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Finanças

A organização financeira é fundamental para o sucesso de qualquer negócio. Manter as finanças bem organizadas permite um gerenciamento eficaz, ajuda na tomada de decisões informadas e garante a sustentabilidade do negócio a longo prazo.

4 dicas para ter uma organização financeira eficiente

Organize suas finanças com: 1) orçamento detalhado, 2) gestão de fluxo de caixa, 3) análise periódica e 4) tecnologia.

Uma organização financeira eficiente é mais do que uma prática empresarial prudente. Veja algumas dicas essenciais:

1. Controle de finanças detalhado

Crie um orçamento detalhado que inclua todas as receitas esperadas e despesas previstas.

Revise e ajuste o orçamento regularmente, com base no desempenho financeiro real.

Use a previsão financeira para antecipar necessidades futuras de caixa e planejar investimentos. 

Saiba mais sobre:Ponto de equilíbrio contábil: o que é e como calcular

2. Gestão de fluxo de caixa

Monitore o fluxo de caixa diariamente para garantir que sempre haja dinheiro suficiente em caixa para cobrir as despesas. Estabeleça termos de pagamento claros com clientes e fornecedores, e faça a gestão ativa das contas a receber e a pagar. Com a Gestão de Cobrança da InfinitePay, você tem pelo app ou via web uma gestão de cobranças completa e de graça dentro da sua conta digital InfinitePay. 

Também considere a possibilidade de criar um fundo de reserva para cobrir despesas inesperadas ou conte com o empréstimo online na hora da InfinitePay.

3. Análise financeira

Compare o desempenho financeiro atual com períodos anteriores e com as metas estabelecidas. Identifique áreas de melhoria e elabore planos de ação para melhorar a rentabilidade.

4. Investimento em tecnologia

Investir em novas tecnologias pode gerar inovação, proporcionando uma vantagem competitiva num mercado saturado. Na InfinitePay você tem uma conta premium de graça com relatório de vendas, controle de entrada e saída de produtos com o PDVendas, e vários planos de recebimento que você pode ativar na hora de qualquer lugar pelo aplicativo ou conta web. 

O que fazer para se organizar financeiramente? 

A tecnologia pode ajudar na redução de custos operacionais através da automação com comunicação mais eficaz. Para revolucionar o método de pagamento do seu negócio, você pode utilizar o InfiniteTap, máquina de cartão no celular, e com as melhores taxas do mercado você pode vender em qualquer lugar usando apenas o celular de graça. É só baixar o app!

Leia mais:Agilize as finanças do seu negócio com as soluções da InfinitePay

Educação financeira continuada

Mantenha-se atualizado sobre as melhores práticas de gestão financeira e regulamentações relevantes. Invista em treinamento e educação financeira para você e sua equipe!

Como aprender gestão financeira gratuitamente?

O Me Ajuda a Te Ajudar é um curso gratuito e feito para ajudar você a administrar o seu negócio. Você terá acesso ao curso completo com aulas gravadas, e-books, planilhas para organizar as finanças, ter uma gestão mais eficiente do seu fluxo de caixa e atrair mais clientes e multiplicar seu lucro!

‍O curso é dividido em dois módulos. No primeiro módulo você aprenderá a criar e comunicar o valor do seu negócio, e no segundo módulo, o tema é sobre finanças e faturamento.

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Você também pode se interessar por: Modelo de orçamento: como fazer um orçamento simples e eficaz

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Empreender

O fechamento de caixa é uma das tarefas mais importantes para qualquer empresa que trabalha com vendas diárias – ele garante que todas as movimentações financeiras sejam registradas corretamente, evitando erros, inconsistências e até prejuízos no negócio.

Se você tem um comércio, restaurante ou qualquer outro tipo de empresa que lida com pagamentos em dinheiro, cartões ou outras formas de recebimento, é essencial dominar esse processo. 

Um fechamento de caixa bem feito traz mais segurança financeira, facilita a gestão do fluxo de caixa e evita dores de cabeça no futuro.

Neste artigo, vamos ensinar o passo a passo completo para você realizar um fechamento de caixa eficiente e sem complicações.

Como fazer fechamento de caixa?

Antes de entrarmos no processo detalhado, é importante entender que o fechamento de caixa deve ser um hábito diário para garantir que todas as transações sejam devidamente conferidas – isso ajuda a evitar divergências financeiras e facilita a contabilidade da empresa.

A seguir, apresentamos um guia prático para você realizar essa tarefa com segurança e precisão.

processo de fechamento de caixa

1. Reúna todas as informações financeiras do dia

Para começar o fechamento de caixa, é fundamental ter em mãos todos os registros das vendas e transações realizadas ao longo do dia. 

Esses registros podem incluir:

  • Relatórios do sistema de vendas (PDV ou ERP).
  • Comprovantes de cartões de crédito e débito.
  • Recibos de pagamentos feitos via Pix, boletos ou transferências bancárias.
  • Notas fiscais emitidas.
  • Relatórios de saídas de dinheiro (despesas pagas com o caixa).

Ao reunir essas informações, você evita esquecimentos e facilita a conferência dos valores.

2. Confira o saldo inicial e final do caixa

O saldo inicial é o valor em dinheiro que estava no caixa no começo do expediente. 

Durante o fechamento, é importante verificar se o saldo final condiz com o esperado, levando em conta todas as entradas e saídas do dia.

Para isso, considere o saldo inicial do dia, some todas as entradas (dinheiro, cartões, Pix, boletos, etc.) e subtraia todas as saídas (pagamentos de despesas, trocos, retiradas) – o resultado final deve corresponder ao saldo atual do caixa.

( Saldo Inicial do Dia + Todas as Entradas ) - Todas as Saídas = Saldo Atual do Caixa

Se houver qualquer diferença, é necessário identificar o motivo antes de encerrar o processo.

3. Verifique os pagamentos recebidos

Agora é hora de conferir os valores recebidos de cada método de pagamento, garantindo que não haja divergências.

