de explorar as vantagens e desvantagens que ela oferece. 

Continue lendo para descobrir como transformar sua gestão financeira de forma eficaz.

O que é renda informal?

A renda informal é definida pelo IBGE como aquela gerada por atividades econômicas que não são reguladas formalmente, ou seja, sem vínculos empregatícios formais ou contribuições previdenciárias.

Algumas características principais da renda informal são:

  • Ausência de contrato formal: não há documentação que formalize o vínculo entre empregador e empregado.
  • Falta de benefícios trabalhistas: não inclui direitos como férias remuneradas e décimo terceiro salário.
  • Variedade de fontes de renda: pode incluir múltiplas atividades sem vínculo empregatício fixo.
  • Flexibilidade de horários: maior liberdade para definir horários de trabalho.

Alguns exemplos práticos de renda informal são vendedores ambulantes que comercializam produtos em vias públicas, prestadores de serviços autônomos (como encanadores, eletricistas e diaristas) e artistas de rua que dependem da contribuição espontânea do público.

Como começar a gerar renda informal?

Se você deseja começar a gerar renda informal, é importante planejar suas atividades e entender quais oportunidades melhor se encaixam no seu perfil. 

Aqui estão alguns passos para iniciar:

  1. Identifique suas habilidades e interesses: avalie no que você é bom e quais serviços ou produtos poderia oferecer.
  2. Pesquise oportunidades no mercado: descubra quais atividades informais estão em alta e podem gerar bons ganhos.
  3. Comece com baixo investimento: se possível, inicie com recursos mínimos e vá reinvestindo conforme o negócio cresce.
  4. Divulgue seus serviços ou produtos: use redes sociais, boca a boca e marketplaces para alcançar mais clientes.
  5. Organize suas finanças: controle ganhos e despesas para garantir um fluxo de caixa positivo e sustentável.

Com dedicação e planejamento, a renda informal pode se tornar uma alternativa viável para complementar seus rendimentos ou até mesmo se tornar sua principal fonte de sustento.

Qual é a diferença entre renda formal e informal?

Compreender as diferenças entre renda formal e informal é crucial para trabalhadores que buscam gerenciar suas finanças de forma eficaz. 

Essa compreensão ajuda na tomada de decisões sobre oportunidades de emprego e planejamento financeiro a longo prazo.

Aspecto Renda formal Renda informal
Vínculo empregatício Presença de contrato formal Ausência de contrato formal
Benefícios Inclui benefícios como FGTS, seguro-desemprego, férias remuneradas Geralmente não inclui benefícios
Tributação Dedução automática de impostos Geralmente isenta de deduções automáticas
Estabilidade Maior estabilidade com direitos garantidos Menor estabilidade, dependente de disponibilidade
Proteção legal Proteção legal abrangente pela CLT Limitada ou inexistente

A renda formal e informal diferem principalmente na segurança e nos benefícios oferecidos ao trabalhador: a renda formal está vinculada a um contrato de trabalho, garantindo direitos como FGTS, seguro-desemprego e férias remuneradas, além de oferecer maior estabilidade e proteção legal pela CLT. 

Já a renda informal não conta com esses benefícios, pois não possui vínculo empregatício oficial, o que pode proporcionar mais flexibilidade, mas também maior instabilidade financeira.

Outro fator importante é a tributação: na renda formal, os impostos são descontados automaticamente, enquanto na informal geralmente não há dedução, o que pode gerar desafios fiscais no futuro. 

Apesar da menor proteção legal e estabilidade, muitas pessoas optam pela renda informal devido à liberdade de atuação e possibilidade de ganhos variáveis – entretanto, é essencial que trabalhadores avaliem essas diferenças ao planejar suas finanças e oportunidades profissionais.

Essas diferenças impactam diretamente na vida financeira dos trabalhadores, influenciando desde a segurança econômica até a capacidade de planejamento de longo prazo.

Exemplos de profissões formais e informais

Com as diferenças entre renda formal e informal esclarecidas, é importante observar exemplos práticos que ilustram essas categorias no cotidiano. 

Aqui estão exemplos comuns de cada tipo de renda, juntamente com dados estatísticos relevantes.

