faturamento

Aprenda sobre gerenciamento de faturamento. Descubra estratégias para otimizar o fluxo de caixa e a saúde financeira de sua empresa.

Finanças

Nenhum negócio sobrevive ao competitivo mercado empresarial brasileiro por muito tempo sem uma boa gestão. Fazer a conciliação bancária e ter todos os números da sua empresa na ponta do lápis é essencial para sobreviver no Brasil.

Segundo especialistas, inclusive, a falta de gestão profissional é uma das principais ameaças para as PMEs.

Dentre os principais pontos a serem considerados no gerenciamento de uma companhia, é preciso levar em conta todas as questões financeiras e de controle interno que permitem a uma organização atingir o tão desejado equilíbrio orçamentário.

Agora, visando oferecer outro conteúdo relevante para você e seu negócio, lhe forneceremos um passo a passo sobre como fazer conciliações bancárias. Vamos lá?

O que é conciliação bancária

Antes de começarmos, é importante definir do que se trata a conciliação bancária. Ela é uma ferramenta de extrema importância para a gestão financeira de uma empresa, independentemente de seu tamanho.

Em linhas gerais, a conciliação bancária nada mais é do que a relação entre os controles financeiros internos de um negócio e as movimentações da conta ou das contas de uma empresa. Na prática, nada mais é do que você comparar o seu sistema de gestão, a sua planilha ou o seu caderno com o extrato do seu banco em um determinado período!

Ou seja, é neste momento que o empreendedor compara, de lado a lado, todas as despesas, recebimentos e o saldo disponível da empresa. Assim, é possível conferir se as movimentações realizadas foram de fato efetivadas, e se existem divergências nos resultados apresentados.

Entradas e saídas <> extrato bancário

Suponha, por exemplo, que você deseja avaliar se as entradas e saídas do negócio estão de acordo com o saldo de seu banco. É através do processo de conciliação bancária que você consegue traçar comparativos entre esses dados e mensurar se está tudo dentro dos conformes na gestão financeira da empresa.

Dessa forma, você garante que o controle da sua empresa está correto e não cai na armadilha de achar que tem uma quantia de dinheiro disponível e quando vai ver no banco... Cadê?

Diversos empreendedores dependem dessa tarefa para evitarem prejuízo, principalmente se recebem por cartões de crédito ou débito e boletos. Nestes casos, os valores arrecadados das vendas ou das prestações de serviço caem na conta bancária da pessoa jurídica. Através da conciliação é possível, então, conferir se o crédito esperado de fato caiu em sua conta, e entender seu capital de giro.

Levando este benefício em consideração, já fica mais do que clara a importância de realizar conciliação bancária dentro de qualquer empresa. Afinal, ter conhecimento do que de fato entrou em sua conta bancária e se você realmente recebeu por suas vendas, é essencial para o desenvolvimento de qualquer empreendimento.

Leia mais: O que é capital de giro

A importância do processo de conciliação bancária

A conciliação bancária é uma ação crucial e corriqueira dentro do dia a dia de qualquer departamento financeiro. Como dissemos, seu principal intuito é o de analisar se há inconsistências ou se todos os dados do controle interno (entradas e saídas de capital) estão batendo.

Especialmente quando tratamos de estabelecimentos que lidam com muitas vendas diárias provenientes de diferentes fontes (cartões de crédito, débito, pagamento a vista, boleto bancário), a conciliação bancária é uma ferramenta indispensável e capaz de prover cenários financeiros diários, semanais, mensais, anuais ou mesmo de um período específico, e que ajuda a validar seu fluxo de caixa.

Dessa forma, você garante que sempre terá capital disponível para realizar as suas operações cotidianas, ou para o cumprimento de obrigações, como faturas de fornecedores, empréstimos, financiamentos bancários etc.

Pensando no curto prazo, a conciliação bancária pode parecer um esforço extra que, para quem não tem tanto tempo disponível, pode ser irrelevante. Porém, realizando este controle durante longos períodos (meses, anos) vai ficar perceptível a quantidade de perdas que podem ser evitadas com esta prática.

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A conciliação bancária evita prejuízos

É importante salientar, também, que se o acompanhamento das entradas e saídas possuem valores errados, consequentemente o gestor financeiro vai basear-se em cálculos errados, resultando em estratégias que podem gerar prejuízos futuros para a empresa.

Valores que não condizem com a realidade resultam em falhas no acompanhamento do fluxo de caixa da empresa, e isto pode se tornar um problema grave a médio ou longo prazo, colocando em risco o futuro do empreendimento. Já pensou se chega no dia de um pagamento e não tem dinheiro no banco?

Outra questão a ser pontuada são os prejuízos recorrentes que podem acontecer quando não se acompanha o extrato bancário com frequência. Isso costuma acontecer quando existem taxas cobradas em cima de serviços prestados por bancos e operadoras.

Taxas de maquininhas

Por exemplo, quando se contrata o serviço de uma adquirente (aquela que provê a maquininha, que possibilita, para o varejista, aceitar cartão em seu estabelecimento), taxas diversas são cobradas para diferentes tipos de transação. Muitas empresas altera essas taxas sem aviso prévio, resultando em um gasto extra para o empreendedor, que muitas vezes não tem conhecimento da cobrança indevida. A conciliação bancária permite um acompanhamento mais efetivo em relação a estes valores que, muitas vezes, são cobrados sem que o empreendedor perceba.

Na InfinitePay, que oferece meios de pagamento para o empreendedor, as taxas são transparentes e sem pegadinhas, justamente para facilitar a vida dos empreendedores. Oferecemos uma calculadora de taxas para nossos clientes saberem quanto vão receber em cada venda.

A conciliação bancária pode ser uma ferramenta atrelada diretamente ao planejamento estratégico da empresa, permitindo uma visão mais detalhada de todas as despesas e lucros do estabelecimento.

O resultado? Uma ferramenta indispensável de controle, capaz de te guiar para planejar e construir o seu negócio de acordo com os objetivos traçados para ele!

Como fazer a conciliação bancária

Agora que já entendemos a importância e a definição de conciliação bancária, vamos verificar como fazer a conciliação bancária e de que modo ela deve ser implementada na cultura de uma empresa.

Confira o passo a passo:

Registro diário das movimentações

O primeiro passo para uma conciliação bancária completa e eficaz consiste em registrar, todos os dias, quais foram as movimentações de entrada e saída de suas contas. Neste processo, leve em conta tudo: desde pequenas taxas cobradas pelos bancos, até a entrada de volumes mais substanciais, como aquelas vindas de maquininhas, vendas por celular, Pix, link de pagamento. Exemplos de saídas: pagamentos de fornecedores, contas fixas, recebimentos de clientes, pagamentos de salários, impostos, tarifas bancárias etc.

Você deve guardar notas fiscais, recibos, extratos, comprovantes de depósitos, pagamentos e transferências bancárias. Isso servirá como prova para os casos de identificação de valores que não caíram em sua conta. Dessa forma, você estará fazendo o controle interno do caixa da sua empresa, registrando diariamente as entradas e saídas de dinheiro, além do seu saldo bancário.

Uma dica: É muito importante que você registre os lançamentos de acordo com a data de movimentação de caixa deles. Por exemplo:

  • Se você fez uma venda hoje no crédito, você registrará a entrada desse capital no dia que cair na sua conta. Se você for cliente da InfinitePay, pode escolher cair na hora ou em 1 dia útil.
  • Se você assinou um plano de Internet para a sua empresa, você já deve fazer a previsão desse débito todo dia 10.

Esse controle garante que você respeite os prazos de pagamento e evite pagar multas por atraso. Além disso, o acompanhamento detalhado de todas as movimentações de entrada e saída junto ao seu extrato bancário vai permitir que você identifique dados divergentes, na hora da conferência entre os números e as datas.

Conferência de saldos

Em seguida, é preciso validar se os saldos do controle interno (tanto o inicial, quanto o final) conferem com as informações do extrato bancário.A forma mais comum é através da comparação do arquivo do banco, geralmente no formato OFX ou PDF, com o seu sistema interno.  

Verificação de Detalhes

Extrato na mão, controle interno na outra... Ao que devemos ficar atentos para fazer uma boa conciliação bancária?

  • Qual é o saldo inicial e saldo final previsto? Bate com o realizado?
  • As datas estão conferindo? Tudo o que estava previsto para entrar e para sair na conta, efetivamente entrou?
  • Os valores foram todos lançados de modo correto no controle financeiro da empresa?
  • Existe algum lançamento que não estava identificado, seja do seu controle interno ou do extrato bancário?

Com esse checklist você conseguirá fazer uma conciliação bancária eficiente!

Bônus: Se você conseguir agrupar os lançamentos por categorias, você terá uma visão ainda melhor sobre sua empresa.

Dessa forma você conseguirá saber por exemplo, onde está o seu maior custo (É no custo das mercadorias? Nas despesas fixas? Nas despesas com funcionários? Impostos?)

Realizando eventuais correções

Finalmente, caso tenha sido localizada alguma inconsistência na etapa anterior, é hora de aplicar a devida correção nos dados de modo que todos os lançamentos do controle interno reflitam a realidade das finanças do negócio.

Lembrando que notas fiscais, boletos, extratos e comprovantes devem ser guardados para futuro lançamento contábil.

  • DIFERENÇAS ENTRE BANCO X CONTROLE INTERNO

Caso tenha alguma divergência entre os registros do seu controle interno e banco, procure olhar os documentos originais de cada lançamento. Erros comuns que podem acontecer são erros de digitação na hora da inclusão do dado, duplicidade de venda, multa/desconto por atraso não previsto, entre outros.