  • Dinheiro: conte o valor em espécie e veja se bate com os registros do sistema.
  • Cartões: confira os comprovantes e o relatório do sistema de vendas para garantir que todas as transações foram registradas corretamente.
  • Pix e transferências: acesse o extrato bancário e verifique se os valores correspondem ao registrado no caixa.
  • Boletos: confirme se houve pagamentos e se estão devidamente registrados.

Essa etapa evita que erros passem despercebidos e permite corrigir qualquer inconsistência antes do fechamento final.

Leia mais: O que é fluxo de caixa?

4. Faça a conferência do dinheiro em espécie

Se sua empresa aceita pagamentos em dinheiro, contar manualmente as cédulas e moedas disponíveis no caixa é essencial. 

Para evitar erros, siga estas dicas:

  • Separe as cédulas por valor e conte com atenção.
  • Utilize máquinas de contagem, se possível.
  • Registre o total contado e compare com o relatório do sistema.

Caso haja diferença entre o valor contado e o esperado, investigue possíveis falhas, como erros de troco ou registros incorretos no sistema.

5. Analise as movimentações de saída

Durante o expediente, pode ser necessário utilizar o dinheiro do caixa para pequenas despesas, como compra de materiais ou pagamento de entregadores.

Ao fazer o fechamento, confira todas essas movimentações:

  • Verifique se cada saída tem um comprovante.
  • Registre cada despesa corretamente.
  • Certifique-se de que não houve retiradas indevidas.

Isso ajuda a manter o controle financeiro e evita perdas desnecessárias.

6. Gere um relatório de fechamento

Com todas as conferências feitas, é hora de gerar um relatório detalhado do fechamento de caixa. 

Esse documento deve conter:

  • O saldo inicial do dia.
  • Todas as entradas e saídas detalhadas.
  • O saldo final.
  • Qualquer observação relevante (erros corrigidos, ajustes feitos, etc.).

Esse relatório deve ser armazenado corretamente, pois será essencial para auditorias internas e futuras consultas financeiras.

Com o PDV da InfinitePay, você consegue gerar e imprimir relatórios de vendas gratuitamente e saber quantos produtos saíram do seu estoque.

7. Armazene os registros com segurança

Após gerar o relatório, é importante garantir que todos os registros sejam armazenados de forma segura. 

Algumas boas práticas incluem:

  • Guardar os relatórios físicos em pastas organizadas.
  • Digitalizar e salvar os arquivos em sistemas de gestão financeira.
  • Armazenar comprovantes e recibos para possíveis verificações futuras.

Isso ajuda a evitar problemas caso seja necessário consultar os registros em outro momento.

Leia mais: 

8. Deposite o dinheiro no banco (se necessário)

Se sua empresa lida com grandes volumes de dinheiro em espécie, deixar um montante alto no caixa pode ser arriscado – por isso, considere realizar depósitos bancários regulares para manter a segurança financeira.

Ao fazer o depósito:

  • Registre o valor retirado no sistema de fechamento.
  • Gere um comprovante do depósito para arquivamento.
  • Defina um saldo adequado para troco no caixa.

Isso reduz o risco de furtos e facilita a gestão do dinheiro da empresa.

Veja como fazer controle financeiro e entenda a importância para a sua empresa.

9. Prepare o caixa para o próximo dia

Por fim, antes de encerrar o processo, é fundamental preparar o caixa para o próximo expediente.

  • Defina um saldo inicial de troco adequado: tenha cédulas e moedas suficientes para facilitar o atendimento aos clientes.
  • Verifique se há pendências: como lançamentos errados ou valores a serem ajustados.
  • Revise os sistemas de pagamento: confira se maquininhas de cartão, sistemas de vendas e outros dispositivos estão funcionando corretamente.
  • Registre observações importantes: anote qualquer informação que possa impactar o fechamento do dia seguinte, como estornos pendentes ou vendas não finalizadas.

Essa organização prévia garante um início de expediente mais tranquilo e eficiente.

O que é fechamento de caixa?

O fechamento de caixa é um processo financeiro essencial para qualquer empresa que realiza transações diárias: ele consiste na conferência e registro de todas as movimentações financeiras de um determinado período, geralmente um dia de trabalho.

Durante esse processo, são verificados os valores recebidos e pagos, garantindo que os registros da empresa correspondam ao dinheiro em espécie, valores em conta, pagamentos por cartão, Pix e outras formas de recebimento.

De forma resumida, o fechamento de caixa tem três objetivos principais:

  1. Garantir que não haja erros ou inconsistências nos registros financeiros;
  2. Controlar o fluxo de entrada e saída de dinheiro;
  3. Facilitar a contabilidade e a tomada de decisões financeiras.

Esse procedimento pode ser realizado manualmente, por meio de planilhas e registros físicos, ou com o auxílio de sistemas automatizados de gestão financeira, como o PDV da InfinitePay, que tornam a conferência mais rápida e segura.

Utilize a Planilha de Fluxo de Caixa gratuita da InfinitePay para fazer o controle financeiro do seu negócio.

Importância do fechamento de caixa

Fazer o fechamento de caixa corretamente é fundamental para garantir a saúde financeira do negócio. 

Sem esse controle, a empresa pode enfrentar problemas como perdas financeiras, erros contábeis e até fraudes.

Veja por que essa prática é tão importante:

importância do fechamento de caixa

1. Evita erros financeiros

Pequenos erros ao longo do dia, como trocos incorretos ou registros duplicados, podem se acumular e gerar um impacto significativo nas finanças da empresa. 

Com um fechamento bem feito, essas inconsistências são identificadas e corrigidas imediatamente.

2. Reduz riscos de fraude e desvio de dinheiro

O fechamento diário permite que a empresa tenha um controle mais rígido sobre o caixa, dificultando tentativas de fraude ou desvios de dinheiro. 

Caso ocorra alguma irregularidade, ela pode ser identificada rapidamente e investigada.

3. Garante um controle mais preciso do fluxo de caixa

Saber exatamente quanto entrou e quanto saiu da empresa é essencial para manter um fluxo de caixa equilibrado. 

Com um fechamento bem estruturado, o gestor pode visualizar melhor a saúde financeira do negócio e planejar futuras decisões com mais segurança.