Profissões de renda formal

  • Funcionários públicos: incluem professores e profissionais de saúde, com crescimento de 6% no setor público nos últimos cinco anos.
  • Trabalhadores de escritório: em setores como atividades administrativas altamente formalizados.
  • Operários industriais: beneficiados por contratos formais e benefícios trabalhistas.
  • Profissionais de TI: frequentemente empregados com contratos formais, especialmente em grandes empresas.
  • Empregados de comércio: trabalhadores de grandes redes de varejo, usufruindo de estabilidade e benefícios.

Profissões de renda informal

Esses exemplos ilustram as variações entre renda formal e informal, destacando as implicações financeiras e sociais para cada grupo. 

Leia mais:

Como comprovar renda informal?

Comprovar a renda informal é essencial para validar sua capacidade financeira e acessar serviços bancários e financiamentos. 

Existem diferentes formas de fazer essa comprovação, dependendo do tipo de atividade exercida e das exigências da instituição financeira ou empresa que solicita os documentos. 

A seguir, apresentamos os principais métodos, explicando como funcionam e como utilizá-los da melhor forma:

o que é renda informal: como comprovar?

1. Extratos bancários

Os extratos bancários são uma das formas mais comuns de comprovar renda informal, pois demonstram o fluxo de entrada e saída de dinheiro na conta do trabalhador.

  • Como funciona: o extrato bancário mostra a movimentação financeira da conta, evidenciando depósitos, transferências recebidas e outras transações que indicam os ganhos mensais.
  • Documentos necessários: extratos bancários dos últimos 3 a 6 meses.
  • Período de validade: normalmente, instituições financeiras consideram extratos dos últimos 90 dias.

Dicas práticas:

  • Movimente a conta bancária regularmente para manter um histórico financeiro consistente.
  • Prefira receber pagamentos por transferência bancária em vez de dinheiro vivo, para que os rendimentos fiquem registrados.
  • Utilize contas digitais ou tradicionais que ofereçam fácil acesso aos extratos detalhados.

2. Declaração de Imposto de Renda

A declaração do imposto de renda é um dos documentos mais reconhecidos como comprovante oficial de renda, pois é validado pela Receita Federal.

  • Como funciona: ao declarar seus rendimentos anuais, o trabalhador informal oficializa sua renda perante o governo, garantindo um histórico financeiro formal.
  • Documentos necessários: declaração completa do imposto de renda do último exercício.
  • Requisitos: estar em dia com a Receita Federal e apresentar a declaração corretamente.

Dicas práticas:

  • Mesmo que a renda informal seja variável, é importante declarar corretamente os rendimentos para evitar problemas fiscais.
  • Consultar um contador pode ajudar a garantir que todas as informações estejam precisas.
  • Guardar os comprovantes das fontes de renda para justificar os valores declarados, se necessário.

Veja também:

3. Notas fiscais de serviços

A emissão de notas fiscais é uma forma eficaz de comprovar a renda, especialmente para autônomos e freelancers que prestam serviços regularmente.

  • Como funciona: cada nota fiscal emitida registra a prestação de um serviço e o valor correspondente, funcionando como um comprovante oficial de receita.
  • Documentos necessários: notas fiscais emitidas periodicamente.
  • Onde usar: ideal para profissionais autônomos, freelancers e prestadores de serviços.

Dicas práticas:

  • Caso ainda não tenha um CNPJ, considere se tornar um MEI para facilitar a emissão de notas fiscais.
  • Mantenha um arquivo com todas as notas fiscais emitidas para referência futura.
  • As notas fiscais são obrigatórias na venda de produtos e prestação de serviços – se, além delas, você quiser fornecer um comprovante adicional, pode gerar recibos online e gratuitamente com a InfinitePay.

4. Contratos de prestação de serviços

Os contratos de prestação de serviços são documentos formais que estabelecem um acordo entre o trabalhador e seus clientes.

  • Como funciona: o contrato formaliza a relação entre o prestador de serviço e o contratante, detalhando as atividades exercidas e os valores pagos.
  • Documentos necessários: cópias assinadas dos contratos de prestação de serviços.
  • Onde usar: indicado para profissionais que realizam serviços recorrentes ou de longo prazo.

