Descubra nossas melhores dicas e conselhos. Aprenda truques úteis para melhorar sua vida profissional e pessoal.

Fazer o controle de estoque corretamente é um diferencial competitivo – afinal, ele permite uma gestão mais inteligente dos recursos, evita desperdícios, melhora o fluxo de caixa e otimiza o processo de reposição de mercadorias.
Neste artigo, você vai entender o que é controle de estoque, como aplicá-lo de forma eficiente, quais são os tipos mais utilizados e os benefícios de manter esse processo sob controle.
O controle de estoque é o conjunto de práticas e sistemas utilizados para acompanhar a entrada, saída e a quantidade disponível de produtos em um negócio – isso inclui não apenas os itens acabados prontos para venda, mas também matérias-primas, insumos e mercadorias em processo de produção, dependendo do tipo de empresa.
Sua principal função é manter o equilíbrio entre oferta e demanda, evitando tanto o acúmulo quanto a escassez de mercadorias.
Quando bem executado, o controle de estoque oferece dados confiáveis que orientam decisões estratégicas como:
Além disso, o controle de estoque auxilia na prevenção de perdas, furtos e vencimentos, contribuindo para a saúde financeira da empresa e a satisfação do cliente.
Com um estoque bem gerenciado, é possível manter um bom nível de atendimento, reduzir custos operacionais e aumentar a margem de lucro do negócio.
Leia mais:
Fazer o controle de estoque corretamente envolve planejamento, organização e o uso de ferramentas que permitam registrar com precisão todas as movimentações dos produtos.
E não importa se o estoque é pequeno ou grande: seguir um processo estruturado é o que garante eficiência.
Veja abaixo um passo a passo para implementar um bom controle de estoque:

Antes de qualquer coisa, é fundamental que o ambiente onde o estoque está armazenado seja bem organizado – isso inclui separar os produtos por categorias, manter as prateleiras etiquetadas e garantir fácil acesso aos itens mais vendidos.
Uma boa organização reduz erros na contagem e facilita a conferência.
Tenha um sistema de cadastro completo com as principais informações de cada item: nome, código, categoria, unidade de medida, preço de compra, preço de venda, fornecedor, data de entrada e validade (se aplicável) – isso é essencial para o controle e rastreamento.
Toda movimentação deve ser registrada, seja uma nova compra, uma devolução ou uma venda.
Esse controle evita divergências entre o estoque físico e o sistema, e ajuda a identificar perdas ou furtos.
Mesmo com um sistema automatizado, é importante fazer conferências físicas periódicas (inventários) para verificar se o que está no sistema bate com a realidade, ajudando a identificar falhas e corrigir inconsistências.
Defina um limite mínimo de cada produto em estoque para acionar a reposição e um limite máximo para evitar excesso.
Essa prática otimiza o capital de giro e evita o acúmulo de mercadorias paradas.
Acompanhe o giro de estoque, produtos mais vendidos, itens com pouca saída, sazonalidades e tendências de compra.
Com esses dados, você pode tomar decisões mais estratégicas, como promoções ou mudança de fornecedores.
Planilhas são úteis no início, mas com o crescimento da operação é recomendado adotar sistemas de gestão (ERPs) que automatizam e integram o controle de estoque com vendas, compras e financeiro.
Leia também:
Existem diferentes métodos de controle de estoque, e a escolha do mais adequado depende do tipo e do porte da empresa, bem como do volume e da variedade de produtos.
A seguir, listamos os principais tipos de controle de estoque utilizados pelas empresas:

Feito por meio de planilhas ou anotações em papel, é mais comum em pequenos negócios com volume reduzido de mercadorias.
Feito com o uso de softwares e sistemas de gestão, permite maior precisão, integração com outros setores (como vendas e compras), emissão de relatórios automáticos e redução de falhas.
É ideal para empresas em crescimento ou com operações mais complexas.
Consiste em manter em estoque apenas a quantidade mínima necessária para não interromper as vendas ou a produção – e quando esse limite é atingido, um novo pedido é feito ao fornecedor.
É uma estratégia que evita excesso de capital parado, mas exige um bom relacionamento com os fornecedores e prazos de entrega curtos.
É o oposto do estoque mínimo: o gestor define uma quantidade máxima para cada produto, com o objetivo de aproveitar melhores preços de compra ou se preparar para demandas sazonais – no entanto, exige mais espaço físico e maior investimento em armazenagem.
Serve como uma “reserva estratégica” para imprevistos, como aumento inesperado da demanda ou atrasos no fornecimento.
É muito utilizado em setores com alta volatilidade de consumo.
Esse modelo busca eliminar o estoque: a empresa compra ou produz somente quando há demanda confirmada.
Muito comum na indústria, esse método exige um controle rigoroso de prazos e processos, além de um fluxo de produção bem ajustado.
Também chamada de análise de Pareto, classifica os produtos em três categorias: A (itens de maior valor ou giro), B (valor médio) e C (menor valor).
Essa análise permite focar os esforços de controle nos itens mais relevantes para o negócio.
Para entender melhor como aplicar o controle de estoque na prática, veja abaixo alguns exemplos que ilustram diferentes contextos e necessidades de empresas de variados portes e segmentos:
Uma loja de moda feminina, por exemplo, precisa controlar suas peças por tamanho (P, M, G, GG) e cor – nesse caso, o controle por grade é essencial.
Cada entrada de mercadoria deve ser registrada de forma detalhada, como “Vestido Floral – Tamanho M – Cor Azul – 10 unidades”.
A atualização do estoque ocorre a cada venda, evitando a comercialização de produtos esgotados.
Veja 10 dicas de como vender mais em loja de roupa.
Um restaurante precisa controlar o uso de ingredientes, como arroz, carnes, temperos e bebidas – cada prato vendido consome uma quantidade específica de insumos.
Para evitar desperdícios e garantir a reposição no tempo certo, o estabelecimento utiliza uma ficha técnica que relaciona os ingredientes de cada receita ao controle de estoque, permitindo prever quando cada item deve ser comprado novamente.
Um e-commerce com grande variedade de produtos utiliza um sistema de gestão que integra estoque, vendas e logística – quando uma compra é finalizada, o sistema atualiza automaticamente o estoque e emite um alerta caso algum item esteja próximo do estoque mínimo.
Além disso, o sistema pode emitir relatórios diários com o giro de cada produto e a previsão de reposição com base em vendas passadas.
Em uma farmácia, além da quantidade em estoque, é fundamental controlar a data de validade dos medicamentos.
