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Empreender

Entender o que é cashback é direto: a devolução de um percentual, como 5%, do valor gasto em uma compra. Se você gasta R$ 100 com cashback, recebe R$ 5 de volta no saldo do programa.

O que significa cashback? Em tradução literal, "dinheiro de volta". A cada compra, parte do valor pago retorna para você em vez de virar custo total, e a porcentagem varia por programa, categoria e canal.

Não é dinheiro grátis: exige gasto prévio e pode vir com taxas que anulam o benefício se o volume for baixo. O saldo cai na fatura, na carteira ou no extrato, com prazo e validade que variam por programa.

Se você busca cashback, o que é e como funciona, neste artigo vê os tipos, onde o dinheiro cai, quando o benefício compensa e como evitar o golpe do cashback alertado por Procons de vários estados.

Como funciona o cashback na prática

O que é cashback e como funciona, na prática: a cada compra, o programa devolve um percentual do valor pago para você.

Pesquisar no Google "o que é cashback" costuma trazer rankings de cartões. Quem busca 'cashback, o que é e como funciona' quer a mecânica, não mais um ranking.

O cálculo é aberto. Imagine uma consumidora que paga R$ 1.000 em compras no mês com o InfiniteCard, que devolve 1,5% de cashback:

R$ 1.000 × 1,5% = R$ 15 creditados no saldo do cartão.

Ela quer saber três coisas: quanto volta, em quanto tempo aparece e qual o destino do saldo. Voltam R$ 15, e o crédito é instantâneo no próprio cartão.

O saldo cai no destino definido pelo programa: fatura do cartão de crédito, carteira digital ou extrato. Cada programa escolhe onde o dinheiro fica disponível.

Com o saldo, você pode abater a fatura, usar como pagamento ou transferir. No InfiniteCard, o crédito serve para novas compras, sem anuidade nem análise de crédito.

Quem paga a conta? A loja repassa uma comissão à plataforma de cashback, que divide parte com você. O preço do produto não sobe por isso.

Fluxo de três etapas mostrando a loja pagando comissão à plataforma, que a divide para o consumidor receber o cashback.
Como funciona a divisão da comissão de cashback entre loja, plataforma e cliente.

A loja aceita pagar a comissão porque o cashback atrai e retém clientes. A plataforma intermediadora fica com uma fatia e repassa o restante.

O prazo de crédito varia. Pode ser instantâneo, como no InfiniteCard, ou levar mais de 30 dias até o saldo ficar disponível para resgate.

Se a compra for cancelada ou devolvida, o programa estorna o cashback. Por isso, o saldo pode demorar até o prazo de garantia da venda encerrar.

O percentual também varia por categoria, parceiro ou programa. O mesmo cartão pode devolver valores diferentes em compras diferentes, por isso confira a regra antes de contar o retorno.

Tipos de cashback e onde o dinheiro cai

Cashback pode cair em três lugares: dinheiro na conta, abate na fatura ou saldo em carteira digital, e o destino muda como você usa o benefício.

Cashback direto e no cartão de crédito

Cashback direto credita dinheiro na conta, na carteira ou no extrato, sem catálogo. É o formato mais flexível: você resgata e gasta como quiser.

Se você busca o que é cashback no cartão de crédito, a resposta muda. A devolução abate a fatura do mês seguinte ou vira crédito no saldo do cartão.

É o que significa cashback no cartão de crédito: o benefício fica preso ao produto.

O que é cartão com cashback, na prática? Um cartão que devolve percentual das compras, como o InfiniteCard com 1,5%.

O que é crédito cashback? É o valor que entra como crédito no saldo, sem virar dinheiro sacável.

O que é cartão cashback? Varia por programa: alguns liberam o saldo a cada ciclo, outros exigem resgate manual.

Cashback via Pix e carteiras digitais

Carteiras digitais e apps de cashback creditam o saldo no próprio app, após a confirmação da compra.

O resgate por Pix pode creditar a conta em minutos, costuma exigir valor mínimo e também pode abater compras dentro da própria carteira.

Saldo de cashback: validade e resgate

O que é saldo de cashback? É o valor acumulado das devoluções, guardado no programa até o resgate.

A dor real não é o nome, e sim as regras que expiram.

No cartão, o crédito costuma levar acima de 30 dias, até o fechamento da próxima fatura. O Banco Central classifica o cashback como benefício acessório do cartão de crédito.

Saldo expira se não resgatado no prazo do programa. Cada emissor define a validade no regulamento, costuma girar entre 12 e 24 meses sem uso.

Programas também podem excluir categorias ou limitar o uso a parceiros. Veja onde o saldo cai, o prazo e como resgatar por tipo:

TipoOnde o saldo caiPrazo de créditoResgate
Direto (dinheiro na conta)Conta corrente ou carteiraApós a confirmação da compraTransferência ou Pix
Cartão de créditoAbate na fatura do mês seguinteNo ciclo da faturaAutomático na fatura
Pix e carteiras digitaisSaldo no appApós a confirmação da compraPix para a conta ou uso no app

Não conte com o saldo antes de ler as regras. Prazo, validade e onde gastar mudam o benefício real de cada programa.

Quando o cashback vale a pena

Cashback vale a pena quando o retorno anual supera anuidade e taxas no cartão. Entender o que é cashback é o começo; o que decide é o percentual líquido.

Quando o cashback compensa

O benefício compensa em dois cenários. Sem anuidade, todo percentual devolvido vira economia líquida desde a primeira compra.

Com anuidade, só compensa se o gasto mensal superar o ponto de equilíbrio entre retorno e custo fixo.

O esforço de resgate também pesa. Se o saldo expira antes do resgate ou exige um valor alto para resgatar, parte do benefício evapora.

Uma MEI que fatura cerca de R$ 6 mil por mês coloca perto de R$ 1.000 no cartão (insumos, combustível, internet). Com 1% de cashback, o retorno anual fica em torno de R$ 120. Se a anuidade é de R$ 200, o saldo fecha negativo: a anuidade come o cashback. Sem custo fixo, os mesmos R$ 120 sobram como benefício líquido.

Quando anuidade e taxas anulam o benefício

A anuidade anula o cashback quando o gasto mensal fica abaixo do ponto de equilíbrio. Quanto menor o percentual, maior o gasto necessário para empatar.

Anuidade anualCashbackGasto mínimo/mês para empatar
R$ 2001%cerca de R$ 1.667
R$ 2001,5%cerca de R$ 1.111
R$ 6001,5%cerca de R$ 3.333

Taxas extras (saque do saldo, manutenção mensal) entram no mesmo cálculo: some ao custo fixo antes de comparar com o retorno.

Abaixo desses limites, você paga para receber de volta.

A decisão vira uma árvore simples:

  • Gasta menos de R$ 1.500/mês? Cartão sem anuidade: cashback líquido desde a 1ª compra.
  • Gasta acima de R$ 1.500 e o cashback supera a anuidade? Cartão com cashback vale.
  • O cashback anual não cobre a anuidade? Cartão sem anuidade: o custo anula o benefício.

Gasta menos de R$ 1.500 por mês no cartão? Escolha cartão sem anuidade: o cashback fica líquido e independe de volume.

Valores ilustrativos; o gasto real define o resultado.

Cashback, pontos ou desconto: qual a diferença

Cashback, programa de pontos e desconto parecem a mesma vantagem, mas entregam o benefício em momentos e formas diferentes. Entender a diferença evita trocar dinheiro por pontos de catálogo.

BenefícioQuando o valor chegaFlexibilidade de uso
CashbackApós a compra, em dinheiroAbate fatura, extrato ou carteira
Programa de pontosAo acumular e resgatarCatálogo do programa, com regras
DescontoNo momento da compraSó naquela transação

Cashback em dinheiro

Cashback devolve um percentual do gasto em dinheiro, sem catálogo de resgate. O InfiniteCard entrega 1,5% de cashback instantâneo por compra, sem anuidade e sem análise de crédito.