Dicas práticas:

  • Sempre inclua detalhes como prazo, valor do serviço e formas de pagamento.
  • Guarde versões digitais e físicas assinadas do contrato.
  • Combine o contrato com comprovantes de pagamento (como transferências bancárias) para reforçar a comprovação de renda.

Baixe gratuitamente um modelo de Contrato de Prestação de Serviços para utilizar em suas negociações.

5. Declaração de contador

A declaração feita por um contador pode ser usada para formalizar a renda de trabalhadores informais, principalmente aqueles que não possuem outros meios de comprovação.

  • Como funciona: um contador elabora um documento detalhado informando os rendimentos mensais do trabalhador com base na movimentação financeira e nas atividades realizadas.
  • Documentos necessários: relatório contábil detalhado das atividades e movimentações financeiras.

Dicas práticas:

  • Escolha um contador de confiança para elaborar a declaração de forma precisa.
  • Forneça todas as informações necessárias sobre sua atividade para que o documento seja realista e confiável.
  • Combine essa declaração com outros comprovantes, como extratos bancários, para aumentar a credibilidade.

6. Registros de MEI

Para microempreendedores individuais (MEI), os registros e documentos relacionados ao CNPJ podem ser utilizados como comprovante de renda.

Dicas práticas:

  • Mantenha todas as obrigações fiscais do MEI em dia para garantir a validade dos registros.
  • Utilize o Relatório Mensal de Receitas Brutas para documentar os ganhos.
  • Se necessário, um contador pode ajudar a estruturar melhor os registros financeiros.

Cada um desses métodos possui particularidades que podem ser adaptadas às necessidades do trabalhador informal, e escolher o método mais adequado depende do tipo de atividade exercida e da exigência de quem solicita a comprovação de renda. 

Manter uma organização financeira eficiente pode facilitar esse processo e garantir maior segurança para obtenção de crédito e serviços financeiros.

Leia também:

Importância de comprovar renda informal

o que é renda informal: importância de comprovar

Comprovar a renda informal é crucial para acessar uma variedade de serviços financeiros e oportunidades que podem melhorar significativamente a qualidade de vida. 

Para os trabalhadores informais, a ausência de comprovação de renda pode ser um grande empecilho ao tentar acessar crédito ou realizar transações financeiras básicas.

  • Financiamentos: essencial na hora de adquirir imóveis ou veículos, onde é necessário avaliar a capacidade de pagamento.
  • Aluguel de imóveis: a comprovação de renda é frequentemente exigida para a formalização de contratos de locação, especialmente em áreas urbanas.
  • Abertura de contas bancárias: muitas instituições financeiras solicitam comprovantes de renda para a concessão de condições específicas em contas.
  • Solicitação de cartão de crédito: sem comprovação de renda, o acesso a cartões de crédito pode ser negado ou limitado.
  • Outros serviços financeiros: inclui seguros, planos de saúde e outros produtos financeiros que demandam avaliação da capacidade financeira.

Vantagens e desvantagens de ter renda informal

A renda informal é uma realidade para muitos trabalhadores, oferecendo tanto oportunidades quanto desafios. 

Compreender suas vantagens e desvantagens é crucial para uma gestão financeira eficaz e para o planejamento de carreira.

Vantagens

  • Flexibilidade de horários: trabalhadores informais têm a liberdade de definir seus horários de trabalho, permitindo melhor conciliação entre vida pessoal e profissional. Cerca de 68% dos trabalhadores informais valorizam essa flexibilidade.
  • Autonomia profissional: sem a necessidade de seguir hierarquias rígidas, trabalhadores informais têm maior controle sobre suas atividades e decisões profissionais.
  • Potencial de ganhos: a renda informal pode proporcionar ganhos elevados dependendo da habilidade de negociação e da demanda por serviços. Profissionais autônomos podem ajustar seus preços conforme a demanda do mercado.
  • Baixa burocracia inicial: iniciar atividades na informalidade requer menos documentação e custos iniciais, facilitando o ingresso no mercado de trabalho.
  • Oportunidades de mercado: setores como tecnologia e serviços pessoais oferecem amplas oportunidades para trabalhadores informais, especialmente em nichos não atendidos por empresas formais.