4. Facilita a contabilidade e a prestação de contas

Manter registros organizados e precisos ajuda na gestão contábil, especialmente no momento de calcular impostos e declarar receitas. 

Um fechamento de caixa bem feito reduz o risco de erros fiscais e problemas com órgãos reguladores.

5. Melhora a gestão de recursos da empresa

Com o controle diário do caixa, o empresário pode identificar padrões financeiros, como picos de vendas, sazonalidades e necessidades de ajustes nos preços ou custos operacionais – dessa forma, a gestão do negócio se torna mais eficiente e estratégica.

6. Aumenta a segurança financeira da empresa

Empresas que não realizam o fechamento de caixa de forma adequada podem enfrentar dificuldades financeiras inesperadas, já que um erro acumulado por vários dias pode resultar em grandes prejuízos. 

Fazer essa conferência regularmente garante maior previsibilidade financeira.

Você também pode se interessar: Como fazer um planejamento operacional?

Como diminuir erros no fechamento de caixa?

O fechamento de caixa é um processo fundamental para garantir o controle financeiro de um negócio – no entanto, erros podem acontecer e, se não forem corrigidos, podem levar a inconsistências, prejuízos e até problemas contábeis mais graves.

Para evitar esses erros e tornar o fechamento de caixa mais eficiente e seguro, é essencial adotar boas práticas. 

A seguir, apresentamos estratégias eficazes para reduzir falhas e garantir um controle financeiro mais preciso.

estratégias para fechamento de caixa

1. Padronize o processo de fechamento de caixa

Muitos erros acontecem porque o fechamento de caixa não segue um padrão. 

Se cada funcionário realiza o processo de uma maneira diferente, há mais chances de falhas.

Para evitar isso, crie um passo a passo padronizado e treine a equipe para seguir sempre o mesmo procedimento. 

Isso inclui:

  • Estabelecer um horário fixo para o fechamento de caixa, como no final do expediente ou no início de um novo turno.
  • Determinar quem será o responsável pelo processo ou quais colaboradores podem realizá-lo.
  • Criar um checklist com todas as etapas necessárias, incluindo conferência de valores, contagem de dinheiro e verificação de pagamentos eletrônicos.
  • Registrar os resultados sempre da mesma forma, seja manualmente ou por meio de um sistema digital.

Com um processo padronizado, a chance de erros diminui significativamente.

2. Faça a conferência em dupla sempre que possível

Quando apenas uma pessoa realiza o fechamento de caixa, é mais difícil identificar erros. 

Ter um segundo funcionário conferindo os valores pode ser uma estratégia eficaz para detectar falhas antes que elas se tornem um problema maior.

Se a empresa tiver essa possibilidade, a dupla conferência pode funcionar da seguinte maneira:

  1. Um funcionário realiza o fechamento de caixa seguindo todos os procedimentos padrão.
  2. Outro funcionário revisa os valores e verifica se tudo está correto antes de finalizar.

Isso reduz as chances de erros passarem despercebidos e aumenta a segurança do processo.

3. Mantenha os registros financeiros organizados

A desorganização dos registros é um dos principais fatores que levam a erros no fechamento de caixa. 

Se os comprovantes de vendas, recibos e relatórios não estiverem bem armazenados, a conferência se torna mais difícil e propensa a falhas.

Para evitar esse problema, siga algumas boas práticas:

  • Guarde todos os comprovantes do dia no mesmo local, com uma pasta ou gaveta específica para isso.
  • Digitalize documentos importantes para evitar perdas e facilitar consultas futuras.
  • Utilize um sistema de armazenamento online, como Google Drive ou softwares de gestão financeira, para manter os registros acessíveis e organizados.

Quanto mais organizados forem os registros, mais eficiente será a conferência do caixa.

4. Evite distrações durante o fechamento de caixa

O fechamento de caixa exige atenção e concentração: se for feito em um ambiente agitado, com muitas interrupções ou enquanto o atendente ainda precisa lidar com clientes, as chances de erro aumentam consideravelmente.

Algumas formas de minimizar distrações incluem:

  • Escolher um momento mais tranquilo para realizar o fechamento, preferencialmente após o encerramento do atendimento ao público.
  • Definir um local específico para essa tarefa, longe de barulhos ou distrações.
  • Reduzir o uso de celulares ou outras interferências durante o processo.

Se possível, o fechamento de caixa deve ser tratado como uma tarefa prioritária, realizada sem pressa e com total atenção.

5. Faça auditorias periódicas do caixa

Mesmo com um processo bem estruturado, é importante realizar auditorias periódicas para garantir que tudo esteja funcionando corretamente – essas auditorias podem ser feitas por um gestor, contador ou outro responsável financeiro da empresa.

Durante a auditoria, alguns pontos que devem ser verificados incluem:

  • Comparação dos registros do fechamento de caixa com os extratos bancários e relatórios financeiros.
  • Identificação de padrões incomuns, como valores repetidamente incorretos.
  • Análise de possíveis diferenças frequentes entre o saldo esperado e o saldo real.

Se forem identificadas falhas recorrentes, é importante revisar o processo de fechamento e identificar as causas dos erros.

6. Capacite a equipe responsável pelo fechamento de caixa

Erros acontecem, muitas vezes, por falta de conhecimento sobre como realizar corretamente o fechamento de caixa. 

Se os funcionários não forem treinados adequadamente, podem cometer falhas sem perceber.

Para evitar isso, é essencial investir na capacitação da equipe, abordando temas como:

  • Importância do fechamento de caixa, para que os funcionários entendam o impacto dessa atividade na saúde financeira da empresa.
  • Passo a passo do processo, ensinando o método correto para evitar falhas.
  • Identificação e correção de erros comuns, como lidar com diferenças no caixa e conferir pagamentos digitais.

Além disso, manter um manual de procedimentos acessível pode ajudar os colaboradores a seguir o processo corretamente.

7. Utilize um fundo fixo para troco

Outro erro comum ocorre quando o caixa não tem um valor fixo de troco no início do expediente – isso pode gerar confusão na contagem do dinheiro ao final do dia.

