Aprenda sobre gerenciamento de faturamento. Descubra estratégias para otimizar o fluxo de caixa e a saúde financeira de sua empresa.

Você sabe a diferença entre fatura e nota fiscal? Essa é uma dúvida comum, e muitos empreendedores até podem achar se tratar de um mesmo documento com funções semelhantes. No entanto, elas têm diferenças importantes que é bem interessante saber.
Em resumo, podemos dizer que a nota fiscal está relacionada ao recolhimento de impostos, enquanto a fatura não tem esse tipo de validade tributária e está mais relacionada à cobrança de um produto vendido ou serviço prestado. O ponto em comum, é que a nota fiscal e a fatura são documentos relativos a uma transação comercial entre empresas (B2B), ou entre empresa e pessoa física (B2C).
Os dois documentos possuem diferentes objetivos, mas ao mesmo tempo são complementares. Por isso, é preciso entender suas particularidades, questões jurídicas e administrativas, e claro, entender como emitir cada um deles.
Neste artigo, explanamos a diferença entre nota fiscal e fatura, as questões legais relativas a esses documentos e como fazer uma boa gestão financeira.
A fatura é um documento que detalha uma transação comercial, tanto de venda de produtos quanto de prestação de serviços, mas que não está vinculada ao recolhimento de impostos. O principal objetivo de uma fatura é relacionar todas as informações que deram origem a um compromisso comercial.
A fatura é um pagamento que ainda será efetivado. Por exemplo, todos os meses recebemos nossas contas de luz, telefone, internet, entre outras, para efetuar o pagamento, certo? Esses são alguns exemplos de fatura. Considerando que a fatura descreve todos os detalhes da transação, muitas empresas utilizam esse documento como auxiliar no seu processo de gestão financeira.
Quando um negócio realiza a emissão da fatura, é preciso gerar também uma nota fiscal para cada um desses documentos. Afinal, conforme dito anteriormente, a fatura não tem relação com questões tributárias. No entanto, não é raro encontrar empresas que não fazem a emissão de faturas e utilizam a própria nota fiscal para cumprir o papel desse documento. Nesse caso, costuma-se enviar uma forma de pagamento (por exemplo, Pix ou link de pagamento) com a NF-e.
As faturas mais usadas pelas empresas são:
Diferente da fatura, a nota fiscal é um documento que tem como objetivo registrar uma transação comercial, seja ela de venda de produtos, seja de prestação de serviços, entre empresas ou entre empresa e pessoa física. O documento também é a responsável por garantir o recolhimento correto dos impostos. Por conta disso, não emitir nota fiscal é crime, enquadrado como sonegação fiscal e passível de multa e até pena de detenção.
Tempos atrás, a nota fiscal era preenchida no papel pela parte vendedora e entregue à parte compradora do negócio. Porém, a partir de 2008, começou o processo de implementação da versão eletrônica no Brasil. Assim, surgiu a nota fiscal eletrônica (NF-e), versão digital deste documento fiscal que pode ser emitida, enviada ao cliente e armazenada em ambiente virtual.
A fatura tem grande importância na gestão financeira de uma empresa, ajudando a organizar os processos, inclusive o fluxo de caixa. Porém, ela não é um documento legalmente obrigatório, ao contrário da nota fiscal. Em outras palavras, a fatura pode ser substituída pela nota fiscal, porém, o contrário não pode acontecer.
A nota fiscal é um documento obrigatório para todas as empresas que realizam vendas ou prestam serviços. Até o momento, só estão isentos dessa obrigatoriedade os Microempreendedores Individuais (MEIs), que realizam transações comerciais com pessoas físicas. Todos os negócios que comercializam produtos e/ou serviços são obrigados a emitir nota fiscal.
Os quatro principais tipos de nota fiscal eletrônica que podem ser emitidas atualmente são:
Veja também: Como fazer uma nota fiscal?
A NF-e, Nota Fiscal Eletrônica de Produtos ou Mercadorias, é utilizada exclusivamente para registro de uma transação comercial de produtos físicos. Esse tipo de nota fiscal tem relação direta sobre a cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), e a sua emissão é feita junto às Secretarias Estaduais de Fazenda.
Por também estar relacionada à circulação de mercadorias, é preciso que com a NF-e também seja emitido o Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica (Danfe), documento que deve estar junto ao produto durante o seu trânsito.
Com função semelhante à da NF-e, ou seja, registrar uma transação comercial, a NFC-e, Nota Fiscal ao Consumidor Eletrônica, é uma alternativa eletrônica aos cupons fiscais. Utilizada em transações no varejo e no comércio, a NFC-e é o modelo entregue quando realizamos uma compra no supermercado, farmácia, restaurantes e demais estabelecimentos comerciais.
Como o próprio nome sugere, a NFS-e, Nota Fiscal de Serviços Eletrônica, deve ser emitida sempre que há uma prestação de serviço, seja entre empresas, seja entre empresa e pessoa física.
A NFS-e está vinculada à prefeitura onde o CNPJ da empresa prestadora está registrado. No que diz respeito aos impostos, esse tipo de nota fiscal visa o recolhimento do ISS, Imposto sobre Serviços Prestados, de competência municipal.
O CT-e (Conhecimento de Transporte Eletrônico), é um documento fiscal relacionado à prestação de serviço de transporte de cargas (transportadoras). Ele substitui eletronicamente seis modelos de documentos que antes eram emitidos em papel, entre eles, Nota Fiscal de Serviço de Transporte modelo sete, Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas modelo oito, entre outros.
Esse tipo de nota fiscal eletrônica deve ser emitido para todos os modais de transporte, ou seja, rodoviário, ferroviário, aquaviário, aeroviário, dutoviário e multimodal.
Quando o assunto é nota fiscal eletrônica, alguns empreendedores têm muitas dúvidas e não sabem por onde começar. Este é um cenário muito comum, tendo em vista que existem inúmeras particularidades e regulamentações, e você pode se confundir facilmente.
Entretanto, é necessário ter atenção. Isso não pode ser desculpa para não emitir nota fiscal, não pagar impostos em dia ou não manter o negócio legalizado, já que você pode ser fiscalizado e sofrer sérias consequências, como o pagamento de multas.
Antes de tomar qualquer atitude em seu empreendimento, você precisa entender quais são as suas obrigações fiscais. Todos os empreendedores devem emitir notas fiscais de suas vendas, entretanto, existe apenas uma exceção.
Quem opta por ser Microempreendedor Individual (MEI), que é um tipo de regime tributário, não precisa gerar o documento quando vende para pessoa física. Contudo, caso o consumidor exija, você será obrigado a emitir.