Se quiser ir mais fundo no tema, veja como funciona o cartão de crédito com cashback.

Programa de pontos

No programa de pontos, o gasto vira pontos resgatáveis em catálogo próprio. As Moedas da InfinitePay funcionam assim: recompensas por missões, trocadas por benefícios dentro do ecossistema.

É a mesma lógica das milhas aéreas: acumula-se para trocar por passagens, com regras de emissão, validade e disponibilidade limitada.

Desconto no preço

Desconto reduz o preço na hora da compra. É imediato e sem saldo posterior, mas não acumula nem vira crédito para outra transação.

Vence quando a prioridade é baixar o preço agora. Perde para o cashback quando o gasto se repete e o benefício vira retorno recorrente.

Para quem se pergunta o que é melhor, pontos ou cashback, a regra é simples: cashback dá liquidez, pontos ficam no catálogo.

E o que é melhor, cashback ou milhas? Sem meta de viagem, milhas ficam sem uso. Cashback em dinheiro segue valendo a cada compra.

Como evitar o golpe do cashback

A defesa contra o golpe do cashback é direta: cashback legítimo não cobra taxa, não pede senha e não passa por site de Procon.

A fraude combina vídeos falsos gerados por inteligência artificial (IA), imagens de famosos e páginas que copiam órgãos oficiais. Há alertas de Procons de vários estados sobre o golpe.

O golpe sempre exige um pagamento antes de liberar o valor. Como o Procon não cobra nada para atender, qualquer cobrança é fraude.

Quem sabe o que é cashback reconhece a armadilha na hora: o programa da empresa devolve o benefício, sem intermediário cobrando liberação.

O sinal de programa legítimo é o oposto do golpe. No cartão da InfinitePay, o InfiniteCard, o crédito de 1,5% entra instantâneo na compra, no app oficial, sem depósito prévio nem intermediário.

  • Página imita o Procon e promete devolver dinheiro de cartão? Feche. Procon não devolve.
  • Vídeo com famoso prometendo devolução? Ignore. É montagem com IA.
  • Pedido de taxa ou depósito para liberar saldo? Pare. Cashback real não cobra.
  • Mensagem pedindo senha, código ou dados do cartão? Não repasse. Use o canal oficial.
  • Programa de cashback sem CNPJ ou empresa clara? Confira o CNPJ na Receita Federal.

Um consumidor recebe um link prometendo devolução de cashback por um falso site de Procon, com foto de apresentador famoso e pedido de dados e depósito para liberar o saldo.

Reconhecer o golpe e conferir o canal oficial do programa evita o prejuízo: não repasse dados nem deposita.

Se a oferta pede pagamento para liberar saldo, não é cashback, é fraude. Corte o contato e denuncie ao Procon.

Receba 1,5% de cashback no cartão sem anuidade

Como vimos no framework de decisão, sem anuidade o cashback fica líquido desde a primeira compra. O cartão da InfinitePay, o InfiniteCard, entrega 1,5% de cashback instantâneo em cartão virtual Mastercard, sem anuidade e sem análise de crédito.

Quem já entende o que é cartão com cashback percebe o diferencial na hora: o dinheiro volta no momento da compra, não em pontos que expiram.

Se você ainda pesquisa o que é cartão cashback, o critério para escolher é direto: percentual real de volta e nenhuma mensalidade que engula o benefício.

Com o InfiniteCard você cria até 5 cartões virtuais para organizar gastos e acumular cashback em cada compra.

Para entender o funcionamento completo, vale conhecer o cartão pré-pago que conecta todo o sistema.

Peça seu InfiniteCard, carregue o saldo que já tem e comece a receber 1,5% de volta em cada compra hoje.

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Seu negócio

Você sabe como abrir um MEI? Segundo o Sebrae, existem no país quase 15 milhões de MEIs registrados. De fato, é uma boa alternativa para o profissional autônomo regularizar o seu negócio sem ser sufocado pelas exigências fiscais e tributárias.

Este modelo de negócios oferece benefícios e isenções que facilitam a vida do empreendedor. Principalmente, ao criar algumas facilidades em termos de créditos e taxas de juros mais acessíveis.  

A formalização do seu negócio através da abertura de um CNPJ MEI é um excelente primeiro passo na legalização da sua empresa.

Leia mais: Qual é a diferença entre MEI, ME e outros tipos de empresa?‍

Como abrir um MEI?

A abertura do CNPJ MEI é gratuita através do site oficial do governo.

  • Acessar o site oficial do Portal do Empreendedor através do gov.br
  • Clicar em Quero ser MEI
  • Clicar em Formalize-se
  • Acessar a sua conta gov.br com nível de confiabilidade prata ou ouro
  • Preencher os campos exigidos e concluir

Após a conclusão, você já terá o número do seu CNPJ MEI e poderá emitir o Certificado de Condição do MEI, documento oficial que comprova que seu CNPJ foi aberto nessa categoria simplificada.

O que é o MEI, direitos e obrigações?

Apesar de simplificações, existem obrigações que precisam ser cumpridas mensalmente e anualmente.

Obrigações mensais

  • Efetuar o pagamento da guia DAS até o dia 20 de cada mês;
  • Emitir notas fiscais SEMPRE que efetuar venda para PESSOA JURÍDICA;
  • Emitir notas fiscais ao efetuar venda para PESSOA FÍSICA E O CLIENTE EXIGIR A NOTA FISCAL.
  • Controlar o faturamento mensal;
  • Controlar as compras mensais.

Anualmente

  • Envio da declaração anual de faturamento do MEI;
  • Verificação do imposto de renda pessoa física do empreendedor.

Além das rotinas mensais e anuais, o MEI precisa respeitar regras para continuar enquadrado neste regime. As principais são:

  • Limite de Faturamento
  • Limite de Compras
  • Pagamento das guias mensais

Anualmente o MEI só pode faturar até R$81.000,00 e suas compras são limitadas em até 80% desde valor. Caso a empresa obtenha um faturamento superior a R$81.000,00 ou compras acima do permitido, será necessário solicitar o desenquadramento da empresa para uma outra categoria, sendo a mais usual a ME também dentro do Simples Nacional.

Vale ressaltar que no primeiro ano de funcionamento do MEI o limite de faturamento deve ser proporcional à quantidade de meses entre o mês da sua abertura e dezembro daquele ano.

Se houver excesso de receita e estourar alguns dos limites estabelecidos, o MEI estará sujeito a penalidades da Receita Federal e recolhimento de impostos retroativos. Sendo assim, é de grande importância realizar o controle de faturamento mensal e o desenquadramento no momento certo para que a empresa cresça de forma sustentável.

O que o MEI tem que pagar por mês?

Mensalmente o MEI precisa realizar o pagamento de uma Guia de Impostos nomeada como DAS. É através dela que ocorre o recolhimento dos impostos de maneira unificada, com um valor fixo que possui atualização de acordo com o salário-mínimo vigente e atividades exercidas na empresa.

Nessa guia estão inclusos os valores relativos a INSS (para todos os MEIs), ICMS (para empresas que atuam no setor comércio e indústria) e ISS (para empresas prestadoras de serviço).

Os valores mensais referentes ao ano de 2025 são:

 
                                                                                                                                                                                                                                                                     
Tipo de MEIValor TotalDetalhamento
MEI Comércio ou IndústriaR$ 76,90R$ 75,90 INSS + R$ 1,00 ICMS
MEI Prestador de ServiçoR$ 80,90R$ 75,90 INSS + R$ 5,00 ISS
MEI Comércio ou Indústria e Prestador de ServiçoR$ 81,90R$ 75,90 INSS + R$ 1,00 ICMS + R$ 5,00 ISS
MEI Caminhoneiro Comércio e ServiçoR$ 188,16R$ 182,16 INSS + R$1,00 ICMS + R$ 5,00 ISS
 

Via de regra, essa é a única contribuição mensal que o MEI precisa realizar para o fisco. Entretanto, existem regras estaduais em relação a compra e venda de mercadorias fora do estado que podem gerar novas cobranças de ICMS. É um caso que deve ser avaliado junto a legislação de cada estado.

