faturamento

Aprenda sobre gerenciamento de faturamento. Descubra estratégias para otimizar o fluxo de caixa e a saúde financeira de sua empresa.

Hands holding two documents: one titled 'FATURA' and the other 'NOTA FISCAL' with text below.
Seu negócio

Você sabe a diferença entre fatura e nota fiscal? Essa é uma dúvida comum, e muitos empreendedores até podem achar se tratar de um mesmo documento com funções semelhantes. No entanto, elas têm diferenças importantes que é bem interessante saber.

Em resumo, podemos dizer que a nota fiscal está relacionada ao recolhimento de impostos, enquanto a fatura não tem esse tipo de validade tributária e está mais relacionada à cobrança de um produto vendido ou serviço prestado. O ponto em comum, é que a nota fiscal e a fatura são documentos relativos a uma transação comercial entre empresas (B2B), ou entre empresa e pessoa física (B2C).

Os dois documentos possuem diferentes objetivos, mas ao mesmo tempo são complementares. Por isso, é preciso entender suas particularidades, questões jurídicas e administrativas, e claro, entender como emitir cada um deles.

Neste artigo, explanamos a diferença entre nota fiscal e fatura, as questões legais relativas a esses documentos e como fazer uma boa gestão financeira.

O que é fatura?

A fatura é um documento que detalha uma transação comercial, tanto de venda de produtos quanto de prestação de serviços, mas que não está vinculada ao recolhimento de impostos. O principal objetivo de uma fatura é relacionar todas as informações que deram origem a um compromisso comercial.

A fatura é um pagamento que ainda será efetivado. Por exemplo, todos os meses recebemos nossas contas de luz, telefone, internet, entre outras, para efetuar o pagamento, certo? Esses são alguns exemplos de fatura. Considerando que a fatura descreve todos os detalhes da transação, muitas empresas utilizam esse documento como auxiliar no seu processo de gestão financeira.

Quando um negócio realiza a emissão da fatura, é preciso gerar também uma nota fiscal para cada um desses documentos. Afinal, conforme dito anteriormente, a fatura não tem relação com questões tributárias. No entanto, não é raro encontrar empresas que não fazem a emissão de faturas e utilizam a própria nota fiscal para cumprir o papel desse documento. Nesse caso, costuma-se enviar uma forma de pagamento (por exemplo, Pix ou link de pagamento) com a NF-e.

Tipos de fatura

As faturas mais usadas pelas empresas são:

  • Fatura recibo: ocorre quando a data da emissão e do pagamento coincidem;
  • Fatura proforma: emitida na cotação e transação internacional de produtos;
  • Fatura manual: documento impresso em papel timbrado autorizado pela Autoridade Tributária e Aduaneira;
  • Fatura eletrônica: emissão feita por aplicativos e sites certificados.

O que é nota fiscal?

Diferente da fatura, a nota fiscal é um documento que tem como objetivo registrar uma transação comercial, seja ela de venda de produtos, seja de prestação de serviços, entre empresas ou entre empresa e pessoa física. O documento também é a responsável por garantir o recolhimento correto dos impostos. Por conta disso, não emitir nota fiscal é crime, enquadrado como sonegação fiscal e passível de multa e até pena de detenção.

Tempos atrás, a nota fiscal era preenchida no papel pela parte vendedora e entregue à parte compradora do negócio. Porém, a partir de 2008, começou o processo de implementação da versão eletrônica no Brasil. Assim, surgiu a nota fiscal eletrônica (NF-e), versão digital deste documento fiscal que pode ser emitida, enviada ao cliente e armazenada em ambiente virtual.

Qual a importância da nota fiscal?

A fatura tem grande importância na gestão financeira de uma empresa, ajudando a organizar os processos, inclusive o fluxo de caixa. Porém, ela não é um documento legalmente obrigatório, ao contrário da nota fiscal. Em outras palavras, a fatura pode ser substituída pela nota fiscal, porém, o contrário não pode acontecer.

A nota fiscal é um documento obrigatório para todas as empresas que realizam vendas ou prestam serviços. Até o momento, só estão isentos dessa obrigatoriedade os Microempreendedores Individuais (MEIs), que realizam transações comerciais com pessoas físicas. Todos os negócios que comercializam produtos e/ou serviços são obrigados a emitir nota fiscal.

Os quatro principais tipos de nota fiscal eletrônica que podem ser emitidas atualmente são:

  • NF-e: Nota Fiscal Eletrônica de Produtos ou Mercadorias
  • NFC-e: Nota Fiscal ao Consumidor Eletrônica
  • NFS-e: Nota Fiscal de Serviços Eletrônica
  • CT-e: Conhecimento de Transporte Eletrônico

Veja também: Como fazer uma nota fiscal?

NF-e : Nota Fiscal Eletrônica de Produtos ou Mercadorias

A NF-e, Nota Fiscal Eletrônica de Produtos ou Mercadorias, é utilizada exclusivamente para registro de uma transação comercial de produtos físicos. Esse tipo de nota fiscal tem relação direta sobre a cobrança do  Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e do  Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), e a sua emissão é feita junto às Secretarias Estaduais de Fazenda.

Por também estar relacionada à circulação de mercadorias, é preciso que com a NF-e também seja emitido o  Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica (Danfe), documento que deve estar junto ao produto durante o seu trânsito.

NFC-e : Nota Fiscal ao Consumidor Eletrônica

Com função semelhante à da NF-e, ou seja, registrar uma transação comercial, a NFC-e, Nota Fiscal ao Consumidor Eletrônica, é uma alternativa eletrônica aos cupons fiscais. Utilizada em transações no varejo e no comércio, a NFC-e é o modelo entregue quando realizamos uma compra no supermercado, farmácia, restaurantes e demais estabelecimentos comerciais.

NFS-e : Nota Fiscal de Serviços Eletrônica

Como o próprio nome sugere, a NFS-e, Nota Fiscal de Serviços Eletrônica, deve ser emitida sempre que há uma prestação de serviço, seja entre empresas, seja entre empresa e pessoa física.

A NFS-e está vinculada à prefeitura onde o CNPJ da empresa prestadora está registrado. No que diz respeito aos impostos, esse tipo de nota fiscal visa o recolhimento do ISS, Imposto sobre Serviços Prestados, de competência municipal.

CT-e: Conhecimento de Transporte Eletrônico

O CT-e (Conhecimento de Transporte Eletrônico), é um documento fiscal relacionado à prestação de serviço de transporte de cargas (transportadoras). Ele substitui eletronicamente seis modelos de documentos que antes eram emitidos em papel, entre eles, Nota Fiscal de Serviço de Transporte modelo sete, Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas modelo oito, entre outros.

Esse tipo de nota fiscal eletrônica deve ser emitido para todos os modais de transporte, ou seja, rodoviário, ferroviário, aquaviário, aeroviário, dutoviário e multimodal.

Maiores dúvidas sobre nota fiscal para quem está começando um negócio

Quando o assunto é nota fiscal eletrônica, alguns empreendedores têm muitas dúvidas e não sabem por onde começar. Este é um cenário muito comum, tendo em vista que existem inúmeras particularidades e regulamentações, e você pode se confundir facilmente.

Entretanto, é necessário ter atenção. Isso não pode ser desculpa para não emitir nota fiscal, não pagar impostos em dia ou não manter o negócio legalizado, já que você pode ser fiscalizado e sofrer sérias consequências, como o pagamento de multas.

Quem precisa emitir nota fiscal?

Antes de tomar qualquer atitude em seu empreendimento, você precisa entender quais são as suas obrigações fiscais. Todos os empreendedores devem emitir notas fiscais de suas vendas, entretanto, existe apenas uma exceção.

Quem opta por ser Microempreendedor Individual (MEI), que é um tipo de regime tributário, não precisa gerar o documento quando vende para pessoa física. Contudo, caso o consumidor exija, você será obrigado a emitir.

