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Finanças

Garantir segurança financeira durante a gravidez é um desafio real para empreendedoras, por isso, o auxílio-maternidade MEI é um direito garantido que proporciona maior tranquilidade nesse período.

Atualmente, mais de 45% de mulheres possuem um CNPJ MEI ativo. Por isso, conhecer todos os detalhes sobre requisitos, documentos e valores é fundamental para solicitar esse benefício sem complicações.

Neste guia você confere um passo a passo detalhado para esclarecer todas as suas dúvidas e evitar erros comuns.

O que é o auxílio-maternidade MEI?

O auxílio-maternidade MEI é um benefício previdenciário garantido pelo INSS para microempreendedoras individuais (MEIs) que contribuem regularmente. 

Ele permite o afastamento remunerado das atividades profissionais por um período de até 120 dias, assegurando suporte financeiro em momentos como maternidade, adoção ou outras situações previstas em lei.

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Quem pode receber o auxílio-maternidade MEI?

De maneira geral, para solicitar o auxílio-maternidade MEI, você precisa, primeiramente, estar formalizada como MEI e ter feito no mínimo 10 meses de contribuição mensal do DAS-MEI.

Esse período é contado retroativamente desde a data do parto, adoção ou decisão judicial pela guarda da criança.

Além disso, você também deve seguir alguns critérios conforme a situação atual da gravidez em que se encontra:

  • Parto: Pode ser solicitado até 28 dias antes do nascimento, mediante atestado médico, ou após o parto com a certidão de nascimento.
  • Adoção ou guarda judicial para fins de adoção: Para crianças de até 12 anos, o benefício pode ser solicitado a partir da data oficial da adoção ou guarda, com documentação comprobatória.
  • Parto de natimorto: Em casos de bebês que nascem sem vida após 20 semanas de gestação, é necessário apresentar a certidão de natimorto.
  • Aborto espontâneo ou previsto em lei: O benefício pode ser solicitado mediante apresentação de atestado médico que comprove a ocorrência

Homem também tem direito?

Sim, homens também podem solicitar o auxílio-maternidade MEI, porém para situações específicas, sendo elas:

  • Adoção ou guarda judicial de crianças de até 12 anos para fins de adoção;
  • Falecimento da mãe durante o período em que ela teria direito ao benefício.

Na adoção ou guarda, o processo é semelhante ao das mulheres. Basta apresentar a documentação necessária e seguir os mesmos trâmites.

Já no caso de falecimento da mãe biológica, o pai pode solicitar o benefício desde que o óbito ocorra durante o período de direito ao auxílio. Ele receberá o valor proporcional ao tempo restante dos 120 dias previstos originalmente.

Como solicitar o auxílio-maternidade MEI?

  1. Acesse o app ou portal Meu INSS e faça login com a sua conta gov.br. 
  2. Atualize seus dados cadastrais
  3. No menu principal, clique em "Pedir Benefício" e selecione a opção "Salário-Maternidade"
  4. Envie os documentos necessários:
    • Certidão de nascimento ou natimorto do bebê (no caso de parto).
    • Atestado médico (se o pedido for feito antes do parto ou para aborto não criminoso).
    • Termo de guarda ou certidão de adoção (no caso de adoção).
    • Certidão de óbito da mãe (se for o pai solicitando após falecimento da mãe).
    • Documento pessoal com foto (RG ou CNH).
  5. Cadastre a conta bancária onde deseja receber o benefício. A conta deve estar em nome do solicitante.
  6. Após enviar a solicitação, acompanhe o status pelo Meu INSS. O INSS pode pedir documentos complementares, se necessário.
  7. Se aprovado, o benefício será pago diretamente na conta informada.

⚠️ Caso precise ser atendido presencialmente, escolha a agência mais próxima para análise do pedido.

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Qual o valor e o prazo de recebimento?

Para MEIs, o valor do auxílio-maternidade será sempre equivalente ao salário mínimo vigente, sem valores superiores ou inferiores. Portanto, em 2025, esse valor é de R$ 1.518,00. 

A duração do Auxílio-maternidade MEI varia conforme o evento que motiva o benefício, para:

  • Parto: 120 dias
  • Adoção ou Guarda Judicial para fins de adoção: 120 dias
  • Natimorto (nascimento sem vida): 120 dias
  • Aborto espontâneo ou permitido por lei (não criminoso): 14 dias
Qual o valor e o prazo de recebimento?

Mães autônomas têm direito ao auxílio-maternidade?

Sim, mães autônomas têm direito ao auxílio-maternidade, também chamado de salário-maternidade, desde que tenham se enquadrem nas seguintes condições:

  • Contribuição ao INSS: A mãe autônoma deve ter realizado pelo menos uma contribuição previdenciária antes do evento (parto ou adoção).
  • Tipo de segurada: O benefício é válido para contribuintes individuais, seguradas facultativas e seguradas especiais, como trabalhadoras rurais

Esse direito foi ampliado em 2024 pelo Supremo Tribunal Federal (STF), eliminando a exigência de carência de 10 meses de contribuição, como acontece para MEIs.

Vale dizer que o valor é calculado com base na média das contribuições realizadas nos últimos 12 meses. 

Caso tenha contribuído apenas uma vez, o valor será equivalente à última contribuição realizada.

Já o prazo do benefício garante um afastamento remunerado de 120 dias, podendo começar até 28 dias antes do parto ou na data do nascimento/adoção.

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Finanças

O calendário fiscal brasileiro está se tornando mais exigente a cada ano, e a agenda tributária 2025 não foge dessa regra – só em 2023, autuações da Receita Federal contra empresas por atrasos ou erros fiscais alcançaram a marca de R$ 225,5 bilhões, uma elevação expressiva de 65% comparado ao ano anterior.

Sua empresa está preparada para as novas exigências fiscais de 2025?

Este artigo é um guia prático que esclarecerá todos os detalhes essenciais da agenda tributária deste ano, abordando os principais prazos, obrigações mensais e as mudanças fundamentais introduzidas pela Reforma Tributária. 

Com essas informações em mãos, você poderá fortalecer seu planejamento fiscal, prevenir multas pesadas e garantir conformidade plena com a legislação atual.

Datas e obrigações mensais da agenda tributária 2025

Um planejamento tributário eficiente começa com o conhecimento detalhado do calendário fiscal 2025.
A organização antecipada é essencial para evitar multas por atrasos nas obrigações acessórias 2025 e cumprir rigorosamente os prazos de declarações fiscais 2025.
A seguir, você encontra uma relação mês a mês com as principais obrigações fiscais, prazos de entrega e pontos de atenção para manter sua empresa em conformidade durante todo o ano.

Obrigações mensais recorrentes

Independentemente do mês, algumas obrigações fiscais se repetem, com pequenas variações de data conforme a competência e feriados. 

De forma geral, os seguintes compromissos são exigidos mensalmente, sempre com base nas movimentações do mês anterior:

agenda tributária 2025: cronograma de obrigações fiscais
  • FGTS: recolhimento sobre a folha de pagamento, com vencimento usual até o dia 7.
  • INSS Contribuintes Individuais e Facultativos: pagamento da contribuição, normalmente até o dia 15.
  • DCTFWeb: envio da declaração, com prazo típico até o dia 15.
  • EFD-Reinf: escrituração mensal, com vencimento habitual também até o dia 15.
  • Simples Nacional (DAS): pagamento da guia, geralmente até o dia 20.
  • INSS Empresas e Equiparadas: recolhimento previdenciário sobre a folha de pagamento, até o dia 20.
  • IRPF (Carnê-Leão): pagamento do imposto sobre rendimentos recebidos no mês anterior, até o último dia útil.

Essas datas são baseadas em calendários anteriores e estão sujeitas a alterações. 

É fundamental consultar regularmente os portais oficiais, como o da Receita Federal, para confirmar prazos atualizados.

A seguir, confira as particularidades e obrigações adicionais de cada mês:

Janeiro: início do ano fiscal

Além das obrigações mensais usuais, janeiro exige atenção redobrada por iniciar o exercício fiscal.

É o momento de revisar processos internos e preparar o fluxo de entregas para o restante do ano.

Fevereiro: mês curto, alta demanda

Apesar de ser o mês mais curto do ano, fevereiro concentra prazos importantes. 

Atenção aos possíveis impactos do Carnaval sobre o funcionamento de órgãos públicos e à necessidade de antecipar envios.

Março: vencimentos estaduais e municipais

Além das obrigações federais, março reúne prazos relevantes de tributos estaduais (como o ICMS) e municipais (como o ISS), que variam conforme a localidade.

É essencial consultar os calendários das Secretarias de Fazenda estaduais e das prefeituras.

Abril: DIRPF e IRPJ/CSLL do Lucro Real

Abril marca o prazo final da Declaração de Ajuste Anual do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física (DIRPF) referente ao ano-calendário 2024. 

Empresários e sócios precisam especialmente atentar ao envio correto, geralmente até o último dia útil deste mês.