A melhor solução é definir um valor fixo de troco diário e registrá-lo corretamente. 

Por exemplo, se a empresa decide começar todos os dias com R$ 200,00 em espécie para troco, esse valor deve ser sempre separado antes de iniciar o fechamento.

Isso facilita a conferência, evita erros e torna o controle financeiro mais eficiente.

Otimize seu fechamento de caixa com a InfinitePay

Realizar o fechamento de caixa de forma precisa e eficiente é essencial para manter o controle financeiro do seu negócio – mas esse processo pode ser ainda mais ágil e livre de erros com a ferramenta certa.

O PDV da InfinitePay oferece uma solução completa para a gestão de vendas, estoque e fechamento de caixa, diretamente pela maquininha: com ele, sua empresa pode gerenciar vendas, estoque e fechamento de caixa em um único lugar. 

Isso significa mais agilidade nas operações diárias e menos chances de erros financeiros ao final do expediente.

Gestão de vendas simplificada

  • Cadastre seus produtos e venda por aproximação direto na maquininha.
  • Emita fichas e agilize o atendimento com o Modo Evento.
  • Monitore suas vendas em tempo real, sem complicações.

Controle de estoque automatizado

  • Adicione quantos produtos quiser ao catálogo e organize por categorias.
  • Utilize o Cadastro Mágico: tire uma foto do seu cardápio ou catálogo e cadastre os produtos automaticamente.
  • O estoque é atualizado automaticamente sempre que uma venda é realizada.

Fechamento de caixa rápido e sem erros

  • Gere relatórios detalhados sobre vendas e produtos vendidos.
  • Acompanhe suas vendas diárias e finalize o caixa de forma automática.
  • Cadastre clientes e acompanhe o histórico de compras para uma gestão mais estratégica.

Além de otimizar o fechamento de caixa, o PDV da InfinitePay também reduz custos operacionais, garantindo que seu negócio funcione sem gastos desnecessários.

  • Sem aluguel de maquininha: comprou, é sua! Não há cobrança de mensalidade ou comodato.
  • PDV gratuito: você não paga taxa de adesão nem custos adicionais pelo uso do sistema.
  • Sem surpresas: o único custo é a taxa sobre vendas, que pode ser calculada direto na maquininha.

Com essa estrutura, você melhora a eficiência do seu negócio sem comprometer sua lucratividade.

Revolucione seu fluxo de caixa com o PDV da InfinitePay!

Pagamentos

Se você tem ou pensa em começar um negócio, você já sabe da importância de ter uma maquininha de cartão para facilitar o pagamento dos seus clientes. 

Mas com tantas opções no mercado e uma competição acirrada entre os fornecedores, surge a pergunta: "Existe maquininha sem taxa?".

Neste artigo, vamos desmistificar essa questão e mostrar o que você precisa saber antes de escolher a maquininha ideal para o seu negócio.

Entender quais são as taxas cobradas é essencial para garantir o crescimento saudável de qualquer empresa. O problema é que nem sempre essas taxas são transparentes e fáceis de serem entendidas – por isso, é importante ter atenção redobrada.

Maquininha sem taxa: realidade ou marketing?

Em meio à intensa competição no mercado de maquininhas de cartão, muitos fornecedores utilizam estratégias de marketing chamativas para atrair mais clientes. 

Uma das promessas que tem ganhado destaque é a oferta de "máquina sem taxa". 

Mas será que isso é realmente uma realidade ou apenas uma jogada de marketing? 

Veja como se prevenir:

1. Leia as letras miúdas dos contratos

Todo contrato vem com letras pequenas, e no mundo das maquininhas de cartão, elas são especialmente importantes.

Algumas empresas podem promover suas máquinas como "sem taxas", mas ao analisar detalhadamente, você pode descobrir que essa oferta é válida apenas por um período promocional ou sob certas condições. 

Outras vezes, uma taxa específica pode ser isenta, mas outras ainda são aplicáveis. 

Por exemplo, pode não haver taxa de adesão, mas as taxas de transação ou aluguel ainda se aplicam.

2. Entenda as limitações da isenção de taxas

Muitas vezes, a isenção de taxas vem com limitações. 

Pode haver um número máximo de transações que você pode realizar sem taxas, ou a isenção pode ser aplicada apenas a transações de débito e não de crédito. 

Em outros casos, a isenção pode ser válida apenas para um certo volume de vendas. 

Uma vez ultrapassado esse volume, as taxas padrão podem ser aplicadas.

Uma máquina sem taxas pode parecer uma opção atraente à primeira vista, mas é essencial considerar o valor real dessa oferta.

Lembre-se: se uma empresa não está cobrando taxas de transação, pode estar compensando isso com mensalidades mais altas ou outras taxas ocultas.

Leia também: 

O que são as taxas em máquinas de cartão?

As maquininhas de cartão, embora extremamente úteis, vêm com uma série de taxas que podem variar dependendo do fornecedor. 

Para os empresários, é essencial entender essas taxas para tomar decisões assertivas e manter a saúde financeira de seu negócio.

Vamos analisar as taxas mais comuns:

existe maquininha sem taxa

1. Taxa de adesão

Ao adquirir uma maquininha, algumas empresas cobram uma taxa inicial chamada taxa de adesão, que é um valor único pago no início do contrato. 

Não é uma prática universal, mas é importante verificar se essa taxa está presente antes de fazer um acordo.

2. Mensalidade

Algumas maquininhas operam com um modelo de mensalidade – isso significa que você pagará um valor fixo todos os meses, independentemente do volume de transações realizadas. 

Geralmente, modelos com mensalidade tendem a ter taxas de transação mais baixas.

3. Taxa de aluguel

Em vez de comprar a maquininha, alguns negócios optam por alugá-las – nesse caso, uma taxa de aluguel mensal é cobrada. 

É essencial ponderar se o aluguel vale a pena a longo prazo ou se a compra seria uma opção mais econômica. 

Confira se é melhor comprar ou alugar maquininhas de cartão neste artigo.

