Descubra nossas melhores dicas e conselhos. Aprenda truques úteis para melhorar sua vida profissional e pessoal.

A demonstração financeira chamada DRE (demonstração do resultado do exercício) é um resumo de dados que possibilita que os empreendedores apresentem os resultados financeiros mensais ou anuais a seus investidores, bancos e até mesmo para o governo.
Para saber se estão lucrando ou tendo prejuízos com as ações adotadas, as empresas precisam registrar e apresentar o resultado de suas operações financeiras.
Para isso, plataformas digitais, ou até mesmo planilhas criadas no Excel são de grande ajuda para compor declarações como a DRE.
Neste artigo, explicaremos em detalhes o que é, como criar um modelo do zero, métodos de análise e qual a importância para o seu negócio.
A DRE, ou Demonstração do Resultado do Exercício, é uma ferramenta contábil que resume os resultados financeiros de uma empresa em um período determinado, abrangendo tanto as operações principais quanto as atividades não operacionais.
Esse relatório é essencial para entender o desempenho financeiro do negócio, oferecendo uma visão clara de seus ganhos e despesas.
Diferentemente do balanço patrimonial, que apresenta os saldos das contas de bens, direitos e obrigações da empresa, ela detalha os gastos e ganhos ocorridos durante o exercício, que geralmente corresponde ao ciclo anual (janeiro a dezembro).
No entanto, a elaboração de DREs mensais ou trimestrais também é comum, seja para monitorar o desempenho fiscal ou auxiliar na gestão administrativa.
Por meio dessa declaração, são confrontados indicadores como receitas, custos, despesas, investimentos e provisões, resultando na apuração do lucro ou prejuízo líquido da empresa.
Esse documento é obrigatório para fins legais em periodicidade anual, mas também pode ser adaptado para diferentes necessidades de análise e planejamento.
Embora utilizem os mesmos dados de base, essas versões atendem a objetivos distintos.
A DRE Gerencial é projetada para a análise interna e estratégica da empresa.
Flexível em sua estrutura, ela permite adaptações conforme as necessidades do negócio, como a inclusão de projeções de custos futuros, metas de expansão e análises específicas de desempenho.
Seu objetivo principal é auxiliar gestores na tomada de decisões estratégicas, oferecendo insights sobre a rentabilidade e eficiência operacional.
Por ser voltada para o uso interno, ela não segue necessariamente os padrões contábeis formais, mas é uma ferramenta indispensável para otimizar a gestão e planejamento do negócio.
A DRE Contábil, por outro lado, é um relatório oficial obrigatório para atender às exigências fiscais.
Sua elaboração segue normas legais específicas, sendo realizada por profissionais habilitados, como contadores registrados no Conselho Regional de Contabilidade (CRC).
Esse tipo de declaração é utilizado para apuração de tributos, registro de resultados e prestação de contas, sendo estruturado de maneira padronizada para cumprir as obrigações legais da empresa.
Vale dizer que apenas o MEI está isento da necessidade de apresentar esse documento.

Você também pode se interessar:
Por meio da DRE é possível analisar se administração da empresa está controlando efetivamente os gastos de forma eficiente, e se o lucro gerado é compatível com o capital investido no empreendimento.
Ou seja, a demonstração do resultado do exercício é responsável por mostrar a saúde financeira do negócio.
Por mais que a função da DRE pareça clara, muitos desconhecem sua real empregabilidade, estruturação e benefício.
Separamos os principais benefícios que a Demonstração de Resultados do Exercício oferece para os negócios:
A estrutura da Demonstração do Resultado do Exercício, conforme o artigo 187 da Lei nº 6.404/1976, deverá conter obrigatoriamente:
Vale dizer que, desde 2007, demonstração de resultado (DRE) é uma tarefa obrigatória para a maioria das empresas, pois ela também é um demonstrativo contábil de apresentação de impostos e taxas, evitando sonegação.
A estrutura acima é uma versão simplificada de uma DRE e isso significa que você não precisa se limitar a ele, já que existem modelos mais detalhados e complexos.
Independentemente do método escolhido para o preenchimento, a sua DRE precisa ser o mais detalhada possível.
Para pequenas empresas, ou empreendedores com pouca maturidade, seguir um modelo para elaborar um documento de DRE é uma estratégia inteligente.
No tópico a seguir, você confere um passo a passo para fazer a sua planilha de DRE.
Além de saber como preencher corretamente os passos principais de uma DRE, você precisa estruturar o seu documento.
Por isso, antes de detalharmos cada uma das partes obrigatórias, vamos dar algumas dicas para você estruturar a sua no Excel ou no Planilhas Google:
É aqui que precisamos adicionar os títulos em cada coluna. A partir dele que serão definidas as informações a serem inseridas são:
Além dessas informações, é possível acrescentar as contas conforme as movimentações financeiras do seu negócio.
Confira como ficaria:

Esse parte é bastante rápida e simples!
Para não precisar repetir esse passo toda vez que você precisar inserir os dados na DRE, sugerimos formatar cada uma das linhas e colunas corretamente.
Basta editar a formatação da seguinte forma: linhas e colunas de “Valor” como “Moeda”; coluna “A” como “Geral”; linha “Data” como “Data Abreviada”.
Depois, de formatadas, indicamos que você utilize cores entre as linhas para facilitar a identificação das informações.
Ambas as plataformas oferecem uma variedade de cores, você pode escolher as que achar melhor.
No nosso exemplo utilizamos a cor verde para os meses e cinza nas informações principais, como no exemplo abaixo:

Agora que você já montou a base da sua DRE, vamos entender melhor cada uma das partes principais e, também, como criar e inserir suas respectivas fórmulas.
A receita bruta representa o total acumulado das vendas realizadas pela empresa em um determinado período, sem levar em conta os descontos, devoluções ou impostos aplicados às operações.
Esse é o ponto de partida para entender o desempenho financeiro do negócio antes de qualquer dedução.
Para encontrar o total de “Receita Operacional Bruta”:

Refere-se aos valores que são subtraídos da receita bruta, incluindo devoluções de produtos, descontos comerciais concedidos aos clientes e impostos incidentes diretamente sobre as vendas, como ICMS e ISS.
Essas deduções ajustam a receita para refletir os valores efetivamente recebidos.
Para encontrar o total de “Deduções da Receita Bruta”:

A receita líquida é obtida após a aplicação das deduções sobre a receita bruta.
Ela reflete o montante real que a empresa tem disponível, eliminando efeitos de devoluções, descontos e impostos diretos, sendo essencial para análises financeiras.
Para encontrar o total de “Receita Operacional Líquida”:

Os custos das vendas abrangem todas as despesas extras relacionadas diretamente à produção de bens ou à prestação de serviços vendidos.
Isso inclui custos de matéria-prima, logística, e quaisquer gastos associados à entrega ou fabricação de produtos e serviços.
Para encontrar o total de “Custo das Vendas”:

O lucro bruto é calculado subtraindo os custos das vendas da receita líquida.
Esse indicador revela a margem de ganho inicial que a empresa obtém com suas operações principais, antes de considerar despesas administrativas, financeiras e tributárias.
Para encontrar o total de “Resultado Operacional Bruto”:

As despesas administrativas ou “operacionais” incluem todos os custos fixos associados à manutenção e operação do negócio.
Isso inclui salários de funcionários administrativos, aluguel de escritórios, contas de energia e outros gastos que não dependem diretamente do volume de vendas.
Para encontrar o total de “Despesas Operacionais”:

São os custos associados à obtenção de crédito ou à administração de dívidas, como juros sobre empréstimos, taxas bancárias e multas financeiras.
Quando aplicável, pode incluir variações cambiais em operações internacionais.
Para encontrar o total de “Despesas Financeiras Líquidas”:

Essas despesas englobam os gastos diretamente relacionados à promoção e concretização de vendas, como comissões de vendedores, investimentos em publicidade, ações de marketing e suporte pós-venda.
Para encontrar o total de “Outras Despesas e Receitas”:

É o montante obtido após a dedução de todas as despesas operacionais e financeiras, mas antes de considerar a incidência do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL).
Esse resultado reflete o desempenho operacional bruto da empresa.
Para encontrar o total de “Resultado Operacional do IR e CSLL”:

Corresponde à reserva financeira necessária para o pagamento do IRPJ e da CSLL.
Esses tributos são calculados com base no lucro obtido pela empresa, sendo fundamentais para o planejamento fiscal.
Para encontrar o total de “Provisão para IR e CSLL”:

Para isso, é necessário inserir uma aba na planilha de DRE com a taxa referente aos impostos:

Esse indicador considera o lucro após dedução de todas as despesas, inclusive tributos, mas antes da distribuição de participações aos sócios, acionistas ou funcionários.
É usado para medir a rentabilidade operacional final antes das alocações.
Para encontrar o total do “Lucro Líquido antes das Participações”:

O resultado líquido, também conhecido como lucro líquido final, é o valor que sobra para a empresa após todas as deduções, incluindo despesas, tributos e participações.
Esse é o montante disponível para reinvestimentos, distribuição de dividendos ou reserva financeira.
Para encontrar o total do “Resultado líquido do exercício”:

Se você seguiu todos os passos corretamente, a sua planilha de DRE está pronta! Agora, você só precisa fazer os lançamentos.
Confira como fica preenchido no modelo final:

Leia mais:
Existem dois principais métodos, a vertical e a horizontal, que basicamente funcionam como uma orientação de leitura e interpretação da planilha.
Ao aplicar esses dois métodos de análise, gestores têm uma visão completa do desempenho financeiro, podendo tomar decisões embasadas e proativas para impulsionar os resultados.
A seguir, explicamos cada uma delas em detalhes.
A Análise Vertical examina a relação proporcional entre os elementos da DRE e um total de referência, que geralmente é a receita líquida.
Essa abordagem ajuda a entender como cada componente, como custos, despesas e impostos, contribui para o resultado final.
Por exemplo, ao observar a porcentagem das despesas operacionais em relação à receita líquida, é possível identificar áreas onde os gastos estão acima do esperado.
Com essas informações, os gestores podem ajustar a estrutura de custos, melhorando a eficiência e otimizando a lucratividade.
Além disso, a análise vertical é útil para monitorar mudanças no peso relativo das despesas ao longo do tempo, permitindo ajustes contínuos na estratégia financeira.
Enquanto a análise vertical foca na relação interna entre elementos de um mesmo período, a Análise Horizontal examina a evolução dos itens da DRE ao longo de diferentes períodos.
Isso inclui a comparação de receitas, custos e despesas de um mês, trimestre ou ano em relação a outro.
Esse método é essencial para identificar tendências de crescimento ou declínio, ajudando a projetar cenários futuros e ajustar o planejamento estratégico.
Por exemplo, se as receitas de vendas aumentam enquanto os custos permanecem estáveis, isso pode indicar maior eficiência operacional.
Com a análise horizontal, a empresa pode monitorar sua evolução ao longo do tempo, assegurando que as decisões tomadas reflitam o crescimento sustentável e a rentabilidade desejada.
A Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) e o Balanço Patrimonial são dois relatórios contábeis, mas com propósitos distintos, que juntos oferecem uma visão ampla e complementar sobre a saúde financeira de uma empresa.
Entender a diferença entre eles é fundamental para uma gestão financeira eficiente.
A DRE reflete o desempenho financeiro da empresa em um período maior, detalhando as receitas, custos, despesas e o resultado obtido, seja lucro ou prejuízo.
Ela está mais conectada ao dia a dia da operação, permitindo acompanhar a rentabilidade e a eficiência operacional ao longo do tempo.
Por ser dinâmica, a DRE é uma ferramenta que ajuda a entender como as atividades geradoras de receita e os custos associados impactam a lucratividade.
Além disso, permite planejar ajustes para melhorar o desempenho financeiro com base em dados reais.
O Balanço Patrimonial, por outro lado, apresenta a situação financeira da empresa em um momento específico, funcionando como um "raio-X" das finanças.
Ele lista os ativos (bens e direitos), os passivos (obrigações) e o patrimônio líquido, demonstrando a capacidade da empresa de honrar seus compromissos financeiros.
Essa visão estática é serve para avaliar a liquidez, solvência e estabilidade da organização, ajudando a identificar sua capacidade de investimento ou a necessidade de ajustes financeiros.
Juntas, elas permitem:
Ao utilizar ambas as ferramentas de maneira integrada, gestores conseguem tomar decisões mais fundamentadas, garantindo um equilíbrio saudável entre a operação diária e a sustentabilidade financeira no longo prazo.
Empresas que desejam elaborar um modelo de DRE eficiente precisam de ferramentas que facilitem a gestão financeira e organizem todas as transações em um só lugar.
É exatamente isso que a Conta Inteligente da InfinitePay oferece.
Nossas soluções auxiliam pequenos empreendedores a manterem suas vendas organizadas, simplificando o preenchimento da DRE e garantindo mais controle sobre as finanças.
Confira nossos benefícios:
Com a InfinitePay, sua gestão financeira fica mais simples e eficiente, permitindo que você dedique mais tempo ao que realmente importa: fazer seu negócio crescer.
Abra sua Conta InfinitePay em menos de 5 minutos e facilite a elaboração da sua DRE.