Outro fator crucial é o prazo para pagamento da primeira quota ou quota única do IRPJ e da CSLL apurados no ajuste anual (2024), válido especialmente para empresas optantes do Lucro Real Anual – fique atento, o vencimento é habitualmente até o último dia útil de abril.

Leia também: Lucro Real e Lucro Presumido: qual é o melhor para a sua empresa?

Maio: destaque para a EFD-Reinf

Com a extinção da DIRF em 2025, a EFD-Reinf ganha papel ainda mais estratégico, centralizando informações essenciais sobre retenções realizadas. 

Para evitar falhas e multas, é fundamental garantir processos internos organizados e precisos, além do envio pontual desta obrigação.

Leia mais: O que é Reinf e quem deve declarar?

Junho: entrega da ECD

Junho exige atenção especial à entrega da Escrituração Contábil Digital (ECD) referente ao ano-calendário 2024, com vencimento tipicamente no último dia útil de junho. 

A ECD corresponde ao Livro Diário digital e seus auxiliares, obrigatória para empresas tributadas pelo Lucro Real e certas empresas do Lucro Presumido. 

Prepare-se com antecedência para evitar pendências, garantindo precisão contábil e evitando multas por atraso.

Julho: entrega da ECF

Julho marca o início do segundo semestre fiscal, e também a entrega da Escrituração Contábil Fiscal (ECF) referente ao ano-calendário 2024. 

Esta obrigação anual substituiu a antiga Declaração de Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica (DIPJ) e integra informações fiscais e contábeis essenciais para apuração do IRPJ e da CSLL. 

O prazo usual para envio é até o último dia útil do mês, sendo obrigatório para empresas tributadas pelos regimes Lucro Real, Presumido e Arbitrado – garanta essa entrega no prazo para evitar multas severas.

Não esqueça também de acompanhar as atualizações relacionadas ao FGTS Digital, plataforma indispensável para gerir adequadamente o recolhimento desse tributo.

Agosto: atenção ao Livro Caixa Digital

Em 2025, agosto reforça a importância do Livro Caixa Digital, especialmente para profissionais liberais obrigados à entrega conforme as novas regras da Receita Federal – consulte se sua atividade está contemplada.

Setembro: revisão e planejamento tributário

Em setembro, além das habituais obrigações mensais, começa também um período estratégico para análise e preparação do planejamento tributário futuro. 

Aproveite para começar a avaliar o regime tributário ideal para sua empresa em 2026 (Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real). 

Com base nas projeções atualizadas de receitas, despesas e margens, você poderá determinar estratégias mais assertivas que otimizem a carga tributária futura.

Um planejamento tributário antecipado evita decisões precipitadas e fortalece a saúde financeira da sua empresa.

Outubro: entrega da DITR

Além das rotinas mensais, em outubro os proprietários rurais precisam atentar ao prazo final para entrega da Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (DITR) referente ao exercício de 2025. 

Normalmente esse prazo encerra-se próximo ao final de setembro, podendo estender-se até início de outubro em situações específicas. 

Procure cumprir pontualmente essa obrigação para não incorrer em multas e juros.

Novembro: revisão fiscal e primeira parcela do 13º

O penúltimo mês do ano é estratégico para revisar processos fiscais internos e preparar-se para as demandas do fechamento anual. 

Não deixe de provisionar recursos e organizar-se para a primeira parcela do décimo-terceiro salário, cujo pagamento ocorre até o dia 30/11. 

Esteja atento desde já aos encargos envolvidos, como INSS e FGTS, que serão recolhidos futuramente. 

Paralelamente, seu planejamento fiscal para 2026 deve estar em fase final ou já bem encaminhado.

Saiba mais:

Dezembro: fechamento anual e segunda parcela do 13º

Dezembro encerra o ciclo fiscal anual, exigindo rigor e atenção redobrada em suas últimas obrigações. 

O último mês do ano demanda atenção especial para a segunda parcela do 13º salário, que precisa ser paga até dia 20/12. 

Lembre-se: o INSS incide sobre o valor total do 13º salário e, embora seja apurado em dezembro/2025 e informado na DCTFWeb da competência dezembro (enviada em janeiro/2026), terá seu vencimento apenas em janeiro/2026 – junto com as demais contribuições previdenciárias do mês de dezembro/2025, normalmente até o dia 20/01/2026.

Aproveite também este período para finalizar o planejamento tributário de 2026, revisando processos e sistemas internos, garantindo assim conformidade e eficiência para o próximo ciclo fiscal.

O que são obrigações acessórias e quais devem ser enviadas em 2025?

As obrigações acessórias 2025 são deveres instrumentais que exigem das empresas o envio rotineiro de informações detalhadas à Receita Federal e outros órgãos fiscais. 

Embora não envolvam diretamente o pagamento de tributos, são fundamentais para comprovar que sua empresa opera dentro da legalidade tributária, e cumpri-las corretamente evita penalidades expressivas, protegendo seu negócio de multas e restrições cadastrais. 

A seguir, explicaremos os pontos mais relevantes das obrigações acessórias mais frequentes em 2025, ajudando-o a garantir uma gestão tributária eficiente e de plena conformidade com o fisco.

Entenda a malha fiscal e como evitá-la.

agenda tributária 2025: quais são as obrigações acessórias

1. Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF)

A Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF) é uma obrigação acessória onde sua empresa declara e confessa débitos de tributos e contribuições à Receita Federal. 

Por meio dela, são informados valores referentes ao IRPJ, CSLL, PIS/Pasep, COFINS, IPI, entre outros, esclarecendo também sua forma de quitação (pagamento, compensação ou parcelamento).

Atualmente, a entrega é mensal por meio da DCTFWeb, que reúne automaticamente dados provenientes do eSocial e da EFD-Reinf relativos a débitos previdenciários e retenções de IRRF. 

São obrigadas à apresentação mensal da DCTFWeb a maioria das empresas, incluindo entidades imunes e isentas. 

As exceções incluem geralmente Microempreendedores Individuais (MEIs) e empresas do Simples Nacional, salvo casos específicos relacionados à CPRB ou recolhimentos realizados fora do Simples – e o atraso ou incorreção na entrega gera penalidades administrativas severas, reforçando a necessidade de atenção aos prazos e aos conteúdos informados.

2. Declaração de Informações Socioeconômicas e Fiscais (DEFIS)

A Declaração de Informações Socioeconômicas e Fiscais (DEFIS) é uma obrigação acessória anual obrigatória para todas as Microempresas (ME) e Empresas de Pequeno Porte (EPP) optantes pelo regime do Simples Nacional.

Por meio da DEFIS, sua empresa informa à Receita Federal os principais dados econômicos, sociais e fiscais relativos ao ano-calendário anterior, incluindo receitas obtidas, despesas incorridas, informações sobre sócios e empregados, além da distribuição de lucros. 

É importante ressaltar que a entrega da declaração é obrigatória mesmo durante períodos de inatividade empresarial.

O prazo habitual para envio da DEFIS é até 31 de março do ano seguinte ao exercício informado – portanto, sua declaração referente a 2024 deverá ser entregue até 31/03/2025. Evite penalidades mantendo seu envio em dia.

3. Escrituração Contábil Digital (ECD)

Através da Escrituração Contábil Digital (ECD), sua empresa transmite à Receita Federal livros essenciais, como o Diário (e auxiliares, se houver), Livro Razão, Balancetes Diários, Balanços e fichas de lançamento comprobatórias (a ECD faz parte do projeto SPED – Sistema Público de Escrituração Digital, substituindo livros contábeis físicos pela versão eletrônica).

Empresas tributadas pelo Lucro Real são obrigadas à entrega anual; já empresas do Lucro Presumido são obrigadas caso distribuam lucros superiores à presunção sem incidência do IRRF ou por opção voluntária. 

Entidades imunes e isentas podem ser obrigadas dependendo do volume de recursos recebidos.

O prazo usual é o último dia útil de junho do ano seguinte ao período da escrituração, ou seja, a ECD de 2024 deverá ser entregue até o fim de junho de 2025. 

Garanta que as informações contábeis sejam claras, completas e precisas para atender esta obrigação corretamente, evitando penalidades.

4. Escrituração Contábil Fiscal (ECF)

A Escrituração Contábil Fiscal (ECF) integra o projeto SPED, substituindo a antiga Declaração de Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica (DIPJ). 

Sua principal finalidade é apresentar à Receita Federal as informações econômicas e fiscais de sua empresa, necessárias à correta apuração do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL).

Para empresas obrigadas também à ECD, como as do Lucro Real, ocorre o cruzamento automático entre dados contábeis e fiscais; já empresas não obrigadas à entrega da ECD, como parte das optantes pelo Lucro Presumido, precisam preencher diretamente essas informações na ECF.

São obrigadas a entregar anualmente a ECF todas as pessoas jurídicas tributadas pelo Lucro Real, Lucro Presumido ou Lucro Arbitrado e o prazo habitual de entrega é até o último dia útil de julho do ano seguinte ao da escrituração — ou seja, a ECF de 2024 deverá ser entregue até finais de julho/2025. 

