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Se está na dúvida sobre como abrir um CNPJ, você veio ao lugar certo. 

Neste artigo, vamos descomplicar o processo de como abrir o seu, detalhando os passos essenciais, os documentos necessários e algumas dicas práticas para agilizar sua jornada empreendedora.

Como abrir um CNPJ? Passo a passo

De maneira geral, a abertura de um CNPJ segue alguns passos em comum para todo e qualquer tipo empresa. 

Em resumo, para abrir um CNPJ você deve seguir esses pontos:

  1. Defina seu tipo de empresa
  2. Identifique o CNAE das suas atividades econômicas
  3. Formalize adequadamente
  4. Escolha a natureza jurídica
  5. Selecione o regime tributário adequado
  6. Reúna os documentos necessários
  7. Registre seu negócio na Junta Comercial
  8. Obtenha o alvará da prefeitura
Infográfico com passos principais para abrir um CNPJ

Apesar disso, dependendo da natureza jurídica escolhida, podem existir algumas divergências durante esse processo.

A seguir, detalhamos cada parte deles.

1. Defina seu tipo de empresa

Antes de mais nada, você precisa decidir qual tipo de empresa você vai abrir. 

Escolher o modelo empresarial correto é crucial para alinhar seu negócio às suas metas de faturamento e operação. 

No Brasil, existem diferentes opções de estrutura jurídica:

  • Microempreendedor Individual (MEI): Voltado para empreendedores individuais com faturamento anual de até R$ 81 mil. É um modelo simplificado, com tributação reduzida e burocracia mínima.
  • Microempresa (ME): Para negócios que faturam entre R$ 81 mil e R$ 360 mil ao ano. Pode ter um ou mais sócios e permite maior flexibilidade na gestão.
  • Empresa de Pequeno Porte (EPP): Ideal para empresas com faturamento de até R$ 4,8 milhões por ano. Oferece as mesmas características da ME, mas com um teto de faturamento maior.
  • Sociedade Limitada (Ltda.): Composta por dois ou mais sócios, é uma das opções mais comuns para quem deseja dividir responsabilidades e lucros.
  • Empresário Individual (EI): Permite que uma pessoa física abra uma empresa em seu próprio nome, mas sem separação entre patrimônio pessoal e empresarial.
  • Sociedade Anônima (S/A): Indicada para grandes negócios, permite dividir o capital social em ações negociáveis.

Escolha o modelo que melhor se adequa ao seu plano de negócio e ao nível de responsabilidade desejado.

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2. Identifique o CNAE das suas atividades econômicas

A Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) é um sistema que classifica as atividades exercidas pelas empresas no Brasil e desempenha um papel fundamental no funcionamento de um negócio. 

Ele influencia diretamente o regime tributário aplicável, as licenças exigidas e as obrigações fiscais que a empresa deverá cumprir. 

Esse código é composto por dois tipos de classificações: a atividade principal, que representa a área de atuação predominante do negócio, e as atividades secundárias, que complementam a atividade principal e permitem ampliar o escopo de atuação da empresa. 

Ao definir esses códigos, é necessário consultar a lista de CNAEs disponíveis no site do IBGE e analisar cuidadosamente as descrições de cada atividade para garantir a escolha mais adequada às operações da empresa.

Se surgir alguma dúvida durante essa etapa, é recomendável buscar a orientação de um contador, que poderá ajudar a identificar o código mais apropriado com base no ramo de atuação. 

Além disso, é importante realizar uma consulta prévia de viabilidade junto à prefeitura local. 

Esse processo verifica se as atividades previstas podem ser exercidas no endereço escolhido para a empresa e evita conflitos com nomes empresariais já registrados, garantindo que o negócio esteja alinhado às normas municipais e federais.

3. Formalize adequadamente

Após identificar o CNAE, você conseguirá definir qual tipo de CNPJ é o mais adequado. No geral.

Para os empreendedores que pretendem se registrar como Microempreendedor Individual (MEI), o procedimento é simplificado e gratuito, podendo ser feito diretamente no Portal do Empreendedor, sem necessidade de intermediários. 

É um modelo que oferece benefícios como tributação reduzida, emissão de notas fiscais e acesso a direitos previdenciários, tornando-o ideal para pequenos negócios.

Já para empresas que não se enquadram no modelo de MEI, como as demais citadas anteriormente, o processo exige etapas adicionais, como a escolha da natureza jurídica.

A seguir, detalhamos melhor como ela funciona. 

4. Escolha a natureza jurídica

A natureza jurídica determina a relação da empresa com seus sócios, direitos, obrigações e responsabilidades legais. 

Desde 2021, com a extinção da modalidade EIRELI, a Sociedade Limitada Unipessoal (SLU) tornou-se uma das opções mais práticas para quem deseja operar sozinho, sem a necessidade de sócios. 

Este modelo permite que o capital social seja definido livremente, sem valor mínimo, e protege o patrimônio pessoal do empresário.

Outra possibilidade para quem deseja operar sem sócios é o Empresário Individual (EI), que simplifica o registro, mas não separa os bens pessoais dos bens empresariais, o que pode representar maiores riscos. 

Para quem busca operar em parceria, a Sociedade Limitada (Ltda.) é uma escolha popular, permitindo a divisão de responsabilidades e lucros entre dois ou mais sócios, sem exigência de capital mínimo inicial.

Entender qual modelo de formalização e natureza jurídica melhor atendem às suas necessidades é essencial para garantir que o negócio seja registrado corretamente e alinhado aos seus objetivos de gestão e operação.

5. Selecione o regime tributário adequado

Chegou a hora de definir como os impostos da empresa serão calculados e recolhidos.

Essa parte é bastante delicada, pois impacta diretamente a carga tributária, a forma de apuração de lucros e as obrigações acessórias da empresa. 

Por isso, é essencial analisar cuidadosamente as opções disponíveis e considerar o porte do negócio, a atividade principal e as expectativas de faturamento.

Confira as principais opções:

Simples Nacional

O Simples Nacional é um regime simplificado que reúne oito tributos federais, estaduais e municipais em uma única guia de pagamento (DAS). Ele foi criado para facilitar a gestão fiscal de microempresas (ME) e empresas de pequeno porte (EPP) com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões. A alíquota aplicada varia conforme a atividade da empresa e o faturamento acumulado nos últimos 12 meses, tornando-o uma opção prática e vantajosa para negócios menores.

Lucro Presumido

O Lucro Presumido é indicado para empresas com faturamento anual de até R$ 78 milhões que possuem uma margem de lucro previsível. A Receita Federal presume um percentual de lucro baseado no setor de atuação (comércio, serviços, etc.), e os impostos são calculados sobre esse valor, independentemente do lucro real obtido. Essa modalidade pode ser vantajosa para empresas com custos operacionais reduzidos e alta margem de lucro.

Lucro Real

No Lucro Real, os impostos são calculados com base no lucro líquido efetivamente apurado pela empresa após todas as deduções permitidas (despesas, custos e outros). Este regime é obrigatório para negócios com faturamento anual superior a R$ 78 milhões e para empresas de setores específicos, como instituições financeiras. Ele é indicado para empresas com margens de lucro variáveis ou baixos lucros, pois permite reduzir a base tributável utilizando deduções legais.

