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Seu negócio

Por mais que o processo de controle de estoque de uma loja virtual envolva várias etapas, ele pode ser executado com eficiência a partir de um bom planejamento e com o suporte de ferramentas adequadas. O fato é que monitorar o fluxo de entrada e saída de mercadorias é uma das principais rotinas de gestão de uma loja virtual.

E esse acompanhamento precisa ser realizado periodicamente, para que não afete a disponibilidade de produtos, o planejamento de reposição, e as trocas e devoluções. Apesar da dinâmica intensa, esta etapa é fundamental para garantir a saúde financeira do seu negócio e evitar tanto que produtos fiquem parados, quanto faltem no estoque de sua loja. Ou seja: controlar as entradas e saídas é preciso! Além disso, as informações colhidas no estoque podem ser extremamente úteis para os resultados do seu e-commerce.

Por exemplo, você pode dar destaque aos produtos que mais vendem em sua loja online e pensar em estratégias para impulsionar os menos vendidos. Pensando nisso, ao longo deste artigo, separamos algumas dicas para que você possa controlar com eficiência o estoque de sua loja virtual.

Leia mais: Queima de estoque: como fazer e aproveitar essa estratégia

Por que controlar o estoque de uma loja virtual?

Em um cenário no qual o e-commerce bate recordes de expansão, o controle de estoque é essencial para que você possa explorar esse momento. Neste sentido, controlar o estoque de sua loja virtual pode te auxiliar, dentre outros pontos a:

  • Não perder vendas;
  • Acompanhar o aumento de demanda decorrente do crescimento do e-commerce;
  • Evitar que produtos fiquem parados no estoque de sua loja virtual;
  • Evitar a escassez de produtos;
  • Controlar as entradas e saídas para uma maior eficiência na gestão financeira.

Um dos aspectos que uma má gestão do estoque influencia, aliás, é no departamento financeiro de sua loja e em seu fluxo de caixa (confira mais dicas para melhorar seu fluxo de caixa).

Imagine, por exemplo, comprar uma nova remessa de produtos sem necessidade ou ficar sem caixa para repor um item com alta saída. Além disso, em caso de produtos perecíveis, um estoque parado pode acabar gerando perdas inevitáveis.

O segundo ponto envolve a experiência do cliente. Suponha que seja comprado uma mercadoria em falta e a reposição demore mais que o esperado. O cliente pode desistir da compra, não voltar novamente, além de avaliar negativamente em redes sociais ou sites de reclamação.

Por essas e outras razões que o controlar o estoque de uma loja virtual é uma atividade que deve receber uma atenção importante. Além de evitar problemas, essa prática pode trazer ganhos significativos e apoiar o crescimento de seu negócio.

5 metodologias de gestão de estoque para loja virtual

Como reforçado no início, controlar o estoque de uma loja virtual envolve vários passos. A etapa de produção e armazenamento, por exemplo, é crucial. Ao iniciar o planejamento para vender pela internet, o empreendedor precisa analisar o que é necessário para produzir, e em caso de revenda, quem vai fornecer. Em seguida, é preciso pensar o quanto de investimento há disponível, e qual seria a melhor estratégia para começar.

Portanto, antes de explorarmos as dicas para auxiliar você a controlar o estoque de sua loja virtual, é importante apresentarmos algumas das metodologias de gestão de estoque que fazem parte do grupo de conhecimentos da área logística.

Leia mais: Tipos de estoque: conheça os principais e como escolher o ideal para o seu negócio

1. Gestão de estoque interna

Chamaremos aqui de gestão interna aquele em que o armazenamento é feito em galpões próprios e por profissionais da própria loja virtual.

Por se tratar de uma responsabilidade interna, é preciso adotar uma série de cuidados, como: organização, conservação, limpeza, controle de pragas e manutenção. Além disso, é necessário ter uma equipe responsável pelo controle das entradas e saídas para não afetar as vendas.

Um ponto forte para este modelo é a possibilidade de maior controle e centralização de atividades por parte da própria empresa. Se bem executada, a gestão interna do estoque pode garantir com mais eficiência a qualidade de preservação de produtos, evitando riscos com terceiros. Seu principal ponto fraco é o custo: para manter o espaço, arcar com despesas mensais e contratação de mão de obra especializada.

2. Dropshipping

Diferente do tradicional, o dropshipping se trata de um modelo em que não há estoque; os produtos são comprados de acordo com a demanda. Assim, não há necessidade de espaço físico, mas não deixa de exigir boas práticas e um ótimo controle das entradas e saídas de itens.

Este modelo de oferta é mais usado por lojas que não possuem capital disponível para investir em volume grande de estoque. Esse, aliás, é um dos principais pontos fortes do dropshipping: o custo para manter esse modelo é bem menor que os demais.