O sistema de estoque precisa registrar a data de vencimento de cada lote e gerar alertas para que produtos próximos da validade sejam priorizados na venda ou retirados do estoque, evitando perdas e prejuízos legais.
Produtos como cimento, areia, pedra e tintas são controlados por unidade de medida específica (quilos, litros, metros cúbicos): o controle deve considerar não apenas a quantidade, mas o peso total armazenado e vendido.
Um bom controle evita problemas logísticos e garante que não falte material em obras em andamento.
Manter um controle de estoque eficiente traz diversas vantagens competitivas para o negócio, independentemente do setor ou porte da empresa.
Veja a seguir os principais benefícios:
Um bom controle ajuda a identificar produtos com baixa rotatividade, itens próximos da validade ou mercadorias com risco de deterioração.
Com isso, é possível tomar decisões antecipadas para evitar perdas, como promoções ou redistribuição entre unidades.
Ao evitar estoques excessivos, a empresa libera capital que pode ser investido em outras áreas estratégicas – além disso, o controle ajuda a comprar apenas o necessário, de forma planejada, negociando melhores condições com fornecedores.
Com um estoque bem gerenciado, a empresa evita rupturas (falta de produtos) e garante uma experiência de compra mais positiva.
O cliente encontra o que precisa e recebe no prazo, fortalecendo a confiança na marca.
Com dados atualizados e precisos sobre o desempenho dos produtos, o gestor pode planejar campanhas promocionais, ajustar preços, prever demandas sazonais e até decidir sobre a descontinuação de itens que não performam bem.
Estoque organizado significa mais agilidade na separação, embalagem e envio dos pedidos, especialmente em negócios que operam online.
Isso impacta diretamente na produtividade da equipe e na velocidade de atendimento.
Alguns setores, como o farmacêutico e o alimentício, exigem controle rigoroso de validade e rastreabilidade de lotes.
Um sistema eficiente ajuda a manter a empresa em conformidade com exigências sanitárias e fiscais.
O controle rigoroso das entradas e saídas de produtos dificulta desvios e perdas não justificadas, além de facilitar a identificação rápida de possíveis falhas ou irregularidades operacionais.
Você também pode se interessar: Como vender sem estoque?
Se você está começando seu negócio ou busca uma forma prática de organizar suas mercadorias, a planilha gratuita de controle de estoque da InfinitePay é a solução ideal.
Com ela, você pode registrar produtos, acompanhar entradas e saídas, calcular saldo atual e manter seu estoque sempre sob controle – tudo isso de forma intuitiva e totalmente personalizável.
A ferramenta é perfeita para quem deseja centralizar informações em um só lugar e ter mais clareza na tomada de decisões, além de ser, fácil de editar e pode ser usada tanto por empresas pequenas quanto por quem está estruturando o primeiro controle de estoque.
Baixe agora a planilha de controle de estoque da InfinitePay e dê o primeiro passo para uma gestão mais eficiente e profissional.

Nenhum negócio sobrevive ao competitivo mercado empresarial brasileiro por muito tempo sem uma boa gestão. Fazer a conciliação bancária e ter todos os números da sua empresa na ponta do lápis é essencial para sobreviver no Brasil.
Segundo especialistas, inclusive, a falta de gestão profissional é uma das principais ameaças para as PMEs.
Dentre os principais pontos a serem considerados no gerenciamento de uma companhia, é preciso levar em conta todas as questões financeiras e de controle interno que permitem a uma organização atingir o tão desejado equilíbrio orçamentário.
Agora, visando oferecer outro conteúdo relevante para você e seu negócio, lhe forneceremos um passo a passo sobre como fazer conciliações bancárias. Vamos lá?
Antes de começarmos, é importante definir do que se trata a conciliação bancária. Ela é uma ferramenta de extrema importância para a gestão financeira de uma empresa, independentemente de seu tamanho.
Em linhas gerais, a conciliação bancária nada mais é do que a relação entre os controles financeiros internos de um negócio e as movimentações da conta ou das contas de uma empresa. Na prática, nada mais é do que você comparar o seu sistema de gestão, a sua planilha ou o seu caderno com o extrato do seu banco em um determinado período!
Ou seja, é neste momento que o empreendedor compara, de lado a lado, todas as despesas, recebimentos e o saldo disponível da empresa. Assim, é possível conferir se as movimentações realizadas foram de fato efetivadas, e se existem divergências nos resultados apresentados.
Suponha, por exemplo, que você deseja avaliar se as entradas e saídas do negócio estão de acordo com o saldo de seu banco. É através do processo de conciliação bancária que você consegue traçar comparativos entre esses dados e mensurar se está tudo dentro dos conformes na gestão financeira da empresa.
Dessa forma, você garante que o controle da sua empresa está correto e não cai na armadilha de achar que tem uma quantia de dinheiro disponível e quando vai ver no banco... Cadê?
Diversos empreendedores dependem dessa tarefa para evitarem prejuízo, principalmente se recebem por cartões de crédito ou débito e boletos. Nestes casos, os valores arrecadados das vendas ou das prestações de serviço caem na conta bancária da pessoa jurídica. Através da conciliação é possível, então, conferir se o crédito esperado de fato caiu em sua conta, e entender seu capital de giro.
Levando este benefício em consideração, já fica mais do que clara a importância de realizar conciliação bancária dentro de qualquer empresa. Afinal, ter conhecimento do que de fato entrou em sua conta bancária e se você realmente recebeu por suas vendas, é essencial para o desenvolvimento de qualquer empreendimento.
Leia mais: O que é capital de giro
A conciliação bancária é uma ação crucial e corriqueira dentro do dia a dia de qualquer departamento financeiro. Como dissemos, seu principal intuito é o de analisar se há inconsistências ou se todos os dados do controle interno (entradas e saídas de capital) estão batendo.
Especialmente quando tratamos de estabelecimentos que lidam com muitas vendas diárias provenientes de diferentes fontes (cartões de crédito, débito, pagamento a vista, boleto bancário), a conciliação bancária é uma ferramenta indispensável e capaz de prover cenários financeiros diários, semanais, mensais, anuais ou mesmo de um período específico, e que ajuda a validar seu fluxo de caixa.
Dessa forma, você garante que sempre terá capital disponível para realizar as suas operações cotidianas, ou para o cumprimento de obrigações, como faturas de fornecedores, empréstimos, financiamentos bancários etc.
Pensando no curto prazo, a conciliação bancária pode parecer um esforço extra que, para quem não tem tanto tempo disponível, pode ser irrelevante. Porém, realizando este controle durante longos períodos (meses, anos) vai ficar perceptível a quantidade de perdas que podem ser evitadas com esta prática.
