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Saber como administrar um negócio dentro do mercado da beleza pode ser bastante desafiador para um empreendedor que deseja seguir nesse ramo. Afinal, muitas pessoas como você, que empreende no segmento, é o próprio profissional responsável pelos serviços, vendas, administração e todas as relações junto ao público em geral.
Por isso, trazemos aqui dicas para que mesmo um pequeno ou médio empreendedor, do mercado da beleza, possa gerenciar seu negócio e sem deixar questões como o pagamento de impostos de lado. A ideia é que você esteja preparado não só para atender bem o seu cliente, mas também evite as surpresas com dívidas públicas, inesperadas depois!
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Formalize seu negócio através da abertura de uma empresa com CNPJ por meio do Simples Nacional (micro ou pequena empresa) e esteja atento as exigências de faturamento. Nesta modalidade a base de cálculo para o imposto mensal é correspondente a 6% do faturamento total da empresa — considerando faturamento de até R$ 15 mil ao mês.
O Simples Nacional é um regime tributário especial para empresas de micro e pequeno porte criado em 2006 para facilitar a vida do empreendedor do mercado da beleza,. Essa opção conta com um modelo simplificado de tributação, além de oferecer tabelas de alíquotas reduzidas de impostos, que progridem de acordo com o faturamento do negócio.
Com a criação desse regime tributário, o empreendedor do mercado da beleza, passou a recolher os impostos em uma única guia mensal: o Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS). Bem mais fácil, não?
A lei nº 13.352/2016 do Salão Parceiro foi criada para facilitar a relação entre você, empreendedor do mercado da beleza e o seu colaborador, visto que o objetivo é regularizar uma prática comum nos salões de beleza e centros de estética: a contratação de profissionais como cabeleireiros, barbeiros, depiladores, maquiadores, massagistas, manicures, entre outros, como autônomos, baixando custos e favorecendo a relação entre quem contrata e quem trabalha.
O prestador de serviço poderá abrir um MEI (microempreendedor individual), exercendo sua atividade por meio de contrato de trabalho. Isso evita a informalidade no trabalho para o profissional, e permite ao dono do salão que ele tenha uma redução de tributos de forma legal, sem correr qualquer risco perante a Receita Federal. Tal possibilidade ocorre pelo fato do contrato desobrigar as empresas a arcar com custos como 13º salário, FGTS e pagamento de contribuição previdenciária.
Já o parceiro — que pode ser cabeleireiros, esteticistas, barbeiros, depiladores, maquiadores, manicures, entre outros — ao abrir seu MEI tem acesso a uma série de benefícios, como aposentadoria, auxílio maternidade e doença, facilidades na abertura de contas, no financiamento de veículos e na obtenção de crédito.
Conte com o profissionalismo de um contador para apoiá-lo na emissão e pagamento dos impostos mensalmente!
O contador é o profissional qualificado e habilitado a fazer o cálculo dos seus impostos e acompanhar todas as obrigações tributárias de sua empresa para que ela permaneça de acordo com a lei. Todas as empresas tem uma série de obrigações fiscais e contábeis a cumprir que em dado momento vão requerer um contador.
Apenas a modalidade MEI (Microempreendedor individual) não precisa de um contador autorizado – o próprio empreendedor poderá fazer sua contabilidade e é isento dos tributos federais (Imposto de Renda, PIS, Cofins, IPI e CSLL). O MEI paga somente uma mensalidade fixa de R$ 45,00 (comércio ou indústria), R$ 49,00 (prestação de serviços) ou R$ 50,00 (comércio e serviços). Esse valor é destinado à Previdência Social e ao ICMS ou ao ISS.
E se você deseja crescer ainda mais, o contador também poderá auxiliá-lo nas orientações e escolhas mais assertivas.
Agora que você já conhece o o básico sobre impostos para empresas de beleza a InfinitePay segue cuidando da solução mais confiável para ajudar você a crescer e valorizar suas empresa! Da gestão de impostos aos cuidados com a contabilidade, seguimos juntos para manter o compromisso e seriedade com o resultado do seu trabalho.