Para escolher, leve em conta fatores como: 

  • Faturamento estimado: Regimes como o Simples Nacional possuem limites específicos de receita.
  • Margem de lucro: Empresas com margens de lucro altas podem se beneficiar do Lucro Presumido, enquanto aquelas com margens variáveis podem preferir o Lucro Real.
  • Tipo de atividade: Algumas atividades não são permitidas no Simples Nacional, sendo necessário optar por outro regime.
  • Custos operacionais: Avaliar despesas e custos fixos ajuda a determinar qual regime resulta em menor carga tributária.

6. Reúna os documentos necessários

om as etapas anteriores concluídas, é hora de reunir os documentos necessários para formalizar sua empresa. 

A documentação pode variar de acordo com o tipo de empresa e a natureza jurídica escolhida, mas geralmente inclui:

Documentos:

  • RG, CPF e comprovante de residência dos sócios
  • Certidão de nascimento ou casamento dos sócios
  • Comprovante de endereço da empresa (contrato de aluguel, escritura do imóvel ou IPTU)
  • Consulta de viabilidade de nome empresarial
  • Contrato social (para Ltda. ou SLU)
  • Requerimento de Empresário Individual (para EI)
  • Declaração de Cadastramento do MEI (para MEI)

Outros documentos podem ser solicitados em situações específicas. 

Caso você não possa abrir a empresa pessoalmente, será necessária uma procuração devidamente assinada. 

Além disso, algumas atividades exigem licenças específicas, como o alvará de funcionamento emitido pela prefeitura municipal, ou licenças ambientais, no caso de empresas que impactem o meio ambiente, como indústrias ou construções. 

Certidões negativas também podem ser requisitadas, como aquelas referentes a débitos da Receita Federal, do INSS, do FGTS e do Tribunal de Justiça, garantindo que a empresa está regularizada junto aos órgãos competentes.

7. Registre seu negócio na Junta Comercial

O registro na Junta Comercial é obrigatório para empresas que não se encaixam no MEI. 

Ele pode ser feito de forma online ou presencial, dependendo do estado em que a empresa será aberta. 

Confira abaixo os passos para cada opção.

Registro Online

  • Acesse o site da Junta Comercial do seu estado: Procure a seção de abertura de empresas.
  • Preencha os formulários: Insira informações sobre o tipo de empresa, sócios e atividades que ela exercerá.
  • Envie os documentos digitalizados: Inclua RG, CPF, comprovante de endereço, contrato social (se aplicável) e certidão de casamento (se necessário).
  • Pague as taxas: Gere e quite a guia de pagamento emitida no sistema.
  • Assine digitalmente: Utilize um certificado digital para validar o envio do processo.
  • Aguarde a análise: A Junta Comercial revisará os dados. Com a aprovação, você receberá o NIRE (Número de Identificação do Registro de Empresa) e o CNPJ.

Registro Presencial

  • Vá até a Junta Comercial do seu estado: Consulte no site local se é necessário agendar atendimento.
  • Preencha o formulário no local: Inclua informações sobre nome, endereço e atividade da empresa.
  • Leve os documentos: RG, CPF, comprovante de endereço, contrato social e outros, conforme exigido.
  • Pague as taxas: Receba a guia de pagamento, vá até um banco ou lotérica e realize o pagamento.
  • Entregue os documentos: Apresente o formulário preenchido, os documentos e o comprovante de pagamento.
  • Espere a aprovação: Após análise, você receberá o NIRE e poderá seguir com a obtenção do CNPJ.

8. Obtenha o alvará da prefeitura

Com o CNPJ da sua empresa em mãos, você precisará se inscrever na prefeitura do seu município para obter o Alvará de Funcionamento.

Esse documento é a autorização necessária, emitida pela prefeitura, para operar em um local físico e pode exigir inspeções no local.

Veja o passo a passo:

  1. Acesse o site da prefeitura do seu município.
  2. Preencha o formulário de solicitação com informações sobre a empresa e suas atividades.
  3. Envie os documentos requisitados, como CNPJ, contrato social e laudos técnicos (se aplicável).
  4. Pague a taxa de emissão e aguarde a análise.

Após aprovação, o alvará será emitido, permitindo que sua empresa comece a operar legalmente.

Como abrir um CNPJ MEI gratuitamente?

Para abrir um CNPJ MEI grátis, cadastre-se como MEI no Portal do Empreendedor

Insira informações como nome fantasia, atividades e endereço, e emita o Comprovante de Condição de Microempreendedor Individual (CCMEI). O processo é online, rápido e gratuito, ideal para regularizar pequenos negócios.

Assuntos relacionados: 

É obrigatório contratar um contador para abrir CNPJ?

Não é obrigatório contratar um contador para abrir um CNPJ, mas muitas pessoas optam por fazê-lo devido à complexidade do processo. 

A abertura de um CNPJ pode ser realizada pelo próprio empreendedor através do Portal do Empreendedor ou do Portal da Redesim, que são sistemas integrados para a formalização de empresas no Brasil.

Vantagens de abrir CNPJ

Abrir um CNPJ oferece benefícios diversos benefícios, como:

Infográfico com as 6 principais vantagens de abrir um CNPJ

Formalização

Ter um CNPJ significa poder operar de forma legal, assegurando a conformidade com as leis fiscais e trabalhistas. 

Isso melhora a credibilidade da sua empresa perante clientes, fornecedores e parceiros, além de possibilitar um planejamento tributário mais eficiente. 

A formalização também ajuda a evitar problemas com fiscalizações e cria uma imagem mais sólida no mercado.

Recolhimento adequado de impostos

Formalizar-se facilita o cálculo e pagamento correto dos impostos, reduzindo o risco de multas e juros por atrasos ou erros. 

Dependendo do porte e da atividade, você pode se enquadrar em regimes tributários como o Simples Nacional, que simplifica a gestão financeira e pode gerar economia significativa.

Emissão de notas fiscais

Emitir notas fiscais é essencial para transações comerciais, especialmente quando você negocia com outras empresas. 

Além de garantir mais transparência nas operações, isso ajuda na contabilidade e aumenta suas chances de fechar negócios importantes, conquistando mais clientes e parcerias.

Negociações e licitações

A participação em licitações públicas é exclusiva para empresas formalizadas com CNPJ. Isso abre possibilidades de contratos com órgãos governamentais e negociações de grande escala, como vendas corporativas e parcerias estratégicas. 

Para quem deseja ampliar o alcance e a relevância do negócio, é uma vantagem fundamental.

Contribuição para a Previdência Social

Ao formalizar seu negócio, você pode contribuir para a Previdência Social e garantir direitos como aposentadoria, auxílio-doença e licença-maternidade. 

Esses benefícios também se aplicam aos seus funcionários, promovendo mais segurança e estabilidade para todos.

Diversidade de meios de pagamento

Com o CNPJ, você amplia as formas de receber seus pagamentos, incluindo cartões de crédito e débito, boletos bancários e pagamentos online.

Oferecer múltiplas opções de pagamento, melhora a experiência dos seus clientes, aumenta as chances de fechar vendas e ajuda a impulsionar seu faturamento. 

Por exemplo, a InfinitePay oferece taxas até 50% menores que a concorrência, além de empréstimos sem burocracia, facilitando o acesso a capital para quem está começando.

Essas condições são especialmente vantajosas para novos empreendedores, pois reduzem custos operacionais e ampliam as opções de pagamento para os clientes, aumentando as chances de sucesso nas vendas.

Faça a gestão do seu negócio com a InfinitePay

A InfinitePay é uma excelente escolha para empreendedores que buscam uma Conta PJ gratuita, especialmente voltada para microempreendedores individuais (MEIs) e pequenas e médias empresas. 