É obrigatório emitir uma nota fiscal para o meu e-commerce? 

Para a grande maioria das empresas, a emissão da nota fiscal é um passo obrigatório para a realização das vendas de produtos e serviços.

Entretanto, no caso das lojas virtuais que estão iniciando suas jornadas no e-commerce e tem como público-alvo o mercado B2C (ou seja, pessoas físicas), uma ótima opção é buscar o regime tributário do MEI.

Além de ser um regime muito mais simplificado, o MEI oferece excelentes benefícios, como:

  • Baixo custo de impostos;
  • Organização dos custos em uma única guia de pagamento;
  • Não há obrigatoriedade de emissão de Notas Fiscais em vendas para pessoas físicas. 

Lei mais: Passo a passo de como abrir um MEI sem dúvidas

Como facilitar o processo de emissão de nota fiscal?

O mais indicado para a sua empresa é fazer a emissão das notas fiscais automaticamente, para diminuir a demanda de mão de obra e mitigar possíveis erros manuais. Dessa forma, você tem a certeza que nenhuma deixará de ser gerada, garantindo que o seu negócio fique em dia com o Fisco.

Ainda que a NF-e seja emitida digitalmente, ou seja, por meio de um software, muitos empreendedores ainda geram nota por nota. Além de trabalhoso e demorado, as chances de gerar alguma NF-e errada aumenta bastante.

Já quando se emite esse documento de forma automática, essas e outras questões relacionadas à falha e esquecimento são minimizadas, quando não totalmente eliminadas. Isso acontece porque é possível vincular o seu sistema de emissão de NF-e ao de pagamentos da sua empresa. Assim, sempre que um recebimento é confirmado, o processo de emissão da nota se inicia automaticamente. 

Além de facilitar a sua rotina e aumentar a produtividade, realizar essa tarefa desse modo permite o envio desse documento fiscal de maneira mais rápida ao cliente, bem como a entrega do produto ou serviço.

Quais os passos para a emissão de uma Nota Fiscal?

Pensando na realidade de um empreendimento que precisa emitir uma nota fiscal para a venda de um produto ou serviço, há algumas etapas importantes que devem ser seguidas.

Passo 1: Avalie o tipo de NF que precisará ser emitida

Antes de tudo, é importante que você saiba qual nota fiscal precisará emitir em seu negócio. No caso da venda de produto físico, em caso de obrigatoriedade, sua loja precisará emitir uma Nota Fiscal Eletrônica (NF-e). Já se você oferece serviços em seu negócio, a nota que deverá ser emitida é a Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFS-e). 

Passo 2: Faça o cadastro no FISCO de sua região

Como também foi possível observar, as notas fiscais contam com uma série de questões burocráticas que precisam ser avaliadas. As Notas Fiscais de Serviço, por exemplo, são administradas municipalmente.  Já as Notas Fiscais de Produto Eletrônicas são responsabilidade das Secretarias da Fazenda Estadual (SEFAZ).

É fundamental verificar esses pontos com o contador, pois toda a questão dos cadastros tributários precisa ser efetivada para que você possa emitir uma nota fiscal, evitando maiores transtornos com a Receita Federal. 

Passo 3: Verifique a necessidade do Certificado Digital

O Certificado Digital é um documento de identificação eletrônica com um sistema de criptografia que garante a legitimidade e autenticidade de todos os tipos de arquivos. Existem alguns modelos de certificados. Os mais utilizados são o Certificado Digital e-CPF, voltado para pessoa física, e o Certificado Digital e-CNPJ, utilizado por empresas.

Note que, para toda empresa que precisa emitir obrigatoriamente uma nota fiscal, é necessário obter o certificado digital, segundo a SEFAZ. É importante salientar que a emissão de um Certificado Digital deve ser realizada por uma Autoridade Certificadora (AC), habilitada pela Receita Federal, como:

  • Autoridade Certificadora Brasileira de Registros;
  • Serasa;
  • Fenacon;
  • Certisign;
  • Imprensa Oficial do Estado de São Paulo.

Para obter um Certificado Digital, por sua vez, o e-commerce precisará informar, dentre outros documentos:

  • Contrato Social;
  • Cartão CNPJ;
  • Documento de identificação do responsável pela empresa.

Passo 4: Defina o software de emissão da Nota Fiscal

Você também precisará definir qual software de emissão irá utilizar para gerar suas notas. Há diversas opções no mercado que atendem diferentes necessidades de negócio. Algumas prefeituras oferecem sistemas gratuitos de emissão de nota fiscal.

Passo 5: Emita as notas para concluir a venda do produto ou serviço

Por fim, após concluir todas as etapas (fiscais e técnicas), basta emitir a Nota Fiscal, seguindo as orientações do software escolhido.

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Finanças

A demonstração financeira chamada DRE (demonstração do resultado do exercício) é um resumo de dados que possibilita que os empreendedores apresentem os resultados financeiros mensais ou anuais a seus investidores, bancos e até mesmo para o governo. 

Para saber se estão lucrando ou tendo prejuízos com as ações adotadas, as empresas precisam registrar e apresentar o resultado de suas operações financeiras. 

Para isso, plataformas digitais, ou até mesmo planilhas criadas no Excel são de grande ajuda para compor declarações como a DRE.

Neste artigo, explicaremos em detalhes o que é, como criar um modelo do zero, métodos de análise e qual a importância para o seu negócio. 

O que é DRE?

A DRE, ou Demonstração do Resultado do Exercício, é uma ferramenta contábil que resume os resultados financeiros de uma empresa em um período determinado, abrangendo tanto as operações principais quanto as atividades não operacionais. 

Esse relatório é essencial para entender o desempenho financeiro do negócio, oferecendo uma visão clara de seus ganhos e despesas.

Diferentemente do balanço patrimonial, que apresenta os saldos das contas de bens, direitos e obrigações da empresa, ela detalha os gastos e ganhos ocorridos durante o exercício, que geralmente corresponde ao ciclo anual (janeiro a dezembro). 

No entanto, a elaboração de DREs mensais ou trimestrais também é comum, seja para monitorar o desempenho fiscal ou auxiliar na gestão administrativa.

Por meio dessa declaração, são confrontados indicadores como receitas, custos, despesas, investimentos e provisões, resultando na apuração do lucro ou prejuízo líquido da empresa.

Esse documento é obrigatório para fins legais em periodicidade anual, mas também pode ser adaptado para diferentes necessidades de análise e planejamento.

Qual a diferença entre DRE Gerencial e DRE Contábil?

Embora utilizem os mesmos dados de base, essas versões atendem a objetivos distintos.

A DRE Gerencial é projetada para a análise interna e estratégica da empresa. 

Flexível em sua estrutura, ela permite adaptações conforme as necessidades do negócio, como a inclusão de projeções de custos futuros, metas de expansão e análises específicas de desempenho.

Seu objetivo principal é auxiliar gestores na tomada de decisões estratégicas, oferecendo insights sobre a rentabilidade e eficiência operacional. 

Por ser voltada para o uso interno, ela não segue necessariamente os padrões contábeis formais, mas é uma ferramenta indispensável para otimizar a gestão e planejamento do negócio.

A DRE Contábil, por outro lado, é um relatório oficial obrigatório para atender às exigências fiscais.

Sua elaboração segue normas legais específicas, sendo realizada por profissionais habilitados, como contadores registrados no Conselho Regional de Contabilidade (CRC).

Esse tipo de declaração é utilizado para apuração de tributos, registro de resultados e prestação de contas, sendo estruturado de maneira padronizada para cumprir as obrigações legais da empresa. 

Vale dizer que apenas o MEI está isento da necessidade de apresentar esse documento.

Infográfico com as diferenças entre DRE Gerencial, na esquerda, e DRE Contábil, na direita

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Qual a importância de usar a DRE?

