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O salário mínimo 2025 foi oficialmente fixado em R$ 1.518. Este novo piso salarial, estabelecido pelo Decreto nº 12.342/2024, representa um aumento de 7,5% em relação ao valor de 2024 (R$ 1.412), garantindo um ganho real acima da inflação.
Esse reajuste afeta diretamente seu orçamento, alterando benefícios como aposentadorias, seguro-desemprego e a contribuição do MEI. A seguir, detalhamos os impactos práticos do novo valor para você se planejar.
Em 2025, o salário mínimo oficial no Brasil é de R$ 1.518. Este valor representa um reajuste de 7,5% em relação ao piso de R$ 1.412 que vigorou em 2024.
O cálculo para o novo valor seguiu a política de valorização permanente, sendo composto pela soma de dois fatores:
Este aumento impacta diretamente a renda de cerca de 59,9 milhões de brasileiros, segundo estimativas do Dieese, incluindo aposentados, pensionistas e trabalhadores formais e informais.
O valor do salário mínimo é definido anualmente pelo governo federal, por meio de um decreto presidencial. A fórmula utilizada para o cálculo leva em consideração dois fatores principais para garantir que seu poder de compra seja mantido e até ampliado.
O primeiro fator é a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Esse índice apura a variação do custo de vida e serve para corrigir o valor do salário, assegurando que você não perca poder de compra com o aumento dos preços.
O segundo é o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto), que representa a soma de todos os bens e serviços produzidos no país. O desempenho da economia é usado como indicador para conceder um aumento real, ou seja, um reajuste acima da inflação.
Embora o salário mínimo nacional seja de R$ 1.518 em 2025, cinco estados brasileiros adotam pisos salariais próprios com valores superiores. Essa medida busca adequar a remuneração ao custo de vida e às particularidades econômicas de cada região.
Confira os valores definidos para 2025:
O estado do Paraná estabeleceu os novos valores para seu piso regional, que entraram em vigor em janeiro de 2025. O reajuste médio foi de 6,5%, e os valores foram divididos em quatro grupos:
Você pode consultar os detalhes do piso salarial do Paraná no site oficial do governo estadual.
Até a data de publicação deste artigo, os estados de Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo ainda não haviam divulgado oficialmente os novos valores de seus pisos salariais para 2025.
Esses estados costumam reajustar seus pisos em datas diferentes do salário mínimo nacional, sendo necessário acompanhar as publicações de suas respectivas assembleias legislativas e governos.
Veja a evolução do salário mínimo nominal desde a implementação do Plano Real, em 1994, até o valor vigente em 2025.
| Ano | Valor (R$) | Ato Legal |
|---|---|---|
| 1994 | 64,79 | Lei 8.880/1994 |
| 1995 | 100,00 | Lei 9.032/1995 |
| 1996 | 112,00 | Lei 9.971/2000 |
| 1997 | 120,00 | Lei 9.971/2000 |
| 1998 | 130,00 | Lei 9.971/2000 |
| 1999 | 136,00 | Lei 9.971/2000 |
| 2000 | 151,00 | Lei 9.971/2000 |
| 2001 | 180,00 | MP 2.194-6/2001 |
| 2002 | 200,00 | Lei 10.525/2002 |
| 2003 | 240,00 | Lei 10.699/2003 |
| 2004 | 260,00 | Lei 10.888/2004 |
| 2005 | 300,00 | Lei 11.164/2005 |
| 2006 | 350,00 | Lei 11.321/2006 |
| 2007 | 380,00 | Lei 11.498/2007 |
| 2008 | 415,00 | Lei 11.709/2008 |
| 2009 | 465,00 | Lei 11.944/2009 |
| 2010 | 510,00 | Lei 12.255/2010 |
| 2011 | 545,00 | Lei 12.382/2011 |
| 2012 | 622,00 | Decreto 7.655/2011 |
| 2013 | 678,00 | Decreto 7.872/2012 |
| 2014 | 724,00 | Decreto 8.166/2013 |
| 2015 | 788,00 | Decreto 8.381/2014 |
| 2016 | 880,00 | Decreto 8.618/2015 |
| 2017 | 937,00 | Lei 13.152/2015 |
| 2018 | 954,00 | Decreto 9.255/2017 |
| 2019 | 998,00 | Decreto 9.661/2019 |
| 2020 | 1.045,00 | MP 919/2020 |
| 2021 | 1.100,00 | MP 1021/2020 |
| 2022 | 1.212,00 | MP 1091/2021 |
| 2023 | 1.302,00 / 1.320,00 | MP 1.172/2023 |
| 2024 | 1.412,00 | Decreto 11.864/2023 |
| 2025 | 1.518,00 | Decreto 12.342/2024 |
O novo salário mínimo também atualiza a base de cálculo para tributos e benefícios. A mudança mais significativa para o trabalhador é a faixa de isenção do Imposto de Renda, que foi ajustada para R$ 3.036 mensais em 2025. A medida, detalhada nas normas da Receita Federal para 2025, isenta quem recebe até dois salários mínimos.