Desvantagens

  • Instabilidade financeira: a ausência de um rendimento fixo pode levar a dificuldades financeiras. 
  • Acesso limitado a benefícios: trabalhadores informais geralmente não têm acesso a benefícios como seguro-desemprego e aposentadoria, que são garantidos para trabalhadores formais.
  • Falta de proteção social: sem a proteção da legislação trabalhista, como a CLT, trabalhadores informais ficam vulneráveis a condições de trabalho precárias e falta de segurança no emprego.
  • Dificuldades com planejamento financeiro: a irregularidade dos ganhos complica o planejamento financeiro e o acesso a crédito, podendo limitar investimentos a longo prazo.
  • Limitações de crescimento: a falta de formalização pode restringir o crescimento profissional e o acesso a mercados mais amplos, onde contratos formais são exigidos.

Receba pagamentos de forma segura e eficiente com a InfinitePay

Para quem atua na informalidade, a falta de um sistema de pagamentos eficiente pode ser um grande obstáculo – muitos trabalhadores informais dependem exclusivamente de dinheiro físico ou transferências bancárias, o que pode gerar dificuldades na organização financeira e até limitar as oportunidades de negócio. 

É aqui que o InfiniteTap se torna a solução ideal: com ele, você transforma seu celular em uma maquininha de cartão gratuitamente e passa a aceitar pagamentos via cartões de crédito e débito por aproximação, sem precisar investir em equipamentos caros.

Benefícios do InfiniteTap para trabalhadores informais

Se você trabalha como autônomo, MEI ou mesmo sem CNPJ, o InfiniteTap pode ajudar a profissionalizar sua atividade e melhorar seu fluxo de caixa. 

Confira as principais vantagens:

  • Receba pagamentos em até 12x: facilite as compras para seus clientes e aumente seu ticket médio.
  • Dinheiro na conta imediatamente: receba o valor das vendas na hora ou em 1 dia útil, sem precisar esperar dias pelo repasse.
  • Zero burocracia: basta baixar o app e começar a vender, sem taxa de adesão ou mensalidade.
  • Menores taxas do mercado: taxas até 50% menores em comparação com outras soluções.
  • Aceite pagamentos sem precisar de maquininha: use apenas seu celular (a partir do Android 10 com NFC ou a partir do iPhone XS)
  • Gestão financeira facilitada: acompanhe receitas e despesas pelo app e tenha rendimento de 100% do CDI sobre seu saldo.
  • Segurança garantida: tecnologia de criptografia NFC, a mesma das maquininhas tradicionais.
  • Cartão virtual com cashback: movimente o saldo das vendas e receba 1,5% de cashback em todas as suas compras.

Como começar a usar o InfiniteTap?

  1. Baixe o app InfinitePay gratuitamente.
  2. Cadastre-se com CPF ou CNPJ (MEI ou empresa formalizada).
  3. Ative o pagamento via NFC e comece a aceitar cartões imediatamente.
  4. Receba o dinheiro na hora ou no dia seguinte, sem complicação.

Com o InfiniteTap, você pode ampliar suas vendas e garantir um fluxo de caixa mais previsível, sem abrir mão da flexibilidade do trabalho informal. 

Se você busca uma maneira segura e eficiente de receber pagamentos, baixe agora o app da InfinitePay e comece a aceitar pagamentos por aproximação pelo celular!

Seu negócio
Carregando o Elevenlabs Text to Speech AudioNative Player...

Se você precisa declarar impostos para a Receita Federal, saber como emitir DARF é muito importante. 

O Documento de Arrecadação de Receitas Federais (DARF) é utilizado para o pagamento de tributos de pessoas físicas e jurídicas, incluindo impostos sobre investimentos e outras obrigações fiscais. 

Neste guia, você aprenderá como emitir o DARF, formas de realizar o pagamento, quem deve pagar e quais são os tipos.

Como emitir DARF online

Hoje a emissão é feita online pelo portal REGULARIZE, da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), ou pelo Sicalc, sistema da Receita Federal.

Veja o passo a passo para emitir o seu DARF online:

  1. Acesse o portal Regularize e clique em "Emitir Guia de Pagamento" > "Emitir Darf/DAS parcial ou integral"
  2. Informe o CPF/CNPJ do contribuinte devedor e o número da inscrição
  3. Clique em "Emitir Darf integral" ou "Emitir Darf parcial"
  4. Salve o documento ou imprima para pagar em uma agência bancária, correspondente bancário ou canal de autoatendimento
Como emitir DARF online

Também é possível emitir o DARF pelo Sicalc, preenchendo os dados referentes ao contribuinte, código de receita, período de apuração e valores a serem pagos.