O que você precisa saber antes de abrir um MEI?

O processo de abertura de um CNPJ MEI é simples, descomplicado e gratuito. Entretanto, é muito importante entender todas as regras, obrigações e direitos de se ter um MEI, pois apesar de simplificado, é uma empresa e exige responsabilidades.

O primeiro passo é verificar se você como empreendedor cumpre os requisitos de um MEI. São eles:

  • Não ser titular, sócio ou administrador de outra empresa;
  • Não ter ou abrir filial dessa empresa ou de outra empresa;
  • Exercer atividades permitidas de acordo com a lista de ocupações do MEI;
  • Contratar, no máximo 1 funcionário que receba o salário mínimo vigente ou o piso da categoria;
  • Ter um Faturamento anual de até R$81.000,00 para as atividades em geral ou de até R$251.600,00 para o MEI transportador (MEI caminhoneiro);
  • Não ser servidor Público Federal.

Enquadrando nos requisitos, o segundo passo é verificar quais são os impactos da abertura do CNPJ MEI em relação aos benefícios que muitos brasileiros recebem atualmente. Alguns benefícios serão cancelados e outros poderão ser cancelados/negados com a formalização da empresa.

Você também pode se interessar por: Modelo de recibo: tudo o que você precisa saber‍

Benefícios cancelados com abertura do CNPJ MEI:

  • Aposentadoria por invalidez;
  • Auxilio doença;
  • Salário maternidade.

Benefícios que poderão ser cancelados/negados:

  • Seguro desemprego;
  • BPC-LOAS;
  • Prouni, FIES.

Observação: os benefícios que podem ser cancelados ou negados, vão passar por análises dos órgãos competentes avaliando de acordo com seus devidos critérios, não sendo garantido o cancelamento.

Quais documentos necessários para abrir um MEI?

Para realizar a abertura do CNPJ MEI é necessário ter alguns documentos, dados pessoais e do negócio.

Dados pessoais: RG, CPF, endereço residencial, dados de contato e a conta gov.br em nível de confiabilidade prata ou ouro.

Dados do seu negócio: endereço comercial (local onde atividade será exercida), forma de atuação (estabelecimento fixo, televenda, ambulante, entre outras), tipo de ocupação (atividade da empresa).

Quais os benefícios de se ter um MEI?

O MEI oferece diferentes benefícios ao pequeno empreendedor como previdenciários, tributário, bancário e comercial. Para aproveita-los, basta estar em dia com as obrigações mensais, anuais e respeitar o período de carência, quando exigido. Vamos entender um pouco de cada um deles:

Benefícios previdenciários

  • Aposentadoria por idade;
  • Aposentadoria por invalidez;
  • Auxílio-doença;
  • Salário-maternidade;
  • Auxílio-reclusão;
  • Pensão por morte.

Benefícios Tributários

  • Pagamento unificado dos impostos;
  • Valor fixo mensal;
  • Isenção de impostos federais (IRPJ, CSLL, PIS, COFINS e IPI);
  • Baixo custo tributário.

Benefícios Bancários

  • Acesso a serviços e pacotes financeiros como conta pessoa jurídica, maquininhas de cartão, possibilidade de linhas de crédito, entre outros;
  • Acesso a programas do governo de incentivo financeiro a pequenas empresas.

Benefícios Comerciais

  • Ter um CNPJ;
  • Comprar no atacado com desconto;
  • Emitir notas fiscais;
  • Vender ou prestar serviço para empresas e para o governo.

Orientações sobre Fraude

O MEI é um grande alvo para aplicação de golpes.

Vale lembrar:

  • O Portal do Empreendedor é o site oficial do governo;
  • A cobrança feita por associações somente poderá ser realizada a partir de filiação do próprio MEI;
  • O único pagamento obrigatório é a guia DAS;
  • O Portal do Empreendedor não envia e-mail ou mensagens com cobranças de taxas ou impostos;
  • Os dados do MEI são públicos.

O que é o CNAEs

Esta sigla indica a Classificação Nacional de Atividades Econômicas, que obrigatoriamente deve ser utilizada para determinar as atividades exercidas por uma empresa. Para realizar o registro de Microempreendedor Individual é preciso verificar se a atividade exercida consta da lista oficial da categoria do CNAEs.

É preciso pagar para abrir um MEI?

Para abrir um MEI não é necessário pagar nenhuma taxa, pois o processo é feito de forma online e gratuito no site do Portal do Empreendedor. A partir do início das atividades como MEI deverá pagar uma taxa única mensal baseada nos seguintes valores:

  • Comércio ou indústria: R$ 76,90;
  • Prestação de Serviços: R$ 80,90;
  • Comércio e Serviços juntos: R$ 81,90.

Limite de ganhos do microempreendedor

O Microempreendedor Individual pode ter o faturamento máximo anual de R$ 81 mil, ou seja, em torno de R$ 6.750,00 mensais. Existe um projeto de lei que aumenta o teto para R$ 144.900.

Impressão do Certificado de Condição de Microempreendedor Individual (CCMEI)

Neste passo, você deve ler atentamente e selecionar as declarações que são obrigatórias para o MEI. Desse modo, será impresso o Certificado de Condição de Microempreendedor Individual (CCMEI).

De fato, este é o comprovante da sua inscrição como MEI, com o CNPJ e  número de registro na Junta Comercial. Além disso, é interessante esclarecer que o MEI pode funcionar sem alvará desde setembro de 2020, quando foi liberado dessa formalidade para iniciar o seu negócio.

Ao realizar a sua inscrição no Portal do Empreendedor, você concorda com o Termo de Ciência e Responsabilidade com Efeito de Dispensa de Alvará de Licença de Funcionamento. O que significa dizer que está apenas liberado de obter o alvará, mas que o seu negócio obrigatoriamente deve estar em conformidade com os requisitos legais, tais como:

  • Aspectos ambientais;
  • Sanitários;
  • Tributários;
  • Segurança pública, entre outros.

Regras locais para tirar MEI

É importante consultar a prefeitura local e outros órgãos municipais ou estaduais, pois podem existir regulamentações específicas para sua atividade ou localização.

Qual é o valor para abrir um MEI?

A abertura de MEI é gratuita. No entanto, o microempreendedor terá custos mensais relacionados ao Simples Nacional.

Melhor solução de pagamento para MEI

Agora que você já sabe como abrir um registro MEI, te convidamos para conhecer a InfinitePay e as soluções que temos para o seu negócio. Confira:

Maquininha

A maquininha Smart da InfinitePay, a mais moderna disponível no mercado e aceita as principais bandeiras de cartão com taxas transparentes, a partir de 0,75% no débito e 2,69% no crédito à vista, sem cobrança de aluguel ou mensalidade. Além disso, você pode parcelar suas vendas em até 12 vezes com recebimento em até 1 dia útil. É a melhor maquininha de cartão para MEI.

InfiniteTap

Uma solução para vender por aproximação usando apenas o celular. Máquina de cartão grátis no celular com as mesmas taxas da maquininha tradicional. Ideal para ampliar as opções de pagamentos no cartão, para MEI, CNPJ ou CPF.

Receba na Hora

Com o Receba na Hora suas vendas da maquininha e/ou do InfiniteTap são pagas no mesmo dia em que foram feitas. Os pagamentos das vendas feitas nesse plano acontecem não só em dias úteis, mas também aos finais de semana, feriados e fora do expediente bancário.

Link de Pagamento

Você só não vai vender online se não quiser! Com o Link de pagamento da InfinitePay, não precisa de site para aceitar pagamentos online. Você parcela em até 12x e recebe em 1 dia útil.

