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Descubra nossas melhores dicas e conselhos. Aprenda truques úteis para melhorar sua vida profissional e pessoal.

Finanças

Livros sobre educação financeira são o atalho mais barato para aprender a administrar dinheiro sem precisar cometer os mesmos erros de quem veio antes. Se você acha que esse tipo de leitura é difícil ou técnica, relaxa: os melhores títulos do gênero usam linguagem simples, histórias e exemplos do dia a dia.

Para encurtar o caminho, selecionamos cinco livros de educação financeira que cobrem do básico ao avançado, do orçamento doméstico à mentalidade empreendedora. Cada um ataca um ângulo diferente das finanças pessoais: crenças, hábitos, casamento, investimentos e independência.

Antes de mergulhar nas sinopses, confira a tabela comparativa no fim do artigo para escolher por onde começar de acordo com o seu momento. Se o objetivo é colocar tudo em prática, a InfinitePay tem conteúdos sobre educação financeira e como organizar as finanças que complementam a leitura.

Aviso editorial

Este artigo tem caráter informativo e educacional. As indicações de leitura não constituem recomendação de investimento. Antes de aplicar recursos, avalie seu perfil de risco e consulte um profissional certificado. Dados de publicação dos livros foram verificados junto às editoras oficiais em agosto de 2026.

1. Pai Rico, Pai Pobre, de Robert Kiyosaki

Pai Rico, Pai Pobre é um dos livros de educação financeira mais vendidos do mundo, com cerca de 40 milhões de exemplares comercializados em mais de 40 idiomas desde 1997, segundo o próprio autor na edição de 20 anos da obra. O argumento central é direto: a escola não ensina a administrar dinheiro, e a maioria das pessoas aprende a trabalhar pelo dinheiro em vez de fazer o dinheiro trabalhar por elas.

Kiyosaki constrói o livro em torno do contraste entre dois pais: um trabalhador tradicional e bem-sucedido na carreira (o "pai pobre") e um empreendedor que acumulou patrimônio (o "pai rico"). A diferença não está na renda, mas na relação com o dinheiro: um compra obrigações, o outro compra ativos. A lição prática é distinguir o que coloca dinheiro no seu bolso do que tira.

Para quem é indicado: iniciantes em finanças pessoais e empreendedores que querem trocar a mentalidade de empregado pela de dono.

Ficha técnica: autor Robert Kiyosaki, publicado originalmente em 1997, editora Alta Books no Brasil.

2. Educação Financeira ao Alcance de Todos, de José Pio Martins

O economista e professor José Pio Martins, ex-diretor de bancos e consultor financeiro, traduz conceitos de economia para a linguagem do dia a dia. O livro funciona como uma conversa: explica patrimônio líquido, fluxo de caixa, geração de renda e os principais tipos de investimento sem presumir conhecimento prévio do leitor.

O diferencial é o "Programa de Dez Passos", que transforma teoria em ação. Em vez de só listar termos, o autor orienta o leitor a diagnosticar a própria situação, montar um orçamento e criar o hábito de revisar as contas com regularidade. É o tipo de leitura que conecta o que você ganha com o que você guarda e com o que você investe.

Para quem é indicado: quem nunca estudou finanças e quer um panorama completo de finanças pessoais, do orçamento aos primeiros investimentos.

Ficha técnica: autor José Pio Martins, publicado originalmente em 2013, editora Saraiva no Brasil.

3. O Homem Mais Rico da Babilônia, de George S. Clason

Publicado originalmente em 1926, O Homem Mais Rico da Babilônia prova que boas regras de dinheiro não envelhecem. George S. Clason usa parábolas ambientadas na antiga Babilônia para ensinar princípios que ainda valem: gastar menos do que se ganha, guardar uma parte de tudo o que entra e fazer o dinheiro rendir antes de gastar.

O formato em histórias curtas ajuda a fixar os conceitos. Em vez de listas de regras, o leitor acompanha personagens que saem das dívidas, montam uma reserva de emergência e multiplicam o patrimônio seguindo conselhos simples. O aprendizado principal é que a disciplina vale mais do que o tamanho do salário: quem guarda dez por cento da renda, por menor que seja, constrói segurança financeira ao longo do tempo.

Para quem é indicado: quem precisa sair das dívidas, montar uma reserva de emergência ou criar o hábito de poupar.

Ficha técnica: autor George S. Clason, publicado originalmente em 1926, editora HarperCollins no Brasil.

4. Os Segredos da Mente Milionária, de T. Harv Eker

O canadense T. Harv Eker parte de uma pergunta: o que separa quem enriquece de quem continua no mesmo lugar, mesmo ganhando bem? A resposta dele está nas crenças. Antes de qualquer estratégia de investimento, existe o que ele chama de "termômetro financeiro": a ideia interna que cada pessoa tem sobre quanto dinheiro merece ter.

Eker divide a própria trajetória, de lojas fracassadas a um negócio de sucesso, para mostrar como a mudança de postura veio antes do dinheiro. O livro propõe substituir pensamentos limitantes por declarações que reforçam a responsabilidade sobre as finanças. A lição prática é que sem reprogramar a forma como você pensa sobre dinheiro, nenhuma técnica de orçamento ou investimento se sustenta.

Para quem é indicado: quem já tem renda mas sente que o dinheiro não rende, e quem quer entender o lado comportamental das finanças.

Ficha técnica: autor T. Harv Eker, publicado originalmente em 2005, editora Sextante no Brasil.

5. Casais Inteligentes Enriquecem Juntos, de Gustavo Cerbasi

Dinheiro é uma das causas mais comuns de brigas entre casais. Gustavo Cerbasi, consultor financeiro e autor best-seller, mostra que o problema quase nunca é a falta de dinheiro e sim a falta de conversa sobre ele. O livro orienta os dois a virarem parceiros de uma mesma causa: metas compartilhadas, orçamento transparente e decisões de longo prazo tomadas em conjunto.

Cerbasi apresenta ferramentas práticas para alinhar o casal, de um painel de despesas a um plano de metas de um, cinco e dez anos. Mesmo focado na vida familiar, o método serve para qualquer sociedade: os princípios de transparência e metas comuns valem para a administração do negócio. A lição central é que enriquecer junto exige mais diálogo do que renda alta.

Para quem é indicado: casais que querem organizar as finanças em conjunto e sócios que precisam alinhar metas e orçamento.

Ficha técnica: autor Gustavo Cerbasi, publicado originalmente em 2004, editora Gente no Brasil.

Tabela comparativa dos 5 livros

Para escolher por onde começar, compare os cinco títulos por foco e perfil de leitor:

LivroAutorAnoFoco principalIndicado para
Pai Rico, Pai PobreRobert Kiyosaki1997Mentalidade e ativosIniciantes e empreendedores
Educação Financeira ao Alcance de TodosJosé Pio Martins2013Conceitos e orçamentoQuem nunca estudou finanças
O Homem Mais Rico da BabilôniaGeorge S. Clason1926Poupança e disciplinaQuem quer sair das dívidas
Os Segredos da Mente MilionáriaT. Harv Eker2005Crenças e comportamentoQuem rende mas não guarda
Casais Inteligentes Enriquecem JuntosGustavo Cerbasi2004Finanças em parceriaCasais e sócios

Fonte: dados de publicação conforme editoras oficiais e sites dos autores, consulta em agosto de 2026.

Por onde começar a ler

A ordem importa. Cada livro prepara o terreno para o próximo:

  1. O Homem Mais Rico da Babilônia vem primeiro porque instala o hábito de poupar. Sem reserva, nenhuma estratégia de investimento se sustenta.
  2. Pai Rico, Pai Pobre vem em seguida para mudar a forma como você enxerga dinheiro: de salário para ativo.
  3. Educação Financeira ao Alcance de Todos traduz os conceitos técnicos que faltaram na escola e te dá um programa prático de dez passos.
  4. Os Segredos da Mente Milionária entra quando você já tem hábito e conhecimento, mas precisa destravar as crenças que limitam o crescimento.
  5. Casais Inteligentes Enriquecem Juntos fecha a sequência, porque finanças em parceria amplificam o que os livros anteriores ensinaram.

Se a pressa for grande, comece pela Babilônia e pelo Pai Rico. Os dois cobrem o essencial em uma linguagem curta e direta.

Coloque a teoria em prática

Livros ensinam os conceitos, mas é no dia a dia que a educação financeira vira resultado. O primeiro passo é separar o que entra do que sai: uma conta dedicada ao seu dinheiro, sem misturar o pessoal com o do negócio, já elimina metade da confusão.

Se você empreende, a InfinitePay oferece uma conta digital sem mensalidade, com Pix grátis, cashback de 1,5% e link de pagamento. É a forma de fazer o dinheiro trabalhar por você, como os livros ensinam. Para separar o que entra do que sai de vez, confira cinco dicas para separar as finanças pessoais e da empresa.

Finanças

Saber como cobrar um cliente com assertividade é vital para a saúde do seu caixa, principalmente em um cenário em que o número de empresas inadimplentes cresce a cada ano. Dominar essa comunicação garante a recuperação de valores em atraso sem desgastar o relacionamento.

Confira estratégias testadas para uma cobrança profissional. Você aprenderá a reduzir a inadimplência e recuperar créditos pendentes, fortalecendo a credibilidade da sua empresa com técnicas de negociação e frases prontas para diversas situações.

Gerador de mensagens de cobrança personalizadas

Como cobrar um cliente: passo a passo com 8 dicas para evitar erros

Cobre em 8 passos: cronograma, canal, tom, empatia, técnicas de negociação, alternativas de pagamento, automação e conformidade legal. Veja cada um em detalhe:

Como cobrar um cliente

Artigos relacionados:

1. Tenha um cronograma de cobrança

Manter um cronograma organizado é essencial para estruturar cobranças de forma eficaz e evitar atrasos prolongados.

Isso porque seguir um fluxo de contato planejado aumenta as chances de recuperação do crédito sem comprometer a relação com o cliente.

Para estruturar suas cobranças, você pode seguir o seguinte modelo:

  • Antes do vencimento: Envie lembretes preventivos, como e-mails ou mensagens no WhatsApp, informando que a data de pagamento está próxima. Isso reduz casos de esquecimento e melhora a pontualidade dos pagamentos.

  • No dia do vencimento: Reforce o aviso de forma educada, garantindo que o cliente saiba que a cobrança está disponível para pagamento.

  • Após o vencimento:

    • 3 a 5 dias após o vencimento: Envie um primeiro lembrete reforçando a importância da regularização.

    • 10 a 15 dias após o vencimento: Ofereça alternativas de pagamento, como parcelamento ou um novo prazo.

    • Após 30 dias: Considere medidas mais assertivas, como protesto ou negativação, sempre respeitando as diretrizes legais.

A Gestão de Cobrança da InfinitePay permite configurar lembretes automáticos e acompanhar os pagamentos em tempo real.

Isso reduz o tempo gasto com cobranças manuais e melhora a taxa de recuperação de crédito.

2. Escolha um canal de comunicação

Definir o canal correto para entrar em contato com o cliente garante que a cobrança seja eficiente sem ser invasiva.

A escolha deve levar em conta o perfil do cliente e a relação que ele já possui com sua empresa.

Os canais mais recomendados para cobranças são:

  • E-mail: Indicado para cobranças formais, com registro escrito do contato.

  • WhatsApp: Ideal para um contato rápido e direto, funcionando bem como um lembrete amigável.

  • Ligação telefônica: Mais eficaz para negociações complexas, pois permite um diálogo direto e personalizado.

No primeiro contato, a abordagem deve ser discreta, funcionando como um lembrete e não como uma cobrança agressiva.

Se a comunicação inicial não surtir efeito, outros canais podem ser utilizados de forma progressiva.

3. Defina o tom da abordagem

A forma como a cobrança é feita influencia diretamente a resposta do cliente.

Para evitar desgastes e aumentar a efetividade da comunicação, siga algumas boas práticas:

  • Evite a palavra "dívida". Utilize termos como "pendência", "pagamento em aberto" ou "fatura vencida".

  • Seja educado e respeitoso. Frases agressivas ou tom ameaçador podem afastar o cliente e dificultar a negociação.

  • Demonstre interesse em resolver o problema junto ao cliente. Perguntas como "Como podemos ajudá-lo?" mostram que a empresa está disposta a encontrar uma solução.

Manter um tom profissional e empático ajuda a preservar o relacionamento e aumenta as chances de recuperação do crédito.

4. Coloque-se no lugar do cliente

Antes de cobrar um cliente, é importante considerar que muitas vezes o atraso no pagamento não é intencional.

Problemas financeiros, imprevistos ou até mesmo esquecimento podem ser as causas da inadimplência.

Para uma abordagem mais humanizada:

  • Demonstre compreensão: Frases como "Sabemos que imprevistos acontecem, podemos conversar sobre a melhor forma de resolver essa pendência?" facilitam o diálogo.

  • Escute o cliente: Dê espaço para que ele explique sua situação e, se possível, ofereça soluções viáveis.

  • Mostre que a cobrança é um processo natural: O tom da conversa deve ser profissional, sem fazer o cliente se sentir culpado ou constrangido.

A abordagem empática fortalece a relação comercial e pode aumentar as chances de pagamento sem prejudicar a fidelização do cliente.

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5. Aplique técnicas de vendas na negociação

Negociar uma cobrança exige estratégias semelhantes às utilizadas em vendas.

Em vez de apenas insistir no pagamento, a abordagem deve focar na solução do problema e na melhor alternativa para ambas as partes.

Algumas técnicas que podem ser aplicadas na cobrança:

  • Escuta ativa: Deixe o cliente falar sobre suas dificuldades e demonstre interesse em ajudá-lo.

  • Proposta escalonada: Apresente a opção padrão de pagamento primeiro e, caso o cliente tenha dificuldades, ofereça alternativas, como parcelamento.

  • Ancoragem positiva: Comece a conversa mencionando o bom histórico do cliente antes de abordar a pendência.

Essas técnicas tornam a negociação mais eficiente e aumentam as chances de recuperação do crédito sem prejudicar o relacionamento com o cliente.

6. Ofereça alternativas de pagamento

Em muitos casos, o cliente deseja pagar, mas encontra dificuldades financeiras momentâneas.

Para aumentar as chances de recebimento, ofereça formas de pagamento flexíveis, como:

  • Parcelamento do valor pendente, permitindo que o cliente quite a dívida sem comprometer seu orçamento.

  • Desconto para pagamento à vista, incentivando a quitação imediata da pendência.

  • Opções de pagamento diversificadas, como Pix, Pix Cobrança ou cartão de crédito.

Ao dar mais opções ao cliente, a empresa reduz a resistência à cobrança e melhora a taxa de recuperação de valores em atraso.

7. Aproveite ferramentas tecnológicas

A tecnologia pode automatizar grande parte do processo de cobrança, reduzindo o tempo gasto com contatos manuais e melhorando os resultados.Com uma ferramenta de gestão de cobrança, é possível:

  • Programar lembretes automáticos, evitando atrasos por esquecimento.

  • Centralizar o histórico de pagamentos, facilitando a análise de cada caso.

  • Gerar links de pagamento rapidamente, agilizando a regularização da pendência.

A Gestão de Cobrança da InfinitePay permite monitorar pagamentos em tempo real e configurar notificações automáticas, garantindo um processo mais eficiente e profissional.Veja como é fácil

  1. Abra o app da InfinitePay e, na seção "Seu negócio", clique em Gestão de Cobrança.

  2. Toque em Nova cobrança, escolha ou crie o cliente, insira o valor e, se necessário, uma descrição.

  3. Toque em Continuar e, se desejar, personalize:

    1. Ative o repasse de taxas e defina a quantidade de parcelas permitidas.

    2. Automatize a repetição dessa mesma cobrança 

    3. Além de cartão, você pode escolher receber por Pix

    4. Para aplicar multa e/ou juros, ative a opção "Permitir Atraso" e, na seção "Juros e Multa", ative o que desejar. Configure o valor para a multa (em reais ou %) e o valor para juros (em %).

Toque em Enviar cobrança e pronto!‍

8. Respeite os limites éticos de cobrança e do CDC

Cobrar um cliente exige cuidado para não ultrapassar os limites legais e éticos.

O Código de Defesa do Consumidor (CDC) estabelece diretrizes que garantem que a cobrança seja feita de maneira justa e sem constrangimentos.

Para manter a conformidade com a legislação:

  • Evite abordagens invasivas. Não ligue para o cliente em horários inadequados ou em excesso. O ideal é respeitar o horário comercial.

  • Não exponha o cliente publicamente. Cobranças devem ser feitas de forma privada, sem pressionar o cliente em redes sociais ou no ambiente de trabalho.

  • Seja transparente. O cliente tem direito a saber todos os detalhes da pendência, incluindo valores, juros aplicados e opções de pagamento.

Cumprir essas diretrizes evita problemas jurídicos e melhora a relação com o cliente, aumentando as chances de recuperação do crédito sem danos à reputação da empresa.

16 Frases para cobrar clientes inadimplentes

Estratégias de cobrança de clientes

5 frases de cobrança para lembrete de pagamento

  • "Olá, [nome do cliente]! Passando para lembrar que sua fatura vence em breve. Caso precise de alguma informação sobre o pagamento, estamos à disposição!"

  • "Oi, [nome do cliente], tudo bem? Apenas um lembrete de que sua fatura está próxima do vencimento. Qualquer dúvida, nos avise!"

  • "Bom dia! Sua fatura vence amanhã. Para evitar juros ou transtornos, fique à vontade para nos chamar se precisar de algo."

  • "Olá! Seu pagamento vence hoje. Se já realizou o pagamento, desconsidere esta mensagem. Se precisar de ajuda, estamos à disposição!"

  • "Oi, [nome do cliente]! Lembrete rápido: sua fatura vence em [data]. Para mais informações, entre em contato conosco."

6 frases para cobrar um cliente de dívida recente

  • "Olá, [nome do cliente], identificamos que seu pagamento venceu há alguns dias. Há algo que possamos fazer para ajudar?"

  • "Oi, [nome do cliente], esperamos que esteja bem! Sua fatura venceu e queremos ajudá-lo a regularizar da melhor forma. Fale conosco!"

  • "Bom dia! Notamos que seu pagamento está em aberto. Caso precise de um novo prazo ou tenha alguma dúvida, nos avise."

  • "Olá, [nome do cliente]! Percebemos que sua fatura não foi paga. Se precisar de um novo link de pagamento ou outra forma de pagamento, estamos à disposição!"

  • "Oi, [nome do cliente]! Seu pagamento de [valor] venceu em [data]. Podemos encontrar uma alternativa para ajudá-lo a regularizar?"

  • "Olá! Para facilitar, podemos enviar um novo link de pagamento com outra data de vencimento. Se precisar de mais alguma coisa, é só avisar!"

5 frases para cobrar um cliente de dívida antiga

  • "Olá, [nome do cliente]! Percebemos que há um saldo em aberto em nossa empresa. Podemos conversar sobre a melhor forma de regularizar essa pendência?"

  • "Oi, [nome do cliente]! Sabemos que imprevistos acontecem, mas gostaríamos de ajudá-lo a resolver essa pendência em aberto. Entre em contato e vamos encontrar a melhor solução!"

  • "Olá, [nome do cliente]! Seu pagamento referente a [mês ou serviço] continua pendente. Podemos negociar uma forma de quitar esse débito?"

  • "Bom dia, [nome do cliente]! Para facilitar a regularização do seu saldo pendente, estamos oferecendo condições especiais. Fale conosco para saber mais!"

  • "Olá, [nome do cliente]! Queremos ajudar a resolver sua pendência de forma simples e sem burocracia. Entre em contato e encontramos a melhor alternativa para você."

Automatizar cobranças reduz a inadimplência?

Sim. Lidar com cobranças manuais pode ser desgastante e ineficiente. Automatizar esse processo reduz o tempo gasto e melhora a taxa de recuperação de crédito.

Com a Gestão de Cobrança da InfinitePay, sua empresa pode:

  • Programar lembretes automáticos antes e depois do vencimento.

  • Monitorar os pagamentos em tempo real.

  • Oferecer Pix ou cartão de crédito em até 12x.

  • Reduzir o esforço manual e manter um controle mais preciso das cobranças.

Automatizar a cobrança permite que sua empresa reduza a inadimplência sem precisar recorrer a abordagens desgastantes.

Person holding phone making contactless payment on a card reader held by another person.
Seu negócio

Se você trabalha com delivery, sabe que aceitar pagamentos com cartão na entrega é essencial para garantir a satisfação do cliente e evitar pedidos cancelados. Mas qual é a melhor maquininha para delivery?

Para garantir transações rápidas, seguras e sem complicações, selecionamos as 5 melhores maquininhas para motoboys e entregadores.

Levamos em conta critérios como portabilidade, conexão estável, taxas e formas de pagamento aceitas.

Confira o ranking e descubra qual delas é a mais vantajosa para o seu negócio.

O que considerar ao escolher uma maquininha para delivery?

Antes de escolher uma maquininha de cartão para delivery, é importante avaliar os seguintes pontos:

  • Tamanho e peso: O ideal é um modelo compacto, fácil de transportar e resistente.
  • Conexão estável: Maquininhas com Wi-Fi, 3G ou 4G evitam falhas de pagamento durante a entrega.
  • Rapidez no recebimento: É importante poder receber os valores rapidamente para manter um fluxo de caixa saudável.
  • Formas de pagamento aceitas: Quanto mais opções, como débito, crédito e carteiras digitais, melhor para o cliente.
  • Taxas e custo-benefício: Nem sempre a opção mais barata tem as melhores condições a longo prazo.
Como escolher uma maquininha para delivery

As 5 Melhores Maquininhas para Delivery em 2026

Com os critérios apresentados acima em mente, veja quais são as 5 melhores maquininhas para delivery em 2026.

1. InfiniteTap

O InfiniteTap é a melhor escolha para entregadores e restaurantes porque não exige um equipamento físico, podendo ser instalado no próprio celular.

Com ele, qualquer motoboy pode aceitar pagamentos com cartão, sem precisar carregar uma maquininha extra.

Além disso, permite que um restaurante tenha quantos entregadores quiser, sem custo adicional, pois o InfiniteTap pode ser ativado em vários celulares ao mesmo tempo.

  • Custo zero: Totalmente gratuito, sem aluguel ou mensalidade.
  • Modo Equipe: Cada entregador pode usar seu próprio celular para cobrar clientes, centralizando todas as vendas na mesma conta.
  • Taxas reduzidas: Débito a partir de 0,75% e crédito a partir de 2,69%.
  • Conexão Wi-Fi e dados móveis: Funciona em qualquer lugar com internet, sem necessidade de um chip exclusivo.
  • Pagamento rápido e seguro: Aceita cartões por aproximação (NFC), ideal para entregas sem contato.

Reduza seus custos e agilize o pagamento das suas entregas com o InfiniteTap

2. Maquininha Azul

A Maquininha Azul é uma opção bastante acessível.

Seu tamanho compacto e facilidade de transporte fazem dela uma alternativa interessante para entregadores autônomos.

No entanto, seu principal ponto de atenção é que ela depende de um celular para funcionar, pois a conexão ocorre via Bluetooth.

Além disso, é uma opção com taxas um pouco mais altas quando comparada ao InfiniteTap.

Para quem está começando e precisa de uma opção simples, a Maquininha Azul pode ser uma alternativa viável, desde que o entregador tenha um celular disponível para o uso.

3. Maquininha Verde

A Maquininha Verde se destaca por ter chip próprio e Wi-Fi, permitindo que os pagamentos sejam feitos sem depender de um celular.

Isso torna a experiência mais prática para restaurantes que enviam entregadores fixos, pois evita problemas com conexões instáveis ou necessidade de aparelhos adicionais.

Se o seu restaurante tem uma equipe fixa de entregadores e quer uma maquininha sem dependência de celulares pessoais, essa pode ser uma opção interessante.

4. Maquininha Amarela e Preta

A Maquininha Amarela e Preta é uma boa escolha para quem busca conectividade estável e mais opções de pagamento.

Com Wi-Fi e conexão 3G, ela reduz o risco de falhas nas transações e pode ser utilizada em locais sem acesso fácil à internet fixa.

  • Conexão estável: Compatível com Wi-Fi e 3G, permitindo mais mobilidade no uso.
  • Aceita Pix e parcelamento, ampliando as opções de pagamento para o cliente.
  • Bateria de longa duração, ideal para entregadores que trabalham o dia todo.

Embora tenha um preço mais elevado que outras opções, a combinação de estabilidade de conexão e bateria durável faz dela uma opção interessante para quem realiza muitas entregas diariamente.

Leia mais: Como ter uma maquininha no celular

5. Maquininha Preta e Verde

A Maquininha Preta e Verde é uma alternativa compacta e acessível para quem faz poucas entregas.

Seu funcionamento é semelhante à Maquininha Azul, pois depende de um celular com Bluetooth para processar pagamentos.

  • Tamanho reduzido e leveza, facilitando o transporte.
  • Funciona via Bluetooth, exigindo conexão com um celular.
  • Taxas razoáveis para quem recebe no prazo padrão.
  • Boa opção para autônomos e pequenos negócios que fazem menos entregas diárias.

InfiniteTap: A melhor maquininha para delivery em 2026

O InfiniteTap é a opção mais eficiente para restaurantes e delivery porque oferece praticidade, economia e facilidade de uso.

Diferente das outras opções, ele não exige um equipamento físico, podendo ser instalado no celular de qualquer entregador e em instantes.

Com ele você tem:

  • Mais controle: ‍Acompanhe as transações de forma mais fácil e organizada, diretamente pelo app e otimize sua gestão financeira.
  • Flexibilidade: Pode ser utilizado em diferentes tipos de entregas, desde de comida até serviços de transporte de cargas, permitindo atender a diferentes demandas.
  • Custo zero: Sem aluguel, sem mensalidade e disponível em quantos celulares forem necessários, basta baixar o app e configurar. Isso ajuda a aumentar a margem de lucro do seu negócio e a manter preços competitivos.
  • Recebimento na hora: Receba na hora com o nitro ou em no máximo 1 dia útil e aproveite um fluxo de caixa mais sustentável.
  • Modo Equipe: Permite que todos os entregadores cobrem usando o mesmo sistema, centralizando os pagamentos.
  • Menores taxas do mercado: Com taxas até 50% menores do que na concorrência, você economiza e lucra muito mais.

Além disso, com o InfiniteTap, o processo de pagamento se torna muito mais rápido e eficiente, basta aproximar o celular da forma de pagamento para finalizar a transação.

Aproveite uma maquininha 100% grátis no seu celular e tenha mais controle das transações das suas entregas, acessando um relatório completo diretamente pelo app da InfinitePay.

Configure o InfiniteTap em menos de 5 minutos e comece a usar ainda hoje

Two people wearing aprons reviewing notes together at a wooden workbench in a workshop.
Finanças

O planejamento financeiro empresarial usa o histórico do caixa para antecipar cenários e guiar decisões.

No Brasil, 60% das empresas não sobrevivem a cinco anos. Misturar contas pessoais e empresariais para cobrir urgências cega a operação.

O Que É Planejamento Financeiro para PMEs

O planejamento financeiro empresarial é um ciclo de diagnóstico, projeção e ajuste que orienta as decisões da empresa. Dentro desse processo, planejamento, orçamento e controle cumprem papéis diferentes, mas integrados:

TermoFunção prática
OrçamentoPrevisão de limites, definindo teto de gastos e meta de receitas.
ControleRegistro e acompanhamento diário das movimentações no fluxo de caixa.
PlanejamentoCiclo que cruza o controle e o orçamento para apoiar as decisões.

Para esses números funcionarem, é essencial separar as contas pessoais (PF) das empresariais (PJ). Defina um pró-labore e evite retirar dinheiro aleatório do caixa.

Lucro não é dinheiro disponível

A Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) revela se houve lucro, mas uma operação lucrativa não garante saldo no banco.

Por exemplo, vender parcelado e pagar fornecedores à vista gera lucro contábil, mas o caixa fica descoberto até o recebimento. Esse cenário ilustrativo demonstra que lucro e caixa (liquidez) respondem a questões diferentes. Qualquer nova despesa exige consultar o saldo projetado, e não apenas a margem do produto.

Como Montar a Rotina Financeira na Primeira Semana

Transformar números soltos em uma agenda de decisões é o núcleo de como fazer um planejamento financeiro empresarial. Pense em um gestor de serviços que acumula vendas e pagamentos, com vencimentos em dias distintos. Sem visualizar o próximo trimestre, assumir novos custos vira um risco.

Entender como montar um planejamento financeiro empresarial afasta surpresas. Siga este planejamento financeiro empresarial passo a passo.

Ciclo de 4 etapas da rotina financeira semanal: separar contas, registrar fluxos, projetar caixa e analisar desvios.

Ciclo de planejamento financeiro semanal para controle de caixa da PME.

1. Separe contas e retiradas

O ponto de partida é desvincular recursos pessoais do caixa corporativo. Misturar contas distorce o custo real da operação.

Defina um pró-labore fixo mensal e pague no mesmo dia da folha de funcionários. O saldo excedente permanece na empresa para garantir a liquidez do negócio.

2. Registre entradas, saídas e vencimentos

Com contas separadas, anote diariamente todas as movimentações. Classifique cada lançamento informando a data exata. Um modelo de planejamento financeiro empresarial começa pela precisão desses dados.

Se precisa de uma ferramenta pronta, a Planilha de Fluxo de Caixa InfinitePay atua como uma planilha de planejamento financeiro empresarial gratuita e eficiente. Ela garante o controle de previsão versus realizado por meio de abas diárias, semanais e mensais.

3. Projete o caixa em 30, 60 e 90 dias

O seu fluxo de caixa precisa antecipar os próximos meses. Estime recebíveis a prazo e compromissos fixos em colunas para 30, 60 e 90 dias. A partir disso, elabore cenários otimista, realista e pessimista.

Eles testam hipóteses sobre atrasos de clientes ou quedas sazonais, não servem como previsões garantidas. Quem prefere operar de forma offline costuma usar um planejamento financeiro empresarial excel para simular as variações de saldo antes de gastar.

4. Compare previsto e realizado em dia fixo

O último passo da rotina é manter a disciplina de revisão. Escolha um dia da semana para conferir se os lançamentos se confirmaram. Além da checagem semanal, estabeleça uma revisão mensal dos resultados.

Ao cruzar o previsto com a realidade do período, o gestor corrige desvios, reavalia orçamentos e otimiza o controle financeiro empresarial.

Como Transformar Sinais do Caixa em Decisões

O desvio de caixa inicia uma investigação, não uma decisão no achismo. Imagine uma gestora de comércio com vendas a prazo e reposição de estoque.

Quando o saldo previsto cai antes de fornecedores e impostos vencerem, ela precisa investigar o motivo antes de comprar mercadoria. Em vez de assumir que o problema é a falta de vendas, conecte o saldo projetado aos preços e prazos.

O capital de giro sustenta a operação no curto prazo. A fórmula é: Capital de Giro = Ativo Circulante − Passivo Circulante. O ativo circulante de curto prazo inclui o dinheiro em caixa, valores a receber e estoque, enquanto o passivo circulante engloba contas imediatas, como fornecedores, salários e impostos.

Essa comparação verifica se há recurso para honrar os compromissos próximos. Você pode usar a Calculadora de Capital de Giro InfinitePay (ferramenta gratuita) para um diagnóstico rápido e definir o próximo passo do seu planejamento estratégico.

Sinal no caixaHipótese a conferirDecisão a testar
Faturamento sobe, mas o caixa fica negativoO prazo de recebimento é maior que o de pagamento?Renegociar prazo com fornecedor ou aplicar ações contra a inadimplência.
Lucro no papel, mas falta dinheiro para impostosCustos ou despesas estão consumindo a margem?Ajustar a precificação com base nos custos reais e rever os descontos.
Vendas estáveis, mas baixa liquidez imediataHá dinheiro preso em produtos de giro lento?Promover controle de estoque e liquidar mercadoria parada antes de repor.
Constantes faltas de saldo durante o mêsO fluxo de caixa está descasado das despesas?Alterar datas de vencimento de fornecedores para os dias de alta receita.

Quando o recebimento atrasa

A inadimplência e os prazos longos comprometem a sua liquidez. Se o diagnóstico apontar atrasos frequentes, priorize a melhoria da cobrança antes de buscar um empréstimo automaticamente. Reduzir prazos destrava recursos sem gerar dívidas.

Quando estoque e despesas pressionam o saldo

Estoque parado imobiliza o seu dinheiro. Se as despesas pesam mesmo com vendas frequentes, a sua margem pode estar defasada. Revisar a precificação e liquidar produtos encalhados devolve o equilíbrio financeiro às contas da empresa.

Quais Números Revisar Todo Mês

Para manter o planejamento financeiro em uma empresa atualizado, a rotina exige registro contínuo, conferência semanal de vencimentos e uma revisão mensal. O fechamento compara o previsto com o realizado e investiga as causas dos desvios.

Indicadores que mostram resultado e liquidez

Avaliar o planejamento financeiro e orçamento empresarial exige separar vendas do resultado real:

  • Demonstração do Resultado do Exercício (DRE): visão gerencial que alinha receitas, custos e despesas para revelar lucro ou prejuízo.

  • Capital de giro: recurso para manter a empresa rodando enquanto os clientes não pagam. A fórmula é o Ativo Circulante menos o Passivo Circulante. Você pode usar a Calculadora de Capital de Giro da InfinitePay como diagnóstico rápido.

  • Margem: diferença entre preço e custo direto, que valida a precificação.

Para entender a aplicação prática, considere um cenário ilustrativo de uma PME que registra recebimentos de R$ 50 mil e tem R$ 40 mil em caixa e estoque (ativo). Os pagamentos de fornecedores e impostos somam R$ 60 mil (passivo).

IndicadorCálculo simplesLeituraDecisão
Saldo projetadoR$ 50 mil (entradas) menos R$ 60 mil (saídas)Faltarão R$ 10 mil para fechar o mês.Postergar pagamentos ou antecipar recebíveis.
Capital de giroR$ 40 mil (ativo) menos R$ 60 mil (passivo)O saldo é negativo em R$ 20 mil.Liquidar estoque parado para gerar caixa rápido.
MargemPreço de venda menos custo diretoO produto vendido não cobre os custos fixos.Revisar precificação antes de novas vendas.

Erros que distorcem a decisão

Alguns vícios inviabilizam o controle de caixa. O maior deles é misturar contas pessoais e empresariais, o que acaba escondendo o custo de vida do sócio dentro das despesas do negócio. Outro erro comum é cobrar apenas com base no custo de compra do fornecedor, esquecendo de calcular os gastos operacionais.

Ignorar a inadimplência e atuar sem uma régua ativa de cobrança também converte o faturamento projetado em buracos financeiros. Em vez de seguir regras genéricas de reserva de meses fixos, dimensione a sua proteção de acordo com os compromissos, a previsibilidade e os riscos do seu próprio mercado.

Comece Pelo Caixa Projetado

A primeira etapa de um planejamento financeiro é mapear as datas exatas das entradas e das saídas. Para aplicar essa rotina e comparar a previsão com o realizado, você pode usar a Planilha de Fluxo de Caixa da InfinitePay.

O arquivo é gratuito e editável, oferece cálculo automático de saldo e traz abas separadas para o controle diário, semanal, mensal e semestral. Dessa forma, você organiza os números do negócio em poucos minutos e enxerga o saldo disponível antes de assumir qualquer despesa nova.

Para complementar a sua organização e garantir que os números diários estejam sempre exatos, assista ao nosso guia prático de fechamento de caixa:

Seu negócio

Administrar um salão de beleza, centro estético ou loja de cosméticos exige olhar para os serviços, as vendas e o fisco ao mesmo tempo. Quem empreende no segmento costuma acumular as funções de profissional, gestor e responsável pelo pagamento de impostos. A formalização pelo CNPJ escolhe o regime tributário certo, evita multas e mantém a receita da empresa previsível.

O ponto de partida é entender três caminhos que se cruzam no setor de beleza: o Simples Nacional para microempresas e empresas de pequeno porte, o MEI para quem fatura até R$ 81 mil por ano e a Lei do Salão Parceiro, que regula a contratação de profissionais autônomos. Este guia mostra as alíquotas vigentes em 2026, os valores do DAS do MEI e exemplos práticos para você calcular o imposto do seu negócio.

Simples Nacional: o regime padrão para empresas de beleza

O Simples Nacional é o regime tributário criado pela Lei Complementar nº 123, de 2006, que unifica o recolhimento de impostos federais, estaduais e municipais em uma única guia mensal, o Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS). Microempresas (ME) com faturamento anual até R$ 360 mil e empresas de pequeno porte (EPP) com faturamento até R$ 4,8 milhões por ano podem optar por esse regime. A tabela completa do Simples Nacional detalha todos os anexos e faixas de faturamento.

Salões de beleza, barbearias, clínicas de estética e prestadores de serviço do setor costumam ser tributados no Anexo III do Simples Nacional, que começa em 6% sobre a receita bruta. A alíquota sobe em faixas conforme o faturamento dos últimos 12 meses. Confira a tabela vigente:

<w-table>

Faixa de receita em 12 mesesAlíquota nominalValor a deduzir
Até R$ 180.000,006%R$ 0
De R$ 180.000,01 a R$ 360.000,0011,2%R$ 9.360,00
De R$ 360.000,01 a R$ 720.000,0013,5%R$ 17.640,00
De R$ 720.000,01 a R$ 1.800.000,0016%R$ 35.640,00
De R$ 1.800.000,01 a R$ 3.600.000,0021%R$ 125.640,00
De R$ 3.600.000,01 a R$ 4.800.000,0033%R$ 648.000,00

</w-table>

Fonte: Lei Complementar nº 123, de 2006 (Planalto).

O DAS do Simples Nacional reúne os seguintes tributos

  • Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ): imposto federal sobre o lucro da empresa;
  • Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL): contribuição federal que financia a seguridade social;
  • Programa de Integração Social (PIS) e Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep): contribuição que vai para o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), que paga o abono salarial e o seguro-desemprego;
  • Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins): arrecada fundos para assistência social, previdência social e saúde pública;
  • Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI): incide em mercadorias de fábrica ou importadas;
  • Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS): tributo estadual para empresas que vendem produtos, como cosméticos no balcão;
  • Imposto sobre Serviços (ISS): tributo municipal para empresas prestadoras de serviço, como corte e tratamento estético;
  • Contribuição Patronal Previdenciária (CPP): contribuição federal para a manutenção da previdência social.

A emissão de nota fiscal de serviço (NFS-e) é obrigatória para registrar a prestação de serviços e compor a base de cálculo do DAS. O CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) do salão ou clínica define o anexo correto e o enquadramento no Simples.

Fator R: a regra que define Anexo III ou Anexo V

O Fator R é o cálculo que decide se o salão de beleza paga imposto pelo Anexo III (alíquota inicial de 6%) ou pelo Anexo V (alíquota inicial de 15,5%). A regra compara a folha de pagamento dos últimos 12 meses com a receita bruta do mesmo período.

Quando a folha de salários equivale a 28% ou mais da receita bruta, a empresa fica no Anexo III, com carga menor. Quando fica abaixo de 28%, cai para o Anexo V, com alíquota inicial mais que o dobro. O cálculo é feito mês a mês, então um salão que contrata mais profissionais autônomos pelo regime de parceria e reduz a folha CLT pode mudar de anexo ao longo do ano.

Salões que dependem de mão de obra assalariada costumam ficar no Anexo III. Salões que terceirizam quase todo o serviço e têm folha baixa correm o risco de cair no Anexo V, com imposto maior. Avalie a relação entre folha e faturamento antes de fechar o mês com o contador.

Lei do Salão Parceiro: contratar profissionais como autônomos

A Lei nº 13.352, de 27 de outubro de 2016, conhecida como Lei do Salão Parceiro, regulamenta o contrato de parceria entre o salão de beleza e o profissional autônomo. Ela regulariza uma prática comum no setor: a contratação de cabeleireiros, barbeiros, depiladores, maquiadores, massagistas e manicures como parceiros, e não como funcionários CLT.

O contrato de parceria desobriga o salão de arcar com 13º salário, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e contribuição previdenciária sobre a cota-parte do profissional parceiro. O salão centraliza os pagamentos dos clientes e repassa ao parceiro a percentual definido em contrato. A cota-parte do parceiro não entra na receita bruta do salão para fins de tributação.

O profissional parceiro que abre o MEI tem acesso a benefícios previdenciários como aposentadoria, auxílio-doença e salário-maternidade, além de facilitação na abertura de conta bancária e na obtenção de crédito. A formalização do parceiro como MEI tira ambos da informalidade e reduz o risco de autuação perante a Receita Federal.

MEI: o regime para quem fatura até R$ 81 mil por ano

O Microempreendedor Individual (MEI) é a porta de entrada para quem fatura até R$ 81 mil por ano, equivalente a uma média de R$ 6.750 por mês. O MEI é isento dos tributos federais (IRPJ, PIS, Cofins, IPI e CSLL) e paga apenas um valor fixo mensal de DAS, destinado à Previdência Social e ao ICMS ou ISS. O guia completo do MEI em 2026 reúne regras, obrigações e o passo a passo para manter o CNPJ regular.

Os valores do DAS do MEI são reajustados anualmente conforme o salário mínimo. Em 2026, com o salário mínimo de R$ 1.621,00, os valores vigentes são:

<w-table>

Atividade do MEIINSS (5%)ICMSISSDAS total mensal
Comércio e indústriaR$ 81,05R$ 1,00não se aplicaR$ 82,05
ServiçosR$ 81,05não se aplicaR$ 5,00R$ 86,05
Comércio e serviçosR$ 81,05R$ 1,00R$ 5,00R$ 87,05

</w-table>

Fonte: Portal do Empreendedor, gov.br.

O MEI pode contratar no máximo um funcionário que receba o salário mínimo ou o piso da categoria, e precisa recolher 8% de FGTS e 3% de INSS patronal sobre o salário. Para crescer além do limite de faturamento, o microempreendedor precisa migrar para microempresa (ME) e escolher um regime como o Simples Nacional. Um contador orienta essa transição e evita erros de enquadramento.

Exemplo prático: salão que fatura R$ 10 mil por mês

Considere um salão de beleza enquadrado no Simples Nacional, Anexo III, com receita bruta de R$ 10 mil em um mês e faturamento acumulado em 12 meses dentro da primeira faixa (até R$ 180 mil). O imposto devido é 6% sobre a receita do mês, ou seja, R$ 600.

Agora considere o mesmo salão com faturamento anual de R$ 240 mil, na segunda faixa do Anexo III. A alíquota nominal é 11,2%, mas o cálculo aplica a dedução: (R$ 240.000 × 11,2%) menos R$ 9.360,00 = R$ 17.520 por ano. Dividido por 12, o DAS mensal médio fica em R$ 1.460.

Se o mesmo profissional faturasse R$ 6 mil por mês como MEI de serviços, pagaria o DAS fixo de R$ 86,05, independentemente da receita, desde que respeitasse o teto anual de R$ 81 mil. A diferença de carga tributária entre MEI e microempresa é grande enquanto o faturamento fica baixo, mas o MEI perde vantagem quando a receita ultrapassa o limite e exige migração.

Lojas de cosméticos: ICMS e substituição tributária

Lojas de cosméticos que vendem produtos no balcão pagam ICMS, tributo estadual sobre a circulação de mercadorias. No Simples Nacional, o ICMS já vem embutido no DAS, mas a operação com cosméticos tem uma particularidade: a substituição tributária (ST) do ICMS.

Na substituição tributária, o fabricante ou distribuidor recolhe o ICMS antecipado sobre toda a cadeia, e o lojista paga o imposto embutido no preço de compra. Em 2026, estados como São Paulo e Rio Grande do Sul ajustaram regras de ST para perfumaria e cosméticos, então o impacto no preço e na escrituração varia conforme o estado de operação.

Quem revende cosméticos de marcas nacionais costuma receber a mercadoria com ICMS-ST já pago. Quem importa ou fabrica precisa calcular e recolher a ST. Confira a legislação estadual da sua unidade da federação e o enquadramento do CNAE de comércio varejista de produtos de beleza antes de precificar o estoque. Quem busca expandir o negócio no segmento de beleza precisa alinhar o planejamento tributário ao crescimento das vendas.

Contabilidade: quando contratar um contador

Toda microempresa e empresa de pequeno porte precisa de um contador para emitir o DAS, entregar declarações e manter a empresa em dia com o fisco. O contador calcula os impostos, acompanha as obrigações tributárias e orienta a escolha entre os anexos do Simples Nacional.

O MEI é a única exceção: o próprio empreendedor emite o DAS e entrega a Declaração Anual do MEI (DASN-SIMEI) sem precisar de contador. Quando o faturamento cresce e a empresa migra para ME, a contratação de um contador passa a ser obrigatória. O profissional também ajuda a planejar a transição de regime tributário e a evitar o desenquadramento do Simples.

Aviso importante

Este conteúdo é informativo e não substitui a consultoria de um contador ou a análise da legislação vigente. Alíquotas, faixas de faturamento e valores do DAS mudam anualmente. Confirme os dados atuais na Receita Federal e no Portal do Empreendedor antes de tomar qualquer decisão tributária.

Seu negócio

Sua loja de material de construção recolhe impostos federais (IRPJ, CSLL, PIS e Cofins) e um imposto estadual (ICMS). O valor depende do regime de tributação escolhido e, no varejo de construção, da substituição tributária que incide sobre produtos como cimento e tinta. Conhecer essas regras ajuda a prever os gastos e a evitar apertos no caixa nos meses de vencimento do DAS.

Os regimes de tributação

O regime de tributação define quais impostos sua loja paga e como eles são calculados. O faturamento anual é o critério decisivo: fatura até R$ 4,8 milhões por ano e pode optar pelo Simples Nacional; acima de R$ 78 milhões, o Lucro Real passa a ser obrigatório.

  • Simples Nacional: regime simplificado para microempresas e empresas de pequeno porte, com receita bruta anual de até R$ 4,8 milhões. Os impostos são unificados em uma guia única mensal, o DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional).
  • Lucro Presumido: a Receita Federal presume uma margem de lucro sobre o faturamento e calcula os impostos sobre essa base. Aceita empresas com receita anual de até R$ 78 milhões.
  • Lucro Real: cálculo sobre o lucro líquido efetivo. É obrigatório para empresas com faturamento anual acima de R$ 78 milhões.