Entretanto, a imprevisibilidade pode ser um grande problema aqui, por isso, controlar o estoque da loja virtual é ainda mais importante. Além disso, para garantir a entrega no prazo e a qualidade do produto, é preciso de bons fornecedores e compromisso destes. Confira como vender sem estoque.

3. Just in time

Parecido com o dropshipping, parte do princípio que o estoque deve possuir a menor quantidade de produtos possíveis para evitar perdas. Para que esta metodologia funcione, tudo precisa acontecer com máxima precisão (daí a expressão just in time – na hora certa).

Sendo assim, o controle de vendas, devoluções, extravios, cancelamentos, deve ser preciso para que nenhum cliente deixe de ser atendido. Outro ponto essencial é uma parceria com fornecedores eficientes que garantem a entrega dentro dos prazos e de forma rápida.

4. Curva ABC

Esta metodologia consiste em classificar os produtos de acordo com seu fluxo de saída. O “A” seria os de alta rotatividade, “B” média e “C” baixa. Ao separar o estoque desta maneira, é possível fazer um bom planejamento para o fluxo de caixa e evitar imprevistos para suas vendas.

Com a maturidade de sua loja virtual, será possível estipular o tempo-médio para a venda de  um item, aumentando assim a eficiência de seus processos. A curva ABC pode ser adaptada junto a qualquer outro modelo, afinal, seu objetivo está em otimizar as rotinas do controle de estoque.

5. PEPS e UEPS

Respectivamente, estas siglas significam “primeiro a entrar, primeiro a sair” e “último a entrar, último a sair”. Essas ideias, aparentemente opostas, se complementam: enquanto o PEPS diz que os itens antigos devem ter prioridade para sair; a metodologia UEPS explica que os novos devem ser vendidos antes.

Combinadas, as duas estratégias ajudam seu e-commerce a impulsionar estratégias de vendas e evitar perdas a partir da validade dos produtos.

5 dicas para otimizar o controle de estoque da sua loja virtual

Antes de tudo, controlar o estoque da sua loja virtual depende de muita dedicação e maturidade na realização de processos. A gestão exige atenção e alguns passos podem te auxiliar a aumentar ainda mais a eficiência de seu e-commerce. Pensando nisso, listamos abaixo 5 dicas que irão te ajudar com esse propósito.

1. Planeje a metodologia

Citamos anteriormente algumas metodologias e conceitos utilizados na gestão de estoque. Decidir o método que sua loja virtual usará de ser feito de acordo com a realidade do seu e-commerce. Ou seja, tamanho, volume de vendas, colaboradores disponíveis.

Ao entender isso, o próximo passo será determinar se a verificação do estoque será feita em tempo real – programando a reposição de acordo com o status do estoque – ou cíclica – de tempos em tempos pré-determinados.

2. Estabeleça métricas

Estabelecer métricas é a maneira mais eficiente de garantir o sucesso de um negócio – seja ele uma loja física ou um e-commerce. Pelas informações coletadas, estratégias podem ser aplicadas e analisadas melhorando o desempenho do negócio.

Tais indicadores, por sua vez, ajudam em ações como criação de promoções e precificação dos produtos.

Uma métrica que precisa estar no radar é o tempo do processo de compra e recebimento dos produtos. O consumo médio e a cobertura de estoque também são fundamentais são outros exemplos de indicadores interessantes. Por elas, a quantidade de mercadorias compradas em um período; e o tempo para repor o estoque são medidos.

Leia mais: Qual a diferença entre preço médio e ticket médio?

3. Encontre bons fornecedores

Seja matéria-prima ou produtos para revenda, encontrar bons fornecedores pode evitar muitas dores de cabeça na hora de controlar o estoque de uma loja virtual. Por isso, busque referências e crie uma boa relação com os fornecedores. E, além da velocidade de entrega, é importante também prezar pela qualidade.

Busque conhecer a procedência das mercadorias e a forma como seu fornecedor trabalha. Tenha também uma lista salva de contatos, para não ficar na mão quando você precisar de fornecimento, evitando assim perder vendas.

4. Alinhe a gestão financeira com o gerenciamento do estoque

A gestão das entradas e saídas do seu estoque é determinante para o desempenho financeiro da sua loja virtual. Nesse sentido, busque alinhar a gestão desses processos para que ambos sejam realizados com plena eficiência e se completem. Ou seja: ao controlar o estoque de sua loja virtual com qualidade, é bem provável que sua gestão financeira fique também mais clara e organizada.

Leia mais: Inventário de estoque: o que é, como fazer e quais os benefícios

5. Conte com o apoio da inovação

Por fim, uma boa dica é buscar o apoio da inovação quando quiser otimizar o controle de seu estoque.