Por meio da DRE é possível analisar se administração da empresa está controlando efetivamente os gastos de forma eficiente, e se o lucro gerado é compatível com o capital investido no empreendimento. 

Ou seja, a demonstração do resultado do exercício é responsável por mostrar a saúde financeira do negócio.

Por mais que a função da DRE pareça clara, muitos desconhecem sua real empregabilidade, estruturação e benefício. 

Separamos os principais benefícios que a Demonstração de Resultados do Exercício oferece para os negócios:

  1. Orienta na tomada de decisão com base no cenário financeiro atual da empresa
  2. Possibilita a correção de falhas administrativas e financeiras para alcançar os melhores resultados
  3. Possibilita o acesso a todos os detalhes sobre a situação financeira do negócio no período, facilitando o trabalho de investidores, bancos e governo;
  4. Possibilita a captação e conquista de investidores potenciais, por meio da apresentação dos resultados obtidos
  5. Ajuda a avaliar a eficácia da gestão, além de lucros e prejuízos.

Qual a estrutura de uma DRE?

A estrutura da Demonstração do Resultado do Exercício, conforme o artigo 187 da Lei nº 6.404/1976, deverá conter obrigatoriamente:

  1. Receita Bruta
  2. (-) Deduções e abatimentos
  3. (=) Receita Líquida
  4. (-) CPV (Custo de produtos vendidos) ou CMV (Custos de mercadorias vendidas)
  5. (=) Lucro Bruto
  6. (-) Despesas com Vendas
  7. (-) Despesas Administrativas
  8. (-) Despesas Financeiras
  9. (=) Resultado Antes IRPJ CSLL
  10. (-) Provisões IRPJ E CSLL
  11. (=) Resultado Líquido

Vale dizer que, desde 2007, demonstração de resultado (DRE) é uma tarefa obrigatória para a maioria das empresas, pois ela também é um demonstrativo contábil de apresentação de impostos e taxas, evitando sonegação.

A estrutura acima é uma versão simplificada de uma DRE e isso significa que você não precisa se limitar a ele, já que existem modelos mais detalhados e complexos.

Independentemente do método escolhido para o preenchimento, a sua DRE precisa ser o mais detalhada possível.

Para pequenas empresas, ou empreendedores com pouca maturidade, seguir um modelo para elaborar um documento de DRE é uma estratégia inteligente. 

No tópico a seguir, você confere um passo a passo para fazer a sua planilha de DRE.

Como montar um DRE do zero?

Além de saber como preencher corretamente os passos principais de uma DRE, você precisa estruturar o seu documento.

Por isso, antes de detalharmos cada uma das partes obrigatórias, vamos dar algumas dicas para você estruturar a sua no Excel ou no Planilhas Google:

Dica 1: Crie um cabeçalho

É aqui que precisamos adicionar os títulos em cada coluna. A partir dele que serão definidas as informações a serem inseridas são:

  • Data: na DRE é possível realizar o acompanhamento mensal
  • Receita bruta: venda de produtos, venda de mercadoria e prestação de serviços
  • Deduções da receita bruta: devoluções de venda, abatimentos, impostos e contribuições incidentes sobre venda
  • Receita líquida: Custos das vendas: custo dos produtos vendidos, custo das mercadorias, custo dos serviços prestados
  • Resultado bruto
  • Despesas com vendas, administrativas e financeiras
  • Outras receitas e despesas: custo de venda de bens e direitos do ativo não circulante
  • Resultado operacional antes do IR e CSLL
  • Provisão para a IR e CSLL
  • Lucro líquido antes das participações
  • PRO LABORE
  • Resultado líquido

Além dessas informações, é possível acrescentar as contas conforme as movimentações financeiras do seu negócio. 

Confira como ficaria:

Dica 2: Formatar as colunas e adicionar cores

Esse parte é bastante rápida e simples!

Para não precisar repetir esse passo toda vez que você precisar inserir os dados na DRE, sugerimos formatar cada uma das linhas e colunas corretamente.

Basta editar a formatação da seguinte forma: linhas e colunas de “Valor” como “Moeda”; coluna “A” como “Geral”; linha “Data” como “Data Abreviada”.

Depois, de formatadas, indicamos que você utilize cores entre as linhas para facilitar a identificação das informações. 

Ambas as plataformas oferecem uma variedade de cores, você pode escolher as que achar melhor.

No nosso exemplo utilizamos a cor verde para os meses e cinza nas informações principais, como no exemplo abaixo: 

Agora que você já montou a base da sua DRE, vamos entender melhor cada uma das partes principais e, também, como criar e inserir suas respectivas fórmulas.

1. Receita bruta

A receita bruta representa o total acumulado das vendas realizadas pela empresa em um determinado período, sem levar em conta os descontos, devoluções ou impostos aplicados às operações. 

Esse é o ponto de partida para entender o desempenho financeiro do negócio antes de qualquer dedução.

Para encontrar o total de “Receita Operacional Bruta”: 

  • Escolha a função SOMA e selecione todas as linhas referentes a receita (vendas de produtos, vendas de mercadorias e prestação de serviços).

2. Deduções da receita bruta

Refere-se aos valores que são subtraídos da receita bruta, incluindo devoluções de produtos, descontos comerciais concedidos aos clientes e impostos incidentes diretamente sobre as vendas, como ICMS e ISS. 

Essas deduções ajustam a receita para refletir os valores efetivamente recebidos.

Para encontrar o total de “Deduções da Receita Bruta”: 

  • Escolha a função SOMA e selecione todas as linhas referentes a receita (devoluções de vendas, abatimentos e impostos e contribuições incidentes sobre venda).

3. Receita líquida

A receita líquida é obtida após a aplicação das deduções sobre a receita bruta. 

Ela reflete o montante real que a empresa tem disponível, eliminando efeitos de devoluções, descontos e impostos diretos, sendo essencial para análises financeiras.

Para encontrar o total de “Receita Operacional Líquida”: 

  • Escolha a função SOMA e selecione o total de “Receita operacional bruta” somando ao total de “Deduções da receita bruta”

4. Custos das Vendas

Os custos das vendas abrangem todas as despesas extras relacionadas diretamente à produção de bens ou à prestação de serviços vendidos. 

Isso inclui custos de matéria-prima, logística, e quaisquer gastos associados à entrega ou fabricação de produtos e serviços.

Para encontrar o total de “Custo das Vendas”: 

  • Escolha a função SOMA e selecione todas as linhas referentes ao custo (custo dos produtos vendidos, custo das mercadorias e custo dos serviços prestados)

5. Resultado ou lucro bruto

O lucro bruto é calculado subtraindo os custos das vendas da receita líquida. 

Esse indicador revela a margem de ganho inicial que a empresa obtém com suas operações principais, antes de considerar despesas administrativas, financeiras e tributárias.

Para encontrar o total de “Resultado Operacional Bruto”: 

  • Escolha a função SOMA e selecione o total de “Receita operacional líquida” somando ao total de “Custos das vendas”

6. Despesas administrativas

As despesas administrativas ou “operacionais” incluem todos os custos fixos associados à manutenção e operação do negócio. 

Isso inclui salários de funcionários administrativos, aluguel de escritórios, contas de energia e outros gastos que não dependem diretamente do volume de vendas.

Para encontrar o total de “Despesas Operacionais”: 

  • Escolha a função SOMA e selecione todas as linhas referentes às despesas (despesas com vendas e despesas administrativas)

7. Despesas financeiras líquidas

São os custos associados à obtenção de crédito ou à administração de dívidas, como juros sobre empréstimos, taxas bancárias e multas financeiras. 

Quando aplicável, pode incluir variações cambiais em operações internacionais.