4. Taxa das transações

Essa é a taxa que a maioria dos empresários está familiarizada. 

Para cada venda realizada, uma porcentagem ou valor fixo é retido pela empresa fornecedora da máquina. 

Essas taxas podem variar dependendo do tipo de cartão (débito ou crédito) e do plano escolhido. 

Para a saúde financeira do seu negócio, é importante que você escolha uma maquininha com taxas mais baixas.

5. Taxa de antecipação

Para os negócios que optam por receber os valores das vendas no cartão de crédito de forma antecipada (antes do prazo padrão, que geralmente é de 30 dias), existe uma taxa adicional. 

Essa taxa de antecipação é cobrada para compensar a operadora por disponibilizar o dinheiro mais cedo. 

Confira aqui sobre o que é antecipação de recebíveis.

6. Outras taxas

Além das mencionadas, existem outras taxas que podem ser cobradas, como taxa de inatividade (quando a máquina não é usada por um período prolongado). É crucial ler todo o contrato e perguntar ao fornecedor sobre todas as possíveis taxas antes de fechar um acordo.

Pode ser cobrada taxa no Pix direto pela maquininha?

O Pix foi desenvolvido como uma solução de pagamento instantânea e livre de taxas. 

Apesar disso, quando o QR é gerado pela própria maquininha de cartão, algumas instituições optam por cobrar uma taxa por transação para compensar os custos operacionais.

Mas existe uma forma de você vender por Pix direto pela maquininha sem pagar nenhuma taxa – basta usar a Maquininha Smart da InfinitePay.

Além das melhores taxas e do recebimento mais rápido do Brasil (o dinheiro cai na conta em apenas 6 segundos), com a InfiniteSmart você também conta com Pix taxa zero (confira mais aqui) – uma facilidade e tanto para dar descontos em pagamentos à vista sem perder sua margem de lucro.

Leia mais: Pix direto na maquininha tem taxa?

Compare as opções com as menores taxas do mercado

Embora não exista uma maquininha 100% sem taxas para todas as transações, é possível escolher soluções com custo zero de aquisição e taxas transparentes. Na InfinitePay, você encontra a opção ideal para o seu modelo de negócio, seja você autônomo ou uma loja com grande volume de vendas.

Maquininha Smart

A Maquininha Smart pode ser adquirida em 12x de R$ 16,58 ou por R$ 199,00 à vista.

Ela imprime comprovantes físicos, possui bateria de longa duração e oferece conexão via Wi-Fi ou 3G. Além disso, conta com um sistema Android com PDV integrado para facilitar a gestão.

Essa solução é ideal para lojas com alto volume de vendas, restaurantes e comércios que precisam de um equipamento robusto e da emissão de comprovantes impressos para os clientes.

InfiniteTap

Para quem busca uma opção sem custo de equipamento, o InfiniteTap é a solução gratuita que transforma o celular em uma maquininha.

Com ele, você aceita pagamentos por aproximação (NFC) e envia o comprovante digital diretamente pelo aplicativo, sem taxa de adesão ou aluguel.

É a escolha perfeita para autônomos, MEIs, profissionais liberais e pequenos empreendedores que valorizam a mobilidade e querem começar a vender sem investir em um aparelho.

As duas soluções contam com as taxas transparentes e competitivas da InfinitePay.

Modalidade Taxa (Recebimento em 1 dia útil)
Débito a partir de 1,37%
Crédito à vista a partir de 3,15%
Crédito 12x a partir de 12,40%

Simule suas vendas e veja quanto sobra no seu bolso

Para entender o impacto real das taxas, veja quanto você recebe em uma venda de R$ 100 em cada modalidade, com recebimento em 1 dia útil.

Modalidade Valor da Venda Taxa Aplicada Valor Líquido Recebido
Débito R$ 100,00 1,37% R$ 98,63
Crédito à vista R$ 100,00 3,15% R$ 96,85
Crédito 12x R$ 100,00 12,40% R$ 87,60

Como ter uma maquininha de cartão sem taxa?

Você dificilmente encontrará uma maquininha sem taxa – afinal, os fornecedores precisam bancar seus custos operacionais. 

Mas existe uma alternativa para você ter uma máquina de cartão com recebimento na hora e sem taxa de adesão, aluguel ou mensalidade: o InfiniteTap, da InfinitePay.

O InfiniteTap é a funcionalidade perfeita para quem buscar uma maquininha no celular sem taxa: ele transforma o celular em maquininha de cartão e você não paga nada para começar a usar – só paga quando vender! 

Além disso, o dinheiro das vendas cai na sua conta em tempo recorde: 6 segundos!

Leia mais: Como ter uma maquininha no celular

Empreender

29% dos MEIs fecham em até 5 anos, e a falta de planejamento financeiro está entre as causas mais citadas. Empreender do zero exige menos capital do que parece — exige método.

Quem quer tirar a ideia do papel precisa de um passo a passo claro: validar antes de gastar, formalizar cedo e receber pagamentos com conta separada da pessoal. O ebook Como Empreender do Zero da InfinitePay reúne planejamento, precificação e gestão financeira em um material gratuito para download.

Como empreender do zero passo a passo?

Para empreender do zero, siga oito etapas: escolher o que vender, validar demanda, conhecer o público, estruturar o modelo, formalizar, divulgar, precificar e organizar finanças. Cada etapa reduz risco antes do próximo investimento.

1. Escolha o que vender

O primeiro passo é definir produto, serviço ou nicho. Três caminhos funcionam na prática:

CaminhoO que significaExemplo
Criar algo novoSolução que ainda não existe no mercado localApp de agendamento para barbearias do bairro
Melhorar o existenteMesmo serviço com mais qualidade, preço ou atendimentoMarmita fitness com entrega no mesmo dia
Atender nicho específicoPúblico mal servido por concorrentes genéricosManutenção de equipamentos para pequenos comércios

Sem ideia clara? Leia quero empreender, mas não tenho ideias e parta das suas habilidades, paixões ou problemas que você mesmo enfrenta no dia a dia.

2. Valide se existe demanda

Copiar concorrente sem validar é o erro mais comum. Antes de estoque, aluguel ou equipamento caro, confirme que alguém paga pelo que você vende.