Esperamos que coloque todas as dicas em prática! A InfinitePay nasceu para ajudar e trazer soluções aos empreendedores. Por isso, criamos conteúdos como esse para facilitar e alavancar o crescimento do seu negócio!

Conhecer os impostos que incidem sobre a sua loja de material de construção é algo fundamental. Embora a sua empresa conte com a ajuda de um contador, ter esse conhecimento ajuda no controle e na previsão dos gastos do seu negócio, além de evitar problemas com o Fisco.
Neste artigo, vamos trazer a você informações básicas sobre os impostos que incidem sobre a sua loja de material de construção.
A maneira como os impostos incidem sobre a sua loja de material de construção vai depender do regime de tributação que você escolheu para enquadrar sua empresa. Cada regime funciona de uma maneira específica, e os impostos que você paga variam de acordo com fatores como tamanho e faturamento do seu negócio.
Os regimes de tributação são:
Agora vamos apresentar os principais impostos que a sua loja de material de construção precisa arrecadar. Como falamos antes, o quanto você paga por cada imposto vai depender do seu regime de tributação e de algumas características da sua empresa. Não vamos entrar nos detalhes de quanto essas alíquotas podem variar: você pode tirar essa dúvida com o seu contador.
Além disso, se você está enquadrado no Simples Nacional, lembre-se que esses impostos estão unificados e deve ser pagos todo mês por meio da guia DAS.
Agora, vamos aos impostos:
A InfinitePay nasceu para oferecer a melhor solução de pagamentos ao empreendedor. Conte sempre conosco!

Em março de 2021, o governo federal reduziu em 10% o Imposto de Importação de bens de capital (BK) e de informática e telecomunicações (BIT). A medida é uma vantagem para os empreendedores da área porque barateia a importação de máquinas e equipamentos utilizados por todos os setores produtivos, além de diminuir o preço de itens importados como celulares e computadores.
Essa taxa costuma variar de zero a 16% na Tarifa Externa Comum (TEC). Com a redução aprovada, um eletrônico que pagava 16% de imposto, passa a pagar 14,4%. As alíquotas de 2%, por sua vez, foram reduzidas para zero. Sendo assim, aparelhos celulares e notebooks têm redução tarifária de importação de 16% para 14,4%.
Qualquer redução nos impostos é muito boa, né? Mas ainda assim, é preciso ficar atento para contribuir corretamente e não sair no prejuízo. No Brasil há diversos impostos, para diversos serviços. Para saber qual contribuição é mais vantajosa para sua empresa, faça um planejamento tributário. Isso pode reduzir os tributos em suas contas, permitindo que seu negócio tenha tarifas menores.
É uma maneira de verificar qual será a forma mais econômica de recolher os tributos, antes que a empresa comece de fato a operar durante o exercício fiscal vigente. Ou seja, se planejando antes do momento de declarar os impostos, você sai no lucro.
No planejamento tributário, deve-se levar em conta todos os dados do ano que está sendo finalizado. São analisadas as seguintes questões sobre a sua empresa:
Após a análise dos dados do seu negócio, chegou a hora de definir o regime tributário que você vai seguir. No Brasil há três:
Como é de se imaginar, a maioria das micro e pequenas empresas se encaixam no Simples Nacional, por isso é visto como melhor opção para esse público, porque é menos burocrático e mais barato. A principal vantagem é o recolhimento dos tributos em um único documento de arrecadação - DAS.
Fazer a escolha tributária mais apropriada para a sua loja de eletrônicos é uma forma de otimizar os custos. E de redução de custos a InfinitePay é expert. Você tem a melhor maquininha e as menores taxas do brasil e link de pagamento grátis! É com ela que você naturalmente tem mais dinheiro no seu caixa e ganha fôlego para expandir a sua loja de eletrônicos.
