Aprenda sobre gerenciamento de faturamento. Descubra estratégias para otimizar o fluxo de caixa e a saúde financeira de sua empresa.

Nesse artigo, abordaremos a Alíquota Interestadual: o que é esse tipo de imposto, como ele funciona, os impactos em negócios pelo Brasil inteiro, e como se planejar para pagá-lo, caso seja necessário no caso da sua empresa.
A alíquota interestadual é a taxa que incide sobre o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) nas operações referentes à circulação de mercadorias e serviços entre diferentes estados brasileiros. Essa taxa, que começou a ser cobrada a partir da Emenda Constitucional nº 87, de 16 de abril de 2015, é definida por cada estado, e varia de acordo com o tipo de mercadoria ou serviço.
Há diferença entre a alíquota interestadual (referente a transações entre estados) e a intraestadual (referente a transações que ocorrem dentro de um estado apenas). É importante se atentar a essas diferenças, especialmente aos valores de cada uma.
Por exemplo, no caso do estado de São Paulo, a alíquota interestadual para a maioria das mercadorias é de 12%, enquanto a alíquota intraestadual é de 18% (mais detalhes na tabela de alíquotas abaixo).
Portanto, se uma mercadoria é vendida de São Paulo para o estado do Rio de Janeiro, o ICMS será calculado com base na alíquota interestadual de 12%. Já se uma mercadoria é vendida dentro do estado de São Paulo, o ICMS será calculado com base na alíquota intraestadual de 18%.
O ICMS é um imposto estadual que incide sobre a circulação de mercadorias e serviços, inclusive importados. Cada estado tem regras próprias para cobrança, respeitando a Constituição e o Código Tributário Nacional.
O valor arrecadado financia obras e serviços públicos, tendo o poder de investimento de estados e municípios.
Leia mais: ICMS: o que é e como funciona este importante imposto estadual
Na tabela abaixo, é possível ver a tabela das alíquotas de todos os estados em 2026.

Se você vende pela internet para outros estados, preste atenção porque o recolhimento do ICMS via internet é uma obrigação para todas as lojas virtuais, independentemente do regime tributário que estejam enquadradas.
Verifique abaixo qual a modalidade de venda do seu negócio, e como o ICMS impacta cada um:
O ICMS é calculado com base em uma alíquota fixa, que é definida por cada estado.
Nesse caso, o ICMS é calculado com base em uma alíquota variável, que é definida pelo valor de faturamento mensal da empresa.
As lojas que não estão enquadradas no Simples Nacional, pagam um valor superior de ICMS e de outros impostos, uma vez que a cobrança é feita de forma individualizada.
Caso sua loja faça vendas para outros estados, atente-se aos seguintes fatores e realize os procedimentos mencionados para garantir a correta tributação:
O recolhimento do ICMS e de outros tributos para vendas em marketplace é feito por meio de Nota Fiscal. O vendedor emite a NF para o consumidor, registrando o valor da mercadoria e do imposto. O marketplace também emite uma NF, mas essa NF é diferente da emitida pelo vendedor. A NF do marketplace registra apenas os valores das taxas cobradas pelo trabalho de intermediação da relação entre vendedor e comprador.
O Cadastro do Contribuinte é um registro oficial que identifica as pessoas físicas ou jurídicas que são contribuintes de impostos estaduais, como o ICMS. Esse cadastro, chamado de Inscrição Estadual (IE) é administrado pela Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) de cada estado.
É importante se informar sobre o processo do seu estado, porque há diferenças entre eles. Por exemplo, atualmente há estados como o Paraná, que isentam produtores de conteúdo que vendem cursos online da taxa do IE; e estados como o Rio Grande do Sul, cuja alíquota para cursos online é de 17%. Para que a pessoa física possa recolher o ICMS, ela deve estar inscrita no Cadastro do Contribuinte e informar o seu número de inscrição estadual na Nota Fiscal.
Manter atualizado todo o controle financeiro da sua empresa é fundamental para que os impactos da alíquota não causem prejuízos ao seu negócio. Há ferramentas que ajudam nessa missão, como a Gestão de Cobrança da InfinitePay, que faz a gestão financeira completa do seu negócio de graça.
A alíquota interestadual do ICMS é um dos principais fatores que influenciam os custos de tributação de empresas que realizam operações de circulação de mercadorias entre estados. Para otimizar esses custos, é importante que as empresas realizem um planejamento tributário adequado, com a consulta a profissionais de contabilidade e tributação.
Algumas dicas para reduzir a carga tributária interestadual incluem:
Além de reduzir os custos de tributação, é importante que as empresas cumpram todas as obrigações acessórias, como a emissão de notas fiscais eletrônicas (NF-e) e guias de pagamento. O não cumprimento dessas obrigações pode resultar em multas e outras penalidades.
A conformidade com a legislação fiscal é essencial para evitar problemas com o fisco e garantir a saúde financeira da empresa.
Saiba mais: Calendário Fiscal: Entenda datas e prazos

Para fazer um modelo de orçamento no Word, comece baixando o template gratuito da InfinitePay com 6 modelos de orçamento.
No arquivo você encontrará 6 modelos diferentes de orçamento, sendo eles:
Estes arquivos abrangem diversos tipos de empreendimentos e empreendedores e podem poupar um tempo precioso na hora de personalizar um modelo de orçamento para a sua empresa.