Dedique atenção especial na coleta e revisão dessas informações, essencial para evitar inconsistências e sanções pesadas.

Leia também: Passo a passo para a declaração do Imposto de Renda Pessoa Jurídica

5. Livro Caixa Digital do Produtor Rural (LCDPR)

O Livro Caixa Digital do Produtor Rural (LCDPR) é uma escrituração digital obrigatória para produtores rurais que sejam classificados como Pessoa Física, e ele registra detalhadamente receitas, despesas, investimentos e outras movimentações financeiras relacionadas à atividade rural, essenciais para apurar corretamente o resultado tributável pelo Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF).

São obrigados a entregar o LCDPR os produtores rurais (Pessoa Física) que obtiveram receita bruta anual superior ao limite definido pela Receita Federal. 

Historicamente, esse limite é de R$ 4,8 milhões, mas recomenda-se consultar diretamente o valor atualizado vigente para o ano-calendário 2024.

A entrega anual do LCDPR ocorre junto à Declaração de Ajuste Anual do IRPF (DIRPF). 

Para o exercício 2024, o prazo final de envio é 31 de maio de 2025.

6. Declaração Anual Simples Nacional MEI (DASN-SIMEI)

A Declaração Anual Simples Nacional MEI (DASN-SIMEI) é uma obrigação acessória obrigatória para todo Microempreendedor Individual (MEI) – nela, você deve informar o faturamento bruto total obtido ao longo do ano-calendário anterior e se houve contratação de funcionário durante o mesmo período.

Mesmo que não tenha obtido faturamento ou tenha ficado inativo ao longo do ano, você permanece obrigado a realizar a entrega anual. 

O envio deve ocorrer até o dia 31 de maio do ano seguinte ao exercício informado – portanto, a DASN-SIMEI referente ao ano-calendário 2024 precisa ser entregue até 31/05/2025.

Cumprir o prazo evita multas e garante que você continue emitindo normalmente o DAS mensal para pagamento.

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Reforma Tributária 2025: principais mudanças para empresas

O ano de 2025 marca o início concreto das aguardadas mudanças tributárias 2025, dando partida à implementação gradual da histórica Reforma Tributária 2025 no Brasil.

O principal objetivo dessa reforma é simplificar a tributação brasileira, concentrando diversos impostos sobre consumo em um novo modelo de Imposto sobre Valor Agregado (IVA).

Nesse modelo, teremos um IVA Dual, composto pela Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) federal e pelo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), dos estados e municípios.

A seguir, você entenderá como funcionarão esses novos tributos, a simplificação gerada e o cronograma completo dessas mudanças.

Implementação do IVA Dual: CBS e IBS

O modelo IVA Dual será o grande destaque da Reforma Tributária 2025, substituindo diversos tributos atuais sobre o consumo por dois novos impostos mais simples e transparentes: a CBS e o IBS.

A Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) terá competência federal, unificando os seguintes tributos:

  • PIS
  • COFINS

Já o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) terá competência compartilhada entre estados e municípios, substituindo:

  • ICMS (estadual)
  • ISS (municipal)

Ambos incidirão amplamente sobre operações com bens e serviços, trazendo harmonização de princípios essenciais: cobrança no destino, base de cálculo ampla e não cumulatividade plena.

Cada um terá legislação própria, mas com regras gerais alinhadas para garantir clareza e uniformidade em todo o território nacional.

Essas mudanças permitirão que você e sua empresa tenham muito mais previsibilidade e segurança jurídica em matéria tributária.

Fim das cumulatividades e simplificação tributária

Uma das grandes vantagens da Reforma Tributária 2025 é o fim das cumulatividades que hoje afetam diversos tributos sobre o consumo.

O novo modelo de IVA traz a não cumulatividade plena: todo imposto pago nas etapas anteriores da produção poderá ser recuperado integralmente como crédito na etapa seguinte, eliminando o efeito cascata atual – isso, na prática, resulta em redução de custos e maior transparência nos preços ao consumidor final.

Além disso, haverá uma simplificação expressiva na estrutura tributária: o número principal de impostos sobre o consumo cairá de cinco para apenas dois (CBS e IBS). 

A unificação e harmonização das legislações estaduais e municipais do ICMS e ISS também diminuirá drasticamente a burocracia fiscal – com menos tributos e regras mais alinhadas, diversas obrigações acessórias 2025 e futuras serão simplificadas ou extintas, tornando muito mais fácil a rotina tributária da sua empresa.

Cronograma e transição gradual até 2033

A implementação da CBS e do IBS ocorrerá de forma gradual, permitindo que você e sua empresa possam se adaptar progressivamente ao novo cenário tributário. 

O cronograma prevê uma transição que inicia em 2026 e segue até 2032, alcançando sua consolidação plena em 2033. 

Acompanhe os principais marcos:

  • 2026: início experimental com CBS a 0,9% e IBS a 0,1%. PIS/COFINS, ICMS e ISS seguem com alíquotas atuais. Objetivo principal é testar o sistema.
  • 2027: CBS substitui integralmente o PIS/COFINS. IBS passa a ter uma alíquota própria; ICMS e ISS iniciam redução gradativa das suas alíquotas. Extinção do IPI, exceto Zona Franca de Manaus.
  • 2029 a 2032: alíquotas de ICMS e ISS reduzem-se progressivamente a cada ano, enquanto o IBS aumenta proporcionalmente, garantindo substituição gradual até extinção completa em 31/12/2032.
  • 2033: CBS e IBS já operam com suas alíquotas definitivas, concluindo a substituição integral do sistema antigo.

Essa longa transição permitirá adaptação gradual das empresas e do ambiente econômico às novas regras, facilitando sua jornada rumo à simplificação tributária.

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Extinção da DIRF em 2025: o que muda para as empresas?

A partir de 2025, sua empresa não terá mais que entregar a Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte.

A última DIRF transmitida foi a relativa ao ano-calendário 2023, entregue em 2024 – já os fatos ocorridos em 2024, antes informados pela DIRF, serão declarados exclusivamente pelo eSocial e pela EFD-Reinf.

Essa alteração faz parte do processo de simplificação das obrigações acessórias que integram o projeto SPED, concentrando informações sobre retenções tributárias e pagamentos diversos em escriturações já existentes. 

Impacto nas informações tributárias e financeiras

Com a extinção da DIRF, todas as informações tributárias e financeiras referentes a retenções e pagamentos antes declarados anualmente ficarão totalmente concentradas nas entregas mensais do eSocial e da EFD-Reinf.

Sem o ajuste final que a DIRF permitia, aumenta significativamente a exigência sobre precisão, regularidade e qualidade das declarações mensais. 

Agora, você precisa garantir mensalmente detalhes essenciais como:

  • Rendimentos do trabalho (salários e proventos);
  • IRRF retido sobre salários (via eSocial);
  • Retenções de IRRF e das contribuições sociais (PIS/Pasep, COFINS e CSLL) sobre serviços prestados, aluguéis e pagamentos à Pessoa Jurídica;
  • Distribuição de lucros isentos;
  • Informações sobre pagamentos a planos de saúde (via EFD-Reinf).

Essa mudança exige redobrada atenção e gestão criteriosa para evitar inconsistências com a Receita Federal e dificuldades para beneficiários na hora de preencher sua própria Declaração de Ajuste Anual (DIRPF).

Adequação de processos para integração com EFD-Reinf e eSocial

A extinção da DIRF exige uma revisão importante nos processos internos de sua empresa.

Com as informações agora concentradas exclusivamente na EFD-Reinf e no eSocial, garanta que sua equipe esteja preparada e sua empresa, corretamente estruturada.

Veja ações essenciais que você deve tomar desde já:

  • Revisão dos fluxos internos: garanta que áreas como RH, fiscal, financeiro e contábil forneçam dados corretos e rapidamente para a geração das escriturações digitais.
  • Parametrização dos sistemas: certifique-se de que ERPs, sistemas fiscais e softwares de RH tenham seus layouts atualizados com todos os eventos exigidos (principalmente novos eventos da EFD-Reinf).
  • Treinamento das equipes: capacite os responsáveis pelas informações sobre as novas obrigações e a necessidade absoluta de precisão mensal.
  • Rotinas de conciliação mensal: implemente processos rigorosos para confrontar registros financeiros e contábeis com os dados enviados à Receita Federal, identificando e corrigindo divergências rapidamente.

Mudanças na EFD-Reinf para 2025: novas exigências e multas

Com a extinção da DIRF, a EFD-Reinf se torna para sua empresa a escrituração fiscal central no reporte de retenções na fonte e outros pagamentos importantes para a Receita Federal. Para atender esse novo papel, a EFD-Reinf sofreu mudanças significativas, e essas novas exigências trazem mais responsabilidades, tornando essencial que você se adapte rapidamente às alterações para evitar inconsistências fiscais. 