Para a grande maioria das empresas, a emissão da nota fiscal é um passo obrigatório para a realização das vendas de produtos e serviços.
Entretanto, no caso das lojas virtuais que estão iniciando suas jornadas no e-commerce e tem como público-alvo o mercado B2C (ou seja, pessoas físicas), uma ótima opção é buscar o regime tributário do MEI.
Além de ser um regime muito mais simplificado, o MEI oferece excelentes benefícios, como:
Lei mais: Passo a passo de como abrir um MEI sem dúvidas
O mais indicado para a sua empresa é fazer a emissão das notas fiscais automaticamente, para diminuir a demanda de mão de obra e mitigar possíveis erros manuais. Dessa forma, você tem a certeza que nenhuma deixará de ser gerada, garantindo que o seu negócio fique em dia com o Fisco.
Ainda que a NF-e seja emitida digitalmente, ou seja, por meio de um software, muitos empreendedores ainda geram nota por nota. Além de trabalhoso e demorado, as chances de gerar alguma NF-e errada aumenta bastante.
Já quando se emite esse documento de forma automática, essas e outras questões relacionadas à falha e esquecimento são minimizadas, quando não totalmente eliminadas. Isso acontece porque é possível vincular o seu sistema de emissão de NF-e ao de pagamentos da sua empresa. Assim, sempre que um recebimento é confirmado, o processo de emissão da nota se inicia automaticamente.
Além de facilitar a sua rotina e aumentar a produtividade, realizar essa tarefa desse modo permite o envio desse documento fiscal de maneira mais rápida ao cliente, bem como a entrega do produto ou serviço.
Pensando na realidade de um empreendimento que precisa emitir uma nota fiscal para a venda de um produto ou serviço, há algumas etapas importantes que devem ser seguidas.
Antes de tudo, é importante que você saiba qual nota fiscal precisará emitir em seu negócio. No caso da venda de produto físico, em caso de obrigatoriedade, sua loja precisará emitir uma Nota Fiscal Eletrônica (NF-e). Já se você oferece serviços em seu negócio, a nota que deverá ser emitida é a Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFS-e).
Como também foi possível observar, as notas fiscais contam com uma série de questões burocráticas que precisam ser avaliadas. As Notas Fiscais de Serviço, por exemplo, são administradas municipalmente. Já as Notas Fiscais de Produto Eletrônicas são responsabilidade das Secretarias da Fazenda Estadual (SEFAZ).
É fundamental verificar esses pontos com o contador, pois toda a questão dos cadastros tributários precisa ser efetivada para que você possa emitir uma nota fiscal, evitando maiores transtornos com a Receita Federal.
O Certificado Digital é um documento de identificação eletrônica com um sistema de criptografia que garante a legitimidade e autenticidade de todos os tipos de arquivos. Existem alguns modelos de certificados. Os mais utilizados são o Certificado Digital e-CPF, voltado para pessoa física, e o Certificado Digital e-CNPJ, utilizado por empresas.
Note que, para toda empresa que precisa emitir obrigatoriamente uma nota fiscal, é necessário obter o certificado digital, segundo a SEFAZ. É importante salientar que a emissão de um Certificado Digital deve ser realizada por uma Autoridade Certificadora (AC), habilitada pela Receita Federal, como:
Para obter um Certificado Digital, por sua vez, o e-commerce precisará informar, dentre outros documentos:
Você também precisará definir qual software de emissão irá utilizar para gerar suas notas. Há diversas opções no mercado que atendem diferentes necessidades de negócio. Algumas prefeituras oferecem sistemas gratuitos de emissão de nota fiscal.
Por fim, após concluir todas as etapas (fiscais e técnicas), basta emitir a Nota Fiscal, seguindo as orientações do software escolhido.
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A demonstração financeira chamada DRE (demonstração do resultado do exercício) é um resumo de dados que possibilita que os empreendedores apresentem os resultados financeiros mensais ou anuais a seus investidores, bancos e até mesmo para o governo.
Para saber se estão lucrando ou tendo prejuízos com as ações adotadas, as empresas precisam registrar e apresentar o resultado de suas operações financeiras.
Para isso, plataformas digitais, ou até mesmo planilhas criadas no Excel são de grande ajuda para compor declarações como a DRE.
Neste artigo, explicaremos em detalhes o que é, como criar um modelo do zero, métodos de análise e qual a importância para o seu negócio.
A DRE, ou Demonstração do Resultado do Exercício, é uma ferramenta contábil que resume os resultados financeiros de uma empresa em um período determinado, abrangendo tanto as operações principais quanto as atividades não operacionais.
Esse relatório é essencial para entender o desempenho financeiro do negócio, oferecendo uma visão clara de seus ganhos e despesas.
Diferentemente do balanço patrimonial, que apresenta os saldos das contas de bens, direitos e obrigações da empresa, ela detalha os gastos e ganhos ocorridos durante o exercício, que geralmente corresponde ao ciclo anual (janeiro a dezembro).
No entanto, a elaboração de DREs mensais ou trimestrais também é comum, seja para monitorar o desempenho fiscal ou auxiliar na gestão administrativa.
Por meio dessa declaração, são confrontados indicadores como receitas, custos, despesas, investimentos e provisões, resultando na apuração do lucro ou prejuízo líquido da empresa.
Esse documento é obrigatório para fins legais em periodicidade anual, mas também pode ser adaptado para diferentes necessidades de análise e planejamento.
Embora utilizem os mesmos dados de base, essas versões atendem a objetivos distintos.
A DRE Gerencial é projetada para a análise interna e estratégica da empresa.
Flexível em sua estrutura, ela permite adaptações conforme as necessidades do negócio, como a inclusão de projeções de custos futuros, metas de expansão e análises específicas de desempenho.
Seu objetivo principal é auxiliar gestores na tomada de decisões estratégicas, oferecendo insights sobre a rentabilidade e eficiência operacional.
Por ser voltada para o uso interno, ela não segue necessariamente os padrões contábeis formais, mas é uma ferramenta indispensável para otimizar a gestão e planejamento do negócio.
A DRE Contábil, por outro lado, é um relatório oficial obrigatório para atender às exigências fiscais.
Sua elaboração segue normas legais específicas, sendo realizada por profissionais habilitados, como contadores registrados no Conselho Regional de Contabilidade (CRC).
Esse tipo de declaração é utilizado para apuração de tributos, registro de resultados e prestação de contas, sendo estruturado de maneira padronizada para cumprir as obrigações legais da empresa.
Vale dizer que apenas o MEI está isento da necessidade de apresentar esse documento.