As alíquotas de contribuição ao INSS também foram atualizadas. Confira a tabela para 2025:
| Faixa Salarial (R$) | Alíquota Progressiva |
|---|---|
| Até 1.518,00 | 7,5% |
| De 1.518,01 a 2.822,90 | 9% |
| De 2.822,91 a 4.234,35 | 12% |
| De 4.234,36 a 8.161,96 | 14% |
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Para o Microempreendedor Individual (MEI), a contribuição previdenciária (DAS) também é reajustada. O valor corresponde a 5% do salário mínimo, totalizando R$ 75,90 por mês em 2025, conforme as regras de contribuição no Portal do Empreendedor.
O reajuste do salário mínimo tem um impacto direto na economia, influenciando especialmente o consumo das famílias. O aumento beneficia diretamente os trabalhadores que recebem esse valor como base para seus rendimentos, proporcionando mais poder de compra e potencialmente impulsionando a atividade econômica.
O aumento do salário mínimo em 2025 para R$ 1.518,00 reajusta automaticamente uma série de benefícios sociais e trabalhistas que utilizam o piso nacional como referência.
Os benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que têm como base o piso previdenciário são diretamente impactados. Aposentadorias, auxílios por incapacidade temporária e pensões por morte passam a ter o valor mínimo de R$ 1.518,00. O reajuste é automático para quem já recebe o piso.
As faixas de contribuição e as alíquotas progressivas do INSS (de 7,5% a 14%) são recalculadas com base no novo salário mínimo. Isso afeta o valor descontado mensalmente na folha de pagamento de trabalhadores com carteira assinada e o cálculo para contribuintes individuais e facultativos.
Destinado a idosos com 65 anos ou mais e pessoas com deficiência em condição de vulnerabilidade, o BPC passa a ter o valor de R$ 1.518,00 mensais. O benefício assistencial acompanha integralmente o reajuste do salário mínimo, garantindo a atualização do poder de compra dos beneficiários.
O valor do abono salarial, pago a trabalhadores que atenderam aos critérios no ano-base, varia conforme o número de meses trabalhados. Com o reajuste, o valor máximo do benefício, correspondente a 12 meses de trabalho, sobe para R$ 1.518,00.
O seguro-desemprego também tem seu piso atualizado. Nenhuma parcela do benefício pode ser inferior ao salário mínimo vigente, ou seja, R$ 1.518,00. O teto do benefício para 2025 é de R$ 2.441,55, conforme as tabelas de cálculo do Ministério do Trabalho e Emprego.
O governo federal projetou o salário mínimo de 2026 em R$ 1.631. A estimativa foi apresentada no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) e representa um aumento de 7,44% em relação ao valor de 2025.
Esse valor, que ainda é uma projeção, segue a política de valorização do salário mínimo. A fórmula de cálculo combina a correção da inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), com o crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes — neste caso, o resultado de 2024. O valor final será oficializado no fim de 2025, após a consolidação dos dados da inflação.
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Gerenciar corretamente o inventário de estoque é essencial para manter o bom funcionamento de um negócio.
Essa prática ajuda a evitar perdas, otimizar compras, organizar o armazenamento e garantir que as vendas estejam alinhadas à realidade dos produtos disponíveis.
Neste artigo, você vai entender o que é um inventário de estoque, para que ele serve, quais os tipos existentes, como fazer e como automatizar esse processo para ganhar mais eficiência no seu negócio.