O cumprimento rigoroso dos prazos e das informações exigidas tornou-se ainda mais crucial, especialmente devido às penalidades severas em caso de não conformidade.

A seguir, você entenderá quais informações adicionais deverão ser enviadas e as multas aplicáveis por falhas ou atrasos.

Novas informações de retenções na fonte exigidas na EFD-Reinf

Diversas informações antes declaradas só na DIRF passam agora a ser reportadas mensalmente por sua empresa. 

Confira os principais detalhes que você deverá informar regularmente:

  • Retenções de IRRF, CSLL, PIS/Pasep e COFINS: Sobre pagamentos efetuados a pessoas jurídicas por serviços prestados, comissões, aluguéis e publicidade (evento R-4020).
  • Rendimentos pagos a Pessoas Físicas: Pagamentos ou créditos mensais a pessoas físicas, como aluguéis ou direitos autorais que não sejam relacionados ao trabalho assalariado (evento R-4010).
  • Lucros e Dividendos: Distribuições de lucros e dividendos realizadas aos sócios, incluindo aquelas isentas (evento R-4010 se para pessoas físicas; evento R-4020 no caso de pessoa jurídica).
  • Pagamentos a Beneficiários no Exterior: Retenções na fonte relacionadas a pagamentos, créditos ou remessas para beneficiários residentes ou domiciliados no exterior (evento R-4040).
  • Planos de Saúde (Coletivo Empresarial): Informações detalhadas sobre pagamentos mensais efetuados às operadoras de planos coletivos empresariais (evento R-4080).

A precisão e pontualidade dessas entregas mensais se tornam essenciais para a regularidade fiscal da sua empresa em 2025.

Como ajustar sua empresa às alterações tributárias de 2025?

Diante das grandes mudanças tributárias 2025, como a implantação da Reforma Tributária, a extinção da DIRF e as novas exigências na EFD-Reinf, cumprir prazos será apenas o básico: você precisará ir além, ajustando estrategicamente as rotinas operacionais e se estruturando para enfrentar uma transição tributária complexa.

Preparar-se desde já é essencial para garantir segurança jurídica, evitar multas futuras e até mesmo identificar oportunidades valiosas de otimização tributária.

agendatributária 2025: como ajustar sua empresa

1. Capacitação de equipes contábeis e financeiras

As mudanças trazidas pela Reforma Tributária, extinção da DIRF e novas exigências da EFD-Reinf afetam diretamente suas equipes contábeis, fiscais e financeiras. 

Investir em capacitação contínua é decisivo para evitar erros, assegurar conformidade plena e aproveitar oportunidades estratégicas.

Priorize ações práticas de capacitação:

  • Treinamentos específicos: cursos, webinars e workshops sobre CBS, IBS, novos leiautes e exigências da EFD-Reinf, além das rotinas pós-DIRF.
  • Acompanhamento constante da legislação: incentive atualizações regulares sobre normas, instruções e regulamentações recentes.
  • Compartilhamento interno de conhecimento: proporcione discussões frequentes e análise de casos práticos entre os profissionais da sua equipe.

Uma equipe bem preparada é fundamental para aumentar a segurança fiscal, simplificar processos internos e melhorar o desempenho tributário de sua empresa no novo cenário fiscal de 2025.

2. Atualização de sistemas tecnológicos fiscais

A tecnologia é uma aliada indispensável para você lidar com a complexidade e o volume crescente das informações exigidas pelo fisco, especialmente diante das mudanças tributárias 2025

É essencial garantir que seus sistemas estejam atualizados e preparados para as novas rotinas.

Confira pontos fundamentais nesta adequação:

  • Compatibilidade com novos layouts: verifique com fornecedores se softwares fiscais, contábeis e de folha já possuem atualizações para eventos recentes da EFD-Reinf (Série R-4000) e integração futura com CBS e IBS.
  • Parametrização correta: certifique-se de configurar corretamente sistemas para classificação das operações, cálculos tributários (respeitando regras transitórias), e geração precisa das escriturações digitais.
  • Integração entre Sistemas: avalie profundamente a comunicação entre ERP, sistemas fiscais, contábeis e de RH para garantir a consistência, evitar retrabalho e otimizar o uso dos dados financeiros e tributários.

A atualização dos sistemas aumenta sua eficiência operacional, reduz riscos fiscais e fortalece seu planejamento tributário num cenário em constante evolução.

3. Estratégias de planejamento tributário pós-reforma

A Reforma Tributária 2025 é mais do que uma atualização normativa – ela é uma oportunidade única para você repensar estrategicamente sua estrutura e operações sob uma nova perspectiva fiscal.

Veja algumas estratégias essenciais para seu planejamento tributário nesse novo cenário:

  • Revisão do regime tributário: avalie com frequência qual regime – Lucro Real, Presumido ou Simples Nacional – será mais eficiente diante das novas regras do CBS e IBS.
  • Análise da cadeia de suprimentos: com o IVA cobrado no destino e não cumulatividade plena, reveja a localização estratégica de fornecedores e clientes; busque eficiência logística e fiscal conjunta.
  • Estruturação societária: verifique se o atual formato da empresa permanece fiscalmente otimizado ou requer ajustes, considerando filiais, centros de distribuição e unidades de negócio.
  • Aproveitamento de benefícios fiscais: monitore as mudanças em benefícios existentes, regimes especiais e a possível entrada do Imposto Seletivo para maximizar as oportunidades tributárias.
  • Gestão do fluxo de caixa: prepare-se para uma nova dinâmica de créditos e débitos tributários, garantindo controle financeiro eficiente e evitando surpresas desagradáveis.

Este planejamento estratégico tributário será constante, acompanhando de perto toda a implementação gradual da reforma até sua consolidação final.

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Manter o controle sobre todas as obrigações fiscais e prazos da agenda tributária 2025 exige mais do que organização: requer ferramentas ágeis, eficientes e que cabem na rotina de quem empreende. 

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Seu negócio

Aumentar o ticket médio de vendas e extrair o máximo valor de cada cliente é o objetivo de qualquer negócio que busca crescer de forma sustentável – dentro desse contexto, as estratégias de upsell e cross sell se destacam como ferramentas poderosas para alavancar resultados, fidelizar clientes e aumentar a receita sem precisar expandir drasticamente o investimento em aquisição.

Entender o que são essas técnicas, como aplicá-las e quais seus impactos pode transformar o modo como você estrutura o funil de vendas e o relacionamento com seu público. 

A seguir, exploramos tudo o que você precisa saber sobre upsell e cross sell.

O que são upsell e cross sell?

Upsell e cross sell são estratégias de vendas que visam aumentar o valor de uma transação ao oferecer produtos ou serviços que sejam complementares ou superiores àqueles que o cliente já está interessado.

  • Upsell (ou venda adicional) é quando a empresa oferece uma versão mais cara, avançada ou completa do produto ou serviço que o cliente está prestes a adquirir. O foco é levar o consumidor a optar por uma opção de maior valor agregado.
  • Cross sell (ou venda cruzada) ocorre quando a empresa sugere produtos ou serviços complementares ao que o cliente está comprando, estimulando uma compra combinada.

Essas técnicas são amplamente utilizadas no varejo, no e-commerce, em serviços financeiros, na tecnologia e em diversos outros setores e, quando bem aplicadas, agregam valor à experiência do consumidor e aumentam significativamente o faturamento do negócio.

Leia mais: Como aumentar as vendas? 15 ideias criativas para o seu negócio

Qual a diferença entre upsell e cross sell?

Embora muitas vezes usados em conjunto, upsell e cross sell são abordagens distintas com finalidades específicas:

  • Upsell busca substituir o item de interesse por outro de valor mais alto. Por exemplo, se um cliente está comprando um smartphone com 64GB, a loja pode oferecer a versão com 128GB por um valor adicional, destacando os benefícios da atualização.
  • Cross sell, por sua vez, procura complementar a compra. Usando o mesmo exemplo do smartphone, a loja pode oferecer uma capinha de proteção, um fone de ouvido ou um seguro estendido para o aparelho.

Resumidamente:

  • Upsell = upgrade do produto ou serviço;
  • Cross sell = complemento ao produto ou serviço.

A principal diferença está na intenção da venda: melhorar o que o cliente está comprando (upsell) ou adicionar algo novo à compra (cross sell). 

Ambas estratégias podem ser aplicadas juntas, desde que respeitem o contexto e as necessidades do consumidor.

Como fazer upsell? 6 Estratégias

Aplicar uma boa estratégia de upsell pode ser a chave para aumentar o faturamento sem elevar significativamente os custos de aquisição de clientes – o segredo está em oferecer mais valor ao consumidor no momento certo e da forma correta. 

A seguir, veja as principais estratégias de upsell que podem ser adaptadas facilmente para todos os tipos de negócio.

upsell e cross sell: estratégias

1. Ofereça versões premium ou planos mais completos

Uma das formas mais clássicas de upsell é oferecer uma versão mais avançada do produto ou serviço. Isso vale para produtos físicos, digitais ou serviços recorrentes.