A satisfação do cliente é um dos pilares mais importantes para o sucesso de qualquer negócio.
Medir, entender e melhorar esse indicador pode aumentar a fidelização, melhorar a reputação da sua marca e até impulsionar as vendas.
Neste artigo, você vai entender o que é satisfação do cliente, por que ela é tão relevante, quais fatores influenciam essa percepção e como mensurá-la.
Ao final, ainda trazemos dicas práticas para aplicar no seu negócio e mostrar como uma conta PJ inteligente pode fazer a diferença.
Descubra se você realmente entende tudo sobre esse indicador no quiz abaixo e aprenda como usá-lo para fortalecer a reputação e impulsionar as vendas:
Satisfação do cliente um indicador de contentamento que o consumidor sente ao comparar suas expectativas com a experiência real que teve com um produto, serviço ou atendimento.
Se a experiência atende ou supera suas expectativas, a tendência é que ele saia satisfeito — e até se torne um promotor da marca.
Mas quando a percepção é negativa, isso pode resultar em reclamações, avaliações ruins e perda de oportunidades futuras.
Essa avaliação não se limita a um único momento: ela acontece antes, durante e depois da compra, influenciada por aspectos racionais e emocionais.
No contexto atual, em que o consumidor é mais exigente e conectado, investir na satisfação vai além de oferecer qualidade: trata-se de criar experiências positivas em todos os pontos de contato.
💭 Você também pode se interessar por:
Vários aspectos contribuem para que o cliente se sinta mais ou menos satisfeito em sua jornada.
Abaixo, exploramos os principais:
Um atendimento ágil, cordial e resolutivo é capaz de transformar uma experiência comum em algo memorável.
Por isso, é essencial que sua equipe esteja preparada para oferecer um suporte humanizado, que escute o cliente e entenda suas necessidades.
Hoje, muitos negócios apostam em estratégias omnichannel para garantir consistência em todos os canais, do WhatsApp ao balcão físico.
Recursos como o modo equipe do InfiniteTap, por exemplo, ajudam a organizar o atendimento presencial, reduzindo filas e otimizando a experiência com maquininhas adicionais para sua equipe.
👉 Modo Equipe da InfinitePay: impulsione suas vendas sem aumentar os custos
A forma como sua empresa lida com imprevistos pode ser tão decisiva quanto a venda em si.
Clientes valorizam marcas que resolvem problemas com agilidade, empatia e clareza.
Isso significa cumprir prazos, oferecer soluções rápidas e manter a comunicação aberta. Empresas que treinam bem seus times para lidar com esse tipo de situação têm mais chances de conquistar a confiança do cliente mesmo em momentos difíceis.
O valor percebido pelo cliente vai além do preço. Ele avalia o equilíbrio entre o que pagou e o que recebeu — seja em qualidade, durabilidade, suporte ou funcionalidades extras.
Oferecer um bom custo-benefício pode ser um diferencial competitivo.
E nesse ponto, soluções como o Pix com taxa zero da InfinitePay ajudam a manter os custos mais baixos, permitindo ao empreendedor oferecer melhores condições ao cliente final sem comprometer a rentabilidade do negócio.
Cada cliente tem um perfil único — e entender isso é essencial para oferecer experiências mais relevantes.
Personalizar o atendimento não significa apenas usar o nome da pessoa no início da conversa, mas sim adaptar o tom, o canal e até as soluções oferecidas com base em comportamentos, preferências e histórico de compras.
Essa atenção aos detalhes faz o cliente se sentir valorizado e aumenta significativamente sua satisfação.
Negócios que utilizam relatórios e ferramentas de gestão, como uma planilha de controle de clientes grátis, conseguem mapear padrões de comportamento e identificar oportunidades para oferecer um atendimento mais assertivo.
A opinião de outros consumidores tem grande peso na percepção de valor de uma marca.
Antes de tomar uma decisão de compra, é comum que o cliente busque avaliações, comentários e relatos de experiências anteriores.
Isso porque a vivência de outras pessoas pode validar ou comprometer a expectativa de quem está prestes a comprar.
Por isso, estimular avaliações e responder feedbacks, tanto positivos quanto negativos, mostra transparência e cuidado com a reputação da marca.
Manter altos índices de satisfação entre os clientes atuais se transforma em um ativo poderoso de marketing — e a divulgação boca a boca continua sendo uma das formas mais eficientes de conquistar novos clientes.
💭Artigos relacionados:
Saber o que influencia a satisfação é importante, mas medir esse indicador é o que vai permitir agir de forma estratégica.
Acompanhar esse dado com frequência ajuda a entender o que está funcionando bem e onde é possível melhorar.
A seguir, veja as principais formas de avaliar a satisfação do seu público:

Nem todo cliente pensa ou consome da mesma forma.
Por isso, uma pesquisa de satisfação genérica pode não refletir a realidade de todos os perfis que interagem com o seu negócio.
Na prática, segmentar seu público significa dividir os clientes em grupos com características em comum.
Isso pode ser feito com base em idade, localização, frequência de compra ou tipo de produto adquirido.
Se você vende tanto para clientes de primeira compra quanto para recorrentes, por exemplo, vale enviar perguntas diferentes para cada grupo, como:
Se você tem uma lista de clientes cadastrados, uma planilha de controle de clientes já pode ajudar a organizar essas informações e facilitar a segmentação.
Os dados de vendas são uma fonte riquíssima para entender a satisfação dos seus clientes.
Eles revelam padrões de comportamento, frequência de compras, tíquete médio e até períodos de maior retenção ou desistência.
Mas mais do que números, os relatórios ajudam a identificar o que motiva um cliente a continuar comprando — ou a não voltar.
Com a conta InfinitePay, por exemplo, você tem acesso automático a relatórios detalhados de vendas.
Isso facilita o acompanhamento da performance dos seus produtos e permite cruzar essas informações com outros dados de atendimento para avaliar melhor a jornada do consumidor.
Para serem eficientes, os questionários precisam ser curtos, diretos e fáceis de responder.
Prefira formatos como múltipla escolha, escalas de nota ou perguntas rápidas do tipo:
Ferramentas gratuitas como Google Forms, Typeform ou até mesmo mensagens via WhatsApp podem ser ótimas opções para enviar essas pesquisas.
Para aumentar as chances de resposta, você pode oferecer um pequeno incentivo, como desconto na próxima compra.
👉 Modelo de mensagem automática para WhatsApp: confira 18 exemplos
A Escala Likert é um modelo simples e eficiente para medir percepções.
Ela apresenta afirmações diretas e convida o cliente a responder o quanto concorda ou discorda, geralmente em uma escala de 1 a 5 (ou de “discordo totalmente” a “concordo totalmente”).
Por exemplo, você pode perguntar:
As respostas ajudam a identificar padrões de satisfação e áreas que precisam de atenção. Esse tipo de escala também facilita a análise dos dados depois — ideal para quem busca eficiência sem abrir mão da profundidade.
A pesquisa NPS (Net Promoter Score) é uma das formas mais populares de medir satisfação.
Com apenas uma pergunta principal — “De 0 a 10, o quanto você recomendaria nosso serviço para um amigo?” —, você consegue classificar seus clientes em três grupos:
O cálculo é simples: % de promotores – % de detratores = NPS da sua empresa.
Se quiser se aprofundar, dá pra incluir uma pergunta opcional ao final, como “Qual foi o principal motivo da sua nota?” — isso enriquece ainda mais o feedback.
Agora que você conhece os formatos mais usados, é hora de colocar a mão na massa. Para montar sua pesquisa de forma estratégica, siga esse passo a passo:
Se quiser praticidade, ferramentas como Google Forms ou até um chatbot com mensagens programadas já resolvem bem. O importante é não deixar a opinião do seu cliente passar batida — ela vale ouro.
👉 Lista de transmissão WhatsApp: guia completo para iPhone e Android
Manter o cliente satisfeito é uma tarefa contínua — mas com ações simples, é possível gerar impactos positivos duradouros.
Veja algumas práticas que você pode adotar hoje mesmo no seu negócio:
Atendimento humanizado é escuta ativa, empatia e resolução real de problemas.
Seja por mensagem ou presencialmente, é importante que o cliente se sinta acolhido, não apenas atendido.
Evite respostas automáticas demais, mostre interesse genuíno e tenha flexibilidade para lidar com cada situação de forma personalizada.
Se a sua operação for presencial, contar com ferramentas como o modo equipe do InfiniteTap permite transformar o celular de funcionários em uma maquininha gratuitamente, acelerando o atendimento em horários de pico e evitando filas — o que também contribui para uma experiência mais fluida.
🤔 Saiba mais sobre:
Não basta fazer uma pesquisa de satisfação uma vez por ano.
Acompanhar a experiência do cliente de forma recorrente — especialmente após pontos-chave da jornada, como uma compra ou troca de produto — permite agir rápido em ajustes pontuais e evitar frustrações futuras.
Você pode automatizar isso com ferramentas simples ou integrar esse tipo de pesquisa ao seu processo de vendas, seja no final de um atendimento, no WhatsApp ou no e-mail de confirmação de compra.
O relacionamento não termina com a venda. Um bom pós-venda ajuda a criar vínculos duradouros, estimula a recompra e fortalece a confiança na sua marca.
Perguntar se deu tudo certo com o pedido, oferecer ajuda para dúvidas ou até enviar um cupom para a próxima compra são atitudes que fazem a diferença.
Se você utiliza a conta PJ InfinitePay, pode acompanhar quem está comprando com mais frequência e identificar os melhores momentos para entrar em contato ou oferecer algo especial.
Clientes que voltam sempre são um sinal claro de que algo está funcionando — e é importante reconhecer isso.
Criar um programa de fidelidade, oferecer vantagens exclusivas ou até dar um mimo em datas especiais são formas de demonstrar valorização e aumentar ainda mais a satisfação.
Além disso, esses clientes têm maior potencial de se tornarem promotores da sua marca, ajudando a atrair novos consumidores com indicações espontâneas.
Por exemplo, a InfinitePay tem seu próprio programa de indicação, chamado Indique e Ganhe, que recompensa clientes que indicam seus produtos.
Vale dar uma conferida na página com as instruções para se inspirar.
Agora que você já sabe como funciona a satisfação do cliente e como melhorar esse indicador no dia a dia, é hora de aplicar essas estratégias com o apoio de ferramentas que facilitam sua rotina.
Com a conta PJ inteligente da InfinitePay, você tem acesso a recursos que ajudam a cuidar da experiência do cliente de ponta a ponta — desde a venda até o pós-venda. Veja alguns dos diferenciais:
Tudo isso sem mensalidade, com um app completo e suporte humanizado para te acompanhar na gestão do seu negócio.
Abra sua conta PJ gratuita na InfinitePay

42% das empresas fecham por não saberem como precificar um produto o suficiente para cobrir custos e gerar lucro, conforme pesquisa com negócios criados entre 2008 e 2012.
O problema raramente está no preço visível. Taxas de marketplace entre 10% e 25%, custo de embalagem para envio, frete parcial e comissões de gateway de pagamento corroem a margem sem aparecer na conta.
A precificação de produtos exige método. Este guia traz fórmulas aplicáveis a revenda, artesanato e alimentação, com exemplos numéricos para cada cenário.
Você vai calcular seu preço de venda com os custos reais do seu negócio, não com porcentagens genéricas copiadas do concorrente.
Saber como precificar um produto começa por mapear cada centavo que sai do caixa antes de uma unidade chegar ao cliente.
Quem pula essa etapa define preço pelo instinto e descobre o prejuízo só no fim do mês.
O cálculo se divide em duas camadas: custo direto de cada unidade e despesas da operação.
O custo unitário reúne tudo que você gasta para produzir ou adquirir uma unidade pronta para venda:
Inclua também os custos que a maioria esquece:
Se você vende em marketplace, some comissão + taxa fixa por venda + frete ao custo unitário. Ignorar essas camadas gera a ilusão de lucro que evapora no extrato.
Além do custo por unidade, a operação exige gastos que não aparecem na nota do fornecedor.
Despesas fixas existem mesmo sem vender nada: aluguel, luz, internet, salários, contador e software de gestão.
Para diluir esses custos fixos no preço, divida o total mensal pela quantidade de unidades vendidas.
Se gasta R$ 3.000 em despesas fixas e vende 500 unidades, cada produto carrega R$ 6,00 de custo fixo.
Despesas variáveis crescem junto com as vendas: impostos sobre faturamento (Simples Nacional, ICMS), comissões de vendedores, taxas de cartão e frete de envio por pedido.
Some custo unitário direto + parcela das despesas fixas + despesas variáveis. Esse número é o piso do seu preço de venda: abaixo dele, cada venda gera prejuízo.
Leia mais:
Markup é o índice multiplicador que transforma o custo de um produto no preço de venda. Ele embute despesas fixas, variáveis e a margem de lucro desejada em um único fator.
Diferente de aplicar um percentual "por cima" do custo, o markup garante que o preço final cobre todas as despesas e ainda entrega o lucro planejado.
A fórmula do markup é:
Markup = 100 / [100 - (DF% + DV% + ML%)]
Considere um produto com custo unitário de R$ 45, despesas fixas de 12%, despesas variáveis de 18% e margem de lucro desejada de 20%.
O cálculo fica: 100 / (100 - 50) = 2,00.
Multiplique pelo custo: R$ 45 x 2,00 = R$ 90,00. Esse é o preço de venda que cobre todos os custos e entrega 20% de lucro.
Se as despesas variáveis subirem para 22% (por exemplo, ao vender em marketplace com comissão maior), o markup sobe para 2,17 e o preço vai a R$ 97,83. O markup absorve a mudança automaticamente.
Markup e margem de lucro usam bases de cálculo diferentes, e confundir os dois compromete o resultado.
Na prática, quem aplica 50% sobre o custo de R$ 45 chega a R$ 67,50 achando que tem 50% de margem de lucro. A margem real é 33,3%, porque o cálculo correto divide o lucro pelo preço, não pelo custo.
Essa diferença gera R$ 22,50 a menos por unidade. Em 500 vendas por mês, são R$ 11.250 que ficam na mesa.
| Conceito | Base de cálculo | Fórmula | Exemplo (custo R$ 45) |
|---|---|---|---|
| Markup | Custo | Custo x Markup | R$ 45 x 2,00 = R$ 90,00 |
| Margem de lucro | Preço de venda | (Preço - Custo) / Preço | (R$ 90 - R$ 45) / R$ 90 = 50% |
Use o markup para formar o preço. Use a margem para avaliar se o resultado compensa.
A calculadora de preço de venda da InfinitePay aplica a fórmula do markup automaticamente: insira custos, despesas e margem desejada, e o preço de venda sai calculado.
O markup funciona para qualquer produto, mas os custos que entram na fórmula mudam conforme o negócio.
Além do preço do fornecedor, inclua frete até o estoque, embalagem de envio e comissão de marketplace (10% a 20% por venda).
O custo do frete pressiona a operação de e-commerce e é motivo de abandono de carrinho para 51% das empresas (2025).
Produto de R$ 35 com frete de R$ 5 custa R$ 40. Com fixas de 10%, variáveis de 18% e margem de 20%, o markup é 1,92. Preço de venda: R$ 76,92.
Vende em mais de um canal? Calcule markup por canal. A InfinitePay cobra Pix 0% e débito a partir de 1,37%, reduzindo despesas variáveis fora de marketplace.
Precifique sua mão de obra. Defina valor por hora e some ao custo dos materiais.
Peça com R$ 18 em materiais e 3 horas a R$ 25/hora custa R$ 93. Com fixas de 10%, variáveis de 8% e margem de 35%, o markup é 2,13. Preço: R$ 197,87.
Custos que artesãos esquecem:
Se o preço parecer alto, revise valor-hora ou tempo de produção. Cortar margem para competir com industrializado compromete o negócio.
Para quem precisa saber como precificar um produto alimentício, o indicador central é o CMV (custo de mercadoria vendida).
O CMV ideal para restaurantes fica entre 30% e 35% do faturamento (2024).
Insumos de R$ 12 exigem preço mínimo de R$ 36 para CMV de 33%.
Inclua perdas de 10% a 15% sobre insumos. O food service responde por parte significativa das 55,4 milhões de toneladas descartadas por ano no Brasil (2022).
Com 12% de perdas, o custo sobe para R$ 13,44 e o preço mínimo para R$ 40,73.
No delivery, some a comissão da plataforma (12% a 27% no iFood) como despesa variável.
63,6% das empresas definem preços com base nos concorrentes. Copiar preço sem conhecer seus custos, porém, garante prejuízo.
Para precificar um produto para venda de forma competitiva, liste três concorrentes diretos e registre: preço, condição de pagamento e frete.
Compare esses valores com o seu custo unitário. Se o seu preço ficou acima, reduza margem ou renegocie com fornecedores.
Se ficou abaixo, avalie se vale aumentar sem perder volume.
Revise preços pelo menos a cada trimestre. Só em 2025, o IPCA acumulou 4,26%. Quem não reajusta absorve essa perda na margem.
Leia mais:
Taxas de marketplace, frete, embalagem e comissões de cartão somam entre 15% e 40% do preço. Quem não embute esses valores no markup descobre o prejuízo só no extrato.
Para precificar um produto sem conta manual, use a calculadora da InfinitePay. O curso Quanto Cobrar aprofunda o método em 5 aulas gratuitas com planilha de precificação.
Receba por Pix a 0% e acompanhe vendas pelo app com a conta digital da InfinitePay. Baixe o app da InfinitePay e venda com a margem certa.