Ela oferece:

  • Recebimento rápido: Receba o valor total na hora ou no máximo em 1 dia útil.
  • Acesso a crédito simplificado: Empréstimos direto pelo app, sem burocracia.
  • Maquininha grátis: transforme seu celular em maquininha de celular direto no app
  • Vendas online facilitadas: Crie links de pagamento e ofereça parcelamento em até 12x.
  • Taxas competitivas: Pix taxa 0%, débito a partir de 0,75%, crédito à vista por 2,69% e parcelamento em 12x a partir de 8,99%.

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Seu negócio

Com a facilidade de acesso à internet e a crescente adesão ao uso de dispositivos móveis, as compras online se tornaram uma opção cada vez mais comum e conveniente para muitos consumidores. Para os empreendedores, o e-commerce pode ser uma excelente oportunidade de negócio, mas é preciso planejamento e estratégia para iniciar um negócio de sucesso. Para que você possa entrar nesse mercado de forma estratégica e assertiva, separamos as seguintes dicas:

Escolha o nicho de mercado

A primeira etapa é definir qual será o foco do seu negócio. Identifique um nicho de mercado com potencial de crescimento e que você tenha interesse e conhecimento.

  • Conheça seus interesses e habilidade, por isso pense nas coisas que você gosta de fazer e nas habilidades que possui. Procure identificar quais dessas habilidades podem ser usadas para oferecer produtos ou serviços que possam ser vendidos online.
  • Faça uma pesquisa de mercado e entenda quais são as demandas do mercado e o que as pessoas estão buscando na internet. Isso pode ser feito por meio de pesquisas de palavras-chave, análise de concorrentes e avaliação de tendências de consumo.
  • Considere o potencial de lucro, veja se existem oportunidades de venda em grande escala, ou se o nicho é muito específico e limitado.
  • Pense no longo prazo e escolha um nicho que possa ser sustentável por um bom período. Analise se ele tem a capacidade de se adaptar às mudanças do mercado e se ainda terá relevância no futuro.

Estude a concorrência

Pesquise seus concorrentes diretos e indiretos para entender como eles estão trabalhando, quais são os seus pontos fortes e fracos e como você pode se diferenciar.

Escolha a plataforma de ecommerce

Existem diversas plataformas de ecommerce no mercado, como Shopify, Magento, WooCommerce, entre outras. Escolher a plataforma de e-commerce certa pode ser uma tarefa desafiadora para qualquer empreendedor. Como cada uma possui suas próprias vantagens e desvantagens, para te ajudar a escolher a plataforma ideal para o seu negócio, aqui estão algumas dicas:

  • Antes de escolher uma plataforma, é importante entender quais recursos são essenciais para o seu negócio. Faça uma lista de funcionalidades necessárias, como integrações de pagamento, gerenciamento de estoque e suporte a vários idiomas.
  • O custo é um fator importante a ser considerado ao escolher uma plataforma de e-commerce. Algumas plataformas cobram uma taxa mensal fixa, enquanto outras cobram uma porcentagem das vendas. Considere o seu orçamento e escolha uma plataforma que ofereça uma boa relação custo-benefício.
  • A plataforma deve ser fácil de usar e configurar. Verifique se a plataforma oferece tutoriais, suporte técnico e uma comunidade ativa de usuários.
  • A plataforma escolhida deve ser capaz de crescer junto com o seu negócio. Verifique se a plataforma oferece recursos para escalabilidade, como armazenamento e largura de banda adicionais.
  • A segurança é um fator importante para qualquer negócio online. Certifique-se de escolher uma plataforma que ofereça recursos de segurança, como certificados SSL e backups regulares.

Crie sua loja virtual

Com a plataforma escolhida, é hora de criar a sua loja virtual. Invista em um design atraente e intuitivo, que facilite a navegação e a compra dos seus clientes. Por isso, recomendamos esses 3 livros:

  • E-commerce na prática: Estratégias de sucesso para quem está começando de Tiago Tessmann: Esse é um guia super prático para quem está começando um negócio de comércio eletrônico e quer aprender a planejar, executar e gerenciar uma loja virtual. Ele aborda tópicos como escolha da plataforma, definição do mix de produtos, logística, atendimento ao cliente, marketing digital e muito mais.
  • Os 8Ps do Marketing Digital: O guia estratégico de Marketing Digital de Conrado Adolpho: Sendo uma referência para quem quer se destacar no mercado digital, traz uma metodologia completa para a criação e implementação de estratégias de marketing digital. Ele aborda desde conceitos básicos até táticas avançadas de marketing, com foco em resultados e retorno sobre investimento.
  • A Bíblia do E-commerce: Como Vender na Internet com Lucro de Marcos Hashimoto: Outro guia muito completo para quem quer criar uma loja virtual de sucesso. Ele aborda desde a escolha da plataforma até a gestão de estoque, marketing digital e atendimento ao cliente. Além disso, traz cases de sucesso e dicas práticas para quem está começando ou quer aprimorar sua estratégia de e-commerce.

Analise os resultados

Monitore constantemente as métricas do seu negócio, como faturamento, conversão, ticket médio, entre outras. Faça ajustes e melhorias sempre que necessário.

Confira abaixo um passo a passo para fazer o fluxo de caixa:

  1. Registre todas as entradas de dinheiro: Isso inclui vendas realizadas, pagamentos de clientes, empréstimos e outros recebimentos.
  2. Registre todas as saídas de dinheiro: Isso inclui pagamentos de fornecedores, despesas de aluguel, salários dos funcionários, impostos, entre outros.
  3. Classifique as entradas e saídas por categorias: É importante classificar as entradas e saídas em categorias, como vendas, despesas operacionais, custos de produção, entre outras.
  4. Verifique o saldo final: Após registrar todas as entradas e saídas, verifique o saldo final. Se houver mais entradas do que saídas, significa que a empresa está com um saldo positivo, enquanto um saldo negativo indica que a empresa está gastando mais do que está recebendo.
  5. Analise os resultados: Com o fluxo de caixa em mãos, é possível analisar os resultados e identificar os períodos em que a empresa teve mais lucro, bem como aqueles em que houve mais gastos. Essa análise pode ajudar na tomada de decisões financeiras, como a redução de despesas ou o aumento das vendas.

Defina as formas de pagamento

Ofereça diversas opções de pagamento, como cartão de crédito, boleto bancário, transferência bancária, entre outras.

Faça a divulgação em peso

A divulgação é fundamental para o sucesso do seu negócio de e-commerce. Invista em estratégias de marketing digital, como SEO, mídias sociais, e-mail marketing, entre outras.

  • Utilize as redes sociais: as redes sociais são um canal importante para divulgar o seu negócio e alcançar o seu público-alvo. Certifique-se de ter perfis nas principais plataformas, como Facebook, Instagram, Twitter e LinkedIn. Crie conteúdo relevante e compartilhe regularmente para manter seus seguidores engajados.
  • Invista em publicidade online: a publicidade online é uma forma eficaz de alcançar novos clientes e aumentar a visibilidade do seu negócio. Considere investir em anúncios em redes sociais, como o Facebook Ads e o Instagram Ads, ou em plataformas de publicidade, como o Google Ads.
  • Crie uma estratégia de email marketing: o email marketing ainda é uma forma eficaz de se comunicar com clientes e potenciais clientes. Crie uma lista de email e envie regularmente newsletters com informações relevantes sobre o seu negócio, produtos e promoções.