Exemplo: se você tem um serviço de assinatura (como cursos, plataformas ou software), crie planos com recursos extras ou atendimento prioritário; já no varejo físico, pode-se apresentar uma versão com mais funcionalidades ou acabamento superior.

Dica: destaque claramente os benefícios adicionais do upgrade para que o cliente perceba valor real na troca.

2. Use comparações visuais e tabelas de planos

Recursos visuais ajudam o cliente a entender rapidamente as diferenças entre as opções.

Tabelas comparativas, gráficos ou etiquetas como "mais vendido" e "melhor custo-benefício" orientam a decisão de compra de forma sutil, mas eficaz.

Exemplo: se você oferece três versões de um produto, destaque a intermediária como a mais vantajosa. Isso estimula o cliente a não escolher a mais barata, aumentando o ticket médio.

3. Crie pacotes e combos com upgrades

Criar combos com valor agregado é uma excelente forma de praticar o upsell. 

Você pode agrupar produtos com um upgrade incluso e oferecer um preço promocional para esse conjunto.

Exemplo: ao vender um serviço de consultoria, ofereça um pacote com horas extras ou uma análise adicional por um valor um pouco maior. No e-commerce, ofereça um kit com o produto principal + upgrade (ex: versão maior, com mais funcionalidades, etc).

4. Utilize gatilhos mentais no momento da oferta

A psicologia do consumo é uma grande aliada do upsell. 

Gatilhos mentais como escassez, urgência, prova social e autoridade ajudam a convencer o cliente de que o upgrade vale a pena.

Exemplos de aplicação:

  • "Oferta por tempo limitado"
  • "Mais de 1.000 clientes escolheram essa opção"
  • "A versão premium garante o dobro de durabilidade"

Esses estímulos ajudam o cliente a perceber valor mais rapidamente e tomar decisões com mais confiança.

5. Faça upsell no pós-venda

Muitos pequenos negócios ignoram o potencial do pós-venda para upsell – após uma boa experiência inicial, o cliente está mais aberto a investir mais.

Exemplo: envie um e-mail personalizado oferecendo um plano superior com benefícios exclusivos, ou entre em contato oferecendo um upgrade com desconto especial para quem já comprou.

6. Treine sua equipe para identificar oportunidades

No atendimento presencial ou por canais como WhatsApp, e-mail ou telefone, sua equipe precisa estar preparada para identificar oportunidades de upsell.

Dicas de abordagem:

  • Ouvir com atenção as necessidades do cliente
  • Oferecer a solução superior apenas se fizer sentido para o contexto
  • Não forçar a venda, mas mostrar os ganhos do upgrade com clareza

Essa abordagem consultiva gera confiança e aumenta as chances de conversão.

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Como fazer cross sell? 6 Estratégias

Cross sell é uma das estratégias mais valiosas para aumentar o ticket médio e aproveitar melhor cada oportunidade de venda e, quando bem aplicada, a venda cruzada não só aumenta a receita, como também melhora a experiência do cliente, tornando a oferta mais completa e relevante.

A seguir, veja as principais estratégias de cross sell que podem ser implementadas com eficiência mesmo por pequenos e médios negócios.

upsell e cross sell: estratégias

1. Sugira produtos complementares no momento certo

O momento ideal para apresentar o cross sell é durante o processo de compra ou imediatamente após a finalização – nessa etapa, o cliente já está engajado e mais propenso a considerar produtos adicionais.

Exemplo: em um e-commerce de moda, ao adicionar uma calça ao carrinho, o sistema pode sugerir cintos, camisetas ou sapatos que combinem com o estilo da peça.

Dica para pequenos negócios: mesmo que você venda por WhatsApp ou redes sociais, pode fazer sugestões personalizadas após o pedido do cliente. Um bom vendedor aproveita cada interação como oportunidade de recomendação.

2. Crie kits e combos com preço atrativo

Agrupar produtos que fazem sentido juntos e oferecer um desconto no valor total é uma forma poderosa de incentivar o cross sell.

Exemplo: um salão de beleza pode oferecer um combo de corte + hidratação + escova com preço reduzido. Um restaurante pode sugerir “menu completo” com entrada, prato principal e sobremesa.

Benefício: o cliente percebe vantagem financeira, enquanto o negócio aumenta o valor médio da venda.

3. Use histórico de compras para personalizar sugestões

Clientes que já compraram com você revelam padrões de comportamento que podem orientar ofertas futuras – com base nesse histórico, você pode aplicar o cross sell de forma segmentada e relevante.

Exemplo: se um cliente comprou uma cafeteira, ofereça cápsulas ou acessórios relacionados nas semanas seguintes. A personalização torna a oferta mais difícil de ignorar.

Ferramentas acessíveis para PMEs: CRMs simples, planilhas organizadas ou ferramentas de automação de e-mail podem ajudar a estruturar essa abordagem com baixo custo.

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4. Adote cross sell no atendimento humano

Muitos pequenos negócios atuam com vendas presenciais ou por canais como WhatsApp, Instagram e telefone – nessas situações, o cross sell pode acontecer com uma simples pergunta ou sugestão no momento certo.

Exemplo de abordagem:
“Você gostaria de incluir um carregador portátil? Muita gente leva junto com esse modelo de celular.”

Importante: a oferta precisa fazer sentido – não basta empurrar produtos; o foco deve ser em complementar a compra e gerar mais valor para o cliente.

5. Aposte em brindes ou frete grátis como incentivo

Uma tática eficiente para cross sell é oferecer um benefício adicional ao incluir um produto complementar

Isso pode ser:

  • Frete grátis a partir de um valor mínimo
  • Um brinde exclusivo para quem adicionar um item complementar
  • Um desconto progressivo ao incluir mais de um produto

Exemplo: "Na compra de qualquer notebook, leve um mouse sem fio com 50% de desconto".

Essa estratégia cria urgência e vantagem financeira, estimulando o cliente a comprar mais.

6. Eduque seu cliente sobre a utilidade dos complementos

Muitas vezes, o cliente não percebe que um produto complementar pode melhorar significativamente sua experiência – cabe ao negócio comunicar isso de forma clara e persuasiva.

Exemplo: ao vender uma câmera fotográfica, mostre como um tripé, lente ou bolsa de transporte pode ajudar na proteção e na qualidade das fotos.

Crie descrições, vídeos ou até mesmo demonstrações (em loja ou redes sociais) mostrando como os produtos se conectam entre si.

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Vantagens de usar upsell e cross sell no seu negócio

Implementar estratégias de upsell e cross sell é uma das formas mais inteligentes de aumentar o faturamento sem elevar os custos com aquisição de clientes – isso porque essas táticas aproveitam um ativo valioso que já foi conquistado: a atenção e o interesse do cliente.

Para pequenos e médios negócios, que muitas vezes operam com orçamentos enxutos e precisam extrair o máximo de cada oportunidade, essas estratégias podem ser decisivas para o crescimento sustentável.

A seguir, veja as principais vantagens de aplicar o upsell e o cross sell no seu negócio:

vantagens do upsell e cross sell

1. Aumento do ticket médio

A principal vantagem de ambas as estratégias é o aumento do valor médio por venda – em vez de depender apenas do volume de clientes, você consegue vender mais para quem já está comprando.

Exemplo: um cliente que iria gastar R$ 100 pode, com um bom upsell ou cross sell, fechar uma compra de R$ 150 ou mais — o que representa um crescimento expressivo na receita total ao longo do tempo.

2. Redução no custo de aquisição por cliente (CAC)

Atrair novos clientes exige investimento em marketing, publicidade e tempo da equipe comercial – quando você foca em vender mais para quem já demonstrou interesse ou já comprou, o custo de aquisição se dilui e sua margem melhora.

Em termos práticos, vender mais para menos pessoas é mais eficiente do que conquistar novos compradores o tempo todo.

3. Aumento do valor do tempo de vida do cliente (LTV)

O Lifetime Value (LTV) representa o valor total que um cliente gera para o negócio durante o tempo em que se relaciona com a marca – aplicar upsell e cross sell ajuda a prolongar esse relacionamento e a fazer com que ele seja mais lucrativo.

Clientes que compram mais, mais vezes, e em maior valor, tendem a se engajar mais e se tornarem mais fiéis.

4. Melhoria da experiência do cliente

Ao oferecer produtos ou serviços relevantes, complementares e com maior valor agregado, você contribui para que o cliente tenha uma solução mais completa para sua necessidade.

Um cross sell bem-feito, por exemplo, pode evitar que o cliente descubra depois que precisava de um item complementar; já um upsell pode garantir melhor desempenho, durabilidade ou performance.

Resultado: o cliente sai mais satisfeito, com a sensação de ter feito uma escolha mais inteligente.