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Por meio da DRE é possível analisar se administração da empresa está controlando efetivamente os gastos de forma eficiente, e se o lucro gerado é compatível com o capital investido no empreendimento.
Ou seja, a demonstração do resultado do exercício é responsável por mostrar a saúde financeira do negócio.
Por mais que a função da DRE pareça clara, muitos desconhecem sua real empregabilidade, estruturação e benefício.
Separamos os principais benefícios que a Demonstração de Resultados do Exercício oferece para os negócios:
A estrutura da Demonstração do Resultado do Exercício, conforme o artigo 187 da Lei nº 6.404/1976, deverá conter obrigatoriamente:
Vale dizer que, desde 2007, demonstração de resultado (DRE) é uma tarefa obrigatória para a maioria das empresas, pois ela também é um demonstrativo contábil de apresentação de impostos e taxas, evitando sonegação.
A estrutura acima é uma versão simplificada de uma DRE e isso significa que você não precisa se limitar a ele, já que existem modelos mais detalhados e complexos.
Independentemente do método escolhido para o preenchimento, a sua DRE precisa ser o mais detalhada possível.
Para pequenas empresas, ou empreendedores com pouca maturidade, seguir um modelo para elaborar um documento de DRE é uma estratégia inteligente.
No tópico a seguir, você confere um passo a passo para fazer a sua planilha de DRE.
Além de saber como preencher corretamente os passos principais de uma DRE, você precisa estruturar o seu documento.
Por isso, antes de detalharmos cada uma das partes obrigatórias, vamos dar algumas dicas para você estruturar a sua no Excel ou no Planilhas Google:
É aqui que precisamos adicionar os títulos em cada coluna. A partir dele que serão definidas as informações a serem inseridas são:
Além dessas informações, é possível acrescentar as contas conforme as movimentações financeiras do seu negócio.
Confira como ficaria:

Esse parte é bastante rápida e simples!
Para não precisar repetir esse passo toda vez que você precisar inserir os dados na DRE, sugerimos formatar cada uma das linhas e colunas corretamente.
Basta editar a formatação da seguinte forma: linhas e colunas de “Valor” como “Moeda”; coluna “A” como “Geral”; linha “Data” como “Data Abreviada”.
Depois, de formatadas, indicamos que você utilize cores entre as linhas para facilitar a identificação das informações.
Ambas as plataformas oferecem uma variedade de cores, você pode escolher as que achar melhor.
No nosso exemplo utilizamos a cor verde para os meses e cinza nas informações principais, como no exemplo abaixo:

Agora que você já montou a base da sua DRE, vamos entender melhor cada uma das partes principais e, também, como criar e inserir suas respectivas fórmulas.
A receita bruta representa o total acumulado das vendas realizadas pela empresa em um determinado período, sem levar em conta os descontos, devoluções ou impostos aplicados às operações.
Esse é o ponto de partida para entender o desempenho financeiro do negócio antes de qualquer dedução.
Para encontrar o total de “Receita Operacional Bruta”:

Refere-se aos valores que são subtraídos da receita bruta, incluindo devoluções de produtos, descontos comerciais concedidos aos clientes e impostos incidentes diretamente sobre as vendas, como ICMS e ISS.
Essas deduções ajustam a receita para refletir os valores efetivamente recebidos.
Para encontrar o total de “Deduções da Receita Bruta”:

A receita líquida é obtida após a aplicação das deduções sobre a receita bruta.
Ela reflete o montante real que a empresa tem disponível, eliminando efeitos de devoluções, descontos e impostos diretos, sendo essencial para análises financeiras.
Para encontrar o total de “Receita Operacional Líquida”:

Os custos das vendas abrangem todas as despesas extras relacionadas diretamente à produção de bens ou à prestação de serviços vendidos.
Isso inclui custos de matéria-prima, logística, e quaisquer gastos associados à entrega ou fabricação de produtos e serviços.
Para encontrar o total de “Custo das Vendas”:

O lucro bruto é calculado subtraindo os custos das vendas da receita líquida.
Esse indicador revela a margem de ganho inicial que a empresa obtém com suas operações principais, antes de considerar despesas administrativas, financeiras e tributárias.
Para encontrar o total de “Resultado Operacional Bruto”:

As despesas administrativas ou “operacionais” incluem todos os custos fixos associados à manutenção e operação do negócio.
Isso inclui salários de funcionários administrativos, aluguel de escritórios, contas de energia e outros gastos que não dependem diretamente do volume de vendas.
Para encontrar o total de “Despesas Operacionais”:

São os custos associados à obtenção de crédito ou à administração de dívidas, como juros sobre empréstimos, taxas bancárias e multas financeiras.
Quando aplicável, pode incluir variações cambiais em operações internacionais.
Para encontrar o total de “Despesas Financeiras Líquidas”:

Essas despesas englobam os gastos diretamente relacionados à promoção e concretização de vendas, como comissões de vendedores, investimentos em publicidade, ações de marketing e suporte pós-venda.
Para encontrar o total de “Outras Despesas e Receitas”:

É o montante obtido após a dedução de todas as despesas operacionais e financeiras, mas antes de considerar a incidência do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL).
Esse resultado reflete o desempenho operacional bruto da empresa.
Para encontrar o total de “Resultado Operacional do IR e CSLL”:

Corresponde à reserva financeira necessária para o pagamento do IRPJ e da CSLL.
Esses tributos são calculados com base no lucro obtido pela empresa, sendo fundamentais para o planejamento fiscal.
Para encontrar o total de “Provisão para IR e CSLL”:

Para isso, é necessário inserir uma aba na planilha de DRE com a taxa referente aos impostos:

Esse indicador considera o lucro após dedução de todas as despesas, inclusive tributos, mas antes da distribuição de participações aos sócios, acionistas ou funcionários.
É usado para medir a rentabilidade operacional final antes das alocações.
Para encontrar o total do “Lucro Líquido antes das Participações”:

O resultado líquido, também conhecido como lucro líquido final, é o valor que sobra para a empresa após todas as deduções, incluindo despesas, tributos e participações.
Esse é o montante disponível para reinvestimentos, distribuição de dividendos ou reserva financeira.
Para encontrar o total do “Resultado líquido do exercício”:

Se você seguiu todos os passos corretamente, a sua planilha de DRE está pronta! Agora, você só precisa fazer os lançamentos.
Confira como fica preenchido no modelo final:

Leia mais:
Existem dois principais métodos, a vertical e a horizontal, que basicamente funcionam como uma orientação de leitura e interpretação da planilha.
Ao aplicar esses dois métodos de análise, gestores têm uma visão completa do desempenho financeiro, podendo tomar decisões embasadas e proativas para impulsionar os resultados.
A seguir, explicamos cada uma delas em detalhes.
A Análise Vertical examina a relação proporcional entre os elementos da DRE e um total de referência, que geralmente é a receita líquida.
Essa abordagem ajuda a entender como cada componente, como custos, despesas e impostos, contribui para o resultado final.
Por exemplo, ao observar a porcentagem das despesas operacionais em relação à receita líquida, é possível identificar áreas onde os gastos estão acima do esperado.
Com essas informações, os gestores podem ajustar a estrutura de custos, melhorando a eficiência e otimizando a lucratividade.
Além disso, a análise vertical é útil para monitorar mudanças no peso relativo das despesas ao longo do tempo, permitindo ajustes contínuos na estratégia financeira.
Enquanto a análise vertical foca na relação interna entre elementos de um mesmo período, a Análise Horizontal examina a evolução dos itens da DRE ao longo de diferentes períodos.
Isso inclui a comparação de receitas, custos e despesas de um mês, trimestre ou ano em relação a outro.
Esse método é essencial para identificar tendências de crescimento ou declínio, ajudando a projetar cenários futuros e ajustar o planejamento estratégico.
Por exemplo, se as receitas de vendas aumentam enquanto os custos permanecem estáveis, isso pode indicar maior eficiência operacional.
Com a análise horizontal, a empresa pode monitorar sua evolução ao longo do tempo, assegurando que as decisões tomadas reflitam o crescimento sustentável e a rentabilidade desejada.
A Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) e o Balanço Patrimonial são dois relatórios contábeis, mas com propósitos distintos, que juntos oferecem uma visão ampla e complementar sobre a saúde financeira de uma empresa.
Entender a diferença entre eles é fundamental para uma gestão financeira eficiente.
A DRE reflete o desempenho financeiro da empresa em um período maior, detalhando as receitas, custos, despesas e o resultado obtido, seja lucro ou prejuízo.
Ela está mais conectada ao dia a dia da operação, permitindo acompanhar a rentabilidade e a eficiência operacional ao longo do tempo.
Por ser dinâmica, a DRE é uma ferramenta que ajuda a entender como as atividades geradoras de receita e os custos associados impactam a lucratividade.
Além disso, permite planejar ajustes para melhorar o desempenho financeiro com base em dados reais.
O Balanço Patrimonial, por outro lado, apresenta a situação financeira da empresa em um momento específico, funcionando como um "raio-X" das finanças.
Ele lista os ativos (bens e direitos), os passivos (obrigações) e o patrimônio líquido, demonstrando a capacidade da empresa de honrar seus compromissos financeiros.
Essa visão estática é serve para avaliar a liquidez, solvência e estabilidade da organização, ajudando a identificar sua capacidade de investimento ou a necessidade de ajustes financeiros.
Juntas, elas permitem:
Ao utilizar ambas as ferramentas de maneira integrada, gestores conseguem tomar decisões mais fundamentadas, garantindo um equilíbrio saudável entre a operação diária e a sustentabilidade financeira no longo prazo.
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Organize suas finanças com: 1) orçamento detalhado, 2) gestão de fluxo de caixa, 3) análise periódica e 4) tecnologia.
Uma organização financeira eficiente é mais do que uma prática empresarial prudente. Veja algumas dicas essenciais:
Crie um orçamento detalhado que inclua todas as receitas esperadas e despesas previstas.
Revise e ajuste o orçamento regularmente, com base no desempenho financeiro real.
Use a previsão financeira para antecipar necessidades futuras de caixa e planejar investimentos.
Saiba mais sobre:Ponto de equilíbrio contábil: o que é e como calcular
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Você também pode se interessar por: Modelo de orçamento: como fazer um orçamento simples e eficaz

Adquirir uma maquininha de cartão é um passo essencial para qualquer negócio que deseja aceitar pagamentos com cartão de forma prática e segura.
Para pedir uma maquininha, você tem três caminhos: online, loja física ou revendedor — cada um com prós e contras.
As mais comuns são as seguintes:
Nessa modalidade, você acessa o site da operadora da maquininha e faz a compra e adesão online.
Em seguida, a empresa envia a maquininha por Correios, transportadora ou Sedex.
Empresas como a InfinitePay oferecem a opção da compra online.
A Maquininha Smart da InfinitePay não cobra aluguel e tem as melhores taxas para você receber o valor das suas compras na hora!
Algumas empresas oferecem a opção de ir diretamente em seu balcão para adquirir uma maquininha.
Essa modalidade oferece certa dificuldade, devido à limitação de opções e de oferta (não há muitas companhias que possuem loja física que venda maquininha, e mesmo as que existem oferecem uma gama limitada de modelos, restringindo seu poder de escolha).
Para essa opção, existem dois cenários:
Comprar direto do revendedor oficial: algumas empresas de maquininha possuem contratos ou parcerias com revendedores oficiais, que negociam diretamente com lojistas.
Programas de indicação: na InfinitePay, a pessoa que adquirir uma maquininha por sua indicação recebe R$ 15 de desconto adicional no site.
Comprar de alguém que não é revendedor oficial: nesse caso, você compra de alguém que não é relacionado à empresa, mas possui a maquininha disponível para a venda. Pode ser um lojista que está vendendo uma usada, por exemplo.
Essa opção é a menos segura das três apresentadas, uma vez que o risco de fraude é alto (uma pessoa se passando por um revendedor oficial, por exemplo), tal como a possibilidade de encontrar problemas de suporte e de qualidade do produto.
A documentação para pedir uma maquininha de cartão varia de empresa para empresa.
Na InfinitePay, os únicos dados solicitados no ato do cadastro e da adesão são:
Seu CNPJ (caso opte pela Maquininha Smart da InfinitePay)
Seu CPF (caso opte pelo InfiniteTap)
Endereço
Um número de celular
Após a confirmação das informações, você é informado sobre o prazo de entrega e pode acompanhar a situação do pedido através do aplicativo InfinitePay, disponível tanto para iOS quanto para Android.
Leia mais: Qual é o prazo de entrega da maquininha da InfinitePay?
Tenha em mente os seguintes aspectos na hora de escolher a maquininha para o seu negócio:

Quanto mais bandeiras sua maquininha aceitar, mais transações seu negócio consegue fazer, pois são as formas de pagamento utilizadas pelos seus clientes.
Além disso, verifique não só o volume de bandeiras, mas também se as mais relevantes estão entre as opções aceitas (Visa, MasterCard, etc).
Leia os comentários nas redes sociais oficiais de cada empresa de maquininha para entender como ela lida com problemas e como se posiciona.
Comentários sem respostas ou alto volume de queixas são pontos de atenção.
Certifique-se que a empresa oferece suporte de qualidade, caso você enfrente algum problema técnico ou precise esclarecer dúvidas.
Uma forma de avaliar a qualidade do atendimento de uma empresa é ver sua nota no Reclame Aqui.
Dê preferência a companhias com o selo RA1000, título que só é oferecido a suportes resolutivos e rápidos.
Procure no site da empresa se ela menciona o uso de tecnologia atualizada em seus produtos.
Por exemplo, a InfinitePay divulga no site da sua Maquininha Smart como seu ecossistema de produtos constrói uma rede de pagamentos segura, que previne seus clientes contra fraudes e roubos.
Além disso, os terminais a partir do Android 11 e iPhone XS ou posterior com a versão mais recente do iOS garantem o processamento imediato da transação, que melhora a experiência do seu cliente no ato da compra.
Uma vez que você tenha decidido qual maquininha adquirir, leia o contrato de adesão e certifique-se que não há nenhuma cláusula que gere desconfiança.
Outro ponto também é validar se as taxas são fixas ou se você está adquirindo em valor promocional, para evitar surpresas nos meses seguintes.
Atualmente, empresas de maquininhas oferecem a opção de adesão para pessoa física através do CPF – portanto, você não precisa mais abrir um CNPJ para começar seu negócio com uma maquininha.
A InfinitePay oferece uma maquininha para pessoa jurídica e também traz a opção InfiniteTap, que transforma seu celular em maquininha.
Para essa função, você só precisa do seu CPF e de um celular Android 11, ou iPhone XS, ou posterior com a versão mais recente do iOS.
Leia mais:
Qual a melhor maquininha de cartão para quem está começando?
Maquininha de cartão com menor taxa em 2025: tudo o que você precisa saber
Ter uma maquininha custa de R$ 0 (compra promocional) a R$ 1.000 na aquisição, mais taxas de 0,75% a 8% por transação.
O custo da máquina em si pode variar dependendo do modelo e da empresa fornecedora.
Em geral, existem duas formas de adquiri-la:
Compra: você paga pelo aparelho e ele se torna seu. Os preços podem variar entre R$ 50 e R$ 1.000, dependendo do modelo e das funcionalidades, como conexão via Wi-Fi, 4G ou Bluetooth.
Aluguel ou comodato: em algumas empresas, você pode alugar a máquina por valores mensais que variam de R$ 20 a R$ 150, dependendo do plano e do tipo de negócio.
Além do custo do equipamento, o maior gasto está relacionado às taxas cobradas sobre cada venda realizada.
As principais taxas incluem:
Taxa de débito: geralmente varia entre 1,0% e 2,5%.
Taxa de crédito à vista: fica entre 1,5% e 4%, dependendo do prazo de recebimento (imediato ou em 30 dias).
Taxa de crédito parcelado: pode variar de 3% a 8%, considerando as parcelas e possíveis custos adicionais por antecipação.
Outros custos que podem ser incluídos ao operar uma máquina de cartão são:
Taxa de antecipação de recebíveis: caso você opte por receber os valores de vendas parceladas antes do prazo, há uma cobrança que varia entre 1% e 3% ao mês.
Manutenção ou reparo: caso a máquina seja comprada, pode haver gastos extras com consertos ou substituição.
Outro fator a considerar é o prazo de recebimento das vendas.
Algumas empresas oferecem planos para antecipar o recebimento do dinheiro, mas com taxas adicionais que precisam ser analisadas com cuidado.
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A Maquininha Smart da InfinitePay foi desenvolvida para atender às necessidades de empreendedores que buscam eficiência e agilidade nas transações, sendo uma excelente opção para esse público.
Com taxas justas e isenção de taxas no Pix, ela se torna ainda mais atrativa para negócios que querem aumentar sua lucratividade sem comprometer a acessibilidade e o conforto dos clientes.
Além disso, a Maquininha Smart permite realizar a gestão de estoque diretamente nela, atualizando automaticamente a quantidade de produtos vendidos – essa funcionalidade é extremamente útil para pequenos negócios.
Leia também: Qual a melhor maquininha de cartão para quem está começando?
A Maquininha Smart da InfinitePay conta com funcionalidades avançadas que beneficiam microempreendedores de diversas formas.
Entre as principais características, estão:
Impressão de comprovantes;
Visor amplo;
Tela touchscreen;
Sistema Android, que facilita a navegação e a realização de transações.
Além disso, ela aceita a maioria das bandeiras de cartões, pagamento por aproximação (NFC), carteiras digitais como Apple Pay, Samsung Pay e Google Pay, e pagamento via QR Code – essa variedade de métodos de pagamento contribui para o aumento das vendas e proporciona uma melhor experiência ao cliente.
O recebimento das vendas é rápido, podendo ocorrer na hora ou em até um dia útil, o que garante maior liquidez ao negócio e contribui para um fluxo de caixa saudável e a possibilidade de novos investimentos.
Um bom suporte ao cliente é essencial para resolver rapidamente qualquer problema com a maquininha de cartão, evita interrupções nas vendas e garante que o negócio continue funcionando sem contratempos.
A InfinitePay possui uma ótima nota no Reclame Aqui comparada à concorrência, o que indica um atendimento de qualidade e boa reputação – isso é um grande diferencial na hora de escolher uma maquininha, pois assegura que você terá suporte sempre que precisar.
Saiba mais sobre a melhor maquininha de cartão para empreendedores!