Não deixe de lado caso a plataforma não ofereça esses serviços

  • Invista em logística: A logística é um dos principais desafios do ecommerce. Planeje bem a gestão de estoque, embalagem, transporte e entrega para garantir a satisfação dos seus clientes.

E claro, mantenha seu negócio atualizado

O mundo do e-commerce está em constante evolução. Mantenha-se atualizado sobre as tendências, tecnologias e melhores práticas do mercado.

Seu negócio

Você deu um passo importante para o seu negócio crescer: você comprou uma maquininha de cartão! E escolheu a InfinitePay para te ajudar a crescer. E agora?! O que você pode fazer para vender mais com a sua maquininha?

Para garantir que seu negócio continue vendendo cada vez mais, preparamos um artigo completo com estratégias de vendas e de organização financeira para que você aumente seu lucro todos os meses.

Você aprenderá dicas valiosas que empreendedores e lojistas de todo o Brasil usam para atrair mais clientes, aumentar a margem de lucro, gerenciar o fluxo de caixa e acelerar o faturamento de forma simples, usando algumas das soluções gratuitas da InfinitePay (que você tem acesso completo ao comprar sua maquininha).

Vamos lá?!

Como vender mais com maquininha de cartão?

A maquininha de cartão, por si só, já é um atributo favorável que vai te ajudar a vender mais: agora, você consegue parcelar suas vendas em até 12 vezes – uma vantagem e tanta para os seus clientes. Mas existem outras formas de vender mais com a sua maquininha e, abaixo, listamos algumas delas:

1. Planeje ações de vendas com antecedência

Não importa qual é seu ramo de atuação: ao longo do ano, existem dezenas de datas comemorativas que você pode explorar para vender mais – como páscoa, dia das mães, Dia dos Namorados, dia dos pais, dia das crianças, Natal…

O ideal é que você comece a planejar suas ofertas e ações promocionais com antecedência. Para fazer o planejamento da melhor forma, aconselhamos que você faça uma previsão de demanda.

Analise seu histórico de vendas e identifique os produtos mais vendidos, especialmente em épocas comemorativas. Isso auxiliará na tomada de decisão sobre quais itens devem ser repostos com mais urgência e em maior quantidade.

Precificar adequadamente é crucial para posicionar seu negócio e garantir uma boa margem de lucro. Preparamos um vídeo que pode te ajudar com isso. Confira abaixo:

As datas comemorativas são ótimas para testar novos produtos e novas estratégias de vendas porque você consegue ver a aceitação do seu público de forma mais rápida, então é importante que você se atente às tendências que podem te ajudar a atrair mais clientes.

2. Faça vendas online pelo WhatsApp ou pelas redes sociais

O comércio online movimentou mais de R$ 187 bilhões em 2023 e esse número continua crescendo todos os anos. Por isso, se você não quer deixar dinheiro na mesa, é importante que seu negócio tenha algum tipo de presença digital.

Mas não se preocupe: você não precisa de um site profissional para fazer vendas online. Vender pela internet e pelas redes sociais é mais simples do que você imagina.

Existem algumas plataformas de e-commerce fáceis de mexer que você pode usar para criar sua loja online, mas você também pode simplesmente criar um perfil na sua rede social preferida e começar a divulgar seus produtos.

Com o link de pagamento da InfinitePay você consegue fazer vendas seguras para qualquer lugar do Brasil.

Basta gerar o link pelo aplicativo ou pelo site da InfinitePay com o valor total da venda e compartilhar com o seu cliente. Depois, ele escolhe em quantas parcelas quer pagar e o dinheiro cai na sua conta em 1 dia útil.

3. Ofereça condições especiais de pagamento

Sabia que os brasileiros preferem pagar pelos presentes no crédito parcelado? Com a InfinitePay, você não perde oportunidades e nem margem de lucro – já que você pode parcelar suas vendas em até 12x com as melhores taxas do mercado.

Por isso, aconselhamos que você pense na possibilidade de oferecer descontos e condições especiais de parcelamento para incentivar as compras em datas comemorativas, destacando essas vantagens em suas campanhas promocionais.

Você pode, também, oferecer desconto em pagamentos pelo Pix – lembrando que a InfinitePay oferece Pix com taxa zero para todos os clientes. Se a venda for física, indicamos que você use o QR Code integrado à maquininha. Assim, o seu cliente pode levar o comprovante da venda por Pix para casa.

4. Faça entrega

Que tal fazer a venda dos seus produtos onde o seu cliente estiver? Fazer entrega dos seus clientes é um ótimo diferencial e pode ser o fator decisivo para um cliente escolher comprar na sua loja. E não se preocupe com o pagamento na hora da entrega: com a InfinitePay, você não precisa enviar sua maquininha de cartão com o responsável pela entrega.

Basta instalar o aplicativo da InfinitePay no celular do seu colaborador e ativar o Modo Vendedor. Assim, ele consegue usar o InfiniteTap para realizar vendas por aproximação usando somente o celular – sim, o InfiniteTap transforma o celular em maquininha de cartão.

Essa função é 100% segura, tanto para você quanto para o seu cliente. Seu colaborador não conseguirá acessar nenhum dado da sua conta e seu cliente não precisará compartilhar nenhum número do cartão. É praticidade e segurança para todos!

Veja como o Modo Vendedor funciona:

5. Aposte no pós-venda e fidelização

Investir em um atendimento de qualidade no pós-venda é fundamental para fidelizar seus clientes e garantir que eles voltem a comprar em sua loja. Um estudo recente da Harvard Business Review aponta que aumentar a retenção de clientes em apenas 5% pode resultar em um aumento de lucros de 25% a 95% (Reichheld, 2020).

Dessa forma, o pós-venda se torna um fator crucial para o sucesso do seu negócio, pois é nesse momento que você tem a oportunidade de estabelecer um relacionamento duradouro com seu cliente, garantindo que ele retorne à sua loja em outras ocasiões.

Algumas estratégias de pós-venda eficientes incluem:

  • Registrar contato: cadastre seu cliente com informações básicas (e-mail, WhatsApp) para manter o contato com ele depois da venda. Vale usar sistemas de CRM para organizar os dados ou mesmo uma planilha.
  • Oferecer suporte para dúvidas, sugestões ou reclamações: aproveite as datas comemorativas para agradecer pela confiança e parabenizar a pessoa presenteada. É uma oportunidade para abrir espaço para receber dúvidas ou mesmo resolver problemas que possam acontecer com a compra.  
  • Faça promoções e descontos: encaminhe ofertas exclusivas e descontos personalizados para fidelizar e estimular novas compras no futuro, sempre cuidando para oferecer produtos pertinentes para o seu cliente.

Como aumentar seu lucro?

Para lucrar mais, não basta vender mais, mas também vender melhor. O aplicativo completo da InfinitePay permite gerenciar vendas e gastos de forma simples e eficiente em tempo real, evitando a necessidade de colecionar contas em banco e otimizando a gestão do seu negócio.

Confira: Baixe aqui nossa planilha de precificação!

Veja algumas das vantagens que vão te ajudar a aumentar seu lucro:

1. Receba seu dinheiro em 6 segundos

Ative e desative o InfiniteNitro para receber suas vendas em 6 segundos, inclusive nos finais de semana e feriados.

2. Ganhe 1,5% de cashback movimentando seu saldo

Use o cartão virtual inteligente da InfinitePay e recupere até 65% das taxas ao movimentar sua conta.

3. Acabe com a inadimplência de forma prática

A gestão de cobrança da InfinitePay trabalha para você. Cadastre seus clientes e eles receberão cobranças automáticas simplificando o processo de cobrança e diminuindo da inadimplência do negócio.