A InfinitePay nasceu para oferecer a melhor, mais tecnológica e mais justa solução de pagamentos ao empreendedor. Na Guerra das Maquininhas, nós decidimos ficar do seu lado e, por isso, criamos conteúdos como esse para facilitar o crescimento do seu negócio! Conte sempre com a InfinitePay.

 

Perguntas frequentes

             O que o MEI tem que pagar por mês?              

O MEI é enquadrado no Simples Nacional e, portanto, está isento dos tributos federais (Imposto de Renda, PIS, Cofins, IPI e CSLL). Assim, paga apenas o valor fixo mensal, chamado DAS, destinado à Previdência Social e ao ICMS ou ISS, conforme a atividade exercida. Dessa forma, o valor da contribuição mensal do MEI está entre R$ 66,00 e R$ 72,00, a depender da atividade exercida.

             O que é DAS MEI?              

DAS é a sigla para Documento de Arrecadação do Simples Nacional. Ele é o documento utilizado pelo MEI para recolher mensalmente os tributos inerentes à sua categoria. O DAS unifica em uma só guia os valores devidos em relação à Previdência Social, ao ICMS (para atividades de comércio) e ao ISS (para atividades de serviço). Saiba mais como funciona o DAS, o valor que você paga mensalmente para ter um registro MEI, e o que fazer caso ele fique atrasado.

             Atividades permitidas no MEI              

Existem mais de 400 atividades permitidas para MEI, variando desde comércio, indústria até serviços. É crucial verificar na lista oficial do Portal do Empreendedor se a sua atividade é contemplada.

             O que acontece se o MEI estourar o limite de R$ 81 mil por ano?              

Antes de entender como funciona o limite do Microempreendedor Individual (MEI), é preciso entender que o faturamento dele não se limita ao período mensal. O que vale é o anual, estipulado em um teto máximo de 81 mil reais por ano. Por isso, há 2 situações possíveis:
1) Se ultrapassar até R$ 97.200,00: deverá recolher o DAS-MEI (Documento de Arrecadação Simplificada do Microempreendedor Individual) até o mês de dezembro do ano vigente, e também recolher um DAS, que é o excesso de faturamento no vencimento estipulado para que os tributos sejam pagos.
2) Se ultrapassar R$ 97.200,00 e for inferior a R$ 4.800,000,00: o MEI passa a se enquadrar no porte de Microempresa ou Empresa de Pequeno Porte. Em ambos os casos, é necessário que o empreendedor solicite o desenquadramento do MEI no Portal do Simples Nacional.

             MEI é obrigado a emitir nota fiscal?              

Depende! De acordo com a Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas (1º do artigo 106, da Resolução CGSN nº 140, de 2018), Microempreendedores Individuais estão dispensados de emitir notas fiscais caso vendam produtos apenas para Pessoas Físicas. Mesmo assim, seu cliente tem o direito de exigi-la. Mas atenção: quando o destinatário da mercadoria ou contratante dos serviços for uma outra empresa (ou seja, uma Pessoa Jurídica), o negócio com registro MEI tem a obrigação de emitir nota fiscal.

             Como o MEI pode emitir nota fiscal?              

Para emitir nota fiscal na condição de MEI, é necessário estar atento para o fato de que a nota fiscal de serviços é de responsabilidade da prefeitura da sua cidade. Além disso, o município disponibiliza para o MEI um sistema para a emissão de nota fiscal eletrônica de prestação de serviços. Já no caso das atividades de comércio ou indústria cabe ao governo estadual legislar a respeito e prestar maiores esclarecimentos. As principais formas do MEI emitir nota fiscal são: Nota Fiscal Avulsa (NFA), Nota Fiscal Avulsa eletrônica (NFA-e) ou Nota Fiscal eletrônica (NFe), e Nota Fiscal de Venda a Consumidor.

 
Seu negócio

Se está na dúvida sobre como abrir um CNPJ, você veio ao lugar certo. 

Neste artigo, vamos descomplicar o processo de como abrir o seu, detalhando os passos essenciais, os documentos necessários e algumas dicas práticas para agilizar sua jornada empreendedora.

Como abrir um CNPJ? Passo a passo

De maneira geral, a abertura de um CNPJ segue alguns passos em comum para todo e qualquer tipo empresa. 

Em resumo, para abrir um CNPJ você deve seguir esses pontos:

  1. Defina seu tipo de empresa
  2. Identifique o CNAE das suas atividades econômicas
  3. Formalize adequadamente
  4. Escolha a natureza jurídica
  5. Selecione o regime tributário adequado
  6. Reúna os documentos necessários
  7. Registre seu negócio na Junta Comercial
  8. Obtenha o alvará da prefeitura
Infográfico com passos principais para abrir um CNPJ

Apesar disso, dependendo da natureza jurídica escolhida, podem existir algumas divergências durante esse processo.

A seguir, detalhamos cada parte deles.

1. Defina seu tipo de empresa

Antes de mais nada, você precisa decidir qual tipo de empresa você vai abrir. 

Escolher o modelo empresarial correto é crucial para alinhar seu negócio às suas metas de faturamento e operação. 

No Brasil, existem diferentes opções de estrutura jurídica:

  • Microempreendedor Individual (MEI): Voltado para empreendedores individuais com faturamento anual de até R$ 81 mil. É um modelo simplificado, com tributação reduzida e burocracia mínima.
  • Microempresa (ME): Para negócios que faturam entre R$ 81 mil e R$ 360 mil ao ano. Pode ter um ou mais sócios e permite maior flexibilidade na gestão.
  • Empresa de Pequeno Porte (EPP): Ideal para empresas com faturamento de até R$ 4,8 milhões por ano. Oferece as mesmas características da ME, mas com um teto de faturamento maior.
  • Sociedade Limitada (Ltda.): Composta por dois ou mais sócios, é uma das opções mais comuns para quem deseja dividir responsabilidades e lucros.
  • Empresário Individual (EI): Permite que uma pessoa física abra uma empresa em seu próprio nome, mas sem separação entre patrimônio pessoal e empresarial.
  • Sociedade Anônima (S/A): Indicada para grandes negócios, permite dividir o capital social em ações negociáveis.

Escolha o modelo que melhor se adequa ao seu plano de negócio e ao nível de responsabilidade desejado.

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2. Identifique o CNAE das suas atividades econômicas

A Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) é um sistema que classifica as atividades exercidas pelas empresas no Brasil e desempenha um papel fundamental no funcionamento de um negócio. 

Ele influencia diretamente o regime tributário aplicável, as licenças exigidas e as obrigações fiscais que a empresa deverá cumprir. 

Esse código é composto por dois tipos de classificações: a atividade principal, que representa a área de atuação predominante do negócio, e as atividades secundárias, que complementam a atividade principal e permitem ampliar o escopo de atuação da empresa. 

Ao definir esses códigos, é necessário consultar a lista de CNAEs disponíveis no site do IBGE e analisar cuidadosamente as descrições de cada atividade para garantir a escolha mais adequada às operações da empresa.

Se surgir alguma dúvida durante essa etapa, é recomendável buscar a orientação de um contador, que poderá ajudar a identificar o código mais apropriado com base no ramo de atuação. 

Além disso, é importante realizar uma consulta prévia de viabilidade junto à prefeitura local. 

Esse processo verifica se as atividades previstas podem ser exercidas no endereço escolhido para a empresa e evita conflitos com nomes empresariais já registrados, garantindo que o negócio esteja alinhado às normas municipais e federais.

3. Formalize adequadamente

Após identificar o CNAE, você conseguirá definir qual tipo de CNPJ é o mais adequado. No geral.

Para os empreendedores que pretendem se registrar como Microempreendedor Individual (MEI), o procedimento é simplificado e gratuito, podendo ser feito diretamente no Portal do Empreendedor, sem necessidade de intermediários. 

É um modelo que oferece benefícios como tributação reduzida, emissão de notas fiscais e acesso a direitos previdenciários, tornando-o ideal para pequenos negócios.