Baixe agora nossa planilha de fluxo de caixa. É grátis!
É importante salientar, também, que se o acompanhamento das entradas e saídas possuem valores errados, consequentemente o gestor financeiro vai basear-se em cálculos errados, resultando em estratégias que podem gerar prejuízos futuros para a empresa.
Valores que não condizem com a realidade resultam em falhas no acompanhamento do fluxo de caixa da empresa, e isto pode se tornar um problema grave a médio ou longo prazo, colocando em risco o futuro do empreendimento. Já pensou se chega no dia de um pagamento e não tem dinheiro no banco?
Outra questão a ser pontuada são os prejuízos recorrentes que podem acontecer quando não se acompanha o extrato bancário com frequência. Isso costuma acontecer quando existem taxas cobradas em cima de serviços prestados por bancos e operadoras.
Por exemplo, quando se contrata o serviço de uma adquirente (aquela que provê a maquininha, que possibilita, para o varejista, aceitar cartão em seu estabelecimento), taxas diversas são cobradas para diferentes tipos de transação. Muitas empresas altera essas taxas sem aviso prévio, resultando em um gasto extra para o empreendedor, que muitas vezes não tem conhecimento da cobrança indevida. A conciliação bancária permite um acompanhamento mais efetivo em relação a estes valores que, muitas vezes, são cobrados sem que o empreendedor perceba.
Na InfinitePay, que oferece meios de pagamento para o empreendedor, as taxas são transparentes e sem pegadinhas, justamente para facilitar a vida dos empreendedores. Oferecemos uma calculadora de taxas para nossos clientes saberem quanto vão receber em cada venda.
A conciliação bancária pode ser uma ferramenta atrelada diretamente ao planejamento estratégico da empresa, permitindo uma visão mais detalhada de todas as despesas e lucros do estabelecimento.
O resultado? Uma ferramenta indispensável de controle, capaz de te guiar para planejar e construir o seu negócio de acordo com os objetivos traçados para ele!
Agora que já entendemos a importância e a definição de conciliação bancária, vamos verificar como fazer a conciliação bancária e de que modo ela deve ser implementada na cultura de uma empresa.
Confira o passo a passo:
O primeiro passo para uma conciliação bancária completa e eficaz consiste em registrar, todos os dias, quais foram as movimentações de entrada e saída de suas contas. Neste processo, leve em conta tudo: desde pequenas taxas cobradas pelos bancos, até a entrada de volumes mais substanciais, como aquelas vindas de maquininhas, vendas por celular, Pix, link de pagamento. Exemplos de saídas: pagamentos de fornecedores, contas fixas, recebimentos de clientes, pagamentos de salários, impostos, tarifas bancárias etc.
Você deve guardar notas fiscais, recibos, extratos, comprovantes de depósitos, pagamentos e transferências bancárias. Isso servirá como prova para os casos de identificação de valores que não caíram em sua conta. Dessa forma, você estará fazendo o controle interno do caixa da sua empresa, registrando diariamente as entradas e saídas de dinheiro, além do seu saldo bancário.
Uma dica: É muito importante que você registre os lançamentos de acordo com a data de movimentação de caixa deles. Por exemplo:
Esse controle garante que você respeite os prazos de pagamento e evite pagar multas por atraso. Além disso, o acompanhamento detalhado de todas as movimentações de entrada e saída junto ao seu extrato bancário vai permitir que você identifique dados divergentes, na hora da conferência entre os números e as datas.
Em seguida, é preciso validar se os saldos do controle interno (tanto o inicial, quanto o final) conferem com as informações do extrato bancário.A forma mais comum é através da comparação do arquivo do banco, geralmente no formato OFX ou PDF, com o seu sistema interno.
Extrato na mão, controle interno na outra... Ao que devemos ficar atentos para fazer uma boa conciliação bancária?
Com esse checklist você conseguirá fazer uma conciliação bancária eficiente!
Bônus: Se você conseguir agrupar os lançamentos por categorias, você terá uma visão ainda melhor sobre sua empresa.
Dessa forma você conseguirá saber por exemplo, onde está o seu maior custo (É no custo das mercadorias? Nas despesas fixas? Nas despesas com funcionários? Impostos?)
Finalmente, caso tenha sido localizada alguma inconsistência na etapa anterior, é hora de aplicar a devida correção nos dados de modo que todos os lançamentos do controle interno reflitam a realidade das finanças do negócio.
Lembrando que notas fiscais, boletos, extratos e comprovantes devem ser guardados para futuro lançamento contábil.
Caso tenha alguma divergência entre os registros do seu controle interno e banco, procure olhar os documentos originais de cada lançamento. Erros comuns que podem acontecer são erros de digitação na hora da inclusão do dado, duplicidade de venda, multa/desconto por atraso não previsto, entre outros.
Caso você faça vendas por cartão, atente-se ao fato de que podem haver transações que não foram processadas totalmente (mesmo com o comprovante sendo impresso na máquina). Para isso, é importante que você faça a conciliação entre o seu sistema de vendas e o extrato das operadoras.
Além disso, pode haver também atraso no pagamento das suas vendas por parte das operadoras de cartão de crédito. Verifique se isso acontece e entre em contato com a sua operadora para corrigir as pendências.
Caso você faça vendas por cartão, também é necessário realizar o controle das taxas cobradas pelas operadoras. Todas as taxas foram cobradas corretamente Além disso, confira se todas as tarifas bancárias (como TED ou DOC) estão previstas no seu controle interno.
Alguns impostos sob operações, como IOF (Caso você tenha feito alguma operação internacional ou alguma aplicação financeira) também pode gerar diferenças na hora de conferência do saldo.
Leia mais: IOF: O que é e como funciona
Se você precisa de dinheiro rápido e com taxas transparentes, conheça a maquininha de cartão da InfinitePay. Taxas sem surpresas, a partir de 1,38% no débito. E você ainda escolhe se quer receber na hora ou em 1 dia útil.

Entender o que é a DIRF deixou de ser sobre como preencher a declaração. Desde janeiro de 2025, ela não existe mais para novos fatos geradores.
Quem pesquisava sobre a DIRF em 2024 ainda precisava entregá-la. Em 2025, a última foi enviada. Agora, em 2026, as retenções seguem exclusivamente pelo eSocial e pela EFD-Reinf.
DIRF é a sigla para Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte. A Receita Federal exigia essa declaração das fontes pagadoras para fiscalizar a arrecadação de tributos.