Para encontrar o total de “Despesas Financeiras Líquidas”: 

  • Escolha a função SOMA e selecione todas as linhas referentes às despesas (receita financeira e variações monetárias e cambiais ativas)

8. Despesas com vendas

Essas despesas englobam os gastos diretamente relacionados à promoção e concretização de vendas, como comissões de vendedores, investimentos em publicidade, ações de marketing e suporte pós-venda.

Para encontrar o total de “Outras Despesas e Receitas”: 

  • Insira o sinal de igual ( = ) e selecione selecionar a célula referente a “custo de venda de bens e direitos do ativo não circulante”

9. Resultados antes do IRPJ e CSLL

É o montante obtido após a dedução de todas as despesas operacionais e financeiras, mas antes de considerar a incidência do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). 

Esse resultado reflete o desempenho operacional bruto da empresa.

Para encontrar o total de “Resultado Operacional do IR e CSLL”:

  • Escolha a função SOMA e selecione o total de “Resultado operacional bruto” somado ao total de “Despesas Operacionais”, “Despesas Financeiras Líquidas” e “Outras Receitas e Despesas”.

10. Provisão IRPJ e CSLL

Corresponde à reserva financeira necessária para o pagamento do IRPJ e da CSLL. 

Esses tributos são calculados com base no lucro obtido pela empresa, sendo fundamentais para o planejamento fiscal.

Para encontrar o total de “Provisão para IR e CSLL”:

  • Selecione a célula “Receita Operacional Bruta” e multiplique pelo IR, somando a célula “Receita Operacional Bruta” e multiplicando pelo CSLL”

Para isso, é necessário inserir uma aba na planilha de DRE com a taxa referente aos impostos:

11. Lucro líquido antes das participações

Esse indicador considera o lucro após dedução de todas as despesas, inclusive tributos, mas antes da distribuição de participações aos sócios, acionistas ou funcionários. 

É usado para medir a rentabilidade operacional final antes das alocações.

Para encontrar o total do “Lucro Líquido antes das Participações”:

  • Escolha a função SOMA e selecione o total de “Resultado Operacional Antes do IR e CSLL” somando ao total de “Provisão para IR e CSLL”

12. Resultado líquido

O resultado líquido, também conhecido como lucro líquido final, é o valor que sobra para a empresa após todas as deduções, incluindo despesas, tributos e participações. 

Esse é o montante disponível para reinvestimentos, distribuição de dividendos ou reserva financeira.

Para encontrar o total do “Resultado líquido do exercício”:

  • Escolha a função SOMA e selecione o total de “Lucro líquido Antes das Participações” somando ao total de “PRO LABORE”:

Se você seguiu todos os passos corretamente, a sua planilha de DRE está pronta! Agora, você só precisa fazer os lançamentos. 

Confira como fica preenchido no modelo final:

Financial statement table showing revenues, deductions, costs, expenses, and profits for January to April.

Leia mais:

Como analisar a DRE?

Existem dois principais métodos, a vertical e a horizontal, que basicamente funcionam como uma orientação de leitura e interpretação da planilha.

Ao aplicar esses dois métodos de análise, gestores têm uma visão completa do desempenho financeiro, podendo tomar decisões embasadas e proativas para impulsionar os resultados.

A seguir, explicamos cada uma delas em detalhes.

Análise vertical

A Análise Vertical examina a relação proporcional entre os elementos da DRE e um total de referência, que geralmente é a receita líquida. 

Essa abordagem ajuda a entender como cada componente, como custos, despesas e impostos, contribui para o resultado final.

Por exemplo, ao observar a porcentagem das despesas operacionais em relação à receita líquida, é possível identificar áreas onde os gastos estão acima do esperado. 

Com essas informações, os gestores podem ajustar a estrutura de custos, melhorando a eficiência e otimizando a lucratividade.

Além disso, a análise vertical é útil para monitorar mudanças no peso relativo das despesas ao longo do tempo, permitindo ajustes contínuos na estratégia financeira.

Análise horizontal

Enquanto a análise vertical foca na relação interna entre elementos de um mesmo período, a Análise Horizontal examina a evolução dos itens da DRE ao longo de diferentes períodos. 

Isso inclui a comparação de receitas, custos e despesas de um mês, trimestre ou ano em relação a outro.

Esse método é essencial para identificar tendências de crescimento ou declínio, ajudando a projetar cenários futuros e ajustar o planejamento estratégico. 

Por exemplo, se as receitas de vendas aumentam enquanto os custos permanecem estáveis, isso pode indicar maior eficiência operacional.

Com a análise horizontal, a empresa pode monitorar sua evolução ao longo do tempo, assegurando que as decisões tomadas reflitam o crescimento sustentável e a rentabilidade desejada.

Qual a diferença entre DRE e Balanço Patrimonial?

A Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) e o Balanço Patrimonial são dois relatórios contábeis, mas com propósitos distintos, que juntos oferecem uma visão ampla e complementar sobre a saúde financeira de uma empresa. 

Entender a diferença entre eles é fundamental para uma gestão financeira eficiente.

A DRE reflete o desempenho financeiro da empresa em um período maior, detalhando as receitas, custos, despesas e o resultado obtido, seja lucro ou prejuízo. 

Ela está mais conectada ao dia a dia da operação, permitindo acompanhar a rentabilidade e a eficiência operacional ao longo do tempo.

Por ser dinâmica, a DRE é uma ferramenta que ajuda a entender como as atividades geradoras de receita e os custos associados impactam a lucratividade. 

Além disso, permite planejar ajustes para melhorar o desempenho financeiro com base em dados reais.

O Balanço Patrimonial, por outro lado, apresenta a situação financeira da empresa em um momento específico, funcionando como um "raio-X" das finanças. 

Ele lista os ativos (bens e direitos), os passivos (obrigações) e o patrimônio líquido, demonstrando a capacidade da empresa de honrar seus compromissos financeiros.

Essa visão estática é serve para avaliar a liquidez, solvência e estabilidade da organização, ajudando a identificar sua capacidade de investimento ou a necessidade de ajustes financeiros.

Juntas, elas permitem:

  • Entender como as receitas e despesas impactam o patrimônio líquido.
  • Comparar o que foi realizado (DRE) com o que está previsto ou registrado como obrigação (Balanço Patrimonial).
  • Avaliar a saúde financeira geral e planejar ações com base em dados concretos.

Ao utilizar ambas as ferramentas de maneira integrada, gestores conseguem tomar decisões mais fundamentadas, garantindo um equilíbrio saudável entre a operação diária e a sustentabilidade financeira no longo prazo.

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Finanças

A organização financeira é fundamental para o sucesso de qualquer negócio. Manter as finanças bem organizadas permite um gerenciamento eficaz, ajuda na tomada de decisões informadas e garante a sustentabilidade do negócio a longo prazo.

4 dicas para ter uma organização financeira eficiente

Organize suas finanças com: 1) orçamento detalhado, 2) gestão de fluxo de caixa, 3) análise periódica e 4) tecnologia.

Uma organização financeira eficiente é mais do que uma prática empresarial prudente. Veja algumas dicas essenciais:

1. Controle de finanças detalhado

Crie um orçamento detalhado que inclua todas as receitas esperadas e despesas previstas.

Revise e ajuste o orçamento regularmente, com base no desempenho financeiro real.

Use a previsão financeira para antecipar necessidades futuras de caixa e planejar investimentos. 

Saiba mais sobre:Ponto de equilíbrio contábil: o que é e como calcular

2. Gestão de fluxo de caixa

Monitore o fluxo de caixa diariamente para garantir que sempre haja dinheiro suficiente em caixa para cobrir as despesas. Estabeleça termos de pagamento claros com clientes e fornecedores, e faça a gestão ativa das contas a receber e a pagar. Com a Gestão de Cobrança da InfinitePay, você tem pelo app ou via web uma gestão de cobranças completa e de graça dentro da sua conta digital InfinitePay. 