Esperamos que coloque todas as dicas em prática! A InfinitePay nasceu para ajudar e trazer soluções aos empreendedores. Por isso, criamos conteúdos como esse para facilitar e alavancar o crescimento do seu negócio!

No Brasil, o número de pessoas que decidiram ser empreendedoras e abrir suas empresas é cada vez maior. Com a facilidade para fazer isso, principalmente depois da criação do MEI (microempreendedor individual), a formalização do negócio passou a ser mais comum.
Mas, ainda assim, muitos empreendedores deixam de lado uma questão fundamental para a prosperidade de suas empresas: a conta PJ.
A conta PJ é uma conta exclusiva para o seu negócio. Ela é bem similar à conta bancária pessoal: é possível realizar pagamentos, efetuar transferências bancárias e contar com outros serviços oferecidos pela instituição financeira, mas o foco são as transações da sua empresa.
A conta PJ foi criada para atender às necessidades financeiras específicas de cada negócio, facilitando a gestão do dinheiro, a realização de transações relacionadas à atividade da empresa e o cumprimento de obrigações fiscais e trabalhistas.
Leia mais:
Preparamos um comparativo para facilitar sua escolha na hora de abrir uma conta PJ. Veja o comparativo de funcionalidades entre bancos digitais, tradicionais e a conta inteligente da InfinitePay.
Para ver a tabela comparativa no celular, gire-o na posição horizontal.
| Conta Inteligente InfinitePay | Bancos digitais | Bancos tradicionais | |
|---|---|---|---|
| Abertura de conta | Online e sem burocracia | Online com análise | Presencial/Online |
| Taxa de manutenção | Grátis | Grátis | De acordo com o plano escolhido |
| Rendimento | 100% do CDI | Alguns oferecem | Pouco comum |
| Recebimento na hora | Disponível com as melhores taxas | Depende do plano/serviço | Não oferece |
| Múltiplos cartões | Ilimitado e gratuito | Oferece, mas é pago | Oferece, mas é pago |
| Venda no Pix | Ilimitada e sem taxa | Cobra taxa | Cobra taxa |
| Gestão de vendas | Relatórios completos | Alguns oferecem | Raro. Através de serviços adicionais |
| Gestão de cobrança | Automatizada e gratuita | Alguns oferecem de como serviço pago | Não oferecem |
| Empréstimos | Flexível e rápido | Sob análise | Comum, com análise |
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Abrir uma conta PJ (Pessoa Jurídica) é um passo fundamental para qualquer negócio, seja ele uma pequena empresa ou um empreendedor individual em fase de crescimento.
Vamos explorar os principais motivos pelos quais você deve considerar abrir uma conta PJ para a sua empresa:
A separação clara entre as finanças pessoais e as da empresa é crucial para uma gestão financeira eficaz. Uma conta PJ permite que você tenha uma visão clara dos recursos financeiros do seu negócio, facilitando o controle de receitas, despesas e a elaboração de estratégias financeiras adequadas.
Bancos e instituições financeiras oferecem produtos e serviços especialmente desenhados para empresas, como linhas de crédito com condições mais vantajosas, seguros, investimentos e serviços de gestão de cobranças. Esses recursos podem ser fundamentais para o financiamento do crescimento e da expansão do seu negócio.
A gestão tributária torna-se mais simples e organizada com uma conta PJ. É mais fácil acompanhar o pagamento de impostos e contribuições, evitando erros que podem levar a multas e complicações fiscais. Além disso, muitos serviços bancários auxiliam na automatização desses pagamentos, poupando tempo e reduzindo a carga administrativa.
Contas PJ muitas vezes vêm acompanhadas de ferramentas de gestão financeira integradas, como aplicativos e plataformas online que oferecem funcionalidades como controle de fluxo de caixa, pagamentos automáticos e conciliação bancária. Essas ferramentas podem ajudar significativamente na otimização da gestão financeira do negócio.