O fechamento de caixa é uma das tarefas mais importantes para qualquer empresa que trabalha com vendas diárias – ele garante que todas as movimentações financeiras sejam registradas corretamente, evitando erros, inconsistências e até prejuízos no negócio.
Se você tem um comércio, restaurante ou qualquer outro tipo de empresa que lida com pagamentos em dinheiro, cartões ou outras formas de recebimento, é essencial dominar esse processo.
Um fechamento de caixa bem feito traz mais segurança financeira, facilita a gestão do fluxo de caixa e evita dores de cabeça no futuro.
Neste artigo, vamos ensinar o passo a passo completo para você realizar um fechamento de caixa eficiente e sem complicações.
Antes de entrarmos no processo detalhado, é importante entender que o fechamento de caixa deve ser um hábito diário para garantir que todas as transações sejam devidamente conferidas – isso ajuda a evitar divergências financeiras e facilita a contabilidade da empresa.
A seguir, apresentamos um guia prático para você realizar essa tarefa com segurança e precisão.

Para começar o fechamento de caixa, é fundamental ter em mãos todos os registros das vendas e transações realizadas ao longo do dia.
Esses registros podem incluir:
Ao reunir essas informações, você evita esquecimentos e facilita a conferência dos valores.
O saldo inicial é o valor em dinheiro que estava no caixa no começo do expediente.
Durante o fechamento, é importante verificar se o saldo final condiz com o esperado, levando em conta todas as entradas e saídas do dia.
Para isso, considere o saldo inicial do dia, some todas as entradas (dinheiro, cartões, Pix, boletos, etc.) e subtraia todas as saídas (pagamentos de despesas, trocos, retiradas) – o resultado final deve corresponder ao saldo atual do caixa.
Se houver qualquer diferença, é necessário identificar o motivo antes de encerrar o processo.
Agora é hora de conferir os valores recebidos de cada método de pagamento, garantindo que não haja divergências.
Essa etapa evita que erros passem despercebidos e permite corrigir qualquer inconsistência antes do fechamento final.
Leia mais: O que é fluxo de caixa?
Se sua empresa aceita pagamentos em dinheiro, contar manualmente as cédulas e moedas disponíveis no caixa é essencial.
Para evitar erros, siga estas dicas:
Caso haja diferença entre o valor contado e o esperado, investigue possíveis falhas, como erros de troco ou registros incorretos no sistema.
Durante o expediente, pode ser necessário utilizar o dinheiro do caixa para pequenas despesas, como compra de materiais ou pagamento de entregadores.
Ao fazer o fechamento, confira todas essas movimentações:
Isso ajuda a manter o controle financeiro e evita perdas desnecessárias.
Com todas as conferências feitas, é hora de gerar um relatório detalhado do fechamento de caixa.
Esse documento deve conter:
Esse relatório deve ser armazenado corretamente, pois será essencial para auditorias internas e futuras consultas financeiras.
Com o PDV da InfinitePay, você consegue gerar e imprimir relatórios de vendas gratuitamente e saber quantos produtos saíram do seu estoque.
Após gerar o relatório, é importante garantir que todos os registros sejam armazenados de forma segura.
Algumas boas práticas incluem:
Isso ajuda a evitar problemas caso seja necessário consultar os registros em outro momento.
Leia mais:
Se sua empresa lida com grandes volumes de dinheiro em espécie, deixar um montante alto no caixa pode ser arriscado – por isso, considere realizar depósitos bancários regulares para manter a segurança financeira.
Ao fazer o depósito:
Isso reduz o risco de furtos e facilita a gestão do dinheiro da empresa.
Veja como fazer controle financeiro e entenda a importância para a sua empresa.
Por fim, antes de encerrar o processo, é fundamental preparar o caixa para o próximo expediente.
Essa organização prévia garante um início de expediente mais tranquilo e eficiente.
O fechamento de caixa é um processo financeiro essencial para qualquer empresa que realiza transações diárias: ele consiste na conferência e registro de todas as movimentações financeiras de um determinado período, geralmente um dia de trabalho.
Durante esse processo, são verificados os valores recebidos e pagos, garantindo que os registros da empresa correspondam ao dinheiro em espécie, valores em conta, pagamentos por cartão, Pix e outras formas de recebimento.
De forma resumida, o fechamento de caixa tem três objetivos principais:
Esse procedimento pode ser realizado manualmente, por meio de planilhas e registros físicos, ou com o auxílio de sistemas automatizados de gestão financeira, como o PDV da InfinitePay, que tornam a conferência mais rápida e segura.
Fazer o fechamento de caixa corretamente é fundamental para garantir a saúde financeira do negócio.
Sem esse controle, a empresa pode enfrentar problemas como perdas financeiras, erros contábeis e até fraudes.
Veja por que essa prática é tão importante:

Pequenos erros ao longo do dia, como trocos incorretos ou registros duplicados, podem se acumular e gerar um impacto significativo nas finanças da empresa.
Com um fechamento bem feito, essas inconsistências são identificadas e corrigidas imediatamente.
O fechamento diário permite que a empresa tenha um controle mais rígido sobre o caixa, dificultando tentativas de fraude ou desvios de dinheiro.
Caso ocorra alguma irregularidade, ela pode ser identificada rapidamente e investigada.
Saber exatamente quanto entrou e quanto saiu da empresa é essencial para manter um fluxo de caixa equilibrado.
Com um fechamento bem estruturado, o gestor pode visualizar melhor a saúde financeira do negócio e planejar futuras decisões com mais segurança.
Manter registros organizados e precisos ajuda na gestão contábil, especialmente no momento de calcular impostos e declarar receitas.
Um fechamento de caixa bem feito reduz o risco de erros fiscais e problemas com órgãos reguladores.
Com o controle diário do caixa, o empresário pode identificar padrões financeiros, como picos de vendas, sazonalidades e necessidades de ajustes nos preços ou custos operacionais – dessa forma, a gestão do negócio se torna mais eficiente e estratégica.
Empresas que não realizam o fechamento de caixa de forma adequada podem enfrentar dificuldades financeiras inesperadas, já que um erro acumulado por vários dias pode resultar em grandes prejuízos.
Fazer essa conferência regularmente garante maior previsibilidade financeira.
Você também pode se interessar: Como fazer um planejamento operacional?
O fechamento de caixa é um processo fundamental para garantir o controle financeiro de um negócio – no entanto, erros podem acontecer e, se não forem corrigidos, podem levar a inconsistências, prejuízos e até problemas contábeis mais graves.
Para evitar esses erros e tornar o fechamento de caixa mais eficiente e seguro, é essencial adotar boas práticas.
A seguir, apresentamos estratégias eficazes para reduzir falhas e garantir um controle financeiro mais preciso.

Muitos erros acontecem porque o fechamento de caixa não segue um padrão.
Se cada funcionário realiza o processo de uma maneira diferente, há mais chances de falhas.
Para evitar isso, crie um passo a passo padronizado e treine a equipe para seguir sempre o mesmo procedimento.
Isso inclui:
Com um processo padronizado, a chance de erros diminui significativamente.
Quando apenas uma pessoa realiza o fechamento de caixa, é mais difícil identificar erros.
Ter um segundo funcionário conferindo os valores pode ser uma estratégia eficaz para detectar falhas antes que elas se tornem um problema maior.
Se a empresa tiver essa possibilidade, a dupla conferência pode funcionar da seguinte maneira:
Isso reduz as chances de erros passarem despercebidos e aumenta a segurança do processo.
A desorganização dos registros é um dos principais fatores que levam a erros no fechamento de caixa.
Se os comprovantes de vendas, recibos e relatórios não estiverem bem armazenados, a conferência se torna mais difícil e propensa a falhas.
Para evitar esse problema, siga algumas boas práticas:
Quanto mais organizados forem os registros, mais eficiente será a conferência do caixa.
O fechamento de caixa exige atenção e concentração: se for feito em um ambiente agitado, com muitas interrupções ou enquanto o atendente ainda precisa lidar com clientes, as chances de erro aumentam consideravelmente.
Algumas formas de minimizar distrações incluem:
Se possível, o fechamento de caixa deve ser tratado como uma tarefa prioritária, realizada sem pressa e com total atenção.
Mesmo com um processo bem estruturado, é importante realizar auditorias periódicas para garantir que tudo esteja funcionando corretamente – essas auditorias podem ser feitas por um gestor, contador ou outro responsável financeiro da empresa.
Durante a auditoria, alguns pontos que devem ser verificados incluem:
Se forem identificadas falhas recorrentes, é importante revisar o processo de fechamento e identificar as causas dos erros.
Erros acontecem, muitas vezes, por falta de conhecimento sobre como realizar corretamente o fechamento de caixa.
Se os funcionários não forem treinados adequadamente, podem cometer falhas sem perceber.
Para evitar isso, é essencial investir na capacitação da equipe, abordando temas como:
Além disso, manter um manual de procedimentos acessível pode ajudar os colaboradores a seguir o processo corretamente.
Outro erro comum ocorre quando o caixa não tem um valor fixo de troco no início do expediente – isso pode gerar confusão na contagem do dinheiro ao final do dia.
A melhor solução é definir um valor fixo de troco diário e registrá-lo corretamente.
Por exemplo, se a empresa decide começar todos os dias com R$ 200,00 em espécie para troco, esse valor deve ser sempre separado antes de iniciar o fechamento.
Isso facilita a conferência, evita erros e torna o controle financeiro mais eficiente.
Realizar o fechamento de caixa de forma precisa e eficiente é essencial para manter o controle financeiro do seu negócio – mas esse processo pode ser ainda mais ágil e livre de erros com a ferramenta certa.
O PDV da InfinitePay oferece uma solução completa para a gestão de vendas, estoque e fechamento de caixa, diretamente pela maquininha: com ele, sua empresa pode gerenciar vendas, estoque e fechamento de caixa em um único lugar.
Isso significa mais agilidade nas operações diárias e menos chances de erros financeiros ao final do expediente.
Além de otimizar o fechamento de caixa, o PDV da InfinitePay também reduz custos operacionais, garantindo que seu negócio funcione sem gastos desnecessários.
Com essa estrutura, você melhora a eficiência do seu negócio sem comprometer sua lucratividade.
Revolucione seu fluxo de caixa com o PDV da InfinitePay!