A boa notícia é que hoje já existe uma série de ferramentas gratuitas que podem te auxiliar na hora de controlar o estoque de sua loja virtual, assim como, outros processos gerenciais.

Controle de estoque com a InfinitePay

Na InfinitePay, todos os nossos clientes contam com uma ferramenta integrada de controle de estoque. Com ela, você tem controle do que foi vendido por diversos meios de pagamento, sejam eles online ou presenciais.

É muito fácil! Basta:

E pronto! Basta realizar a venda que o estoque é atualizado.

Se você desejar, disponibilizamos para todos uma planilha de controle de estoque totalmente gratuita, na qual você encontrará:

  • Instruções: aba com todas as instruções para você aproveitar ao máximo sua planilha de controle de estoque;
  • Cadastro de itens: cadastre cada item do seu estoque;
  • Entradas e saídas: cadastre tudo o que entrou e saiu do estoque da sua empresa;
  • Controle: dados consolidados das tabelas de cadastro de itens, entradas e saídas, e movimentação de estoque.

E o melhor: com a InfinitePay, você pode criar uma loja online em poucos minutos sem pagar nada! Basta compartilhar o link com seus clientes e realizar suas vendas!

Empreender

Se você empreende, compreender métricas chave como o ticket médio é essencial para o sucesso e crescimento do seu negócio negócio.

O ticket médio, além de ser um indicador importante de desempenho, oferece insights valiosos sobre o comportamento de compra dos clientes e a eficácia das estratégias de vendas. Neste artigo, exploraremos o conceito de ticket médio, sua importância, e como ele pode ser um termômetro para a saúde financeira e a lucratividade do seu negócio.

O que é ticket médio?

Ticket médio é um indicador diretamente atrelado ao setor de comercial e financeiro de uma empresa. Este indicador, avalia o desempenho dos negócios e te permite traçar estratégias para elevar a sua receita de vendas. De uma maneira mais prática, o ticket médio permite entender qual a média de dinheiro que cada cliente gasta na sua empresa.

Conhecendo este indicador você identifica o comportamento de compra dos seus clientes, analisa a performance de vendas e contribui para uma melhor tomada de decisão, permitindo elaboração de estratégias para garantir o aumento de resultados do negócio.

Para que serve o ticket médio?

Proporcionando uma visão mais clara e estratégia do Faturamento do negócio, o indicador ticket médio permite análises periódicas que auxiliam em diversos pontos importantes como estratégia de vendas, marketing, perfil de cliente, entre outros. Ou seja, serve como um parâmetro das estratégias de venda que estão sendo aplicadas. 

  • Pontos importantes que são possíveis avaliar através do ticket médio:
  • Desempenho das vendas;
  • Oportunidade de crescimento;
  • Campanhas e promoções;
  • Ajuste do mix de produtos/serviços;
  • Acompanhamento do comportamento do cliente;
  • Entre outros.

Qual a diferença entre preço médio e ticket médio?

Embora muitas vezes usados de forma trocada, preço médio e ticket médio são, na verdade, conceitos distintos que fornecem diferentes insights sobre o desempenho de um negócio.

O que é preço médio

O preço médio se refere ao valor médio de um produto ou serviço específico vendido. É calculado dividindo-se a receita total gerada por um produto específico pelo número total de unidades desse produto vendidas. O preço médio é útil para entender a valoração de um item individual no mercado e pode ajudar na estratégia de precificação.

Preço médio de um produto = receita total do produto / número de unidades vendidas

E qual a diferença do preço médio para o ticket médio?

O ticket médio, por outro lado, oferece uma visão geral da eficácia das vendas e estratégias de marketing, indicando quanto os clientes estão gastando em média por visita. É calculado dividindo-se a receita total de vendas pelo número total de vendas ou transações.

Ticket médio = receita total de vendas / número total de vendas

Entender a diferença entre esses dois indicadores é importante. Enquanto o preço médio se concentra em um único produto ou serviço, o ticket médio abrange a totalidade da compra do cliente, incluindo múltiplos itens ou serviços.

Portanto, estratégias para aumentar o preço médio podem envolver ajustes no valor de produtos individuais, enquanto estratégias para aumentar o ticket médio podem focar em vendas cruzadas e melhorias na experiência do cliente.

Por que o ticket médio é importante?

Proporcionando uma visão mais clara e estratégia do Faturamento do negócio, o indicador ticket médio permite análises periódicas que auxiliam em diversos pontos importantes como estratégia de vendas, marketing, perfil de cliente, entre outros. Ou seja, serve como um parâmetro das estratégias de venda que estão sendo aplicadas.

Pontos importantes que são possíveis avaliar através do ticket médio:

Avaliação da lucratividade

Um ticket médio alto pode ser um sinal de maior lucratividade. Significa que os clientes estão gastando mais por transação, o que pode levar a um aumento nas receitas sem a necessidade de aumentar proporcionalmente os custos operacionais.