Nota: o campo de código da receita deve ser preenchido diferente quando preenchido por pessoa física ou pessoa jurídica:

  • Pessoa física: Preencher o número 6015
  • Pessoa jurídica: Preencher o número 3317

O que é DARF?

O DARF é o Documento de Arrecadação de Receitas Federais e é a guia oficial utilizada para recolhimento de impostos, contribuições e taxas administradas pela Receita Federal. 

Ele pode ser utilizado tanto por pessoas físicas quanto jurídicas para o pagamento de tributos como Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF); Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ); Contribuições como PIS, COFINS e CSLL; Imposto sobre Operações Financeiras (IOF); Impostos sobre investimentos em renda variável, como ações e fundos imobiliários.

Esse documento garante que o contribuinte esteja em dia com suas obrigações fiscais, evitando multas e problemas com a Receita Federal.

Você também pode se interessar:

Quem tem que gerar DARF?

O DARF deve ser gerado por qualquer pessoa física ou jurídica que tenha impostos federais a pagar. 

Isso inclui:

  • Investidores que negociam ações e outros ativos de renda variável
  • Empresas que recolhem tributos como IRPJ, PIS, COFINS e CSLL
  • Pessoas físicas que precisam pagar imposto sobre aluguel, ganhos de capital ou outras receitas tributáveis
  • Empresas do Simples Nacional em casos específicos, como pagamento de tributos não inclusos no regime simplificado

Em alguns casos, o imposto é retido na fonte, dispensando a necessidade de emitir um DARF. 

Isso acontece quando a instituição financeira ou a empresa responsável já realiza o recolhimento do tributo, como:

  • Investimentos de renda fixa, como CDBs e títulos públicos, que têm imposto descontado automaticamente no resgate.
  • Fundos de investimento em geral, nos quais a administradora já faz o recolhimento do Imposto de Renda.
  • Operações com ações abaixo de R$ 20 mil no mês, pois há isenção de IR para esses casos.
  • Salários e rendimentos assalariados, onde o imposto é descontado diretamente na folha de pagamento.
  • Aplicações isentas de IR, como poupança, LCI (Letra de Crédito Imobiliário) e LCA (Letra de Crédito do Agronegócio).

No entanto, quando o imposto não é retido automaticamente, o próprio contribuinte precisa calcular o valor devido e emitir o DARF para pagamento dentro do prazo estabelecido pela Receita Federal.

Quando é preciso gerar a DARF?

A emissão do DARF é necessária sempre que houver a obrigação de recolher impostos federais que não tenham sido retidos na fonte, incluindo:

  • Investimentos na Bolsa de Valores: Quem opera em renda variável precisa emitir o DARF sempre que obtiver lucro em vendas acima de R$ 20 mil no mês.
  • Ganhos de capital: Se você vendeu um imóvel ou qualquer outro bem com lucro, deve calcular e pagar o Imposto de Renda via DARF.
  • Aluguéis recebidos por pessoas físicas: O imposto sobre rendimentos de aluguéis deve ser recolhido mensalmente por meio do DARF, via Carnê-Leão.
  • Empresas e autônomos: Pessoas jurídicas e profissionais autônomos devem utilizar o DARF para pagar tributos como IRPJ, CSLL, PIS e COFINS.
  • Parcelamento de débitos tributários: Caso tenha negociado uma dívida ativa com a Receita Federal, o pagamento das parcelas também pode ser feito via DARF.
quando é preciso gerar a darf?

Se o tributo não for pago dentro do prazo, o contribuinte pode ser penalizado com juros e multa. Por isso, é essencial ficar atento às obrigações e prazos.

Tipos de DARF

O DARF pode ser emitido em duas modalidades principais, dependendo do tipo de contribuinte e da natureza do imposto a ser pago: a comum e a simplificada.

 Você também pode se interessar:

Comum

O DARF Comum é utilizado para o pagamento de tributos federais por pessoas físicas e jurídicas. 