O inventário de estoque é o registro detalhado e organizado de todos os itens que uma empresa possui armazenados em um determinado momento.
Ele abrange desde produtos prontos para venda até matéria-prima, insumos e, em alguns casos, materiais de escritório.
Esse controle é fundamental para garantir que a empresa saiba exatamente o que tem em estoque, evitando compras desnecessárias ou a falta de produtos.
A prática também contribui para uma gestão de estoque mais eficiente e alinhada às vendas.
Além disso, o inventário pode ser feito de diversas formas, desde planilhas simples até sistemas de gestão integrados que automatizam a contagem e atualização de produtos em tempo real, como na loja online ou no PDV da InfinitePay.
💭 Saiba tudo sobre o Magic PDV da InfinitePay.
O inventário de estoque serve como uma ferramenta estratégica de controle e tomada de decisão.
Ele permite que os empreendedores acompanhem a disponibilidade de produtos, identifiquem falhas no controle de entrada e saída e planejem melhor suas ações de compra, venda e precificação.
Veja os principais objetivos:
O inventário também traz benefícios indiretos importantes, como maior previsibilidade financeira, controle de sazonalidade e agilidade na produção ou reposição de mercadorias — especialmente útil para negócios com alta rotatividade ou recursos limitados.
Existem diversos tipos de inventário de estoque, cada um adequado a diferentes portes de empresa, volumes de mercadoria e necessidades de controle.
A escolha do tipo ideal depende da frequência de movimentação dos produtos, da complexidade do negócio e da tecnologia disponível.
Conheça os principais:
É realizado em intervalos definidos, como mensal, semestral ou anual.
Durante esse processo, as operações podem ser pausadas para permitir a contagem completa dos itens em estoque.
É indicado para negócios menores ou que não utilizam sistemas de controle em tempo real.
A contagem é feita de forma contínua, em ciclos planejados.
O estoque é dividido por categorias ou setores, e cada grupo é verificado em um momento diferente.
Essa abordagem reduz a necessidade de interrupção nas atividades e garante maior frequência de atualização.
É a contagem manual dos itens armazenados.
Serve para validar dados do sistema e identificar falhas como extravios, perdas ou desvios.
Costuma ser utilizado em auditorias internas ou quando há suspeita de inconsistência nos registros.
Realizado com o apoio de tecnologia, esse tipo registra automaticamente cada movimentação de entrada e saída, mantendo o estoque sempre atualizado. É ideal para empresas com alta rotatividade ou com grandes volumes de mercadorias, como e-commerces e supermercados.
É exigido por obrigações legais, como apuração de ICMS, IPI e Imposto de Renda.
Sua principal função é assegurar que a empresa esteja em conformidade com o Fisco, evitando multas e facilitando auditorias contábeis.
🤔 Tipos de estoque: conheça os principais e como escolher o ideal para o seu negócio
É uma contagem abrangente feita ao final de cada ano fiscal, com o objetivo de fechar balanços e alinhar as informações contábeis.
Costuma ser obrigatório para empresas de maior porte, mas também pode ser adotado por pequenos negócios como boa prática de gestão.
A seguir, você confere um passo a passo prático para aplicar no seu negócio:

O primeiro passo é organizar o local onde o inventário será feito.
Limpe o espaço, elimine obstáculos, identifique áreas com maior volume e agrupe produtos semelhantes em categorias.
Também é importante retirar do estoque itens obsoletos, vencidos, danificados ou que não serão mais comercializados. Deixá-los no inventário pode gerar dados distorcidos.
Com o espaço organizado, o próximo passo é garantir que os produtos estejam corretamente catalogados.
Isso inclui nome, código, características (como tamanho, cor, lote, validade) e localização.
💡Dica: usar etiquetas com códigos de barras, QR codes ou sistemas de rastreamento facilita tanto a contagem quanto o controle posterior. Mesmo em empresas pequenas, é possível usar etiquetas simples impressas ou apps gratuitos de inventário.
👉 Gere códigos de barras gratuitamente em segundos
Escolha qual modelo de inventário é mais adequado ao seu negócio (periódico, rotativo, contínuo, etc.).
Depois, determine com que frequência ele será feito. Isso dependerá do volume de vendas e da complexidade do estoque.