Fonte pagadora é quem efetua o pagamento e retém o imposto. Pode ser uma empresa que paga salários ou um prestador que contrata outro profissional.
A finalidade da DIRF era cruzar informações entre quem pagou e quem recebeu. Com esse cruzamento, a Receita Federal identificava divergências entre os valores declarados por cada parte.
O envio acontecia uma vez por ano, até o último dia útil de fevereiro. A transmissão era feita pelo programa PGD DIRF, com envio via sistema ReceitaNet da Receita Federal.
A declaração reunia dados financeiros sobre pagamentos e retenções realizados ao longo do ano-calendário. Veja os principais itens que a DIRF comunicava à Receita Federal:
Cada um desses itens permitia à Receita Federal verificar se os contribuintes declararam corretamente seus rendimentos na declaração de pessoa física.
A responsabilidade era sempre da fonte pagadora. Ou seja, a pessoa física ou jurídica que efetuou pagamentos sujeitos à retenção de imposto na fonte.
Isso inclui empresas com funcionários registrados, órgãos públicos e qualquer pessoa jurídica que tenha retido IR, CSLL, PIS ou COFINS sobre pagamentos a terceiros.
Para empreendedores, entender o que significa DIRF na contabilidade é fundamental. Essa declaração impactava diretamente a rotina fiscal de quem realizava pagamentos com retenção, independentemente do porte do negócio.
A DIRF deixou de existir para fatos geradores a partir de janeiro de 2025. A Receita Federal oficializou a extinção da declaração em comunicado de julho de 2025.
A IN RFB nº 2.181/2024 formalizou a substituição. Agora, as informações sobre retenções de IR e contribuições seguem via eSocial e EFD-Reinf, de forma mensal.
Para quem quer entender o que muda em 2026: a resposta curta é que não existe mais DIRF a entregar. O envio agora acontece mês a mês, dentro dos sistemas do SPED.
Cada sistema absorveu uma parte das obrigações que a DIRF concentrava em uma única declaração anual.
O eSocial cobre os dados trabalhistas: pagamentos de rendimentos do trabalho (evento S-1210) e tributos de processos trabalhistas (evento S-2501).
Já a EFD-Reinf cobre pagamentos a terceiros pela série de eventos R-4000: pagamentos a pessoa física (R-4010), a pessoa jurídica (R-4020) e autorretenções (R-4080).
| Aspecto | DIRF (antes) | eSocial + EFD-Reinf (agora) |
|---|---|---|
| Frequência de envio | Anual (até fevereiro) | Mensal |
| Sistema utilizado | PGD DIRF + ReceitaNet | eSocial e EFD-Reinf (SPED) |
| Tipo de dados | Todos os rendimentos e retenções em um único arquivo | Trabalhistas no eSocial, pagamentos a terceiros na EFD-Reinf |
| Correção de erros | Retificação anual | Painel de críticas mensal no Demonstrativo Consolidado do IRRF |
O modelo mensal elimina a duplicidade de informações e distribui o trabalho de compliance ao longo do ano.
A mudança não aconteceu de uma vez. A Receita Federal prorrogou o prazo original após entidades relatarem dificuldades técnicas de adaptação.
Veja os marcos principais:
Se sua empresa já envia eSocial e EFD-Reinf mensalmente, a transição não exige nenhuma ação adicional. O fluxo atual já substitui a antiga declaração anual.
Toda pessoa física ou jurídica que pagou rendimentos com retenção de IR, PIS, COFINS ou CSLL precisava entregar a DIRF à Receita Federal, mesmo que a retenção tenha ocorrido em apenas um mês.
A obrigatoriedade abrangia diferentes perfis de contribuinte:
Quem não efetuou nenhum pagamento sujeito à retenção na fonte estava dispensado.
Com a extinção da DIRF em 2025, a obrigação não desapareceu. As mesmas empresas agora informam retenções mensalmente via eSocial e EFD-Reinf.
Com o fim da DIRF, o envio de retenções passou a ser mensal. Veja o que fazer na prática:
O preenchimento correto do eSocial e da EFD-Reinf garante que seus colaboradores recebam a declaração pré-preenchida do Imposto de Renda, segundo a Receita Federal.
Para manter o controle das obrigações fiscais do seu negócio, uma planilha de fluxo de caixa ajuda a organizar entradas e saídas com clareza.
O Informe de Rendimentos continua obrigatório mesmo sem a DIRF. Toda fonte pagadora precisa disponibilizá-lo até o último dia útil de fevereiro do ano seguinte, conforme orienta o Tax Group.
Em 2026, o prazo foi 27 de fevereiro.
Quem ainda possui DIRFs anteriores pendentes está sujeito a multa de 2% ao mês sobre o valor do imposto de renda informado, limitada a 20% do total, de acordo com a Qive.
Valores mínimos da multa: - R$ 200,00 para pessoa física, empresa inativa ou optante do Simples Nacional - R$ 500,00 para as demais pessoas jurídicas
A multa pode ser reduzida em 50% se você enviar a declaração antes de qualquer auditoria da Receita, ou em 25% se entregar dentro do prazo fixado em intimação.
Já o Informe de Rendimentos entregue com atraso ou dados incorretos gera multa de R$ 41,43 por documento irregular, segundo o Tax Group.
A DIRF era uma declaração da empresa; a DIRPF é a declaração da pessoa física. Apesar das siglas parecidas, cada uma cumpre um papel distinto no sistema tributário.
A Receita Federal usava os dados da DIRF para cruzar informações com as declarações individuais e identificar inconsistências.
| Aspecto | DIRF | DIRPF |
|---|---|---|
| Sigla | Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte | Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física |
| Quem declara | Fonte pagadora (empresa ou PJ) | Contribuinte pessoa física |
| Finalidade | Informar retenções de IR e contribuições sobre pagamentos | Apurar rendimentos, deduções e ajuste anual do IR |
| Frequência | Anual (entrega em fevereiro) | Anual (entrega entre março e maio) |
| Situação em 2026 | Extinta desde jan/2025, substituída por eSocial e EFD-Reinf | Vigente e obrigatória |
O desconto simplificado na DIRF corresponde a R$ 528,00 mensais, equivalente a 25% do limite de isenção. Ele substitui as deduções legais quando mais vantajoso para o contribuinte.
Já o MDR (Merchant Discount Rate) aparecia na DIRF porque o IRRF incidia sobre a receita líquida da processadora de cartões, correspondendo a 1,5% desse valor.
As retenções migraram pro eSocial e EFD-Reinf. A declaração de imposto de renda da pessoa física que tem empresa continua com regras próprias.