Para a maioria das lojas de material de construção, o Simples Nacional é o ponto de partida por reunir os impostos em uma guia só. A base legal é a Lei Complementar nº 123, de 2006.

RegimeFaturamento anualCálculoGuia
Simples NacionalAté R$ 4,8 miAlíquota sobre o faturamento (Anexo I)DAS mensal
Lucro PresumidoAté R$ 78 miPresunção de lucro sobre o faturamentoGuias separadas
Lucro RealAcima de R$ 78 miLucro líquido efetivoGuias separadas

Alíquotas por regime: Simples, Presumido e Real

No Simples Nacional, o comércio varejista de material de construção é tributado pelo Anexo I da tabela do Simples Nacional. A alíquota efetiva cresce com o faturamento acumulado em 12 meses (RBT12):

FaixaReceita bruta em 12 mesesAlíquota nominalParcela a deduzir
1ªAté R$ 180.000,004,00%R$ 0,00
2ªDe R$ 180.000,01 a R$ 360.000,007,30%R$ 5.940,00
3ªDe R$ 360.000,01 a R$ 720.000,009,50%R$ 13.860,00
4ªDe R$ 720.000,01 a R$ 1.800.000,0010,70%R$ 22.500,00
5ªDe R$ 1.800.000,01 a R$ 3.600.000,0014,30%R$ 87.300,00
6ªDe R$ 3.600.000,01 a R$ 4.800.000,0019,00%R$ 378.000,00

A alíquota efetiva não é a nominal. O cálculo é (RBT12 × alíquota nominal − parcela a deduzir) ÷ RBT12. Suponha uma loja com R$ 450.000 de receita em 12 meses: ela cai na 3ª faixa, mas a alíquota efetiva é 6,42%, não 9,50%. A diferença vem da parcela a deduzir.

No Lucro Presumido, a Receita Federal fixa a presunção de lucro do comércio em 8% para o IRPJ e 12% para a CSLL. Sobre essa base, aplicam-se 15% de IRPJ (mais 10% de adicional sobre o lucro trimestral acima de R$ 60.000) e 9% de CSLL. PIS e Cofins somam 3,65% sobre a receita (0,65% + 3%, no regime cumulativo). O ICMS, estadual, é cobrado à parte.

No Lucro Real, o IRPJ e a CSLL incidem sobre o lucro líquido apurado, e PIS e Cofins seguem a sistemática não cumulativa (1,65% e 7,6%).

Os principais impostos

Cinco impostos incidem sobre o comércio varejista de material de construção: IRPJ, CSLL, PIS, Cofins e ICMS. Cada um tem uma finalidade e uma base de cálculo própria.

  • IRPJ (Imposto de Renda da Pessoa Jurídica): tributo federal sobre o lucro da empresa. No Simples, está embutido no DAS; no Presumido e no Real, é apurado sobre a base de lucro.
  • CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido): tributo federal que financia a Seguridade Social, que inclui aposentadorias, assistência social e saúde pública. Incide sobre o lucro.
  • PIS (Programa de Integração Social): contribuição federal destinada ao Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), que financia o seguro-desemprego e o abono salarial. Não financia o FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço), que é formado por depósitos mensais do empregador na conta do trabalhador.
  • Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social): contribuição federal calculada sobre a receita bruta. Financia a Seguridade Social, assim como a CSLL.
  • ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços): imposto estadual sobre a venda de mercadorias. A alíquota varia por estado e por produto.

No Simples Nacional, esses impostos estão unificados e devem ser pagos todo mês por meio do DAS. No Lucro Presumido e no Real, são recolhidos em guias e prazos próprios: IRPJ e CSLL por trimestre, PIS e Cofins por mês.

Substituição tributária do ICMS no material de construção

A substituição tributária (ST) do ICMS é uma regra típica do setor de material de construção. Em vez de o varejista calcular o ICMS na venda, o fabricante ou distribuidor recolhe o imposto antecipadamente sobre a cadeia toda. O CONFAZ (Conselho Nacional de Política Fazendária) regula a ST por meio de convênios e protocolos.

Produtos como cimento e tinta têm ST específica. O cimento segue o Protocolo ICM 11/1985, e tintas e vernizes seguem o Convênio ICMS 118/2017. A base de cálculo usa o preço médio ponderado ao consumidor final (PMPF) ou, na falta dele, uma margem de valor agregado (IVA-ST) definida por estado. A margem de tinta em São Paulo, por exemplo, chega a 52%.

Na prática, a loja que compra cimento ou tinta de um fabricante já recebe a mercadoria com o ICMS recolhido, e repassa o custo embutido no preço de venda. O código CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) 4744-0/99, de comércio varejista de materiais de construção em geral, é o enquadramento mais comum para a loja de material de construção no Simples Nacional.

Reforma Tributária: o que muda com CBS e IBS

A Emenda Constitucional nº 132, de 2023 institui a Reforma Tributária do consumo. Ela substitui PIS e Cofins pela CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços, federal) e o ICMS e o ISS pelo IBS (Imposto sobre Bens e Serviços, estadual e municipal). A transição acontece entre 2026 e 2033.

Para a loja de material de construção, três marcos importam:

  1. Em 2026 começam as alíquotas de teste (0,1% de IBS e 0,9% de CBS), compensáveis com PIS e Cofins.
  2. Em 2027, a CBS substitui PIS e Cofins, e o Imposto Seletivo entra em vigor.
  3. Entre 2029 e 2033, o ICMS e a substituição tributária são extintos de forma gradativa, e o IBS assume.

Durante a transição, sua loja vai precisar emitir notas fiscais com campos do ICMS antigo e do IBS/CBS novo ao mesmo tempo. Por isso, vale acompanhar a Reforma Tributária para pequenas empresas e revisar contratos com fornecedores que tenham cláusulas de ST.

Como pagar os impostos em dia

O DAS do Simples Nacional vence todo mês. Atrasar gera multa e juros e, no caso do MEI, pode custar a aposentadoria. Para não tropeçar, projete o vencimento no seu fluxo de caixa: reserve o percentual do DAS de cada venda logo no recebimento, e não espere o fim do mês para separar o valor.

A decisão de regime e o enquadramento de ST dependem do seu faturamento e do mix de produtos. Use as faixas de alíquota acima como ponto de partida e valide o enquadramento final com seu contador, que ajusta o CNAE e acompanha as mudanças da reforma.

Receber as vendas na hora, inclusive as parceladas, libera o caixa para pagar o DAS no vencimento sem aperto. Com o recebimento em até 6 segundos, a InfinitePay deixa o dinheiro da venda disponível no mesmo dia do imposto.

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