Por exemplo, mercados e farmácias, que trabalham com produtos perecíveis, costumam fazer inventários rotativos semanais ou mensais.
Já uma loja de eletrônicos pode optar por um inventário periódico a cada trimestre.
Definir a periodicidade certa evita discrepâncias e facilita a rastreabilidade caso algum item desapareça ou esteja com a quantidade incorreta.
O inventário deve ser conduzido por uma equipe capacitada.
Mesmo em empresas pequenas, é importante designar funções específicas: quem vai contar, quem vai registrar e quem será o responsável por revisar os dados.
Organize o processo por etapas:
Essa divisão evita retrabalho e melhora a precisão, especialmente quando há grandes volumes ou produtos de difícil identificação.
Você pode optar por uma contagem manual usando planilhas de controle de estoque grátis e checklists impressos ou automatizada (com coletores de dados e softwares de gestão de estoque).
💡 Dica: teste os equipamentos com antecedência para evitar falhas durante o processo.
Para empresas que usam um sistema como PDV ou ERP, é importante garantir que ele esteja atualizado e que os colaboradores saibam como operá-lo corretamente.
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Durante a contagem, siga uma sequência lógica e sistemática. Comece por um lado do estoque e siga por corredores ou prateleiras, evitando pular etapas.
Veja algumas dicas para evitar erros:
Caso haja dúvidas ou divergências, sinalize o produto para uma recontagem posterior.
💭 Como fazer o controle de estoque da minha empresa?
Com os dados em mãos, atualize o sistema de controle de estoque e compare as informações reais com as registradas.
Gere relatórios que mostrem:
Esse cruzamento é essencial para tomar decisões corretivas, ajustar o sistema e garantir que o estoque reflita a realidade física.
Feito o inventário, é hora de entender o que os números dizem sobre o seu negócio.
Analise as principais causas de inconsistência: falha de registro? Perda? Roubo? Erro operacional?
Com base nisso:
Inventário não deve ser apenas uma obrigação: ele deve alimentar decisões estratégicas.
🤔 5 dicas para o controle de estoque da sua loja virtual
Quando feito corretamente e com frequência adequada, ele oferece uma série de benefícios que impactam diretamente nos resultados da empresa:
Com o inventário atualizado, o empreendedor sabe exatamente quais produtos estão disponíveis, em quais quantidades e condições.
Isso permite manter o nível ideal de reposição e evita tanto o excesso quanto a falta de mercadorias (rupturas).
A contagem periódica ajuda a identificar itens que estão parados, vencidos ou avariados, evitando prejuízos.
Além disso, ao descobrir divergências, é possível agir rapidamente para corrigi-las, reduzindo perdas financeiras.
Um estoque bem monitorado é sinônimo de ambiente mais limpo, categorizado e eficiente.
Isso facilita o acesso aos produtos, melhora a produtividade da equipe e reduz erros operacionais — principalmente em empresas com mix amplo de itens.
Os dados gerados pelo inventário são fundamentais para entender quais produtos têm maior giro, como é o comportamento de venda por sazonalidade, e o que pode ser descontinuado.
Isso embasa decisões estratégicas em vez de achismos.
O inventário é exigido por lei em muitos contextos, especialmente em empresas que precisam prestar contas ao Fisco.
Ter esses registros organizados evita autuações, multas e problemas contábeis, além de facilitar auditorias.
Produtos disponíveis, entregas rápidas e menos cancelamentos.
Com o estoque certo, o cliente final percebe mais agilidade, segurança e confiança no seu processo de compra — o que impacta diretamente na fidelização.
Controlar estoque manualmente é viável em negócios muito pequenos ou com poucos produtos.
Mas à medida que sua empresa cresce, contar com automação é essencial para ganhar produtividade, reduzir erros e ter uma visão em tempo real do seu estoque.
A InfinitePay oferece soluções completas e gratuitas para você automatizar o controle de inventário com eficiência e simplicidade:
Com o Magic PDV da InfinitePay, seu estoque é atualizado automaticamente a cada venda realizada, seja na maquininha, loja online ou por meio do InfiniteTap.
Isso significa que você não precisa mais registrar manualmente as saídas de produtos — o PDV da InfinitePay faz tudo por você.