Se você tem ou pensa em começar um negócio, você já sabe da importância de ter uma maquininha de cartão para facilitar o pagamento dos seus clientes.
Mas com tantas opções no mercado e uma competição acirrada entre os fornecedores, surge a pergunta: "Existe maquininha sem taxa?".
Neste artigo, vamos desmistificar essa questão e mostrar o que você precisa saber antes de escolher a maquininha ideal para o seu negócio.
Entender quais são as taxas cobradas é essencial para garantir o crescimento saudável de qualquer empresa. O problema é que nem sempre essas taxas são transparentes e fáceis de serem entendidas – por isso, é importante ter atenção redobrada.
Em meio à intensa competição no mercado de maquininhas de cartão, muitos fornecedores utilizam estratégias de marketing chamativas para atrair mais clientes.
Uma das promessas que tem ganhado destaque é a oferta de "máquina sem taxa".
Mas será que isso é realmente uma realidade ou apenas uma jogada de marketing?
Veja como se prevenir:
Todo contrato vem com letras pequenas, e no mundo das maquininhas de cartão, elas são especialmente importantes.
Algumas empresas podem promover suas máquinas como "sem taxas", mas ao analisar detalhadamente, você pode descobrir que essa oferta é válida apenas por um período promocional ou sob certas condições.
Outras vezes, uma taxa específica pode ser isenta, mas outras ainda são aplicáveis.
Por exemplo, pode não haver taxa de adesão, mas as taxas de transação ou aluguel ainda se aplicam.
Muitas vezes, a isenção de taxas vem com limitações.
Pode haver um número máximo de transações que você pode realizar sem taxas, ou a isenção pode ser aplicada apenas a transações de débito e não de crédito.
Em outros casos, a isenção pode ser válida apenas para um certo volume de vendas.
Uma vez ultrapassado esse volume, as taxas padrão podem ser aplicadas.
Uma máquina sem taxas pode parecer uma opção atraente à primeira vista, mas é essencial considerar o valor real dessa oferta.
Lembre-se: se uma empresa não está cobrando taxas de transação, pode estar compensando isso com mensalidades mais altas ou outras taxas ocultas.
Leia também:
As maquininhas de cartão, embora extremamente úteis, vêm com uma série de taxas que podem variar dependendo do fornecedor.
Para os empresários, é essencial entender essas taxas para tomar decisões assertivas e manter a saúde financeira de seu negócio.
Vamos analisar as taxas mais comuns:

Ao adquirir uma maquininha, algumas empresas cobram uma taxa inicial chamada taxa de adesão, que é um valor único pago no início do contrato.
Não é uma prática universal, mas é importante verificar se essa taxa está presente antes de fazer um acordo.
Algumas maquininhas operam com um modelo de mensalidade – isso significa que você pagará um valor fixo todos os meses, independentemente do volume de transações realizadas.
Geralmente, modelos com mensalidade tendem a ter taxas de transação mais baixas.
Em vez de comprar a maquininha, alguns negócios optam por alugá-las – nesse caso, uma taxa de aluguel mensal é cobrada.
É essencial ponderar se o aluguel vale a pena a longo prazo ou se a compra seria uma opção mais econômica.
Confira se é melhor comprar ou alugar maquininhas de cartão neste artigo.
Essa é a taxa que a maioria dos empresários está familiarizada.
Para cada venda realizada, uma porcentagem ou valor fixo é retido pela empresa fornecedora da máquina.
Essas taxas podem variar dependendo do tipo de cartão (débito ou crédito) e do plano escolhido.
Para a saúde financeira do seu negócio, é importante que você escolha uma maquininha com taxas mais baixas.
Para os negócios que optam por receber os valores das vendas no cartão de crédito de forma antecipada (antes do prazo padrão, que geralmente é de 30 dias), existe uma taxa adicional.
Essa taxa de antecipação é cobrada para compensar a operadora por disponibilizar o dinheiro mais cedo.
Confira aqui sobre o que é antecipação de recebíveis.
Além das mencionadas, existem outras taxas que podem ser cobradas, como taxa de inatividade (quando a máquina não é usada por um período prolongado). É crucial ler todo o contrato e perguntar ao fornecedor sobre todas as possíveis taxas antes de fechar um acordo.
O Pix foi desenvolvido como uma solução de pagamento instantânea e livre de taxas.
Apesar disso, quando o QR é gerado pela própria maquininha de cartão, algumas instituições optam por cobrar uma taxa por transação para compensar os custos operacionais.
Mas existe uma forma de você vender por Pix direto pela maquininha sem pagar nenhuma taxa – basta usar a Maquininha Smart da InfinitePay.
Além das melhores taxas e do recebimento mais rápido do Brasil (o dinheiro cai na conta em apenas 6 segundos), com a InfiniteSmart você também conta com Pix taxa zero (confira mais aqui) – uma facilidade e tanto para dar descontos em pagamentos à vista sem perder sua margem de lucro.
Leia mais: Pix direto na maquininha tem taxa?
Embora não exista uma maquininha 100% sem taxas para todas as transações, é possível escolher soluções com custo zero de aquisição e taxas transparentes. Na InfinitePay, você encontra a opção ideal para o seu modelo de negócio, seja você autônomo ou uma loja com grande volume de vendas.
A Maquininha Smart pode ser adquirida em 12x de R$ 16,58 ou por R$ 199,00 à vista.
Ela imprime comprovantes físicos, possui bateria de longa duração e oferece conexão via Wi-Fi ou 3G. Além disso, conta com um sistema Android com PDV integrado para facilitar a gestão.
Essa solução é ideal para lojas com alto volume de vendas, restaurantes e comércios que precisam de um equipamento robusto e da emissão de comprovantes impressos para os clientes.
Para quem busca uma opção sem custo de equipamento, o InfiniteTap é a solução gratuita que transforma o celular em uma maquininha.
Com ele, você aceita pagamentos por aproximação (NFC) e envia o comprovante digital diretamente pelo aplicativo, sem taxa de adesão ou aluguel.
É a escolha perfeita para autônomos, MEIs, profissionais liberais e pequenos empreendedores que valorizam a mobilidade e querem começar a vender sem investir em um aparelho.
As duas soluções contam com as taxas transparentes e competitivas da InfinitePay.
| Modalidade | Taxa (Recebimento em 1 dia útil) |
|---|---|
| Débito | a partir de 1,37% |
| Crédito à vista | a partir de 3,15% |
| Crédito 12x | a partir de 12,40% |
Para entender o impacto real das taxas, veja quanto você recebe em uma venda de R$ 100 em cada modalidade, com recebimento em 1 dia útil.
| Modalidade | Valor da Venda | Taxa Aplicada | Valor Líquido Recebido |
|---|---|---|---|
| Débito | R$ 100,00 | 1,37% | R$ 98,63 |
| Crédito à vista | R$ 100,00 | 3,15% | R$ 96,85 |
| Crédito 12x | R$ 100,00 | 12,40% | R$ 87,60 |
Você dificilmente encontrará uma maquininha sem taxa – afinal, os fornecedores precisam bancar seus custos operacionais.
Mas existe uma alternativa para você ter uma máquina de cartão com recebimento na hora e sem taxa de adesão, aluguel ou mensalidade: o InfiniteTap, da InfinitePay.
O InfiniteTap é a funcionalidade perfeita para quem buscar uma maquininha no celular sem taxa: ele transforma o celular em maquininha de cartão e você não paga nada para começar a usar – só paga quando vender!
Além disso, o dinheiro das vendas cai na sua conta em tempo recorde: 6 segundos!
Leia mais: Como ter uma maquininha no celular