Checklist rápido de validação:

  • Pesquise tendências no Google Trends e nas redes onde seu público está

  • Analise 3 a 5 concorrentes: preço, diferencial, canal de venda e reclamações

  • Converse com 10 potenciais clientes (WhatsApp, enquete ou entrevista rápida)

  • Faça pré-venda ou teste com lote mínimo antes de escalar

Para mapear segmentos com potencial, consulte oportunidades de negócios por perfil e investimento inicial.

3. Conheça seu público-alvo

Saber quem compra define preço, canal e tom de comunicação. Responda antes de investir em anúncio:

  • Quem é o cliente ideal? (idade, localização, renda, rotina)

  • Qual problema ele paga para resolver?

  • Onde busca solução hoje? (Instagram, Google, indicação, marketplace)

  • O que valoriza na hora de comprar? (preço, rapidez, qualidade, conveniência)

Crie uma persona simples — nome fictício, dor principal e objeção de compra — e use como filtro em cada decisão de marketing.

4. Estruture seu modelo de negócio

Com ideia e público definidos, organize como o negócio vai gerar receita. Os formatos mais usados por quem começa do zero:

ModeloVantagemCuidado
Prestação de serviçoBaixo investício inicialPrecificar hora e material corretamente
Produto físicoMargem clara por unidadeEstoque e logística consomem caixa
InfoprodutoEscala sem estoqueExige audiência ou tráfego
MarketplaceVitrine prontaTaxa de plataforma reduz margem

O Business Model Canvas resume o plano em nove blocos numa página:

Como empreender do zero | Business Model Canvas com nove blocos: proposta de valor, segmento de clientes, canais, relacionamento, fontes de receita, recursos, atividades, parcerias e estrutura de custos

Business Model Canvas com nove blocos: proposta de valor, segmento de clientes, canais, relacionamento, fontes de receita, recursos, atividades, parcerias e estrutura de custos

Para preencher cada bloco com mais profundidade, baixe o ebook Como Empreender do Zero — ele traz frameworks de planejamento, precificação e gestão financeira aplicados ao dia a dia de quem está começando.

5. Formalize sua empresa

Abrir CNPJ dá credibilidade, permite emitir nota fiscal e separa o negócio da vida pessoal. Para quem está começando, o MEI costuma ser o caminho mais rápido:

  1. Acesse o Portal do Empreendedor

  2. Entre com conta Gov.br

  3. Escolha a atividade (CNAE) e preencha os dados

  4. Conclua o cadastro — o CNPJ sai em poucos minutos

O limite anual do MEI em 2026 é de R$ 81 mil. Acima disso, avalie ME ou EPP com apoio de contador.

6. Divulgue e conquiste os primeiros clientes

Presença online não é opcional, mesmo para negócio físico. Priorize um canal principal antes de espalhar esforço:

  • Instagram ou TikTok para serviços visuais (beleza, comida, artesanato)

  • WhatsApp Business para orçamento e agendamento

  • Google Meu Negócio para quem depende de busca local

  • LinkedIn para serviços B2B (consultoria, design, contabilidade)

Publique bastidores, depoimentos e prova de resultado. Responda mensagem em até 24 horas — velocidade converte mais do que feed perfeito.

7. Defina preço e formas de pagamento

Preço errado corrói margem silenciosamente. Some custo de produção, tempo, impostos e taxa de pagamento antes de definir o valor final.

Três métodos básicos:

MétodoQuando usar
Custo + margemProduto físico ou serviço com insumos claros
ConcorrênciaMercado maduro com preços estáveis
Valor percebidoServiço premium ou nicho especializado

Ofereça Pix, cartão e link de pagamento desde o início. Cliente sem opção de pagamento conveniente desiste na hora da compra.

8. Organize finanças e acompanhe resultados

Separe conta pessoal e empresarial no dia em que receber o primeiro pagamento. Registre toda entrada e saída — planilha simples basta nos primeiros meses.

Indicadores mínimos para acompanhar semanalmente:

  • Faturamento bruto: quanto entrou

  • Margem por venda: quanto sobrou depois de custos e taxas

  • Canal que mais vende: Instagram, indicação, marketplace

  • Ticket médio: valor médio por cliente

Ferramentas como Google Analytics e insights das redes sociais ajudam a medir tráfego e engajamento sem complicação.

Como empreender do zero com pouco dinheiro?

Empreender do zero com pouco dinheiro exige começar pelo serviço ou pré-venda, validar com clientes reais e adiar gastos fixos até existir receita recorrente. O investimento inicial pode ficar abaixo de R$ 500 quando você vende habilidade, não estoque.

Estratégias que funcionam com capital limitado:

  • Venda antes de comprar estoque: pré-venda ou encomenda sob demanda

  • Trabalhe de casa: elimina aluguel nos primeiros meses e reduz custo fixo

  • Use ferramentas gratuitas: Canva para arte, Google Sheets para controle, WhatsApp para venda

  • Formalize como MEI: DAS fixo mensal, sem contador obrigatório no início

  • Reinvista o lucro: escale só depois de margem positiva por 3 meses seguidos

Quem precisa de estrutura completa sem pagar consultoria pode baixar o ebook Como Empreender do Zero e seguir os capítulos de planejamento financeiro e precificação.

Quais características ajudam quem empreende do zero?

As características de um empreendedor de sucesso incluem adaptabilidade, gestão financeira responsável e aprendizado contínuo. Nenhuma delas nasce pronta: se desenvolve na prática, erro após erro.

Para manter motivação nos primeiros meses, vale consumir conteúdo sobre jornadas reais: confira uma lista de filmes sobre empreendedorismo com histórias de quem começou do zero e persistiu apesar de obstáculos.

Como continuar crescendo depois dos primeiros clientes?

Depois dos primeiros clientes, o crescimento vem de testar canais, fidelizar quem já comprou e automatizar o que consome tempo demais. Nem toda estratégia de marketing funciona para todo negócio.