Quem vende mais em datas comemorativas escolhe as poucas datas em que o seu cliente realmente compra o que você vende e começa a se preparar cerca de 60 dias antes, com estoque, preço e divulgação definidos.
O retorno compensa: o Natal teve estimativa de R$ 84,9 bilhões em 2025 e o Dia das Mães, de R$ 37,91 bilhões em 2026, segundo a CNDL e o SPC Brasil.
Natal, Dia das Mães, Dia dos Pais, Dia dos Namorados e Dia das Crianças, nessa ordem, pelas pesquisas de intenção de compra da CNDL e do SPC Brasil, todas feitas com a mesma metodologia nas 27 capitais. A Black Friday corre por fora: só o e-commerce faturou R$ 10,19 bilhões entre a quinta e o domingo da semana da data em 2025, segundo a Confi Neotrust, citada pelo E-Commerce Brasil.
| Data | Estimativa mais recente | Ano da pesquisa | Gasto médio por consumidor |
|---|---|---|---|
| Natal | R$ 84,9 bilhões | 2025 | R$ 174 por presente |
| Dia das Mães | R$ 37,91 bilhões | 2026 | R$ 294 |
| Dia dos Pais | R$ 29,7 bilhões | 2026 | R$ 286 |
| Dia dos Namorados | R$ 26,4 bilhões | 2026 | R$ 264 |
| Dia das Crianças | R$ 16,73 bilhões | 2025 | R$ 297 |
Fontes: CNDL/SPC Brasil para Natal, Dia das Mães, Dia dos Pais, Dia dos Namorados e Dia das Crianças. A pesquisa nacional do Dia das Crianças de 2026 ainda não tinha saído na última revisão; por enquanto, há só levantamentos regionais, como o da Fecomércio SC, que aponta gasto médio de R$ 320 no estado.
Tamanho de mercado não é o único critério. Uma confeitaria pode vender mais na Páscoa do que no Dia dos Pais, e uma loja de festas fatura no Halloween o que uma ótica nunca vai faturar. Escolha pela pergunta: nessa data, o meu cliente compra o que eu vendo?
A próxima é o Dia das Crianças, na segunda-feira, 12 de outubro de 2026. A tabela traz cada data na próxima vez em que ela cai e o guia completo, quando já existe. Para o ano inteiro, com datas regionais e feriados, use o calendário comercial.
| Data | Quando cai | Guia completo |
|---|---|---|
| Dia das Crianças | Segunda, 12/10/2026 | Dia das Crianças 2026: o que vender |
| Halloween | Sábado, 31/10/2026 | Como vender mais no Halloween |
| Dia dos Solteiros | Quarta, 11/11/2026 | Como vender no 11.11 |
| Black Friday | Sexta, 27/11/2026 | Como vender mais na Black Friday |
| Cyber Monday | Segunda, 30/11/2026 | Cyber Monday 2026: como vender |
| Natal | Sexta, 25/12/2026 | Como vender mais no Natal |
| Carnaval | Terça, 09/02/2027 | Promoção de Carnaval |
| Dia do Consumidor | Segunda, 15/03/2027 | Dicas nesta página |
| Páscoa | Domingo, 28/03/2027 | Dicas nesta página |
| Dia das Mães | Domingo, 09/05/2027 | Dicas nesta página |
| Dia dos Namorados | Sábado, 12/06/2027 | Dicas nesta página |
| Festa Junina | Junho de 2027 (São João: quinta, 24/06) | Dicas nesta página |
| Dia dos Pais | Domingo, 08/08/2027 | Dia dos Pais: dicas e cronograma |
| Dia do Cliente | Quarta, 15/09/2027 | Estratégias para o Dia do Cliente |
Cerca de 60 dias antes nas datas grandes e 30 dias nas menores. O cliente também se antecipa: na pesquisa de Dia das Mães de 2026 da CNDL, 73% de quem pesquisa preço começa 15 dias antes da data ou mais. Quem só divulga na véspera chega depois da decisão de compra.
Cada data tem um comprador e um motivo diferentes. O resumo abaixo mostra o que muda em cada uma; as datas com guia próprio levam ao passo a passo completo.
Quem escolhe é a criança, mas quem paga é o adulto: fale com pais, avós e tios e monte kits por faixa de preço. Na última pesquisa nacional, de 2025, o gasto médio previsto foi de R$ 297 por consumidor, segundo a CNDL. Brinquedo, roupa e doce vendem bem em kit pronto para presente. Veja produtos por negócio, kits e um cronograma de última hora em Dia das Crianças 2026: o que vender e como lucrar.
A data é menor, mas a concorrência também é, e ela abre a temporada de fim de ano. Adereços, maquiagem e doces vendem mais em kits prontos divulgados duas semanas antes. Veja produtos por tipo de negócio em como vender mais no Halloween.
O 11.11, em 11 de novembro, abre as promoções online do mês e serve de teste para a Black Friday. Aposte no autopresente, com uma oferta de 24 horas, e guarde o desconto mais forte para o fim do mês. Veja ofertas e frases em como vender no Dia dos Solteiros.
O cliente chega comparando preço, então o desconto precisa ser real e caber na margem. Defina a oferta com a calculadora de desconto e siga o plano de vendas da Black Friday. O ebook gratuito de Black Friday reúne estratégias de marketing e preço para a data. Para o esquenta de novembro e a segunda depois da sexta, veja o guia da Cyber Monday 2026.
É a maior data do ano: em 2025, cada consumidor planejava comprar 4 presentes, de R$ 174 em média, com roupas (52%), perfumes e cosméticos (36%), calçados e brinquedos (30% cada) no topo, segundo a CNDL. O dinheiro do décimo terceiro entra no fim de novembro e em dezembro. Prazos, produtos e promoções estão em como vender mais no Natal.
Campanha emocional funciona quando é repetida todo ano: a Coca-Cola associa a marca ao Papai Noel desenhado por Haddon Sundblom desde 1931, segundo a história oficial da empresa. No pequeno negócio, a mesma vitrine, embalagem ou ação a cada Natal cria lembrança.
Bebida, comida de rua, fantasia, adereço e maquiagem são os itens da data, e quem vende no bloco precisa receber rápido e sem troco. Veja ideias por tipo de negócio em promoção de Carnaval.
Em 15 de março, a data funciona como uma Black Friday menor no primeiro semestre. Use para atrair cliente novo com uma oferta de entrada e para cadastrar contatos que vão receber as campanhas de Páscoa e Dia das Mães.
Chocolate, ovo artesanal e cesta lideram. Quem produz em casa deve abrir encomendas com pagamento adiantado e fechar a agenda alguns dias antes, para comprar insumo só do que já foi pago. A data também é porta de entrada para quem busca renda extra.
Moda (53%) e beleza (50%) lideram as intenções de compra, e 79% pretendem comprar em loja física, segundo a CNDL. Monte kits em 3 faixas de preço e capriche na vitrine: ela empata com o Instagram (39% cada) como canal de descoberta. Se você vende beleza, veja como vender cosméticos pela internet.
O gasto médio previsto em 2026 era de R$ 264, e 36% de quem ia presentear pretendia comemorar em casa, segundo a CNDL. Isso abre espaço para kits de jantar, vinho, chocolate e café da manhã, além de presentes personalizados.
Comidas típicas, bebidas quentes, decoração e roupa caipira concentram as vendas de junho, principalmente no Nordeste. Kits prontos para festa em casa, escola ou empresa aumentam o valor de cada venda. Veja receitas e preços em comidas para vender na rua.
Roupas, calçados e acessórios lideram com 62% das intenções, seguidos de cosméticos e perfumes (27%) e ferramentas (18%), segundo a CNDL. Monte kits por perfil de pai e confira o cronograma em Dia dos Pais: dicas para vender mais.
É a data para recompensar quem já compra, não para caçar cliente novo. Ofereça benefício exclusivo, prévia de lançamento ou brinde e mande uma mensagem de agradecimento. Mais ideias em estratégias para o Dia do Cliente.
Use cada canal para levar o cliente ao outro. Na pesquisa de Dia das Mães, 79% pretendiam comprar em loja física, mas 87% de quem pesquisa preço faz isso pela internet. Quem ainda não vende online pode começar com uma loja no Instagram ou uma loja virtual, antes de pensar num e-commerce completo.
Calcule o desconto máximo antes de anunciar. Some custo do produto, taxas e frete; o que sobra até o preço é o limite do desconto, e abaixo dele você paga para vender.
Faça a conta para cada produto da campanha com a calculadora de margem de lucro e a calculadora de desconto.
Separe um dia depois da data para olhar 4 números e anotar o que repetir e o que cortar. Comparar datas entre si mostra onde investir tempo e verba no ano seguinte.
Pergunte também a alguns clientes como foi a compra: atendimento, entrega e embalagem pesam na volta deles na próxima data.
Aceite todas as formas que o cliente usa e receba rápido para repor estoque. No Natal de 2025, 54% pretendiam pagar com Pix, 48% iam parcelar ao menos parte das compras e 39% disseram que comprariam menos presentes sem crédito, segundo a CNDL.
Na InfinitePay, que publica este guia, não há adesão nem mensalidade: você baixa o aplicativo e começa a vender. Veja todas as taxas.
Este artigo é atualizado todo ano com as datas do calendário e as pesquisas de intenção de compra do varejo. Última revisão: outubro de 2026.

