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Se você tem ou pensa em começar um negócio, você já sabe da importância de ter uma maquininha de cartão para facilitar o pagamento dos seus clientes.
Mas com tantas opções no mercado e uma competição acirrada entre os fornecedores, surge a pergunta: "Existe maquininha sem taxa?".
Neste artigo, vamos desmistificar essa questão e mostrar o que você precisa saber antes de escolher a maquininha ideal para o seu negócio.
Entender quais são as taxas cobradas é essencial para garantir o crescimento saudável de qualquer empresa. O problema é que nem sempre essas taxas são transparentes e fáceis de serem entendidas – por isso, é importante ter atenção redobrada.
Em meio à intensa competição no mercado de maquininhas de cartão, muitos fornecedores utilizam estratégias de marketing chamativas para atrair mais clientes.
Uma das promessas que tem ganhado destaque é a oferta de "máquina sem taxa".
Mas será que isso é realmente uma realidade ou apenas uma jogada de marketing?
Veja como se prevenir:
Todo contrato vem com letras pequenas, e no mundo das maquininhas de cartão, elas são especialmente importantes.
Algumas empresas podem promover suas máquinas como "sem taxas", mas ao analisar detalhadamente, você pode descobrir que essa oferta é válida apenas por um período promocional ou sob certas condições.
Outras vezes, uma taxa específica pode ser isenta, mas outras ainda são aplicáveis.
Por exemplo, pode não haver taxa de adesão, mas as taxas de transação ou aluguel ainda se aplicam.
Muitas vezes, a isenção de taxas vem com limitações.
Pode haver um número máximo de transações que você pode realizar sem taxas, ou a isenção pode ser aplicada apenas a transações de débito e não de crédito.
Em outros casos, a isenção pode ser válida apenas para um certo volume de vendas.
Uma vez ultrapassado esse volume, as taxas padrão podem ser aplicadas.
Uma máquina sem taxas pode parecer uma opção atraente à primeira vista, mas é essencial considerar o valor real dessa oferta.
Lembre-se: se uma empresa não está cobrando taxas de transação, pode estar compensando isso com mensalidades mais altas ou outras taxas ocultas.
Leia também:
As maquininhas de cartão, embora extremamente úteis, vêm com uma série de taxas que podem variar dependendo do fornecedor.
Para os empresários, é essencial entender essas taxas para tomar decisões assertivas e manter a saúde financeira de seu negócio.
Vamos analisar as taxas mais comuns:

Ao adquirir uma maquininha, algumas empresas cobram uma taxa inicial chamada taxa de adesão, que é um valor único pago no início do contrato.
Não é uma prática universal, mas é importante verificar se essa taxa está presente antes de fazer um acordo.
Algumas maquininhas operam com um modelo de mensalidade – isso significa que você pagará um valor fixo todos os meses, independentemente do volume de transações realizadas.
Geralmente, modelos com mensalidade tendem a ter taxas de transação mais baixas.
Em vez de comprar a maquininha, alguns negócios optam por alugá-las – nesse caso, uma taxa de aluguel mensal é cobrada.
É essencial ponderar se o aluguel vale a pena a longo prazo ou se a compra seria uma opção mais econômica.
Confira se é melhor comprar ou alugar maquininhas de cartão neste artigo.
Essa é a taxa que a maioria dos empresários está familiarizada.
Para cada venda realizada, uma porcentagem ou valor fixo é retido pela empresa fornecedora da máquina.
Essas taxas podem variar dependendo do tipo de cartão (débito ou crédito) e do plano escolhido.
Para a saúde financeira do seu negócio, é importante que você escolha uma maquininha com taxas mais baixas.
Para os negócios que optam por receber os valores das vendas no cartão de crédito de forma antecipada (antes do prazo padrão, que geralmente é de 30 dias), existe uma taxa adicional.
Essa taxa de antecipação é cobrada para compensar a operadora por disponibilizar o dinheiro mais cedo.
Confira aqui sobre o que é antecipação de recebíveis.
Além das mencionadas, existem outras taxas que podem ser cobradas, como taxa de inatividade (quando a máquina não é usada por um período prolongado). É crucial ler todo o contrato e perguntar ao fornecedor sobre todas as possíveis taxas antes de fechar um acordo.
O Pix foi desenvolvido como uma solução de pagamento instantânea e livre de taxas.
Apesar disso, quando o QR é gerado pela própria maquininha de cartão, algumas instituições optam por cobrar uma taxa por transação para compensar os custos operacionais.
Mas existe uma forma de você vender por Pix direto pela maquininha sem pagar nenhuma taxa – basta usar a Maquininha Smart da InfinitePay.
Além das melhores taxas e do recebimento mais rápido do Brasil (o dinheiro cai na conta em apenas 6 segundos), com a InfiniteSmart você também conta com Pix taxa zero (confira mais aqui) – uma facilidade e tanto para dar descontos em pagamentos à vista sem perder sua margem de lucro.
Leia mais: Pix direto na maquininha tem taxa?
Embora não exista uma maquininha 100% sem taxas para todas as transações, é possível escolher soluções com custo zero de aquisição e taxas transparentes. Na InfinitePay, você encontra a opção ideal para o seu modelo de negócio, seja você autônomo ou uma loja com grande volume de vendas.
A Maquininha Smart pode ser adquirida em 12x de R$ 16,58 ou por R$ 199,00 à vista.