4. Aumente seu fluxo de caixa

Use o empréstimo inteligente para ter crédito ágil e prático. Você contrata o empréstimo em poucos cliques e paga com parte das suas vendas.

5. Acompanhe suas receitas e despesas em tempo real

Receba, pague contas e faça a gestão de todo seu dinheiro na sua conta inteligente da InfinitePay.

Com a ajuda dos produtos e serviços da InfinitePay, você estará sempre amparado para multiplicar seu lucro e acelerar o sucesso do seu negócio. Use nossas ferramentas, siga nossas estratégias e veja sua empresa crescer no mercado.

Finanças

Trabalhar muito e ver pouco lucro no final do mês é sinal de gestão financeira frágil. Quando entradas, despesas e retiradas pessoais se misturam, fica difícil saber o que o negócio realmente ganha.

Reunimos 7 práticas para colocar as finanças sob controle: separar contas, mapear custos, montar orçamento, projetar fluxo de caixa, cuidar do estoque e acompanhar indicadores. Siga as dicas abaixo e ajuste o que fizer sentido para o seu negócio.

Saiba mais:Ponto de equilíbrio contábil: o que é e como calcular

Dicas para uma gestão financeira eficiente:

1. Separe suas finanças pessoais das finanças do seu negócio

Abra uma conta bancária exclusiva para o CNPJ e pague seu pró-labore fixo dela, uma vez por mês. Assim você sabe quanto o negócio ganha e evita retiradas no débito errado.

Registre cada entrada e saída da conta empresarial. Na InfinitePay, vendas por Pix, maquininha e InfiniteTap aparecem em Suas vendas, com relatórios em PDF ou CSV pelo app ou pela web.

2. Analise suas despesas e encontre maneiras de reduzir custos.

Liste todas as despesas e divida em fixas (aluguel, folha) e variáveis (matéria-prima, comissões). O corte começa pelos itens que não geram receita direta.

Revise o extrato mensalmente. Gastos pequenos que se repetem todo mês costumam pesar mais do que parecem. Corte ou renegocie antes de reduzir qualidade do produto ou do serviço.

3. Estabeleça um orçamento realista para o seu negócio

Some as receitas previstas do mês, subtraia despesas fixas e variáveis e defina uma meta de lucro. O que sobra vai para reinvestimento, pró-labore e fundo de emergência.

Ajuste o orçamento quando vendas caem ou sobem. Compare realizado x previsto toda semana para corrigir rota antes do mês fechar.

Leia mais: Modelo de orçamento: como fazer um orçamento simples e eficaz

4. Faça especulações de fluxo de caixa para os próximos meses

Projete entradas e saídas mês a mês pelos próximos 90 dias. Lucro no papel não garante caixa: parcelas entram depois, fornecedores cobram antes e impostos têm datas fixas.

Simule queda de vendas e atraso de recebíveis. Se o saldo ficar negativo, corte despesas ou reforce a reserva antes do problema chegar.

Monte um fundo de emergência com 1 a 3 meses de custos fixos. Atualize a projeção toda semana com o que entrou e saiu de fato.

5. Gerencie o estoque com cuidado, evitando excessos ou faltas

Registre cada entrada e saída de produto. Estoque parado prende capital; falta de item perde venda.

Use histórico de vendas para calcular ponto de reposição. Para negócios com validade, priorize giro FIFO (primeiro a entrar, primeiro a sair).

Nas compras de estoque, o Cartão Virtual da InfinitePay devolve 1,5% de cashback em compras no crédito, até R$ 20 mil a cada 30 dias.

6. Monitore constantemente o desempenho financeiro do seu negócio e faça ajustes conforme necessário.

Acompanhe lucro bruto, margem líquida, fluxo de caixa e retorno sobre investimento todo mês. Compare com o mês anterior e com a meta do orçamento.

Baixe relatórios de vendas pelo app InfinitePay ou pelo painel web. Se um indicador piora duas semanas seguidas, investigue a causa antes de esperar o fechamento mensal.

7. Faça uma análise de fluxo de caixa

Separe operacional (vendas e custos do dia a dia), investimento (equipamentos, reformas) e financiamento (empréstimos, parcelas). Cada bloco responde por uma pergunta: o negócio se paga sozinho?

Concilie o extrato bancário com lançamentos toda semana. Divergência entre saldo real e planilha é sinal de cobrança esquecida, taxa não registrada ou erro de lançamento.

Conheça a Gestão de Cobrança da InfinitePay

Com o ecossistema oferecido pela InfinitePay, você centraliza vendas e recebimentos em uma conta digital. Pix, maquininha e InfiniteTap aparecem em um só painel, com relatórios de vendas em PDF ou CSV.

A Gestão de Cobrança da InfinitePay simplifica e automatiza as cobranças do seu negócio. Com ela, você envia cobranças por Pix ou cartão de crédito em poucos cliques. Cadastre clientes, programe cobranças recorrentes e acompanhe o status de cada cobrança pelo app ou pela web.

Você também tem controle total sobre as vendas do seu negócio, diretamente na sua conta via web, construída de forma intuitiva e fácil de usar. Visualize, em tempo real, cada transação realizada, acompanhe seu faturamento, e tenha acesso a relatórios detalhados que podem ser customizados de acordo com suas necessidades. Além disso, todas as vendas, seja por Pix, InfiniteTap ou maquininha, são integradas em um só lugar, facilitando a organização e gestão dos seus recebimentos.

O painel de controle da InfinitePay reúne vendas, recebimentos e relatórios para acompanhar o desempenho do negócio em um só lugar.

Seu negócio

Saber como escolher a melhor maquininha de cartão ajuda a garantir mais praticidade no dia a dia do seu negócio e aumentar suas vendas. 

Afinal, os clientes preferem pagar com cartões de crédito, débito e até mesmo Pix, e não aceitar esses meios pode significar perda de oportunidades.

Além das taxas, é importante considerar funcionalidades como mobilidade, integração com outros sistemas e aceitação de diferentes bandeiras. 

Neste guia, você aprenderá como avaliar os principais fatores antes de escolher sua maquininha e quais são os diferentes modelos disponíveis no mercado.

Como escolher a melhor maquininha de cartão em 5 etapas

A seguir, você confere tudo o que você precisa saber antes de escolher a melhor maquininha de cartão para o seu negócio.

Veja também:

1. Entenda suas necessidades

O primeiro passo para escolher a melhor maquininha de cartão é avaliar as necessidades do seu negócio. Pergunte-se:

  • Seu atendimento é fixo ou móvel? Se você faz entregas ou vendas externas, um modelo portátil com conexão estável pode ser a melhor opção.
  • Você precisa imprimir comprovantes? Alguns clientes preferem o recibo impresso, mas muitos já aceitam a versão digital enviada por SMS ou e-mail.
  • Qual é o volume médio de vendas? Dependendo do número de transações, algumas maquininhas podem ser mais vantajosas por oferecer taxas mais competitivas.

Ao entender essas demandas, você evita investir em um modelo que não atende bem suas operações diárias.

2. Compare taxas e tarifas

As taxas cobradas pelas maquininhas variam conforme a operadora e a modalidade da venda. 

Os principais custos que você deve analisar incluem:

  • Taxa no débito: percentual descontado para pagamentos à vista.
  • Taxa no crédito à vista: valor cobrado em transações no crédito.
  • Taxa no crédito parcelado: percentual aplicado em compras parceladas, que pode aumentar conforme o número de parcelas.
  • Taxa de antecipação: cobrada caso você queira receber o valor das vendas antes do prazo padrão.