Ao realizar o download você terá acesso a 6 modelos diferentes personalizáveis.
Altere o quanto quiser conforme o seu negócio e a sua necessidade.
Por exemplo, você pode retirar o que achar necessário ou então adicionar mais informações, como fotos e tabelas. Considere incluir:
Agora que você tem um modelo em mãos, que tal entender um pouquinho mais sobre o que é, que elementos devem estar presentes nele e as vantagens de usar um na sua empresa?
Logo abaixo você confere tudo isso e ainda aproveita umas dicas na hora de estruturar e preencher o seu!
Um modelo de orçamento é um documento que detalha todas as informações financeiras de uma empresa ou projeto em um determinado período.
Ele serve como um guia estruturado para apresentar uma proposta de produtos ou serviços a um cliente potencial, incluindo receitas, despesas, projeções de lucro e previsões de gastos futuros.
O objetivo principal é ajudar a manter o controle das finanças e tomar decisões informadas sobre como alocar recursos e fornecer ao cliente uma visão clara e profissional do que está sendo oferecido.
Um modelo bem elaborado não apenas ajuda na organização interna da empresa, mas também serve como uma poderosa ferramenta de marketing e comunicação com seus clientes.
Geralmente um modelo de orçamento inclui as seguintes informações:
Leia mais: 5 livros para você aprender mais sobre educação financeira
Controle financeiro
Um modelo de orçamento permite que você acompanhe suas finanças de perto, identificando onde seu dinheiro está sendo gasto e onde você pode economizar. Ele oferece uma visão clara da saúde financeira do seu negócio, permitindo ajustes rápidos quando necessário.
Planejamento estratégico
Com um orçamento bem elaborado, você pode definir metas financeiras de longo prazo e criar um plano estratégico para alcançá-las. Isso inclui prever investimentos futuros e antecipar possíveis desafios financeiros.
Tomada de decisão informada
Um orçamento bem estruturado fornece dados concretos para embasar suas decisões de negócios. Com isso, você pode tomar decisões mais informadas sobre investimentos, contratações e expansões.
Evitar dívidas desnecessárias
Um modelo de orçamento ajuda a evitar gastos impulsivos e a contratação de dívidas desnecessárias, uma vez que ele permite uma visão antecipada dos gastos, ajudando a manter as despesas sob controle.
Baixe: Planilha de Fluxo de Caixa
Profissionalismo e credibilidade
Apresentar um orçamento bem elaborado aos clientes demonstra profissionalismo e aumenta a credibilidade da sua empresa. Isso pode ser um diferencial importante na hora de fechar negócios.
Antes de elaborar o orçamento, dedique tempo para compreender as necessidades e expectativas do seu cliente.
Faça perguntas detalhadas para garantir que seu orçamento atenda ao que o cliente está buscando.
Isso não apenas aumenta as chances de aprovação, mas também demonstra seu comprometimento em fornecer um serviço personalizado.
Escolha a ferramenta mais adequada para criar seu orçamento. Opções populares incluem:
Ao selecionar uma ferramenta, lembre-se de analisar a que melhor se adapta às necessidades da sua empresa e ao nível de detalhamento requerido pelos seus clientes.
Além dos números, ao mostrar ou enviar o modelo de orçamento, inclua uma proposta comercial convincente.
Reforce os diferenciais da sua empresa, a qualidade dos seus produtos ou serviços, e o valor agregado que você oferece.
Use uma linguagem clara e persuasiva, explicando por que sua oferta é a melhor escolha para o cliente.
Definir metas financeiras realistas e fazer projeções com base nas informações coletadas, ajudará você a planejar suas finanças a curto e longo prazo.
Além disso, estabeleça prazos claros para cada etapa do projeto ou entrega do produto. Isso demonstra organização e facilita para o cliente na hora de visualizar o cronograma do trabalho.
Estabeleça preços que sejam competitivos no mercado, mas que também reflitam o valor real do seu trabalho.
Pesquise os preços praticados pela concorrência e considere seus custos operacionais para determinar um preço justo.
Lembre-se de que o preço mais baixo nem sempre é a melhor estratégia; muitas vezes, os clientes estão dispostos a pagar mais por um serviço de qualidade superior.
Um bom modelo de orçamento é mais do que apenas números, é uma representação da qualidade e do valor que sua empresa oferece.
Ao seguir as dicas deste artigo e utilizar os modelos da InfinitePay, você terá em mãos um documento eficaz que ajudará você a controlar seus gastos, tomar decisões de negócios informadas e impressionar seus clientes potenciais.

Gerenciar corretamente o inventário de estoque é essencial para manter o bom funcionamento de um negócio.
Essa prática ajuda a evitar perdas, otimizar compras, organizar o armazenamento e garantir que as vendas estejam alinhadas à realidade dos produtos disponíveis.
Neste artigo, você vai entender o que é um inventário de estoque, para que ele serve, quais os tipos existentes, como fazer e como automatizar esse processo para ganhar mais eficiência no seu negócio.
O inventário de estoque é o registro detalhado e organizado de todos os itens que uma empresa possui armazenados em um determinado momento.
Ele abrange desde produtos prontos para venda até matéria-prima, insumos e, em alguns casos, materiais de escritório.
Esse controle é fundamental para garantir que a empresa saiba exatamente o que tem em estoque, evitando compras desnecessárias ou a falta de produtos.
A prática também contribui para uma gestão de estoque mais eficiente e alinhada às vendas.
Além disso, o inventário pode ser feito de diversas formas, desde planilhas simples até sistemas de gestão integrados que automatizam a contagem e atualização de produtos em tempo real, como na loja online ou no PDV da InfinitePay.
💭 Saiba tudo sobre o Magic PDV da InfinitePay.
O inventário de estoque serve como uma ferramenta estratégica de controle e tomada de decisão.
Ele permite que os empreendedores acompanhem a disponibilidade de produtos, identifiquem falhas no controle de entrada e saída e planejem melhor suas ações de compra, venda e precificação.
Veja os principais objetivos:
O inventário também traz benefícios indiretos importantes, como maior previsibilidade financeira, controle de sazonalidade e agilidade na produção ou reposição de mercadorias — especialmente útil para negócios com alta rotatividade ou recursos limitados.
Existem diversos tipos de inventário de estoque, cada um adequado a diferentes portes de empresa, volumes de mercadoria e necessidades de controle.
A escolha do tipo ideal depende da frequência de movimentação dos produtos, da complexidade do negócio e da tecnologia disponível.
Conheça os principais:
É realizado em intervalos definidos, como mensal, semestral ou anual.
Durante esse processo, as operações podem ser pausadas para permitir a contagem completa dos itens em estoque.
É indicado para negócios menores ou que não utilizam sistemas de controle em tempo real.
A contagem é feita de forma contínua, em ciclos planejados.
O estoque é dividido por categorias ou setores, e cada grupo é verificado em um momento diferente.
Essa abordagem reduz a necessidade de interrupção nas atividades e garante maior frequência de atualização.
É a contagem manual dos itens armazenados.
Serve para validar dados do sistema e identificar falhas como extravios, perdas ou desvios.
Costuma ser utilizado em auditorias internas ou quando há suspeita de inconsistência nos registros.
Realizado com o apoio de tecnologia, esse tipo registra automaticamente cada movimentação de entrada e saída, mantendo o estoque sempre atualizado. É ideal para empresas com alta rotatividade ou com grandes volumes de mercadorias, como e-commerces e supermercados.
É exigido por obrigações legais, como apuração de ICMS, IPI e Imposto de Renda.
Sua principal função é assegurar que a empresa esteja em conformidade com o Fisco, evitando multas e facilitando auditorias contábeis.
🤔 Tipos de estoque: conheça os principais e como escolher o ideal para o seu negócio
É uma contagem abrangente feita ao final de cada ano fiscal, com o objetivo de fechar balanços e alinhar as informações contábeis.
Costuma ser obrigatório para empresas de maior porte, mas também pode ser adotado por pequenos negócios como boa prática de gestão.
A seguir, você confere um passo a passo prático para aplicar no seu negócio:

O primeiro passo é organizar o local onde o inventário será feito.
Limpe o espaço, elimine obstáculos, identifique áreas com maior volume e agrupe produtos semelhantes em categorias.
Também é importante retirar do estoque itens obsoletos, vencidos, danificados ou que não serão mais comercializados. Deixá-los no inventário pode gerar dados distorcidos.
Com o espaço organizado, o próximo passo é garantir que os produtos estejam corretamente catalogados.
Isso inclui nome, código, características (como tamanho, cor, lote, validade) e localização.
💡Dica: usar etiquetas com códigos de barras, QR codes ou sistemas de rastreamento facilita tanto a contagem quanto o controle posterior. Mesmo em empresas pequenas, é possível usar etiquetas simples impressas ou apps gratuitos de inventário.
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Escolha qual modelo de inventário é mais adequado ao seu negócio (periódico, rotativo, contínuo, etc.).
Depois, determine com que frequência ele será feito. Isso dependerá do volume de vendas e da complexidade do estoque.
Por exemplo, mercados e farmácias, que trabalham com produtos perecíveis, costumam fazer inventários rotativos semanais ou mensais.
Já uma loja de eletrônicos pode optar por um inventário periódico a cada trimestre.
Definir a periodicidade certa evita discrepâncias e facilita a rastreabilidade caso algum item desapareça ou esteja com a quantidade incorreta.
O inventário deve ser conduzido por uma equipe capacitada.
Mesmo em empresas pequenas, é importante designar funções específicas: quem vai contar, quem vai registrar e quem será o responsável por revisar os dados.
Organize o processo por etapas:
Essa divisão evita retrabalho e melhora a precisão, especialmente quando há grandes volumes ou produtos de difícil identificação.
Você pode optar por uma contagem manual usando planilhas de controle de estoque grátis e checklists impressos ou automatizada (com coletores de dados e softwares de gestão de estoque).
💡 Dica: teste os equipamentos com antecedência para evitar falhas durante o processo.
Para empresas que usam um sistema como PDV ou ERP, é importante garantir que ele esteja atualizado e que os colaboradores saibam como operá-lo corretamente.
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Durante a contagem, siga uma sequência lógica e sistemática. Comece por um lado do estoque e siga por corredores ou prateleiras, evitando pular etapas.
Veja algumas dicas para evitar erros:
Caso haja dúvidas ou divergências, sinalize o produto para uma recontagem posterior.
💭 Como fazer o controle de estoque da minha empresa?
Com os dados em mãos, atualize o sistema de controle de estoque e compare as informações reais com as registradas.
Gere relatórios que mostrem:
Esse cruzamento é essencial para tomar decisões corretivas, ajustar o sistema e garantir que o estoque reflita a realidade física.
Feito o inventário, é hora de entender o que os números dizem sobre o seu negócio.
Analise as principais causas de inconsistência: falha de registro? Perda? Roubo? Erro operacional?
Com base nisso:
Inventário não deve ser apenas uma obrigação: ele deve alimentar decisões estratégicas.
🤔 5 dicas para o controle de estoque da sua loja virtual
Quando feito corretamente e com frequência adequada, ele oferece uma série de benefícios que impactam diretamente nos resultados da empresa:
Com o inventário atualizado, o empreendedor sabe exatamente quais produtos estão disponíveis, em quais quantidades e condições.
Isso permite manter o nível ideal de reposição e evita tanto o excesso quanto a falta de mercadorias (rupturas).
A contagem periódica ajuda a identificar itens que estão parados, vencidos ou avariados, evitando prejuízos.
Além disso, ao descobrir divergências, é possível agir rapidamente para corrigi-las, reduzindo perdas financeiras.
Um estoque bem monitorado é sinônimo de ambiente mais limpo, categorizado e eficiente.
Isso facilita o acesso aos produtos, melhora a produtividade da equipe e reduz erros operacionais — principalmente em empresas com mix amplo de itens.
Os dados gerados pelo inventário são fundamentais para entender quais produtos têm maior giro, como é o comportamento de venda por sazonalidade, e o que pode ser descontinuado.
Isso embasa decisões estratégicas em vez de achismos.
O inventário é exigido por lei em muitos contextos, especialmente em empresas que precisam prestar contas ao Fisco.
Ter esses registros organizados evita autuações, multas e problemas contábeis, além de facilitar auditorias.
Produtos disponíveis, entregas rápidas e menos cancelamentos.
Com o estoque certo, o cliente final percebe mais agilidade, segurança e confiança no seu processo de compra — o que impacta diretamente na fidelização.
Controlar estoque manualmente é viável em negócios muito pequenos ou com poucos produtos.
Mas à medida que sua empresa cresce, contar com automação é essencial para ganhar produtividade, reduzir erros e ter uma visão em tempo real do seu estoque.
A InfinitePay oferece soluções completas e gratuitas para você automatizar o controle de inventário com eficiência e simplicidade:
Com o Magic PDV da InfinitePay, seu estoque é atualizado automaticamente a cada venda realizada, seja na maquininha, loja online ou por meio do InfiniteTap.
Isso significa que você não precisa mais registrar manualmente as saídas de produtos — o PDV da InfinitePay faz tudo por você.
Agilize a sua gestão de estoque com a InfinitePay

Faturamento é o valor total das vendas de produtos ou serviços que uma empresa realiza em um período, sem descontar custos, despesas ou impostos. Ele mede o dinheiro que entra pela atividade principal do negócio e funciona como o principal termômetro do tamanho e da saúde financeira da operação.
O cálculo é direto: multiplique a quantidade vendida pelo preço unitário. Uma empresa que vende 100 unidades de um produto a R$ 10,00 cada tem faturamento de R$ 1.000,00 nesse período. Se a mesma empresa vende três serviços de R$ 200,00 no mesmo mês, soma mais R$ 600,00 ao faturamento daquele período, totalizando R$ 1.600,00.
Na contabilidade, o faturamento equivale à receita bruta das vendas e prestações de serviços. Ele representa o montante que a empresa recebe antes de qualquer dedução de custos de produção, despesas operacionais, impostos ou taxas de pagamento.
É o que difere faturamento de lucro: o faturamento é a entrada total, enquanto o lucro é o que sobra depois de pagar todas as contas. Confundir os dois leva a decisões ruins, como acreditar que a empresa está saudável só porque o caixa cresceu, mesmo com despesas acima da receita.
Faturamento e lucro não são sinônimos. Enquanto o faturamento é a entrada total de dinheiro pelas vendas, o lucro é o valor que resta após subtrair todos os custos, despesas e impostos, incluindo salários, aluguel, matéria-prima e taxas de pagamento.
Uma empresa pode faturar muito e lucrar pouco. Se uma loja vende R$ 50.000 em produtos no mês, mas tem R$ 45.000 entre custo da mercadoria, impostos e despesas fixas, o lucro é de R$ 5.000, não de R$ 50.000.
<w-rich-table>| Conceito | O que é | Fórmula | Exemplo (R$ 50.000 de vendas) |
|---|---|---|---|
| Faturamento | Entrada total pelas vendas, sem descontos | Quantidade vendida × Preço unitário | R$ 50.000 |
| Receita | Sinônimo contábil de faturamento bruto antes de deduções | Total das vendas e serviços | R$ 50.000 |
| Lucro | O que sobra após custos, despesas e impostos | Faturamento − Custos − Despesas − Impostos | R$ 5.000 |
</w-rich-table>Renda é o dinheiro que uma pessoa física recebe, como salário, aluguel ou dividendos de investimentos. Faturamento é uma métrica do contexto empresarial, que mede a receita total de uma empresa pela venda de produtos ou serviços. A renda depende de uma relação pessoal ou financeira; o faturamento depende da atividade econômica do negócio.
O faturamento bruto é o valor total de tudo que entrou pela venda de produtos e serviços, sem nenhuma dedução. O faturamento líquido desconta devoluções, abatimentos, impostos sobre vendas (como ICMS e ISS) e taxas de pagamento. A diferença importa para análise financeira e para o enquadramento tributário.
<w-rich-table>| Tipo | O que inclui | O que desconta | Quando usar |
|---|---|---|---|
| Faturamento bruto | Tudo que foi vendido no período | Nada | Acompanhar o volume de vendas e o porte do negócio |
| Faturamento líquido | O que a empresa efetivamente retém | Devoluções, impostos sobre vendas e taxas | Medir a receita disponível para pagar custos e gerar lucro |
</w-rich-table>Para o MEI e para o Simples Nacional, o que vale como limite é sempre a receita bruta, ou seja, o faturamento bruto antes de qualquer desconto. Você não subtrai despesas ou custos para calcular o teto do regime.
O faturamento importa para a empresa por três razões:
O faturamento também influencia o acesso a crédito, a negociação de prazos com fornecedores e a capacidade de reinvestir no próprio negócio.
Calcular o faturamento exige somar todas as vendas e serviços prestados no período, em todos os meios de recebimento: dinheiro, Pix, cartão de débito, cartão de crédito, transferência e boleto.
A fórmula é:
Faturamento = Quantidade de produtos ou serviços vendidos × Preço unitário
Por exemplo, uma empresa que vende 100 unidades de um produto a R$ 10,00 cada tem faturamento de R$ 1.000,00:
Faturamento = 100 × 10 = R$ 1.000,00
Em uma operação com múltiplos produtos, some o resultado de cada um. Se a empresa vende 50 unidades a R$ 10,00 e 20 serviços a R$ 200,00, o faturamento do período é de R$ 4.500,00.
O cálculo muda de formato conforme o tipo de negócio, mas a lógica é a mesma: multiplique quantidade pelo preço e some tudo que entrou pela atividade principal.
<w-rich-table>| Setor | O que entra no faturamento | Exemplo de cálculo mensal |
|---|---|---|
| Varejo físico | Vendas de produtos na loja, em todos os meios de pagamento | 500 blusas a R$ 80,00 = R$ 40.000 |
| E-commerce | Pedidos online pagos no período (cartão, Pix, boleto) | 120 pedidos com ticket médio de R$ 150,00 = R$ 18.000 |
| Serviços | Contratos e ordens de serviço prestados no mês | 30 diárias a R$ 250,00 = R$ 7.500 |
| Food service | Vendas no salão, delivery e iFood | 600 pedidos a R$ 35,00 = R$ 21.000 |
</w-rich-table>O ponto de atenção é não confundir faturamento com o que caiu no caixa no mesmo dia. Uma venda no cartão de crédito parcelada em 12x gera faturamento total no momento da venda, mas o dinheiro entra no caixa ao longo dos meses.
Controlar o faturamento envolve registrar todas as vendas e receitas e manter um acompanhamento detalhado das transações financeiras. Isso pode ser feito manualmente, em planilhas, ou com softwares de gestão financeira, conforme o porte do negócio.
O controle eficiente tem três passos práticos:
Separar as finanças pessoais das empresariais é o que torna esse controle confiável. Uma conta vinculada ao CNPJ deixa as entradas e saídas da atividade econômica visíveis sem mistura com gastos pessoais.
O faturista é o profissional responsável por emitir faturas, boletos e notas fiscais, garantindo que todas as transações sejam registradas. Ele também cuida do processo de cobrança e apoia a gestão financeira ao manter o registro das vendas organizado e em dia com a legislação.
O faturamento registrado precisa ter nota fiscal correspondente quando a venda exige. Para o MEI, a regra é: vendas para pessoa jurídica exigem nota fiscal obrigatoriamente, enquanto vendas para pessoa física podem ser dispensadas, embora o cliente tenha o direito de exigir.
A nota fiscal documenta a venda e serve de base para a apuração do faturamento na declaração anual. Sem o registro fiscal correto, o empreendedor perde o controle do limite de receita e se expõe a autuações.
Para o Microempreendedor Individual (MEI), o faturamento é o critério que define se a empresa pode permanecer no regime simplificado. O teto anual é de R$ 81.000,00 em receita bruta, o mesmo valor em vigor desde 2018, conforme o Portal do Empreendedor. Esse limite equivale a uma média de R$ 6.750,00 por mês, mas o que vale para a Receita Federal é a soma de janeiro a dezembro, não o valor de cada mês.
Quem abre o MEI no meio do ano tem um limite proporcional: R$ 6.750,00 multiplicado pelo número de meses entre o início da atividade e o final do ano.
Existem dois cenários ao estourar o teto de R$ 81.000,00, conforme o Portal do Empreendedor:
<w-rich-table>| Excesso no ano | Limite proporcional | Consequência |
|---|---|---|
| Até 20% (até R$ 97.200,00) | R$ 81.000 + 20% | Recolher DAS complementar sobre o excedente e passar a Microempresa (ME) no ano seguinte |
| Mais de 20% (acima de R$ 97.200,00) | Acima de R$ 97.200,00 | Desenquadramento retroativo ao início do ano, com impostos devidos como Microempresa desde então |
</w-rich-table>Em ambos os casos, o desenquadramento do SIMEI é responsabilidade do empreendedor e deve ser comunicado no Portal do Simples Nacional. Ignorar o excesso gera multa e pendências com a Receita Federal.
O faturamento é o montante total de receitas geradas por uma empresa em um período. Ele mede o tamanho da operação e serve de base para o enquadramento tributário, mas não se confunde com lucro, que é o que sobra após pagar todos os custos e impostos. Acompanhar o faturamento mês a mês, registrar todas as vendas e respeitar o limite do regime tributário são os passos para manter a empresa regular e tomar decisões financeiras com base em dados reais.

Nenhum negócio sobrevive ao competitivo mercado empresarial brasileiro por muito tempo sem uma boa gestão. Fazer a conciliação bancária e ter todos os números da sua empresa na ponta do lápis é essencial para sobreviver no Brasil.
Segundo especialistas, inclusive, a falta de gestão profissional é uma das principais ameaças para as PMEs.
Dentre os principais pontos a serem considerados no gerenciamento de uma companhia, é preciso levar em conta todas as questões financeiras e de controle interno que permitem a uma organização atingir o tão desejado equilíbrio orçamentário.
Agora, visando oferecer outro conteúdo relevante para você e seu negócio, lhe forneceremos um passo a passo sobre como fazer conciliações bancárias. Vamos lá?
Antes de começarmos, é importante definir do que se trata a conciliação bancária. Ela é uma ferramenta de extrema importância para a gestão financeira de uma empresa, independentemente de seu tamanho.
Em linhas gerais, a conciliação bancária nada mais é do que a relação entre os controles financeiros internos de um negócio e as movimentações da conta ou das contas de uma empresa. Na prática, nada mais é do que você comparar o seu sistema de gestão, a sua planilha ou o seu caderno com o extrato do seu banco em um determinado período!
Ou seja, é neste momento que o empreendedor compara, de lado a lado, todas as despesas, recebimentos e o saldo disponível da empresa. Assim, é possível conferir se as movimentações realizadas foram de fato efetivadas, e se existem divergências nos resultados apresentados.
Suponha, por exemplo, que você deseja avaliar se as entradas e saídas do negócio estão de acordo com o saldo de seu banco. É através do processo de conciliação bancária que você consegue traçar comparativos entre esses dados e mensurar se está tudo dentro dos conformes na gestão financeira da empresa.
Dessa forma, você garante que o controle da sua empresa está correto e não cai na armadilha de achar que tem uma quantia de dinheiro disponível e quando vai ver no banco... Cadê?
Diversos empreendedores dependem dessa tarefa para evitarem prejuízo, principalmente se recebem por cartões de crédito ou débito e boletos. Nestes casos, os valores arrecadados das vendas ou das prestações de serviço caem na conta bancária da pessoa jurídica. Através da conciliação é possível, então, conferir se o crédito esperado de fato caiu em sua conta, e entender seu capital de giro.
Levando este benefício em consideração, já fica mais do que clara a importância de realizar conciliação bancária dentro de qualquer empresa. Afinal, ter conhecimento do que de fato entrou em sua conta bancária e se você realmente recebeu por suas vendas, é essencial para o desenvolvimento de qualquer empreendimento.
Leia mais: O que é capital de giro
A conciliação bancária é uma ação crucial e corriqueira dentro do dia a dia de qualquer departamento financeiro. Como dissemos, seu principal intuito é o de analisar se há inconsistências ou se todos os dados do controle interno (entradas e saídas de capital) estão batendo.
Especialmente quando tratamos de estabelecimentos que lidam com muitas vendas diárias provenientes de diferentes fontes (cartões de crédito, débito, pagamento a vista, boleto bancário), a conciliação bancária é uma ferramenta indispensável e capaz de prover cenários financeiros diários, semanais, mensais, anuais ou mesmo de um período específico, e que ajuda a validar seu fluxo de caixa.
Dessa forma, você garante que sempre terá capital disponível para realizar as suas operações cotidianas, ou para o cumprimento de obrigações, como faturas de fornecedores, empréstimos, financiamentos bancários etc.
Pensando no curto prazo, a conciliação bancária pode parecer um esforço extra que, para quem não tem tanto tempo disponível, pode ser irrelevante. Porém, realizando este controle durante longos períodos (meses, anos) vai ficar perceptível a quantidade de perdas que podem ser evitadas com esta prática.
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É importante salientar, também, que se o acompanhamento das entradas e saídas possuem valores errados, consequentemente o gestor financeiro vai basear-se em cálculos errados, resultando em estratégias que podem gerar prejuízos futuros para a empresa.
Valores que não condizem com a realidade resultam em falhas no acompanhamento do fluxo de caixa da empresa, e isto pode se tornar um problema grave a médio ou longo prazo, colocando em risco o futuro do empreendimento. Já pensou se chega no dia de um pagamento e não tem dinheiro no banco?
Outra questão a ser pontuada são os prejuízos recorrentes que podem acontecer quando não se acompanha o extrato bancário com frequência. Isso costuma acontecer quando existem taxas cobradas em cima de serviços prestados por bancos e operadoras.
Por exemplo, quando se contrata o serviço de uma adquirente (aquela que provê a maquininha, que possibilita, para o varejista, aceitar cartão em seu estabelecimento), taxas diversas são cobradas para diferentes tipos de transação. Muitas empresas altera essas taxas sem aviso prévio, resultando em um gasto extra para o empreendedor, que muitas vezes não tem conhecimento da cobrança indevida. A conciliação bancária permite um acompanhamento mais efetivo em relação a estes valores que, muitas vezes, são cobrados sem que o empreendedor perceba.
Na InfinitePay, que oferece meios de pagamento para o empreendedor, as taxas são transparentes e sem pegadinhas, justamente para facilitar a vida dos empreendedores. Oferecemos uma calculadora de taxas para nossos clientes saberem quanto vão receber em cada venda.
A conciliação bancária pode ser uma ferramenta atrelada diretamente ao planejamento estratégico da empresa, permitindo uma visão mais detalhada de todas as despesas e lucros do estabelecimento.
O resultado? Uma ferramenta indispensável de controle, capaz de te guiar para planejar e construir o seu negócio de acordo com os objetivos traçados para ele!
Agora que já entendemos a importância e a definição de conciliação bancária, vamos verificar como fazer a conciliação bancária e de que modo ela deve ser implementada na cultura de uma empresa.
Confira o passo a passo:
O primeiro passo para uma conciliação bancária completa e eficaz consiste em registrar, todos os dias, quais foram as movimentações de entrada e saída de suas contas. Neste processo, leve em conta tudo: desde pequenas taxas cobradas pelos bancos, até a entrada de volumes mais substanciais, como aquelas vindas de maquininhas, vendas por celular, Pix, link de pagamento. Exemplos de saídas: pagamentos de fornecedores, contas fixas, recebimentos de clientes, pagamentos de salários, impostos, tarifas bancárias etc.
Você deve guardar notas fiscais, recibos, extratos, comprovantes de depósitos, pagamentos e transferências bancárias. Isso servirá como prova para os casos de identificação de valores que não caíram em sua conta. Dessa forma, você estará fazendo o controle interno do caixa da sua empresa, registrando diariamente as entradas e saídas de dinheiro, além do seu saldo bancário.
Uma dica: É muito importante que você registre os lançamentos de acordo com a data de movimentação de caixa deles. Por exemplo:
Esse controle garante que você respeite os prazos de pagamento e evite pagar multas por atraso. Além disso, o acompanhamento detalhado de todas as movimentações de entrada e saída junto ao seu extrato bancário vai permitir que você identifique dados divergentes, na hora da conferência entre os números e as datas.
Em seguida, é preciso validar se os saldos do controle interno (tanto o inicial, quanto o final) conferem com as informações do extrato bancário.A forma mais comum é através da comparação do arquivo do banco, geralmente no formato OFX ou PDF, com o seu sistema interno.
Extrato na mão, controle interno na outra... Ao que devemos ficar atentos para fazer uma boa conciliação bancária?
Com esse checklist você conseguirá fazer uma conciliação bancária eficiente!
Bônus: Se você conseguir agrupar os lançamentos por categorias, você terá uma visão ainda melhor sobre sua empresa.
Dessa forma você conseguirá saber por exemplo, onde está o seu maior custo (É no custo das mercadorias? Nas despesas fixas? Nas despesas com funcionários? Impostos?)
Finalmente, caso tenha sido localizada alguma inconsistência na etapa anterior, é hora de aplicar a devida correção nos dados de modo que todos os lançamentos do controle interno reflitam a realidade das finanças do negócio.
Lembrando que notas fiscais, boletos, extratos e comprovantes devem ser guardados para futuro lançamento contábil.
Caso tenha alguma divergência entre os registros do seu controle interno e banco, procure olhar os documentos originais de cada lançamento. Erros comuns que podem acontecer são erros de digitação na hora da inclusão do dado, duplicidade de venda, multa/desconto por atraso não previsto, entre outros.
Caso você faça vendas por cartão, atente-se ao fato de que podem haver transações que não foram processadas totalmente (mesmo com o comprovante sendo impresso na máquina). Para isso, é importante que você faça a conciliação entre o seu sistema de vendas e o extrato das operadoras.
Além disso, pode haver também atraso no pagamento das suas vendas por parte das operadoras de cartão de crédito. Verifique se isso acontece e entre em contato com a sua operadora para corrigir as pendências.
Caso você faça vendas por cartão, também é necessário realizar o controle das taxas cobradas pelas operadoras. Todas as taxas foram cobradas corretamente Além disso, confira se todas as tarifas bancárias (como TED ou DOC) estão previstas no seu controle interno.
Alguns impostos sob operações, como IOF (Caso você tenha feito alguma operação internacional ou alguma aplicação financeira) também pode gerar diferenças na hora de conferência do saldo.
Leia mais: IOF: O que é e como funciona
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Manter as contas a pagar devidamente registradas é fundamental para a saúde financeira do seu negócio. Quanto mais controle você tiver sobre os números da sua empresa, melhor conseguirá gerenciá-la.
O empresário que não recolhe e analisa estes dados, não tem consciência da real situação da empresa. E sem dúvidas, é um erro se basear somente no fluxo de clientes e no número de vendas sem dar atenção aos gastos.
Por isso, uma boa gestão deve ter controle das contas a pagar e contas a receber, bem como uma visão ampla do setor financeiro, pois são fundamentais para analisar o crescimento do negócio e definir as estratégias que a empresa deve seguir.
Ter um controle sobre estas operações, por meio do fluxo de caixa, te ajuda a antecipar e estimar as obrigações durante determinado período. Além de evitar juros decorrentes de vencimentos, prever a margem de lucratividade e avaliar o saldo real em caixa.
Neste artigo, te mostraremos como organizar as contas a pagar da sua empresa, focando na eficiência e no sucesso do seu negócio.
Confira aqui nossa planilha de fluxo de caixa para baixar
As contas a pagar são as obrigações financeiras da sua empresa. É tudo aquilo o que for necessário para o seu empreendimento se manter em funcionamento.
Por exemplo:
As contas a pagar também incluem impostos e obrigações fiscais. Elas representam tudo o que a empresa gasta em relação à manutenção, materiais e outros gastos, recorrentes ou não.
O controle de contas a pagar permite que o gestor identifique as obrigações a pagar, evitar multas e juros, tornar prioridade alguns pagamentos (em casos de dificuldades financeiras), conciliar os saldos contábeis e verificar as obrigações contratadas e ainda não foram pagas.
Manter esses compromissos em dia exige muita organização, uma vez que o volume de gastos pode ser alto, dependendo do setor da empresa. Os esquecimentos e a desorganização podem acarretar juros abusivos em alguns casos.
Os benefícios de realizar um controle apropriado de contas a pagar são muitos, principalmente se você pensar que isso reflete diretamente no controle financeiro da sua empresa.
Alguns pontos a serem considerados como a recompensa pela atenção dada a esse controle são:
A partir desses pontos, fica claro que o controle de contas a pagar é essencial para a manutenção ideal da saúde financeira da empresa.
O conceito de contas a receber trata de todo o dinheiro que entra na empresa – normalmente relacionado às vendas, restituições, estornos, retorno sobre investimentos, etc.
É importante que a quantia referente às contas a receber seja sempre maior do que as contas a pagar – assim, a empresa não fica no vermelho e consegue arcar com as suas obrigações financeiras. É a partir deste controle que você tem conhecimento de pontos como:
Manter o controle das contas a pagar é garantir que você está pagando suas dívidas em dia. Além disso, você evitará gastos desnecessários com multas e juros decorrentes do atraso do pagamento. O processo organizado de contas a pagar ainda garante que todas elas sejam rastreadas. Assim, você não arrisca perder os prazos e prejudicar seu caixa.
A primeira coisa para ter um bom controle é fazer um levantamento de todas as obrigações financeiras, listando todas as contas, mesmo que os valores sejam irrisórios. Isso é o básico para não se perder em meio a tantas informações e possibilita a visualização dos pagamentos que precisam ser realizados.
Com a lista em mãos, é preciso anotar os principais detalhes de cada conta, como: data de vencimento, valor a ser pago, forma de pagamento, número da parcela e o que mais achar necessário. Para as contas de valores fixos é fácil, para as variáveis, estipule um valor médio com base nas últimas contas e faça o registro.
Esse planejamento deve ser realizado por um determinado período, normalmente mês a mês. O ideal é que ele seja uma das etapas do seu fluxo de caixa, afinal, você tem contas a pagar, mas também tem receita.
Para que esse processo seja eficiente, registre todas as contas e separe as de pessoa física e de pessoa jurídica, assim é mais fácil ter o controle sobre os pagamentos, não perder os prazos e dar prioridade às contas mais urgentes.
O bom controle das contas a pagar começa com o planejamento dos processos, como já mencionamos. Dessa forma, você previne erros, como pagamento duplicado, falta de pagamento e, até mesmo, o pagamento de mercadorias não recebidas ou compras não realizadas. Crie um processo organizado para a gestão das contas a pagar, o qual pode seguir o seguinte procedimento:
Para não perder nenhum prazo de pagamento e arriscar pagar multas e juros, além de perder credibilidade com o fornecedor, agende-os. Isso pode ser feito no próprio sistema do banco. Mas o ideal é que você também anote em sua agenda pessoal online.
Assim, você será notificado e poderá conferir no mesmo dia se o pagamento foi realizado ou não. Nossa dica é automatizar lembretes para ser notificado dias antes do vencimento de uma conta. Dessa forma, se você tiver dinheiro em caixa para pagar essa conta antecipadamente, então pode negociar um desconto.
Para garantir que você tenha saldo suficiente para honrar com as suas obrigações financeiras, negocie estrategicamente os prazos de pagamento. Isso significa que você deve negociar as datas de pagamento conforme as entradas de receitas, ou seja, as contas a receber. Para isso, analise constantemente seu fluxo de caixa, descubra em quais datas há uma boa entrada de dinheiro e mantenha um controle contínuo.
Com uma planilha de Contas a pagar, você discriminará os pagamentos com vencimento no dia, pagamentos a vencer e vencidos.
Também poderá preencher os dados de fornecedor, descrição de item, valor da parcela a ser paga no mês atual.
Veja o que mais há na planilha:
Para empreendedores que utilizam meios de pagamento para receberem de seus clientes, seja por maquininhas ou tap (quando o celular vira maquininha), seja por link de pagamento ou Pix, a InfinitePay consegue oferecer todos eles e ainda uma conta digital totalmente grátis para você fazer a gestão de suas vendas. Confira aqui as soluções InfinitePay.