Na masterclass gratuita do Infinite Academy, a contadora Laís Narciso preenche a declaração de quem é PJ do zero, incluindo pró-labore e distribuição de lucros. Assista agora.

O avanço tecnológico e a demanda por soluções práticas e seguras deram origem a uma revolução no mundo dos pagamentos: as carteiras digitais. Também conhecidas como e-wallets, as carteiras digitais surgiram como uma solução moderna para facilitar pagamentos, conveniência e segurança ao consumidor.
Dentre as várias opções disponíveis no mercado, o Apple Pay, a carteira digital da Apple, se destaca como uma das mais populares e confiáveis. Se você já se perguntou “como usar Apple Pay?”, chegou ao lugar certo. Prepare-se para mergulhar no universo das carteiras digitais e descobrir como o Apple Pay pode transformar sua experiência de compra.
Apple Pay é um serviço de pagamento móvel e carteira digital oferecido pela Apple. Ele permite que os usuários façam pagamentos usando dispositivos Apple de forma fácil e segura, tanto em lojas físicas quanto online.
Ao invés de usar cartões de crédito físicos ou dinheiro, o Apple Pay transforma o processo de pagamento em uma experiência mais moderna e conveniente. Todas as informações de pagamento são armazenadas de forma segura no dispositivo e podem ser acessadas rapidamente sempre que você precisar realizar uma compra.
Configurar o Apple Pay é um processo simples e intuitivo. Acompanhe os passos a seguir para começar a aproveitar os benefícios deste serviço:
O Apple Pay utiliza a tecnologia NFC (Comunicação por Campo de Proximidade) para realizar transações em terminais de pagamento compatíveis. A seguir, mostramos como usar essa funcionalidade:
Ao se preparar para pagar em uma loja, procure o símbolo do Apple Pay ou o ícone NFC no terminal de pagamento. Isso indica que o estabelecimento aceita pagamentos via Apple Pay.
No iPhone, autentique-se utilizando o Face ID, Touch ID ou o código de acesso. No Apple Watch, pressione duas vezes o botão lateral.
Mantenha a parte superior do iPhone ou a tela do Apple Watch próximo ao leitor de pagamento até que você veja "Concluído" e uma marca de verificação na tela.
A Apple dá grande ênfase à segurança do usuário. Ao usar o Apple Pay, é necessária uma forma de autenticação para garantir que a pessoa que está realizando a transação seja realmente o proprietário do dispositivo:
O Apple Pay não se limita apenas a lojas físicas – ele também pode ser usado para realizar pagamentos em aplicativos e em sites compatíveis. Veja como:
Usar o Apple Pay para compras online oferece várias vantagens para os consumidores.
Elimina a necessidade de inserir manualmente detalhes do cartão de crédito ou débito, acelerando o processo de finalização da compra.
A Apple utiliza a tecnologia de tokenização para proteger os detalhes do cartão. Isso significa que os detalhes reais do cartão nunca são compartilhados com o vendedor, reduzindo o risco de fraudes.
Com o Apple Pay, não há necessidade de criar contas em diferentes sites ou lembrar de senhas. Isso simplifica a experiência de compra, especialmente para compras rápidas ou impulsivas.
A Apple valoriza a privacidade do usuário. Ao usar o Apple Pay, o vendedor não recebe informações pessoais, como endereço de e-mail ou número de telefone, a menos que você escolha compartilhá-las.
Uma das principais preocupações dos consumidores ao adotar novas tecnologias de pagamento é a segurança. Felizmente, a Apple projetou o Apple Pay com várias camadas de segurança para garantir que as informações dos usuários permaneçam protegidas.
A privacidade é um pilar fundamental da filosofia da Apple, e isso se estende ao Apple Pay. A Apple não armazena detalhes sobre o que você comprou, onde comprou ou quanto pagou. Isso significa que suas transações permanecem privadas entre você, o comerciante e o seu banco.
Os detalhes do cartão, representados pelo token, são armazenados de forma segura no "Elemento Seguro" do dispositivo, um chip especializado que mantém as informações protegidas contra acessos não autorizados.
A Apple não vende suas informações para terceiros e não as compartilha com comerciantes, garantindo que sua privacidade seja mantida ao longo de todo o processo.
Quer saber se o seu cartão de crédito é aceito no Apple Pay? Confira a lista abaixo e veja as instituições disponíveis na carteira digital da Apple.
O cartão virtual da InfinitePay, o InfiniteCard, merece posição de destaque. Se você ainda não conhece, ele é o cartão virtual que devolve parte do dinheiro sempre que é usado.
A cada compra, você recebe de volta 1,5% do valor que gastou. E o melhor de tudo: ele não tem anuidade e você não paga nada pra criar o seu. Saiba todas as informações sobre o InfiniteCard.
O Tap to Pay no iPhone é a tecnologia que possibilita receber pagamentos por aproximação de cartões de crédito ou débito, Apple Pay, Apple Watch e smartphones com outras carteiras digitais diretamente no iPhone e sem a necessidade de maquininhas ou equipamentos adicionais.
Para que você consiga usar o Tap to Pay no iPhone, é necessário que você tenha duas coisas:
NFC, que é a abreviação de Near Field Communication (ou "comunicação a curta distância" em tradução livre), refere-se a uma tecnologia que possibilita a troca de informações entre dispositivos quando estão próximos um do outro. Confira mais sobre o que é NFC neste artigo.
Os modelos de iPhone habilitados para receber pagamentos por aproximação são o iPhone XS e mais novos, rodando a versão mais recente do iOS.
A InfinitePay foi a primeira empresa brasileira a oferecer a possibilidade de receber pagamentos por aproximação no iPhone no Brasil. Para usá-lo, basta baixar na App Store, fazer o rápido cadastro e em menos de 5 minutos é possível começar a vender com seu iPhone.
O Apple Pay e tecnologias "tap to pay" representam o futuro dos pagamentos digitais. Eles simbolizam a transição de métodos tradicionais para soluções rápidas, seguras e convenientes.
As carteiras digitais, como o Apple Pay, oferecem não só uma experiência de compra mais fluída, mas também um nível superior de segurança através de recursos como tokenização e autenticação biométrica.
À medida que a tecnologia avança, é evidente que estamos nos movendo para uma era onde eficiência e conveniência em transações financeiras são priorizadas. Em resumo, o futuro dos pagamentos chegou – e é digital.

Os links de pagamento com recebimento na hora são uma excelente opção para quem busca rapidez nas transações, já que, com eles, os vendedores recebem o valor da venda na hora, ajudando a manter o fluxo de caixa saudável.