5. Aumento da fidelização e da recompra

Clientes bem atendidos e que sentem que suas necessidades foram entendidas tendem a voltar a comprar – o upsell e o cross sell, quando bem aplicados, contribuem para um relacionamento mais duradouro e positivo.

Além disso, o cliente que teve uma experiência de compra otimizada pode indicar o seu negócio para outras pessoas, ampliando o poder do boca a boca positivo.

6. Facilidade de aplicação com baixo investimento

Diferente de grandes campanhas publicitárias ou estratégias robustas de prospecção, o upsell e o cross sell podem ser implementados com poucos recursos, aproveitando canais já existentes:

  • Atendimento direto (WhatsApp, loja física, telefone)
  • Redes sociais
  • E-commerce e marketplaces
  • Automação de e-mail e SMS

Isso torna essas estratégias especialmente viáveis para negócios menores, que precisam de ações práticas e com retorno rápido.

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7. Maior competitividade no mercado

Negócios que entregam mais valor em cada venda, com soluções bem pensadas e atendimento consultivo, ganham vantagem competitiva. 

Em mercados saturados, oferecer um diferencial por meio de produtos complementares ou upgrades pode ser o que convence o cliente a comprar com você – e não com o concorrente.

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Se você procura aumentar suas vendas, pagar menos taxas e ganhar tempo na gestão do seu negócio, a Maquininha InfinitePay é a escolha certa: com recursos que vão muito além de aceitar pagamentos, ela foi desenvolvida para simplificar o dia a dia do empreendedor brasileiro, especialmente negócios de pequeno e médio porte.

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Seu negócio

Muitas pessoas que prestam serviços ou realizam vendas esporádicas precisam emitir nota fiscal, mas não possuem um CNPJ – felizmente, há alternativas para pessoas físicas que precisam formalizar suas transações de maneira legal e evitar problemas com a Receita Federal.

Neste artigo, explicaremos como emitir nota fiscal sendo pessoa física, abordando as principais opções disponíveis: a Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFS-e) e a Nota Fiscal Avulsa Eletrônica (NFA-e). 

Além disso, você verá as vantagens de regularizar sua atividade e se vale a pena abrir um CNPJ.

Como emitir nota fiscal sendo pessoa física?

Os principais tipos de notas fiscais para pessoas físicas são:

como emitir nota fiscal sendo pessoa fisica? escolha o tipo de NF apropriado
  1. Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFS-e): usada para formalizar a prestação de serviços.
  2. Nota Fiscal Avulsa Eletrônica (NFA-e): utilizada para venda de produtos ou serviços de maneira esporádica.

Quem não tem empresa aberta, mas precisa emitir nota fiscal, pode contar com essas opções disponíveis em diferentes estados e municípios.

Cada uma dessas notas possui regras específicas e pode ser emitida por meio de órgãos municipais ou estaduais. 

A seguir, detalharemos cada uma delas.

O que é Nota Fiscal de Serviços Eletrônica?

A Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFS-e) é um documento fiscal digital utilizado para registrar a prestação de serviços. 

Ela é regulamentada pelas prefeituras e tem o objetivo de formalizar a relação entre o prestador de serviço e o tomador.

Empresas que prestam serviços regularmente são obrigadas a emitir a NFS-e, mas pessoas físicas que trabalham como freelancers, consultores ou realizam serviços de maneira eventual também podem emitir essa nota, desde que sigam as regras do município.

Quem deve emitir a NFS-e?

A NFS-e deve ser emitida por qualquer profissional que preste serviços e precise comprovar a transação. 

Entre os principais exemplos de quem pode emitir a NFS-e como pessoa física, estão:

  • Profissionais autônomos (designers, redatores, programadores, consultores, entre outros);
  • Prestadores de serviços esporádicos;
  • Trabalhadores que não possuem CNPJ, mas precisam comprovar rendimentos ou atender clientes que exigem nota fiscal.

É importante verificar junto à prefeitura do seu município se há necessidade de inscrição como autônomo para a emissão da NFS-e.

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Como emitir a NFS-e?

A emissão da NFS-e varia de acordo com o município, mas geralmente envolve os seguintes passos:

  1. Cadastro na prefeitura: o primeiro passo é acessar o site da prefeitura e verificar se há um sistema de emissão de NFS-e disponível para pessoa física. Caso necessário, é preciso realizar um cadastro como prestador de serviço autônomo.
  2. Acesso ao sistema de nota fiscal: após o cadastro, a prefeitura disponibiliza um login e senha para acessar o sistema de emissão de notas fiscais eletrônicas.
  3. Preenchimento dos dados da nota: o profissional deve informar os dados do serviço prestado, como descrição, valor e o CPF/CNPJ do tomador do serviço.
  4. Cálculo e pagamento do ISS: o Imposto Sobre Serviços (ISS) pode ser retido pelo contratante ou ser pago diretamente pelo prestador. A alíquota varia de cidade para cidade.
  5. Geração e envio da nota: após preencher as informações e confirmar a emissão, a nota fiscal pode ser baixada e enviada ao cliente.

Cada município pode ter regras específicas para emissão de NFS-e por pessoas físicas, por isso é essencial consultar a prefeitura da sua cidade.

O que é Nota Fiscal Avulsa Eletrônica?

A Nota Fiscal Avulsa Eletrônica (NFA-e) é um documento emitido em casos pontuais para a venda de produtos ou prestação de serviços. 

Ela é uma alternativa para quem não possui CNPJ, mas precisa emitir nota fiscal eventualmente.

Diferentemente da NFS-e, que é emitida apenas por prefeituras para serviços, a NFA-e pode ser emitida por meio da Secretaria da Fazenda estadual e, em alguns casos, também por órgãos municipais.

Quem deve emitir a NFA-e?

A NFA-e é indicada para pessoas físicas que realizam vendas ou prestam serviços esporadicamente e precisam emitir uma nota fiscal sem ter um CNPJ. 

Algumas situações em que a NFA-e pode ser utilizada incluem:

  • Venda de produtos físicos sem empresa registrada;
  • Prestação de serviços eventuais que não exigem um CNPJ;
  • Regularização de transações feitas por autônomos.

Cada estado possui regras diferentes para a emissão da NFA-e, sendo fundamental consultar a Secretaria da Fazenda do estado onde a transação será realizada.

Como emitir Nota Fiscal Avulsa?

O processo de emissão da Nota Fiscal Avulsa Eletrônica varia conforme o estado, mas segue, geralmente, os seguintes passos:

  1. Acesso ao site da Sefaz: o primeiro passo é acessar o portal da Secretaria da Fazenda do estado onde será feita a emissão.
  2. Cadastro do usuário: algumas Secretarias exigem que a pessoa física realize um cadastro antes de emitir a nota.
  3. Preenchimento da NFA-e: o interessado deve inserir os dados da transação, incluindo informações sobre o comprador, descrição do produto ou serviço e o valor da operação.
  4. Pagamento do imposto: dependendo da transação, pode ser necessário pagar ICMS (para venda de produtos) ou ISS (para prestação de serviços).
  5. Geração e envio da nota: após a confirmação, a nota fiscal é gerada e pode ser enviada ao comprador.

Nem todos os estados oferecem a emissão da NFA-e para pessoas físicas, então é essencial conferir no site da Secretaria da Fazenda do seu estado se essa opção está disponível.

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Vantagens de emitir nota fiscal

Emitir nota fiscal, mesmo sendo pessoa física, pode trazer diversos benefícios tanto para quem presta serviços quanto para quem compra ou contrata.

Além de garantir mais credibilidade e segurança para as transações, formalizar sua atividade pode facilitar a regularização da sua situação fiscal e o crescimento profissional. 

Veja algumas das principais vantagens:

como emitir nota fiscal sendo pessoa fisica? vantagens da emissão de NF

1. Credibilidade no mercado

Ao emitir notas fiscais, você transmite mais confiança para seus clientes, sejam eles empresas ou consumidores finais. 

Muitas empresas exigem nota fiscal para justificar seus pagamentos, então, se você não emite, pode acabar perdendo oportunidades de negócios.

2. Cumprimento das obrigações fiscais

A emissão da nota fiscal evita problemas com a Receita Federal, garantindo que os impostos devidos sobre a atividade sejam devidamente pagos – isso reduz os riscos de autuações fiscais e multas.

3. Possibilidade de trabalhar com empresas

Muitas empresas contratam apenas prestadores de serviço que emitem nota fiscal, pois precisam comprovar legalmente seus pagamentos e deduzir impostos. 

Se você não tem essa opção, pode perder oportunidades de trabalho.

4. Comprovação de renda

Emitir nota fiscal facilita a comprovação de renda para financiamentos, empréstimos e outras transações financeiras. 

Se você trabalha como autônomo e precisa demonstrar ganhos para bancos ou instituições financeiras, a nota fiscal serve como um comprovante oficial.

5. Possibilidade de dedução de impostos

Em alguns casos, a formalização permite deduzir despesas operacionais, como equipamentos e serviços utilizados na prestação do serviço ou venda de produtos, reduzindo o impacto dos tributos sobre sua renda.