Antes de entender a exclusão do MEI, é importante saber o que é o Simples Nacional e seu papel perante os microempreendedores.
O Simples Nacional é uma forma de regime tributário que tem como objetivo ajudar o desenvolvimento do empreendedorismo no Brasil, com foco em pequenos negócios. Para isso, ele apresenta facilitadores para ME (Microempresas) e EPP (Empresas de Pequeno Porte), estimulando seu crescimento sem burocracia.
Abaixo, listamos algumas das principais ações executadas pelo Simples Nacional em prol do pequeno empreendedor:
Tornar o pagamento de impostos e contribuições mais fácil e prático.
Reduzir os impostos e contribuições pagos pelas MEs e EPPs.
Tornar as obrigações tributárias das MEs e EPPs mais simples.
Tornar mais fácil para as MEs e EPPs obter crédito.
Podemos dizer, para resumir, que o Simples Nacional é um modelo que facilita a vida financeira de empresas em geral.
Leia mais: MEI: vantagens, limitações e obrigações
Para entender a exclusão do MEI do Simples Nacional, é preciso lembrar que está em tramitação o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2021. Esse projeto propõe algumas alterações nas regras do MEI de forma geral. Abaixo, listamos as principais:
Antes, o MEI pagava 5% do salário mínimo ao INSS. Com a mudança, o valor cairá para 3%. Isso significa que os MEIs vão economizar cerca de R$ 200,00 por ano.
O MEI podia faturar até R$ 81 mil por ano. Após a mudança, o limite aumentará para R$ 144.913,41. Isso significa que os MEIs poderão faturar mais sem serem excluídos do regime.
Antes da aprovação do projeto, os MEIs que prestavam serviços de transporte tinham que pagar o ICMS e o ISS. Agora, eles estão isentos desses impostos. Isso vai beneficiar os MEIs que atuam nesse setor.
Até a mudança, a entrega da DASN-SIMEI era opcional para os MEIs. A partir de setembro de 2023, ela é obrigatória. Essa mudança vai garantir que o governo tenha informações mais precisas sobre a situação dos MEIs, evitando irregularidades.
Os MEIs que não pagarem suas dívidas poderão ser incluídos na Dívida Ativa da União, o que os torna passíveis de cobrança judicialmente.
Os MEIs que não pagarem suas dívidas poderão ser inscritos no CADIN, dificultando acesso a crédito.
Os MEIs que não pagarem suas dívidas poderão ter suas atividades suspensas.
Dado que o projeto está em fase de aprovação, é válido se atentar às mudanças previstas: Antes da aplicação do PLP, se um MEI não pagasse suas dívidas, a Receita Federal poderia apenas suspender as atividades do MEI. Agora, sendo aprovada a PLP, os MEIs que não pagarem suas dívidas também podem ser incluídos na Dívida Ativa da União e inscritos no CADIN.
Esse novo procedimento pode ter um impacto significativo no Simples Nacional. A inclusão na Dívida Ativa da União pode dificultar o acesso do MEI ao crédito, pois os bancos podem ser mais relutantes em emprestar dinheiro a quem tem dívidas com o governo. A inscrição no CADIN também pode dificultar o acesso do MEI a outros benefícios do governo, como licitações públicas.
Além disso, a suspensão das atividades do MEI pode prejudicar o negócio, pois o MEI não poderá faturar durante esse período. Se o MEI não pagar as dívidas durante a suspensão, as atividades em seu CNPJ poderão ser encerradas definitivamente.
Resumindo: as mudanças nas regras para MEI que não pagarem suas dívidas tornam as consequências mais graves. Os MEIs que não pagarem suas dívidas podem ter problemas para obter crédito, participar de licitações públicas e até mesmo ter seu negócio encerrado.
Atente-se às datas abaixo sobre o processo de exclusão:
Os MEIs que possuem débitos com a Receita Federal ou com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) serão notificados pela Receita Federal em setembro de 2023.
Regularização: Os MEIs que forem notificados pela Receita Federal terão até 30 de novembro de 2023 para regularizar suas dívidas.
Os MEIs que não regularizarem suas dívidas até 30 de novembro de 2023 serão excluídos do Simples Nacional em 1º de janeiro de 2024.