Já para empresas que não se enquadram no modelo de MEI, como as demais citadas anteriormente,o processo exige etapas adicionais, como a escolha da natureza jurídica.

A seguir, detalhamos melhor como ela funciona. 

4. Escolha a natureza jurídica

A natureza jurídica determina a relação da empresa com seus sócios, direitos, obrigações e responsabilidades legais. 

Desde 2021, com a extinção da modalidade EIRELI, a Sociedade Limitada Unipessoal (SLU) tornou-se uma das opções mais práticas para quem deseja operar sozinho, sem a necessidade de sócios. 

Este modelo permite que o capital social seja definido livremente, sem valor mínimo, e protege o patrimônio pessoal do empresário.

Outra possibilidade para quem deseja operar sem sócios é o Empresário Individual (EI), que simplifica o registro, mas não separa os bens pessoais dos bens empresariais, o que pode representar maiores riscos. 

Para quem busca operar em parceria, a Sociedade Limitada (Ltda.) é uma escolha popular, permitindo a divisão de responsabilidades e lucros entre dois ou mais sócios, sem exigência de capital mínimo inicial.

Entender qual modelo de formalização e natureza jurídica melhor atendem às suas necessidades é essencial para garantir que o negócio seja registrado corretamente e alinhado aos seus objetivos de gestão e operação.

5. Selecione o regime tributário adequado

Chegou a hora de definir como os impostos da empresa serão calculados e recolhidos.

Essa parte é bastante delicada, pois impacta diretamente a carga tributária, a forma de apuração de lucros e as obrigações acessórias da empresa. 

Por isso, é essencial analisar cuidadosamente as opções disponíveis e considerar o porte do negócio, a atividade principal e as expectativas de faturamento.

Confira as principais opções:

Simples Nacional

O Simples Nacional é um regime simplificado que reúne oito tributos federais, estaduais e municipais em uma única guia de pagamento (DAS). Ele foi criado para facilitar a gestão fiscal de microempresas (ME) e empresas de pequeno porte (EPP) com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões. A alíquota aplicada varia conforme a atividade da empresa e o faturamento acumulado nos últimos 12 meses, tornando-o uma opção prática e vantajosa para negócios menores.

Lucro Presumido

O Lucro Presumido é indicado para empresas com faturamento anual de até R$ 78 milhões que possuem uma margem de lucro previsível. A Receita Federal presume um percentual de lucro baseado no setor de atuação (comércio, serviços, etc.), e os impostos são calculados sobre esse valor, independentemente do lucro real obtido. Essa modalidade pode ser vantajosa para empresas com custos operacionais reduzidos e alta margem de lucro.

Lucro Real

No Lucro Real, os impostos são calculados com base no lucro líquido efetivamente apurado pela empresa após todas as deduções permitidas (despesas, custos e outros). Este regime é obrigatório para negócios com faturamento anual superior a R$ 78 milhões e para empresas de setores específicos, como instituições financeiras. Ele é indicado para empresas com margens de lucro variáveis ou baixos lucros, pois permite reduzir a base tributável utilizando deduções legais.

Para escolher, leve em conta fatores como: 

  • Faturamento estimado: Regimes como o Simples Nacional possuem limites específicos de receita.
  • Margem de lucro: Empresas com margens de lucro altas podem se beneficiar do Lucro Presumido, enquanto aquelas com margens variáveis podem preferir o Lucro Real.
  • Tipo de atividade: Algumas atividades não são permitidas no Simples Nacional, sendo necessário optar por outro regime.
  • Custos operacionais: Avaliar despesas e custos fixos ajuda a determinar qual regime resulta em menor carga tributária.

6. Reúna os documentos necessários

om as etapas anteriores concluídas, é hora de reunir os documentos necessários para formalizar sua empresa. 

A documentação pode variar de acordo com o tipo de empresa e a natureza jurídica escolhida, mas geralmente inclui:

Documentos:

  • RG, CPF e comprovante de residência dos sócios
  • Certidão de nascimento ou casamento dos sócios
  • Comprovante de endereço da empresa (contrato de aluguel, escritura do imóvel ou IPTU)
  • Consulta de viabilidade de nome empresarial
  • Contrato social (para Ltda. ou SLU)
  • Requerimento de Empresário Individual (para EI)
  • Declaração de Cadastramento do MEI (para MEI)

Outros documentos podem ser solicitados em situações específicas. 

Caso você não possa abrir a empresa pessoalmente, será necessária uma procuração devidamente assinada. 

Além disso, algumas atividades exigem licenças específicas, como o alvará de funcionamento emitido pela prefeitura municipal, ou licenças ambientais, no caso de empresas que impactem o meio ambiente, como indústrias ou construções. 

Certidões negativas também podem ser requisitadas, como aquelas referentes a débitos da Receita Federal, do INSS, do FGTS e do Tribunal de Justiça, garantindo que a empresa está regularizada junto aos órgãos competentes.

7. Registre seu negócio na Junta Comercial

O registro na Junta Comercial é obrigatório para empresas que não se encaixam no MEI. 

Ele pode ser feito de forma online ou presencial, dependendo do estado em que a empresa será aberta. 

Confira abaixo os passos para cada opção.

Registro Online

  • Acesse o site da Junta Comercial do seu estado: Procure a seção de abertura de empresas.
  • Preencha os formulários: Insira informações sobre o tipo de empresa, sócios e atividades que ela exercerá.
  • Envie os documentos digitalizados: Inclua RG, CPF, comprovante de endereço, contrato social (se aplicável) e certidão de casamento (se necessário).
  • Pague as taxas: Gere e quite a guia de pagamento emitida no sistema.
  • Assine digitalmente: Utilize um certificado digital para validar o envio do processo.
  • Aguarde a análise: A Junta Comercial revisará os dados. Com a aprovação, você receberá o NIRE (Número de Identificação do Registro de Empresa) e o CNPJ.

Registro Presencial

  • Vá até a Junta Comercial do seu estado: Consulte no site local se é necessário agendar atendimento.
  • Preencha o formulário no local: Inclua informações sobre nome, endereço e atividade da empresa.
  • Leve os documentos: RG, CPF, comprovante de endereço, contrato social e outros, conforme exigido.
  • Pague as taxas: Receba a guia de pagamento, vá até um banco ou lotérica e realize o pagamento.
  • Entregue os documentos: Apresente o formulário preenchido, os documentos e o comprovante de pagamento.
  • Espere a aprovação: Após análise, você receberá o NIRE e poderá seguir com a obtenção do CNPJ.

8. Obtenha o alvará da prefeitura

Com o CNPJ da sua empresa em mãos, você precisará se inscrever na prefeitura do seu município para obter o Alvará de Funcionamento.

Esse documento é a autorização necessária, emitida pela prefeitura, para operar em um local físico e pode exigir inspeções no local.

Veja o passo a passo:

  1. Acesse o site da prefeitura do seu município.
  2. Preencha o formulário de solicitação com informações sobre a empresa e suas atividades.
  3. Envie os documentos requisitados, como CNPJ, contrato social e laudos técnicos (se aplicável).
  4. Pague a taxa de emissão e aguarde a análise.

Após aprovação, o alvará será emitido, permitindo que sua empresa comece a operar legalmente.

Como abrir um CNPJ MEI gratuitamente?

Para abrir um CNPJ MEI grátis, cadastre-se como MEI no Portal do Empreendedor. 

Insira informações como nome fantasia, atividades e endereço, e emita o Comprovante de Condição de Microempreendedor Individual (CCMEI). O processo é online, rápido e gratuito, ideal para regularizar pequenos negócios.

Assuntos relacionados:

É obrigatório contratar um contador para abrir CNPJ?

Não é obrigatório contratar um contador para abrir um CNPJ, mas muitas pessoas optam por fazê-lo devido à complexidade do processo. 

A abertura de um CNPJ pode ser realizada pelo próprio empreendedor através do Portal do Empreendedor ou do Portal da Redesim, que são sistemas integrados para a formalização de empresas no Brasil.