Criar um link de pagamento com recebimento imediato é geralmente muito simples: basta inserir os dados da venda e gerar um link único para ser enviado ao comprador.
No entanto, as opções de recebimento e taxas podem variar de uma plataforma para outra.
Por isso, neste artigo, vamos mostrar como gerar um link de pagamento que cai na hora, usando uma plataforma confiável e com um ótimo custo-benefício, facilitando suas vendas online.
Para você que está buscando um link de pagamento que cai na hora em sua conta, a InfinitePay traz a solução perfeita para simplificar suas vendas e gerar mais lucro.
Só quem usa o link de pagamento da InfinitePay tem:
Confira abaixo 3 formas de gerar links de pagamento pela InfinitePay e como receber seus valores na hora.

Tenha a liberdade de vender onde quiser à distância ou pelas redes sociais, aproveitando as menores taxas do Brasil tanto no débito quanto no crédito, à vista ou parcelado.
O modo Nitro é o que permite você receber vendas na hora sem precisar alterar seu plano de recebimentos permanentemente na InfinitePay.
Ele funciona tanto no link de pagamento quanto em vendas pagas pelo cartão e é particularmente útil em momentos que você não pode esperar o prazo do seu plano.
Com ele você escolhe quando quer receber suas vendas: na hora, à noite ou no fim de semana.
É muito fácil aderir: basta abrir o app da InfinitePay e, logo na primeira tela abaixo do banner, ativar a opção “receba em 6 segundos” – você ativa e desativa quando quiser, na hora que desejar.
Assim como os nossos outros planos, o Nitro também tem taxas baixas para você manter a sua margem de lucro alta:
Leia mais:
O processo de gerar um link de pagamento com cartão de crédito é o mesmo do passo acima com a InfinitePay.
Você não precisa definir um método de pagamento antes de enviar a cobrança ao cliente, na InfinitePay o link de pagamento é pago via cartão de crédito.
Ao utilizar o link de pagamento com recebimento na hora da InfinitePay, sempre que uma venda é realizada, o cliente recebe automaticamente notificações sobre o vencimento do link.
Veja como funciona a cobrança recorrente no cartão de crédito.
O Pix é uma revolução no sistema bancário brasileiro, e sua integração com o WhatsApp potencializa essa praticidade:

Leia mais:
Quando se trata de vendas online, oferecer praticidade e segurança ao cliente faz toda a diferença – e o link de pagamento com recebimento na hora da InfinitePay é uma solução eficiente para quem deseja vender de forma simples, rápida e sem burocracia.
Com ele, você não precisa de um site ou maquininhas de cartão – basta gerar um link e compartilhá-lo com seus clientes pelos canais que preferir.
Além disso, a liquidação instantânea do pagamento garante mais previsibilidade para o seu caixa.
Confira as principais vantagens dessa ferramenta e como ela pode impulsionar seu negócio:

Sem a necessidade de um site ou loja virtual, o link de pagamento permite que você realize vendas pela internet, redes sociais, WhatsApp, e-mail, entre outros.
A InfinitePay garante a segurança dos dados dos clientes com sistemas anti-fraude. Transações criptografadas de ponta a ponta.
Ideal para negócios que trabalham com encomendas personalizadas, onde o valor não é fixo e varia conforme o pedido.
Ao enviar o link diretamente para o cliente, você incentiva o pagamento imediato, diminuindo as chances de esquecimento ou atraso.
Seu negócio não está limitado à sua localização física – com o link de pagamento da InfinitePay, você pode vender para qualquer lugar do país ou até mesmo internacionalmente.
O link de pagamento com recebimento na hora da InfinitePay é uma ferramenta versátil que se adapta às necessidades de diferentes negócios, desde pequenos empreendedores até grandes empresas.
Veja como ele simplifica e acelera o processo de venda:
O link de pagamento com recebimento na hora não apenas simplifica seu fluxo de venda, mas também proporciona benefícios tangíveis ao vendedor – é uma ferramenta que, sem dúvida, veio para revolucionar a forma que fazemos negócios.
Comece já a utilizar o link de pagamento com recebimento na hora da InfinitePay em seu negócio!

O MEI custa entre R$ 82,05 e R$ 87,05 por mês em 2026, cobre INSS, ISS e ICMS numa guia única (DAS) e permite faturar até R$ 81 mil por ano.
Neste guia, você confere as obrigações, vantagens, limitações e o passo a passo para manter seu MEI regularizado, incluindo como pagar o DAS direto pelo app da InfinitePay.
Para iniciar sua atividade é preciso, primeiramente, emitir o alvará de funcionamento na prefeitura da cidade em que se localiza a sua empresa.
É importante lembrar que todo ano esse alvará deve ser renovado.
A seguir, listamos mais algumas obrigações que fazem parte da rotina do MEI, para que este possa manter seu cadastro ativo.
Um MEI deve obrigatoriamente emitir nota fiscal tanto para pessoas físicas quanto para pessoas jurídicas.
No caso da prestação de serviço para um consumidor final, a emissão da nota era opcional, mas em abril de 2023 se tornou obrigatório.
Além disso, desde então, a nota fiscal eletrônica foi padronizada nacionalmente e deve ser feita através do portal gov.br/nfse ou pelo app emissor de NFS-e do governo.
É obrigatório que os MEIs incluam o Código de Regime Tributário (CRT): “4 – Simples Nacional — Microempreendedor Individual (MEI)” sempre que emitirem uma nota.
É importante lembrar que o MEI deve guardar todas as notas fiscais e recibos emitidos, tanto de compras quanto de vendas, por 5 anos.
Você também pode se interessar por:
O DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional) é a quantia referente aos tributos obrigatórios do MEI.
Esse valor é cobrado a cada mês e permanece fixo até a próxima alteração do salário mínimo. Diante da alteração, o DAS é ajustado e assim permanece até o ano seguinte.
Em 2026, com o salário mínimo de R$ 1.621,00 (Decreto nº 12.797/2025), os valores do DAS são:
MEI Geral (5% do salário mínimo de INSS):
| Atividade | INSS (5%) | ICMS | ISS | Total mensal |
|---|---|---|---|---|
| Comércio e Indústria | R$ 81,05 | R$ 1,00 | — | R$ 82,05 |
| Serviços | R$ 81,05 | — | R$ 5,00 | R$ 86,05 |
| Comércio e Serviços | R$ 81,05 | R$ 1,00 | R$ 5,00 | R$ 87,05 |
MEI Caminhoneiro (12% do salário mínimo de INSS):
| Atividade | INSS (12%) | ICMS | ISS | Total mensal |
|---|---|---|---|---|
| Transporte de carga (comércio) | R$ 194,52 | R$ 1,00 | — | R$ 195,52 |
| Transporte de carga (serviços) | R$ 194,52 | — | R$ 5,00 | R$ 199,52 |
| Transporte de carga (ambos) | R$ 194,52 | R$ 1,00 | R$ 5,00 | R$ 200,52 |
O DAS vence todo dia 20 e o seu pagamento pode ser feito de algumas formas: a partir do Portal do Empreendedor com o download do guia de pagamento, ou virtualmente e por débito automático.