Caso seja desenquadrado do Simples Nacional, o MEI perde benefícios importantes, como os listados abaixo:
O MEI que for desenquadrado do Simples Nacional terá que pagar impostos e contribuições de acordo com o regime tributário de sua atividade econômica, o que pode resultar em um aumento significativo dos custos do negócio.
O MEI que for desenquadrado do Simples Nacional pode ter dificuldade para obter crédito, pois as instituições financeiras podem considerar o negócio como um risco maior.
O MEI que for desenquadrado do Simples Nacional perderá a preferência na participação em licitações públicas, o que pode dificultar o crescimento do negócio.
Esses benefícios facilitam que o pequeno e médio empreendedor cresça seu negócio, seja através de oportunidades como licitações públicas, seja através do acesso facilitado a crédito. Perdê-los pode ser fatal para um pequeno negócio.
Se você é MEI, siga os passos abaixo para evitar sua exclusão do Simples Nacional:
Lembre-se de que se você não regularizar as dívidas até 30 de novembro de 2023, seu CNPJ será excluído do Simples Nacional em 1º de janeiro de 2024.
Leia mais: Consulta optante do Simples Nacional: O que você precisa saber
Caso você tenha sido notificado sobre a exclusão do seu MEI do Simples Nacional e considere a decisão injusta, saiba que é possível contestá-la.
Abaixo, listamos as instruções para a contestação da exclusão do MEI do Simples Nacional:
Os documentos solicitados no processo da contestação variam de acordo com a razão declarada para a exclusão do seu MEI do Simples Nacional. Por exemplo, se o motivo da exclusão for o não pagamento dos impostos e contribuições, o MEI deve anexar comprovantes de pagamento ou parcelamento dos débitos. Se o motivo da exclusão for o exercício de atividade não permitida no Simples Nacional, o MEI deve anexar documentos que comprovem que a atividade exercida é permitida no regime.
Mas por padrão, além dos arquivos acima mencionados, que variam de caso a caso, toda contestação exige os 2 documentos abaixo:
Tenha-os salvo em um local de fácil acesso durante todo o processo de contestação.
Dívidas e problemas financeiros no geral são responsáveis por boa parte das falências e fechamentos de negócios no Brasil inteiro.
Para evitar essa situação, listamos algumas dicas abaixo para evitar o surgimento de dívidas:
A melhor forma de evitar dívidas é pagando os impostos e contribuições em dia. Para isso, é importante ficar atento aos prazos de vencimento e às regras do Simples Nacional.
Os prazos de vencimento dos impostos e contribuições do MEI são fixados pela Receita Federal. É importante ficar atento a esses prazos para evitar multas e juros.
Se você não tiver condições de pagar as dívidas em dia, pode solicitar o parcelamento junto à Receita Federal. O parcelamento pode ser feito em até 60 meses.
Se você tiver dúvidas sobre os impostos e contribuições do MEI, pode procurar orientação profissional. Um contador ou advogado pode ajudar você a entender as regras e evitar problemas.
Mantenha-se informado e tome as medidas necessárias o quanto antes para não perder seu MEI e o acesso aos benefícios do Simples Nacional.
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Leia mais sobre MEI:

Já se perguntou como receber por aproximação no celular?
Os pagamentos por aproximação, também conhecidos como contactless, têm mostrado um crescimento significativo no Brasil, refletindo uma tendência global de digitalização e inovação nos meios de pagamento.
Os dados mais recentes indicam que essa modalidade está se consolidando como uma das preferidas entre os consumidores brasileiros.
Segundo a Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços), a taxa de pagamentos por aproximação subiu 52,9% em 1 ano.
A seguir, você confere o que é e como começar a receber por aproximação no celular e suas vantagens.
Receber pagamentos por aproximação no celular é uma solução prática e moderna que facilita as transações e oferece mais conveniência tanto para o vendedor quanto para o cliente.
Com o avanço da tecnologia NFC e aplicativos especializados, transformar seu smartphone em uma maquininha de cartão nunca foi tão simples.
Siga o passo a passo de como receber por aproximação no celular.
Você pode aceitar pagamentos por aproximação via iPhone e Android no aplicativo da InfinitePay.