Também considere a possibilidade de criar um fundo de reserva para cobrir despesas inesperadas ou conte com o empréstimo online na hora da InfinitePay.

3. Análise financeira

Compare o desempenho financeiro atual com períodos anteriores e com as metas estabelecidas. Identifique áreas de melhoria e elabore planos de ação para melhorar a rentabilidade.

4. Investimento em tecnologia

Investir em novas tecnologias pode gerar inovação, proporcionando uma vantagem competitiva num mercado saturado. Na InfinitePay você tem uma conta premium de graça com relatório de vendas, controle de entrada e saída de produtos com o PDVendas, e vários planos de recebimento que você pode ativar na hora de qualquer lugar pelo aplicativo ou conta web. 

O que fazer para se organizar financeiramente? 

A tecnologia pode ajudar na redução de custos operacionais através da automação com comunicação mais eficaz. Para revolucionar o método de pagamento do seu negócio, você pode utilizar o InfiniteTap, máquina de cartão no celular, e com as melhores taxas do mercado você pode vender em qualquer lugar usando apenas o celular de graça. É só baixar o app!

Leia mais:Agilize as finanças do seu negócio com as soluções da InfinitePay

Educação financeira continuada

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Como aprender gestão financeira gratuitamente?

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‍O curso é dividido em dois módulos. No primeiro módulo você aprenderá a criar e comunicar o valor do seu negócio, e no segundo módulo, o tema é sobre finanças e faturamento.

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Você também pode se interessar por: Modelo de orçamento: como fazer um orçamento simples e eficaz

Pagamentos

Adquirir uma maquininha de cartão é um passo essencial para qualquer negócio que deseja aceitar pagamentos com cartão de forma prática e segura. 

Para pedir uma maquininha, você tem três caminhos: online, loja física ou revendedor — cada um com prós e contras.

Como pedir uma maquininha de cartão?

As mais comuns são as seguintes:

1. Pela internet

Nessa modalidade, você acessa o site da operadora da maquininha e faz a compra e adesão online. 

Em seguida, a empresa envia a maquininha por Correios, transportadora ou Sedex. 

Empresas como a InfinitePay oferecem a opção da compra online. 

A Maquininha Smart da InfinitePay não cobra aluguel e tem as melhores taxas para você receber o valor das suas compras na hora!

2. Em lojas físicas

Algumas empresas oferecem a opção de ir diretamente em seu balcão para adquirir uma maquininha. 

Essa modalidade oferece certa dificuldade, devido à limitação de opções e de oferta (não há muitas companhias que possuem loja física que venda maquininha, e mesmo as que existem oferecem uma gama limitada de modelos, restringindo seu poder de escolha).

3. Através de terceiros

Para essa opção, existem dois cenários: 

  1. Comprar direto do revendedor oficial: algumas empresas de maquininha possuem contratos ou parcerias com revendedores oficiais, que negociam diretamente com lojistas.

  2. Programas de indicação: na InfinitePay, a pessoa que adquirir uma maquininha por sua indicação recebe R$ 15 de desconto adicional no site.

  3. Comprar de alguém que não é revendedor oficial: nesse caso, você compra de alguém que não é relacionado à empresa, mas possui a maquininha disponível para a venda. Pode ser um lojista que está vendendo uma usada, por exemplo.

Essa opção é a menos segura das três apresentadas, uma vez que o risco de fraude é alto (uma pessoa se passando por um revendedor oficial, por exemplo), tal como a possibilidade de encontrar problemas de suporte e de qualidade do produto.

Quais documentos você precisa para pedir uma maquininha de cartão?

A documentação para pedir uma maquininha de cartão varia de empresa para empresa. 

Na InfinitePay, os únicos dados solicitados no ato do cadastro e da adesão são:

Após a confirmação das informações, você é informado sobre o prazo de entrega e pode acompanhar a situação do pedido através do aplicativo InfinitePay, disponível tanto para iOS quanto para Android.

Leia mais: Qual é o prazo de entrega da maquininha da InfinitePay?

Como escolher uma maquininha de cartão?

Tenha em mente os seguintes aspectos na hora de escolher a maquininha para o seu negócio:

como pedir uma maquininha de cartão?

1. Bandeiras aceitas

Quanto mais bandeiras sua maquininha aceitar, mais transações seu negócio consegue fazer, pois são as formas de pagamento utilizadas pelos seus clientes. 

Além disso, verifique não só o volume de bandeiras, mas também se as mais relevantes estão entre as opções aceitas (Visa, MasterCard, etc). 

2. Feedback dos clientes/avaliações

Leia os comentários nas redes sociais oficiais de cada empresa de maquininha para entender como ela lida com problemas e como se posiciona. 

Comentários sem respostas ou alto volume de queixas são pontos de atenção.

3. Suporte

Certifique-se que a empresa oferece suporte de qualidade, caso você enfrente algum problema técnico ou precise esclarecer dúvidas. 

Uma forma de avaliar a qualidade do atendimento de uma empresa é ver sua nota no Reclame Aqui. 

Dê preferência a companhias com o selo RA1000, título que só é oferecido a suportes resolutivos e rápidos.

4. Tecnologia

Procure no site da empresa se ela menciona o uso de tecnologia atualizada em seus produtos. 

Por exemplo, a InfinitePay divulga no site da sua Maquininha Smart como seu ecossistema de produtos constrói uma rede de pagamentos segura, que previne seus clientes contra fraudes e roubos. 

Além disso, os terminais a partir do Android 11 e iPhone XS ou posterior com a versão mais recente do iOS garantem o processamento imediato da transação, que melhora a experiência do seu cliente no ato da compra.

5. Leia o contrato antes de assinar

Uma vez que você tenha decidido qual maquininha adquirir, leia o contrato de adesão e certifique-se que não há nenhuma cláusula que gere desconfiança. 

Outro ponto também é validar se as taxas são fixas ou se você está adquirindo em valor promocional, para evitar surpresas nos meses seguintes. 

Precisa de CNPJ para ter máquina de cartão?

Atualmente, empresas de maquininhas oferecem a opção de adesão para pessoa física através do CPF – portanto, você não precisa mais abrir um CNPJ para começar seu negócio com uma maquininha.

A InfinitePay oferece uma maquininha para pessoa jurídica e também traz a opção InfiniteTap, que transforma seu celular em maquininha. 

Para essa função, você só precisa do seu CPF e de um celular Android 11, ou iPhone XS, ou posterior com a versão mais recente do iOS.

Leia mais:

Quanto custa ter uma máquina de cartão?

Ter uma maquininha custa de R$ 0 (compra promocional) a R$ 1.000 na aquisição, mais taxas de 0,75% a 8% por transação.

1. Custos da máquina de cartão

O custo da máquina em si pode variar dependendo do modelo e da empresa fornecedora. 

Em geral, existem duas formas de adquiri-la:

  • Compra: você paga pelo aparelho e ele se torna seu. Os preços podem variar entre R$ 50 e R$ 1.000, dependendo do modelo e das funcionalidades, como conexão via Wi-Fi, 4G ou Bluetooth.

  • Aluguel ou comodato: em algumas empresas, você pode alugar a máquina por valores mensais que variam de R$ 20 a R$ 150, dependendo do plano e do tipo de negócio.

2. Taxas sobre transações

Além do custo do equipamento, o maior gasto está relacionado às taxas cobradas sobre cada venda realizada.

As principais taxas incluem:

  • Taxa de débito: geralmente varia entre 1,0% e 2,5%.

  • Taxa de crédito à vista: fica entre 1,5% e 4%, dependendo do prazo de recebimento (imediato ou em 30 dias).

  • Taxa de crédito parcelado: pode variar de 3% a 8%, considerando as parcelas e possíveis custos adicionais por antecipação.