A abertura de uma conta PJ é um passo importante na preparação para o crescimento do seu negócio. Ela não apenas organiza as finanças, mas também estabelece uma base sólida para o planejamento financeiro e a expansão futura.
Sim, é possível abrir uma conta digital PJ (Pessoa Jurídica) em diversos bancos digitais e até mesmo em alguns bancos tradicionais que oferecem essa modalidade de serviço online. As contas digitais PJ são projetadas para atender às necessidades específicas de empresas de todos os tamanhos, desde microempreendedores individuais (MEIs) até grandes corporações, oferecendo uma série de vantagens em relação às contas PJ tradicionais.
Se você é empresário ou pensa em empreender, entenda aqui as principais vantagens de abrir uma conta digital PJ e veja como o processo é mais fácil do que você imagina com a InfinitePay!
A InfinitePay oferece todos os tipos de pagamento que um empreendedor precisa, das maquininhas de cartão ao InfiniteTap, que transforma o celular em maquininha, de links de pagamento e gestão de cobrança. E todos os clientes da InfinitePay contam com uma conta digital totalmente gratuita.
O processo de abertura de uma conta jurídica pode ser bem simples, ainda mais se considerarmos a abundância de opções disponíveis para quem tem CNPJ. Esse é o primeiro passo para abrir a conta da sua empresa: tenha um CNPJ válido e regularizado. Um dos caminhos mais fáceis para fazer isso é ter um registro MEI (Microempreendedor Individual).
O segundo passo é baixar o app da InfinitePay e realizar o cadastro e em poucos minutos você já pode desfrutar da sua conta PJ ativa.
Quer possibilidade de realizar empréstimo? Gestão de cobranças integrado na conta digital? E cartão de crédito corporativo, é necessário? Com a Conta Inteligente você tem essas e muitas vantagens. Dá para abrir a sua conta PJ com poucos cliques e sem tirar um real do bolso!
Veja mais vantagens de ter uma conta PJ com a InfinitePay

Se você empreende e precisa de uma maquininha de cartão para receber pagamentos, pode estar considerando alugar uma maquininha para evitar o alto custo de aquisição. No entanto, a longo prazo, alugar uma máquina de cartão pode não ser a melhor opção para o seu negócio. Neste artigo, vamos explorar as desvantagens de alugar máquinas de cartão e apresentar uma solução: a InfiniteSmart, a maquininha da InfinitePay que oferece diversas funcionalidades e soluções financeiras em um único aplicativo.
Quando se trata de escolher uma maquininha de cartão para o seu negócio, muitos empreendedores optam por alugá-las em vez de comprá-las, pois a opção pode parecer mais econômica a curto prazo, principalmente para aqueles que estão começando agora e ainda não têm muito capital para investir. No entanto, é importante estar ciente das dificuldades que essa prática pode trazer. Confira a lista:
Embora pareça mais barato alugá-las no início, a verdade é que, ao longo do tempo, as taxas de aluguel podem acabar custando mais do que a compra de uma maquininha. Além disso, se você decidir mudar de fornecedor de máquina de cartão no futuro, pode ter que pagar taxas de rescisão de contrato, o que pode aumentar ainda mais o custo total.
Quando você aluga uma maquininha, está sujeito aos termos e condições do fornecedor, o que pode incluir restrições sobre o uso da maquininha, limitações de transações e até mesmo a necessidade de manter um saldo mínimo na conta. Isso pode limitar a flexibilidade do seu negócio, e até mesmo prejudicar as suas vendas.
Muitos fornecedores oferecem a isenção de aluguel como um benefício para os empreendedores que faturam acima de um determinado valor mensal. No entanto, essa isenção pode não ser tão vantajosa quanto parece. Primeiro, porque você pode ter que pagar uma taxa de adesão para ter direito à isenção. Segundo, porque a isenção pode ser temporária ou condicionada a outros fatores, como o tipo de cartão ou o número de parcelas. Terceiro, porque a isenção pode ser cancelada se o seu faturamento cair abaixo do mínimo exigido. Isso significa que você pode ficar preso a um contrato de aluguel sem ter certeza se vai conseguir manter o seu faturamento e evitar as taxas.