Além disso, algumas maquininhas cobram mensalidade ou aluguel, enquanto outras podem ser adquiridas com pagamento único. 

Avalie o custo-benefício e escolha a opção que mais se encaixa no seu orçamento.

3. Se atente as funcionalidades

Além das taxas, é fundamental analisar as funcionalidades da maquininha, pois elas impactam diretamente a praticidade e a eficiência das vendas. 

Um dos pontos mais importantes é a conexão estável, que pode ser via Wi-Fi, 3G ou 4G, garantindo que as transações sejam processadas rapidamente sem interrupções. 

Para quem trabalha fora do estabelecimento, a duração da bateria também faz diferença, especialmente para entregadores e profissionais autônomos que não têm acesso constante a um carregador. 

Outra funcionalidade relevante é o pagamento por aproximação (NFC), que permite transações mais rápidas e seguras, sem a necessidade de inserir o cartão na máquina. 

Além disso, algumas maquininhas oferecem integração com sistemas de gestão, facilitando a automação de vendas e o controle financeiro do negócio. 

Avaliar esses recursos ajuda a escolher um modelo que atenda melhor às suas operações diárias e proporcione uma experiência mais fluida para seus clientes.

4. Verifique os meios de pagamento aceitos

Garantir que sua maquininha aceite diversos meios de pagamento é essencial para não perder vendas. 

Atualmente, os clientes utilizam diferentes formas para pagar suas compras, e limitar essas opções pode afetar seu faturamento. 

Além dos cartões de crédito e débito, verifique se a maquininha oferece suporte para:

  • Pix e QR Code: formas de pagamento que crescem rapidamente e são práticas tanto para clientes quanto para lojistas.
  • Carteiras digitais: como Google Pay, Apple Pay e Samsung Pay, que permitem pagamentos via smartphone.
  • Cartões de benefícios: caso seu negócio atenda o setor alimentício, é importante aceitar vale-refeição e vale-alimentação (Alelo, Sodexo, VR e Ticket).

Quanto mais opções sua maquininha oferecer, mais clientes você poderá atender, tornando seu negócio mais acessível e conveniente.

5. Confira quais bandeiras são aceitas

Outro fator essencial ao escolher sua maquininha é conferir quais bandeiras de cartão são compatíveis com ela

Algumas das principais bandeiras do mercado são Visa, Mastercard, Elo, American Express e Hipercard

No entanto, dependendo do segmento do seu negócio, pode ser necessário aceitar cartões específicos, como os de benefícios (Alelo, Sodexo, VR e Ticket). 

O ideal é escolher um modelo que cubra a maior quantidade possível de bandeiras para evitar recusas e garantir que seus clientes tenham liberdade na hora do pagamento.

Artigos relacionados:

Quais os tipos de maquininha de cartão?

Existem diferentes tipos de maquininhas de cartão disponíveis no mercado, cada uma com características específicas para atender a diferentes perfis de negócios. 

Conhecer essas opções é essencial para escolher a que melhor se adapta às suas necessidades.

Ponto de Venda (POS)

O modelo POS (Point of Sale) é amplamente utilizado em estabelecimentos físicos, como lojas, restaurantes e mercados, por oferecer um sistema completo de pagamentos.

A Maquininha Smart InfinitePay é uma opção moderna que combina tecnologia avançada e facilidade de uso. Suas principais características incluem:

  • Tela touchscreen: interface intuitiva para um atendimento mais ágil.
  • Conexão Wi-Fi e 4G: garantindo transações rápidas e seguras sem depender de cabos.
  • Comprovante impresso e digital: permite enviar recibos por SMS ou e-mail.
  • Aceitação de diversas formas de pagamento: incluindo crédito, débito, Pix, QR Code e carteiras digitais.

A Maquininha Smart InfinitePay é ideal para negócios que buscam eficiência no atendimento e um sistema ágil para processar pagamentos. 

Além disso, oferece taxas competitivas, sendo até 50% menores do que na concorrência, e um fluxo de recebimento otimizado, permitindo que empreendedores maximizem seus lucros.

Mini Ponto de Venda Externo (mPOS)

A mPOS é uma versão mais compacta e portátil da maquininha tradicional, ideal para quem precisa de mobilidade. 

Esse modelo se conecta a um smartphone ou tablet via Bluetooth e utiliza o plano de dados do aparelho para processar as transações. Suas vantagens incluem:

  • Baixo custo de aquisição.
  • Facilidade para levar a qualquer lugar.
  • Conexão via celular, sem necessidade de Wi-Fi.

É uma excelente opção para entregadores, autônomos e pequenos negócios que realizam vendas fora de um estabelecimento físico.

Maquininha no celular (Tap to Pay)

A tecnologia vem transformando os meios de pagamento, e uma das soluções mais inovadoras é a maquininha no celular. 

Esse modelo permite que o próprio smartphone funcione como uma maquininha de cartão, sem a necessidade de um equipamento adicional. 

Com o InfiniteTap, da InfinitePay, você pode transformar seu smartphone em uma maquininha de cartão, sem a necessidade de comprar ou alugar um equipamento adicional. Essa solução oferece:

  • Mobilidade total: ideal para autônomos, prestadores de serviço e pequenos negócios que realizam vendas em qualquer lugar.
  • Pagamento por aproximação (NFC): aceita cartões de crédito e débito, além de carteiras digitais como Apple Pay e Google Pay.
  • Sem custo de aquisição: basta baixar o app da InfinitePay e ativar o InfiniteTap para começar a aceitar pagamentos.
  • Segurança garantida: as transações são protegidas por criptografia e seguem as normas de segurança do Banco Central.

Essa solução é perfeita para quem quer evitar custos com equipamentos e ainda garantir praticidade nas transações.

Transferência Eletrônica de Fundos (TEF)

A TEF é um sistema integrado ao caixa da empresa, permitindo a automação das vendas. Esse tipo de maquininha é indicado para negócios que realizam um alto volume de transações, pois oferece:

  • Integração com sistemas de gestão e emissão de notas fiscais.
  • Pagamento diretamente vinculado ao controle de estoque.
  • Redução de erros operacionais e agilidade no atendimento.

Por exigir conexão direta com um computador e internet, o TEF é mais utilizado em supermercados, farmácias e grandes varejistas que precisam de um sistema completo de pagamento.

Veja também como receber por aproximação no celular? Guia completo   

Conheça a melhor maquininha de cartão para o seu negócio

Agora que você conhece os principais tipos de maquininhas e os critérios para escolher a melhor opção, é hora de avaliar qual atende melhor às necessidades do seu negócio. Considere fatores como mobilidade, taxa de adesão, funcionalidades e os meios de pagamento aceitos. 

Optar por uma solução completa pode fazer a diferença para garantir mais vendas e uma experiência positiva para seus clientes.

  • As menores taxas do mercado: pague apenas 0,75% no débito e 2,69% no crédito à vista, garantindo mais lucro por venda.
  • Recebimento rápido: receba o dinheiro na hora ou em até 1 dia útil, sem precisar pagar taxas de antecipação.
  • Sem aluguel e com frete grátis: você paga apenas pelo equipamento e recebe sua maquininha sem custo de entrega, em qualquer lugar do Brasil.
  • PDV integrado: gerencie seu estoque automaticamente e configure seus produtos rapidamente apenas com uma foto, facilitando a organização e o controle do seu negócio.
  • Aceita diversos meios de pagamento: cartões de crédito, débito, Pix, QR Code e carteiras digitais como Apple Pay e Google Pay.