O Bullseye Framework ajuda a priorizar:

  1. Liste todos os canais possíveis (redes sociais, SEO, parcerias, indicação, anúncios)

  2. Escolha três para testar com investimento mínimo

  3. Meça resultado em 30 dias (leads, vendas, custo por cliente)

  4. Escale só o canal que trouxe retorno comprovado

Como empreender do zero | Bullseye Framework com círculos concêntricos para priorizar canais de aquisição de clientes

Bullseye Framework com círculos concêntricos para priorizar canais de aquisição de clientes

Fidelização costuma ser mais barata que aquisição: programa de indicação, desconto para recompra e atendimento personalizado aumentam ticket médio sem depender só de cliente novo.

Leia também:

Como formalizar e receber pagamentos desde o início?

Formalizar e receber pagamentos desde o início exige CNPJ (ou MEI), conta separada da pessoal e meios de pagamento que o cliente já usa: Pix, cartão e link. Misturar conta pessoal e empresarial é um dos erros que mais atrasam crescimento.

A Conta PJ da InfinitePay reúne Pix grátis, cartão virtual com cashback, link de pagamento e cobrança automática — tudo no mesmo app, sem mensalidade. Funciona para CPF, MEI ou CNPJ e abre em minutos.

Empreender

Live shopping é a modalidade de e-commerce em que a venda acontece durante uma transmissão ao vivo. Um apresentador mostra o produto, tira dúvidas e conduz a compra em tempo real, enquanto o cliente paga sem sair da transmissão.

A expansão do e-commerce abriu espaço para modelos de venda organizados pelo canal de compra. Entre eles estão o mobile commerce (m-commerce), o social commerce (s-commerce) e o TV commerce (t-commerce). A live shopping é o mais recente desses canais e se consolidou sobretudo durante o isolamento social da pandemia.

Live shopping: o que é?

Live shopping é um tipo de e-commerce em que a venda acontece durante uma transmissão ao vivo. Influenciadores, artistas ou apresentadores mostram produtos de vários ângulos, explicam funcionalidades, respondem perguntas e oferecem promoções exclusivas para quem está assistindo.

A dinâmica lembra os programas de televendas, mas com a interatividade da internet: o espectador comenta, pergunta e compra no mesmo instante. As transmissões acontecem em canais como YouTube, Instagram e TikTok, frequentemente em datas comemorativas como a Black Friday.

No Brasil, varejistas como Magazine Luiza, Renner, Riachuelo e Lojas Americanas já investiram em live shopping em datas comemorativas. Apesar de recente no país, a modalidade é consolidada na China: até dezembro de 2023, 597 milhões de consumidores chineses compraram por livestreaming, segundo a China Internet Network Information Center (CNNIC).

Vantagens da live shopping

A principal vantagem é a taxa de conversão. Ao mostrar o produto com detalhe e responder dúvidas na hora, o cliente decide mais rápido e o risco de abandono de carrinho diminui. Um checkout rápido e integrado à transmissão mantém o cliente no fluxo de compra sem troca de tela.

Outro ponto é o fator humano. A live shopping aproxima a experiência de compra presencial: o cliente se conecta com o apresentador e enxerga pessoas por trás da marca. Essa identificação fideliza clientes e fortalece a marca.

Durante a transmissão, é possível direcionar tráfego para os demais canais da loja, como o site e as redes sociais, ampliando o alcance além dos espectadores ao vivo.

Desvantagens

O investimento é a principal barreira. Uma transmissão ao vivo exige equipamentos de áudio e vídeo, equipe treinada e um apresentador preparado. Áudio ruim ou conexão instável afasta a audiência nos primeiros minutos.

A live shopping também exige planejamento e maturidade operacional. Tudo é ao vivo, o que demanda capacidade de gerenciar imprevistos. A loja precisa ainda de controle de estoque atualizado para não vender produtos esgotados e de um site que suporte o pico de tráfego durante a transmissão.

Onde transmitir: canais para live shopping

Cada canal de transmissão atinge um público e exige um formato de vídeo diferente. A escolha depende de onde sua audiência já está.

CanalAudiênciaFormatoComo vender
Instagram LiveSeguidores da marcaVídeo vertical, curtoLink na bio ou Instagram Shopping
YouTube LiveInscritos e buscadoresVídeo horizontal, longoLink na descrição
TikTok LiveComunidade jovemVídeo vertical curtoLink na bio

Como começar: checklist para sua primeira live

  1. Defina o objetivo e a oferta: escolha a data, os produtos em destaque e os descontos exclusivos da live.
  2. Garanta equipamento mínimo: smartphone ou câmera com boa captação de áudio, iluminação adequada e conexão estável.
  3. Prepare um roteiro: liste a ordem dos produtos, os pontos de cada um e os momentos de interação com o público.
  4. Integre o checkout: configure o link de pagamento ou a sua loja online para que o cliente compre sem sair da transmissão.
  5. Divulgue antes: avise seguidores e lista de clientes sobre data e horário pelas redes sociais.
  6. Acompanhe as métricas: número de espectadores, pico de audiência, vendas durante a transmissão e taxa de conversão.

Crie sua loja online para a live shopping

Para vender durante uma live, você precisa de uma loja online com checkout integrado. A Loja Online da InfinitePay é gratuita e permite parcelar em até 12x no cartão e receber no Pix com taxa zero.

Com a loja pronta, você compartilha o link durante a transmissão e o cliente paga em segundos. O dinheiro cai na sua conta na hora ou em 1 dia útil.

A live shopping é uma estratégia que uma loja virtual ou híbrida pode adicionar ao planejamento comercial para expandir a audiência, fidelizar clientes e aumentar as vendas.

Seu negócio

Se você administra uma loja de material de construção, sabe que o setor passa por mudanças rápidas. Sustentabilidade, tecnologia e canais digitais deixaram de ser diferenciais e viraram pré-requisito para quem quer vender mais e manter o caixa saudável.

Mercado de material de construção em 2026

O setor de materiais de construção fechou 2025 com queda de 1,2% no faturamento, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (ABRAMAT). A retração reflete juros básicos da economia em patamar elevado por tempo prolongado, que esfriaram as vendas, especialmente para famílias.

