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Pagamentos

Confira neste artigo tudo o que você precisa saber sobre o sinal de pagamento. Entenda seu conceito, as vantagens em cobrá-lo e como tomar decisões conscientes e seguras em suas compras e vendas.

O que é sinal de pagamento?

O sinal de pagamento é uma quantia em dinheiro que o comprador entrega ao vendedor como garantia de que irá concluir a compra de um bem ou serviço. É uma espécie de "pré-pagamento" que demonstra o compromisso do comprador com a negociação.

O sinal tem como objetivo principal proteger ambas as partes:

Para o vendedor 

Garante que ele não perderá tempo e recursos com um cliente que não tem real interesse em comprar o produto ou serviço.

Para o comprador 

Assegura que ele terá o produto ou serviço reservado para ele, evitando que seja vendido para outro cliente.

Dessa forma, o sinal de pagamento se prova uma boa opção especialmente para serviços e para produtos que demandem diversas fases de entrega. Isso porque o sinal força um comprometimento financeiro, reduzindo as chances de desistência no meio do caminho por ambas as partes.

Saiba como gerar link de pagamento para receber sinal.

Como funciona o sinal de pagamento?

A cobrança do sinal se dá através de algumas etapas. Abaixo, listamos o passo a passo de como se dá a cobrança do sinal:

1. Precificação:

O valor do sinal é livremente negociado entre as partes, mas geralmente não ultrapassa 30% do valor total da compra. É importante que o valor seja justo para ambas as partes, levando em consideração o valor do bem ou serviço, o tempo de entrega e os riscos da negociação.

2. Formalização:

É importante que o pagamento do sinal seja formalizado por meio de um contrato escrito, que deve conter:

Dados das partes: nome completo, endereço e telefone.

Descrição do bem ou serviço: características e quantidade.

Valor total da compra: valor do sinal e valor restante a ser pago.

Data de entrega do bem ou serviço: prazo para a finalização da compra.

Forma de pagamento do sinal: dinheiro, cheque, cartão de crédito ou débito, transferência bancária etc.

3. Pagamento do sinal:

O sinal pode ser pago à vista ou parcelado, de acordo com a negociação entre as partes. É importante que o comprador guarde o comprovante de pagamento para sua segurança.

4. Entrega do bem ou serviço:

O vendedor deve entregar o bem ou serviço na data acordada e nas condições descritas no contrato. Caso não cumpra com sua parte, ele poderá ser obrigado a devolver o valor do sinal em dobro.

Os passos seguintes não são parte formal do processo, mas podem ocorrer, então seguem listados para serem mapeados.

5. Devolução do sinal:

Em alguns casos, o sinal pode ser devolvido ao comprador, mesmo que ele desista da compra. Isso pode acontecer se:

  • O vendedor não entregar o bem ou serviço na data acordada.
  • O bem ou serviço não estiver em conformidade com o descrito no contrato.
  • O comprador tem um motivo de força maior para desistir da compra, como doença grave ou perda de emprego.

6. Rescisão do contrato:

Se o contrato for rescindido por qualquer motivo, o valor do sinal deve ser devolvido ao comprador, acrescido de juros legais.

Veja algumas dicas para evitar problemas:

  • Sempre faça um contrato escrito.
  • Guarde o comprovante de pagamento do sinal.
  • Exija a nota fiscal ou recibo da compra.
  • Em caso de dúvidas, consulte um advogado.

Conheça o link de pagamento seguro para cobrar o sinal.

Quais as vantagens de cobrar sinal de pagamento?

Existem alguns benefícios consideráveis na cobrança de sinal. Abaixo, listamos os principais:

Segurança e planejamento para o seu negócio

Cobrar sinal de pagamento não é apenas uma forma de garantir compromisso do cliente, mas também uma ferramenta estratégica para o sucesso do seu negócio. Ao implementar essa prática, você desfruta de diversos benefícios que contribuem para a segurança, organização e rentabilidade do seu trabalho.

Além disso, é possível melhorar seu fluxo de caixa recebendo o sinal na hora. Há formas de pagamento atualmente que permitem essa agilidade.

Proteja-se contra "no-shows" e inadimplência

O sinal funciona como uma garantia contra clientes que não comparecem ao compromisso ou que não honram seus pagamentos. Essa proteção é especialmente importante para profissionais autônomos e empresas com agendamentos, como tatuadores, cabeleireiros, profissionais da saúde e consultores, que podem sofrer perdas significativas com cancelamentos de última hora. Ao cobrar um valor inicial, você se resguarda contra o impacto negativo de "no-shows" e inadimplência, assegurando a previsibilidade e segurança do seu fluxo de caixa.

Garanta organização e otimização do tempo

O sinal permite que você organize sua agenda de forma mais eficiente, evitando o agendamento excessivo e garantindo que todos os clientes sejam atendidos com a atenção e qualidade que merecem. Ao ter uma visão clara dos compromissos confirmados, você otimiza seu tempo, reduz o estresse e aumenta a produtividade do seu negócio.

Valorize seu tempo e expertise

Cobrar sinal demonstra profissionalismo e valoriza o seu tempo e expertise. Ao comunicar o valor do seu trabalho desde o início, você estabelece uma relação transparente com o cliente e transmite a importância do compromisso firmado. Essa postura contribui para a percepção de valor do seu serviço, fidelizando clientes e atraindo novos negócios.

Benefícios específicos para áreas como saúde e estética

Para profissionais da saúde e estética, o sinal de pagamento oferece vantagens adicionais. Na área da saúde, por exemplo, o sinal ajuda a reduzir custos com materiais descartáveis e outros insumos utilizados em cada consulta, além de contribuir para a diminuição da inadimplência. Já na área da estética, o sinal pode ser utilizado para garantir a reserva do horário e para cobrir os custos com produtos que serão utilizados no serviço.

É legal pedir pagamento de sinal?

Sim, é legal pedir pagamento de sinal. A prática é amparada pelo Código Civil Brasileiro, entre os  artigos 417- 420, que define o sinal como "a quantia dada como princípio do pagamento e que se perde em caso de arrependimento do comprador".

Alguns procedimentos comuns no mercado na cobrança de sinal:

  • O valor do sinal não pode ser superior a 30% do valor total da compra. Você pode parcelar a cobrança com link de pagamento, sendo um meio eficaz para cobrar sinal.
  • O sinal deve ser devolvido ao cliente em dobro caso o vendedor não cumpra com sua parte no contrato.
  • O cliente pode desistir da compra e ter o sinal devolvido se houver motivo de força maior, como doença grave ou perda de emprego.

Quando pedir um sinal de pagamento

Há tipos de negócios em que a cobrança de sinal é comum e esperada. Abaixo, listamos os principais usos práticos do sinal de pagamento:

Tatuador

O sinal garante a compra dos materiais específicos para a tatuagem, como tinta, agulhas e outros insumos, assegurando a qualidade do serviço e evitando custos desnecessários.

Cabelereiro

O sinal garante a reserva do horário e cobre os custos com produtos como tintas, descolorantes e outros produtos específicos para o serviço contratado, otimizando o tempo e os recursos do profissional.

Profissional de saúde

O sinal ajuda a reduzir custos com materiais descartáveis, medicamentos e outros insumos utilizados na consulta, além de contribuir para a diminuição da inadimplência, garantindo a sustentabilidade do negócio.