Estratégia de precificação e promoção

O ticket médio ajuda a avaliar a eficácia das estratégias de precificação e promoções. Por exemplo, se após uma campanha promocional o ticket médio aumenta, isso pode indicar uma resposta positiva dos clientes às estratégias implementadas.

Entendimento do comportamento do cliente

Analisar o ticket médio oferece insights sobre o comportamento de compra dos clientes. Isso pode ajudar na personalização da experiência de compra e no desenvolvimento de produtos ou serviços que atendam melhor às suas necessidades e preferências.

Identificação de oportunidades de vendas cruzadas

Um ticket médio que está estagnado ou diminuindo pode indicar oportunidades perdidas em vendas cruzadas – que incentivem os clientes a comprar mais produtos ou serviços de maior valor.

Em resumo, entender e monitorar o ticket médio é essencial para tomar decisões de negócios informadas, otimizar as estratégias de vendas e marketing e, em última análise, impulsionar o crescimento sustentável do negócio.

Relação entre ticket médio e lucratividade

Um ticket médio mais alto indica que os clientes estão gastando mais por compra, o que pode levar a um aumento na receita total sem necessariamente incrementar os custos operacionais. Isso é particularmente benéfico para empresas, pois significa gerar mais lucro por transação. 

Estratégias eficazes como vendas cruzadas podem elevar o ticket médio, contribuindo para uma maior margem de lucro. Contudo, é crucial equilibrar o aumento do ticket médio com a retenção e satisfação do cliente, assegurando que o crescimento no valor médio das vendas não afaste os consumidores. 

Como calcular o ticket médio?

Calcular o ticket médio é uma tarefa relativamente simples, mas essencial para entender o desempenho de vendas de um negócio. A fórmula para calcular o ticket médio é:

Ticket médio = receita total de vendas / número total de vendas

Para colocar essa fórmula em prática, siga estes passos:

  1. Some todas as receitas de vendas: Primeiro, calcule o total de receitas geradas por vendas em um determinado período (por exemplo, diário, mensal ou anual).
  2. Contabilize o número total de vendas: Registre o número total de transações de vendas realizadas no mesmo período.
  3. Divida a receita total pelo número total de vendas: O resultado dessa divisão será o ticket médio.

Quer simplificar? Acesse gratuitamente a Planilha de Ticket Médio da InfinitePay e calcule o ticket médio do seu negócio em poucos passos.

Exemplos práticos de ticket médio:

  • Exemplo de uma loja de roupas: a loja gerou R$ 50.000 em vendas em um mês e registrou 500 vendas. O ticket médio será R$ 50.000 ÷ 500 = R$ 100. Isso significa que, em média, cada cliente gastou R$ 100 na loja nesse mês.
  • Exemplo de um restaurante: o restaurante teve uma receita total de R$ 30.000 com 600 pedidos em uma semana. O ticket médio seria R$ 30.000 ÷ 600 = R$ 50. Portanto, cada pedido no restaurante, em média, vale R$ 50.

Estes exemplos demonstram como o cálculo do ticket médio pode ser aplicado em diferentes tipos de negócios. Essa métrica fornece insights valiosos sobre o comportamento de gastos dos clientes e ajuda a avaliar a eficácia das estratégias de vendas e marketing.

Existe um ticket médio ideal? 

O ticket médio ideal vai variar de negócio para negócio, dependendo do segmento, do posicionamento e de quais são os objetivos da empresa naquele momento. Sendo assim, é de grande importância contextualizar o cenário da sua empresa para traçar as melhores estratégias de acordo com a sua realidade.

Pontos importantes para analise e busca do ticket médio ideal:

  • Setor/Segmento;
  • Estratégia de preço;
  • Posicionamento de marca;
  • Perfil do cliente;
  • Concorrência;
  • Metas de faturamento e lucratividade;
  • Histórico de venda da empresa e do setor;
  • Entre outros.

Dito isso, o seu ticket médio ideal pode variar de acordo com o contexto, mas é sempre válido  ressaltar a importância de cobrir os custos da operação, obtenção de lucro e viabilidade.

5 erros comuns ao calcular o ticket médio

Ao calcular o ticket médio, é importante estar ciente de alguns erros comuns que podem levar a interpretações incorretas ou a uma análise imprecisa. Reconhecer e evitar esses erros garante que a métrica forneça uma visão confiável do desempenho das vendas.

  1. Não separar tipos de vendas

Um erro comum é misturar diferentes tipos de vendas sem separá-las por categorias ou canais. Por exemplo, incluir vendas online e offline no mesmo cálculo sem considerar suas particularidades pode distorcer o ticket médio.