Confira o passo a passo:
Em algumas situações, para concluir a transação, seu cliente pode ser solicitado a seguir algumas instruções adicionais exibidas na tela, como digitar uma senha, especialmente se a venda for maior que R$ 200.
Todo o processo é criptografado, garantindo a segurança nos pagamentos assim como na maquininha.
Após a confirmação da transação, você receberá o pagamento por aproximação na sua conta InfinitePay.
Saiba tudo sobre InfiniteTap: seu celular virou maquininha
O funcionamento ocorre por meio de uma tecnologia chamada NFC — Near Field Communication, que possibilita realizar pagamentos “contactless”, isto é, por aproximação.
Assim, em vez de inserir um cartão, os usuários podem simplesmente aproximar do leitor de pagamento dispositivos habilitados para essa tecnologia, como cartões ou smartphones com carteiras digitais e concluir a transação.
Quando um dispositivo contactless (com tecnologia NFC) é aproximado de um terminal compatível, os dados de pagamento são transmitidos de forma segura, permitindo a conclusão rápida da transação.
Veja as principais maneiras de saber se o seu celular possui a tecnologia NFC para pagamentos por aproximação:

Antes de tudo, você pode procurar online pelo modelo do seu smartphone seguido de "especificações técnicas".
As descrições geralmente listam se o dispositivo possui NFC.
Siga o passo a passo abaixo conforme o sistema operacional do seu aparelho:

Alguns smartphones têm um pequeno símbolo NFC na parte traseira, indicando que eles suportam a tecnologia.
Se você ainda tiver o manual do seu dispositivo, pode procurar a seção de especificações ou características para verificar a presença do NFC.
Aplicativos como o NFC Check podem verificar se o seu telefone tem NFC – basta fazer o download e ele fará uma rápida verificação do seu dispositivo.
A maioria dos smartphones modernos vem equipada com a tecnologia NFC (Near Field Communication).
Modelos populares da Samsung, como também Xiaomi e Apple, além de outros dispositivos dobráveis, suportam essa tecnologia.
Existem duas formas de efetuar pagamentos com a carteira digital: por aproximação ou virtual.
Nas compras presenciais, é possível pagar por aproximação ou QR Code.
Para o pagamento por QR Code, o estabelecimento deve oferecer essa modalidade.
Para a aproximação, a maquininha da loja precisa aceitar essa tecnologia, e o dispositivo onde está instalada a carteira digital, como celular ou relógio, deve ter a função NFC (Near Field Communication) ativa.
Com tudo configurado, basta aproximar o dispositivo da maquininha, autorizar a compra e pronto!
Nas compras online, o site ou aplicativo da loja precisa oferecer a opção de pagamento com carteira digital, geralmente listada ao lado de métodos como crédito, débito, boleto ou Pix.
Após escolher essa opção, é necessário acessar a carteira no navegador ou aplicativo, selecionar o cartão desejado e inserir a biometria ou um PIN para aprovar a compra.
Em alguns casos, o pagamento pode ser finalizado com um QR Code.
Seja online ou presencial, as carteiras digitais garantem uma experiência de pagamento rápida, prática e segura.
Leia mais:
O pagamento por aproximação via celular vem se tornando uma das formas mais práticas e seguras de realizar transações no dia a dia.
Seja para compras em lojas físicas ou pagamentos online, o uso da tecnologia NFC aliada às carteiras digitais traz diversos benefícios para consumidores e comerciantes.
Confira as principais vantagens desse método:

Com todas essas vantagens, fica claro que pagar por aproximação com o celular não é apenas uma tendência, mas sim uma revolução na forma como realizamos pagamentos no dia a dia.
Além de segurança e praticidade, essa tecnologia oferece uma experiência mais fluida e eficiente para consumidores e lojistas.
Leia também: Como passar cartão no celular?
O InfiniteTap da InfinitePay é a solução ideal para quem busca praticidade e economia na hora de vender: com ele, você transforma seu smartphone em uma maquininha de cartão e aceita pagamentos por aproximação, sem precisar comprar ou alugar equipamentos adicionais.
Disponível para Android e iOS, o InfiniteTap é perfeito para quem quer oferecer uma experiência de pagamento moderna, rápida e segura.
Veja como é simples vender pelo seu smartphone com o Tap to Pay da InfinitePay: