Descubra nossas melhores dicas e conselhos. Aprenda truques úteis para melhorar sua vida profissional e pessoal.

Se você gosta de fazer compras online, você com certeza já se deparou com o termo “cashback” por aí – mas talvez você ainda não saiba o que cashback significa.
Cashback é uma palavra em inglês que, na tradução literal, quer dizer “dinheiro de volta”.
Parece um conceito simples, mas será que você realmente sabe como o cashback funciona e como você pode receber dinheiro de volta nas suas compras?
Neste artigo, você aprenderá de uma vez por todas o que é cashback, quais são as vantagens, qual é a diferença entre cashback e desconto, se é possível transformar cashback em dinheiro e muito mais.
Se você usa cartão de crédito e quer receber uma parte do seu dinheiro de volta, leia esse artigo com atenção!
O cashback está se popularizando cada vez mais e não ter conhecimento sobre isso pode acabar te impedindo de ganhar dinheiro de volta nas suas compras diárias.
Como mencionamos anteriormente, a tradução literal de cashback é "dinheiro de volta". No entanto, na prática, o termo abrange um conceito mais profundo no mundo financeiro.
Então, o que é cashback, exatamente? Cashback é um programa de incentivo oferecido por empresas que operam principalmente no setor de varejo e também por operadoras de cartão de crédito.
Nesse programa, uma porcentagem do valor que você gasta em uma compra é retornada para você. Esta porcentagem varia dependendo da empresa ou do produto específico que você está comprando. Por exemplo:
Esse dinheiro é creditado em uma conta específica, que pode estar diretamente vinculada à empresa onde você fez a compra ou ao banco vinculado ao cartão de crédito que você usou pra comprar.
É importante notar que os programas de cashback não são um desconto instantâneo no preço do produto, mas sim uma recompensa que é concedida após a compra. Esse é um ponto crucial que distingue o cashback dos descontos convencionais.
Apesar de cashback e descontos parecerem semelhantes à primeira vista, eles são conceitos diferentes. Ambos oferecem uma maneira de economizar dinheiro, mas funcionam de formas distintas.
Os descontos são reduções imediatas no preço de um produto ou serviço no momento da compra. Por exemplo, se um produto custa R$100 e está com um desconto de 10%, você pagará apenas R$90 por ele.
Já o cashback é uma porcentagem do valor da compra que é devolvida ao cliente depois da compra. Portanto, a principal diferença entre cashback e desconto é o momento em que a economia ocorre.
Com os descontos, você economiza na hora da compra. Com o cashback, a economia ocorre depois da compra, muitas vezes na forma de créditos para futuras compras.
Ao navegar pelo universo do cashback, você perceberá que existem diferentes tipos de programas disponíveis, cada um com suas características e benefícios.
Alguns varejistas oferecem programas de cashback diretamente em suas lojas. Isso significa que você ganha dinheiro de volta em cada compra que faz naquela loja específica.
Esses programas costumam ser fáceis de usar e uma ótima maneira de economizar em compras regulares.
Muitos bancos e instituições financeiras oferecem programas de cashback como parte dos benefícios de seus cartões de crédito.
Nesse caso, uma porcentagem do valor de todas as suas compras feitas com o cartão é devolvida a você.
Existem também plataformas online dedicadas que oferecem cashback em uma variedade de lojas e serviços.
Você pode receber dinheiro de volta ao fazer compras por meio dessas plataformas em milhares de lojas online.
Cada tipo de programa de cashback tem suas vantagens e é importante escolher o que melhor se adapta às suas necessidades e padrões de consumo.
Lembre-se: o objetivo é maximizar o valor do seu dinheiro. Independentemente do tipo de programa de cashback que você escolher, ele é uma ótima maneira de ganhar dinheiro de volta e economizar nas suas compras.
Os programas de cashback são estratégias de marketing muito eficientes para as empresas. Eles incentivam os clientes a fazer mais compras – pois quanto mais você compra, mais dinheiro você recebe de volta.
Entretanto, não são só as empresas que se beneficiam desses programas. Os clientes também ganham, porque conseguem recuperar uma parte do dinheiro que gastaram.
Agora que você já sabe o que é cashback e como ele funciona, deve estar se perguntando: cashback é seguro?
Em geral, sim, cashback é seguro.
As plataformas que oferecem programas de cashback usam tecnologias de criptografia avançadas para proteger as informações financeiras dos usuários.
Contudo, como em qualquer atividade online, é importante ter cautela. Aqui estão algumas dicas para usar programas de cashback com segurança:
Lembre-se, também, de que a melhor maneira de proteger suas informações online é usando senhas fortes e únicas para cada plataforma.
Embora a ideia de cashback seja receber uma parte do dinheiro que você gasta de volta, uma questão comum é se é possível transformar este cashback em dinheiro real.
A resposta é: depende do programa de cashback específico.
Algumas plataformas permitem que você retire o valor acumulado para sua conta bancária, efetivamente convertendo seu cashback em dinheiro, enquanto outras limitam o uso do cashback a compras futuras dentro do seu ecossistema.
Se a possibilidade de transformar o cashback em dinheiro real soa atraente para você, você vai adorar conhecer cartão virtual inteligente da InfinitePay.
O InfiniteCard é um cartão digital pré-pago e sem anuidade que oferece uma incrível taxa de 1,5% de cashback em todas as compras feitas no crédito.
O dinheiro recebido através do cashback com o InfiniteCard é extremamente flexível: ele pode ser utilizado para qualquer compra, seja física ou online. Isso significa que você tem total liberdade para usar seu cashback como e onde preferir. É economia e conveniência em um único cartão.
Clique aqui para conhecer o cartão virtual inteligente da InfinitePay. Ele é uma funcionalidade da InfinitePay: uma plataforma de gestão financeira completa para empresas, que oferece conta digital, máquina de cartão de crédito, gestão automática de cobrança e muito mais.
1,5% é uma ótima taxa, e você só tem isso com o cartão virtual inteligente da InfinitePay. Vamos a alguns exemplos:
Para saber quanto vai receber de volta, basta multiplicar o valor da compra por 0,015:
Se você usa cartão de crédito na sua vida diária e gostaria de receber uma parcela do seu dinheiro de volta, clique aqui e conheça o cartão virtual inteligente da InfinitePay.
Você não paga nada pra começar a usar – sim, é gratuito – e o cartão é aceito em milhões de estabelecimentos do mundo inteiro.

Você sabe como abrir um MEI? Segundo o Sebrae, existem no país quase 15 milhões de MEIs registrados. De fato, é uma boa alternativa para o profissional autônomo regularizar o seu negócio sem ser sufocado pelas exigências fiscais e tributárias.
Este modelo de negócios oferece benefícios e isenções que facilitam a vida do empreendedor. Principalmente, ao criar algumas facilidades em termos de créditos e taxas de juros mais acessíveis.
A formalização do seu negócio através da abertura de um CNPJ MEI é um excelente primeiro passo na legalização da sua empresa.
Leia mais: Qual é a diferença entre MEI, ME e outros tipos de empresa?
A abertura do CNPJ MEI é gratuita através do site oficial do governo.
Após a conclusão, você já terá o número do seu CNPJ MEI e poderá emitir o Certificado de Condição do MEI, documento oficial que comprova que seu CNPJ foi aberto nessa categoria simplificada.
Apesar de simplificações, existem obrigações que precisam ser cumpridas mensalmente e anualmente.
Além das rotinas mensais e anuais, o MEI precisa respeitar regras para continuar enquadrado neste regime. As principais são:
Anualmente o MEI só pode faturar até R$81.000,00 e suas compras são limitadas em até 80% desde valor. Caso a empresa obtenha um faturamento superior a R$81.000,00 ou compras acima do permitido, será necessário solicitar o desenquadramento da empresa para uma outra categoria, sendo a mais usual a ME também dentro do Simples Nacional.
Vale ressaltar que no primeiro ano de funcionamento do MEI o limite de faturamento deve ser proporcional à quantidade de meses entre o mês da sua abertura e dezembro daquele ano.
Se houver excesso de receita e estourar alguns dos limites estabelecidos, o MEI estará sujeito a penalidades da Receita Federal e recolhimento de impostos retroativos. Sendo assim, é de grande importância realizar o controle de faturamento mensal e o desenquadramento no momento certo para que a empresa cresça de forma sustentável.
Mensalmente o MEI precisa realizar o pagamento de uma Guia de Impostos nomeada como DAS. É através dela que ocorre o recolhimento dos impostos de maneira unificada, com um valor fixo que possui atualização de acordo com o salário-mínimo vigente e atividades exercidas na empresa.
Nessa guia estão inclusos os valores relativos a INSS (para todos os MEIs), ICMS (para empresas que atuam no setor comércio e indústria) e ISS (para empresas prestadoras de serviço).
Os valores mensais referentes ao ano de 2025 são:
| Tipo de MEI | Valor Total | Detalhamento |
|---|---|---|
| MEI Comércio ou Indústria | R$ 76,90 | R$ 75,90 INSS + R$ 1,00 ICMS |
| MEI Prestador de Serviço | R$ 80,90 | R$ 75,90 INSS + R$ 5,00 ISS |
| MEI Comércio ou Indústria e Prestador de Serviço | R$ 81,90 | R$ 75,90 INSS + R$ 1,00 ICMS + R$ 5,00 ISS |
| MEI Caminhoneiro Comércio e Serviço | R$ 188,16 | R$ 182,16 INSS + R$1,00 ICMS + R$ 5,00 ISS |
Via de regra, essa é a única contribuição mensal que o MEI precisa realizar para o fisco. Entretanto, existem regras estaduais em relação a compra e venda de mercadorias fora do estado que podem gerar novas cobranças de ICMS. É um caso que deve ser avaliado junto a legislação de cada estado.
O processo de abertura de um CNPJ MEI é simples, descomplicado e gratuito. Entretanto, é muito importante entender todas as regras, obrigações e direitos de se ter um MEI, pois apesar de simplificado, é uma empresa e exige responsabilidades.
O primeiro passo é verificar se você como empreendedor cumpre os requisitos de um MEI. São eles:
Enquadrando nos requisitos, o segundo passo é verificar quais são os impactos da abertura do CNPJ MEI em relação aos benefícios que muitos brasileiros recebem atualmente. Alguns benefícios serão cancelados e outros poderão ser cancelados/negados com a formalização da empresa.
Você também pode se interessar por: Modelo de recibo: tudo o que você precisa saber
Observação: os benefícios que podem ser cancelados ou negados, vão passar por análises dos órgãos competentes avaliando de acordo com seus devidos critérios, não sendo garantido o cancelamento.
Para realizar a abertura do CNPJ MEI é necessário ter alguns documentos, dados pessoais e do negócio.
Dados pessoais: RG, CPF, endereço residencial, dados de contato e a conta gov.br em nível de confiabilidade prata ou ouro.
Dados do seu negócio: endereço comercial (local onde atividade será exercida), forma de atuação (estabelecimento fixo, televenda, ambulante, entre outras), tipo de ocupação (atividade da empresa).
O MEI oferece diferentes benefícios ao pequeno empreendedor como previdenciários, tributário, bancário e comercial. Para aproveita-los, basta estar em dia com as obrigações mensais, anuais e respeitar o período de carência, quando exigido. Vamos entender um pouco de cada um deles:
O MEI é um grande alvo para aplicação de golpes.
Vale lembrar:
Esta sigla indica a Classificação Nacional de Atividades Econômicas, que obrigatoriamente deve ser utilizada para determinar as atividades exercidas por uma empresa. Para realizar o registro de Microempreendedor Individual é preciso verificar se a atividade exercida consta da lista oficial da categoria do CNAEs.
Para abrir um MEI não é necessário pagar nenhuma taxa, pois o processo é feito de forma online e gratuito no site do Portal do Empreendedor. A partir do início das atividades como MEI deverá pagar uma taxa única mensal baseada nos seguintes valores:
O Microempreendedor Individual pode ter o faturamento máximo anual de R$ 81 mil, ou seja, em torno de R$ 6.750,00 mensais. Existe um projeto de lei que aumenta o teto para R$ 144.900.
Neste passo, você deve ler atentamente e selecionar as declarações que são obrigatórias para o MEI. Desse modo, será impresso o Certificado de Condição de Microempreendedor Individual (CCMEI).
De fato, este é o comprovante da sua inscrição como MEI, com o CNPJ e número de registro na Junta Comercial. Além disso, é interessante esclarecer que o MEI pode funcionar sem alvará desde setembro de 2020, quando foi liberado dessa formalidade para iniciar o seu negócio.
Ao realizar a sua inscrição no Portal do Empreendedor, você concorda com o Termo de Ciência e Responsabilidade com Efeito de Dispensa de Alvará de Licença de Funcionamento. O que significa dizer que está apenas liberado de obter o alvará, mas que o seu negócio obrigatoriamente deve estar em conformidade com os requisitos legais, tais como:
É importante consultar a prefeitura local e outros órgãos municipais ou estaduais, pois podem existir regulamentações específicas para sua atividade ou localização.
A abertura de MEI é gratuita. No entanto, o microempreendedor terá custos mensais relacionados ao Simples Nacional.
Agora que você já sabe como abrir um registro MEI, te convidamos para conhecer a InfinitePay e as soluções que temos para o seu negócio. Confira:
A maquininha Smart da InfinitePay, a mais moderna disponível no mercado e aceita as principais bandeiras de cartão com taxas transparentes, a partir de 0,75% no débito e 2,69% no crédito à vista, sem cobrança de aluguel ou mensalidade. Além disso, você pode parcelar suas vendas em até 12 vezes com recebimento em até 1 dia útil. É a melhor maquininha de cartão para MEI.
Uma solução para vender por aproximação usando apenas o celular. Máquina de cartão grátis no celular com as mesmas taxas da maquininha tradicional. Ideal para ampliar as opções de pagamentos no cartão, para MEI, CNPJ ou CPF.