  1. Desconsiderar devoluções e descontos

É crucial ajustar a receita total para refletir devoluções de produtos e descontos dados. Calcular o ticket médio sem considerar essas variáveis pode resultar em um valor inflacionado.

  1. Ignorar variações sazonais

Negócios que têm flutuações sazonais significativas devem levar isso em conta ao calcular o ticket médio. Comparar períodos sazonais com períodos de baixa pode criar uma percepção errada sobre o desempenho.

  1. Usar amostras de tamanho inadequado

Basear o cálculo do ticket médio em um número muito pequeno de vendas ou em um período muito curto pode não ser representativo do desempenho geral do negócio.

  1. Falha em atualizar e monitorar regularmente

O ticket médio deve ser monitorado e recalculado regularmente para refletir mudanças no comportamento do consumidor e no mercado. Usar dados desatualizados pode levar a decisões de negócios mal informadas.

Evitar esses erros comuns ajuda a garantir que o ticket médio seja um indicador confiável e útil para a tomada de decisões estratégicas e para o aprimoramento das operações de vendas.

7 Estratégias para aumentar o ticket médio

Aumentar o ticket médio é uma estratégia chave para melhorar a receita e a lucratividade de um negócio. Implementar táticas eficazes pode incentivar os clientes a gastar mais em cada compra. Aqui estão algumas estratégias que podem ser utilizadas para aumentar o ticket médio:

1. Vendas cruzadas

Incentive os clientes a comprar produtos complementares ou versões mais caras de um item. Por exemplo, um restaurante pode sugerir acompanhamentos ou sobremesas, enquanto uma loja de eletrônicos pode oferecer garantias estendidas ou acessórios.

2. Criação de pacotes ou combos

Agrupar produtos ou serviços pode criar uma percepção de valor agregado, incentivando os clientes a comprar o pacote em vez de itens individuais. Aproveite as datas comemorativas para aumentar seu ticket médio com essa estratégia.

Leia mais:

3. Programas de fidelidade e incentivos

Ofereça recompensas, descontos ou benefícios exclusivos para incentivar compras maiores ou mais frequentes.

4. Treinamento da equipe de vendas

Capacite a equipe de vendas para reconhecer oportunidades de vendas cruzadas, que estimulam o cliente a efetuar mais uma compra, e para se comunicar efetivamente sobre os benefícios de produtos ou serviços adicionais.

5. Personalização da experiência do cliente

Use dados do cliente para oferecer recomendações personalizadas baseadas em compras anteriores ou preferências. Por exemplo: o dono de uma loja de cafés, ao perceber que o cliente compra com frequência, pode começar a antecipar os pedidos via WhatsApp e oferecer algum produto adicional que harmonize com a compra dos grãos – como uma caixa de chocolate.

6. Estratégias de precificação

Revise a estratégia de precificação para encontrar o equilíbrio ideal entre preço acessível e percepção de valor, incentivando os clientes a gastar mais.

Leia mais: Como precificar um produto?

7. Melhora da experiência de compra

Uma experiência de compra agradável e sem complicações pode incentivar os clientes a explorar mais produtos e passar mais tempo na loja ou no site.

Exemplo: uma loja de roupas, durante o lançamento de uma nova coleção, pode oferecer bebidas e aperitivos aos clientes – melhorando a experiência durante a compra e estimulando que as pessoas fiquem mais tempo olhando os produtos.

Implementando essas estratégias, os negócios podem aumentar efetivamente o ticket médio, melhorando assim a receita e a rentabilidade. É importante monitorar e ajustar essas táticas regularmente para garantir que elas continuem sendo eficazes e alinhadas com as necessidades e comportamentos dos clientes.

Como saber se o ticket médio é bom?

Avaliar se o ticket médio de um negócio é bom requer mais do que apenas olhar para o número em si – é necessário considerar vários fatores contextuais. Para determinar se o ticket médio está alinhado com as expectativas e objetivos do seu negócio, aqui estão algumas dicas:

  1. Compare com períodos anteriores

Analise a evolução do ticket médio ao longo do tempo. Um aumento consistente pode indicar sucesso nas estratégias de vendas e marketing. Uma diminuição, por outro lado, pode sinalizar a necessidade de ajustes.

  1. Relação com a lucratividade

Avalie como o ticket médio impacta a lucratividade. Um ticket médio mais alto é benéfico se não estiver associado a um aumento proporcional nos custos.

  1. Considere o volume de vendas

Um ticket médio alto não é necessariamente bom se o volume de vendas for baixo. Da mesma forma, um ticket médio mais baixo pode ser aceitável se o volume de vendas for alto.

  1. Feedback e comportamento do cliente

O ticket médio deve ser analisado em conjunto com o feedback dos clientes e padrões de compra. Se os clientes estão satisfeitos e retornando, mesmo com um ticket médio mais alto, isso sugere uma percepção positiva do valor oferecido.