Além disso, ao alugar uma maquininha, você não tem a garantia de que ela será sempre atualizada com as últimas tecnologias de segurança. Se você aluga uma maquininha, é possível que ela não esteja sempre atualizada, colocando em risco tanto os seus clientes quanto o seu negócio.
A Maquininha Smart é a maquina de cartão da InfinitePay que oferece diversas funcionalidades e soluções financeiras em uma única plataforma. Vem conhecer todas as nossas soluções:
Com a Maquininha Smart, você pode aceitar pagamentos de diversas maneiras, além de gerenciar suas finanças de forma mais eficiente.
Temos o Link de Pagamento que você envia por e-mail, WhatsApp ou redes sociais para seus clientes realizarem o pagamento. Eles não precisam baixar nenhum aplicativo e é seguro para ambas as partes.
Pix é a opção de pagamento mais popular, rápida e segura e você pode cobrar direto na sua maquininha. E o melhor, sem pagar taxa alguma! É 100% grátis.
O InfiniteTap é a sua maquininha no celular. Disponível para Android 10 e superior, a solução permite que qualquer celular compatível tenha o app instalado e funcione exatamente como uma máquina de cartão. Perfeito para ter máquinas extras sem pagar nada por isso. Agora toda pessoa física pode começar a utilizar essa solução sem pagar nada a mais.
O Cartão Virtual Inteligente sem anuidade para movimentar o saldo da conta que já vem incluída e oferece cashback de 1,5% em cada compra.
Alugar maquininhas pode parecer uma opção mais econômica a curto prazo, mas pode acabar saindo caro a longo prazo. O custo total do aluguel pode acabar sendo maior do que a compra de uma maquininha, além de limitar a flexibilidade do seu negócio e colocar em risco a sua segurança e a dos seus clientes. Portanto, a nossa dica é você adquirir uma InfiniteSmart ou começar a usar agora o InfiniteTap. As duas opções são melhores para o empreendedor a curto e longo prazo. Para ver mais detalhes clique aqui e se cadastre agora para começar a usar as nossas soluções de graça.
Você também pode se interessar por: Como ter uma maquininha no celular

Entender como funciona a emissão de nota fiscal MEI é uma das suas principais obrigações para manter seu negócio regularizado em 2026. Você faz parte de um grupo crescente que, segundo o Sebrae, já ultrapassou a marca de 15 milhões de MEIs ativos no país.
A formalização traz benefícios, mas também deveres fiscais que geram dúvidas. Este guia completo vai mostrar o passo a passo para emitir suas notas fiscais no novo padrão nacional, explicar quando a emissão é obrigatória e quais as vantagens de manter tudo em dia.
A nota fiscal MEI é um documento fiscal eletrônico que comprova a venda ou prestação de serviço realizada pelo MEI. Ela possui validade jurídica e deve ser emitida sempre que o MEI realizar uma transação comercial.
Ela contém informações como a descrição dos produtos ou serviços, dados do comprador, dados do vendedor, data de emissão, valor da venda e os impostos incidentes.
A nota fiscal MEI é um documento fiscal obrigatório que comprova a operação comercial do Microempreendedor Individual. Ela deve ser emitida para os clientes e também deve ser armazenada pelo MEI por um período determinado.
A nota fiscal MEI é um instrumento de controle e transparência nas transações comerciais realizadas pelo MEI. Ela permite que tanto o empreendedor quanto o cliente tenham um registro formal da operação, garantindo a segurança e a legalidade do negócio.
Além disso, a nota fiscal MEI é uma ferramenta importante para o MEI acompanhar o seu faturamento mensal, facilitando o controle financeiro e auxiliando na tomada de decisões estratégicas para o crescimento do negócio.