Com o Receba na Hora suas vendas da maquininha e/ou do InfiniteTap são pagas no mesmo dia em que foram feitas. Os pagamentos das vendas feitas nesse plano acontecem não só em dias úteis, mas também aos finais de semana, feriados e fora do expediente bancário.
Você só não vai vender online se não quiser! Com o Link de pagamento da InfinitePay, não precisa de site para aceitar pagamentos online. Você parcela em até 12x e recebe em 1 dia útil.
A InfinitePay nasceu para oferecer a melhor, mais tecnológica e mais justa solução de pagamentos ao empreendedor. Na Guerra das Maquininhas, nós decidimos ficar do seu lado e, por isso, criamos conteúdos como esse para facilitar o crescimento do seu negócio! Conte sempre com a InfinitePay.
O MEI é enquadrado no Simples Nacional e, portanto, está isento dos tributos federais (Imposto de Renda, PIS, Cofins, IPI e CSLL). Assim, paga apenas o valor fixo mensal, chamado DAS, destinado à Previdência Social e ao ICMS ou ISS, conforme a atividade exercida. Dessa forma, o valor da contribuição mensal do MEI está entre R$ 66,00 e R$ 72,00, a depender da atividade exercida.
O que é DAS MEI?DAS é a sigla para Documento de Arrecadação do Simples Nacional. Ele é o documento utilizado pelo MEI para recolher mensalmente os tributos inerentes à sua categoria. O DAS unifica em uma só guia os valores devidos em relação à Previdência Social, ao ICMS (para atividades de comércio) e ao ISS (para atividades de serviço). Saiba mais como funciona o DAS, o valor que você paga mensalmente para ter um registro MEI, e o que fazer caso ele fique atrasado.
Atividades permitidas no MEIExistem mais de 400 atividades permitidas para MEI, variando desde comércio, indústria até serviços. É crucial verificar na lista oficial do Portal do Empreendedor se a sua atividade é contemplada.
O que acontece se o MEI estourar o limite de R$ 81 mil por ano?Antes de entender como funciona o limite do Microempreendedor Individual (MEI), é preciso entender que o faturamento dele não se limita ao período mensal. O que vale é o anual, estipulado em um teto máximo de 81 mil reais por ano. Por isso, há 2 situações possíveis:
1) Se ultrapassar até R$ 97.200,00: deverá recolher o DAS-MEI (Documento de Arrecadação Simplificada do Microempreendedor Individual) até o mês de dezembro do ano vigente, e também recolher um DAS, que é o excesso de faturamento no vencimento estipulado para que os tributos sejam pagos.
2) Se ultrapassar R$ 97.200,00 e for inferior a R$ 4.800,000,00: o MEI passa a se enquadrar no porte de Microempresa ou Empresa de Pequeno Porte. Em ambos os casos, é necessário que o empreendedor solicite o desenquadramento do MEI no Portal do Simples Nacional.
Depende! De acordo com a Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas (1º do artigo 106, da Resolução CGSN nº 140, de 2018), Microempreendedores Individuais estão dispensados de emitir notas fiscais caso vendam produtos apenas para Pessoas Físicas. Mesmo assim, seu cliente tem o direito de exigi-la. Mas atenção: quando o destinatário da mercadoria ou contratante dos serviços for uma outra empresa (ou seja, uma Pessoa Jurídica), o negócio com registro MEI tem a obrigação de emitir nota fiscal.
Como o MEI pode emitir nota fiscal?Para emitir nota fiscal na condição de MEI, é necessário estar atento para o fato de que a nota fiscal de serviços é de responsabilidade da prefeitura da sua cidade. Além disso, o município disponibiliza para o MEI um sistema para a emissão de nota fiscal eletrônica de prestação de serviços. Já no caso das atividades de comércio ou indústria cabe ao governo estadual legislar a respeito e prestar maiores esclarecimentos. As principais formas do MEI emitir nota fiscal são: Nota Fiscal Avulsa (NFA), Nota Fiscal Avulsa eletrônica (NFA-e) ou Nota Fiscal eletrônica (NFe), e Nota Fiscal de Venda a Consumidor.

Apesar de ser uma estratégia muito comum em diversos tipos de negócio é importante tomar cuidado para evitar alguns erros que podem prejudicar a eficácia da promoção e até mesmo a imagem da empresa. Obviamente, o principal objetivo dessa técnica é aumentar a demanda de um produto ou serviço, atrair novos clientes e fidelizar os antigos. Agora, alguns erros podem causar diversas consequências. Por isso, confira abaixo cinco erros comuns e como evitá-los na hora de criar promoções limitadas:
É fundamental deixar bem claro o período da promoção, os produtos ou serviços que estarão disponíveis e quais são as condições para participar. Essa é a parte mais importante de ser feita e todos os detalhes devem ser conversados, divulgados dentre os funcionários e debatidos antes de vir a público. Se não for claro, pode causar confusão e até mesmo gerar reclamações e processos.
É importante oferecer descontos atraentes para os clientes, mas é preciso ter cuidado para não prejudicar a margem de lucro da empresa. Além disso, oferecer descontos muito altos pode desvalorizar o produto ou serviço e gerar uma expectativa irreal para o cliente. Então entenda o fluxo de caixa, as demandas internas e externas e qual vai ser o custo real para a empresa. A InfinitePay te ajuda a oferecer ótimas condições de pagamento para seus clientes, sem prejudicar sua margem de lucrou ou o fluxo de caixa. Com taxas baixas para parcelar e recebimento em 1 dia útil, a oferta fica mais atraente para os clientes e o seu dinheiro chega rápido na conta. Tendo maior margem, você consegue equilibrar os descontos oferecidos em cada promoção.
Promoções limitadas geralmente geram uma grande demanda, e é preciso estar preparado para isso. Entenda qual vai ser a entrega do evento, quem pode participar ou não para não ter uma queima de estoque que não é compatível com seus números. E, também não adianta oferecer um desconto incrível e não ter estoque ou capacidade para atender a todos os pedidos!
A divulgação é essencial para que a promoção alcance o público-alvo, mas é necessário ter um cuidado especial antes da divulgação. Caso cometa os 3 primeiros erros, o 4 será inevitável, por isso, tome cuidado antes da divulgação. Aliás, não basta apenas postar nas redes sociais, é preciso investir em anúncios, em técnicas para se difundir gratuitamente e também divulgar nos canais certos para que a mensagem chegue até o maior número de clientes ideais possível.
É importante monitorar a progressão da promoção e avaliar se ela atingiu os objetivos estabelecidos. Caso contrário, será difícil saber o que funcionou e o que precisa ser melhorado para as próximas promoções e também gerar consequências na experiência dos clientes caso não esteja avaliando todo o gerenciamento e feedback do evento.
Evitar esses erros pode fazer toda a diferença na eficácia quando se cria ações promocionais para as pessoas no geral. Além disso, é importante lembrar que a promoção não pode ser vista como uma solução milagrosa para todos os problemas de vendas da empresa. É necessário ter uma estratégia bem definida e utilizar a promoção de forma pontual e estratégica para atingir os objetivos desejados. E aí, bora colocar em prática os aprendizados para faturar mais?

Se está na dúvida sobre como abrir um CNPJ, você veio ao lugar certo.
Neste artigo, vamos descomplicar o processo de como abrir o seu, detalhando os passos essenciais, os documentos necessários e algumas dicas práticas para agilizar sua jornada empreendedora.
De maneira geral, a abertura de um CNPJ segue alguns passos em comum para todo e qualquer tipo empresa.
Em resumo, para abrir um CNPJ você deve seguir esses pontos:

Apesar disso, dependendo da natureza jurídica escolhida, podem existir algumas divergências durante esse processo.
A seguir, detalhamos cada parte deles.
Antes de mais nada, você precisa decidir qual tipo de empresa você vai abrir.
Escolher o modelo empresarial correto é crucial para alinhar seu negócio às suas metas de faturamento e operação.
No Brasil, existem diferentes opções de estrutura jurídica:
Escolha o modelo que melhor se adequa ao seu plano de negócio e ao nível de responsabilidade desejado.
Você também pode se interessar:
A Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) é um sistema que classifica as atividades exercidas pelas empresas no Brasil e desempenha um papel fundamental no funcionamento de um negócio.
Ele influencia diretamente o regime tributário aplicável, as licenças exigidas e as obrigações fiscais que a empresa deverá cumprir.
Esse código é composto por dois tipos de classificações: a atividade principal, que representa a área de atuação predominante do negócio, e as atividades secundárias, que complementam a atividade principal e permitem ampliar o escopo de atuação da empresa.
Ao definir esses códigos, é necessário consultar a lista de CNAEs disponíveis no site do IBGE e analisar cuidadosamente as descrições de cada atividade para garantir a escolha mais adequada às operações da empresa.
Se surgir alguma dúvida durante essa etapa, é recomendável buscar a orientação de um contador, que poderá ajudar a identificar o código mais apropriado com base no ramo de atuação.
Além disso, é importante realizar uma consulta prévia de viabilidade junto à prefeitura local.
Esse processo verifica se as atividades previstas podem ser exercidas no endereço escolhido para a empresa e evita conflitos com nomes empresariais já registrados, garantindo que o negócio esteja alinhado às normas municipais e federais.