  • TRANSAÇÕES NÃO PROCESSADAS OU NÃO COMPENSADAS

Caso você faça vendas por cartão, atente-se ao fato de que podem haver transações que não foram processadas totalmente (mesmo com o comprovante sendo impresso na máquina). Para isso, é importante que você faça a conciliação entre o seu sistema de vendas e o extrato das operadoras.

Além disso, pode haver também atraso no pagamento das suas vendas por parte das operadoras de cartão de crédito. Verifique se isso acontece e entre em contato com a sua operadora para corrigir as pendências.

  • TAXAS E DÉBITOS IMPREVISTOS

Caso você faça vendas por cartão, também é necessário realizar o controle das taxas cobradas pelas operadoras. Todas as taxas foram cobradas corretamente Além disso, confira se todas as tarifas bancárias (como TED ou DOC) estão previstas no seu controle interno.

Alguns impostos sob operações, como IOF (Caso você tenha feito alguma operação internacional ou alguma aplicação financeira) também pode gerar diferenças na hora de conferência do saldo.

Leia mais: IOF: O que é e como funciona

Se você precisa de dinheiro rápido e com taxas transparentes, conheça a maquininha de cartão da InfinitePay. Taxas sem surpresas, a partir de 1,38% no débito. E você ainda escolhe se quer receber na hora ou em 1 dia útil.

Finanças

Manter as contas a pagar devidamente registradas é fundamental para a saúde financeira do seu negócio. Quanto mais controle você tiver sobre os números da sua empresa, melhor conseguirá gerenciá-la. 

O empresário que não recolhe e analisa estes dados, não tem consciência da real situação da empresa. E sem dúvidas, é um erro se basear somente no fluxo de clientes e no número de vendas sem dar atenção aos gastos.

Por isso, uma boa gestão deve ter controle das contas a pagar e contas a receber, bem como uma visão ampla do setor financeiro, pois são fundamentais para analisar o crescimento do negócio e definir as estratégias que a empresa deve seguir.

Ter um controle sobre estas operações, por meio do fluxo de caixa, te ajuda a antecipar e estimar as obrigações durante determinado período. Além de evitar juros decorrentes de vencimentos, prever a margem de lucratividade e avaliar o saldo real em caixa.

Neste artigo, te mostraremos como organizar as contas a pagar da sua empresa, focando na eficiência e no sucesso do seu negócio.

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O que são contas a pagar?

As contas a pagar são as obrigações financeiras da sua empresa. É tudo aquilo o que for necessário para o seu empreendimento se manter em funcionamento. 

Por exemplo: 

  • Salário de funcionários;
  • Compras realizadas com fornecedores;
  • Contas de água e de luz;
  • Empréstimos;
  • Serviços contratados;
  • Contribuições.

As contas a pagar também incluem impostos e obrigações fiscais. Elas representam tudo o que a empresa gasta em relação à manutenção, materiais e outros gastos, recorrentes ou não.

O controle de contas a pagar permite que o gestor identifique as obrigações a pagar, evitar multas e juros, tornar prioridade alguns pagamentos (em casos de dificuldades financeiras), conciliar os saldos contábeis e verificar as obrigações contratadas e ainda não foram pagas.

Manter esses compromissos em dia exige muita organização, uma vez que o volume de gastos pode ser alto, dependendo do setor da empresa. Os esquecimentos e a desorganização podem acarretar juros abusivos em alguns casos. 

Benefícios do controle das contas a pagar

Os benefícios de realizar um controle apropriado de contas a pagar são muitos, principalmente se você pensar que isso reflete diretamente no controle financeiro da sua empresa.

Alguns pontos a serem considerados como a recompensa pela atenção dada a esse controle são: 

  • Economia clara nos gastos da empresa – você não vai gastar mais do que ganha;
  • Identificar pagamentos que, com antecipação, oferecem descontos;
  • Ter consciência das obrigações financeiras da empresa (entradas e saídas) em um determinado período;
  • Honrar com suas obrigações financeiras e pagar contas em dia, evitando multas e juros;
  • Levantamento de saldo da empresa;
  • Possibilidade de negociar dívidas;
  • Manter um bom relacionamento com colaboradores, fornecedores, stakeholders e com o FISCO;
  • Acompanhamento das contas que não foram recebidas ou pagas;
  • Garantir um bom fluxo de caixa e capital de giro;

A partir desses pontos, fica claro que o controle de contas a pagar é essencial para a manutenção ideal da saúde financeira da empresa.

Diferença entre contas a pagar e contas a receber

O conceito de contas a receber trata de todo o dinheiro que entra na empresa – normalmente relacionado às vendas, restituições, estornos, retorno sobre investimentos, etc.

É importante que a quantia referente às contas a receber seja sempre maior do que as contas a pagar – assim, a empresa não fica no vermelho e consegue arcar com as suas obrigações financeiras. É a partir deste controle que você tem conhecimento de pontos como: 

  • Datas e valores a pagar; 
  • Descontos concedidos; 
  • Créditos vencidos e períodos de atraso; 
  • Juros recebidos; 
  • Nível de concentração das vendas, 
  • Saldo contábil; 
  • Regularidade de pagamento dos clientes e inadimplência.

Manter o controle das contas a pagar é garantir que você está pagando suas dívidas em dia. Além disso, você evitará gastos desnecessários com multas e juros decorrentes do atraso do pagamento. O processo organizado de contas a pagar ainda garante que todas elas sejam rastreadas. Assim, você não arrisca perder os prazos e prejudicar seu caixa.

Como organizar e controlar as contas a pagar?

A primeira coisa para ter um bom controle é fazer um levantamento de todas as obrigações financeiras, listando todas as contas, mesmo que os valores sejam irrisórios. Isso é o básico para não se perder em meio a tantas informações e possibilita a visualização dos pagamentos que precisam ser realizados.

Com a lista em mãos, é preciso anotar os principais detalhes de cada conta, como: data de vencimento, valor a ser pago, forma de pagamento, número da parcela e o que mais achar necessário. Para as contas de valores fixos é fácil, para as variáveis, estipule um valor médio com base nas últimas contas e faça o registro.

Esse planejamento deve ser realizado por um determinado período, normalmente mês a mês. O ideal é que ele seja uma das etapas do seu fluxo de caixa, afinal, você tem contas a pagar, mas também tem receita.

Para que esse processo seja eficiente, registre todas as contas e separe as de pessoa física e de pessoa jurídica, assim é mais fácil ter o controle sobre os pagamentos, não perder os prazos e dar prioridade às contas mais urgentes.

Crie processos claros para a gestão das contas a pagar

O bom controle das contas a pagar começa com o planejamento dos processos, como já mencionamos. Dessa forma, você previne erros, como pagamento duplicado, falta de pagamento e, até mesmo, o pagamento de mercadorias não recebidas ou compras não realizadas. Crie um processo organizado para a gestão das contas a pagar, o qual pode seguir o seguinte procedimento:

  1. Receber faturas do fornecedor/prestador de serviço e compará-la com o pedido realizado e a mercadoria entregue/serviço prestado;
  2. Enviar a fatura de pagamento para o setor financeiro para verificar se há erros e agendar o pagamento;
  3. Assim que o pagamento é realizado, marcar a conta como paga no sistema financeiro da empresa;
  4. Fazer a conciliação bancária para confrontar as informações com os registros de pagamento e recebimento.

Agende os prazos de pagamento

Para não perder nenhum prazo de pagamento e arriscar pagar multas e juros, além de perder credibilidade com o fornecedor, agende-os. Isso pode ser feito no próprio sistema do banco. Mas o ideal é que você também anote em sua agenda pessoal online.

Assim, você será notificado e poderá conferir no mesmo dia se o pagamento foi realizado ou não. Nossa dica é automatizar lembretes para ser notificado dias antes do vencimento de uma conta. Dessa forma, se você tiver dinheiro em caixa para pagar essa conta antecipadamente, então pode negociar um desconto.

Negocie as datas de pagamento

Para garantir que você tenha saldo suficiente para honrar com as suas obrigações financeiras, negocie estrategicamente os prazos de pagamento. Isso significa que você deve negociar as datas de pagamento conforme as entradas de receitas, ou seja, as contas a receber. Para isso, analise constantemente seu fluxo de caixa, descubra em quais datas há uma boa entrada de dinheiro e mantenha um controle contínuo.

Planilha de contas a pagar

Com uma planilha de Contas a pagar, você discriminará os pagamentos com vencimento no dia, pagamentos a vencer e vencidos. 

Também poderá preencher os dados de fornecedor, descrição de item, valor da parcela a ser paga no mês atual.

Veja o que mais há na planilha:

  • Impressão: tabela para ser impressa com controle de contas a pagar do mês vigente;
  • Instruções: aba com todas as instruções de uso da sua planilha de contas a pagar;
  • Tabela por mês: a mesma tabela distribuída por todos os meses do ano;
  • Dados dos pagamentos: espaço para inserir dados de fornecedor, descrição de item, valor da parcela a ser paga no mês atual, data do vencimento da parcela do mês atual, data efetiva de pagamento da parcela em questão.

Organize suas contas, e recebe mais com a InfinitePay

Para empreendedores que utilizam meios de pagamento para receberem de seus clientes, seja por maquininhas ou tap (quando o celular vira maquininha), seja por link de pagamento ou Pix, a InfinitePay consegue oferecer todos eles e ainda uma conta digital totalmente grátis para você fazer a gestão de suas vendas. Confira aqui as soluções InfinitePay.

Seu negócio

Você sabe a diferença entre fatura e nota fiscal? Essa é uma dúvida comum, e muitos empreendedores até podem achar se tratar de um mesmo documento com funções semelhantes. No entanto, elas têm diferenças importantes que é bem interessante saber.