Vantagens de abrir CNPJ

Abrir um CNPJ oferece benefícios diversos benefícios, como:

Infográfico com as 6 principais vantagens de abrir um CNPJ

Formalização

Ter um CNPJ significa poder operar de forma legal, assegurando a conformidade com as leis fiscais e trabalhistas. 

Isso melhora a credibilidade da sua empresa perante clientes, fornecedores e parceiros, além de possibilitar um planejamento tributário mais eficiente. 

A formalização também ajuda a evitar problemas com fiscalizações e cria uma imagem mais sólida no mercado.

Recolhimento adequado de impostos

Formalizar-se facilita o cálculo e pagamento correto dos impostos, reduzindo o risco de multas e juros por atrasos ou erros. 

Dependendo do porte e da atividade, você pode se enquadrar em regimes tributários como o Simples Nacional, que simplifica a gestão financeira e pode gerar economia significativa.

Emissão de notas fiscais

Emitir notas fiscais é essencial para transações comerciais, especialmente quando você negocia com outras empresas. 

Além de garantir mais transparência nas operações, isso ajuda na contabilidade e aumenta suas chances de fechar negócios importantes, conquistando mais clientes e parcerias.

Negociações e licitações

A participação em licitações públicas é exclusiva para empresas formalizadas com CNPJ. Isso abre possibilidades de contratos com órgãos governamentais e negociações de grande escala, como vendas corporativas e parcerias estratégicas. 

Para quem deseja ampliar o alcance e a relevância do negócio, é uma vantagem fundamental.

Contribuição para a Previdência Social

Ao formalizar seu negócio, você pode contribuir para a Previdência Social e garantir direitos como aposentadoria, auxílio-doença e licença-maternidade. 

Esses benefícios também se aplicam aos seus funcionários, promovendo mais segurança e estabilidade para todos.

Diversidade de meios de pagamento

Com o CNPJ, você amplia as formas de receber seus pagamentos, incluindo cartões de crédito e débito, boletos bancários e pagamentos online.

Oferecer múltiplas opções de pagamento, melhora a experiência dos seus clientes, aumenta as chances de fechar vendas e ajuda a impulsionar seu faturamento. 

Por exemplo, a InfinitePay oferece taxas até 50% menores que a concorrência, além de empréstimos sem burocracia, facilitando o acesso a capital para quem está começando.

Essas condições são especialmente vantajosas para novos empreendedores, pois reduzem custos operacionais e ampliam as opções de pagamento para os clientes, aumentando as chances de sucesso nas vendas.

Faça a gestão do seu negócio com a InfinitePay

A InfinitePay é uma excelente escolha para empreendedores que buscam uma Conta PJ gratuita, especialmente voltada para microempreendedores individuais (MEIs) e pequenas e médias empresas. 

Ela oferece:

  • Recebimento rápido: Receba o valor total na hora ou no máximo em 1 dia útil.
  • Acesso a crédito simplificado: Empréstimos direto pelo app, sem burocracia.
  • Maquininha grátis: transforme seu celular em maquininha de celular direto no app
  • Vendas online facilitadas: Crie links de pagamento e ofereça parcelamento em até 12x.
  • Taxas competitivas: Pix taxa 0%, débito a partir de 0,75%, crédito à vista por 2,69% e parcelamento em 12x a partir de 8,99%.

Abra gratuitamente sua conta PJ InfinitePay e em menos de 5 minutos 

Man working on a computer at a desk in a dimly lit room with e-commerce do zero text.
Seu negócio

Com a facilidade de acesso à internet e a crescente adesão ao uso de dispositivos móveis, as compras online se tornaram uma opção cada vez mais comum e conveniente para muitos consumidores. Para os empreendedores, o e-commerce pode ser uma excelente oportunidade de negócio, mas é preciso planejamento e estratégia para iniciar um negócio de sucesso. Para que você possa entrar nesse mercado de forma estratégica e assertiva, separamos as seguintes dicas:

Escolha o nicho de mercado

A primeira etapa é definir qual será o foco do seu negócio. Identifique um nicho de mercado com potencial de crescimento e que você tenha interesse e conhecimento.

  • Conheça seus interesses e habilidade, por isso pense nas coisas que você gosta de fazer e nas habilidades que possui. Procure identificar quais dessas habilidades podem ser usadas para oferecer produtos ou serviços que possam ser vendidos online.
  • Faça uma pesquisa de mercado e entenda quais são as demandas do mercado e o que as pessoas estão buscando na internet. Isso pode ser feito por meio de pesquisas de palavras-chave, análise de concorrentes e avaliação de tendências de consumo.
  • Considere o potencial de lucro, veja se existem oportunidades de venda em grande escala, ou se o nicho é muito específico e limitado.
  • Pense no longo prazo e escolha um nicho que possa ser sustentável por um bom período. Analise se ele tem a capacidade de se adaptar às mudanças do mercado e se ainda terá relevância no futuro.

Estude a concorrência

Pesquise seus concorrentes diretos e indiretos para entender como eles estão trabalhando, quais são os seus pontos fortes e fracos e como você pode se diferenciar.

Escolha a plataforma de ecommerce

Existem diversas plataformas de ecommerce no mercado, como Shopify, Magento, WooCommerce, entre outras. Escolher a plataforma de e-commerce certa pode ser uma tarefa desafiadora para qualquer empreendedor. Como cada uma possui suas próprias vantagens e desvantagens, para te ajudar a escolher a plataforma ideal para o seu negócio, aqui estão algumas dicas:

  • Antes de escolher uma plataforma, é importante entender quais recursos são essenciais para o seu negócio. Faça uma lista de funcionalidades necessárias, como integrações de pagamento, gerenciamento de estoque e suporte a vários idiomas.
  • O custo é um fator importante a ser considerado ao escolher uma plataforma de e-commerce. Algumas plataformas cobram uma taxa mensal fixa, enquanto outras cobram uma porcentagem das vendas. Considere o seu orçamento e escolha uma plataforma que ofereça uma boa relação custo-benefício.
  • A plataforma deve ser fácil de usar e configurar. Verifique se a plataforma oferece tutoriais, suporte técnico e uma comunidade ativa de usuários.
  • A plataforma escolhida deve ser capaz de crescer junto com o seu negócio. Verifique se a plataforma oferece recursos para escalabilidade, como armazenamento e largura de banda adicionais.
  • A segurança é um fator importante para qualquer negócio online. Certifique-se de escolher uma plataforma que ofereça recursos de segurança, como certificados SSL e backups regulares.

Crie sua loja virtual

Com a plataforma escolhida, é hora de criar a sua loja virtual. Invista em um design atraente e intuitivo, que facilite a navegação e a compra dos seus clientes. Por isso, recomendamos esses 3 livros:

  • E-commerce na prática: Estratégias de sucesso para quem está começando de Tiago Tessmann: Esse é um guia super prático para quem está começando um negócio de comércio eletrônico e quer aprender a planejar, executar e gerenciar uma loja virtual. Ele aborda tópicos como escolha da plataforma, definição do mix de produtos, logística, atendimento ao cliente, marketing digital e muito mais.
  • Os 8Ps do Marketing Digital: O guia estratégico de Marketing Digital de Conrado Adolpho: Sendo uma referência para quem quer se destacar no mercado digital, traz uma metodologia completa para a criação e implementação de estratégias de marketing digital. Ele aborda desde conceitos básicos até táticas avançadas de marketing, com foco em resultados e retorno sobre investimento.
  • A Bíblia do E-commerce: Como Vender na Internet com Lucro de Marcos Hashimoto: Outro guia muito completo para quem quer criar uma loja virtual de sucesso. Ele aborda desde a escolha da plataforma até a gestão de estoque, marketing digital e atendimento ao cliente. Além disso, traz cases de sucesso e dicas práticas para quem está começando ou quer aprimorar sua estratégia de e-commerce.