Após identificar o CNAE, você conseguirá definir qual tipo de CNPJ é o mais adequado. No geral.
Para os empreendedores que pretendem se registrar como Microempreendedor Individual (MEI), o procedimento é simplificado e gratuito, podendo ser feito diretamente no Portal do Empreendedor, sem necessidade de intermediários.
É um modelo que oferece benefícios como tributação reduzida, emissão de notas fiscais e acesso a direitos previdenciários, tornando-o ideal para pequenos negócios.
Já para empresas que não se enquadram no modelo de MEI, como as demais citadas anteriormente, o processo exige etapas adicionais, como a escolha da natureza jurídica.
A seguir, detalhamos melhor como ela funciona.
A natureza jurídica determina a relação da empresa com seus sócios, direitos, obrigações e responsabilidades legais.
Desde 2021, com a extinção da modalidade EIRELI, a Sociedade Limitada Unipessoal (SLU) tornou-se uma das opções mais práticas para quem deseja operar sozinho, sem a necessidade de sócios.
Este modelo permite que o capital social seja definido livremente, sem valor mínimo, e protege o patrimônio pessoal do empresário.
Outra possibilidade para quem deseja operar sem sócios é o Empresário Individual (EI), que simplifica o registro, mas não separa os bens pessoais dos bens empresariais, o que pode representar maiores riscos.
Para quem busca operar em parceria, a Sociedade Limitada (Ltda.) é uma escolha popular, permitindo a divisão de responsabilidades e lucros entre dois ou mais sócios, sem exigência de capital mínimo inicial.
Entender qual modelo de formalização e natureza jurídica melhor atendem às suas necessidades é essencial para garantir que o negócio seja registrado corretamente e alinhado aos seus objetivos de gestão e operação.
Chegou a hora de definir como os impostos da empresa serão calculados e recolhidos.
Essa parte é bastante delicada, pois impacta diretamente a carga tributária, a forma de apuração de lucros e as obrigações acessórias da empresa.
Por isso, é essencial analisar cuidadosamente as opções disponíveis e considerar o porte do negócio, a atividade principal e as expectativas de faturamento.
Confira as principais opções:
O Simples Nacional é um regime simplificado que reúne oito tributos federais, estaduais e municipais em uma única guia de pagamento (DAS). Ele foi criado para facilitar a gestão fiscal de microempresas (ME) e empresas de pequeno porte (EPP) com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões. A alíquota aplicada varia conforme a atividade da empresa e o faturamento acumulado nos últimos 12 meses, tornando-o uma opção prática e vantajosa para negócios menores.
O Lucro Presumido é indicado para empresas com faturamento anual de até R$ 78 milhões que possuem uma margem de lucro previsível. A Receita Federal presume um percentual de lucro baseado no setor de atuação (comércio, serviços, etc.), e os impostos são calculados sobre esse valor, independentemente do lucro real obtido. Essa modalidade pode ser vantajosa para empresas com custos operacionais reduzidos e alta margem de lucro.
No Lucro Real, os impostos são calculados com base no lucro líquido efetivamente apurado pela empresa após todas as deduções permitidas (despesas, custos e outros). Este regime é obrigatório para negócios com faturamento anual superior a R$ 78 milhões e para empresas de setores específicos, como instituições financeiras. Ele é indicado para empresas com margens de lucro variáveis ou baixos lucros, pois permite reduzir a base tributável utilizando deduções legais.
om as etapas anteriores concluídas, é hora de reunir os documentos necessários para formalizar sua empresa.
A documentação pode variar de acordo com o tipo de empresa e a natureza jurídica escolhida, mas geralmente inclui:
Documentos:
Outros documentos podem ser solicitados em situações específicas.
Caso você não possa abrir a empresa pessoalmente, será necessária uma procuração devidamente assinada.
Além disso, algumas atividades exigem licenças específicas, como o alvará de funcionamento emitido pela prefeitura municipal, ou licenças ambientais, no caso de empresas que impactem o meio ambiente, como indústrias ou construções.
Certidões negativas também podem ser requisitadas, como aquelas referentes a débitos da Receita Federal, do INSS, do FGTS e do Tribunal de Justiça, garantindo que a empresa está regularizada junto aos órgãos competentes.
O registro na Junta Comercial é obrigatório para empresas que não se encaixam no MEI.
Ele pode ser feito de forma online ou presencial, dependendo do estado em que a empresa será aberta.
Confira abaixo os passos para cada opção.
Com o CNPJ da sua empresa em mãos, você precisará se inscrever na prefeitura do seu município para obter o Alvará de Funcionamento.
Esse documento é a autorização necessária, emitida pela prefeitura, para operar em um local físico e pode exigir inspeções no local.
Veja o passo a passo:
Após aprovação, o alvará será emitido, permitindo que sua empresa comece a operar legalmente.
Para abrir um CNPJ MEI grátis, cadastre-se como MEI no Portal do Empreendedor.
Insira informações como nome fantasia, atividades e endereço, e emita o Comprovante de Condição de Microempreendedor Individual (CCMEI). O processo é online, rápido e gratuito, ideal para regularizar pequenos negócios.
Assuntos relacionados:
Não é obrigatório contratar um contador para abrir um CNPJ, mas muitas pessoas optam por fazê-lo devido à complexidade do processo.
A abertura de um CNPJ pode ser realizada pelo próprio empreendedor através do Portal do Empreendedor ou do Portal da Redesim, que são sistemas integrados para a formalização de empresas no Brasil.
Abrir um CNPJ oferece benefícios diversos benefícios, como:

Ter um CNPJ significa poder operar de forma legal, assegurando a conformidade com as leis fiscais e trabalhistas.
Isso melhora a credibilidade da sua empresa perante clientes, fornecedores e parceiros, além de possibilitar um planejamento tributário mais eficiente.
A formalização também ajuda a evitar problemas com fiscalizações e cria uma imagem mais sólida no mercado.
Formalizar-se facilita o cálculo e pagamento correto dos impostos, reduzindo o risco de multas e juros por atrasos ou erros.
Dependendo do porte e da atividade, você pode se enquadrar em regimes tributários como o Simples Nacional, que simplifica a gestão financeira e pode gerar economia significativa.
Emitir notas fiscais é essencial para transações comerciais, especialmente quando você negocia com outras empresas.
Além de garantir mais transparência nas operações, isso ajuda na contabilidade e aumenta suas chances de fechar negócios importantes, conquistando mais clientes e parcerias.
A participação em licitações públicas é exclusiva para empresas formalizadas com CNPJ. Isso abre possibilidades de contratos com órgãos governamentais e negociações de grande escala, como vendas corporativas e parcerias estratégicas.
Para quem deseja ampliar o alcance e a relevância do negócio, é uma vantagem fundamental.
Ao formalizar seu negócio, você pode contribuir para a Previdência Social e garantir direitos como aposentadoria, auxílio-doença e licença-maternidade.
Esses benefícios também se aplicam aos seus funcionários, promovendo mais segurança e estabilidade para todos.
Com o CNPJ, você amplia as formas de receber seus pagamentos, incluindo cartões de crédito e débito, boletos bancários e pagamentos online.
Oferecer múltiplas opções de pagamento, melhora a experiência dos seus clientes, aumenta as chances de fechar vendas e ajuda a impulsionar seu faturamento.
Por exemplo, a InfinitePay oferece taxas até 50% menores que a concorrência, além de empréstimos sem burocracia, facilitando o acesso a capital para quem está começando.
Essas condições são especialmente vantajosas para novos empreendedores, pois reduzem custos operacionais e ampliam as opções de pagamento para os clientes, aumentando as chances de sucesso nas vendas.
A InfinitePay é uma excelente escolha para empreendedores que buscam uma Conta PJ gratuita, especialmente voltada para microempreendedores individuais (MEIs) e pequenas e médias empresas.
Ela oferece:
Abra gratuitamente sua conta PJ InfinitePay e em menos de 5 minutos

Com a facilidade de acesso à internet e a crescente adesão ao uso de dispositivos móveis, as compras online se tornaram uma opção cada vez mais comum e conveniente para muitos consumidores. Para os empreendedores, o e-commerce pode ser uma excelente oportunidade de negócio, mas é preciso planejamento e estratégia para iniciar um negócio de sucesso. Para que você possa entrar nesse mercado de forma estratégica e assertiva, separamos as seguintes dicas:
A primeira etapa é definir qual será o foco do seu negócio. Identifique um nicho de mercado com potencial de crescimento e que você tenha interesse e conhecimento.
Pesquise seus concorrentes diretos e indiretos para entender como eles estão trabalhando, quais são os seus pontos fortes e fracos e como você pode se diferenciar.
Existem diversas plataformas de ecommerce no mercado, como Shopify, Magento, WooCommerce, entre outras. Escolher a plataforma de e-commerce certa pode ser uma tarefa desafiadora para qualquer empreendedor. Como cada uma possui suas próprias vantagens e desvantagens, para te ajudar a escolher a plataforma ideal para o seu negócio, aqui estão algumas dicas:
Com a plataforma escolhida, é hora de criar a sua loja virtual. Invista em um design atraente e intuitivo, que facilite a navegação e a compra dos seus clientes. Por isso, recomendamos esses 3 livros:
Monitore constantemente as métricas do seu negócio, como faturamento, conversão, ticket médio, entre outras. Faça ajustes e melhorias sempre que necessário.