Ele é necessário para quem precisa recolher impostos como:

  • Imposto de Renda sobre ganhos na Bolsa de Valores
  • Lucros obtidos com venda de bens e imóveis
  • Tributação de aluguéis recebidos por pessoas físicas
  • Impostos devidos por empresas do Lucro Real ou Lucro Presumido

Essa versão do DARF deve ser gerada diretamente pelo contribuinte, seguindo as regras da Receita Federal para cada tipo de tributo.

Simples

O DARF Simples é exclusivo para empresas optantes do Simples Nacional

Diferente do DARF Comum, ele é utilizado para o recolhimento unificado de tributos federais, estaduais e municipais. 

O pagamento inclui impostos como:

  • IRPJ (Imposto de Renda Pessoa Jurídica)
  • CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido)
  • PIS/PASEP e COFINS
  • ISS (Imposto Sobre Serviços) e ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), quando aplicável

Empresas do Simples Nacional realizam o pagamento desses tributos por meio do DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional), que substitui o DARF em alguns casos.

Como calcular o imposto a pagar e o lucro

O cálculo do imposto a pagar via DARF depende do tipo de tributo e da atividade exercida pelo contribuinte.

Mas, de maneira geral, você deve seguir essas etapas:

  1. Some todos os lucros líquidos do mês (descontando custos como corretagem e taxas da Bolsa).
  2. Aplique a alíquota correspondente ao tipo de operação realizada.
  3. Desconte o imposto retido na fonte (chamado de "dedo-duro"), se houver.
  4. O resultado será o valor do imposto a ser pago via DARF.

Vale dizer que, se houver prejuízo em meses anteriores, é possível compensá-lo nos cálculos para reduzir o imposto devido.

O que acontece se atrasar o pagamento do DARF?

Caso o DARF não seja pago até a data de vencimento, o contribuinte estará sujeito a uma multa de 0,33% ao dia, limitada a 20% do valor devido e a juros de mora, calculados com base na taxa Selic mensalmente. 

Se o pagamento do DARF atrasar, é necessário recalcular o valor com os acréscimos legais. O próprio sistema Sicalcweb, da Receita Federal, realiza esse cálculo automaticamente. 

É importante saber que a falta de pagamento pode gerar pendências com a Receita Federal, impedindo o contribuinte de obter certidões negativas de débito e podendo levar a cobrança judicial da dívida.

Leia mais:

Como corrigir um dado que foi preenchido errado no DARF?

Se você cometeu um erro ao preencher um DARF, é possível corrigi-lo por meio da Retificação do Documento de Arrecadação de Receitas Federais (REDARF).

Esse processo permite ajustar informações como código de receita, período de apuração, valor e dados do contribuinte.

Para corrigir um DARF com erro, siga este passo a passo:

  1. Acesse o Portal e-CAC da Receita Federal.
  2. Escolha a opção "Retificação de DARF (REDARF)".
  3. Preencha os dados corretamente, informando o erro cometido e a versão correta do documento.
  4. Envie o pedido de retificação e aguarde a análise da Receita Federal.

Caso o erro seja em valores pagos, a Receita pode exigir documentos que comprovem a necessidade da correção.

Facilite o pagamento do DARF com a Conta InfinitePay

Manter os tributos em dia é essencial para evitar juros e multas, mas nem sempre é simples organizar os pagamentos. 

Com a Conta InfinitePay, empreendedores e profissionais autônomos podem gerenciar melhor seus impostos e ter mais controle sobre o fluxo de caixa.

  • Gestão integrada de finanças: Monitore receitas e despesas em um único app 
  • Cartão com cashback: Utilize o cartão InfinitePay e receba 1,5% de cashback em compras no crédito
  • Emissão simplificada: Solicite sua Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte (DIRF) em poucos cliques

Passo a passo para emitir sua DIRF pela InfinitePay:

  1. Abra o App InfinitePay.
  2. Na tela inicial, toque na engrenagem ou em Configurações 
  3. Selecione DIRF
  4. Pronto! Agora é só baixar

Abra sua conta InfinitePay e simplifique sua gestão financeira

me ajuda a te ajudar

Assine nossa newsletter com conteúdo exclusivo:

* Ao se cadastrar, você concorda em receber mensagens da InfinitePay.

Cadastro realizado com sucesso!
Oops! Algo deu errado, tente novamente.