Ela imprime comprovantes físicos, possui bateria de longa duração e oferece conexão via Wi-Fi ou 3G. Além disso, conta com um sistema Android com PDV integrado para facilitar a gestão.
Essa solução é ideal para lojas com alto volume de vendas, restaurantes e comércios que precisam de um equipamento robusto e da emissão de comprovantes impressos para os clientes.
Para quem busca uma opção sem custo de equipamento, o InfiniteTap é a solução gratuita que transforma o celular em uma maquininha.
Com ele, você aceita pagamentos por aproximação (NFC) e envia o comprovante digital diretamente pelo aplicativo, sem taxa de adesão ou aluguel.
É a escolha perfeita para autônomos, MEIs, profissionais liberais e pequenos empreendedores que valorizam a mobilidade e querem começar a vender sem investir em um aparelho.
As duas soluções contam com as taxas transparentes e competitivas da InfinitePay.
| Modalidade | Taxa (Recebimento em 1 dia útil) |
|---|---|
| Débito | a partir de 1,37% |
| Crédito à vista | a partir de 3,15% |
| Crédito 12x | a partir de 12,40% |
Para entender o impacto real das taxas, veja quanto você recebe em uma venda de R$ 100 em cada modalidade, com recebimento em 1 dia útil.
| Modalidade | Valor da Venda | Taxa Aplicada | Valor Líquido Recebido |
|---|---|---|---|
| Débito | R$ 100,00 | 1,37% | R$ 98,63 |
| Crédito à vista | R$ 100,00 | 3,15% | R$ 96,85 |
| Crédito 12x | R$ 100,00 | 12,40% | R$ 87,60 |
Você dificilmente encontrará uma maquininha sem taxa – afinal, os fornecedores precisam bancar seus custos operacionais.
Mas existe uma alternativa para você ter uma máquina de cartão com recebimento na hora e sem taxa de adesão, aluguel ou mensalidade: o InfiniteTap, da InfinitePay.
O InfiniteTap é a funcionalidade perfeita para quem buscar uma maquininha no celular sem taxa: ele transforma o celular em maquininha de cartão e você não paga nada para começar a usar – só paga quando vender!
Além disso, o dinheiro das vendas cai na sua conta em tempo recorde: 6 segundos!
Leia mais: Como ter uma maquininha no celular

29% dos MEIs fecham em até 5 anos, e a falta de planejamento financeiro está entre as causas mais citadas. Empreender do zero exige menos capital do que parece — exige método.
Quem quer tirar a ideia do papel precisa de um passo a passo claro: validar antes de gastar, formalizar cedo e receber pagamentos com conta separada da pessoal. O ebook Como Empreender do Zero da InfinitePay reúne planejamento, precificação e gestão financeira em um material gratuito para download.
Para empreender do zero, siga oito etapas: escolher o que vender, validar demanda, conhecer o público, estruturar o modelo, formalizar, divulgar, precificar e organizar finanças. Cada etapa reduz risco antes do próximo investimento.
O primeiro passo é definir produto, serviço ou nicho. Três caminhos funcionam na prática:
| Caminho | O que significa | Exemplo |
|---|---|---|
| Criar algo novo | Solução que ainda não existe no mercado local | App de agendamento para barbearias do bairro |
| Melhorar o existente | Mesmo serviço com mais qualidade, preço ou atendimento | Marmita fitness com entrega no mesmo dia |
| Atender nicho específico | Público mal servido por concorrentes genéricos | Manutenção de equipamentos para pequenos comércios |
Sem ideia clara? Leia quero empreender, mas não tenho ideias e parta das suas habilidades, paixões ou problemas que você mesmo enfrenta no dia a dia.
Copiar concorrente sem validar é o erro mais comum. Antes de estoque, aluguel ou equipamento caro, confirme que alguém paga pelo que você vende.
Checklist rápido de validação:
Pesquise tendências no Google Trends e nas redes onde seu público está
Analise 3 a 5 concorrentes: preço, diferencial, canal de venda e reclamações
Converse com 10 potenciais clientes (WhatsApp, enquete ou entrevista rápida)
Faça pré-venda ou teste com lote mínimo antes de escalar
Para mapear segmentos com potencial, consulte oportunidades de negócios por perfil e investimento inicial.
Saber quem compra define preço, canal e tom de comunicação. Responda antes de investir em anúncio:
Quem é o cliente ideal? (idade, localização, renda, rotina)
Qual problema ele paga para resolver?
Onde busca solução hoje? (Instagram, Google, indicação, marketplace)
O que valoriza na hora de comprar? (preço, rapidez, qualidade, conveniência)
Crie uma persona simples — nome fictício, dor principal e objeção de compra — e use como filtro em cada decisão de marketing.
Com ideia e público definidos, organize como o negócio vai gerar receita. Os formatos mais usados por quem começa do zero:
| Modelo | Vantagem | Cuidado |
|---|---|---|
| Prestação de serviço | Baixo investício inicial | Precificar hora e material corretamente |
| Produto físico | Margem clara por unidade | Estoque e logística consomem caixa |
| Infoproduto | Escala sem estoque | Exige audiência ou tráfego |
| Marketplace | Vitrine pronta | Taxa de plataforma reduz margem |
O Business Model Canvas resume o plano em nove blocos numa página:

Business Model Canvas com nove blocos: proposta de valor, segmento de clientes, canais, relacionamento, fontes de receita, recursos, atividades, parcerias e estrutura de custos
Para preencher cada bloco com mais profundidade, baixe o ebook Como Empreender do Zero — ele traz frameworks de planejamento, precificação e gestão financeira aplicados ao dia a dia de quem está começando.