Confira abaixo um passo a passo para fazer o fluxo de caixa:
Ofereça diversas opções de pagamento, como cartão de crédito, boleto bancário, transferência bancária, entre outras.
A divulgação é fundamental para o sucesso do seu negócio de e-commerce. Invista em estratégias de marketing digital, como SEO, mídias sociais, e-mail marketing, entre outras.
O mundo do e-commerce está em constante evolução. Mantenha-se atualizado sobre as tendências, tecnologias e melhores práticas do mercado.

A Black Friday é tão relevante que muitos varejistas começam a se preparar cerca de um mês antes da data propriamente dita. De acordo com Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), neste ano o número de compras online deve ultrapassar 8,3 milhões, com o e-commerce brasileiro movimentando mais de R$ 6 bilhões, ou 3,5% a mais que em 2021.
Determinados a manter o evento relevante e empolgante para os compradores, muitos varejistas têm se dedicado na preparação para as vendas a cada ano. Então, confira aqui algumas dicas para deixar seu negócio pronto para a Black Friday.
Primeiro, você deve preparar seu inventário para a Black Friday que, neste ano, acontecerá no dia 28 de novembro. Mesmo que você já tenha uma parte do inventário preparado para a data, pode ser que não seja suficiente, dependendo do tamanho de sua loja, quantos itens você oferece e da procura que teve em anos anteriores. Neste caso, vale a pena analisar um possível aumento do estoque.
Outra opção é oferecer um desconto em alguns de seus itens: mesmo que a maioria de seu inventário não esteja pronto para a temporada, você pode analisar se vale oferecer um desconto de 10% em alguns produtos que ajudariam a aumentar as vendas no mês.
Você também pode configurar alertas por e-mail para seus clientes com ofertas até a Black Friday de fato. Dessa forma, você já começa a criar um relacionamento direto na caixa de entrada deles — algo extremamente útil neste momento! Você pode começar encontrando um provedor de serviços de e-mail/newsletters que lhe permita configurar filtros de mensagens baseados em critérios específicos, como palavras-chave e endereço do remetente. Alternativamente, você pode usar uma ferramenta como o Zapier para criar um “gatilho” de ações a partir dos e-mails, com base em critérios específicos: um cliente X comprou o produto Y e vai ter um desconto Z na Black Friday, por exemplo.
Se você ainda não o fez, crie um calendário de todos os eventos da Black Friday e das ofertas que sua loja estará oferecendo para postar nas redes sociais. Dessa forma, você poderá planejar a melhor maneira de promover as vendas e, mais importante, garantir que seus clientes saibam sobre elas.
Se você tem um aplicativo que lhe permite puxar os dados de sua loja, você também pode adicionar uma seção de ofertas da Black Friday ao seu calendário para que você possa ver quando as melhores ofertas estão acontecendo. Uma boa prática também é adicionar o calendário de ofertas como um post fixo nas redes sociais, além de uma seção específica no site com os detalhes de todas as ofertas que você estará apresentando na Black Friday.
Como em qualquer outra data com alto volume de vendas, a Black Friday também pode levar muitos varejistas a cometerem erros em seus websites. É por isso que você deve verificar seu e-commerce e certificar-se de que o sistema esteja livre de erros. Você também deve ter certeza de que o site está otimizado para a Black Friday, ou seja, para um aumento no tráfego de usuários. Ao mesmo tempo, garanta que a experiência de compra num celular seja bastante simples e satisfatória.
Outra dica para Black Friday é preparar promoções de produtos com preços mais baixos por determinadas horas — ou apenas na data — em seu site ou mesmo loja física. Dessa forma, você poderá oferecê-los como ofertas especiais que levam a compras por impulso no momento. Vale acrescentar também que as ofertas relâmpago são ótimas oportunidades para aumentar as vendas e girar o estoque daqueles produtos que não tenham boa saída. Pense em banners na sua loja virtual e cartazes na loja física indicando essas promoções ou então crie “combos” que levem a descontos em certos itens.
Um ponto bastante importante para quem tem um comércio eletrônico é a segunda-feira depois da Black Friday, a chamada “Cyber Monday”. A data de promoções acontece apenas na internet, para estimular as vendas online. Portanto, vale pensar em cupons de desconto para quem comprou na Black Friday ou criar descontos exclusivos. Use as redes sociais, mailings, landing page com produtos em ofertas e faça anúncios a respeito. Uma “contagem regressiva” para a data no seu e-commerce é outra boa aposta para criar um senso de urgência e fortalecer as vendas.