A nota fiscal é essencial para o MEI, pois ela garante que todas as transações comerciais realizadas estejam devidamente registradas e documentadas. Além disso, a nota fiscal MEI é um documento que permite ao MEI ter acesso a direitos e benefícios, como a comprovação de renda e a possibilidade de participar de licitações e concorrências públicas.
Com a nota fiscal MEI, o empreendedor pode comprovar sua atividade econômica, o que é fundamental para a obtenção de crédito junto a instituições financeiras e para a realização de parcerias comerciais.
Além disso, a nota fiscal MEI também é importante para que o MEI possa regularizar sua situação junto aos órgãos fiscalizadores, evitando problemas futuros. Ao emitir a nota fiscal corretamente, o MEI demonstra sua responsabilidade fiscal e contribui para o desenvolvimento econômico do país.
É importante ressaltar que a emissão da nota fiscal MEI não é apenas uma obrigação legal, mas também uma prática que fortalece a imagem do MEI perante seus clientes e parceiros comerciais. Ao oferecer um documento fiscal, o MEI transmite confiança e profissionalismo, fatores que podem contribuir para o aumento da clientela e para o sucesso do empreendimento.
De acordo com a Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas (1º do artigo 106, da Resolução CGSN nº 140, de 2018), Microempreendedores Individuais estão dispensados de emitir notas fiscais quando vendem produtos para pessoas físicas, a menos que seu cliente exija.
Mas atenção: quando o destinatário da mercadoria ou contratante dos serviços for uma outra empresa, uma pessoa jurídica, o MEI tem a obrigação de emitir nota fiscal.
Pode parecer só mais uma dificuldade imposta pelo sistema, mas a nota fiscal assegura à empresa e a seu cliente a troca ou devolução de valores, controle de seus ganhos e declarações anuais junto à receita federal.
A emissão de nota fiscal MEI é hoje a forma mais simples para o empreendedor apresentar segurança e confiança em sua empresa. Então, pensando no futuro e no sucesso da sua empresa, a Nota Fiscal pode ser uma grande aliada
Emitir nota fiscal é um passo fundamental no seu processo de formalização como MEI, abrindo portas para o crescimento do seu negócio. O documento tira você da informalidade e permite fechar negócios com empresas maiores, que exigem a nota para contratar serviços ou comprar produtos.
Além disso, a nota fiscal serve como comprovante de renda para obter crédito e simplifica o cálculo da sua declaração anual (DASN SIMEI).
Veja também: Como fazer uma nota fiscal?
A nota fiscal MEI:
Leia mais: Melhor maquininha de cartão para MEI
Não, você não paga nenhum imposto adicional para emitir notas fiscais. A sua única obrigação tributária mensal é o pagamento do DAS MEI (Documento de Arrecadação do Simples Nacional), que tem um valor fixo e já cobre os impostos devidos.
Este valor é atualizado anualmente com base no salário mínimo e garante seus direitos previdenciários, como a aposentadoria. Para 2025, com o salário mínimo fixado em R$ 1.547,00, os valores do DAS MEI são:
Além do DAS mensal, você deve entregar a DASN SIMEI (Declaração Anual do Simples Nacional). Nela, você informa o total do seu faturamento do ano anterior. O prazo para envio é sempre até o dia 31 de maio.
Leia mais: DAS MEI atrasado: como e onde pagar
Para emitir suas notas fiscais de serviço, você deve utilizar o sistema oficial do Governo Federal, o Portal Nacional de Emissão de NFS-e. Ele é a ferramenta gratuita e obrigatória para todos os MEIs prestadores de serviço no país.
Utilizar o emissor nacional oferece diversas vantagens para a sua rotina:
Emitir sua Nota Fiscal de Serviço eletrônica (NFS-e) pelo portal do governo é um processo simples. Siga estas etapas para garantir que tudo seja feito corretamente.
Primeiro, acesse o Portal de Gestão NFS-e e faça o login com sua conta gov.br. No primeiro acesso, você precisará preencher os dados da sua empresa e configurar um e-mail e senha para acessar o sistema.