Além disso, você também pode utilizar o nosso app que oferece soluções completas, como o InfiniteTap, que transforma seu celular em uma maquininha sem custo adicional, e uma conta digital gratuita, que ajuda você a gerenciar seus recebimentos com mais praticidade.

Com a InfinitePay, você tem uma solução eficiente, segura e acessível para aceitar pagamentos no seu negócio.

Peça agora sua maquininha InfinitePay e aproveite a melhor solução com as menores taxas do mercado

Finanças

A declaração imposto de renda pessoa física em 2026 deve ser entregue entre 23 de março e 29 de maio, e quem ultrapassou R$ 35.584 em rendimentos tributáveis no ano-base 2025 é obrigado a declarar. A Receita Federal atualizou critérios de obrigatoriedade e faixas de alíquota para este ano.

Este guia reúne prazos, documentos, passo a passo de preenchimento e estratégias para maximizar sua restituição sem cair na malha fina.

Quem precisa fazer a declaração de imposto de renda pessoa física em 2026

A declaração de imposto de renda pessoa física em 2026 é obrigatória para quem atingiu qualquer critério da Receita Federal no ano-base 2025.

Segundo a Gazeta do Povo, os limites foram atualizados este ano.

Critérios de obrigatoriedade atualizados

Confira os valores que determinam quem precisa declarar imposto de renda:

CritérioValor/Limite 2026
Rendimentos tributáveisAcima de R$ 35.584,00
Rendimentos isentos ou tributados na fonteAcima de R$ 200.000,00
Bens e direitos em 31/12/2025Acima de R$ 800.000,00
Receita bruta de atividade ruralAcima de R$ 177.920,00
Alienações em bolsa de valoresAcima de R$ 40.000,00 ou ganho líquido tributável
Ganho de capital na venda de bensQualquer valor sujeito a imposto
Passou a residir no Brasil em 2025Em qualquer mês, permanecendo até 31/12
Trust no exterior ou atualização de bensConforme Lei 14.754/2023 e Lei 14.973/2024

O limite de rendimentos tributáveis subiu de R$ 33.888 para R$ 35.584. Atividade rural também teve reajuste, passando de R$ 169.440 para R$ 177.920.

Basta se enquadrar em um único critério para que a declaração de imposto de renda pessoa física seja obrigatória. Se você ainda tem dúvidas, veja como saber se preciso declarar imposto de renda.

Nova faixa de isenção de R$ 5 mil: o que muda na prática

O Governo Federal sancionou a isenção para quem ganha até R$ 5 mil mensais em novembro de 2025.

A regra entrou em vigor em 1º de janeiro de 2026. Porém, ela só vale para a declaração de 2027 (ano-base 2026).

Ou seja: na declaração deste ano, que cobre os rendimentos de 2025, a faixa de isenção antiga ainda se aplica.

Quem ganha entre R$ 5.000,01 e R$ 7.350 terá desconto parcial e progressivo, segundo a CNN Brasil.

Aproximadamente 16 milhões de pessoas serão beneficiadas quando a nova faixa passar a valer.

Erro comum: acreditar que a isenção de R$ 5 mil já se aplica à declaração de 2026. Ela só terá efeito na declaração de 2027.

Quem não precisa declarar

A declaração de isenção do imposto de renda pessoa física se aplica a quem não se enquadra em nenhum critério da tabela acima.

Dependentes já incluídos na declaração de outra pessoa também estão dispensados. Seus rendimentos e bens são informados pelo titular.

Se você recebeu rendimentos tributáveis abaixo de R$ 35.584 e não possui bens acima de R$ 800 mil, a declaração não é obrigatória.

Para organizar seus rendimentos e facilitar a conferência dos valores recebidos no ano, a conta digital da InfinitePay centraliza todas as movimentações com Pix ilimitado e sem taxas.

Documentos necessários para declarar o IRPF

Reunir os documentos antes de abrir o programa evita retrabalho e reduz o risco de inconsistências na declaração.

As fontes pagadoras tinham até 27 de fevereiro de 2026 para entregar os informes de rendimentos, segundo a Receita Federal.

Informes de rendimentos e comprovantes

  • Informe de rendimentos do empregador, INSS ou órgão público (SouGov para servidores, Meu INSS para aposentados)
  • Informes de bancos e corretoras com saldos, rendimentos e operações de renda variável
  • Comprovante de rendimentos de aluguéis recebidos ou pagos
  • Recibo da declaração do ano anterior e CPF de todos os dependentes

Comprovantes de despesas dedutíveis

  • Recibos médicos e odontológicos emitidos pelo Receita Saúde, obrigatório desde janeiro de 2025 para profissionais de saúde pessoa física
  • Comprovantes de mensalidades escolares e universitárias do titular e dependentes
  • Extratos de previdência privada (PGBL) e comprovantes de pensão alimentícia judicial
  • Documentação de bens e direitos: escrituras de imóveis, CRVs de veículos e contratos de financiamento

Como fazer a declaração de imposto de renda passo a passo

A Receita Federal espera receber 44 milhões de declarações em 2026, de acordo com o Ministério da Fazenda. Veja como declarar imposto de renda 2026 em quatro etapas.

1. Baixe o programa IRPF ou acesse o e-CAC

O programa IRPF 2026 está disponível para download no site oficial da Receita Federal para Windows, macOS e Linux.

Você também pode declarar online pelo e-CAC (plataforma Meu Imposto de Renda) com conta gov.br nível prata ou ouro.

Pelo celular, use o aplicativo oficial da Receita Federal (Android 9+ ou iOS 15+). O antigo app Meu Imposto de Renda foi incorporado ao app da Receita.

2. Escolha o tipo de declaração

Ao abrir o programa, selecione uma das três opções:

  • Declaração em branco, preenchida do zero
  • Importação dos dados da declaração anterior
  • Declaração pré-preenchida, que carrega automaticamente rendimentos, bens e deduções

Se já declarou no ano passado, importar os dados anteriores agiliza o processo.

3. Preencha as fichas e revise os dados

Informe rendimentos tributáveis, isentos e exclusivos na tributação. Cadastre bens, direitos e dívidas com valores atualizados.

Inclua pagamentos dedutíveis nas fichas correspondentes. O programa sinaliza campos obrigatórios e inconsistências antes do envio.

Revise cada ficha com atenção. Dados digitados incorretamente são uma das principais causas de retenção em malha.

4. Envie a declaração e guarde o recibo

Após revisar, clique em “Entregar Declaração”. O sistema indica automaticamente se o modelo simplificado ou completo gera menos imposto a pagar.

Salve o recibo de entrega e o número do protocolo. Esses comprovantes servem para acompanhar o processamento no e-CAC.

Você pode iniciar a declaração pelo celular e finalizar no computador. Os dados ficam salvos na nuvem, vinculados ao seu CPF.

Leia mais:

Declaração pré-preenchida: como funciona

A declaração pré-preenchida importa automaticamente rendimentos, deduções, bens, dívidas e dados de terceiros para o formulário do IRPF. Mais de 60% dos declarantes devem optar por ela em 2026, segundo o Ministério da Fazenda.

Quem usa a pré-preenchida tem prioridade no recebimento da restituição.

Como acessar a pré-preenchida com conta gov.br

Você precisa de uma conta gov.br nível prata ou ouro. Contas bronze não permitem acesso.