A expansão do e-commerce – comercialização de produtos e serviços mediados pela internet – abriu várias oportunidades de modelos de negócios que se adaptaram e criaram suas próprias dinâmicas de venda. E, neste artigo, falaremos sobre uma dessas oportunidades de marketing digital: a live shopping.
Além deste, um e-commerce pode ser classificado, dentre outros pontos, pelo seu canal de venda.
Neste sentido, temos o:
Desta forma, o “e-commerce” faz referência a dinâmica tradicional de mercado que já conhecemos de compra e venda, da conexão de oferta e demanda de forma eficiente através do ambiente online.
Impulsionado pela tecnologia, as dinâmicas de compra se encontram num cenário hiperconectado que passa, necessariamente, pelo digital.
O comércio eletrônico, neste sentido, faz também referência a pluralidade de canais, de opções de ofertas, de meios de pagamentos e formas de entregas, mudando todo o ecossistema e centrado na internet.
Ou mobile commerce, tornou-se um forte nicho. Se entende como mobile commerce quando todo o ciclo de venda é feito por um aparelho móvel, podendo ser um celular ou tablet.
A compra por smartphones são bem atrativas, afinal, podem ser feitas de qualquer lugar. E essa foi a perspectiva das lojas online que começaram a produzir aplicativos.
A maioria do m-commerce se concentra em apps, mas conta também com lojas que se dedicam para que seus sites sejam responsivos e tragam uma experiência positiva em diferentes canais.
As redes sociais, por sua vez, se tornaram canais também de venda e hoje possuem espaços dedicados só para isso em suas estruturas.
Ou comércio em redes sociais, utiliza a estrutura e a dinâmica destas mídias para comercializar seus produtos. Dentre os tipos de e-commerce, ele, com certeza, é um dos mais atrativos!
Para muitos, as mídias são suporte, que ajudarão a divulgar seus produtos e levá-los ao seu site. Já outros, olham para estas plataformas como canais de social selling – ou seja, para vender por esses canais.
A dimensão do s-commerce pode ser vista com a criação do Instagram Shopping e o marketplace do Facebook.
Sua maior vantagem é contar com o tráfego das mídias, e para pequenos empreendedores e inexperientes, é um ótimo espaço para começar.
Diz respeito às funcionalidades das smart TVs em conexão com as emissoras e o comércio eletrônico. Nessa modalidade nova, o espectador pode comprar o que lhe interessa pela própria televisão, sem precisar buscar outro dispositivo.
Essa é uma nova oportunidade de monetização para as emissoras e lojas online, e conforto para sua audiência que poderá realizar compras com os recursos interativos do aparelho.
Pode-se dizer que este é um dos tipos mais novos de e-commerce e se consolidou, sobretudo, no isolamento social implicado pela pandemia.
Sua característica se baseia em lives com produtos de conteúdos, influenciadores, artistas, que inserem vendas e promoções de produtos em suas apresentações.
Outra live commerce que já vinha acontecendo era o mutirão feito pelas grandes marcas em eventos e datas especiais, como a black friday.
Geralmente, essa nova modalidade envolve vários canais de YouTube, Facebook, Instagram, e ganham muita audiência.
Seu objetivo é claro e envolve uma estratégia que se baseia em transmissões ao vivo para vender produtos.
Geralmente, estas ações ocorrem em datas comemorativas (calendário comercial) com influenciadores e apresentadores que fazem dinâmicas para entreter o público. Enquanto isso, os produtos são mostrados de vários ângulos, com detalhes e descrição de suas funcionalidades, e até ofertas, promoções e sorteios.
Dessa forma, a live shopping consegue instigar a audiência para obter aquele produto realizando a compra.
Esta é a mesma dinâmica que já conhecíamos nos programas de TVs, entretanto, se diferencia com o “plus” da internet, que oferece interatividade em tempo real.
Até o momento, vimos marcas como Lojas Americanas, Magazine Luiza, Renner e Riachuelo realizando este tipo de ação.
Apesar da modalidade ser nova no Brasil, ela já mostrou grandes resultados no exterior e é uma grande aposta do ambiente de negócios global. Em 2020, as lives shopping chegaram a ter 616 milhões de espectadores ao redor do mundo.
As live shopping, ou live commerce, conseguem ter várias vantagens. Algumas já foram mencionadas ao longo do texto, mas logo abaixo listamos todas elas.
A primeira, e bem mais significativa, é a taxa de conversão. Por explorar o produto dando mais detalhes e informações ao consumidor, os clientes se tornam mais decididos e mitigam as chances de carrinho abandonado e o processo de compra se enriquece.
Outro ponto importante é o fator humano. Este modelo se aproxima da experiência de compra presencial, e o cliente acaba se conectando com a simpatia do vendedor.
Desta forma, a marca consegue humanizar a relação com cliente, mostrando que existem pessoas por trás da tela. A relação de identificação com público é importante também para fidelizar clientes e expandir a marca.
Durante uma live no YouTube, por exemplo, é possível instigar e aumentar o tráfego nos demais canais, como site e redes sociais.
A principal desvantagem desta ação de marketing é o investimento. Fazer uma transmissão ao vivo envolve estúdio, equipamentos, equipes treinadas e bons apresentadores. Um áudio ruim poderia prejudicar o alcance e permanência das pessoas na live, por exemplo.
Além disso, a live commerce demanda muita maturidade, organização e planejamento, pois tudo será ao vivo, e a empresa precisa conseguir fazer um bom gerenciamento de crise.
Fora isso, é importante que a loja possua um bom gerenciamento de estoque, para não vender produtos esgotados, e ter um site que suporte todo o tráfego.
Se você deseja investir no modelo de live shopping, antes de tudo, é importante se posicionar na web com uma loja virtual atrativa!
Clientes InfinitePay têm a possibilidade de aproveitar as melhores taxas em duas ótimas plataformas: a WooComerce e a wBuy. Você cria sua presença digital com a sua cara e ainda conta com as vantagens que só os parceiros InfinitePay têm 🚀
A internet trouxe grandes oportunidades de negócios que se expandem em dinâmicas de novas plataformas e novos dispositivos. Por isso, o horizonte de benefícios de investir no comércio eletrônico é gigantesco e consegue oferecer espaço para pequenos e grandes negócios.
A live commerce é uma das possibilidades que uma loja virtual ou híbrida pode adicionar ao seu planejamento comercial e de marketing para expandir sua audiência, fidelizar clientes e aumentar as vendas. Dessa forma, unir a live shopping a outras estratégias é uma maneira inteligente de garantir o sucesso da sua empresa!