3. Custos adicionais

Outros custos que podem ser incluídos ao operar uma máquina de cartão são:

  • Taxa de antecipação de recebíveis: caso você opte por receber os valores de vendas parceladas antes do prazo, há uma cobrança que varia entre 1% e 3% ao mês.

  • Manutenção ou reparo: caso a máquina seja comprada, pode haver gastos extras com consertos ou substituição.

4. Recebimento antecipado

Outro fator a considerar é o prazo de recebimento das vendas. 

Algumas empresas oferecem planos para antecipar o recebimento do dinheiro, mas com taxas adicionais que precisam ser analisadas com cuidado.

Leia também: 

Qual a melhor maquininha de cartão? 

A Maquininha Smart da InfinitePay foi desenvolvida para atender às necessidades de empreendedores que buscam eficiência e agilidade nas transações, sendo uma excelente opção para esse público. 

Com taxas justas e isenção de taxas no Pix, ela se torna ainda mais atrativa para negócios que querem aumentar sua lucratividade sem comprometer a acessibilidade e o conforto dos clientes.

Além disso, a Maquininha Smart permite realizar a gestão de estoque diretamente nela, atualizando automaticamente a quantidade de produtos vendidos – essa funcionalidade é extremamente útil para pequenos negócios.

Leia também: Qual a melhor maquininha de cartão para quem está começando?

Benefícios e funcionalidades

A Maquininha Smart da InfinitePay conta com funcionalidades avançadas que beneficiam microempreendedores de diversas formas. 

Entre as principais características, estão:

  • Impressão de comprovantes;

  • Visor amplo;

  • Tela touchscreen;

  • Sistema Android, que facilita a navegação e a realização de transações.

Além disso, ela aceita a maioria das bandeiras de cartões, pagamento por aproximação (NFC), carteiras digitais como Apple Pay, Samsung Pay e Google Pay, e pagamento via QR Code – essa variedade de métodos de pagamento contribui para o aumento das vendas e proporciona uma melhor experiência ao cliente. 

O recebimento das vendas é rápido, podendo ocorrer na hora ou em até um dia útil, o que garante maior liquidez ao negócio e contribui para um fluxo de caixa saudável e a possibilidade de novos investimentos.

Suporte e atendimento ao cliente

Um bom suporte ao cliente é essencial para resolver rapidamente qualquer problema com a maquininha de cartão, evita interrupções nas vendas e garante que o negócio continue funcionando sem contratempos. 

A InfinitePay possui uma ótima nota no Reclame Aqui comparada à concorrência, o que indica um atendimento de qualidade e boa reputação – isso é um grande diferencial na hora de escolher uma maquininha, pois assegura que você terá suporte sempre que precisar.

Saiba mais sobre a melhor maquininha de cartão para empreendedores!

Empreender

Quem vende mais em datas comemorativas escolhe as poucas datas em que o seu cliente realmente compra o que você vende e começa a se preparar cerca de 60 dias antes, com estoque, preço e divulgação definidos.

O retorno compensa: o Natal teve estimativa de R$ 84,9 bilhões em 2025 e o Dia das Mães, de R$ 37,91 bilhões em 2026, segundo a CNDL e o SPC Brasil.

Quais datas comemorativas mais vendem no comércio?

Natal, Dia das Mães, Dia dos Pais, Dia dos Namorados e Dia das Crianças, nessa ordem, pelas pesquisas de intenção de compra da CNDL e do SPC Brasil, todas feitas com a mesma metodologia nas 27 capitais. A Black Friday corre por fora: só o e-commerce faturou R$ 10,19 bilhões entre a quinta e o domingo da semana da data em 2025, segundo a Confi Neotrust, citada pelo E-Commerce Brasil.

DataEstimativa mais recenteAno da pesquisaGasto médio por consumidor
NatalR$ 84,9 bilhões2025R$ 174 por presente
Dia das MãesR$ 37,91 bilhões2026R$ 294
Dia dos PaisR$ 29,7 bilhões2026R$ 286
Dia dos NamoradosR$ 26,4 bilhões2026R$ 264
Dia das CriançasR$ 16,73 bilhões2025R$ 297

Fontes: CNDL/SPC Brasil para Natal, Dia das Mães, Dia dos Pais, Dia dos Namorados e Dia das Crianças. A pesquisa nacional do Dia das Crianças de 2026 ainda não tinha saído na última revisão; por enquanto, há só levantamentos regionais, como o da Fecomércio SC, que aponta gasto médio de R$ 320 no estado.

Gráfico com a última estimativa da CNDL para Natal, Dia das Mães, Dia dos Pais, Dia dos Namorados e Dia das Crianças

Tamanho de mercado não é o único critério. Uma confeitaria pode vender mais na Páscoa do que no Dia dos Pais, e uma loja de festas fatura no Halloween o que uma ótica nunca vai faturar. Escolha pela pergunta: nessa data, o meu cliente compra o que eu vendo?

Quando são as próximas datas comemorativas?

A próxima é o Dia das Crianças, na segunda-feira, 12 de outubro de 2026. A tabela traz cada data na próxima vez em que ela cai e o guia completo, quando já existe. Para o ano inteiro, com datas regionais e feriados, use o calendário comercial.

DataQuando caiGuia completo
Dia das CriançasSegunda, 12/10/2026Dia das Crianças 2026: o que vender
HalloweenSábado, 31/10/2026Como vender mais no Halloween
Dia dos SolteirosQuarta, 11/11/2026Como vender no 11.11
Black FridaySexta, 27/11/2026Como vender mais na Black Friday
Cyber MondaySegunda, 30/11/2026Cyber Monday 2026: como vender
NatalSexta, 25/12/2026Como vender mais no Natal
CarnavalTerça, 09/02/2027Promoção de Carnaval
Dia do ConsumidorSegunda, 15/03/2027Dicas nesta página
PáscoaDomingo, 28/03/2027Dicas nesta página
Dia das MãesDomingo, 09/05/2027Dicas nesta página
Dia dos NamoradosSábado, 12/06/2027Dicas nesta página
Festa JuninaJunho de 2027 (São João: quinta, 24/06)Dicas nesta página
Dia dos PaisDomingo, 08/08/2027Dia dos Pais: dicas e cronograma
Dia do ClienteQuarta, 15/09/2027Estratégias para o Dia do Cliente

Com quanto tempo de antecedência se preparar para uma data comemorativa?

Cerca de 60 dias antes nas datas grandes e 30 dias nas menores. O cliente também se antecipa: na pesquisa de Dia das Mães de 2026 da CNDL, 73% de quem pesquisa preço começa 15 dias antes da data ou mais. Quem só divulga na véspera chega depois da decisão de compra.

Linha do tempo para datas comemorativas: 60, 30 e 15 dias antes, semana da data e medição de ticket médio e margem depois
60 dias antes
Escolha a data, defina a meta de faturamento e a margem mínima e feche pedidos com fornecedores. Revise o que vendeu no ano anterior.
30 dias antes
Monte o estoque com folga nos itens mais procurados (a planilha de controle de estoque ajuda) e precifique ofertas e kits com a planilha de precificação.
15 dias antes
Comece a divulgar nas redes, no WhatsApp e na vitrine. Decore a loja e o perfil com o tema da data.
Semana da data
Reforce o atendimento, prepare embrulho e entrega e garanta Pix, cartão parcelado e link de pagamento funcionando.
Depois da data
Meça ticket médio, margem e o que esgotou ou sobrou. Esses números definem a próxima campanha.

Como vender mais em cada data comemorativa?

Cada data tem um comprador e um motivo diferentes. O resumo abaixo mostra o que muda em cada uma; as datas com guia próprio levam ao passo a passo completo.