Diante dessas vantagens, muitas pessoas físicas acabam considerando a possibilidade de abrir um CNPJ para profissionalizar ainda mais sua atuação.

Vale a pena abrir um CNPJ?

A decisão de abrir um CNPJ depende do volume de trabalho, da necessidade de emitir notas com frequência e das vantagens fiscais disponíveis. 

Para quem presta serviços ou vende produtos regularmente, formalizar-se como pessoa jurídica pode trazer mais benefícios do que permanecer como pessoa física.

Quando vale a pena abrir um CNPJ?

  • Se você emite notas fiscais com frequência;
  • Se o faturamento mensal é superior ao permitido para a emissão de notas fiscais como pessoa física (R$ 6.750,00 mensais ou R$ 81.000,00 anuais, que é o limite do MEI em 2025);
  • Se deseja pagar menos impostos e ter mais controle financeiro;
  • Se pretende expandir seu negócio e trabalhar com empresas que exigem CNPJ.

A seguir, veremos quais são as principais vantagens da formalização ao abrir um CNPJ.

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Abrir um CNPJ oferece diversas vantagens em relação à emissão de nota fiscal como pessoa física. 

Veja os principais benefícios:

como emitir nota fiscal sendo pessoa fisica? vantagens de abrir CNPJ

1. Redução da carga tributária

Quando você trabalha como pessoa física, os impostos cobrados sobre seus rendimentos podem ser mais altos do que os aplicados a uma empresa, especialmente no Imposto de Renda. 

Como pessoa jurídica, dependendo do regime tributário escolhido, os impostos podem ser menores e mais vantajosos.

Por exemplo:

  • Pessoa Física: o Imposto de Renda pode chegar a 27,5% sobre os rendimentos.
  • Pessoa Jurídica: no Simples Nacional, as alíquotas podem variar entre 4% e 15,5%, dependendo da atividade.

Entenda a diferença entre IRPF e IRPJ e saiba quem precisa declarar.

2. Acesso a benefícios empresariais

Empresas têm acesso a crédito e financiamentos com condições melhores do que pessoas físicas – além disso, muitos fornecedores oferecem preços reduzidos e condições especiais para quem compra como CNPJ.

3. Emissão ilimitada de notas fiscais

Enquanto pessoa física pode ter restrições na quantidade de notas emitidas e nos valores movimentados, um CNPJ permite maior liberdade na emissão de notas fiscais, sem riscos de ultrapassar limites impostos pela Receita Federal.

4. Facilidade para contratar funcionários

Se o volume de trabalho crescer, um CNPJ permite a contratação formal de funcionários, garantindo direitos trabalhistas e contribuindo para a profissionalização do negócio.

5. Maior competitividade no mercado

Empresas preferem contratar outras empresas, pois isso facilita a burocracia e reduz riscos trabalhistas – portanto, com um CNPJ, você pode acessar oportunidades de negócios que não estão disponíveis para pessoas físicas.

Se você trabalha frequentemente como autônomo ou freelancer e precisa emitir notas fiscais com regularidade, abrir um CNPJ pode ser uma excelente escolha para reduzir impostos, ter mais segurança e expandir suas oportunidades de trabalho.

Uma das opções mais acessíveis para quem deseja se formalizar é se tornar Microempreendedor Individual (MEI), que permite a emissão de notas fiscais e tem impostos reduzidos – porém, se sua atividade não se encaixa no MEI ou seu faturamento for maior que o permitido, outros regimes, como o Simples Nacional, podem ser mais vantajosos.

Caso sua demanda por notas fiscais seja esporádica, a emissão como pessoa física pode ser suficiente, mas é essencial analisar os custos e benefícios de cada opção antes de tomar uma decisão.

Otimize sua gestão financeira com a InfinitePay

Emitir nota fiscal como pessoa física exige organização financeira para manter seus pagamentos em dia e evitar problemas com a Receita Federal – para isso, a InfinitePay oferece uma conta digital gratuita e ferramentas de cobrança automatizadas que facilitam sua rotina e ajudam a reduzir custos.

Com a Conta Digital InfinitePay, você pode receber pagamentos via Pix, boleto e cartão, parcelar no crédito e até ter crédito para parcelar no Pix – além disso, os cartões da InfinitePay oferecem 1,5% de cashback em todas as compras e não cobram anuidade.

Caso decida abrir um CNPJ, a Conta PJ da InfinitePay é a única do Brasil que oferece Pix ilimitado e sem taxa, além de boletos gratuitos e um sistema de empréstimos descomplicado

Você também pode organizar melhor suas finanças com os cartões empresariais, acompanhar todas as transações pelo aplicativo e, para quem precisa gerenciar cobranças, a ferramenta de Gestão de Cobrança permite enviar alertas automáticos por WhatsApp e e-mail, garantindo que seus clientes paguem em dia. 

O sistema também possibilita oferecer diferentes formas de pagamento, como Pix, boleto ou cartão parcelado, reduzindo a inadimplência.

Seja como pessoa física ou jurídica, a InfinitePay é a solução ideal para quem deseja profissionalizar sua gestão financeira, reduzir custos bancários e ter mais controle sobre seus recebimentos. 

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Empreender

Os canais de vendas são ferramentas essenciais para qualquer empresa que deseja crescer e se destacar no mercado. Ao entender os diferentes recursos disponíveis e como cada um pode beneficiar seu negócio, você estará mais bem preparado para tomar decisões informadas que levarão ao sucesso comercial. 

Lembre-se: a escolha certa de canais de vendas não só aumenta suas chances de conversão, mas também contribui para a construção de relacionamentos duradouros com seus clientes.

O que são canais de vendas e por que são essenciais?

Os canais de vendas representam os meios estratégicos que empresas utilizam para entregar produtos e serviços aos clientes. 

Eles abrangem tanto os canais de vendas online, como lojas virtuais e marketplaces, quanto os canais de vendas offline, como lojas físicas ou equipes comerciais presenciais. 

Fazer uma seleção criteriosa desses meios possibilita aplicar ações práticas como segmentação avançada do público com análise preditiva de dados e personalizar ofertas com o uso de inteligência artificial (IA).

 Essas técnicas modernas potencializam significativamente a taxa de conversão, reduzem o custo de aquisição do cliente (CAC) e aumentam a satisfação com experiências hiperpersonalizadas.

A importância concreta dessa abordagem foi destacada recentemente: empresas com estratégias omnichannel obtiveram 32,9% das vendas no setor de alimentos e bebidas exclusivamente com campanhas integradas via e-mail marketing, segundo estudo omnichannel Edrone 2024. Isso demonstra objetivamente como a gestão inteligente dos canais gera impactos comerciais diretos e mensuráveis.

Nesse sentido, soluções especializadas como o Link de Pagamento da InfinitePay permite centralizar claramente as informações entre os diversos tipos de canais de vendas, automatizar processos operacionais e integrar de maneira fluida pagamentos digitais, colocando em prática estratégias de canais de vendas inteligentes, simplificando decisões operacionais e impulsionando diretamente seus resultados comerciais.

Principais tipos de canais de vendas para potencializar o seu negócio

Canais de vendas online: Expandindo alcance e conveniência

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Selecionar estrategicamente os canais de vendas online certos pode transformar diretamente a presença comercial e os resultados operacionais da sua empresa. Canais bem escolhidos permitem crescimento acelerado nas vendas, redução de custos e maior satisfação do cliente. Conheça agora os principais tipos de canais de vendas online disponíveis:

  1. Marketplaces consagrados
    Segundo o relatório recente da McKinsey, empresas que investem em sete ou mais canais de venda, como marketplaces digitais, têm 72% mais probabilidade de ampliar rapidamente sua participação de mercado. Utilizar esses marketplaces proporciona maior alcance imediato, crescimento acelerado da receita e redução inicial de custos operacionais.
  1. E-commerce próprio com abordagem omnichannel
    Criar um e-commerce próprio com tecnologias inovadoras aumenta significativamente as conversões e melhora diretamente a experiência de compra, fortalecendo a relação entre marca e clientes.
  1. Social selling e live commerce (Instagram, TikTok, WhatsApp)
    Social selling e live commerce são duas estratégias modernas de marketing digital que combinam a interação nas redes sociais com a venda de produtos e serviços. Ambas têm ganhado grande relevância, principalmente no Brasil, com o aumento do uso de plataformas como Instagram, TikTok e WhatsApp. 
  1. Plataformas de venda direta (Link de Pagamento)
    A venda direta simplifica processos ao possibilitar a criação rápida e intuitiva de links personalizados para pagamento, acompanhamento ágil das vendas e automação eficiente de cobranças e lembretes. Integrado facilmente às demais soluções InfinitePay, proporciona gestão simplificada e aumenta significativamente a eficiência operacional.