Você deu um passo importante para o seu negócio crescer: você comprou uma maquininha de cartão! E escolheu a InfinitePay para te ajudar a crescer. E agora?! O que você pode fazer para vender mais com a sua maquininha?
Para garantir que seu negócio continue vendendo cada vez mais, preparamos um artigo completo com estratégias de vendas e de organização financeira para que você aumente seu lucro todos os meses.
Você aprenderá dicas valiosas que empreendedores e lojistas de todo o Brasil usam para atrair mais clientes, aumentar a margem de lucro, gerenciar o fluxo de caixa e acelerar o faturamento de forma simples, usando algumas das soluções gratuitas da InfinitePay (que você tem acesso completo ao comprar sua maquininha).
Vamos lá?!
A maquininha de cartão, por si só, já é um atributo favorável que vai te ajudar a vender mais: agora, você consegue parcelar suas vendas em até 12 vezes – uma vantagem e tanta para os seus clientes. Mas existem outras formas de vender mais com a sua maquininha e, abaixo, listamos algumas delas:
Não importa qual é seu ramo de atuação: ao longo do ano, existem dezenas de datas comemorativas que você pode explorar para vender mais – como páscoa, dia das mães, Dia dos Namorados, dia dos pais, dia das crianças, Natal…
O ideal é que você comece a planejar suas ofertas e ações promocionais com antecedência. Para fazer o planejamento da melhor forma, aconselhamos que você faça uma previsão de demanda.
Analise seu histórico de vendas e identifique os produtos mais vendidos, especialmente em épocas comemorativas. Isso auxiliará na tomada de decisão sobre quais itens devem ser repostos com mais urgência e em maior quantidade.
Precificar adequadamente é crucial para posicionar seu negócio e garantir uma boa margem de lucro. Preparamos um vídeo que pode te ajudar com isso. Confira abaixo:
As datas comemorativas são ótimas para testar novos produtos e novas estratégias de vendas porque você consegue ver a aceitação do seu público de forma mais rápida, então é importante que você se atente às tendências que podem te ajudar a atrair mais clientes.
O comércio online movimentou mais de R$ 187 bilhões em 2023 e esse número continua crescendo todos os anos. Por isso, se você não quer deixar dinheiro na mesa, é importante que seu negócio tenha algum tipo de presença digital.
Mas não se preocupe: você não precisa de um site profissional para fazer vendas online. Vender pela internet e pelas redes sociais é mais simples do que você imagina.
Existem algumas plataformas de e-commerce fáceis de mexer que você pode usar para criar sua loja online, mas você também pode simplesmente criar um perfil na sua rede social preferida e começar a divulgar seus produtos.
Com o link de pagamento da InfinitePay você consegue fazer vendas seguras para qualquer lugar do Brasil.
Basta gerar o link pelo aplicativo ou pelo site da InfinitePay com o valor total da venda e compartilhar com o seu cliente. Depois, ele escolhe em quantas parcelas quer pagar e o dinheiro cai na sua conta em 1 dia útil.
Sabia que os brasileiros preferem pagar pelos presentes no crédito parcelado? Com a InfinitePay, você não perde oportunidades e nem margem de lucro – já que você pode parcelar suas vendas em até 12x com as melhores taxas do mercado.
Por isso, aconselhamos que você pense na possibilidade de oferecer descontos e condições especiais de parcelamento para incentivar as compras em datas comemorativas, destacando essas vantagens em suas campanhas promocionais.
Você pode, também, oferecer desconto em pagamentos pelo Pix – lembrando que a InfinitePay oferece Pix com taxa zero para todos os clientes. Se a venda for física, indicamos que você use o QR Code integrado à maquininha. Assim, o seu cliente pode levar o comprovante da venda por Pix para casa.
Que tal fazer a venda dos seus produtos onde o seu cliente estiver? Fazer entrega dos seus clientes é um ótimo diferencial e pode ser o fator decisivo para um cliente escolher comprar na sua loja. E não se preocupe com o pagamento na hora da entrega: com a InfinitePay, você não precisa enviar sua maquininha de cartão com o responsável pela entrega.
Basta instalar o aplicativo da InfinitePay no celular do seu colaborador e ativar o Modo Vendedor. Assim, ele consegue usar o InfiniteTap para realizar vendas por aproximação usando somente o celular – sim, o InfiniteTap transforma o celular em maquininha de cartão.
Essa função é 100% segura, tanto para você quanto para o seu cliente. Seu colaborador não conseguirá acessar nenhum dado da sua conta e seu cliente não precisará compartilhar nenhum número do cartão. É praticidade e segurança para todos!
Veja como o Modo Vendedor funciona:
Investir em um atendimento de qualidade no pós-venda é fundamental para fidelizar seus clientes e garantir que eles voltem a comprar em sua loja. Um estudo recente da Harvard Business Review aponta que aumentar a retenção de clientes em apenas 5% pode resultar em um aumento de lucros de 25% a 95% (Reichheld, 2020).
Dessa forma, o pós-venda se torna um fator crucial para o sucesso do seu negócio, pois é nesse momento que você tem a oportunidade de estabelecer um relacionamento duradouro com seu cliente, garantindo que ele retorne à sua loja em outras ocasiões.
Algumas estratégias de pós-venda eficientes incluem:
Para lucrar mais, não basta vender mais, mas também vender melhor. O aplicativo completo da InfinitePay permite gerenciar vendas e gastos de forma simples e eficiente em tempo real, evitando a necessidade de colecionar contas em banco e otimizando a gestão do seu negócio.
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Veja algumas das vantagens que vão te ajudar a aumentar seu lucro:
Ative e desative o InfiniteNitro para receber suas vendas em 6 segundos, inclusive nos finais de semana e feriados.
Use o cartão virtual inteligente da InfinitePay e recupere até 65% das taxas ao movimentar sua conta.
A gestão de cobrança da InfinitePay trabalha para você. Cadastre seus clientes e eles receberão cobranças automáticas simplificando o processo de cobrança e diminuindo da inadimplência do negócio.
Use o empréstimo inteligente para ter crédito ágil e prático. Você contrata o empréstimo em poucos cliques e paga com parte das suas vendas.
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