Antes de emitir a primeira nota, vá até as Configurações (ícone de engrenagem). Lá, preencha os dados da sua atividade como MEI. Para agilizar o processo, cadastre seus serviços mais prestados na aba "Serviços Favoritos". Isso poupará tempo nas futuras emissões.
Na tela inicial, você terá a opção de "Emissão Simplificada", que é a mais recomendada para MEIs. Ela utiliza os dados do seu serviço favorito já cadastrado.
Na tela de emissão, você precisará preencher três informações principais:
Com todos os campos preenchidos, o sistema mostrará um resumo da nota fiscal. Revise todas as informações com atenção. Se tudo estiver correto, clique em "Emitir NFS-e".
Pronto! Sua nota fiscal foi emitida. Agora você pode baixar o documento em PDF (DANFSE) para enviar ao seu cliente e guardar em seus registros. Lembre-se que as notas devem ser armazenadas por 5 anos.
A nota fiscal MEI deve conter informações como a razão social e o CNPJ do MEI, descrição dos produtos ou serviços, valores da venda, impostos incidentes, dados do comprador, entre outras informações relevantes.
É fundamental que todas essas informações estejam corretas e completas na nota fiscal, pois qualquer erro ou omissão pode acarretar problemas futuros para o MEI, como autuações fiscais e dificuldades na comprovação das operações realizadas.
Além disso, é importante destacar que a nota fiscal é um documento fiscal e contábil, que deve ser arquivado pelo MEI por um período determinado pela legislação vigente. Portanto, é essencial que o MEI tenha um sistema de organização e armazenamento adequado para as suas notas fiscais.
Após emitir a nota, você deve enviá-la ao seu cliente. O envio do arquivo em PDF por meios digitais, como e-mail, é a forma mais prática e segura.
Além de enviar ao cliente, você tem a obrigação legal de arquivar todas as notas fiscais emitidas. Esse controle é essencial para a sua regularidade fiscal.
Guarde os documentos por, no mínimo, cinco anos a partir da data de emissão. Mantenha os arquivos organizados em uma pasta para facilitar o acesso.
Esse arquivamento comprova a legalidade das suas transações e protege seu negócio em caso de fiscalizações, garantindo transparência e segurança.
Erros no preenchimento podem acontecer, mas o sistema nacional oferece soluções para corrigi-los. Se você emitiu uma nota com dados incorretos, como o valor ou o CPF/CNPJ do cliente, existem duas formas principais de resolver a situação.
O cancelamento é a opção ideal se o serviço não foi efetivamente prestado ou se você percebeu o erro logo após a emissão. De acordo com as regras do sistema nacional, o emitente pode solicitar o cancelamento da NFS-e até o dia 2 do mês seguinte ao da competência. O processo é feito diretamente no portal onde a nota foi emitida.
Se o prazo para cancelamento já passou, a solução é a substituição. Nesse caso, você deve emitir uma nova nota fiscal, corrigindo as informações necessárias. No momento da emissão, o próprio sistema permitirá que você referencie a nota anterior, que será invalidada. A nota substituta terá validade fiscal.
Um MEI (Microempreendedor Individual) no Brasil pode emitir diversos tipos de notas fiscais, dependendo da natureza de sua atividade e da exigência do cliente ou fornecedor. A seguir estão os principais tipos de nota fiscal que um MEI pode emitir:
Basicamente, é preciso solicitar a NF para a Secretaria da Fazenda (SEFAZ) e buscar a nota impressa em um órgão responsável. A emissão de uma Nota Fiscal Avulsa depende da autorização da Sefaz. Sempre procure esse órgão para se informar sobre as regras.
A NFS-e (Nota Fiscal de Serviços Eletrônica) é um documento fiscal digital, usado para registrar a prestação de serviços. No caso do MEI, ela se aplica quando você realiza atividades de prestação de serviços e não é utilizada por quem atua no comércio ou indústria.