Determinar se o ticket médio é bom envolve uma análise abrangente que vai além dos números, considerando o desempenho geral do negócio, a satisfação do cliente e as metas da empresa.

Como aumentar o Ticket Médio?

Vender mais produtos para o mesmo cliente é uma excelente forma de melhorar os resultados de um negócio. 

Para isso, muitas empresas utilizam de estratégias de aumento do ticket médio incentivando o cliente a levar um mix maior, ou produtos de maior valor ou então recuperar uma venda considerada perdida. 

O fato de o cliente já ter decidido levar algum produto, te dá a chance de vender mais para ele. Sendo assim, vamos falar de três principais estratégias muito utilizadas por grandes empresas.

Venda adicional

No cenário que o cliente já decidiu comprar determinado produto, o vendedor pode oferecer um produto superior em qualidade e preço, que seja semelhante e faça sentido com o que ele deseja comprar. Desta forma, aumentam as chances de ele comprar um produto mais caro e mais completo. 

Venda cruzada

Muitas vezes o cliente possui mais de um problema a ser resolvido. Desta forma, entenda de forma geral o que ele precisa e ofereça suas soluções. Com boas estratégias de venda, você garante a maior resolução de problemas em um só lugar.

Recuperação

Pode ser que você não tenha o produto exato que seu cliente está buscando ou ele não tenha o valor para investir. Neste cenário, ofereça produtos substitutos que garantam a resolução e encaixe no orçamento. 

Uma alternativa para vender sem prejudicar sua margem de lucro é pelo aplicativo da InfinitePay.

Com o aplicativo da InfinitePay, você consegue transformar o seu celular em maquininha de cartão e vender em até 12x com taxas que não prejudicam seu lucro. Você também pode vender online e à distância com o link de pagamento. Nas duas opções, o dinheiro cai na sua conta na hora ou em até 1 dia útil.

Empreender

Empreender envolve mais do que apenas uma boa ideia de negócio e estratégias de mercado eficazes: também é crucial entender as nuances burocráticas que regem as empresas. Uma dessas nuances é o CNAE - Classificação Nacional de Atividades Econômicas. Este termo pode parecer complexo à primeira vista, mas é fundamental para qualquer pequeno empreendedor que deseja operar dentro da legalidade e otimizar seu negócio.

Neste artigo, vamos explorar o que é o CNAE, como ele impacta sua empresa e por que é essencial escolher a classificação correta.

O que significa CNAE?

O CNAE, sigla para Classificação Nacional de Atividades Econômicas, é um código numérico que identifica a principal atividade econômica de uma empresa no Brasil.

Desenvolvido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), este sistema de classificação é adotado nacionalmente e serve como um padrão para categorizar as atividades de negócios em diferentes setores da economia.

Cada atividade econômica é representada por um código único, que desempenha um papel crucial em diversos aspectos administrativos e legais, incluindo o registro empresarial, a tributação e a emissão de notas fiscais.

Qual a importância do CNAE?

O CNAE é mais do que um mero detalhe burocrático: ele é essencial para garantir que as empresas sejam classificadas corretamente de acordo com a natureza de suas operações. Isso significa que, ao abrir uma empresa, o empreendedor deve escolher um CNAE que reflita com precisão a atividade principal do negócio.

Essa classificação tem implicações diretas na determinação dos impostos a serem pagos, nas obrigações fiscais e trabalhistas e até mesmo em oportunidades de financiamento e benefícios fiscais, dependendo do setor de atuação. Portanto, entender o CNAE e escolher o código correto é um passo fundamental no processo de formalização e gestão eficiente de um negócio.

Toda empresa precisa ter CNAE?

Sim, toda empresa no Brasil, independentemente de seu tamanho ou tipo, deve ter um CNAE atribuído. Isso inclui desde Microempreendedores Individuais (MEI) até grandes corporações.

  • CNAE MEI

O CNAE é um elemento obrigatório no momento da formalização de qualquer empresa, pois define a natureza da atividade econômica que será realizada. Para os MEIs, por exemplo, a escolha do CNAE é ainda mais crítica, pois determina os limites de atuação, os impostos a serem pagos através do Simples Nacional e as regulamentações específicas que devem ser seguidas. Veja as vantagens e obrigações de ser MEI.

  • CNAE para Ltda., Eireli e S/A

Para outros tipos de empresas, como Sociedades Limitadas (Ltda.), Empresas Individuais de Responsabilidade Limitada (EIRELI) e Sociedades Anônimas (S/A), a definição de um ou mais CNAEs é igualmente importante. Essas classificações influenciam não só as obrigações fiscais e trabalhistas, mas também podem impactar a permissão para participar de licitações, a obtenção de certos tipos de licenças e até mesmo as opções de crédito disponíveis para o negócio. 

Leia também: Diferenças entre MEI e outros tipos de empresas.

Portanto, independente do porte ou forma jurídica da empresa, a atribuição correta do CNAE é um passo fundamental para garantir a conformidade legal e fiscal do negócio. Além disso, uma classificação precisa pode oferecer vantagens estratégicas, como acesso a incentivos fiscais específicos e oportunidades de mercado alinhadas à atividade econômica da empresa.

Quantos tipos de CNAE existem?

O sistema de Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) é composto por uma vasta gama de códigos, representando a diversidade de atividades econômicas que podem ser exercidas por empresas no Brasil.

Esses códigos são organizados em uma estrutura hierárquica, que inclui seções, divisões, grupos, classes e subclasses. Essa estrutura reflete os diferentes níveis de detalhamento das atividades econômicas.

No site do IBGE, é possível fazer uma busca. Basta colocar sua atividade para saber o código, ou o código do CNAE para checar se a atividade está correta. Nesta mesma página também é possível entender a estrutura de cada CNAE e as divisões por número.

Estrutura e hierarquia do CNAE

Na hierarquia do CNAE, existem 21 seções identificadas por letras (de A a U), que representam os grandes setores da economia, como agricultura, indústria e serviços. Dentro de cada seção, há divisões, que são numeradas e representam um agrupamento mais específico de atividades econômicas. Então o CNAE é formado por Seção > Divisão > Grupo > Classe > Subclasse.

Imagem explica a estrutura de um cnae, com seção, divisão, grupo, classe e subclasse

Seguindo a hierarquia, encontramos os grupos, as classes e, finalmente, as subclasses, que são o nível mais detalhado e específico dentro do CNAE, cada uma representada por um código numérico único. Cada classe tem sua Lista de Descritores, ou seja, todas as atividades aceitas naquele CNAE.

O número exato de códigos CNAE varia conforme atualizações e revisões do sistema, mas é importante destacar que a diversidade e especificidade dos códigos visam abranger todas as possíveis atividades econômicas realizadas pelas empresas. Atualmente, existem 1.332 classificações.

A escolha do CNAE adequado depende de uma compreensão precisa da atividade principal da empresa, e esta classificação detalhada ajuda a garantir que cada negócio seja corretamente categorizado de acordo com sua operação específica.

Exemplos de CNAEs

  • 4712-1/00 Comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios - minimercados, mercearias e armazéns
  • 4723-7/00 Comércio varejista de bebidas
  • 4744-0/99 Comércio varejista de materiais de construção em geral
  • 4752-1/00 Comércio varejista especializado de equipamentos de telefonia e comunicação
  • 4772-5/00 Comércio varejista de cosméticos, produtos de perfumaria e de higiene pessoal
  • 4781-4/00 Comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios
  • 4789-0/99 Comércio varejista de outros produtos não especificados anteriormente
  • 5611-2/01 Restaurantes e similares
  • 5611-2/03 Lanchonetes, casas de chá, de sucos e similares
  • 5611-2/04 Bares e outros estabelecimentos especializados em servir bebidas, sem entretenimento
  • 9602-5/01 Cabeleireiros, manicure e pedicure
  • 9602-5/02 Atividades de estética e outros serviços de cuidados com a beleza

A influência do CNAE nos impostos e outras obrigações da empresa

O CNAE, ao definir a atividade principal de uma empresa, tem um papel crucial na determinação dos impostos e outras obrigações fiscais e regulatórias. A escolha do CNAE correto influencia diretamente o regime tributário ao qual a empresa será submetida.

Por exemplo, certas atividades econômicas permitem a adesão ao Simples Nacional, um regime tributário simplificado com alíquotas menores, enquanto outras podem exigir o enquadramento no Lucro Presumido ou Lucro Real, que possuem cálculos tributários mais complexos.

Além dos impostos, o CNAE também impacta as obrigações trabalhistas. Dependendo da atividade econômica da empresa, podem existir normas regulatórias específicas a serem seguidas, como normas de segurança e saúde no trabalho.

Outra influência importante do CNAE está nas contribuições previdenciárias e no FGTS. O código escolhido pode determinar diferentes alíquotas e formas de contribuição, além de influenciar a incidência de outros tributos como o ISS (Imposto Sobre Serviços) ou ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), dependendo da natureza da atividade.

Portanto, o CNAE não é apenas um elemento burocrático, mas uma escolha estratégica que pode afetar significativamente a carga tributária e as responsabilidades legais de uma empresa. Uma classificação inadequada pode resultar em problemas fiscais e multas, reforçando a importância de uma escolha cuidadosa e bem informada do CNAE.