Para elevar ao nível prata, faça reconhecimento facial pelo app gov.br com foto da CNH ou valide dados pelo internet banking. Para ouro, use a Carteira de Identidade Nacional ou Certificado Digital ICP-Brasil.

Novidades da pré-preenchida em 2026

Neste ano, a Receita Federal adicionou recursos ao sistema:

  • Alertas automáticos para inconsistências, como despesa médica fora do padrão
  • Dados de renda variável e day trade via sistema REVAR
  • Informações do eSocial para empregados domésticos
  • Recuperação de pagamentos feitos por DARF
  • Saldos atualizados de contas bancárias, poupança e fundos de investimento
  • Contribuições à previdência privada importadas automaticamente

Declaração simplificada ou completa: qual escolher

A simplificada aplica desconto automático de 20% sobre a base de cálculo, limitado a R$ 16.754,34, segundo a Receita Federal via CNN Brasil.

Esse desconto substitui todas as deduções legais e dispensa comprovação de despesas.

Se suas despesas dedutíveis somam mais que o teto, a completa gera maior restituição ou menor imposto a pagar.

CritérioSimplificadaCompleta
Desconto aplicado20% automático (até R$ 16.754,34)Soma real das deduções comprovadas
Comprovação de despesasDispensadaObrigatória
Indicada paraQuem tem poucas despesas dedutíveisQuem tem gastos altos com saúde, educação ou dependentes
Como decidirO próprio programa do IRPF compara as duas opções em tempo real e indica a mais vantajosaConfira o quadro “Opção pela Tributação” antes de enviar

Deduções permitidas no IRPF 2026

Conhecer os limites de cada dedução evita erros no preenchimento e pode aumentar sua restituição.

Despesas médicas e com educação

Gastos com saúde (consultas, exames, planos, dentistas, psicólogos) não possuem teto de dedução, conforme a Receita Federal.

Já despesas com educação têm limite de R$ 3.561,50 por pessoa, válido para ensino infantil ao superior.

Dependentes, previdência e pensão alimentícia

Contribuições ao PGBL permitem deduzir até 12% da renda bruta tributável anual, desde que você contribua para o INSS e use a declaração completa. Para entender a diferença entre obrigações de pessoa física e jurídica, veja IRPF e IRPJ.

Pensão alimentícia judicial é 100% dedutível, sem teto.

Tipo de deduçãoLimite anualObservação
Despesas médicasSem limiteExige comprovantes e recibos
EducaçãoR$ 3.561,50 por pessoaEnsino infantil ao tecnológico
DependentesR$ 2.275,08 por dependenteFilhos, cônjuge ou pais sob critérios legais
Previdência privada (PGBL)Até 12% da renda brutaExige contribuição ao INSS e declaração completa
Pensão alimentíciaSem limiteApenas judicial ou por escritura pública
Doações incentivadasAté 6% do imposto devidoFundos da Criança, do Idoso, cultura e esporte

Tabela do imposto de renda 2026: faixas e alíquotas

O IR usa alíquotas progressivas: cada faixa de renda aplica um percentual diferente, conforme a tabela oficial do Governo Federal.

Base de cálculo mensalAlíquotaParcela a deduzir
Até R$ 2.428,80IsentoR$ 0
R$ 2.428,81 a R$ 2.826,657,5%R$ 182,16
R$ 2.826,66 a R$ 3.751,0515%R$ 394,16
R$ 3.751,06 a R$ 4.664,6822,5%R$ 675,49
Acima de R$ 4.664,6827,5%R$ 908,73

Quem recebe até R$ 5.000 por mês fica isento graças a uma tabela de redução que zera o imposto para essa faixa.

A medida beneficia cerca de 16 milhões de contribuintes em 2026.

Organizar seus rendimentos ao longo do ano facilita o cálculo do IR. A conta digital da InfinitePay centraliza vendas, pagamentos e extratos em um só lugar.

Prazo de entrega e multa por atraso do IRPF 2026

O prazo para enviar a declaração em 2026 vai de 23 de março a 29 de maio, segundo o Seu Dinheiro.

  • O período de entrega começa às 8h do dia 23/03 e encerra às 23h59 do dia 29/05
  • A multa por atraso é de 1% ao mês sobre o imposto devido, com mínimo de R$ 165,74
  • O teto da multa corresponde a 20% do imposto devido
  • Quem envia até início de maio aumenta as chances de entrar no 1.o lote de restituição

Perder o prazo gera consequências além da multa. O CPF fica com pendência na Receita Federal, o que dificulta financiamentos, concursos públicos e emissão de passaporte, conforme a CNN Brasil.

Como funciona a restituição do imposto de renda em 2026

Em 2026, a Receita Federal paga a restituição em 4 lotes, um a menos que anos anteriores, conforme o InfoMoney.

Calendário de lotes da restituição

LoteData de pagamento
1.o lote29/05/2026
2.o lote30/06/2026
3.o lote31/07/2026
4.o lote31/08/2026

Como receber a restituição mais rápido

A Receita segue uma ordem de prioridade que beneficia idosos, pessoas com deficiência e profissionais do magistério.

Para o contribuinte comum, três ações aumentam as chances de receber nos primeiros lotes:

  • Envie a declaração o quanto antes, de preferência até início de maio
  • Use a declaração pré-preenchida
  • Indique chave Pix do tipo CPF como forma de recebimento (outras chaves não contam)

A conta digital da InfinitePay oferece Pix gratuito e ilimitado. Você pode vincular seu CPF como chave Pix na conta e receber a restituição com prioridade.

Erros comuns que levam à malha fina

Em 2025, 2,8% das declarações caíram na malha fina do imposto de renda, segundo a Receita Federal. A maioria envolve falhas evitáveis.

  • Omitir rendimentos seus ou de dependentes representou 30,8% das retenções. Informe tudo, inclusive rendimentos de dependentes
  • Despesas médicas sem comprovação lideraram com 32,6% dos casos. Em 2026, a Receita cruza 100% dos recibos pelo Receita Saúde
  • Confundir PGBL com VGBL gera inconsistência automática. Apenas o PGBL aceita dedução
  • Erros de digitação, como vírgulas fora do lugar, alteram valores e travam a declaração
  • Declarar imóveis pelo valor de mercado em vez do custo de aquisição também retém a declaração. Mantenha o valor original

MEI precisa fazer declaração de imposto de renda pessoa física

Ser MEI não dispensa a entrega da declaração de imposto de renda pessoa física. A DASN-SIMEI é a declaração do CNPJ e não substitui a DIRPF.

Se os rendimentos tributáveis como pessoa física ultrapassam o limite de obrigatoriedade, o MEI precisa declarar. Rendimentos do CNPJ devem ser somados a outras fontes de renda. Confira também como fazer a declaração anual MEI corretamente.

Parte do lucro do MEI pode ser considerada isenta: 8% para comércio, 16% para transporte de passageiros e 32% para serviços. Use a calculadora de IR para MEI da InfinitePay para verificar sua situação em 60 segundos.

Leia mais:

Tem CNPJ? Veja como declarar seu IR sem cair na malha fina

Quem é MEI ou tem empresa precisa separar rendimentos isentos e tributáveis na declaração de pessoa física. Errar esse cálculo leva à malha fina.

Na masterclass gratuita do Infinite Academy, a contadora Laís Narciso abre o programa da Receita e preenche cada ficha na tela, do rendimento tributável às deduções. Assista agora.

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