Dia das Crianças

Quem escolhe é a criança, mas quem paga é o adulto: fale com pais, avós e tios e monte kits por faixa de preço. Na última pesquisa nacional, de 2025, o gasto médio previsto foi de R$ 297 por consumidor, segundo a CNDL. Brinquedo, roupa e doce vendem bem em kit pronto para presente. Veja produtos por negócio, kits e um cronograma de última hora em Dia das Crianças 2026: o que vender e como lucrar.

Halloween

A data é menor, mas a concorrência também é, e ela abre a temporada de fim de ano. Adereços, maquiagem e doces vendem mais em kits prontos divulgados duas semanas antes. Veja produtos por tipo de negócio em como vender mais no Halloween.

Dia dos Solteiros

O 11.11, em 11 de novembro, abre as promoções online do mês e serve de teste para a Black Friday. Aposte no autopresente, com uma oferta de 24 horas, e guarde o desconto mais forte para o fim do mês. Veja ofertas e frases em como vender no Dia dos Solteiros.

Black Friday

O cliente chega comparando preço, então o desconto precisa ser real e caber na margem. Defina a oferta com a calculadora de desconto e siga o plano de vendas da Black Friday. O ebook gratuito de Black Friday reúne estratégias de marketing e preço para a data. Para o esquenta de novembro e a segunda depois da sexta, veja o guia da Cyber Monday 2026.

Natal

É a maior data do ano: em 2025, cada consumidor planejava comprar 4 presentes, de R$ 174 em média, com roupas (52%), perfumes e cosméticos (36%), calçados e brinquedos (30% cada) no topo, segundo a CNDL. O dinheiro do décimo terceiro entra no fim de novembro e em dezembro. Prazos, produtos e promoções estão em como vender mais no Natal.

Campanha emocional funciona quando é repetida todo ano: a Coca-Cola associa a marca ao Papai Noel desenhado por Haddon Sundblom desde 1931, segundo a história oficial da empresa. No pequeno negócio, a mesma vitrine, embalagem ou ação a cada Natal cria lembrança.

Carnaval

Bebida, comida de rua, fantasia, adereço e maquiagem são os itens da data, e quem vende no bloco precisa receber rápido e sem troco. Veja ideias por tipo de negócio em promoção de Carnaval.

Dia do Consumidor

Em 15 de março, a data funciona como uma Black Friday menor no primeiro semestre. Use para atrair cliente novo com uma oferta de entrada e para cadastrar contatos que vão receber as campanhas de Páscoa e Dia das Mães.

Páscoa

Chocolate, ovo artesanal e cesta lideram. Quem produz em casa deve abrir encomendas com pagamento adiantado e fechar a agenda alguns dias antes, para comprar insumo só do que já foi pago. A data também é porta de entrada para quem busca renda extra.

Dia das Mães

Moda (53%) e beleza (50%) lideram as intenções de compra, e 79% pretendem comprar em loja física, segundo a CNDL. Monte kits em 3 faixas de preço e capriche na vitrine: ela empata com o Instagram (39% cada) como canal de descoberta. Se você vende beleza, veja como vender cosméticos pela internet.

Dia dos Namorados

O gasto médio previsto em 2026 era de R$ 264, e 36% de quem ia presentear pretendia comemorar em casa, segundo a CNDL. Isso abre espaço para kits de jantar, vinho, chocolate e café da manhã, além de presentes personalizados.

Festa Junina

Comidas típicas, bebidas quentes, decoração e roupa caipira concentram as vendas de junho, principalmente no Nordeste. Kits prontos para festa em casa, escola ou empresa aumentam o valor de cada venda. Veja receitas e preços em comidas para vender na rua.

Dia dos Pais

Roupas, calçados e acessórios lideram com 62% das intenções, seguidos de cosméticos e perfumes (27%) e ferramentas (18%), segundo a CNDL. Monte kits por perfil de pai e confira o cronograma em Dia dos Pais: dicas para vender mais.

Dia do Cliente

É a data para recompensar quem já compra, não para caçar cliente novo. Ofereça benefício exclusivo, prévia de lançamento ou brinde e mande uma mensagem de agradecimento. Mais ideias em estratégias para o Dia do Cliente.

Como vender na loja física e na internet na mesma data?

Use cada canal para levar o cliente ao outro. Na pesquisa de Dia das Mães, 79% pretendiam comprar em loja física, mas 87% de quem pesquisa preço faz isso pela internet. Quem ainda não vende online pode começar com uma loja no Instagram ou uma loja virtual, antes de pensar num e-commerce completo.

Reserva online, retirada na loja
O cliente garante o produto pelo WhatsApp ou pelo site e busca na loja, onde costuma levar mais um item.
Cupom cruzado
Oferta divulgada nas redes que só vale na loja física, ou cupom entregue no balcão para a próxima compra online.
Live de vendas
Mostre os kits da data ao vivo e venda pelo link de pagamento. Veja como funciona o live shopping.
QR Code na vitrine
Leva quem passa na porta para o catálogo, as avaliações ou o WhatsApp da loja.

Como dar desconto em data comemorativa sem perder dinheiro?

Calcule o desconto máximo antes de anunciar. Some custo do produto, taxas e frete; o que sobra até o preço é o limite do desconto, e abaixo dele você paga para vender.

Exemplo
Produto vendido a R$ 100, com R$ 55 de custo e R$ 15 de taxas, frete e embalagem. Sobram R$ 30 por venda.
Desconto que zera o lucro
30%. Nesse ponto, cada venda só paga os custos.
Desconto que mantém metade do lucro
15%. O produto sai por R$ 85 e ainda deixa R$ 15.
Alternativa ao corte de preço
Kit com um item de menor custo, brinde ou frete grátis acima de um valor mínimo preservam mais margem.

Faça a conta para cada produto da campanha com a calculadora de margem de lucro e a calculadora de desconto.

O que medir depois de cada data comemorativa?

Separe um dia depois da data para olhar 4 números e anotar o que repetir e o que cortar. Comparar datas entre si mostra onde investir tempo e verba no ano seguinte.

Ticket médio
Quanto cada cliente gastou por compra. Se caiu muito na promoção, o desconto trocou margem por volume.
Margem por produto
Quanto sobrou de cada venda depois de custo, taxa e frete. Mostra o que vendeu muito e lucrou pouco.
Conversão da campanha
Quantas pessoas que viram a oferta compraram. Mede se a mensagem acertou o público.
Ruptura e sobra
O que esgotou cedo e o que encalhou. Ajusta o pedido ao fornecedor na próxima vez.

Pergunte também a alguns clientes como foi a compra: atendimento, entrega e embalagem pesam na volta deles na próxima data.

Como receber pagamentos nas datas de pico?

Aceite todas as formas que o cliente usa e receba rápido para repor estoque. No Natal de 2025, 54% pretendiam pagar com Pix, 48% iam parcelar ao menos parte das compras e 39% disseram que comprariam menos presentes sem crédito, segundo a CNDL.

Na InfinitePay, que publica este guia, não há adesão nem mensalidade: você baixa o aplicativo e começa a vender. Veja todas as taxas.

Pix
Gratuito, sem taxa por venda.
Maquininha Smart
A maquininha de cartão cobra a partir de 1,37% no débito e 3,15% no crédito à vista para quem fatura até R$ 20 mil por mês, e a partir de 0,75% e 2,69% acima disso. Você recebe na hora ou em 1 dia útil.
Celular como maquininha
O InfiniteTap transforma o celular em maquininha com as mesmas taxas, útil para vender em feira, evento ou entrega.
Venda à distância
Com o link de pagamento, você vende pelo WhatsApp e pelas redes em até 12x.
Gestão do dinheiro
As vendas caem na conta digital gratuita, com gestão de cobranças e cartão para pagar fornecedores.

Este artigo é atualizado todo ano com as datas do calendário e as pesquisas de intenção de compra do varejo. Última revisão: outubro de 2026.