Ao emitir a NFS-e, você proporciona mais transparência para seus clientes e garante que está atuando de acordo com as exigências fiscais, o que gera maior confiança.
A emissão da NFS-e é centralizada no sistema nacional, sendo obrigatória para todos os MEIs prestadores de serviço. Você pode emitir a nota tanto pelo portal oficial quanto pelo aplicativo móvel NFSe Mobile. Para mais detalhes, consulte o manual de uso do emissor web disponibilizado pelo governo.
Para emitir uma NFS-e, é necessário informar dados como descrição do serviço prestado, valor do serviço, dados do cliente (CNPJ/CPF, endereço), entre outros.
Com as alterações, o MEI está isento de emitir:
A Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e) é um documento fiscal digital utilizado para documentar operações comerciais de venda presencial ou para entrega em domicílio ao consumidor final, em substituição ao antigo cupom fiscal emitido por ECF (Emissor de Cupom Fiscal) e à nota fiscal de venda a consumidor, modelo 2.
A Nota Fiscal de Importação é fundamental para quem lida com produtos oriundos do exterior. Ela serve como base para a Receita Federal arrecadar os impostos correspondentes e monitorar a entrada de itens estrangeiros no Brasil.
Essencialmente, essa nota fiscal possibilita a regularização da mercadoria adquirida fora do país, permitindo que ela integre o inventário das empresas de maneira legítima. A omissão na emissão da Nota Fiscal de Importação pode levar à retenção dos produtos e até à imposição de sanções mais rigorosas ao empreendedor
Caso o MEI esteja autorizado a realizar operações de importação, ao receber os produtos importados, ele deve emitir uma Nota Fiscal de Entrada, detalhando as informações sobre os produtos, valores, impostos pagos na alfândega, entre outras informações relevantes.
A geração desse documento é realizada através do mesmo sistema usado pelo empresário para emitir as Notas Fiscais Eletrônicas (NF-e), e esse processo é necessário para liberar a mercadoria do ponto de despacho aduaneiro.
Para 2026, o limite de faturamento anual para o MEI continua oficialmente em R$ 81.000,00. No entanto, é fundamental que você acompanhe as notícias, pois este valor está em processo de revisão.
Existe um projeto de lei em tramitação avançada no Congresso que propõe aumentar o teto para R$ 144.913,41. Se aprovada, a mudança pode acontecer a qualquer momento. Caso seu faturamento ultrapasse o limite vigente, você precisará migrar para outra modalidade de empresa.
Leia mais: O que acontece quando o MEI ultrapassa o limite? Entenda como evitar e resolver pendências
Se o seu faturamento ultrapassar o limite anual, a responsabilidade de comunicar o desenquadramento do SIMEI (o sistema de recolhimento do MEI) é sua. O processo não é automático e exige sua ação para regularizar a situação da empresa e evitar problemas fiscais.
A solicitação deve ser feita online, diretamente no Portal do Simples Nacional. É altamente recomendável que você contrate um contador para te auxiliar nesse processo, garantindo que a transição para Microempresa (ME) seja feita corretamente.
Essa atualização significa que sua empresa mudará de formato jurídico. As opções mais comuns para quem deixa de ser MEI são Empresário Individual (EI) ou Sociedade Limitada Unipessoal (SLU), caso você continue sem sócios.
Leia mais: Empréstimo para MEI: Como conseguir e quais as melhores opções?
Emitir notas fiscais é um passo importante, mas a gestão do seu MEI vai além. Manter o controle de cada venda é essencial para não ultrapassar o limite de faturamento e organizar suas finanças.
Com a InfinitePay, você tem um PDV grátis no seu celular para registrar vendas, controlar o caixa e gerenciar seu negócio de forma simples. Tudo integrado à sua conta digital e às melhores soluções de pagamento, como o InfiniteTap, que transforma seu celular em maquininha.
Simplifique sua rotina e tenha a gestão completa do seu negócio na palma da mão. Conheça o PDV da InfinitePay e comece a usar hoje mesmo.