Analise os resultados

Monitore constantemente as métricas do seu negócio, como faturamento, conversão, ticket médio, entre outras. Faça ajustes e melhorias sempre que necessário.

Confira abaixo um passo a passo para fazer o fluxo de caixa:

  1. Registre todas as entradas de dinheiro: Isso inclui vendas realizadas, pagamentos de clientes, empréstimos e outros recebimentos.
  2. Registre todas as saídas de dinheiro: Isso inclui pagamentos de fornecedores, despesas de aluguel, salários dos funcionários, impostos, entre outros.
  3. Classifique as entradas e saídas por categorias: É importante classificar as entradas e saídas em categorias, como vendas, despesas operacionais, custos de produção, entre outras.
  4. Verifique o saldo final: Após registrar todas as entradas e saídas, verifique o saldo final. Se houver mais entradas do que saídas, significa que a empresa está com um saldo positivo, enquanto um saldo negativo indica que a empresa está gastando mais do que está recebendo.
  5. Analise os resultados: Com o fluxo de caixa em mãos, é possível analisar os resultados e identificar os períodos em que a empresa teve mais lucro, bem como aqueles em que houve mais gastos. Essa análise pode ajudar na tomada de decisões financeiras, como a redução de despesas ou o aumento das vendas.

Defina as formas de pagamento

Ofereça diversas opções de pagamento, como cartão de crédito, boleto bancário, transferência bancária, entre outras.

Faça a divulgação em peso

A divulgação é fundamental para o sucesso do seu negócio de e-commerce. Invista em estratégias de marketing digital, como SEO, mídias sociais, e-mail marketing, entre outras.

  • Utilize as redes sociais: as redes sociais são um canal importante para divulgar o seu negócio e alcançar o seu público-alvo. Certifique-se de ter perfis nas principais plataformas, como Facebook, Instagram, Twitter e LinkedIn. Crie conteúdo relevante e compartilhe regularmente para manter seus seguidores engajados.
  • Invista em publicidade online: a publicidade online é uma forma eficaz de alcançar novos clientes e aumentar a visibilidade do seu negócio. Considere investir em anúncios em redes sociais, como o Facebook Ads e o Instagram Ads, ou em plataformas de publicidade, como o Google Ads.
  • Crie uma estratégia de email marketing: o email marketing ainda é uma forma eficaz de se comunicar com clientes e potenciais clientes. Crie uma lista de email e envie regularmente newsletters com informações relevantes sobre o seu negócio, produtos e promoções.

Não deixe de lado caso a plataforma não ofereça esses serviços

  • Invista em logística: A logística é um dos principais desafios do ecommerce. Planeje bem a gestão de estoque, embalagem, transporte e entrega para garantir a satisfação dos seus clientes.

E claro, mantenha seu negócio atualizado

O mundo do e-commerce está em constante evolução. Mantenha-se atualizado sobre as tendências, tecnologias e melhores práticas do mercado.

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Smiling retail worker in apron holding a payment terminal inside a clothing store.
Seu negócio

Você deu um passo importante para o seu negócio crescer: você comprou uma maquininha de cartão! E escolheu a InfinitePay para te ajudar a crescer. E agora?! O que você pode fazer para vender mais com a sua maquininha?

Para garantir que seu negócio continue vendendo cada vez mais, preparamos um artigo completo com estratégias de vendas e de organização financeira para que você aumente seu lucro todos os meses.

Você aprenderá dicas valiosas que empreendedores e lojistas de todo o Brasil usam para atrair mais clientes, aumentar a margem de lucro, gerenciar o fluxo de caixa e acelerar o faturamento de forma simples, usando algumas das soluções gratuitas da InfinitePay (que você tem acesso completo ao comprar sua maquininha).

Vamos lá?!

Como vender mais com maquininha de cartão?

A maquininha de cartão, por si só, já é um atributo favorável que vai te ajudar a vender mais: agora, você consegue parcelar suas vendas em até 12 vezes – uma vantagem e tanta para os seus clientes. Mas existem outras formas de vender mais com a sua maquininha e, abaixo, listamos algumas delas:

1. Planeje ações de vendas com antecedência

Não importa qual é seu ramo de atuação: ao longo do ano, existem dezenas de datas comemorativas que você pode explorar para vender mais – como páscoa, dia das mães, Dia dos Namorados, dia dos pais, dia das crianças, Natal…

O ideal é que você comece a planejar suas ofertas e ações promocionais com antecedência. Para fazer o planejamento da melhor forma, aconselhamos que você faça uma previsão de demanda.

Analise seu histórico de vendas e identifique os produtos mais vendidos, especialmente em épocas comemorativas. Isso auxiliará na tomada de decisão sobre quais itens devem ser repostos com mais urgência e em maior quantidade.

Precificar adequadamente é crucial para posicionar seu negócio e garantir uma boa margem de lucro. Preparamos um vídeo que pode te ajudar com isso. Confira abaixo:
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As datas comemorativas são ótimas para testar novos produtos e novas estratégias de vendas porque você consegue ver a aceitação do seu público de forma mais rápida, então é importante que você se atente às tendências que podem te ajudar a atrair mais clientes.

2. Faça vendas online pelo WhatsApp ou pelas redes sociais

O comércio online movimentou mais de R$ 187 bilhões em 2023 e esse número continua crescendo todos os anos. Por isso, se você não quer deixar dinheiro na mesa, é importante que seu negócio tenha algum tipo de presença digital.

Mas não se preocupe: você não precisa de um site profissional para fazer vendas online. Vender pela internet e pelas redes sociais é mais simples do que você imagina.

Existem algumas plataformas de e-commerce fáceis de mexer que você pode usar para criar sua loja online, mas você também pode simplesmente criar um perfil na sua rede social preferida e começar a divulgar seus produtos.

Com o link de pagamento da InfinitePay você consegue fazer vendas seguras para qualquer lugar do Brasil.

Basta gerar o link pelo aplicativo ou pelo site da InfinitePay com o valor total da venda e compartilhar com o seu cliente. Depois, ele escolhe em quantas parcelas quer pagar e o dinheiro cai na sua conta em 1 dia útil.

3. Ofereça condições especiais de pagamento

Sabia que os brasileiros preferem pagar pelos presentes no crédito parcelado? Com a InfinitePay, você não perde oportunidades e nem margem de lucro – já que você pode parcelar suas vendas em até 12x com as melhores taxas do mercado.

Por isso, aconselhamos que você pense na possibilidade de oferecer descontos e condições especiais de parcelamento para incentivar as compras em datas comemorativas, destacando essas vantagens em suas campanhas promocionais.

Você pode, também, oferecer desconto em pagamentos pelo Pix – lembrando que a InfinitePay oferece Pix com taxa zero para todos os clientes. Se a venda for física, indicamos que você use o QR Code integrado à maquininha. Assim, o seu cliente pode levar o comprovante da venda por Pix para casa.

4. Faça entrega

Que tal fazer a venda dos seus produtos onde o seu cliente estiver? Fazer entrega dos seus clientes é um ótimo diferencial e pode ser o fator decisivo para um cliente escolher comprar na sua loja. E não se preocupe com o pagamento na hora da entrega: com a InfinitePay, você não precisa enviar sua maquininha de cartão com o responsável pela entrega.

Basta instalar o aplicativo da InfinitePay no celular do seu colaborador e ativar o Modo Vendedor. Assim, ele consegue usar o InfiniteTap para realizar vendas por aproximação usando somente o celular – sim, o InfiniteTap transforma o celular em maquininha de cartão.

Essa função é 100% segura, tanto para você quanto para o seu cliente. Seu colaborador não conseguirá acessar nenhum dado da sua conta e seu cliente não precisará compartilhar nenhum número do cartão. É praticidade e segurança para todos!

Veja como o Modo Vendedor funciona:

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5. Aposte no pós-venda e fidelização

Investir em um atendimento de qualidade no pós-venda é fundamental para fidelizar seus clientes e garantir que eles voltem a comprar em sua loja. Um estudo recente da Harvard Business Review aponta que aumentar a retenção de clientes em apenas 5% pode resultar em um aumento de lucros de 25% a 95% (Reichheld, 2020).