Smiling retail worker in apron holding a payment terminal inside a clothing store.
Seu negócio

Você deu um passo importante para o seu negócio crescer: você comprou uma maquininha de cartão! E escolheu a InfinitePay para te ajudar a crescer. E agora?! O que você pode fazer para vender mais com a sua maquininha?

Para garantir que seu negócio continue vendendo cada vez mais, preparamos um artigo completo com estratégias de vendas e de organização financeira para que você aumente seu lucro todos os meses.

Você aprenderá dicas valiosas que empreendedores e lojistas de todo o Brasil usam para atrair mais clientes, aumentar a margem de lucro, gerenciar o fluxo de caixa e acelerar o faturamento de forma simples, usando algumas das soluções gratuitas da InfinitePay (que você tem acesso completo ao comprar sua maquininha).

Vamos lá?!

Como vender mais com maquininha de cartão?

A maquininha de cartão, por si só, já é um atributo favorável que vai te ajudar a vender mais: agora, você consegue parcelar suas vendas em até 12 vezes – uma vantagem e tanta para os seus clientes. Mas existem outras formas de vender mais com a sua maquininha e, abaixo, listamos algumas delas:

1. Planeje ações de vendas com antecedência

Não importa qual é seu ramo de atuação: ao longo do ano, existem dezenas de datas comemorativas que você pode explorar para vender mais – como páscoa, dia das mães, Dia dos Namorados, dia dos pais, dia das crianças, Natal…

O ideal é que você comece a planejar suas ofertas e ações promocionais com antecedência. Para fazer o planejamento da melhor forma, aconselhamos que você faça uma previsão de demanda.

Analise seu histórico de vendas e identifique os produtos mais vendidos, especialmente em épocas comemorativas. Isso auxiliará na tomada de decisão sobre quais itens devem ser repostos com mais urgência e em maior quantidade.

Precificar adequadamente é crucial para posicionar seu negócio e garantir uma boa margem de lucro. Preparamos um vídeo que pode te ajudar com isso. Confira abaixo:
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As datas comemorativas são ótimas para testar novos produtos e novas estratégias de vendas porque você consegue ver a aceitação do seu público de forma mais rápida, então é importante que você se atente às tendências que podem te ajudar a atrair mais clientes.

2. Faça vendas online pelo WhatsApp ou pelas redes sociais

O comércio online movimentou mais de R$ 187 bilhões em 2023 e esse número continua crescendo todos os anos. Por isso, se você não quer deixar dinheiro na mesa, é importante que seu negócio tenha algum tipo de presença digital.

Mas não se preocupe: você não precisa de um site profissional para fazer vendas online. Vender pela internet e pelas redes sociais é mais simples do que você imagina.

Existem algumas plataformas de e-commerce fáceis de mexer que você pode usar para criar sua loja online, mas você também pode simplesmente criar um perfil na sua rede social preferida e começar a divulgar seus produtos.

Com o link de pagamento da InfinitePay você consegue fazer vendas seguras para qualquer lugar do Brasil.

Basta gerar o link pelo aplicativo ou pelo site da InfinitePay com o valor total da venda e compartilhar com o seu cliente. Depois, ele escolhe em quantas parcelas quer pagar e o dinheiro cai na sua conta em 1 dia útil.

3. Ofereça condições especiais de pagamento

Sabia que os brasileiros preferem pagar pelos presentes no crédito parcelado? Com a InfinitePay, você não perde oportunidades e nem margem de lucro – já que você pode parcelar suas vendas em até 12x com as melhores taxas do mercado.

Por isso, aconselhamos que você pense na possibilidade de oferecer descontos e condições especiais de parcelamento para incentivar as compras em datas comemorativas, destacando essas vantagens em suas campanhas promocionais.

Você pode, também, oferecer desconto em pagamentos pelo Pix – lembrando que a InfinitePay oferece Pix com taxa zero para todos os clientes. Se a venda for física, indicamos que você use o QR Code integrado à maquininha. Assim, o seu cliente pode levar o comprovante da venda por Pix para casa.

4. Faça entrega

Que tal fazer a venda dos seus produtos onde o seu cliente estiver? Fazer entrega dos seus clientes é um ótimo diferencial e pode ser o fator decisivo para um cliente escolher comprar na sua loja. E não se preocupe com o pagamento na hora da entrega: com a InfinitePay, você não precisa enviar sua maquininha de cartão com o responsável pela entrega.

Basta instalar o aplicativo da InfinitePay no celular do seu colaborador e ativar o Modo Vendedor. Assim, ele consegue usar o InfiniteTap para realizar vendas por aproximação usando somente o celular – sim, o InfiniteTap transforma o celular em maquininha de cartão.

Essa função é 100% segura, tanto para você quanto para o seu cliente. Seu colaborador não conseguirá acessar nenhum dado da sua conta e seu cliente não precisará compartilhar nenhum número do cartão. É praticidade e segurança para todos!

Veja como o Modo Vendedor funciona:

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5. Aposte no pós-venda e fidelização

Investir em um atendimento de qualidade no pós-venda é fundamental para fidelizar seus clientes e garantir que eles voltem a comprar em sua loja. Um estudo recente da Harvard Business Review aponta que aumentar a retenção de clientes em apenas 5% pode resultar em um aumento de lucros de 25% a 95% (Reichheld, 2020).

Dessa forma, o pós-venda se torna um fator crucial para o sucesso do seu negócio, pois é nesse momento que você tem a oportunidade de estabelecer um relacionamento duradouro com seu cliente, garantindo que ele retorne à sua loja em outras ocasiões.

Algumas estratégias de pós-venda eficientes incluem:

  • Registrar contato: cadastre seu cliente com informações básicas (e-mail, WhatsApp) para manter o contato com ele depois da venda. Vale usar sistemas de CRM para organizar os dados ou mesmo uma planilha.
  • Oferecer suporte para dúvidas, sugestões ou reclamações: aproveite as datas comemorativas para agradecer pela confiança e parabenizar a pessoa presenteada. É uma oportunidade para abrir espaço para receber dúvidas ou mesmo resolver problemas que possam acontecer com a compra.  
  • Faça promoções e descontos: encaminhe ofertas exclusivas e descontos personalizados para fidelizar e estimular novas compras no futuro, sempre cuidando para oferecer produtos pertinentes para o seu cliente.

Como aumentar seu lucro?

Para lucrar mais, não basta vender mais, mas também vender melhor. O aplicativo completo da InfinitePay permite gerenciar vendas e gastos de forma simples e eficiente em tempo real, evitando a necessidade de colecionar contas em banco e otimizando a gestão do seu negócio.

Confira: Baixe aqui nossa planilha de precificação!

Veja algumas das vantagens que vão te ajudar a aumentar seu lucro:

1. Receba seu dinheiro em 6 segundos

Ative e desative o InfiniteNitro para receber suas vendas em 6 segundos, inclusive nos finais de semana e feriados.

2. Ganhe 1,5% de cashback movimentando seu saldo

Use o cartão virtual inteligente da InfinitePay e recupere até 65% das taxas ao movimentar sua conta.

3. Acabe com a inadimplência de forma prática

A gestão de cobrança da InfinitePay trabalha para você. Cadastre seus clientes e eles receberão cobranças automáticas simplificando o processo de cobrança e diminuindo da inadimplência do negócio.

4. Aumente seu fluxo de caixa

Use o empréstimo inteligente para ter crédito ágil e prático. Você contrata o empréstimo em poucos cliques e paga com parte das suas vendas.

5. Acompanhe suas receitas e despesas em tempo real

Receba, pague contas e faça a gestão de todo seu dinheiro na sua conta inteligente da InfinitePay.

Com a ajuda dos produtos e serviços da InfinitePay, você estará sempre amparado para multiplicar seu lucro e acelerar o sucesso do seu negócio. Use nossas ferramentas, siga nossas estratégias e veja sua empresa crescer no mercado.

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