Em resumo, podemos dizer que a nota fiscal está relacionada ao recolhimento de impostos, enquanto a fatura não tem esse tipo de validade tributária e está mais relacionada à cobrança de um produto vendido ou serviço prestado. O ponto em comum, é que a nota fiscal e a fatura são documentos relativos a uma transação comercial entre empresas (B2B), ou entre empresa e pessoa física (B2C).

Os dois documentos possuem diferentes objetivos, mas ao mesmo tempo são complementares. Por isso, é preciso entender suas particularidades, questões jurídicas e administrativas, e claro, entender como emitir cada um deles.

Neste artigo, explanamos a diferença entre nota fiscal e fatura, as questões legais relativas a esses documentos e como fazer uma boa gestão financeira.

O que é fatura?

A fatura é um documento que detalha uma transação comercial, tanto de venda de produtos quanto de prestação de serviços, mas que não está vinculada ao recolhimento de impostos. O principal objetivo de uma fatura é relacionar todas as informações que deram origem a um compromisso comercial.

A fatura é um pagamento que ainda será efetivado. Por exemplo, todos os meses recebemos nossas contas de luz, telefone, internet, entre outras, para efetuar o pagamento, certo? Esses são alguns exemplos de fatura. Considerando que a fatura descreve todos os detalhes da transação, muitas empresas utilizam esse documento como auxiliar no seu processo de gestão financeira.

Quando um negócio realiza a emissão da fatura, é preciso gerar também uma nota fiscal para cada um desses documentos. Afinal, conforme dito anteriormente, a fatura não tem relação com questões tributárias. No entanto, não é raro encontrar empresas que não fazem a emissão de faturas e utilizam a própria nota fiscal para cumprir o papel desse documento. Nesse caso, costuma-se enviar uma forma de pagamento (por exemplo, Pix ou link de pagamento) com a NF-e.

Tipos de fatura

As faturas mais usadas pelas empresas são:

  • Fatura recibo: ocorre quando a data da emissão e do pagamento coincidem;
  • Fatura proforma: emitida na cotação e transação internacional de produtos;
  • Fatura manual: documento impresso em papel timbrado autorizado pela Autoridade Tributária e Aduaneira;
  • Fatura eletrônica: emissão feita por aplicativos e sites certificados.

O que é nota fiscal?

Diferente da fatura, a nota fiscal é um documento que tem como objetivo registrar uma transação comercial, seja ela de venda de produtos, seja de prestação de serviços, entre empresas ou entre empresa e pessoa física. O documento também é a responsável por garantir o recolhimento correto dos impostos. Por conta disso, não emitir nota fiscal é crime, enquadrado como sonegação fiscal e passível de multa e até pena de detenção.

Tempos atrás, a nota fiscal era preenchida no papel pela parte vendedora e entregue à parte compradora do negócio. Porém, a partir de 2008, começou o processo de implementação da versão eletrônica no Brasil. Assim, surgiu a nota fiscal eletrônica (NF-e), versão digital deste documento fiscal que pode ser emitida, enviada ao cliente e armazenada em ambiente virtual.

Qual a importância da nota fiscal?

A fatura tem grande importância na gestão financeira de uma empresa, ajudando a organizar os processos, inclusive o fluxo de caixa. Porém, ela não é um documento legalmente obrigatório, ao contrário da nota fiscal. Em outras palavras, a fatura pode ser substituída pela nota fiscal, porém, o contrário não pode acontecer.

A nota fiscal é um documento obrigatório para todas as empresas que realizam vendas ou prestam serviços. Até o momento, só estão isentos dessa obrigatoriedade os Microempreendedores Individuais (MEIs), que realizam transações comerciais com pessoas físicas. Todos os negócios que comercializam produtos e/ou serviços são obrigados a emitir nota fiscal.

Os quatro principais tipos de nota fiscal eletrônica que podem ser emitidas atualmente são:

  • NF-e: Nota Fiscal Eletrônica de Produtos ou Mercadorias
  • NFC-e: Nota Fiscal ao Consumidor Eletrônica
  • NFS-e: Nota Fiscal de Serviços Eletrônica
  • CT-e: Conhecimento de Transporte Eletrônico

Veja também: Como fazer uma nota fiscal?

NF-e : Nota Fiscal Eletrônica de Produtos ou Mercadorias

A NF-e, Nota Fiscal Eletrônica de Produtos ou Mercadorias, é utilizada exclusivamente para registro de uma transação comercial de produtos físicos. Esse tipo de nota fiscal tem relação direta sobre a cobrança do  Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e do  Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), e a sua emissão é feita junto às Secretarias Estaduais de Fazenda.

Por também estar relacionada à circulação de mercadorias, é preciso que com a NF-e também seja emitido o  Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica (Danfe), documento que deve estar junto ao produto durante o seu trânsito.

NFC-e : Nota Fiscal ao Consumidor Eletrônica

Com função semelhante à da NF-e, ou seja, registrar uma transação comercial, a NFC-e, Nota Fiscal ao Consumidor Eletrônica, é uma alternativa eletrônica aos cupons fiscais. Utilizada em transações no varejo e no comércio, a NFC-e é o modelo entregue quando realizamos uma compra no supermercado, farmácia, restaurantes e demais estabelecimentos comerciais.

NFS-e : Nota Fiscal de Serviços Eletrônica

Como o próprio nome sugere, a NFS-e, Nota Fiscal de Serviços Eletrônica, deve ser emitida sempre que há uma prestação de serviço, seja entre empresas, seja entre empresa e pessoa física.

A NFS-e está vinculada à prefeitura onde o CNPJ da empresa prestadora está registrado. No que diz respeito aos impostos, esse tipo de nota fiscal visa o recolhimento do ISS, Imposto sobre Serviços Prestados, de competência municipal.

CT-e: Conhecimento de Transporte Eletrônico

O CT-e (Conhecimento de Transporte Eletrônico), é um documento fiscal relacionado à prestação de serviço de transporte de cargas (transportadoras). Ele substitui eletronicamente seis modelos de documentos que antes eram emitidos em papel, entre eles, Nota Fiscal de Serviço de Transporte modelo sete, Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas modelo oito, entre outros.

Esse tipo de nota fiscal eletrônica deve ser emitido para todos os modais de transporte, ou seja, rodoviário, ferroviário, aquaviário, aeroviário, dutoviário e multimodal.

Maiores dúvidas sobre nota fiscal para quem está começando um negócio

Quando o assunto é nota fiscal eletrônica, alguns empreendedores têm muitas dúvidas e não sabem por onde começar. Este é um cenário muito comum, tendo em vista que existem inúmeras particularidades e regulamentações, e você pode se confundir facilmente.

Entretanto, é necessário ter atenção. Isso não pode ser desculpa para não emitir nota fiscal, não pagar impostos em dia ou não manter o negócio legalizado, já que você pode ser fiscalizado e sofrer sérias consequências, como o pagamento de multas.

Quem precisa emitir nota fiscal?

Antes de tomar qualquer atitude em seu empreendimento, você precisa entender quais são as suas obrigações fiscais. Todos os empreendedores devem emitir notas fiscais de suas vendas, entretanto, existe apenas uma exceção.

Quem opta por ser Microempreendedor Individual (MEI), que é um tipo de regime tributário, não precisa gerar o documento quando vende para pessoa física. Contudo, caso o consumidor exija, você será obrigado a emitir.

É obrigatório emitir uma nota fiscal para o meu e-commerce? 

Para a grande maioria das empresas, a emissão da nota fiscal é um passo obrigatório para a realização das vendas de produtos e serviços.

Entretanto, no caso das lojas virtuais que estão iniciando suas jornadas no e-commerce e tem como público-alvo o mercado B2C (ou seja, pessoas físicas), uma ótima opção é buscar o regime tributário do MEI.

Além de ser um regime muito mais simplificado, o MEI oferece excelentes benefícios, como:

  • Baixo custo de impostos;
  • Organização dos custos em uma única guia de pagamento;
  • Não há obrigatoriedade de emissão de Notas Fiscais em vendas para pessoas físicas. 

Lei mais: Passo a passo de como abrir um MEI sem dúvidas

Como facilitar o processo de emissão de nota fiscal?

O mais indicado para a sua empresa é fazer a emissão das notas fiscais automaticamente, para diminuir a demanda de mão de obra e mitigar possíveis erros manuais. Dessa forma, você tem a certeza que nenhuma deixará de ser gerada, garantindo que o seu negócio fique em dia com o Fisco.

Ainda que a NF-e seja emitida digitalmente, ou seja, por meio de um software, muitos empreendedores ainda geram nota por nota. Além de trabalhoso e demorado, as chances de gerar alguma NF-e errada aumenta bastante.

Já quando se emite esse documento de forma automática, essas e outras questões relacionadas à falha e esquecimento são minimizadas, quando não totalmente eliminadas. Isso acontece porque é possível vincular o seu sistema de emissão de NF-e ao de pagamentos da sua empresa. Assim, sempre que um recebimento é confirmado, o processo de emissão da nota se inicia automaticamente. 

Além de facilitar a sua rotina e aumentar a produtividade, realizar essa tarefa desse modo permite o envio desse documento fiscal de maneira mais rápida ao cliente, bem como a entrega do produto ou serviço.

Quais os passos para a emissão de uma Nota Fiscal?

Pensando na realidade de um empreendimento que precisa emitir uma nota fiscal para a venda de um produto ou serviço, há algumas etapas importantes que devem ser seguidas.

Passo 1: Avalie o tipo de NF que precisará ser emitida

Antes de tudo, é importante que você saiba qual nota fiscal precisará emitir em seu negócio. No caso da venda de produto físico, em caso de obrigatoriedade, sua loja precisará emitir uma Nota Fiscal Eletrônica (NF-e). Já se você oferece serviços em seu negócio, a nota que deverá ser emitida é a Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFS-e). 