Pague o DAS direto pelo app InfinitePay: a InfinitePay é a única fintech que permite consultar e pagar suas guias DAS diretamente pelo app — sem precisar acessar o portal do governo. Basta abrir o app, acessar a seção DAS MEI, visualizar suas guias pendentes e pagar em poucos toques. Conheça a conta MEI da InfinitePay.
Para entender a fundo o que compõe o DAS e como ele funciona, confira o guia completo sobre o que é DAS MEI. Se precisa emitir a guia, veja o passo a passo para emitir o DAS MEI. E para conferir todos os valores detalhados por atividade, consulte a tabela atualizada do valor do DAS MEI 2026.
Esqueceu de pagar o DAS? Confira o que fazer para pagar DAS MEI atrasado.
É recomendável que até o dia 20 de cada mês, o MEI preencha o documento chamado “Relatório Mensal das Receitas”, que reúne as receitas brutas do mês anterior, as notas fiscais de compra de produtos e contratação de serviços, assim como as notas fiscais emitidas pela prestação de serviços.
Esse processo auxilia o controle do fluxo de caixa do MEI e facilita o preenchimento da Declaração Anual do Faturamento do Simples Nacional, sem que seja necessário buscar todos os documentos apenas em cima da hora e, por isso, deixar passar algumas informações que resultem em possíveis perdas.
Anualmente, o MEI precisa entregar um documento chamado Declaração Anual do Faturamento do Simples Nacional (DASN-SIMEI), que mostra o montante recebido pelo microempreendedor no último ano de exercício de suas atividades.
O controle de fluxo de caixa é essencial para que, nesse momento, você tenha controle de todas as entradas e saídas do seu negócio e não deixe nada de fora.
Para os que entregam o documento em dia (entre o mês de janeiro até o último dia de maio), não existe custo.
Porém, para casos de atraso é possível que o MEI receba uma multa de R$ 50,00 ou 2% ao mês-calendário ou fração, em cima do montante dos tributos que são indicados no documento.
Caso o MEI não envie esse documento, ele fica impossibilitado de gerar o DAS e, consequentemente, permanece sem seus tributos em dia. Isso pode gerar o cancelamento do MEI, pelas obrigações financeiras que ficaram em aberto.
Lembramos que além dessa declaração, o MEI ainda precisa realizar a declaração do seu imposto de renda, caso se encaixe nos requisitos previstos pela lei.
Confira o passo a passo completo da Declaração Anual MEI 2026 (DASN-SIMEI), com alertas de erro por campo e como retificar.
Como comentamos anteriormente, o MEI pode contratar apenas um funcionário.
Neste caso, o empregador deve preencher os documentos de Informação à Previdência Social e a Guia do FGTS.
Estes documentos protegem o MEI de reclamações trabalhistas e assegura os direitos do funcionário.
Para estes casos, indicamos a presença de um contador, pois pode ser um pouco complexo para quem está começando.
Estes documentos devem ser encaminhados ao Sistema de Conectividade da Caixa Econômica Federal até o dia 7 de cada mês.
O MEI precisa depositar mensalmente o FGTS — que constitui 8% do salário — e o recolhimento de 3% da remuneração do funcionário à Previdência Social.
Além disso, o funcionário contratado pelo MEI está sendo regido pelo regime da CLT, então aí entram algumas outras obrigações como assinar a carteira de trabalho, pagar o 13º salário, vale-transporte, férias e, em caso de demissão, envio de aviso prévio.
Não devemos esquecer que o MEI também precisa realizar todos os processos exigidos pelo eSocial.
O custo para se formalizar como MEI é zero — o registro é gratuito pelo Portal do Empreendedor.
O único custo recorrente é o pagamento mensal do DAS, que em 2026 varia de R$ 82,05 a R$ 87,05 para o MEI geral, e de R$ 195,52 a R$ 200,52 para o MEI caminhoneiro.
Esses valores cobrem todos os impostos federais, estaduais e municipais, o que torna a carga tributária do MEI consideravelmente acessível.
Veja também: Tabela completa do valor do DAS MEI 2026 por atividade
O microempreendedor individual possui um limite de faturamento anual de R$ 81.000,00.
Esse valor, se dividido pelos 12 meses do ano, equivale a um faturamento médio de R$ 6.750,00 por mês.
Existe uma tolerância de 20% desse faturamento, ou seja, se você atingir R$ 97.200,00 anual, ainda pode continuar sendo MEI, mas será enquadrado em outro regime tributário e fará parte de outra categoria no ano seguinte.
Para empreendedores que têm potencial de crescimento rápido ou que esperam um volume de negócios superior a esse valor, o limite pode ser um obstáculo significativo.
Existem projetos de lei em tramitação para aumentar o teto (PLP 108/2021, PLP 60/2025 e PLP 67/2025), mas até o momento não há confirmação de alteração para 2026.
Para o MEI Caminhoneiro, o limite é de R$ 251.600,00/ano.
Para entender as regras de cálculo, proporcionalidade e o que acontece ao ultrapassar o teto, confira o guia completo sobre o limite de faturamento MEI 2026.
O MEI oferece uma série de vantagens que facilitam a formalização e o crescimento de pequenos negócios no Brasil.
Com um processo simples, custos reduzidos e acesso a benefícios importantes, o MEI é uma excelente opção para quem deseja empreender de maneira formal e segura.
Confira algumas vantagens de ser MEI:

A formalização como microempreendedor individual (MEI) é um processo simples e rápido, realizado inteiramente pela internet.
Basta acessar o Portal do Empreendedor, preencher os dados necessários e, em poucos minutos, o CNPJ (Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica) estará disponível gratuitamente.
Isso facilita a entrada de muitos trabalhadores autônomos e pequenos empreendedores no mercado de trabalho formal, permitindo-lhes emitir notas fiscais e firmar contratos com maior credibilidade.
Uma das principais vantagens do MEI é o pagamento do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) a um custo significativamente mais baixo.