Para 2026, a ABRAMAT projeta recuperação de 1,9% no faturamento. Três fatores impulsionam a recuperação: redução dos juros, demanda aquecida do programa Minha Casa Minha Vida e obras de infraestrutura. O programa Reforma Casa Brasil, lançado no fim de 2025 para financiar a compra de materiais por famílias de menor renda, também deve impulsionar o setor. A CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção) e o Sinapi (Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção) complementam o acompanhamento do setor com indicadores de custos de obras em todo o país.

Fonte: Índice ABRAMAT.

Materiais sustentáveis no mercado de construção

Um mercado em recuperação traz mais obras, e mais obras exigem atenção ao impacto ambiental. Sustentabilidade deixou de ser tendência para virar exigência: preservar recursos, usar energia de forma racional e reduzir emissões de carbono são critérios que consumidores e reguladores passaram a cobrar.

O conceito de ESG (Environmental, Social and Governance, ou Ambiental, Social e Governança) entrou no vocabulário da construção civil. Certificações como o LEED (Leadership in Energy and Environmental Design), padrão internacional de edifícios sustentáveis, guiam projetos que economizam água e energia. O mercado brasileiro dá cada vez mais preferência a materiais recicláveis e biodegradáveis, como tintas e tijolos ecológicos, feitos de matérias-primas renováveis com baixo consumo de energia e água e sem compostos tóxicos.

O aço e o concreto reciclados, além do concreto reforçado com madeira, bambu ou fibras naturais, são outros exemplos. Os principais materiais sustentáveis disponíveis no Brasil:

MaterialBenefício principalAplicação típica
Revestimento de argila e fibras vegetaisConforto térmico em ambientes internosParedes e revestimentos
Iluminação de LEDConsome menos energia que lâmpadas comunsIluminação residencial e comercial
BioplásticoDecomposição mais rápida que o plástico comumTubulações e acabamentos
BambuRecurso renovável que substitui a madeiraEstruturas, pisos e painéis
Lã natural de ovelhaIsolante térmico eficienteParedes, tetos e sótãos
Painéis de energia solarGeração sustentável de energiaCoberturas residenciais e comerciais
Argamassa de argilaMenor impacto ambiental na produçãoAssentamento e revestimento

Tecnologia e inovação na construção civil

Inovar na construção civil não significa apenas robôs e materiais de laboratório. Significa tornar projetos mais eficientes com materiais de melhor qualidade e mais duráveis, ou fabricados a partir de rejeitos de demolição.

O ecogranito é um exemplo: com aparência semelhante ao granito comum, é produzido com resíduos do processo de extração de mármores e granitos. O resultado é um revestimento leve, com mecanismo de impermeabilização que evita infiltrações e estufamentos. O custo costuma ser menor que o do granito tradicional, embora varie conforme fornecedor e região.

Outro material é o bioconcreto, alternativa ao concreto tradicional que se autopreenche diante da formação de rachaduras pela ação de bactérias. Quando surgem fissões, as bactérias produzem calcário que sela a rachadura. O bioconcreto já é aplicado em projetos de pesquisa e obras comerciais.

A tecnologia também chega pela gestão de obras. O BIM (Building Information Modeling, ou Modelagem de Informação da Construção) permite planejar o projeto em ambiente digital antes da execução, reduzindo desperdício de material e retrabalho. As construtechs, startups que aplicam tecnologia à construção, disseminam sistemas como o drywall (paredes em gesso acartonado) e sensores de consumo de água em tempo real.

Temporizadores e reguladores para torneiras, pias e vasos sanitários também evoluíram. A tecnologia faz esses dispositivos reduzirem o gasto e evitarem o desperdício de água de forma cada vez mais eficiente.

Soluções digitais para vendas no varejo de material de construção

A pandemia acelerou a migração do varejo para o digital. Os consumidores exigem conveniência para pesquisar e fechar pedidos a qualquer hora, com opções rápidas de entrega. Investir no online aumentou as vendas e conquistou clientes, já que ir à loja física deixou de ser obrigação.

Cada canal digital tem investimento, prazo e público diferentes:

CanalInvestimento inicialPrazo para resultadoPúblico
E-commerce próprioAlto (desenvolvimento e hospedagem)Médio (3 a 6 meses)Clientes que buscam compra direta
MarketplaceBaixo (comissão por venda)Curto (semanas)Compradores que comparam preços
Redes sociaisBaixo a médio (conteúdo e anúncios)Médio (1 a 3 meses)Seguidores e interessados por nicho
Anúncios pagos (Google, YouTube)Médio (orçamento flexível)Curto (dias a semanas)Pessoas que buscam o produto

E-commerce próprio

Você pode construir seu próprio e-commerce se estiver disposto a investir e contratar uma empresa especializada em desenvolvimento de sites. A vantagem é o controle total da marca e dos dados do cliente.

Marketplaces

Plataformas como marketplaces permitem que diferentes empreendedores anunciem e vendam seus produtos. O custo inicial é baixo, mas você paga comissão por venda e divide espaço com concorrentes.

Redes sociais

Para ampliar a divulgação dos produtos e construir relações com clientes, redes sociais como o Instagram e o Facebook são opções de baixo custo. Você cria uma vitrine de grande alcance e direciona os usuários para a sua página de e-commerce.

Anúncios pagos e presença online

Outra forma de se destacar é fazer campanhas pagas em ferramentas de busca, como o Google, nas redes sociais ou no YouTube. O anúncio aparece para os usuários dependendo do que buscam ou do perfil de consumo, aumentando as chances de vender. Ter uma presença online, criando e atualizando um perfil no Google Meu Negócio, garante que as pessoas encontrem informações sobre a sua loja ao buscarem pela sua marca.

A inovação também está na forma de receber pagamentos. Com a InfinitePay, você oferece parcelamento em até 12 vezes, o que amplia as opções de pagamento e facilita vendas de maior valor. O recebimento acontece no dia útil seguinte à compra, sem taxa de antecipação, melhorando o fluxo de caixa para investir no negócio.

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