Passo 2: Faça o cadastro no FISCO de sua região

Como também foi possível observar, as notas fiscais contam com uma série de questões burocráticas que precisam ser avaliadas. As Notas Fiscais de Serviço, por exemplo, são administradas municipalmente.  Já as Notas Fiscais de Produto Eletrônicas são responsabilidade das Secretarias da Fazenda Estadual (SEFAZ).

É fundamental verificar esses pontos com o contador, pois toda a questão dos cadastros tributários precisa ser efetivada para que você possa emitir uma nota fiscal, evitando maiores transtornos com a Receita Federal. 

Passo 3: Verifique a necessidade do Certificado Digital

O Certificado Digital é um documento de identificação eletrônica com um sistema de criptografia que garante a legitimidade e autenticidade de todos os tipos de arquivos. Existem alguns modelos de certificados. Os mais utilizados são o Certificado Digital e-CPF, voltado para pessoa física, e o Certificado Digital e-CNPJ, utilizado por empresas.

Note que, para toda empresa que precisa emitir obrigatoriamente uma nota fiscal, é necessário obter o certificado digital, segundo a SEFAZ. É importante salientar que a emissão de um Certificado Digital deve ser realizada por uma Autoridade Certificadora (AC), habilitada pela Receita Federal, como:

  • Autoridade Certificadora Brasileira de Registros;
  • Serasa;
  • Fenacon;
  • Certisign;
  • Imprensa Oficial do Estado de São Paulo.

Para obter um Certificado Digital, por sua vez, o e-commerce precisará informar, dentre outros documentos:

  • Contrato Social;
  • Cartão CNPJ;
  • Documento de identificação do responsável pela empresa.

Passo 4: Defina o software de emissão da Nota Fiscal

Você também precisará definir qual software de emissão irá utilizar para gerar suas notas. Há diversas opções no mercado que atendem diferentes necessidades de negócio. Algumas prefeituras oferecem sistemas gratuitos de emissão de nota fiscal.

Passo 5: Emita as notas para concluir a venda do produto ou serviço

Por fim, após concluir todas as etapas (fiscais e técnicas), basta emitir a Nota Fiscal, seguindo as orientações do software escolhido.

Seja com fatura ou nota, escolha o melhor meio de pagamento

Para vender bastante, você precisa oferecer alguns meios pagamento aos seus cliente, e a InfinitePay tem todas! Se você tem loja física, uma maquininha de cartão ou o InfiniteTap, que transforma o celular em maquininha sem nenhum custo. Se você vende online, consegue gerar links de pagamento e cobranças via Pix gratuitas.

Finanças

A demonstração financeira chamada DRE (demonstração do resultado do exercício) é um resumo de dados que possibilita que os empreendedores apresentem os resultados financeiros mensais ou anuais a seus investidores, bancos e até mesmo para o governo. 

Para saber se estão lucrando ou tendo prejuízos com as ações adotadas, as empresas precisam registrar e apresentar o resultado de suas operações financeiras. 

Para isso, plataformas digitais, ou até mesmo planilhas criadas no Excel são de grande ajuda para compor declarações como a DRE.

Neste artigo, explicaremos em detalhes o que é, como criar um modelo do zero, métodos de análise e qual a importância para o seu negócio. 

O que é DRE?

A DRE, ou Demonstração do Resultado do Exercício, é uma ferramenta contábil que resume os resultados financeiros de uma empresa em um período determinado, abrangendo tanto as operações principais quanto as atividades não operacionais. 

Esse relatório é essencial para entender o desempenho financeiro do negócio, oferecendo uma visão clara de seus ganhos e despesas.

Diferentemente do balanço patrimonial, que apresenta os saldos das contas de bens, direitos e obrigações da empresa, ela detalha os gastos e ganhos ocorridos durante o exercício, que geralmente corresponde ao ciclo anual (janeiro a dezembro). 

No entanto, a elaboração de DREs mensais ou trimestrais também é comum, seja para monitorar o desempenho fiscal ou auxiliar na gestão administrativa.

Por meio dessa declaração, são confrontados indicadores como receitas, custos, despesas, investimentos e provisões, resultando na apuração do lucro ou prejuízo líquido da empresa.

Esse documento é obrigatório para fins legais em periodicidade anual, mas também pode ser adaptado para diferentes necessidades de análise e planejamento.

Qual a diferença entre DRE Gerencial e DRE Contábil?

Embora utilizem os mesmos dados de base, essas versões atendem a objetivos distintos.

A DRE Gerencial é projetada para a análise interna e estratégica da empresa. 

Flexível em sua estrutura, ela permite adaptações conforme as necessidades do negócio, como a inclusão de projeções de custos futuros, metas de expansão e análises específicas de desempenho.

Seu objetivo principal é auxiliar gestores na tomada de decisões estratégicas, oferecendo insights sobre a rentabilidade e eficiência operacional. 

Por ser voltada para o uso interno, ela não segue necessariamente os padrões contábeis formais, mas é uma ferramenta indispensável para otimizar a gestão e planejamento do negócio.

A DRE Contábil, por outro lado, é um relatório oficial obrigatório para atender às exigências fiscais.

Sua elaboração segue normas legais específicas, sendo realizada por profissionais habilitados, como contadores registrados no Conselho Regional de Contabilidade (CRC).

Esse tipo de declaração é utilizado para apuração de tributos, registro de resultados e prestação de contas, sendo estruturado de maneira padronizada para cumprir as obrigações legais da empresa. 

Vale dizer que apenas o MEI está isento da necessidade de apresentar esse documento.

Infográfico com as diferenças entre DRE Gerencial, na esquerda, e DRE Contábil, na direita

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Qual a importância de usar a DRE?

Por meio da DRE é possível analisar se administração da empresa está controlando efetivamente os gastos de forma eficiente, e se o lucro gerado é compatível com o capital investido no empreendimento. 

Ou seja, a demonstração do resultado do exercício é responsável por mostrar a saúde financeira do negócio.

Por mais que a função da DRE pareça clara, muitos desconhecem sua real empregabilidade, estruturação e benefício. 

Separamos os principais benefícios que a Demonstração de Resultados do Exercício oferece para os negócios:

  1. Orienta na tomada de decisão com base no cenário financeiro atual da empresa
  2. Possibilita a correção de falhas administrativas e financeiras para alcançar os melhores resultados
  3. Possibilita o acesso a todos os detalhes sobre a situação financeira do negócio no período, facilitando o trabalho de investidores, bancos e governo;
  4. Possibilita a captação e conquista de investidores potenciais, por meio da apresentação dos resultados obtidos
  5. Ajuda a avaliar a eficácia da gestão, além de lucros e prejuízos.

Qual a estrutura de uma DRE?

A estrutura da Demonstração do Resultado do Exercício, conforme o artigo 187 da Lei nº 6.404/1976, deverá conter obrigatoriamente:

  1. Receita Bruta
  2. (-) Deduções e abatimentos
  3. (=) Receita Líquida
  4. (-) CPV (Custo de produtos vendidos) ou CMV (Custos de mercadorias vendidas)
  5. (=) Lucro Bruto
  6. (-) Despesas com Vendas
  7. (-) Despesas Administrativas
  8. (-) Despesas Financeiras
  9. (=) Resultado Antes IRPJ CSLL
  10. (-) Provisões IRPJ E CSLL
  11. (=) Resultado Líquido

Vale dizer que, desde 2007, demonstração de resultado (DRE) é uma tarefa obrigatória para a maioria das empresas, pois ela também é um demonstrativo contábil de apresentação de impostos e taxas, evitando sonegação.

A estrutura acima é uma versão simplificada de uma DRE e isso significa que você não precisa se limitar a ele, já que existem modelos mais detalhados e complexos.

Independentemente do método escolhido para o preenchimento, a sua DRE precisa ser o mais detalhada possível.

Para pequenas empresas, ou empreendedores com pouca maturidade, seguir um modelo para elaborar um documento de DRE é uma estratégia inteligente. 

No tópico a seguir, você confere um passo a passo para fazer a sua planilha de DRE.

Como montar um DRE do zero?

Além de saber como preencher corretamente os passos principais de uma DRE, você precisa estruturar o seu documento.

Por isso, antes de detalharmos cada uma das partes obrigatórias, vamos dar algumas dicas para você estruturar a sua no Excel ou no Planilhas Google:

Dica 1: Crie um cabeçalho

É aqui que precisamos adicionar os títulos em cada coluna. A partir dele que serão definidas as informações a serem inseridas são:

  • Data: na DRE é possível realizar o acompanhamento mensal
  • Receita bruta: venda de produtos, venda de mercadoria e prestação de serviços
  • Deduções da receita bruta: devoluções de venda, abatimentos, impostos e contribuições incidentes sobre venda
  • Receita líquida: Custos das vendas: custo dos produtos vendidos, custo das mercadorias, custo dos serviços prestados
  • Resultado bruto
  • Despesas com vendas, administrativas e financeiras
  • Outras receitas e despesas: custo de venda de bens e direitos do ativo não circulante
  • Resultado operacional antes do IR e CSLL
  • Provisão para a IR e CSLL
  • Lucro líquido antes das participações
  • PRO LABORE
  • Resultado líquido

Além dessas informações, é possível acrescentar as contas conforme as movimentações financeiras do seu negócio. 

Confira como ficaria:

Dica 2: Formatar as colunas e adicionar cores

Esse parte é bastante rápida e simples!

Para não precisar repetir esse passo toda vez que você precisar inserir os dados na DRE, sugerimos formatar cada uma das linhas e colunas corretamente.

Basta editar a formatação da seguinte forma: linhas e colunas de “Valor” como “Moeda”; coluna “A” como “Geral”; linha “Data” como “Data Abreviada”.