O DAS é a guia de pagamento mensal que engloba todos os tributos devidos pelo MEI, como Imposto sobre a Renda, PIS, Cofins, IPI e contribuição para a Seguridade Social.
O valor do DAS é fixo e atualizado anualmente, variando conforme o decreto anual.
Em 2026, o salário mínimo foi reajustado para R$ 1.621,00 (Decreto nº 12.797/2025). Como o valor mensal do MEI é calculado em porcentagem sobre o salário mínimo, a taxa foi reajustada e passa a ser:
Além disso, para contribuintes de ISS e ICMS, há uma taxa em reais a ser cobrada, sendo elas:
Esses valores são atualizados anualmente e cobrem todos os impostos federais, estaduais e municipais, o que torna a carga tributária do MEI consideravelmente acessível.
Veja também: Guia completo sobre o que é DAS MEI
O microempreendedor individual contribui para o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) e, com isso, garante acesso a diversos benefícios previdenciários, tais como:
Esses benefícios proporcionam uma rede de segurança para o microempreendedor e sua família, oferecendo suporte financeiro em momentos de necessidade.
A formalização como MEI permite a emissão de notas fiscais de forma simplificada, o que é essencial para a realização de negócios com outras empresas e para a participação em licitações públicas.
A emissão de notas fiscais pode ser feita através de um sistema municipal ou estadual, dependendo da localidade, e é um fator crucial para a profissionalização e crescimento do negócio.
Como uma empresa formalizada, o MEI tem acesso facilitado a diversas linhas de crédito e financiamentos de instituições que oferecem serviços financeiros.
Muitos bancos possuem programas específicos para microempreendedores, com condições diferenciadas e taxas de juros mais baixas, permitindo que o MEI invista em seu negócio, compre equipamentos ou amplie suas operações.
Veja também: Melhor maquininha de cartão para MEI
O MEI pode contratar um funcionário, simplificando a relação trabalhista.
O microempreendedor paga encargos trabalhistas reduzidos, além de proporcionar ao empregado acesso aos benefícios do INSS.
Essa possibilidade permite que o MEI expanda suas atividades e aumente sua capacidade de produção ou atendimento.
O MEI é isento de alguns impostos federais, como o Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ), PIS, Cofins, IPI e CSLL, o que reduz significativamente a carga tributária e facilita a administração financeira do negócio.
Veja também: Guia completo da Tabela do Simples Nacional com cálculos
Embora o regime do microempreendedor individual ofereça diversas vantagens e seja uma excelente opção para formalizar pequenos negócios no Brasil, ele também apresenta algumas desvantagens.
É importante que os empreendedores conheçam essas limitações para tomar decisões informadas sobre a melhor forma de estruturar e expandir seus negócios.
Confira:

O microempreendedor individual possui um limite de faturamento anual de R$ 81.000,00.
Esse valor, se dividido pelos 12 meses do ano, equivale a um faturamento médio de R$ 6.750,00 por mês.
Existe uma tolerância de 20% desse faturamento, ou seja, se você atingir R$ 97.200,00 anual, ainda pode continuar sendo MEI, mas será enquadrado em outro regime tributário e fará parte de outra categoria no ano seguinte.
Para empreendedores que têm potencial de crescimento rápido ou que esperam um volume de negócios superior a esse valor, o limite pode ser um obstáculo significativo.
Nem todas as atividades econômicas podem ser enquadradas no MEI.
Existem restrições específicas sobre quais profissões e negócios podem ser formalizados nessa categoria.
Você pode conferir todas elas no site do governo.
Profissões regulamentadas como médicos, advogados, engenheiros, arquitetos, contadores e programadores não podem ser MEI.
Isso limita a aplicação do regime e pode ser uma barreira para alguns empreendedores.
Você também pode se interessar por:
O MEI permite a contratação de apenas um funcionário, e essa limitação pode ser um problema para empreendedores que precisam de uma equipe maior para operar seu negócio.
Além disso, deve-se arcar com os encargos trabalhistas desse funcionário, o que pode se tornar um custo significativo dependendo da remuneração e dos benefícios oferecidos.
No regime do MEI, não há separação entre o patrimônio pessoal do empreendedor e o patrimônio da empresa.
Isso significa que, em caso de dívidas ou obrigações não cumpridas, os bens pessoais do empreendedor podem ser utilizados para quitar as pendências.
Essa característica aumenta o risco pessoal do empreendedor.
Embora o MEI tenha menos obrigações burocráticas do que outros regimes, ainda há a necessidade de manter a regularização constante.
Isso inclui o pagamento mensal do DAS, a realização da Declaração Anual de Faturamento (DASN-SIMEI) e a emissão de notas fiscais.
A falha em cumprir essas obrigações pode resultar em multas e perda dos benefícios.
O regime de microempreendedor individual é uma categoria de empresa criada pelo governo brasileiro com o intuito de formalizar os pequenos negócios e trabalhadores autônomos, oferecendo diversas vantagens que podem ser muito benéficas para quem deseja empreender de forma legalizada.
Leia mais: Como abrir um MEI?
Entretanto, nem todas as atividades econômicas são permitidas no MEI: existem profissões específicas que podem ser enquadradas nessa categoria.
Confira algumas dessas profissões, divididas em diferentes setores.
Se você decidiu encerrar suas atividades como microempreendedor individual, o cancelamento (baixa) do MEI pode ser feito gratuitamente pelo Portal do Empreendedor.
Antes de solicitar a baixa, é importante verificar se o DAS está em dia e se a DASN-SIMEI foi entregue. Mesmo com dívidas pendentes, é possível cancelar — os débitos são transferidos para o CPF do titular.
Após o cancelamento, o CNPJ é baixado definitivamente e os benefícios previdenciários mantêm a carência já acumulada.
Confira o passo a passo completo de como cancelar o MEI, incluindo checklist pré-baixa, custos e o que fazer com dívidas.
A conta PJ da InfinitePay é uma solução financeira inovadora e gratuita que oferece facilidade e praticidade para o seu negócio.
Gerenciar finanças de forma eficiente e moderna ficou mais fácil: com a proposta de simplificar o dia a dia financeiro dos seus clientes, a InfinitePay disponibiliza uma conta bancária digital que rende automaticamente a 100% do CDI e oferece Pix grátis e ilimitado e links de pagamento.
Além disso, pelo app da InfinitePay você pode consultar e pagar suas guias DAS MEI diretamente pelo celular — sem precisar acessar o portal do governo. É a única fintech que oferece essa funcionalidade integrada à conta digital.