Reserva de restaurante

O sinal de pagamento em reservas de restaurante garante que o cliente esteja realmente comprometido com a reserva, evitando mesas vazias e prejuízos para o estabelecimento. Essa prática é especialmente importante em datas comemorativas ou horários de pico, quando a demanda por mesas é alta.

Serviços (marcenaria, obra) e produtos (carros, imóveis) de alto valor

Em serviços e produtos de alto valor, o sinal de pagamento funciona como um compromisso do cliente e uma garantia para o profissional ou empresa. Essa prática é essencial para proteger ambas as partes em transações que envolvem valores consideráveis e prazos de entrega longos.

Exemplos:

  • Marcenaria: O sinal pode ser utilizado para comprar materiais específicos para o projeto, como madeira, ferramentas e outros insumos.
  • Obra: O sinal pode ser utilizado para cobrir custos iniciais com mão de obra, equipamentos e outros serviços necessários para o início da obra.
  • Carros: O sinal pode ser utilizado para reservar o carro e garantir o preço negociado, evitando que o veículo seja vendido para outro cliente.
  • Imóveis: O sinal pode ser utilizado para reservar o imóvel e garantir a compra, evitando que o imóvel seja vendido para outro cliente.

Meios de pagamento para receber sinal

A escolha do meio de pagamento para receber o sinal deve levar em consideração a segurança, a praticidade e as preferências do cliente.

Confira as principais opções:

  • Dinheiro: tradicional e rápido, mas menos seguro.
  • Cartão de crédito ou débito: seguro, rápido e prático, mas as taxas cobradas pelas operadoras podem ser altas. Você pode cobrar sinal à distância no cartão com link de pagamento.
  • Pix: instantâneo, seguro e gratuito, mas o cliente precisa ter um aplicativo de banco compatível com o Pix.

Cuidados ao receber um sinal de pagamento

O sinal de pagamento é uma cobrança, e portanto tem trâmites que podem ser delicados. Siga o processo abaixo para aumentar as garantias de ser bem sucedido em seu recebimento:

Formalize o contrato

Elabore um contrato escrito que descreva o objeto da transação, o valor do sinal, a data de entrega do bem ou serviço, as condições de devolução do sinal e as demais cláusulas relevantes.

Obtenha a assinatura do cliente em duas vias do contrato, para que ambas as partes tenham um registro do acordo.

Comunique-se de forma clara

Informe o cliente sobre o valor do sinal, a forma de pagamento e o prazo para pagamento. Explique as condições de devolução do sinal, incluindo os casos em que o cliente poderá ter o valor restituído. Responda a todas as dúvidas do cliente e certifique-se de que ele esteja ciente de seus direitos e obrigações.

Utilize meios de pagamento seguros

Opte por meios de pagamento que ofereçam segurança para ambas as partes, como cartão de crédito, transferência bancária ou Pix.

Evite receber o sinal em dinheiro, pois há risco de perda ou roubo.

Documente o recebimento do sinal

Guarde o comprovante de pagamento do sinal, como recibo, extrato bancário ou transação do Pix. Anote a data e o valor do pagamento, bem como o nome e os dados de contato do cliente.

Modelo de recibo de sinal de pagamento 

Pelo presente instrumento particular, as partes abaixo qualificadas:

VENDEDOR:

Nome: [Nome completo do vendedor]

Endereço: [Endereço completo do vendedor]

CPF: [Número do CPF do vendedor]

RG: [Número do RG do vendedor]

COMPRADOR:

Nome: [Nome completo do comprador]

Endereço: [Endereço completo do comprador]

CPF: [Número do CPF do comprador]

RG: [Número do RG do comprador]

Declaram que:

O VENDEDOR vende e o COMPRADOR compra, pelo presente instrumento, o seguinte bem/serviço: [Descrição completa do bem/serviço].

O valor total da transação é de R$ [Valor total da transação].

O COMPRADOR pagou ao VENDEDOR, a título de sinal de pagamento, a quantia de R$ [Valor do sinal], equivalente a [Percentual do sinal]% do valor total da transação.

O sinal foi pago através de [Forma de pagamento do sinal] (cheque, cartão de crédito, transferência bancária, Pix).

Cláusulas:

O saldo remanescente de R$ [Valor do saldo remanescente] deverá ser pago pelo COMPRADOR ao VENDEDOR na data de [Data de pagamento do saldo].

Em caso de arrependimento do COMPRADOR, o sinal não será devolvido.

Em caso de arrependimento do VENDEDOR, o sinal será devolvido ao COMPRADOR em dobro.

O bem/serviço será entregue ao COMPRADOR na data de [Data de entrega do bem/serviço].

As partes elegem o foro da Comarca de [Cidade] para dirimir qualquer litígio que possa surgir em decorrência do presente instrumento.

Local e data:

[Cidade], [Data]

Assinaturas:

VENDEDOR:

COMPRADOR:

Testemunhas:

Que ferramenta eu uso para receber sinal de pagamento? 

A escolha da ferramenta ideal para receber sinal de pagamento depende de suas necessidades específicas e do tipo de negócio que você administra.

A InfinitePay oferece a opção de cobrar por link de pagamento, em que você pode:

Receber o dinheiro na hora ou em 1 dia útil 

Diferentemente de outras plataformas, que podem levar até 30 dias para liberar o saldo, a InfinitePay te dá acesso ao seu dinheiro instantaneamente ou em apenas 1 dia útil.

Parcelar em até 12x

Ofereça mais flexibilidade aos seus clientes, permitindo que eles parcelem o sinal em até 12 vezes sem juros.

Cobrar taxas menores 

A InfinitePay oferece taxas mais competitivas que outras plataformas, ajudando seu fluxo de caixa.

Gerenciar seus pagamentos em um só lugar 

A plataforma InfinitePay te permite gerenciar todos os seus pagamentos em um só lugar, de forma fácil e segura. Com a InfinitePay, você pode ter certeza de que receberá seu sinal de pagamento de forma rápida, segura e eficiente.

Pagamentos

O boleto bancário é um método de pagamento popular no Brasil, utilizado para compras online, pagamentos de contas e outros tipos de transações.

Segundo um estudo da FEBRABAN, depois do Pix, os meios de pagamentos preferidos dos brasileiros foram o cartão de crédito (18,2 bilhões) e o cartão de débito (15,6 bilhões), seguido de boleto (4 bilhões). 

A utilização de boletos bancários é uma prática comum entre empresas, sendo que, em média, 3,6 bilhões de boletos de cobrança são emitidos por ano.

História do boleto bancário

Em 7 de outubro de 1993, o Banco Central deu vida a um documento bancário de grande importância para o sistema financeiro brasileiro: o boleto bancário. Sua criação, oficializada pela Carta Circular nº 2.414, foi resultado de um trabalho conjunto entre o Banco Central, o Centro Nacional de Estudos da Arrecadação Bancária (CENEABAN) e a Federação Brasileira dos Bancos (FEBRABAN). O CENEABAN definiu as características gerais e o formato do boleto, enquanto a FEBRABAN se encarregou de padronizá-lo para garantir sua utilização em todo o território nacional.

O boleto bancário, desde então, tornou-se um dos principais instrumentos de pagamento no Brasil, utilizado por milhões de pessoas e empresas para realizar transações financeiras de forma segura e eficiente.

Como funciona um boleto bancário?

Quando uma empresa ou indivíduo emite um boleto bancário, está criando um título de cobrança. O pagador, então, deve efetuar o pagamento do boleto antes da data de vencimento para evitar multas e juros. Após o pagamento, o banco processa a transação e repassa o valor para a conta do cedente, geralmente em um prazo de um a dois dias úteis.

Os elementos essenciais de um boleto bancário são:

1. Identificação do devedor

Nome completo e legível do devedor.

Endereço completo do devedor (CEP, estado, cidade, bairro, rua, número e complemento, se houver).

CPF ou CNPJ do devedor.

2. Identificação do credor

Nome completo e legível do credor.

Endereço completo do credor (CEP, estado, cidade, bairro, rua, número e complemento, se houver).

CPF ou CNPJ do credor.

3. Descrição da dívida

Valor total da dívida em reais e centavos.

Discriminação dos itens que compõem a dívida (produtos, serviços, datas, etc.).

Origem da dívida (nota fiscal, contrato, etc.).

4. Data de vencimento da dívida

Data limite para o pagamento da dívida.

5. Multas e juros

Multas e juros devidos em caso de atraso no pagamento (percentual e valor total).

6. Condições de pagamento

Formas de pagamento aceitas (dinheiro, cheque, cartão, etc.).

Prazo para pagamento após o vencimento (se houver).

7. Assinatura do credor

Assinatura original do credor ou representante legal.

8. Declaração de quitação

Espaço para o devedor assinar após o pagamento da dívida.

Qual o tempo de compensação de um boleto bancário?

De acordo com a FEBRABAN, o prazo máximo para compensação de um boleto é de 3 dias úteis a partir da data de pagamento.

Porém para compensar antes do tempo máximo depende de alguns fatores:

  • Data e horário do pagamento:

Dias úteis:

Se você pagar o boleto até às 20h, o pagamento será processado no mesmo dia.

Se você pagar o boleto após às 20h, o pagamento será processado no próximo dia útil.

Finais de semana e feriados:

Pagamentos realizados em finais de semana ou feriados serão processados no próximo dia útil.

  • Instituição financeira:

Bancos:

A maioria dos bancos processa os pagamentos de boletos em até 24 horas após a confirmação do pagamento.

Alguns bancos podem levar até 3 dias úteis para processar o pagamento.

Lotéricas:

O pagamento de boletos em lotéricas pode levar até 3 dias úteis para ser processado.

  • Internet banking e aplicativos de pagamento:

O pagamento de boletos via internet banking ou aplicativos de pagamento geralmente é processado em até 1 dia útil.

  • Boleto gerados pela InfinitePay

Na InfinitePay, a compensação ocorre em até 3 dias úteis, após confirmação do pagamento!

O boleto bancário é dividido em 2 partes

  1. Recibo do Sacado: para o comprador, com informações da compra e código de barras para pagamento.
  2. Ficha de Compensação: para o banco, com informações para processamento do pagamento.

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Tipos de boleto bancário

Boleto bancário registrado

Um boleto registrado é um documento de cobrança que possui todas as informações sobre a operação financeira cadastrada junto a uma instituição bancária. Isso significa que o banco tem o registro de todos os detalhes da transação, como os dados do emissor, do pagador, o valor da cobrança, a data de vencimento, entre outros.

Boleto bancário sem registro

Um boleto sem registro é um tipo de documento de cobrança que era utilizado para realizar operações de pagamento sem que houvesse a necessidade de informar previamente ao banco emissor todos os detalhes da transação, como os dados do pagador, do beneficiário, o valor, a data de vencimento, entre outros. Diferentemente do boleto registrado, que exige o cadastro dessas informações no sistema do banco antes da emissão, o boleto sem registro permitia uma maior flexibilidade na emissão e gestão de cobranças.

Com a implementação da Nova Plataforma de Cobrança pela Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN), a emissão de boletos sem registro foi progressivamente descontinuada, tornando obrigatório o registro de todos os boletos, independentemente do valor. Isso visa aumentar a segurança nas transações, reduzir as fraudes e melhorar a eficiência do sistema de cobranças no país.

Boleto bancário à vista

Um boleto à vista é um tipo de documento de cobrança que deve ser pago em uma única parcela, no momento da apresentação ou até a data de vencimento estipulada no documento. Diferentemente dos boletos parcelados ou de pagamentos programados para datas futuras, o boleto à vista exige que o pagamento seja realizado integralmente em um curto período de tempo, geralmente até a data de vencimento indicada no próprio boleto.

Boleto bancário parcelado

Um boleto parcelado é um tipo de documento de cobrança que permite ao pagador efetuar o pagamento de um produto ou serviço em várias parcelas ao longo do tempo, conforme acordado entre o emissor do boleto (vendedor ou prestador de serviço) e o pagador (cliente). Cada parcela é representada por um boleto distinto, com datas de vencimento estabelecidas para períodos futuros, permitindo que o pagador divida o montante total devido em várias partes, tornando o pagamento mais flexível e acessível.

As regras que regem o boleto bancário: Tudo o que você precisa saber

Após entendermos o que é e como funciona o boleto bancário, vamos explorar as regras que definem esse importante método de pagamento no Brasil.

Modernização e segurança

Uma mudança crucial que o sistema de boletos vivenciou foi a implementação gradual da Nova Plataforma de Boletos de Pagamento, também conhecida como Lei do Boleto Bancário. Essa plataforma visa modernizar o processo de liquidação dos boletos, criando mecanismos que garantem controle, segurança e confiabilidade para as transações.

Instituição e medidas

A plataforma foi instituída pelas circulares nº 3.598/12 e 3.656/13 do Banco Central, que determinaram a inclusão de dados mais específicos nas transações via boleto, como CPF ou CNPJ do beneficiário e do pagador, data de vencimento e valor do título.

Combate às fraudes

Um dos principais objetivos dessa mudança era reduzir o número de fraudes relacionadas à emissão de boletos falsos. Com a nova plataforma, o chamado "boleto simples" ou "boleto sem registro", que não era registrado e, portanto, não era conhecido pelos bancos, deixou de existir.

Benefícios para os pagadores

O processo de modernização, iniciado em 2015 e finalizado em 2018, também trouxe benefícios para os pagadores. Antes da Nova Plataforma, os boletos vencidos só podiam ser pagos no banco emissor. O cliente precisava ir até a instituição ou solicitar uma segunda via ao cedente com os valores atualizados.

Pagamento em qualquer banco

Desde 2018, boletos vencidos com valores iguais ou superiores a R$ 800 podem ser pagos em qualquer banco ou instituição financeira, inclusive casas lotéricas, com atualização de juros e multas no momento do pagamento.

Maior praticidade e segurança

A Nova Plataforma de Boletos de Pagamento representa um marco na evolução do sistema, proporcionando maior praticidade, segurança e confiabilidade para todos os envolvidos:

Beneficiários

  • Maior controle sobre as transações
  • Redução do risco de fraudes
  • Maior segurança para recebimentos

Pagadores

  • Mais opções de pagamento
  • Maior praticidade para pagamentos em atraso
  • Transações mais seguras

Mas afinal, como emitir um boleto bancário?

A emissão de boletos bancários não é mais exclusividade de empresas! Tanto pessoas físicas quanto jurídicas podem gerar seus próprios boletos, facilitando a gestão de cobranças e recebimentos. 

Leia mais: Guia completo de como gerar boleto

Requisitos para emitir boletos

  • Conta bancária:

A maneira mais tradicional de emitir boletos é através de uma conta bancária.

Cada banco possui suas regras e taxas para emissão, consulte o seu para mais informações.

Na conta Inteligente da InfinitePay você emite boleto grátis e ganha uma gestão de cobranças para administrar suas vendas. Não precisa ser CNPJ e nem ter um e-commerce, comece já!

  • Carteira de cobrança:

Plataformas online oferecem carteiras de cobrança para emissão de boletos sem necessidade de conta bancária.

Essa opção geralmente é mais vantajosa para quem emite poucos boletos ou busca flexibilidade.

Como emitir boleto bancário no app da InfinitePay?

1. Entre no app da InfinitePay

(baixe aqui, caso ainda não tenha o app no seu celular)

2. Na parte inferior do app, clique no símbolo da InfinitePay

3. Vá em Gestão de Cobrança

4. Adicione um novo cliente ou selecione um já existente 

5. Escolha o valor e clique em "Revisar cobrança"

6. Ajuste os detalhes de parcelamento, se prefere repassar a taxa para o cliente, validade do boleto bancário e tipo de cobrança (se única ou recorrente) 

7. Pronto! É só enviar o boleto bancário automatizado para seu cliente. 

Como pagar um boleto bancário no app da InfinitePay?

1. Entre no app da InfinitePay

(baixe aqui, caso ainda não tenha o app no seu celular)

2. Na seção do app “Seu banco”, clique em “Pagar boleto bancário”

3. Escaneie o código de barras do boleto ou insira os números manualmente

4. Pronto! O boleto será pago com sucesso dentro do app. 

Leia mais: Como pagar boletos no App InfinitePay?

Finanças

A adimplência financeira é um dos pilares para o sucesso de qualquer negócio, seja ele grande ou pequeno. Quando um empreendedor está inadimplente, ele corre o risco de perder fornecedores, clientes e até mesmo o próprio negócio.

O conceito de adimplência, ao contrário da inadimplência, é menos comentado no cotidiano. Em um contexto onde a quantidade de pessoas inadimplentes no Brasil vem aumentando — em outubro de 2022, o endividamento afetava 79,2% das famílias brasileiras, conforme dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo —, raramente se discute a importância de honrar compromissos financeiros de forma correta.

Para os empreendedores que possuem lojas ou negócios, a adimplência financeira é ainda mais importante. Afinal, eles precisam lidar com o fluxo de caixa constante, com pagamentos de fornecedores, funcionários e impostos.

O que é adimplência financeira?

A adimplência financeira refere-se à capacidade de uma empresa em cumprir com suas obrigações financeiras, incluindo o pagamento de fornecedores, colaboradores, impostos e demais compromissos. Manter-se adimplente é essencial para a reputação da empresa e para o estabelecimento de parcerias comerciais sólidas.

Tem diferença adimplência para PF e PJ?

A adimplência financeira refere-se à situação de estar em dia com as obrigações financeiras, ou seja, estar em situação de pagamento regular. Tanto para pessoas físicas (PF) quanto para pessoas jurídicas (PJ), a adimplência é um indicador importante da saúde financeira.

Para pessoas físicas, a adimplência significa que o indivíduo está cumprindo com suas responsabilidades financeiras, como o pagamento de contas, empréstimos, financiamentos e outros compromissos. Manter uma boa adimplência é crucial para manter um histórico de crédito positivo, o que pode facilitar a obtenção de novos créditos e melhores condições financeiras no futuro.

No caso das pessoas jurídicas, a adimplência refere-se ao cumprimento das obrigações financeiras de uma empresa, tais como pagamento de fornecedores, quitação de empréstimos, pagamento de salários e impostos. Empresas adimplentes geralmente têm maior credibilidade no mercado e podem negociar condições mais favoráveis com parceiros comerciais e instituições financeiras.

Em resumo, a diferença entre adimplência financeira para pessoas físicas e jurídicas reside nas obrigações específicas de cada grupo. Para ambos, manter a adimplência é essencial para garantir um ambiente financeiro saudável e usufruir de melhores oportunidades no mercado.

O que é certificado de adimplência?

O Certificado de Adimplência é um documento que atesta que uma empresa está em dia com suas obrigações financeiras. Ele é emitido para comprovar que a organização está adimplente, ou seja, em conformidade com os pagamentos de suas contas, fornecedores e demais compromissos financeiros. Ter um Certificado de Adimplência é muitas vezes requisito para participar de licitações, concorrências e também pode ser utilizado como uma espécie de "selo de confiança" para parceiros comerciais.

Para pessoas físicas (PF), geralmente não existe um "certificado de adimplência" formal emitido por uma entidade específica. No entanto, as instituições financeiras e empresas podem verificar a adimplência de uma pessoa física por meio de seu histórico de crédito, que é mantido por órgãos de proteção ao crédito, como o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e a Boa Vista.

Como emitir um certificado de adimplência? 

Para conseguir um certificado de adimplência, a empresa interessada deve solicitar o documento à empresa ou instituição que emite o certificado. A empresa emissora do certificado irá verificar o histórico de pagamentos da empresa solicitante e, se estiver tudo em ordem, emitirá o certificado.

No Brasil, existem várias empresas e instituições que emitem certificados de adimplência. Algumas das mais conhecidas são:

  • Serasa Experian A Serasa Experian é uma empresa de serviços financeiros que oferece uma variedade de produtos e serviços, incluindo o certificado de adimplência.
  • Boa Vista SCPC: A Boa Vista SCPC é outra empresa de serviços financeiros que oferece o certificado de adimplência.
  • SPC Brasil: O SPC Brasil é uma associação de proteção ao crédito que também oferece o certificado de adimplência.

Para solicitar um certificado de adimplência, a empresa interessada deve entrar em contato com a empresa ou instituição emissora do certificado e fornecer as informações necessárias, como CNPJ, razão social e endereço.

O processo de solicitação de um certificado de adimplência geralmente é rápido e simples. Em alguns casos, o certificado pode ser emitido em minutos.

O certificado de adimplência é um documento importante que pode ajudar as empresas a obter crédito e aumentar sua credibilidade.

Adimplência vs. Inadimplência:

A adimplência e a inadimplência representam dois estados opostos em relação ao cumprimento de obrigações financeiras. A adimplência refere-se à situação em que uma empresa está em dia com seus pagamentos e compromissos, mantendo uma boa reputação financeira. Por outro lado, a inadimplência ocorre quando uma empresa deixa de cumprir com alguma obrigação financeira, resultando em atrasos ou falta de pagamento. Manter-se adimplente é crucial para a saúde financeira e a credibilidade da empresa.

Importância da adimplência para empreendedores

A adimplência substancial caracteriza-se pela capacidade consistente de uma empresa em cumprir com suas obrigações financeiras de maneira sólida e confiável. Algumas características-chave incluem:

Reputação

Empresas com histórico de adimplência positivo ganham a confiança de fornecedores e clientes, o que pode resultar em melhores condições comerciais.

Acesso a Crédito 

Empreendimentos adimplentes têm maior facilidade em obter financiamentos e linhas de crédito, fundamentais para expansão e investimentos.

Relações com Fornecedores 

A adimplência favorece a construção de parcerias duradouras, possibilitando negociações mais favoráveis.

Evita problemas legais

A inadimplência pode levar a ações judiciais, que podem custar caro para o empreendedor. 

O que é desconto de adimplência?

O desconto de adimplência é uma prática em que empresas concedem descontos a clientes que realizam pagamentos antecipados ou dentro do prazo estabelecido. Essa estratégia incentiva a adimplência, motivando os clientes a honrarem seus compromissos financeiros de maneira pontual. Os descontos podem variar em termos percentuais e são uma forma de recompensar e estimular a fidelidade dos clientes adimplentes, ao mesmo tempo em que contribuem para o fortalecimento da saúde financeira da empresa.

Ferramentas para monitorar a adimplência

Utilizar ferramentas adequadas para melhorar a adimplência em um negócio é essencial por diversos motivos que impactam diretamente na saúde financeira e no crescimento sustentável da empresa. Veja algumas dicas: 

Faça um orçamento

O orçamento é a base para qualquer planejamento financeiro. Ele ajuda você a controlar suas receitas e despesas, evitando que você gaste mais do que ganha.

Leia mais: Modelo de orçamento: como fazer um orçamento simples e eficaz‍

Controle de fluxo de caixa

Uma gestão financeira eficaz começa pelo controle preciso do fluxo de caixa, permitindo antecipar e evitar problemas de adimplência.

Leia mais: 

O método tradicional para organizar o fluxo de caixa de uma empresa é criar uma planilha que registra as entradas e saídas de dinheiro. Essa planilha deve ser atualizada periodicamente, de acordo com as movimentações financeiras do negócio.

A InfinitePay oferece uma planilha de fluxo de caixa gratuita, customizável e de fácil adaptação para sua necessidade. Baixe agora nossa planilha grátis de fluxo de caixa

Indicadores financeiros

Utilize indicadores como índice de liquidez e prazos médios de pagamento/recebimento para monitorar a saúde financeira da empresa.

Sistemas de gestão financeira

Implementar sistemas automatizados ajuda a otimizar processos, reduzir erros e manter a adimplência em dia.

Gestão de cobranças para o seu negócio

A cobrança é uma tarefa essencial para qualquer negócio, mas pode ser uma dor de cabeça para pequenas empresas e empreendedores iniciantes. Felizmente, a InfinitePay oferece uma solução gratuita para ajudar na adimplência do seu negócio: um sistema de gestão de cobrança gratuito que automatiza todo o processo.

Com a Gestão de Cobrança da InfinitePay, você pode gerar boletos, Pix e links de pagamento com apenas alguns cliques. Além disso, o sistema envia notificações automáticas via WhatsApp para seus clientes, lembrando-os do vencimento das cobranças, reduzindo significativamente as chances de esquecimento e, consequentemente, de inadimplência.

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Empreender

As microempresas são um importante motor da economia brasileira. Segundo um estudo do SEBRAE, elas representam 99% das empresas privadas do país e respondem por 27% do Produto Interno Bruto (PIB).

Uma microempresa é uma pequena unidade de negócio que geralmente possui um número reduzido de funcionários e faturamento limitado. No Brasil, as microempresas são classificadas como aquelas que têm um faturamento anual de até R$ 360.000,00. Elas desempenham um papel crucial na economia, contribuindo para a geração de empregos e o crescimento do mercado.

Mas o que é uma microempresa? Quais são as vantagens de abrir uma microempresa? E como abrir uma microempresa?

O que é uma microempresa?

Uma microempresa é uma empresa que fatura até R$ 360 mil por ano e tem até 19 funcionários no setor industrial ou até 9 funcionários no comércio e serviços.

As microempresas podem ser classificadas em três tipos de natureza jurídica:

Microempreendedor Individual (MEI)

É a modalidade mais simples de microempresa, voltada para negócios individuais. O MEI pode faturar até R$ 81 mil por ano e não tem limite de funcionários.

Empresário Individual

É a modalidade mais tradicional de microempresa, voltada para negócios individuais. O empresário individual não tem limite de faturamento e pode ter até 19 funcionários.

Sociedade Limitada (LTDA)

É a modalidade mais complexa de microempresa, voltada para negócios com sócios. A sociedade limitada não tem limite de faturamento e pode ter até 19 funcionários.

Leia mais: 

Por que é Importante abrir uma Microempresa?

As microempresas desempenham um papel significativo na economia por várias razões:

Geração de empregos

Ao abrir uma microempresa, você está contribuindo para a criação de empregos locais, o que é fundamental para o desenvolvimento da comunidade.

Inovação

Microempresas muitas vezes têm a capacidade de inovar e se adaptar rapidamente às mudanças do mercado, impulsionando a concorrência saudável.

Diversificação econômica

Microempresas ajudam a diversificar a economia, reduzindo a dependência de grandes corporações.

Vantagens de abrir uma microempresa

As microempresas têm uma série de vantagens em relação às empresas de maior porte. Algumas dessas vantagens são:

  • Facilidade de abertura e manutenção: a abertura de uma microempresa é um processo simples e rápido. Além disso, as microempresas têm obrigações tributárias e trabalhistas simplificadas.
  • Foco local: Microempresas podem se concentrar em atender às necessidades específicas da comunidade local.
  • Benefícios fiscais: As microempresas podem optar por regimes tributários simplificados, como o Simples Nacional, que oferecem alíquotas de impostos mais baixas.
  • Incentivos governamentais: o governo federal oferece uma série de incentivos às microempresas, como linhas de crédito e programas de capacitação.

Como abrir uma microempresa

Para abrir uma microempresa, é necessário seguir os seguintes passos:

Definir o tipo de negócio

O primeiro passo é definir o tipo de negócio que você quer abrir. Isso vai determinar a natureza jurídica da sua empresa.

Reunir os documentos necessários

Os documentos necessários para abrir uma microempresa variam de acordo com a natureza jurídica da empresa. 

No geral, são necessários os seguintes documentos:

  • RG e CPF do titular da empresa ou dos sócios;
  • Declaração de Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) do titular da empresa ou dos sócios;
  • Comprovante de residência do titular da empresa ou dos sócios.
  • Registrar a empresa: após reunir os documentos necessários, é necessário registrar a empresa na Junta Comercial ou no Cartório de Registro Civil de Pessoas Jurídicas.

Obter o CNPJ

Após registrar a empresa, é necessário obter o Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ).

Leia mais: 

Tudo que você precisa saber antes de ter um CNPJ para a sua empresa

Como saber meu CNPJ pelo CPF?

5 vantagens de receber pagamentos online – e como começar ainda hoje

Efetuar o registro na prefeitura e no estado

Dependendo da atividade da empresa, é necessário efetuar o registro na prefeitura e no estado.

As microempresas são uma importante opção para quem quer empreender. Elas oferecem uma série de vantagens em relação às empresas de maior porte, como facilidade de abertura e manutenção, benefícios fiscais e incentivos governamentais.

Se você está pensando em abrir uma empresa, a microempresa pode ser uma boa opção para você.

Empreender

Se você empreende, compreender métricas chave como o ticket médio é essencial para o sucesso e crescimento do seu negócio negócio.

O ticket médio, além de ser um indicador importante de desempenho, oferece insights valiosos sobre o comportamento de compra dos clientes e a eficácia das estratégias de vendas. Neste artigo, exploraremos o conceito de ticket médio, sua importância, e como ele pode ser um termômetro para a saúde financeira e a lucratividade do seu negócio.

O que é ticket médio?

Ticket médio é uma métrica de vendas que representa o valor médio de cada compra realizada pelos clientes em um determinado período. 

Esse indicador fornece uma visão clara sobre o quanto, em média, os clientes estão gastando em cada compra, sendo um reflexo direto do comportamento de consumo e da eficácia das estratégias de vendas.