Depois, de formatadas, indicamos que você utilize cores entre as linhas para facilitar a identificação das informações. 

Ambas as plataformas oferecem uma variedade de cores, você pode escolher as que achar melhor.

No nosso exemplo utilizamos a cor verde para os meses e cinza nas informações principais, como no exemplo abaixo: 

Agora que você já montou a base da sua DRE, vamos entender melhor cada uma das partes principais e, também, como criar e inserir suas respectivas fórmulas.

1. Receita bruta

A receita bruta representa o total acumulado das vendas realizadas pela empresa em um determinado período, sem levar em conta os descontos, devoluções ou impostos aplicados às operações. 

Esse é o ponto de partida para entender o desempenho financeiro do negócio antes de qualquer dedução.

Para encontrar o total de “Receita Operacional Bruta”: 

  • Escolha a função SOMA e selecione todas as linhas referentes a receita (vendas de produtos, vendas de mercadorias e prestação de serviços).

2. Deduções da receita bruta

Refere-se aos valores que são subtraídos da receita bruta, incluindo devoluções de produtos, descontos comerciais concedidos aos clientes e impostos incidentes diretamente sobre as vendas, como ICMS e ISS. 

Essas deduções ajustam a receita para refletir os valores efetivamente recebidos.

Para encontrar o total de “Deduções da Receita Bruta”: 

  • Escolha a função SOMA e selecione todas as linhas referentes a receita (devoluções de vendas, abatimentos e impostos e contribuições incidentes sobre venda).

3. Receita líquida

A receita líquida é obtida após a aplicação das deduções sobre a receita bruta. 

Ela reflete o montante real que a empresa tem disponível, eliminando efeitos de devoluções, descontos e impostos diretos, sendo essencial para análises financeiras.

Para encontrar o total de “Receita Operacional Líquida”: 

  • Escolha a função SOMA e selecione o total de “Receita operacional bruta” somando ao total de “Deduções da receita bruta”

4. Custos das Vendas

Os custos das vendas abrangem todas as despesas extras relacionadas diretamente à produção de bens ou à prestação de serviços vendidos. 

Isso inclui custos de matéria-prima, logística, e quaisquer gastos associados à entrega ou fabricação de produtos e serviços.

Para encontrar o total de “Custo das Vendas”: 

  • Escolha a função SOMA e selecione todas as linhas referentes ao custo (custo dos produtos vendidos, custo das mercadorias e custo dos serviços prestados)

5. Resultado ou lucro bruto

O lucro bruto é calculado subtraindo os custos das vendas da receita líquida. 

Esse indicador revela a margem de ganho inicial que a empresa obtém com suas operações principais, antes de considerar despesas administrativas, financeiras e tributárias.

Para encontrar o total de “Resultado Operacional Bruto”: 

  • Escolha a função SOMA e selecione o total de “Receita operacional líquida” somando ao total de “Custos das vendas”

6. Despesas administrativas

As despesas administrativas ou “operacionais” incluem todos os custos fixos associados à manutenção e operação do negócio. 

Isso inclui salários de funcionários administrativos, aluguel de escritórios, contas de energia e outros gastos que não dependem diretamente do volume de vendas.

Para encontrar o total de “Despesas Operacionais”: 

  • Escolha a função SOMA e selecione todas as linhas referentes às despesas (despesas com vendas e despesas administrativas)

7. Despesas financeiras líquidas

São os custos associados à obtenção de crédito ou à administração de dívidas, como juros sobre empréstimos, taxas bancárias e multas financeiras. 

Quando aplicável, pode incluir variações cambiais em operações internacionais.

Para encontrar o total de “Despesas Financeiras Líquidas”: 

  • Escolha a função SOMA e selecione todas as linhas referentes às despesas (receita financeira e variações monetárias e cambiais ativas)

8. Despesas com vendas

Essas despesas englobam os gastos diretamente relacionados à promoção e concretização de vendas, como comissões de vendedores, investimentos em publicidade, ações de marketing e suporte pós-venda.

Para encontrar o total de “Outras Despesas e Receitas”: 

  • Insira o sinal de igual ( = ) e selecione selecionar a célula referente a “custo de venda de bens e direitos do ativo não circulante”

9. Resultados antes do IRPJ e CSLL

É o montante obtido após a dedução de todas as despesas operacionais e financeiras, mas antes de considerar a incidência do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). 

Esse resultado reflete o desempenho operacional bruto da empresa.

Para encontrar o total de “Resultado Operacional do IR e CSLL”:

  • Escolha a função SOMA e selecione o total de “Resultado operacional bruto” somado ao total de “Despesas Operacionais”, “Despesas Financeiras Líquidas” e “Outras Receitas e Despesas”.

10. Provisão IRPJ e CSLL

Corresponde à reserva financeira necessária para o pagamento do IRPJ e da CSLL. 

Esses tributos são calculados com base no lucro obtido pela empresa, sendo fundamentais para o planejamento fiscal.

Para encontrar o total de “Provisão para IR e CSLL”:

  • Selecione a célula “Receita Operacional Bruta” e multiplique pelo IR, somando a célula “Receita Operacional Bruta” e multiplicando pelo CSLL”

Para isso, é necessário inserir uma aba na planilha de DRE com a taxa referente aos impostos:

11. Lucro líquido antes das participações

Esse indicador considera o lucro após dedução de todas as despesas, inclusive tributos, mas antes da distribuição de participações aos sócios, acionistas ou funcionários. 

É usado para medir a rentabilidade operacional final antes das alocações.

Para encontrar o total do “Lucro Líquido antes das Participações”:

  • Escolha a função SOMA e selecione o total de “Resultado Operacional Antes do IR e CSLL” somando ao total de “Provisão para IR e CSLL”

12. Resultado líquido

O resultado líquido, também conhecido como lucro líquido final, é o valor que sobra para a empresa após todas as deduções, incluindo despesas, tributos e participações. 

Esse é o montante disponível para reinvestimentos, distribuição de dividendos ou reserva financeira.

Para encontrar o total do “Resultado líquido do exercício”:

  • Escolha a função SOMA e selecione o total de “Lucro líquido Antes das Participações” somando ao total de “PRO LABORE”:

Se você seguiu todos os passos corretamente, a sua planilha de DRE está pronta! Agora, você só precisa fazer os lançamentos. 

Confira como fica preenchido no modelo final:

Leia mais:

Como analisar a DRE?

Existem dois principais métodos, a vertical e a horizontal, que basicamente funcionam como uma orientação de leitura e interpretação da planilha.

Ao aplicar esses dois métodos de análise, gestores têm uma visão completa do desempenho financeiro, podendo tomar decisões embasadas e proativas para impulsionar os resultados.

A seguir, explicamos cada uma delas em detalhes.

Análise vertical

A Análise Vertical examina a relação proporcional entre os elementos da DRE e um total de referência, que geralmente é a receita líquida. 

Essa abordagem ajuda a entender como cada componente, como custos, despesas e impostos, contribui para o resultado final.

Por exemplo, ao observar a porcentagem das despesas operacionais em relação à receita líquida, é possível identificar áreas onde os gastos estão acima do esperado. 

Com essas informações, os gestores podem ajustar a estrutura de custos, melhorando a eficiência e otimizando a lucratividade.

Além disso, a análise vertical é útil para monitorar mudanças no peso relativo das despesas ao longo do tempo, permitindo ajustes contínuos na estratégia financeira.

Análise horizontal

Enquanto a análise vertical foca na relação interna entre elementos de um mesmo período, a Análise Horizontal examina a evolução dos itens da DRE ao longo de diferentes períodos. 

Isso inclui a comparação de receitas, custos e despesas de um mês, trimestre ou ano em relação a outro.

Esse método é essencial para identificar tendências de crescimento ou declínio, ajudando a projetar cenários futuros e ajustar o planejamento estratégico. 

Por exemplo, se as receitas de vendas aumentam enquanto os custos permanecem estáveis, isso pode indicar maior eficiência operacional.

Com a análise horizontal, a empresa pode monitorar sua evolução ao longo do tempo, assegurando que as decisões tomadas reflitam o crescimento sustentável e a rentabilidade desejada.

Qual a diferença entre DRE e Balanço Patrimonial?

A Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) e o Balanço Patrimonial são dois relatórios contábeis, mas com propósitos distintos, que juntos oferecem uma visão ampla e complementar sobre a saúde financeira de uma empresa. 

Entender a diferença entre eles é fundamental para uma gestão financeira eficiente.

A DRE reflete o desempenho financeiro da empresa em um período maior, detalhando as receitas, custos, despesas e o resultado obtido, seja lucro ou prejuízo. 

Ela está mais conectada ao dia a dia da operação, permitindo acompanhar a rentabilidade e a eficiência operacional ao longo do tempo.

Por ser dinâmica, a DRE é uma ferramenta que ajuda a entender como as atividades geradoras de receita e os custos associados impactam a lucratividade. 

Além disso, permite planejar ajustes para melhorar o desempenho financeiro com base em dados reais.

O Balanço Patrimonial, por outro lado, apresenta a situação financeira da empresa em um momento específico, funcionando como um "raio-X" das finanças. 

Ele lista os ativos (bens e direitos), os passivos (obrigações) e o patrimônio líquido, demonstrando a capacidade da empresa de honrar seus compromissos financeiros.

Essa visão estática é serve para avaliar a liquidez, solvência e estabilidade da organização, ajudando a identificar sua capacidade de investimento ou a necessidade de ajustes financeiros.

Juntas, elas permitem:

  • Entender como as receitas e despesas impactam o patrimônio líquido.
  • Comparar o que foi realizado (DRE) com o que está previsto ou registrado como obrigação (Balanço Patrimonial).
  • Avaliar a saúde financeira geral e planejar ações com base em dados concretos.