Abrir CNPJ dá credibilidade, permite emitir nota fiscal e separa o negócio da vida pessoal. Para quem está começando, o MEI costuma ser o caminho mais rápido:
Acesse o Portal do Empreendedor
Entre com conta Gov.br
Escolha a atividade (CNAE) e preencha os dados
Conclua o cadastro — o CNPJ sai em poucos minutos
O limite anual do MEI em 2026 é de R$ 81 mil. Acima disso, avalie ME ou EPP com apoio de contador.
Presença online não é opcional, mesmo para negócio físico. Priorize um canal principal antes de espalhar esforço:
Instagram ou TikTok para serviços visuais (beleza, comida, artesanato)
WhatsApp Business para orçamento e agendamento
Google Meu Negócio para quem depende de busca local
LinkedIn para serviços B2B (consultoria, design, contabilidade)
Publique bastidores, depoimentos e prova de resultado. Responda mensagem em até 24 horas — velocidade converte mais do que feed perfeito.
Preço errado corrói margem silenciosamente. Some custo de produção, tempo, impostos e taxa de pagamento antes de definir o valor final.
Três métodos básicos:
| Método | Quando usar |
|---|---|
| Custo + margem | Produto físico ou serviço com insumos claros |
| Concorrência | Mercado maduro com preços estáveis |
| Valor percebido | Serviço premium ou nicho especializado |
Ofereça Pix, cartão e link de pagamento desde o início. Cliente sem opção de pagamento conveniente desiste na hora da compra.
Separe conta pessoal e empresarial no dia em que receber o primeiro pagamento. Registre toda entrada e saída — planilha simples basta nos primeiros meses.
Indicadores mínimos para acompanhar semanalmente:
Faturamento bruto: quanto entrou
Margem por venda: quanto sobrou depois de custos e taxas
Canal que mais vende: Instagram, indicação, marketplace
Ticket médio: valor médio por cliente
Ferramentas como Google Analytics e insights das redes sociais ajudam a medir tráfego e engajamento sem complicação.
Empreender do zero com pouco dinheiro exige começar pelo serviço ou pré-venda, validar com clientes reais e adiar gastos fixos até existir receita recorrente. O investimento inicial pode ficar abaixo de R$ 500 quando você vende habilidade, não estoque.
Estratégias que funcionam com capital limitado:
Venda antes de comprar estoque: pré-venda ou encomenda sob demanda
Trabalhe de casa: elimina aluguel nos primeiros meses e reduz custo fixo
Use ferramentas gratuitas: Canva para arte, Google Sheets para controle, WhatsApp para venda
Formalize como MEI: DAS fixo mensal, sem contador obrigatório no início
Reinvista o lucro: escale só depois de margem positiva por 3 meses seguidos
Quem precisa de estrutura completa sem pagar consultoria pode baixar o ebook Como Empreender do Zero e seguir os capítulos de planejamento financeiro e precificação.
As características de um empreendedor de sucesso incluem adaptabilidade, gestão financeira responsável e aprendizado contínuo. Nenhuma delas nasce pronta: se desenvolve na prática, erro após erro.
Para manter motivação nos primeiros meses, vale consumir conteúdo sobre jornadas reais: confira uma lista de filmes sobre empreendedorismo com histórias de quem começou do zero e persistiu apesar de obstáculos.
Depois dos primeiros clientes, o crescimento vem de testar canais, fidelizar quem já comprou e automatizar o que consome tempo demais. Nem toda estratégia de marketing funciona para todo negócio.
O Bullseye Framework ajuda a priorizar:
Liste todos os canais possíveis (redes sociais, SEO, parcerias, indicação, anúncios)
Escolha três para testar com investimento mínimo
Meça resultado em 30 dias (leads, vendas, custo por cliente)
Escale só o canal que trouxe retorno comprovado

Bullseye Framework com círculos concêntricos para priorizar canais de aquisição de clientes
Fidelização costuma ser mais barata que aquisição: programa de indicação, desconto para recompra e atendimento personalizado aumentam ticket médio sem depender só de cliente novo.
Leia também:
Formalizar e receber pagamentos desde o início exige CNPJ (ou MEI), conta separada da pessoal e meios de pagamento que o cliente já usa: Pix, cartão e link. Misturar conta pessoal e empresarial é um dos erros que mais atrasam crescimento.
A Conta PJ da InfinitePay reúne Pix grátis, cartão virtual com cashback, link de pagamento e cobrança automática — tudo no mesmo app, sem mensalidade. Funciona para CPF, MEI ou CNPJ e abre em minutos.

A expansão do e-commerce – comercialização de produtos e serviços mediados pela internet – abriu várias oportunidades de modelos de negócios que se adaptaram e criaram suas próprias dinâmicas de venda. E, neste artigo, falaremos sobre uma dessas oportunidades de marketing digital: a live shopping.
Além deste, um e-commerce pode ser classificado, dentre outros pontos, pelo seu canal de venda.
Neste sentido, temos o:
Desta forma, o “e-commerce” faz referência a dinâmica tradicional de mercado que já conhecemos de compra e venda, da conexão de oferta e demanda de forma eficiente através do ambiente online.
Impulsionado pela tecnologia, as dinâmicas de compra se encontram num cenário hiperconectado que passa, necessariamente, pelo digital.
O comércio eletrônico, neste sentido, faz também referência a pluralidade de canais, de opções de ofertas, de meios de pagamentos e formas de entregas, mudando todo o ecossistema e centrado na internet.
Ou mobile commerce, tornou-se um forte nicho. Se entende como mobile commerce quando todo o ciclo de venda é feito por um aparelho móvel, podendo ser um celular ou tablet.
A compra por smartphones são bem atrativas, afinal, podem ser feitas de qualquer lugar. E essa foi a perspectiva das lojas online que começaram a produzir aplicativos.
A maioria do m-commerce se concentra em apps, mas conta também com lojas que se dedicam para que seus sites sejam responsivos e tragam uma experiência positiva em diferentes canais.
As redes sociais, por sua vez, se tornaram canais também de venda e hoje possuem espaços dedicados só para isso em suas estruturas.
Ou comércio em redes sociais, utiliza a estrutura e a dinâmica destas mídias para comercializar seus produtos. Dentre os tipos de e-commerce, ele, com certeza, é um dos mais atrativos!
Para muitos, as mídias são suporte, que ajudarão a divulgar seus produtos e levá-los ao seu site. Já outros, olham para estas plataformas como canais de social selling – ou seja, para vender por esses canais.
A dimensão do s-commerce pode ser vista com a criação do Instagram Shopping e o marketplace do Facebook.
Sua maior vantagem é contar com o tráfego das mídias, e para pequenos empreendedores e inexperientes, é um ótimo espaço para começar.
Diz respeito às funcionalidades das smart TVs em conexão com as emissoras e o comércio eletrônico. Nessa modalidade nova, o espectador pode comprar o que lhe interessa pela própria televisão, sem precisar buscar outro dispositivo.
Essa é uma nova oportunidade de monetização para as emissoras e lojas online, e conforto para sua audiência que poderá realizar compras com os recursos interativos do aparelho.
Pode-se dizer que este é um dos tipos mais novos de e-commerce e se consolidou, sobretudo, no isolamento social implicado pela pandemia.
Sua característica se baseia em lives com produtos de conteúdos, influenciadores, artistas, que inserem vendas e promoções de produtos em suas apresentações.
Outra live commerce que já vinha acontecendo era o mutirão feito pelas grandes marcas em eventos e datas especiais, como a black friday.
Geralmente, essa nova modalidade envolve vários canais de YouTube, Facebook, Instagram, e ganham muita audiência.
Seu objetivo é claro e envolve uma estratégia que se baseia em transmissões ao vivo para vender produtos.
Geralmente, estas ações ocorrem em datas comemorativas (calendário comercial) com influenciadores e apresentadores que fazem dinâmicas para entreter o público. Enquanto isso, os produtos são mostrados de vários ângulos, com detalhes e descrição de suas funcionalidades, e até ofertas, promoções e sorteios.
Dessa forma, a live shopping consegue instigar a audiência para obter aquele produto realizando a compra.
Esta é a mesma dinâmica que já conhecíamos nos programas de TVs, entretanto, se diferencia com o “plus” da internet, que oferece interatividade em tempo real.
Até o momento, vimos marcas como Lojas Americanas, Magazine Luiza, Renner e Riachuelo realizando este tipo de ação.
Apesar da modalidade ser nova no Brasil, ela já mostrou grandes resultados no exterior e é uma grande aposta do ambiente de negócios global. Em 2020, as lives shopping chegaram a ter 616 milhões de espectadores ao redor do mundo.
As live shopping, ou live commerce, conseguem ter várias vantagens. Algumas já foram mencionadas ao longo do texto, mas logo abaixo listamos todas elas.
A primeira, e bem mais significativa, é a taxa de conversão. Por explorar o produto dando mais detalhes e informações ao consumidor, os clientes se tornam mais decididos e mitigam as chances de carrinho abandonado e o processo de compra se enriquece.
Outro ponto importante é o fator humano. Este modelo se aproxima da experiência de compra presencial, e o cliente acaba se conectando com a simpatia do vendedor.
Desta forma, a marca consegue humanizar a relação com cliente, mostrando que existem pessoas por trás da tela. A relação de identificação com público é importante também para fidelizar clientes e expandir a marca.
Durante uma live no YouTube, por exemplo, é possível instigar e aumentar o tráfego nos demais canais, como site e redes sociais.
A principal desvantagem desta ação de marketing é o investimento. Fazer uma transmissão ao vivo envolve estúdio, equipamentos, equipes treinadas e bons apresentadores. Um áudio ruim poderia prejudicar o alcance e permanência das pessoas na live, por exemplo.
Além disso, a live commerce demanda muita maturidade, organização e planejamento, pois tudo será ao vivo, e a empresa precisa conseguir fazer um bom gerenciamento de crise.
Fora isso, é importante que a loja possua um bom gerenciamento de estoque, para não vender produtos esgotados, e ter um site que suporte todo o tráfego.
Se você deseja investir no modelo de live shopping, antes de tudo, é importante se posicionar na web com uma loja virtual atrativa!
Clientes InfinitePay têm a possibilidade de aproveitar as melhores taxas em duas ótimas plataformas: a WooComerce e a wBuy. Você cria sua presença digital com a sua cara e ainda conta com as vantagens que só os parceiros InfinitePay têm 🚀
A internet trouxe grandes oportunidades de negócios que se expandem em dinâmicas de novas plataformas e novos dispositivos. Por isso, o horizonte de benefícios de investir no comércio eletrônico é gigantesco e consegue oferecer espaço para pequenos e grandes negócios.
A live commerce é uma das possibilidades que uma loja virtual ou híbrida pode adicionar ao seu planejamento comercial e de marketing para expandir sua audiência, fidelizar clientes e aumentar as vendas. Dessa forma, unir a live shopping a outras estratégias é uma maneira inteligente de garantir o sucesso da sua empresa!

Novas tecnologias surgem a todo momento, e com isso, manter a eficiência e a competitividade é um desafio constante para todos os setores. O mercado de material de construção é um exemplo disso: nele, a inovação gera uma demanda por sustentabilidade e conveniência -- e o futuro do seu negócio passa por isso.
Para ajudar você a ficar por dentro e se preparar para essas mudanças, aqui vão as principais tendências no mercado de material de construção, e como você pode tornar o seu negócio mais eficiente e ecologicamente responsável.
Apesar da pandemia de COVID-19, o ano de 2021 tem se mostrado positivo para o setor de material de construção. A perspectiva para este ano, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (ABRAMAT), é de uma alta de 4% no faturamento na comparação com 2020. Os números mais atualizados da entidade, divulgados em janeiro, mostram um aumento de 12,8% no faturamento do setor, comparado com janeiro de 2020.
Um mercado aquecido indica aumento nas obras, e com a maior atividade do setor de construção, é preciso pensar nos impactos que ele traz para as pessoas e o planeta. Afinal de contas, a sustentabilidade é mais do que uma tendência: ela é uma necessidade. Preservar recursos ambientais, usar a energia racionalmente e reduzir as emissões de carbono é fundamental para garantir qualidade de vida para as próximas gerações.
Por isso, o mercado da construção civil dá cada vez mais preferência ao uso de materiais recicláveis e biodegradáveis. Várias opções de materiais sustentáveis já são uma realidade, como as tintas e tijolos ecológicos. Eles são feitos de matérias-primas biodegradáveis ou renováveis, com baixo consumo de energia e de água, e sem emissões de compostos tóxicos.
O aço e o concreto reciclados, além do concreto reforçado com madeira, bambu ou fibras naturais, são outros exemplos de material de construção sustentável. E mais:
Quando pensa em tecnologia e inovação, talvez você imagine robôs e materiais sintetizados em laboratório. No entanto, inovar na área de material de construção também é tornar os projetos mais eficientes, usando materiais de qualidade melhor e mais duráveis, ou fabricados a partir de rejeitos de demolição.
Um exemplo disso é o ecogranito: com aparência muito semelhante à do granito comum, ele pode ser até 5 vezes mais barato. O ecogranito é produzido com resíduos do processo de extração de mármores e granitos. O resultado é um revestimento inovador e leve, com um mecanismo de impermeabilização inteligente que evita o aparecimento de infiltrações e estufamentos.
Outro material altamente inovador é o bioconcreto, uma alternativa ao concreto tradicional que, diante da formação de rachaduras, se autopreenche pela ação de bactérias. Parece coisa de ficção científica, mas o bioconcreto é já uma realidade.
Além disso, outros materiais e soluções para a construção civil passam por inovações constantes, mesmo que sejam usados há um bom tempo. É o caso dos temporizadores e reguladores para torneiras, pias e vasos sanitários. Esses recursos podem não ser uma novidade, mas a tecnologia faz com que eles reduzam o gasto e evitem o desperdício de água de maneira cada vez mais eficiente.
A pandemia acelerou muitas mudanças no consumo, principalmente na migração do varejo para o digital. Os consumidores exigem mais conveniência e eficiência para pesquisar e fechar pedidos a qualquer hora, em qualquer lugar, e com opções rápidas de entrega.
Pensando nisso, investir no online é fundamental para o mercado de material de construção. Assim, não apenas você aumenta as vendas, mas também conquista clientes, já que ir à loja física não é mais obrigação para os consumidores.
Você pode construir seu próprio e-commerce, por exemplo, se estiver disposto a investir e contratar uma empresa especializada no desenvolvimento de sites de empresas.
Você também pode apostar em plataformas como os marketplaces, onde diferentes empreendedores podem anunciar e vender seus produtos.
Para ampliar a divulgação dos seus produtos e construir relacões com clientes, redes sociais como o Instagram e o Facebook são excelentes opções. Com um investimento relativamente baixo, você consegue criar uma vitrine de grande alcance para a sua loja e direcionar os usuários para a sua página de e-commerce.
Outra forma de se destacar da concorrência na internet é fazendo campanhas pagas em ferramentas de busca, como o Google, nas redes sociais, ou mesmo no YouTube. Assim, o seu anúncio pode aparecer para os usuários, dependendo do que eles buscarem ou de acordo com o seu perfil de consumo, aumentando suas chances de vender. Por isso, é importante ter uma presença online (criando e atualizando um perfil no Google Meu Negócio, por exemplo), para que as pessoas tenham informações sobre a sua loja quando buscarem pela sua marca.
A inovação também está na forma de receber pagamentos. Com a InfinitePay, você tem várias oportunidades para oferecer preços competitivos. A InfinitePay oferece parcelamento em 12 vezes, por exemplo, o que aumenta o ticket médio dos clientes. Além disso, você recebe o dinheiro um dia útil após a compra, ajudando o seu fluxo de caixa e possibilitando que você invista mais no seu negócio.
A InfinitePay é a solução de pagamentos ideal para sua empresa crescer cada vez mais. Faça parte de uma economia onde todo mundo ganha!

Se você gosta de fazer compras online, você com certeza já se deparou com o termo “cashback” por aí – mas talvez você ainda não saiba o que cashback significa.
Cashback é uma palavra em inglês que, na tradução literal, quer dizer “dinheiro de volta”.
Parece um conceito simples, mas será que você realmente sabe como o cashback funciona e como você pode receber dinheiro de volta nas suas compras?
Neste artigo, você aprenderá de uma vez por todas o que é cashback, quais são as vantagens, qual é a diferença entre cashback e desconto, se é possível transformar cashback em dinheiro e muito mais.
Se você usa cartão de crédito e quer receber uma parte do seu dinheiro de volta, leia esse artigo com atenção!
O cashback está se popularizando cada vez mais e não ter conhecimento sobre isso pode acabar te impedindo de ganhar dinheiro de volta nas suas compras diárias.
Como mencionamos anteriormente, a tradução literal de cashback é "dinheiro de volta". No entanto, na prática, o termo abrange um conceito mais profundo no mundo financeiro.
Então, o que é cashback, exatamente? Cashback é um programa de incentivo oferecido por empresas que operam principalmente no setor de varejo e também por operadoras de cartão de crédito.
Nesse programa, uma porcentagem do valor que você gasta em uma compra é retornada para você. Esta porcentagem varia dependendo da empresa ou do produto específico que você está comprando. Por exemplo:
Esse dinheiro é creditado em uma conta específica, que pode estar diretamente vinculada à empresa onde você fez a compra ou ao banco vinculado ao cartão de crédito que você usou pra comprar.
É importante notar que os programas de cashback não são um desconto instantâneo no preço do produto, mas sim uma recompensa que é concedida após a compra. Esse é um ponto crucial que distingue o cashback dos descontos convencionais.
Apesar de cashback e descontos parecerem semelhantes à primeira vista, eles são conceitos diferentes. Ambos oferecem uma maneira de economizar dinheiro, mas funcionam de formas distintas.
Os descontos são reduções imediatas no preço de um produto ou serviço no momento da compra. Por exemplo, se um produto custa R$100 e está com um desconto de 10%, você pagará apenas R$90 por ele.
Já o cashback é uma porcentagem do valor da compra que é devolvida ao cliente depois da compra. Portanto, a principal diferença entre cashback e desconto é o momento em que a economia ocorre.
Com os descontos, você economiza na hora da compra. Com o cashback, a economia ocorre depois da compra, muitas vezes na forma de créditos para futuras compras.
Ao navegar pelo universo do cashback, você perceberá que existem diferentes tipos de programas disponíveis, cada um com suas características e benefícios.
Alguns varejistas oferecem programas de cashback diretamente em suas lojas. Isso significa que você ganha dinheiro de volta em cada compra que faz naquela loja específica.
Esses programas costumam ser fáceis de usar e uma ótima maneira de economizar em compras regulares.
Muitos bancos e instituições financeiras oferecem programas de cashback como parte dos benefícios de seus cartões de crédito.
Nesse caso, uma porcentagem do valor de todas as suas compras feitas com o cartão é devolvida a você.
Existem também plataformas online dedicadas que oferecem cashback em uma variedade de lojas e serviços.
Você pode receber dinheiro de volta ao fazer compras por meio dessas plataformas em milhares de lojas online.
Cada tipo de programa de cashback tem suas vantagens e é importante escolher o que melhor se adapta às suas necessidades e padrões de consumo.
Lembre-se: o objetivo é maximizar o valor do seu dinheiro. Independentemente do tipo de programa de cashback que você escolher, ele é uma ótima maneira de ganhar dinheiro de volta e economizar nas suas compras.
Os programas de cashback são estratégias de marketing muito eficientes para as empresas. Eles incentivam os clientes a fazer mais compras – pois quanto mais você compra, mais dinheiro você recebe de volta.
Entretanto, não são só as empresas que se beneficiam desses programas. Os clientes também ganham, porque conseguem recuperar uma parte do dinheiro que gastaram.
Agora que você já sabe o que é cashback e como ele funciona, deve estar se perguntando: cashback é seguro?
Em geral, sim, cashback é seguro.
As plataformas que oferecem programas de cashback usam tecnologias de criptografia avançadas para proteger as informações financeiras dos usuários.
Contudo, como em qualquer atividade online, é importante ter cautela. Aqui estão algumas dicas para usar programas de cashback com segurança:
Lembre-se, também, de que a melhor maneira de proteger suas informações online é usando senhas fortes e únicas para cada plataforma.
Embora a ideia de cashback seja receber uma parte do dinheiro que você gasta de volta, uma questão comum é se é possível transformar este cashback em dinheiro real.
A resposta é: depende do programa de cashback específico.
Algumas plataformas permitem que você retire o valor acumulado para sua conta bancária, efetivamente convertendo seu cashback em dinheiro, enquanto outras limitam o uso do cashback a compras futuras dentro do seu ecossistema.
Se a possibilidade de transformar o cashback em dinheiro real soa atraente para você, você vai adorar conhecer cartão virtual inteligente da InfinitePay.
O InfiniteCard é um cartão digital pré-pago e sem anuidade que oferece uma incrível taxa de 1,5% de cashback em todas as compras feitas no crédito.
O dinheiro recebido através do cashback com o InfiniteCard é extremamente flexível: ele pode ser utilizado para qualquer compra, seja física ou online. Isso significa que você tem total liberdade para usar seu cashback como e onde preferir. É economia e conveniência em um único cartão.
Clique aqui para conhecer o cartão virtual inteligente da InfinitePay. Ele é uma funcionalidade da InfinitePay: uma plataforma de gestão financeira completa para empresas, que oferece conta digital, máquina de cartão de crédito, gestão automática de cobrança e muito mais.
1,5% é uma ótima taxa, e você só tem isso com o cartão virtual inteligente da InfinitePay. Vamos a alguns exemplos:
Para saber quanto vai receber de volta, basta multiplicar o valor da compra por 0,015:
Se você usa cartão de crédito na sua vida diária e gostaria de receber uma parcela do seu dinheiro de volta, clique aqui e conheça o cartão virtual inteligente da InfinitePay.
Você não paga nada pra começar a usar – sim, é gratuito – e o cartão é aceito em milhões de estabelecimentos do mundo inteiro.

Você sabe como abrir um MEI? Segundo o Sebrae, existem no país quase 15 milhões de MEIs registrados. De fato, é uma boa alternativa para o profissional autônomo regularizar o seu negócio sem ser sufocado pelas exigências fiscais e tributárias.
Este modelo de negócios oferece benefícios e isenções que facilitam a vida do empreendedor. Principalmente, ao criar algumas facilidades em termos de créditos e taxas de juros mais acessíveis.
A formalização do seu negócio através da abertura de um CNPJ MEI é um excelente primeiro passo na legalização da sua empresa.
Leia mais: Qual é a diferença entre MEI, ME e outros tipos de empresa?
A abertura do CNPJ MEI é gratuita através do site oficial do governo.
Após a conclusão, você já terá o número do seu CNPJ MEI e poderá emitir o Certificado de Condição do MEI, documento oficial que comprova que seu CNPJ foi aberto nessa categoria simplificada.
Apesar de simplificações, existem obrigações que precisam ser cumpridas mensalmente e anualmente.
Além das rotinas mensais e anuais, o MEI precisa respeitar regras para continuar enquadrado neste regime. As principais são:
Anualmente o MEI só pode faturar até R$81.000,00 e suas compras são limitadas em até 80% desde valor. Caso a empresa obtenha um faturamento superior a R$81.000,00 ou compras acima do permitido, será necessário solicitar o desenquadramento da empresa para uma outra categoria, sendo a mais usual a ME também dentro do Simples Nacional.
Vale ressaltar que no primeiro ano de funcionamento do MEI o limite de faturamento deve ser proporcional à quantidade de meses entre o mês da sua abertura e dezembro daquele ano.
Se houver excesso de receita e estourar alguns dos limites estabelecidos, o MEI estará sujeito a penalidades da Receita Federal e recolhimento de impostos retroativos. Sendo assim, é de grande importância realizar o controle de faturamento mensal e o desenquadramento no momento certo para que a empresa cresça de forma sustentável.
Mensalmente o MEI precisa realizar o pagamento de uma Guia de Impostos nomeada como DAS. É através dela que ocorre o recolhimento dos impostos de maneira unificada, com um valor fixo que possui atualização de acordo com o salário-mínimo vigente e atividades exercidas na empresa.
Nessa guia estão inclusos os valores relativos a INSS (para todos os MEIs), ICMS (para empresas que atuam no setor comércio e indústria) e ISS (para empresas prestadoras de serviço).
Os valores mensais referentes ao ano de 2025 são:
| Tipo de MEI | Valor Total | Detalhamento |
|---|---|---|
| MEI Comércio ou Indústria | R$ 76,90 | R$ 75,90 INSS + R$ 1,00 ICMS |
| MEI Prestador de Serviço | R$ 80,90 | R$ 75,90 INSS + R$ 5,00 ISS |
| MEI Comércio ou Indústria e Prestador de Serviço | R$ 81,90 | R$ 75,90 INSS + R$ 1,00 ICMS + R$ 5,00 ISS |
| MEI Caminhoneiro Comércio e Serviço | R$ 188,16 | R$ 182,16 INSS + R$1,00 ICMS + R$ 5,00 ISS |
Via de regra, essa é a única contribuição mensal que o MEI precisa realizar para o fisco. Entretanto, existem regras estaduais em relação a compra e venda de mercadorias fora do estado que podem gerar novas cobranças de ICMS. É um caso que deve ser avaliado junto a legislação de cada estado.
O processo de abertura de um CNPJ MEI é simples, descomplicado e gratuito. Entretanto, é muito importante entender todas as regras, obrigações e direitos de se ter um MEI, pois apesar de simplificado, é uma empresa e exige responsabilidades.
O primeiro passo é verificar se você como empreendedor cumpre os requisitos de um MEI. São eles:
Enquadrando nos requisitos, o segundo passo é verificar quais são os impactos da abertura do CNPJ MEI em relação aos benefícios que muitos brasileiros recebem atualmente. Alguns benefícios serão cancelados e outros poderão ser cancelados/negados com a formalização da empresa.
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Observação: os benefícios que podem ser cancelados ou negados, vão passar por análises dos órgãos competentes avaliando de acordo com seus devidos critérios, não sendo garantido o cancelamento.
Para realizar a abertura do CNPJ MEI é necessário ter alguns documentos, dados pessoais e do negócio.
Dados pessoais: RG, CPF, endereço residencial, dados de contato e a conta gov.br em nível de confiabilidade prata ou ouro.
Dados do seu negócio: endereço comercial (local onde atividade será exercida), forma de atuação (estabelecimento fixo, televenda, ambulante, entre outras), tipo de ocupação (atividade da empresa).
O MEI oferece diferentes benefícios ao pequeno empreendedor como previdenciários, tributário, bancário e comercial. Para aproveita-los, basta estar em dia com as obrigações mensais, anuais e respeitar o período de carência, quando exigido. Vamos entender um pouco de cada um deles:
O MEI é um grande alvo para aplicação de golpes.
Vale lembrar:
Esta sigla indica a Classificação Nacional de Atividades Econômicas, que obrigatoriamente deve ser utilizada para determinar as atividades exercidas por uma empresa. Para realizar o registro de Microempreendedor Individual é preciso verificar se a atividade exercida consta da lista oficial da categoria do CNAEs.
Para abrir um MEI não é necessário pagar nenhuma taxa, pois o processo é feito de forma online e gratuito no site do Portal do Empreendedor. A partir do início das atividades como MEI deverá pagar uma taxa única mensal baseada nos seguintes valores:
O Microempreendedor Individual pode ter o faturamento máximo anual de R$ 81 mil, ou seja, em torno de R$ 6.750,00 mensais. Existe um projeto de lei que aumenta o teto para R$ 144.900.
Neste passo, você deve ler atentamente e selecionar as declarações que são obrigatórias para o MEI. Desse modo, será impresso o Certificado de Condição de Microempreendedor Individual (CCMEI).
De fato, este é o comprovante da sua inscrição como MEI, com o CNPJ e número de registro na Junta Comercial. Além disso, é interessante esclarecer que o MEI pode funcionar sem alvará desde setembro de 2020, quando foi liberado dessa formalidade para iniciar o seu negócio.
Ao realizar a sua inscrição no Portal do Empreendedor, você concorda com o Termo de Ciência e Responsabilidade com Efeito de Dispensa de Alvará de Licença de Funcionamento. O que significa dizer que está apenas liberado de obter o alvará, mas que o seu negócio obrigatoriamente deve estar em conformidade com os requisitos legais, tais como:
É importante consultar a prefeitura local e outros órgãos municipais ou estaduais, pois podem existir regulamentações específicas para sua atividade ou localização.
A abertura de MEI é gratuita. No entanto, o microempreendedor terá custos mensais relacionados ao Simples Nacional.
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O MEI é enquadrado no Simples Nacional e, portanto, está isento dos tributos federais (Imposto de Renda, PIS, Cofins, IPI e CSLL). Assim, paga apenas o valor fixo mensal, chamado DAS, destinado à Previdência Social e ao ICMS ou ISS, conforme a atividade exercida. Dessa forma, o valor da contribuição mensal do MEI está entre R$ 66,00 e R$ 72,00, a depender da atividade exercida.
O que é DAS MEI?DAS é a sigla para Documento de Arrecadação do Simples Nacional. Ele é o documento utilizado pelo MEI para recolher mensalmente os tributos inerentes à sua categoria. O DAS unifica em uma só guia os valores devidos em relação à Previdência Social, ao ICMS (para atividades de comércio) e ao ISS (para atividades de serviço). Saiba mais como funciona o DAS, o valor que você paga mensalmente para ter um registro MEI, e o que fazer caso ele fique atrasado.
Atividades permitidas no MEIExistem mais de 400 atividades permitidas para MEI, variando desde comércio, indústria até serviços. É crucial verificar na lista oficial do Portal do Empreendedor se a sua atividade é contemplada.
O que acontece se o MEI estourar o limite de R$ 81 mil por ano?Antes de entender como funciona o limite do Microempreendedor Individual (MEI), é preciso entender que o faturamento dele não se limita ao período mensal. O que vale é o anual, estipulado em um teto máximo de 81 mil reais por ano. Por isso, há 2 situações possíveis:
1) Se ultrapassar até R$ 97.200,00: deverá recolher o DAS-MEI (Documento de Arrecadação Simplificada do Microempreendedor Individual) até o mês de dezembro do ano vigente, e também recolher um DAS, que é o excesso de faturamento no vencimento estipulado para que os tributos sejam pagos.
2) Se ultrapassar R$ 97.200,00 e for inferior a R$ 4.800,000,00: o MEI passa a se enquadrar no porte de Microempresa ou Empresa de Pequeno Porte. Em ambos os casos, é necessário que o empreendedor solicite o desenquadramento do MEI no Portal do Simples Nacional.
Depende! De acordo com a Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas (1º do artigo 106, da Resolução CGSN nº 140, de 2018), Microempreendedores Individuais estão dispensados de emitir notas fiscais caso vendam produtos apenas para Pessoas Físicas. Mesmo assim, seu cliente tem o direito de exigi-la. Mas atenção: quando o destinatário da mercadoria ou contratante dos serviços for uma outra empresa (ou seja, uma Pessoa Jurídica), o negócio com registro MEI tem a obrigação de emitir nota fiscal.
Como o MEI pode emitir nota fiscal?Para emitir nota fiscal na condição de MEI, é necessário estar atento para o fato de que a nota fiscal de serviços é de responsabilidade da prefeitura da sua cidade. Além disso, o município disponibiliza para o MEI um sistema para a emissão de nota fiscal eletrônica de prestação de serviços. Já no caso das atividades de comércio ou indústria cabe ao governo estadual legislar a respeito e prestar maiores esclarecimentos. As principais formas do MEI emitir nota fiscal são: Nota Fiscal Avulsa (NFA), Nota Fiscal Avulsa eletrônica (NFA-e) ou Nota Fiscal eletrônica (NFe), e Nota Fiscal de Venda a Consumidor.