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Canais de vendas offline: Fortalecendo a presença física

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Investir em canais de vendas offline libera benefícios concretos como aumento significativo da confiança e da credibilidade junto ao consumidor. Relacionamentos presenciais possibilitam personalização profunda do atendimento, maior proximidade com o cliente final, assistência especializada imediata e conexões duradouras que elevam diretamente os índices de retenção.

Conheça agora os principais tipos de canais de vendas offline para potencializar estrategicamente seus resultados:

  1. Loja física e ponto de venda
    Ambientes físicos, integrados à solução do POS como Maquininha Smart da InfinitePay possui, permitem proporcionar atendimento eficiente e agradáveis experiências práticas como eventos exclusivos, demonstrações presenciais ou degustações dos produtos. Junto ao benefício operacional de pagamentos ágeis e gestão em tempo real, essas ações favorecem a fidelização por meio do relacionamento próximo e experiências positivas.
  1. Venda direta através de promotores
    O relacionamento pessoal próximo característico da venda direta é fundamental para estabelecer sólidos vínculos de confiança com os consumidores. Promotores capacitados oferecem atendimento consultivo e altamente adaptado às necessidades individuais do cliente, garantindo tomadas rápidas de decisão e proporcionando índices de fidelização superiores aos obtidos por outras abordagens tradicionais.
  1. Telemarketing personalizado
    O canal telefônico torna-se altamente eficaz quando personalizado através do uso avançado de dados como histórico de compras, perfil demográfico e interesses específicos do consumidor. Essa abordagem aumenta significativamente a relevância das ofertas apresentadas e eleva diretamente as taxas de conversão. 

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Como escolher os melhores canais para seu negócio?

Escolher estrategicamente os tipos de canais de vendas adequados é essencial. Seleções incorretas trazem perdas financeiras concretas, comprometem diretamente a reputação da marca e diminuem a eficiência operacional geral da empresa, prejudicando resultados de longo prazo.

Melhor opção para integração entre canais físicos e digitais 

Mais do que selecionar canais, é essencial garantir a integração eficiente entre eles. 

Nesse cenário, o link de pagamento da InfinitePay traz benefícios concretos e amplamente reconhecidos para empresas na integração omnichannel.

A solução de Link de Pagamento da InfinitePay permite que você venda online com facilidade e receba o valor das vendas de forma imediata ou em até 1 dia útil. Com a possibilidade de parcelar as compras em até 12 vezes e taxas imbatíveis, essa ferramenta se destaca pela praticidade de enviar cobranças via WhatsApp ou redes sociais, sem a necessidade de possuir um site ou ser pessoa jurídica.

Seu negócio

Manter-se em dia com as obrigações fiscais é essencial para qualquer Microempreendedor Individual (MEI)

O calendário fiscal MEI 2025 estabelece prazos importantes que devem ser seguidos para evitar multas e manter o CNPJ regularizado.

Desde o pagamento mensal do DAS até a entrega de declarações obrigatórias, é fundamental que os MEIs fiquem atentos às datas para evitar problemas com a Receita Federal.

A seguir, você confere as principais obrigações anuais e mensais do MEI para 2025 e como se organizar para cumpri-las.

Obrigações anuais

Além das obrigações mensais, os MEIs precisam cumprir algumas exigências anuais para manter o CNPJ regular. 

Essas obrigações incluem a adesão ou regularização no Simples Nacional, a entrega da DEFIS e a Declaração Anual do Simples Nacional (DASN-SIMEI)

Confira os prazos e evite penalidades.

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Adesão ou regularização do Simples Nacional - 31 de janeiro

O dia 31 de janeiro de 2025 é o prazo final para os microempreendedores que desejam aderir ao Simples Nacional, regime tributário simplificado que unifica impostos em uma única guia.

Se um MEI perdeu o prazo para optar pelo Simples Nacional em anos anteriores ou foi excluído por pendências fiscais, este é o momento de regularizar a situação. 

A solicitação pode ser feita pelo Portal do Simples Nacional, onde também é possível verificar débitos e quitar eventuais pendências.

A regularização dentro do prazo evita complicações, como restrições para emitir notas fiscais e dificuldades no acesso a benefícios previdenciários.

DEFIS (Declaração de Informações Socioeconômicas e Fiscais) - 31 de março

A DEFIS (Declaração de Informações Socioeconômicas e Fiscais) deve ser entregue até 31 de março por todas as empresas optantes pelo Simples Nacional. 

No entanto, essa obrigação não se aplica aos MEIs, sendo exigida apenas de microempresas (ME) e empresas de pequeno porte (EPP).

Embora o MEI não precise enviar a DEFIS, é sempre importante acompanhar as regras do Simples Nacional, pois mudanças podem ocorrer ao longo do tempo.

Declaração Anual do Simples Nacional (DASN-SIMEI) - 31 de maio

A Declaração Anual do Simples Nacional do Microempreendedor Individual (DASN-SIMEI) é obrigatória para todos os MEIs e deve ser entregue até o dia 31 de maio de 2025

Nessa declaração, o empreendedor informa o faturamento bruto do ano anterior e se teve funcionários contratados.

O preenchimento da DASN-SIMEI é feito no Portal do Empreendedor, e sua entrega dentro do prazo é essencial para evitar multas e manter o CNPJ regular. 

Caso a declaração não seja enviada, o MEI pode ficar impossibilitado de emitir boletos do DAS e ter restrições junto à Receita Federal.

Obrigações mensais

Além das obrigações anuais, o MEI também precisa cumprir compromissos mensais para manter a regularidade do CNPJ. 

O principal deles é o pagamento do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS), que garante o recolhimento de impostos e a contribuição previdenciária.

Pagamento mensal do DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional) - Todo dia 20

O DAS MEI é a guia de pagamento que reúne os tributos obrigatórios do microempreendedor, incluindo a contribuição para o INSS e os impostos estaduais e municipais, quando aplicáveis.

O vencimento ocorre todo dia 20 de cada mês, ou no primeiro dia útil seguinte, caso a data caia em finais de semana ou feriados. 

O valor do DAS pode ser ajustado anualmente, conforme o reajuste do salário mínimo.

Manter o pagamento em dia é essencial para garantir benefícios previdenciários, como aposentadoria, auxílio-doença e salário-maternidade. O boleto pode ser gerado no Portal do Empreendedor ou pelo app MEI da Receita Federal. Para evitar atrasos, o MEI pode ativar o débito automático ou utilizar carteiras digitais para pagamento.

Calendário fiscal MEI

Obrigações para MEIs com funcionários

O MEI pode contratar até um funcionário com registro formal e precisa cumprir algumas exigências trabalhistas para garantir os direitos desse colaborador. 

Isso inclui o registro no eSocial e a obtenção de licenças e alvarás, quando necessário.

Registro no eSocial

Caso o MEI tenha um funcionário, ele deve cadastrá-lo no eSocial, um sistema do governo que unifica as informações trabalhistas, previdenciárias e fiscais em um único ambiente digital.

O registro no eSocial é obrigatório e garante que o empregado tenha acesso a direitos como salário mínimo, 13º salário, férias remuneradas e FGTS

Além disso, o MEI precisa pagar os encargos trabalhistas, como o INSS do empregado (3%) e o FGTS (8%), que são recolhidos mensalmente.

Para evitar problemas com a fiscalização, o cadastro deve ser feito assim que a contratação for realizada. O processo pode ser feito diretamente no site do eSocial para MEI.

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Licenças e alvarás

Dependendo do ramo de atividade, o MEI pode precisar de licenças específicas ou alvarás para operar legalmente. 

As exigências variam de acordo com o município e o setor do negócio.

Por exemplo, empreendedores que trabalham com alimentação, estética ou atividades que envolvem manipulação de produtos químicos podem precisar de licenças sanitárias. 

Já aqueles que atuam em locais físicos podem necessitar de alvará de funcionamento da prefeitura.

Para saber quais licenças são necessárias, o MEI pode consultar a prefeitura local ou acessar o Portal do Empreendedor, que lista as exigências para cada categoria profissional.

Como a InfinitePay pode ajudar os MEIs

Manter as obrigações fiscais e trabalhistas em dia pode ser um desafio para muitos MEIs, principalmente quando se trata da organização financeira do negócio. 

Para garantir que os pagamentos, declarações e outras responsabilidades sejam cumpridos sem dificuldades, contar com uma conta PJ pode fazer toda a diferença.

A Conta PJ da InfinitePay foi desenvolvida para atender às necessidades do MEI, permitindo que o empreendedor separe as finanças pessoais das empresariais e tenha mais controle sobre seus recebimentos e pagamentos.

Com ela você aproveita:

  • Empréstimo rápido e facilitado para pagar com uma porcentagem das vendas
  • Pix taxa 0% para vender e receber de forma ilimitada
  • Envio de cobranças automáticas via e-mail e WhatsApp para seus clientes
  • Gestão integrada e simplificada com relatório de entradas e saídas

Além disso, com a conta PJ InfinitePay você aproveita as melhores soluções de vendas como link de pagamento, loja online, maquininha grátis no celular e checkout de e-commerce.

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