Ao utilizar ambas as ferramentas de maneira integrada, gestores conseguem tomar decisões mais fundamentadas, garantindo um equilíbrio saudável entre a operação diária e a sustentabilidade financeira no longo prazo.

Conheça a Conta Inteligente que organiza sua gestão financeira em um só lugar

Empresas que desejam elaborar um modelo de DRE eficiente precisam de ferramentas que facilitem a gestão financeira e organizem todas as transações em um só lugar. 

É exatamente isso que a Conta Inteligente da InfinitePay oferece. 

Nossas soluções auxiliam pequenos empreendedores a manterem suas vendas organizadas, simplificando o preenchimento da DRE e garantindo mais controle sobre as finanças.

Confira nossos benefícios:

  • Organização centralizada: Todas as suas vendas ficam registradas em um só lugar, facilitando o acompanhamento e a elaboração da DRE.
  • Emissão automática de DIRF: Receba anualmente a Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte com todas as suas vendas, agilizando o primeiro passo da sua DRE.
  • Conta digital gratuita: Gerencie suas finanças e emita links de pagamento sem custo adicional.
  • Facilidade nos meios de pagamento: Ofereça maquininha de cartão e pagamentos via celular para seus clientes, ampliando suas vendas.
  • Cobrança automática: Simplifique suas operações com cobranças automatizadas, ganhando tempo para focar no crescimento do seu negócio.

Com a InfinitePay, sua gestão financeira fica mais simples e eficiente, permitindo que você dedique mais tempo ao que realmente importa: fazer seu negócio crescer.

Abra sua Conta InfinitePay em menos de 5 minutos e facilite a elaboração da sua DRE.

Pagamentos

Adquirir uma maquininha de cartão é um passo essencial para qualquer negócio que deseja aceitar pagamentos com cartão de forma prática e segura. 

Neste guia completo, você vai aprender tudo sobre como escolher e comprar a melhor maquininha de cartão para o seu negócio, com foco em soluções modernas e seguras, como as maquininhas InfinitePay.

Como pedir uma maquininha de cartão?

Existem algumas maneiras de pedir uma maquininha de cartão hoje em dia. 

As mais comuns são as seguintes:

1. Pela internet

Nessa modalidade, você acessa o site da operadora da maquininha e faz a compra e adesão online. 

Em seguida, a empresa envia a maquininha por Correios, transportadora ou Sedex. 

Empresas como a InfinitePay oferecem a opção da compra online

A Maquininha Smart da InfinitePay não cobra aluguel e tem as melhores taxas para você receber o valor das suas compras na hora!

2. Em lojas físicas

Algumas empresas oferecem a opção de ir diretamente em seu balcão para adquirir uma maquininha. 

Essa modalidade oferece certa dificuldade, devido à limitação de opções e de oferta (não há muitas companhias que possuem loja física que venda maquininha, e mesmo as que existem oferecem uma gama limitada de modelos, restringindo seu poder de escolha).

3. Através de terceiros

Para essa opção, existem dois cenários: 

  1. Comprar direto do revendedor oficial: algumas empresas de maquininha possuem contratos ou parcerias com revendedores oficiais, que negociam diretamente com lojistas.
  2. Programas de indicação: na InfinitePay, a pessoa que adquirir uma maquininha por sua indicação recebe R$ 15 de desconto adicional no site.
  3. Comprar de alguém que não é revendedor oficial: nesse caso, você compra de alguém que não é relacionado à empresa, mas possui a maquininha disponível para a venda. Pode ser um lojista que está vendendo uma usada, por exemplo.

Essa opção é a menos segura das três apresentadas, uma vez que o risco de fraude é alto (uma pessoa se passando por um revendedor oficial, por exemplo), tal como a possibilidade de encontrar problemas de suporte e de qualidade do produto.

Quais documentos você precisa para pedir uma maquininha de cartão?

A documentação para pedir uma maquininha de cartão varia de empresa para empresa. 

Na InfinitePay, os únicos dados solicitados no ato do cadastro e da adesão são:

Após a confirmação das informações, você é informado sobre o prazo de entrega e pode acompanhar a situação do pedido através do aplicativo InfinitePay, disponível tanto para iOS quanto para Android.

Leia mais: Qual é o prazo de entrega da maquininha da InfinitePay?

Como escolher uma maquininha de cartão?

Tenha em mente os seguintes aspectos na hora de escolher a maquininha para o seu negócio:

como pedir uma maquininha de cartão?

1. Bandeiras aceitas

Quanto mais bandeiras sua maquininha aceitar, mais transações seu negócio consegue fazer, pois são as formas de pagamento utilizadas pelos seus clientes. 

Além disso, verifique não só o volume de bandeiras, mas também se as mais relevantes estão entre as opções aceitas (Visa, MasterCard, etc). 

2. Feedback dos clientes/avaliações

Leia os comentários nas redes sociais oficiais de cada empresa de maquininha para entender como ela lida com problemas e como se posiciona. 

Comentários sem respostas ou alto volume de queixas são pontos de atenção.

3. Suporte

Certifique-se que a empresa oferece suporte de qualidade, caso você enfrente algum problema técnico ou precise esclarecer dúvidas. 

Uma forma de avaliar a qualidade do atendimento de uma empresa é ver sua nota no Reclame Aqui. 

Dê preferência a companhias com o selo RA1000, título que só é oferecido a suportes resolutivos e rápidos.

4. Tecnologia

Procure no site da empresa se ela menciona o uso de tecnologia atualizada em seus produtos. 

Por exemplo, a InfinitePay divulga no site da sua Maquininha Smart como seu ecossistema de produtos constrói uma rede de pagamentos segura, que previne seus clientes contra fraudes e roubos. 

Além disso, os terminais a partir do Android 10 e iPhone XS ou posterior com a versão mais recente do iOS garantem o processamento imediato da transação, que melhora a experiência do seu cliente no ato da compra.

5. Leia o contrato antes de assinar

Uma vez que você tenha decidido qual maquininha adquirir, leia o contrato de adesão e certifique-se que não há nenhuma cláusula que gere desconfiança. 

Outro ponto também é validar se as taxas são fixas ou se você está adquirindo em valor promocional, para evitar surpresas nos meses seguintes. 

Precisa de CNPJ para ter máquina de cartão?

Atualmente, empresas de maquininhas oferecem a opção de adesão para pessoa física através do CPF – portanto, você não precisa mais abrir um CNPJ para começar seu negócio com uma maquininha.

A InfinitePay oferece uma maquininha para pessoa jurídica e também traz a opção InfiniteTap, que transforma seu celular em maquininha

Para essa função, você só precisa do seu CPF e de um celular Android 10, ou iPhone XS, ou posterior com a versão mais recente do iOS.

Leia mais: 

Quanto custa ter uma máquina de cartão?

Adquirir uma máquina de cartão é um passo estratégico para qualquer negócio, já que oferece mais praticidade aos clientes e aumenta as chances de conversão nas vendas. 

Mas quanto, de fato, custa ter uma máquina de cartão? 

Confira os custos gerais envolvidos para que você tome uma decisão informada.

1. Custos da máquina de cartão

O custo da máquina em si pode variar dependendo do modelo e da empresa fornecedora. 

Em geral, existem duas formas de adquiri-la:

  • Compra: você paga pelo aparelho e ele se torna seu. Os preços podem variar entre R$ 50 e R$ 1.000, dependendo do modelo e das funcionalidades, como conexão via Wi-Fi, 4G ou Bluetooth.

  • Aluguel ou comodato: em algumas empresas, você pode alugar a máquina por valores mensais que variam de R$ 20 a R$ 150, dependendo do plano e do tipo de negócio.

2. Taxas sobre transações

Além do custo do equipamento, o maior gasto está relacionado às taxas cobradas sobre cada venda realizada.

As principais taxas incluem:

  • Taxa de débito: geralmente varia entre 1,0% e 2,5%.
  • Taxa de crédito à vista: fica entre 1,5% e 4%, dependendo do prazo de recebimento (imediato ou em 30 dias).
  • Taxa de crédito parcelado: pode variar de 3% a 8%, considerando as parcelas e possíveis custos adicionais por antecipação.

3. Custos adicionais

Outros custos que podem ser incluídos ao operar uma máquina de cartão são:

  • Taxa de antecipação de recebíveis: caso você opte por receber os valores de vendas parceladas antes do prazo, há uma cobrança que varia entre 1% e 3% ao mês.
  • Manutenção ou reparo: caso a máquina seja comprada, pode haver gastos extras com consertos ou substituição.

4. Recebimento antecipado

Outro fator a considerar é o prazo de recebimento das vendas. 

Algumas empresas oferecem planos para antecipar o recebimento do dinheiro, mas com taxas adicionais que precisam ser analisadas com cuidado.

Leia também: 

Qual a melhor maquininha de cartão? 

A Maquininha Smart da InfinitePay foi desenvolvida para atender às necessidades de empreendedores que buscam eficiência e agilidade nas transações, sendo uma excelente opção para esse público. 

Com taxas 30% mais baixas do que a média do mercado e isenção de taxas no Pix, ela se torna ainda mais atrativa para negócios que querem aumentar sua lucratividade sem comprometer a acessibilidade e o conforto dos clientes.

Além disso, a Maquininha Smart permite realizar a gestão de estoque diretamente nela, atualizando automaticamente a quantidade de produtos vendidos – essa funcionalidade é extremamente útil para pequenos negócios.

Leia também: Qual a melhor maquininha de cartão para quem está começando?

Benefícios e funcionalidades

A Maquininha Smart da InfinitePay conta com funcionalidades avançadas que beneficiam microempreendedores de diversas formas. 

Entre as principais características, estão:

  • Impressão de comprovantes;
  • Visor amplo;
  • Tela touchscreen;
  • Sistema Android, que facilita a navegação e a realização de transações.