Dessa forma, o pós-venda se torna um fator crucial para o sucesso do seu negócio, pois é nesse momento que você tem a oportunidade de estabelecer um relacionamento duradouro com seu cliente, garantindo que ele retorne à sua loja em outras ocasiões.

Algumas estratégias de pós-venda eficientes incluem:

  • Registrar contato: cadastre seu cliente com informações básicas (e-mail, WhatsApp) para manter o contato com ele depois da venda. Vale usar sistemas de CRM para organizar os dados ou mesmo uma planilha.
  • Oferecer suporte para dúvidas, sugestões ou reclamações: aproveite as datas comemorativas para agradecer pela confiança e parabenizar a pessoa presenteada. É uma oportunidade para abrir espaço para receber dúvidas ou mesmo resolver problemas que possam acontecer com a compra.  
  • Faça promoções e descontos: encaminhe ofertas exclusivas e descontos personalizados para fidelizar e estimular novas compras no futuro, sempre cuidando para oferecer produtos pertinentes para o seu cliente.

Como aumentar seu lucro?

Para lucrar mais, não basta vender mais, mas também vender melhor. O aplicativo completo da InfinitePay permite gerenciar vendas e gastos de forma simples e eficiente em tempo real, evitando a necessidade de colecionar contas em banco e otimizando a gestão do seu negócio.

Confira: Baixe aqui nossa planilha de precificação!

Veja algumas das vantagens que vão te ajudar a aumentar seu lucro:

1. Receba seu dinheiro em 6 segundos

Ative e desative o InfiniteNitro para receber suas vendas em 6 segundos, inclusive nos finais de semana e feriados.

2. Ganhe 1,5% de cashback movimentando seu saldo

Use o cartão virtual inteligente da InfinitePay e recupere até 65% das taxas ao movimentar sua conta.

3. Acabe com a inadimplência de forma prática

A gestão de cobrança da InfinitePay trabalha para você. Cadastre seus clientes e eles receberão cobranças automáticas simplificando o processo de cobrança e diminuindo da inadimplência do negócio.

4. Aumente seu fluxo de caixa

Use o empréstimo inteligente para ter crédito ágil e prático. Você contrata o empréstimo em poucos cliques e paga com parte das suas vendas.

5. Acompanhe suas receitas e despesas em tempo real

Receba, pague contas e faça a gestão de todo seu dinheiro na sua conta inteligente da InfinitePay.

Com a ajuda dos produtos e serviços da InfinitePay, você estará sempre amparado para multiplicar seu lucro e acelerar o sucesso do seu negócio. Use nossas ferramentas, siga nossas estratégias e veja sua empresa crescer no mercado.

Person using laptop showing an invoice of R$4,200.00 with InfinitePay logo and business management text.
Finanças

Trabalhar muito e ver pouco lucro no final do mês é sinal de gestão financeira frágil. Quando entradas, despesas e retiradas pessoais se misturam, fica difícil saber o que o negócio realmente ganha.

Reunimos 7 práticas para colocar as finanças sob controle: separar contas, mapear custos, montar orçamento, projetar fluxo de caixa, cuidar do estoque e acompanhar indicadores. Siga as dicas abaixo e ajuste o que fizer sentido para o seu negócio.

Saiba mais:Ponto de equilíbrio contábil: o que é e como calcular

Dicas para uma gestão financeira eficiente:

1. Separe suas finanças pessoais das finanças do seu negócio

Abra uma conta bancária exclusiva para o CNPJ e pague seu pró-labore fixo dela, uma vez por mês. Assim você sabe quanto o negócio ganha e evita retiradas no débito errado.

Registre cada entrada e saída da conta empresarial. Na InfinitePay, vendas por Pix, maquininha e InfiniteTap aparecem em Suas vendas, com relatórios em PDF ou CSV pelo app ou pela web.

2. Analise suas despesas e encontre maneiras de reduzir custos.

Liste todas as despesas e divida em fixas (aluguel, folha) e variáveis (matéria-prima, comissões). O corte começa pelos itens que não geram receita direta.

Revise o extrato mensalmente. Gastos pequenos que se repetem todo mês costumam pesar mais do que parecem. Corte ou renegocie antes de reduzir qualidade do produto ou do serviço.

3. Estabeleça um orçamento realista para o seu negócio

Some as receitas previstas do mês, subtraia despesas fixas e variáveis e defina uma meta de lucro. O que sobra vai para reinvestimento, pró-labore e fundo de emergência.

Ajuste o orçamento quando vendas caem ou sobem. Compare realizado x previsto toda semana para corrigir rota antes do mês fechar.

Leia mais: Modelo de orçamento: como fazer um orçamento simples e eficaz

4. Faça especulações de fluxo de caixa para os próximos meses

Projete entradas e saídas mês a mês pelos próximos 90 dias. Lucro no papel não garante caixa: parcelas entram depois, fornecedores cobram antes e impostos têm datas fixas.

Simule queda de vendas e atraso de recebíveis. Se o saldo ficar negativo, corte despesas ou reforce a reserva antes do problema chegar.

Monte um fundo de emergência com 1 a 3 meses de custos fixos. Atualize a projeção toda semana com o que entrou e saiu de fato.

5. Gerencie o estoque com cuidado, evitando excessos ou faltas

Registre cada entrada e saída de produto. Estoque parado prende capital; falta de item perde venda.

Use histórico de vendas para calcular ponto de reposição. Para negócios com validade, priorize giro FIFO (primeiro a entrar, primeiro a sair).

Nas compras de estoque, o Cartão Virtual da InfinitePay devolve 1,5% de cashback em compras no crédito, até R$ 20 mil a cada 30 dias.

6. Monitore constantemente o desempenho financeiro do seu negócio e faça ajustes conforme necessário.

Acompanhe lucro bruto, margem líquida, fluxo de caixa e retorno sobre investimento todo mês. Compare com o mês anterior e com a meta do orçamento.

Baixe relatórios de vendas pelo app InfinitePay ou pelo painel web. Se um indicador piora duas semanas seguidas, investigue a causa antes de esperar o fechamento mensal.

7. Faça uma análise de fluxo de caixa

Separe operacional (vendas e custos do dia a dia), investimento (equipamentos, reformas) e financiamento (empréstimos, parcelas). Cada bloco responde por uma pergunta: o negócio se paga sozinho?

Concilie o extrato bancário com lançamentos toda semana. Divergência entre saldo real e planilha é sinal de cobrança esquecida, taxa não registrada ou erro de lançamento.

Conheça a Gestão de Cobrança da InfinitePay

Com o ecossistema oferecido pela InfinitePay, você centraliza vendas e recebimentos em uma conta digital. Pix, maquininha e InfiniteTap aparecem em um só painel, com relatórios de vendas em PDF ou CSV.

A Gestão de Cobrança da InfinitePay simplifica e automatiza as cobranças do seu negócio. Com ela, você envia cobranças por Pix ou cartão de crédito em poucos cliques. Cadastre clientes, programe cobranças recorrentes e acompanhe o status de cada cobrança pelo app ou pela web.

Man with glasses working on laptop surrounded by cardboard boxes in a dimly lit storage room.

Você também tem controle total sobre as vendas do seu negócio, diretamente na sua conta via web, construída de forma intuitiva e fácil de usar. Visualize, em tempo real, cada transação realizada, acompanhe seu faturamento, e tenha acesso a relatórios detalhados que podem ser customizados de acordo com suas necessidades. Além disso, todas as vendas, seja por Pix, InfiniteTap ou maquininha, são integradas em um só lugar, facilitando a organização e gestão dos seus recebimentos.

O painel de controle da InfinitePay reúne vendas, recebimentos e relatórios para acompanhar o desempenho do negócio em um só lugar.

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