Qual a diferença entre preço médio e ticket médio?

Embora muitas vezes usados de forma trocada, preço médio e ticket médio são, na verdade, conceitos distintos que fornecem diferentes insights sobre o desempenho de um negócio.

O que é preço médio

O preço médio se refere ao valor médio de um produto ou serviço específico vendido. É calculado dividindo-se a receita total gerada por um produto específico pelo número total de unidades desse produto vendidas. O preço médio é útil para entender a valoração de um item individual no mercado e pode ajudar na estratégia de precificação.

Preço médio de um produto = receita total do produto / número de unidades vendidas

E qual a diferença do preço médio para o ticket médio?

O ticket médio, por outro lado, oferece uma visão geral da eficácia das vendas e estratégias de marketing, indicando quanto os clientes estão gastando em média por visita. É calculado dividindo-se a receita total de vendas pelo número total de vendas ou transações.

Ticket médio = receita total de vendas / número total de vendas

Entender a diferença entre esses dois indicadores é importante. Enquanto o preço médio se concentra em um único produto ou serviço, o ticket médio abrange a totalidade da compra do cliente, incluindo múltiplos itens ou serviços.

Portanto, estratégias para aumentar o preço médio podem envolver ajustes no valor de produtos individuais, enquanto estratégias para aumentar o ticket médio podem focar em vendas cruzadas e melhorias na experiência do cliente.

Por que o ticket médio é importante?

O ticket médio é mais do que um simples número nas estatísticas de vendas; ele é um indicador crucial da saúde financeira e da eficácia das estratégias de um negócio. Este indicador tem várias implicações importantes:

Avaliação da lucratividade

Um ticket médio alto pode ser um sinal de maior lucratividade. Significa que os clientes estão gastando mais por transação, o que pode levar a um aumento nas receitas sem a necessidade de aumentar proporcionalmente os custos operacionais.

Estratégia de precificação e promoção

O ticket médio ajuda a avaliar a eficácia das estratégias de precificação e promoções. Por exemplo, se após uma campanha promocional o ticket médio aumenta, isso pode indicar uma resposta positiva dos clientes às estratégias implementadas.

Entendimento do comportamento do cliente

Analisar o ticket médio oferece insights sobre o comportamento de compra dos clientes. Isso pode ajudar na personalização da experiência de compra e no desenvolvimento de produtos ou serviços que atendam melhor às suas necessidades e preferências.

Identificação de oportunidades de vendas cruzadas

Um ticket médio que está estagnado ou diminuindo pode indicar oportunidades perdidas em vendas cruzadas – que incentivem os clientes a comprar mais produtos ou serviços de maior valor.

Em resumo, entender e monitorar o ticket médio é essencial para tomar decisões de negócios informadas, otimizar as estratégias de vendas e marketing e, em última análise, impulsionar o crescimento sustentável do negócio.

Relação entre ticket médio e lucratividade

Um ticket médio mais alto indica que os clientes estão gastando mais por compra, o que pode levar a um aumento na receita total sem necessariamente incrementar os custos operacionais. Isso é particularmente benéfico para empresas, pois significa gerar mais lucro por transação. 

Estratégias eficazes como vendas cruzadas podem elevar o ticket médio, contribuindo para uma maior margem de lucro. Contudo, é crucial equilibrar o aumento do ticket médio com a retenção e satisfação do cliente, assegurando que o crescimento no valor médio das vendas não afaste os consumidores. 

Como calcular o ticket médio?

Calcular o ticket médio é uma tarefa relativamente simples, mas essencial para entender o desempenho de vendas de um negócio. A fórmula para calcular o ticket médio é:

Ticket médio = receita total de vendas / número total de vendas

Para colocar essa fórmula em prática, siga estes passos:

  1. Some todas as receitas de vendas: Primeiro, calcule o total de receitas geradas por vendas em um determinado período (por exemplo, diário, mensal ou anual).
  2. Contabilize o número total de vendas: Registre o número total de transações de vendas realizadas no mesmo período.
  3. Divida a receita total pelo número total de vendas: O resultado dessa divisão será o ticket médio.

Quer simplificar? Acesse gratuitamente a Planilha de Ticket Médio da InfinitePay e calcule o ticket médio do seu negócio em poucos passos.

Exemplos práticos de ticket médio:

  • Exemplo de uma loja de roupas: a loja gerou R$ 50.000 em vendas em um mês e registrou 500 vendas. O ticket médio será R$ 50.000 ÷ 500 = R$ 100. Isso significa que, em média, cada cliente gastou R$ 100 na loja nesse mês.
  • Exemplo de um restaurante: o restaurante teve uma receita total de R$ 30.000 com 600 pedidos em uma semana. O ticket médio seria R$ 30.000 ÷ 600 = R$ 50. Portanto, cada pedido no restaurante, em média, vale R$ 50.

Estes exemplos demonstram como o cálculo do ticket médio pode ser aplicado em diferentes tipos de negócios. Essa métrica fornece insights valiosos sobre o comportamento de gastos dos clientes e ajuda a avaliar a eficácia das estratégias de vendas e marketing.

5 erros comuns ao calcular o ticket médio

Ao calcular o ticket médio, é importante estar ciente de alguns erros comuns que podem levar a interpretações incorretas ou a uma análise imprecisa. Reconhecer e evitar esses erros garante que a métrica forneça uma visão confiável do desempenho das vendas.

  1. Não separar tipos de vendas

Um erro comum é misturar diferentes tipos de vendas sem separá-las por categorias ou canais. Por exemplo, incluir vendas online e offline no mesmo cálculo sem considerar suas particularidades pode distorcer o ticket médio.

  1. Desconsiderar devoluções e descontos

É crucial ajustar a receita total para refletir devoluções de produtos e descontos dados. Calcular o ticket médio sem considerar essas variáveis pode resultar em um valor inflacionado.

  1. Ignorar variações sazonais

Negócios que têm flutuações sazonais significativas devem levar isso em conta ao calcular o ticket médio. Comparar períodos sazonais com períodos de baixa pode criar uma percepção errada sobre o desempenho.

  1. Usar amostras de tamanho inadequado

Basear o cálculo do ticket médio em um número muito pequeno de vendas ou em um período muito curto pode não ser representativo do desempenho geral do negócio.

  1. Falha em atualizar e monitorar regularmente

O ticket médio deve ser monitorado e recalculado regularmente para refletir mudanças no comportamento do consumidor e no mercado. Usar dados desatualizados pode levar a decisões de negócios mal informadas.

Evitar esses erros comuns ajuda a garantir que o ticket médio seja um indicador confiável e útil para a tomada de decisões estratégicas e para o aprimoramento das operações de vendas.

7 Estratégias para aumentar o ticket médio

Aumentar o ticket médio é uma estratégia chave para melhorar a receita e a lucratividade de um negócio. Implementar táticas eficazes pode incentivar os clientes a gastar mais em cada compra. Aqui estão algumas estratégias que podem ser utilizadas para aumentar o ticket médio:

1. Vendas cruzadas

Incentive os clientes a comprar produtos complementares ou versões mais caras de um item. Por exemplo, um restaurante pode sugerir acompanhamentos ou sobremesas, enquanto uma loja de eletrônicos pode oferecer garantias estendidas ou acessórios.

2. Criação de pacotes ou combos

Agrupar produtos ou serviços pode criar uma percepção de valor agregado, incentivando os clientes a comprar o pacote em vez de itens individuais. Aproveite as datas comemorativas para aumentar seu ticket médio com essa estratégia.

Leia mais:

3. Programas de fidelidade e incentivos

Ofereça recompensas, descontos ou benefícios exclusivos para incentivar compras maiores ou mais frequentes.

4. Treinamento da equipe de vendas

Capacite a equipe de vendas para reconhecer oportunidades de vendas cruzadas, que estimulam o cliente a efetuar mais uma compra, e para se comunicar efetivamente sobre os benefícios de produtos ou serviços adicionais.

5. Personalização da experiência do cliente

Use dados do cliente para oferecer recomendações personalizadas baseadas em compras anteriores ou preferências. Por exemplo: o dono de uma loja de cafés, ao perceber que o cliente compra com frequência, pode começar a antecipar os pedidos via WhatsApp e oferecer algum produto adicional que harmonize com a compra dos grãos – como uma caixa de chocolate.

6. Estratégias de precificação

Revise a estratégia de precificação para encontrar o equilíbrio ideal entre preço acessível e percepção de valor, incentivando os clientes a gastar mais.

Leia mais: Como precificar um produto?

7. Melhora da experiência de compra

Uma experiência de compra agradável e sem complicações pode incentivar os clientes a explorar mais produtos e passar mais tempo na loja ou no site.

Exemplo: uma loja de roupas, durante o lançamento de uma nova coleção, pode oferecer bebidas e aperitivos aos clientes – melhorando a experiência durante a compra e estimulando que as pessoas fiquem mais tempo olhando os produtos.

Implementando essas estratégias, os negócios podem aumentar efetivamente o ticket médio, melhorando assim a receita e a rentabilidade. É importante monitorar e ajustar essas táticas regularmente para garantir que elas continuem sendo eficazes e alinhadas com as necessidades e comportamentos dos clientes.

Como saber se o ticket médio é bom?

Avaliar se o ticket médio de um negócio é bom requer mais do que apenas olhar para o número em si – é necessário considerar vários fatores contextuais. Para determinar se o ticket médio está alinhado com as expectativas e objetivos do seu negócio, aqui estão algumas dicas:

  1. Compare com períodos anteriores

Analise a evolução do ticket médio ao longo do tempo. Um aumento consistente pode indicar sucesso nas estratégias de vendas e marketing. Uma diminuição, por outro lado, pode sinalizar a necessidade de ajustes.

  1. Relação com a lucratividade

Avalie como o ticket médio impacta a lucratividade. Um ticket médio mais alto é benéfico se não estiver associado a um aumento proporcional nos custos.

  1. Considere o volume de vendas

Um ticket médio alto não é necessariamente bom se o volume de vendas for baixo. Da mesma forma, um ticket médio mais baixo pode ser aceitável se o volume de vendas for alto.

  1. Feedback e comportamento do cliente

O ticket médio deve ser analisado em conjunto com o feedback dos clientes e padrões de compra. Se os clientes estão satisfeitos e retornando, mesmo com um ticket médio mais alto, isso sugere uma percepção positiva do valor oferecido.

Determinar se o ticket médio é bom envolve uma análise abrangente que vai além dos números, considerando o desempenho geral do negócio, a satisfação do cliente e as metas da empresa.

Como aumentar a margem de lucro das suas vendas?

Se você está buscando uma forma de aumentar a margem de lucro das suas vendas, é importante que você pare para analisar as taxas que você paga em cada transação – grande parte do seu lucro pode estar indo embora com taxas abusivas da maquininha, por exemplo.

Uma alternativa para vender sem prejudicar sua margem de lucro é pelo aplicativo da InfinitePay.

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Empreender

Empreender envolve mais do que apenas uma boa ideia de negócio e estratégias de mercado eficazes: também é crucial entender as nuances burocráticas que regem as empresas. Uma dessas nuances é o CNAE - Classificação Nacional de Atividades Econômicas. Este termo pode parecer complexo à primeira vista, mas é fundamental para qualquer pequeno empreendedor que deseja operar dentro da legalidade e otimizar seu negócio.

Neste artigo, vamos explorar o que é o CNAE, como ele impacta sua empresa e por que é essencial escolher a classificação correta.

O que significa CNAE?

O CNAE, sigla para Classificação Nacional de Atividades Econômicas, é um código numérico que identifica a principal atividade econômica de uma empresa no Brasil.

Desenvolvido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), este sistema de classificação é adotado nacionalmente e serve como um padrão para categorizar as atividades de negócios em diferentes setores da economia.

Cada atividade econômica é representada por um código único, que desempenha um papel crucial em diversos aspectos administrativos e legais, incluindo o registro empresarial, a tributação e a emissão de notas fiscais.

Qual a importância do CNAE?

O CNAE é mais do que um mero detalhe burocrático: ele é essencial para garantir que as empresas sejam classificadas corretamente de acordo com a natureza de suas operações. Isso significa que, ao abrir uma empresa, o empreendedor deve escolher um CNAE que reflita com precisão a atividade principal do negócio.

Essa classificação tem implicações diretas na determinação dos impostos a serem pagos, nas obrigações fiscais e trabalhistas e até mesmo em oportunidades de financiamento e benefícios fiscais, dependendo do setor de atuação. Portanto, entender o CNAE e escolher o código correto é um passo fundamental no processo de formalização e gestão eficiente de um negócio.

Toda empresa precisa ter CNAE?

Sim, toda empresa no Brasil, independentemente de seu tamanho ou tipo, deve ter um CNAE atribuído. Isso inclui desde Microempreendedores Individuais (MEI) até grandes corporações.

  • CNAE MEI

O CNAE é um elemento obrigatório no momento da formalização de qualquer empresa, pois define a natureza da atividade econômica que será realizada. Para os MEIs, por exemplo, a escolha do CNAE é ainda mais crítica, pois determina os limites de atuação, os impostos a serem pagos através do Simples Nacional e as regulamentações específicas que devem ser seguidas. Veja as vantagens e obrigações de ser MEI.

  • CNAE para Ltda., Eireli e S/A

Para outros tipos de empresas, como Sociedades Limitadas (Ltda.), Empresas Individuais de Responsabilidade Limitada (EIRELI) e Sociedades Anônimas (S/A), a definição de um ou mais CNAEs é igualmente importante. Essas classificações influenciam não só as obrigações fiscais e trabalhistas, mas também podem impactar a permissão para participar de licitações, a obtenção de certos tipos de licenças e até mesmo as opções de crédito disponíveis para o negócio. 

Leia também: Diferenças entre MEI e outros tipos de empresas.

Portanto, independente do porte ou forma jurídica da empresa, a atribuição correta do CNAE é um passo fundamental para garantir a conformidade legal e fiscal do negócio. Além disso, uma classificação precisa pode oferecer vantagens estratégicas, como acesso a incentivos fiscais específicos e oportunidades de mercado alinhadas à atividade econômica da empresa.

Quantos tipos de CNAE existem?

O sistema de Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) é composto por uma vasta gama de códigos, representando a diversidade de atividades econômicas que podem ser exercidas por empresas no Brasil.

Esses códigos são organizados em uma estrutura hierárquica, que inclui seções, divisões, grupos, classes e subclasses. Essa estrutura reflete os diferentes níveis de detalhamento das atividades econômicas.

No site do IBGE, é possível fazer uma busca. Basta colocar sua atividade para saber o código, ou o código do CNAE para checar se a atividade está correta. Nesta mesma página também é possível entender a estrutura de cada CNAE e as divisões por número.

Estrutura e hierarquia do CNAE

Na hierarquia do CNAE, existem 21 seções identificadas por letras (de A a U), que representam os grandes setores da economia, como agricultura, indústria e serviços. Dentro de cada seção, há divisões, que são numeradas e representam um agrupamento mais específico de atividades econômicas. Então o CNAE é formado por Seção > Divisão > Grupo > Classe > Subclasse.

Imagem explica a estrutura de um cnae, com seção, divisão, grupo, classe e subclasse

Seguindo a hierarquia, encontramos os grupos, as classes e, finalmente, as subclasses, que são o nível mais detalhado e específico dentro do CNAE, cada uma representada por um código numérico único. Cada classe tem sua Lista de Descritores, ou seja, todas as atividades aceitas naquele CNAE.

O número exato de códigos CNAE varia conforme atualizações e revisões do sistema, mas é importante destacar que a diversidade e especificidade dos códigos visam abranger todas as possíveis atividades econômicas realizadas pelas empresas. Atualmente, existem 1.332 classificações.

A escolha do CNAE adequado depende de uma compreensão precisa da atividade principal da empresa, e esta classificação detalhada ajuda a garantir que cada negócio seja corretamente categorizado de acordo com sua operação específica.

Exemplos de CNAEs

  • 4712-1/00 Comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios - minimercados, mercearias e armazéns
  • 4723-7/00 Comércio varejista de bebidas
  • 4744-0/99 Comércio varejista de materiais de construção em geral
  • 4752-1/00 Comércio varejista especializado de equipamentos de telefonia e comunicação
  • 4772-5/00 Comércio varejista de cosméticos, produtos de perfumaria e de higiene pessoal
  • 4781-4/00 Comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios
  • 4789-0/99 Comércio varejista de outros produtos não especificados anteriormente
  • 5611-2/01 Restaurantes e similares
  • 5611-2/03 Lanchonetes, casas de chá, de sucos e similares
  • 5611-2/04 Bares e outros estabelecimentos especializados em servir bebidas, sem entretenimento
  • 9602-5/01 Cabeleireiros, manicure e pedicure
  • 9602-5/02 Atividades de estética e outros serviços de cuidados com a beleza

A influência do CNAE nos impostos e outras obrigações da empresa

O CNAE, ao definir a atividade principal de uma empresa, tem um papel crucial na determinação dos impostos e outras obrigações fiscais e regulatórias. A escolha do CNAE correto influencia diretamente o regime tributário ao qual a empresa será submetida.

Por exemplo, certas atividades econômicas permitem a adesão ao Simples Nacional, um regime tributário simplificado com alíquotas menores, enquanto outras podem exigir o enquadramento no Lucro Presumido ou Lucro Real, que possuem cálculos tributários mais complexos.

Além dos impostos, o CNAE também impacta as obrigações trabalhistas. Dependendo da atividade econômica da empresa, podem existir normas regulatórias específicas a serem seguidas, como normas de segurança e saúde no trabalho.

Outra influência importante do CNAE está nas contribuições previdenciárias e no FGTS. O código escolhido pode determinar diferentes alíquotas e formas de contribuição, além de influenciar a incidência de outros tributos como o ISS (Imposto Sobre Serviços) ou ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), dependendo da natureza da atividade.

Portanto, o CNAE não é apenas um elemento burocrático, mas uma escolha estratégica que pode afetar significativamente a carga tributária e as responsabilidades legais de uma empresa. Uma classificação inadequada pode resultar em problemas fiscais e multas, reforçando a importância de uma escolha cuidadosa e bem informada do CNAE.

Como escolher o CNAE correto para a minha empresa?

A escolha do CNAE correto é fundamental para garantir a conformidade legal e otimizar a carga tributária da sua empresa. O primeiro passo é entender claramente a natureza da atividade principal do negócio.

É importante considerar não apenas o que a empresa faz atualmente, mas também as atividades que pretende realizar no futuro. Uma análise detalhada do negócio ajudará a identificar o CNAE que mais se alinha à sua operação principal.

Passo a passo para obter um CNAE

O processo de obtenção de um CNAE é uma etapa crucial na formalização de qualquer empresa no Brasil. Seguir um passo a passo claro pode ajudar a garantir que você selecione o código correto e evite complicações futuras.

Aqui está um guia simples para obter o CNAE para o seu negócio:

1. Entenda a atividade do negócio

Antes de tudo, tenha uma compreensão clara da atividade principal que sua empresa irá exercer. Isso é importante para identificar o CNAE que melhor representa o seu negócio.

2. Acesse a tabela CNAE

Visite o site oficial do IBGE ou da Receita Federal, onde você pode encontrar a tabela completa de CNAEs. Nela, você encontrará a lista de todos os códigos e descrições das atividades.

3. Pesquise o código apropriado

Com base na descrição da sua atividade principal, busque na tabela CNAE os códigos que mais se aproximam. Pode haver mais de um código aplicável, por isso é importante analisar cada opção cuidadosamente.

4. Consulte um contador

Para garantir que você está escolhendo o código mais adequado, é aconselhável consultar um contador ou um profissional especializado. Eles podem ajudar a entender as nuances dos códigos e as implicações fiscais associadas.

5. Registre a empresa com o CNAE Escolhido

Quando for registrar sua empresa na Junta Comercial ou no órgão competente, você precisará informar o CNAE escolhido. Este código será utilizado em todos os documentos oficiais e registros fiscais da empresa.

6. Verifique regularmente as atualizações do CNAE

O sistema de CNAE pode passar por atualizações. Portanto, é importante manter-se informado e verificar se há mudanças que possam afetar a classificação da sua empresa.

Seguindo esses passos, você poderá obter o CNAE apropriado para a sua empresa, garantindo que esteja em conformidade com as regulamentações e preparado para todas as responsabilidades fiscais e legais que acompanham a atividade escolhida.

Quanto custa para incluir um CNAE no CNPJ?

Incluir um CNAE no CNPJ não tem um custo direto específico. No entanto, os custos indiretos podem surgir no processo de registro ou alteração cadastral da empresa.

Para novos negócios, esses custos fazem parte das taxas gerais de abertura da empresa, variando conforme o tipo de empresa e a localização. Para empresas já estabelecidas que precisam adicionar ou alterar um CNAE, podem existir taxas relacionadas à alteração cadastral na Junta Comercial ou em outros órgãos reguladores.

Além disso, serviços contábeis profissionais, se utilizados, podem gerar custos adicionais. É importante notar que a escolha do CNAE pode influenciar os custos operacionais e fiscais da empresa, tornando essencial uma seleção cuidadosa e informada.

Recursos online e órgãos reguladores que podem auxiliar na busca

  • Site do IBGE

Nele, você pode acessar a classificação completa do CNAE, incluindo descrições detalhadas de cada atividade.

  • Receita Federal

O site da Receita oferece recursos para entender as implicações tributárias de diferentes CNAEs.

  • Contador ou consultor especializado

Profissionais da área contábil podem oferecer orientação especializada na escolha do CNAE, considerando os aspectos específicos do seu negócio.

Utilizar esses passos e recursos ajudará a garantir que a empresa seja classificada corretamente, evitando problemas fiscais e aproveitando as melhores oportunidades tributárias disponíveis para a atividade exercida.

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