Além disso, ela aceita a maioria das bandeiras de cartões, pagamento por aproximação (NFC), carteiras digitais como Apple Pay, Samsung Pay e Google Pay, e pagamento via QR Code – essa variedade de métodos de pagamento contribui para o aumento das vendas e proporciona uma melhor experiência ao cliente. 

O recebimento das vendas é rápido, podendo ocorrer na hora ou em até um dia útil, o que garante maior liquidez ao negócio e contribui para um fluxo de caixa saudável e a possibilidade de novos investimentos.

Suporte e atendimento ao cliente

Um bom suporte ao cliente é essencial para resolver rapidamente qualquer problema com a maquininha de cartão, evita interrupções nas vendas e garante que o negócio continue funcionando sem contratempos. 

A InfinitePay possui a melhor nota no Reclame Aqui comparada à concorrência, o que indica um atendimento de qualidade e boa reputação – isso é um grande diferencial na hora de escolher uma maquininha, pois assegura que você terá suporte sempre que precisar.

Saiba mais sobre a melhor maquininha de cartão para empreendedores!

Empreender

As datas comemorativas são uma excelente oportunidade para as empresas aumentarem as vendas e atraírem novos clientes. Ao implementar estratégias de marketing bem planejadas, é possível aumentar consideravelmente a receita durante essas datas especiais.

Se você tem uma empresa, leia este artigo com atenção! Nele, vamos nos aprofundar em estratégias e ideias específicas para você vender mais em todas as principais datas comemorativas do ano, e importantes para o seu negócio.

Confira: Baixe aqui nossa planilha de precificação!

Teste seus conhecimentos sobre como maximizar vendas em datas comemorativas

Descubra se você está pronto para impulsionar suas vendas com estratégias eficazes no quiz abaixo. Aprenda dicas valiosas para se destacar nas datas especiais:

Quais são as principais datas comemorativas no comércio?

As principais datas comemorativas para o comércio são:

  • Dia das Mães - segundo domingo de maio
  • Dia dos Namorados - 12/06
  • Dia dos Pais - segundo domingo de agosto
  • Dia do Cliente - 15/09
  • Dia das Crianças - 12/10
  • Black Friday e Cyber Monday - última sexta feira de novembro / segunda-feira seguinte
  • Natal - 25 de dezembro

Checklist de Preparação para Vender mais em Datas Comemorativas

Planejamento e Estratégia

Sem planejamento, ninguém entende como atingiu bons resultados. Então aproveite que há várias datas comemorativas ao longo do ano que seu negócio pode se beneficiar e planeje-se para cada uma.

  • Defina objetivos claros para cada data comemorativa.
  • Elabore um calendário de marketing para o seu negócio, destacando as datas comemorativas relevantes e se planejando para cada uma delas.
  • Determine o público-alvo específico para cada data. No Dia das Crianças, por exemplo, o objetivo é atingir adultos, enquanto no Dia dos Namorados, seu foco são casais que procuram presentes que impactem o outro. Tanto as opções de produtos para ofertar quanto os objetivos são diferentes. Por isso, é importante que você se atente às necessidades de quem está buscando por presentes e use isso em sua comunicação.

Pesquisa e Análise de Mercado

  • Analise tendências de mercado e comportamento do consumidor para cada data. Veja quais produtos são tendência e aposte neles.
  • Reveja o desempenho de vendas de anos anteriores.
  • Monitore o que os concorrentes estão fazendo: promoções, kits de produtos, lançamentos, clube de assinatura, ofertas especiais para clientes fidelizados… uma dessas estratégias pode ser efetiva para o seu público também.

Planejamento de Estoque e Logística

Um dos pontos cruciais para ter sucesso nas vendas durante datas comemorativas é fazer um planejamento de estoque adequado, já que um dos piores cenários para uma empresa é ficar sem produtos populares em datas comemorativas importantes.

Para evitar falta de estoque e atrasos, analise dados de vendas anteriores, monitore tendências de mercado e ouça o feedback dos clientes. Ao fazer isso, você pode estimar a quantidade de produtos necessários e garantir que terá estoque suficiente para atender ao aumento da demanda durante esses períodos.

  • Planeje e abasteça o estoque com base em projeções de vendas.
  • Planeje um estoque adicional para produtos de alta demanda.
  • Verifique a logística e as opções de entrega, especialmente para vendas online.
  • Certifique-se de ter produtos alternativos em caso de esgotamento dos mais populares.

Promoções e Ofertas Especiais

Descontos e promoções são ferramentas poderosas para atrair clientes em datas comemorativas. Preparar ofertas especiais, pacotes ou descontos por tempo limitado pode criar um senso de urgência e atrair compradores em potencial.

Anuncie essas promoções por meio de seu site, redes sociais ou até dispare mensagens na sua lista de contatos do WhatsApp. Lembre-se de destacar a economia que os clientes terão ao comprar na sua empresa, já que isso influencia o processo de tomada de decisão.

  • Elabore ofertas especiais e promoções atraentes.
  • Considere descontos, brindes, ou pacotes promocionais.
  • Comunique claramente os detalhes da promoção aos clientes.

Decoração e Exibição de Produtos

  • Decore sua loja física e/ou website com temas apropriados para cada data, criando uma atmosfera que combine com a data comemorativa.
  • Crie exibições de produtos que chamem a atenção.
  • Garanta que a sinalização promocional seja visível e atraente.
  • Produza um guia visual que seja condizente com seus produtos e converse com seus clientes. 
  • Seja consistente também na forma como você expõe sua marca em sua loja física ou na internet (no site ou redes sociais).

Experiência do Cliente

  • Treine sua equipe para oferecer excelente atendimento ao cliente.
  • Assegure-se de que o processo de compra seja fácil e intuitivo.
  • Prepare-se para um volume maior de atendimento ao cliente, especialmente em dúvidas e pós-venda.
  • Ofereça serviços como embrulho de presente e entrega expressa.

Estratégias Online

  • Otimize o site para vendas e SEO.
  • Garanta que o site seja capaz de lidar com um aumento no tráfego.
  • Ofereça diversas opções de pagamento online.
  • Trabalhe em cima de conceitos visuais, ou templates, de cada campanha. Assim seu público vai conseguir reconhecer e destacar sua marca da concorrência.
  • Esteja presente nas redes sociais e crie sua lojinha no Instagram!
  • Seu produto é difícil de entender? Crie manuais ou tutoriais sobre ele, produza webinars explicando seus benefícios e vantagens.

Leia mais: 

Avaliação Pós-Data

  • Colete feedback dos clientes após cada data comemorativa.
  • Analise o desempenho de vendas e identifique áreas para melhorias.
  • Documente as lições aprendidas para aplicar nos próximos eventos.

Integra sua loja física à presença digital da sua marca

Se você tem uma loja física, mas também está nas redes sociais ou tem um e-commerce, integrar estratégias físicas e digitais pode potencializar as vendas em datas comemorativas, criando uma experiência de compra omnicanal (presente em todos os canais) para os clientes. 

Faça com que os clientes da loja física também conheçam a online, e vice-versa, beneficiando a conexão entre um e outro. Seguem algumas dicas de como planejar suas estratégias aproveitando o melhor dos dois mundos:

1. Promoções Exclusivas em Canais Cruzados

  • Ofertas Exclusivas Online para Resgate na Loja

Crie promoções no seu site ou redes sociais que os clientes só podem resgatar na loja física. Isso pode incluir cupons de desconto ou acesso antecipado a produtos de edição limitada.

  • Vouchers Digitais para Compras Físicas

Ofereça vouchers online que proporcionem descontos ou brindes quando o cliente faz uma compra na loja.

2. Eventos Online para Direcionar Tráfego à Loja

  • Transmissões ao Vivo com Demonstração de Produtos

Realize transmissões ao vivo em plataformas como Instagram ou Facebook, mostrando produtos disponíveis na loja física, e incentive os espectadores a visitar a loja para compras exclusivas.

  • Eventos Virtuais com Benefícios na Loja

Organize eventos online, como workshops ou lançamentos de produtos, onde a participação online dá direito a benefícios exclusivos na loja.

3. Experiência de Compra Integrada

  • Reserva Online e Retirada na Loja

Permita que os clientes reservem ou comprem produtos online e os retirem na loja. Isso economiza tempo e garante a disponibilidade do produto.

  • Catálogos Digitais e QR Codes nas Lojas

Use QR codes nas lojas físicas para levar os clientes a páginas de produtos online, onde podem encontrar informações adicionais, avaliações ou fazer a compra diretamente.

4. Marketing Integrado

  • Campanhas de Email Marketing

Use o email marketing para informar os clientes sobre ofertas na loja física, eventos exclusivos ou novidades, incluindo um link para o site ou redes sociais.

  • Publicidade Geolocalizada

Use anúncios geolocalizados em plataformas digitais para atrair clientes nas proximidades da loja física.

5. Redes Sociais e Loja Física

  • Promoções de Check-in

Incentive os clientes a fazerem check-in na loja física nas redes sociais em troca de descontos ou brindes.

  • Stories e Posts sobre a Loja

Compartilhe regularmente nas redes sociais o que está acontecendo na loja física, incluindo decoração temática, produtos populares e eventos especiais.

6. Programas de Fidelidade Integrados

  • Pontos e Recompensas Online e Offline

Desenvolva um programa de fidelidade que recompense os clientes por compras tanto online quanto na loja física.

Faça campanhas de marketing específicas para cada data comemorativa

Para vender mais em datas comemorativas, é essencial que você faça campanhas de marketing nas redes sociais ou envie uma comunicação informando sobre suas ofertas para sua base de contatos. Essa comunicação pode ser por WhatsApp, email e até mesmo folders e banners na sua loja. O importante é mostrar que você tem ofertas especiais para a data.

Use a oportunidade para produzir conteúdos que ressoam com o lado sentimental de cada data e não se esqueça, claro, de criar peças de divulgação para seus produtos, serviços e ofertas.

Resumindo:

  • Crie campanhas específicas para cada data comemorativa.
  • Utilize diferentes canais de marketing (redes sociais, e-mail, publicidade paga).
  • Desenvolva conteúdo promocional atraente, incluindo imagens, vídeos e textos.

Ideias para vender mais no Dia das Mães

O Dia das Mães é uma ocasião especial para homenagear e valorizar as mães. Para vender mais durante esse período, concentre-se na promoção de produtos que sejam presentes significativos e sentimentais para as mães.

Inclua opções personalizadas, como pacotes de spa e relaxamento ou conjuntos de presentes que atendam a diversos orçamentos, como cestas de cafés ou flores, por exemplo. Além disso, considere a criação de ofertas especiais ou descontos direcionados aos clientes que compram vários presentes para suas mães.

Ideias para vender mais no Dia dos Namorados

O Dia dos Namorados tem tudo a ver com amor e romance. Capture a essência desta ocasião enfatizando opções de presentes românticos e atenciosos.

Proponha experiências únicas como cestas de café da manhã em conjunto aos produtos que sua loja oferece e considere, também, oferecer itens exclusivos de edição limitada ou produtos personalizáveis que permitam às pessoas expressar seu amor de uma forma única.

Ideias para vender mais no Dia dos Pais

O Dia dos Pais é uma oportunidade para celebrar e valorizar a relação com os pais. Para vender mais neste feriado, concentre-se em promover produtos que atendam aos interesses e hobbies dos pais.

Destaque acessórios esportivos, equipamentos para atividades ao ar livre ou presentes personalizados como canecas, camisas ou utensílios para churrasco. Considere criar pacotes especiais para o Dia dos Pais ou fazer parceria com empresas locais para oferecer experiências únicas aos pais e suas famílias – como pacotes de viagens ou esportes em grupo.

Ideias para vender mais no Dia do Cliente

O Dia do Cliente é uma ocasião para demonstrar gratidão, fidelizar seus clientes e trazer mais pessoas para conhecer o seu negócio. 

Ofereça descontos exclusivos, presentes personalizados ou prévias dos próximos produtos para recompensar e valorizar seus clientes fiéis. Sabe aquele produto que você quer lançar gostaria de testar? Aproveite e venda como uma vantagem para antigos clientes.

Envolva-se com elas nas suas redes sociais e mostre o quanto são importantes para o seu negócio.

Ideias para vender mais no Dia das Crianças

O Dia das Crianças é uma excelente oportunidade para fazer campanhas para toda a família. Divulgue produtos que sejam de interesse infantil, mas faça a comunicação de vendas voltada para os adultos.

Ideias para vender mais na Black Friday

Para vender mais na Black Friday, planeje suas ofertas com antecedência e use os meios de comunicação que já listamos (redes sociais e sua lista de e-mails e whatsapp) para informar seus clientes sobre suas ofertas.

Lembre-se de que a demanda na Black Friday costuma ser bem alta. Por isso, tenha a segurança de que seu estoque está bem abastecido. 

Outro ponto importante: durante a Black Friday, o mercado oferece descontos atraentes para estimular a compra. Faça o mesmo, mas certifique-se de que a margem de lucro continue segura para o seu negócio. 

Ideias para vender mais no Natal

O Natal é a principal data comemorativa do comércio e é a grande oportunidade para aumentar a receita de qualquer negócio, considerando que os consumidores estão ativamente buscando presentes para amigos e familiares.

Crie uma atmosfera festiva em seu site e nas suas redes sociais, oferecendo guias de presentes, descontos por tempo limitado e recomendações de compras personalizadas. Considere, também, oferecer pacotes especiais ou produtos de edição limitada para criar uma sensação de exclusividade e urgência.

Ah! E não se esqueça de garantir um estoque de papel de presente – eles são essenciais em todas as datas comemorativas que listamos aqui.

Bônus: Como usar o marketing emocional para vender mais no Natal

​​Explorar o marketing emocional durante o Natal é uma estratégia poderosa para conectar-se com os clientes em um nível mais pessoal e significativo. Mas lembre-se de que qualquer ação deve ser genuína, além de estar conectada com os atributos da sua marca e com as necessidades dos clientes. De nada adianta uma campanha linda, mas que não seja legitimada pelas ações cotidianas da sua empresa.

Aqui estão algumas dicas para criar campanhas de marketing emocional eficazes para o Natal e que revelem um pouco mais sobre a sua marca:

1. Conte Histórias que Ressaltam a União Familiar

  • Narrativas Emocionantes

Crie histórias em vídeos ou postagens em redes sociais que mostrem momentos de união familiar, reencontros ou celebrações de Natal. Histórias que capturam emoções genuínas podem ressoar profundamente com o público.

  • Testemunhos de Clientes

Compartilhe histórias reais de clientes que usaram seus produtos ou serviços para criar momentos especiais durante o Natal.

2. Foque em Doação e Compartilhamento

  • Campanhas de Doação

Lançar campanhas onde parte dos lucros das vendas de Natal é doada para uma causa nobre. Isso não apenas ajuda a comunidade, mas também fortalece a imagem da marca.

  • Promover a Ideia de Presentear

Encoraje os clientes a pensarem em presentear como um ato de amor e cuidado, destacando como seus produtos ou serviços podem ser o presente perfeito.

3. Utilize Imagens que Despertem Emoções

  • Decoração Festiva

Use imagens de decorações natalinas, luzes e cores tradicionais do Natal em seu website e materiais de marketing para evocar o espírito festivo.

4. Campanhas Interativas e Participativas

  • Concursos de Histórias Natalinas

Incentive os clientes a compartilharem suas próprias histórias ou tradições de Natal através de concursos nas redes sociais, com prêmios para as melhores histórias.

  • Campanhas de Mídias Sociais

Crie hashtags temáticas para o Natal e incentive os clientes a postarem suas celebrações ou como estão usando seus produtos na época natalina.

5. Personalização e Exclusividade

  • Produtos Personalizados para Presentes

Ofereça opções de personalização para presentes, como gravar nomes ou mensagens especiais, para tornar cada presente único.

  • Ofertas Personalizadas

Use dados dos clientes para enviar ofertas personalizadas que sejam relevantes para suas necessidades e interesses.

6. Mensagens que Valorizam os Momentos em Vez de Coisas

  • Marketing de Experiências

Enfatize como seus produtos ou serviços podem criar ou enriquecer experiências familiares e memórias ao invés de apenas focar no valor material.

O que fazer depois das datas comemorativas?

Depois que as datas comemorativas passam, é crucial avaliar a eficácia de suas campanhas de marketing e estratégias de vendas. Tomar as seguintes ações permitirá que você tome decisões baseadas em dados e melhore para futuras oportunidades:

Colete feedback dos seus clientes

Incentive os clientes a fornecer feedback sobre sua experiência de compra durante o período. Isso pode ser feito por meio de pesquisas pós-compra ou entrando em contato diretamente com eles. Ao ouvir suas opiniões, preferências e sugestões, você pode obter insights que ajudam a melhorar a experiência geral dos seus clientes.

Analise os produtos que mais venderam

Revise os dados de vendas para identificar os produtos que tiveram desempenho excepcional nas datas comemorativas. Assim, você consegue entender melhor as preferências dos seus clientes e usar os insights para outras datas comemorativas.

Solução de pagamento para lucrar mais nas datas comemorativas 

Se você quer vender mais e aumentar a margem de lucro da sua empresa nas datas comemorativas, considere usar a InfinitePay como sua plataforma principal de gestão financeira. Com a InfinitePay você vende com taxas baixas e faz a gestão de todo o seu dinheiro em um único lugar. Não existe custo de adesão e nem mensalidade – basta fazer o download do aplicativo e começar a usar.

Aceite pagamento em cartão com as melhores taxas do Brasil

A maquininha de cartão da InfinitePay – a InfiniteSmart – tem as melhores taxas do Brasil e o prazo de recebimento mais rápido – você escolhe se quer receber o dinheiro das vendas em 6 segundos ou em 1 dia útil.

As taxas são fixas, ou seja, não têm volume mínimo de faturamento (como acontece com grande parte dos concorrentes). Não importa se você vende R$ 100, R$ 2.000 ou R$ 50.000 reais – as taxas sempre serão as mesmas. 

Transforme seu celular em maquininha 

Com a InfinitePay, você consegue aceitar pagamentos por cartão mesmo sem ter que investir em um maquininha física. O InfiniteTap é uma funcionalidade que transforma o seu celular em maquininha de cartão. As taxas são as mesmas da InfiniteSmart e o prazo de recebimento também: o dinheiro cai na sua conta em 6 segundos ou em 1 dia útil.

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Venda à distância com link de pagamento

A InfinitePay também oferece uma solução rápida e segura para quem quer vender online por link de pagamento. Com ele, você consegue gerar quantos links de pagamento quiser para vender pelas redes sociais e WhatsApp com segurança. Você também pode receber transferências ilimitadas por Pix. Ou seja, com a InfinitePay você nunca perde vendas por falta de flexibilidade de pagamentos!

Gerencie suas vendas 

Todo o dinheiro das vendas que você faz pela InfinitePay cai em conta digital gratuita e completa que simplifica suas finanças. Acompanhe suas receitas e despesas por lá, pague contas e gerencie suas cobranças em um único lugar.  Você tem acesso gratuito a uma plataforma de gestão de cobranças automática que cobra seus clientes por você. Além disso, você pode movimentar o saldo das suas vendas usando um cartão virtual pré-pago

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