Como escolher o CNAE correto para a minha empresa?

A escolha do CNAE correto é fundamental para garantir a conformidade legal e otimizar a carga tributária da sua empresa. O primeiro passo é entender claramente a natureza da atividade principal do negócio.

É importante considerar não apenas o que a empresa faz atualmente, mas também as atividades que pretende realizar no futuro. Uma análise detalhada do negócio ajudará a identificar o CNAE que mais se alinha à sua operação principal.

Passo a passo para obter um CNAE

O processo de obtenção de um CNAE é uma etapa crucial na formalização de qualquer empresa no Brasil. Seguir um passo a passo claro pode ajudar a garantir que você selecione o código correto e evite complicações futuras.

Aqui está um guia simples para obter o CNAE para o seu negócio:

1. Entenda a atividade do negócio

Antes de tudo, tenha uma compreensão clara da atividade principal que sua empresa irá exercer. Isso é importante para identificar o CNAE que melhor representa o seu negócio.

2. Acesse a tabela CNAE

Visite o site oficial do IBGE ou da Receita Federal, onde você pode encontrar a tabela completa de CNAEs. Nela, você encontrará a lista de todos os códigos e descrições das atividades.

3. Pesquise o código apropriado

Com base na descrição da sua atividade principal, busque na tabela CNAE os códigos que mais se aproximam. Pode haver mais de um código aplicável, por isso é importante analisar cada opção cuidadosamente.

4. Consulte um contador

Para garantir que você está escolhendo o código mais adequado, é aconselhável consultar um contador ou um profissional especializado. Eles podem ajudar a entender as nuances dos códigos e as implicações fiscais associadas.

5. Registre a empresa com o CNAE Escolhido

Quando for registrar sua empresa na Junta Comercial ou no órgão competente, você precisará informar o CNAE escolhido. Este código será utilizado em todos os documentos oficiais e registros fiscais da empresa.

6. Verifique regularmente as atualizações do CNAE

O sistema de CNAE pode passar por atualizações. Portanto, é importante manter-se informado e verificar se há mudanças que possam afetar a classificação da sua empresa.

Seguindo esses passos, você poderá obter o CNAE apropriado para a sua empresa, garantindo que esteja em conformidade com as regulamentações e preparado para todas as responsabilidades fiscais e legais que acompanham a atividade escolhida.

Quanto custa para incluir um CNAE no CNPJ?

Incluir um CNAE no CNPJ não tem um custo direto específico. No entanto, os custos indiretos podem surgir no processo de registro ou alteração cadastral da empresa.

Para novos negócios, esses custos fazem parte das taxas gerais de abertura da empresa, variando conforme o tipo de empresa e a localização. Para empresas já estabelecidas que precisam adicionar ou alterar um CNAE, podem existir taxas relacionadas à alteração cadastral na Junta Comercial ou em outros órgãos reguladores.

Além disso, serviços contábeis profissionais, se utilizados, podem gerar custos adicionais. É importante notar que a escolha do CNAE pode influenciar os custos operacionais e fiscais da empresa, tornando essencial uma seleção cuidadosa e informada.

Recursos online e órgãos reguladores que podem auxiliar na busca

  • Site do IBGE

Nele, você pode acessar a classificação completa do CNAE, incluindo descrições detalhadas de cada atividade.

  • Receita Federal

O site da Receita oferece recursos para entender as implicações tributárias de diferentes CNAEs.

  • Contador ou consultor especializado

Profissionais da área contábil podem oferecer orientação especializada na escolha do CNAE, considerando os aspectos específicos do seu negócio.

Utilizar esses passos e recursos ajudará a garantir que a empresa seja classificada corretamente, evitando problemas fiscais e aproveitando as melhores oportunidades tributárias disponíveis para a atividade exercida.

Meios de pagamento para CNAES de varejo, beleza e bares & restaurantes

Se você é um empreendedor e trabalha com vendas, você precisa de uma solução de pagamentos para fazer a gestão financeira do seu negócio – considere usar a InfinitePay: basta fazer o download do aplicativo e começar a usar.

  • Aceite cartão com as melhores taxas do Brasil

A maquininha de cartão da InfinitePay tem as melhores taxas do Brasil e o prazo de recebimento mais rápido – você escolhe se quer receber o dinheiro das vendas em 6 segundos ou em 1 dia útil. As taxas são fixas, ou seja, não têm volume mínimo de faturamento.

  • Transforme seu celular em maquininha 

Com a InfinitePay, você aceita pagamentos por cartão mesmo sem ter que investir em um maquininha. O InfiniteTap é uma funcionalidade que transforma o seu celular em maquininha de cartão. Em menos de 5 minutos você já pode começar a receber pagamentos por aproximação com as melhores taxas do Brasil.

  • Venda à distância com link de pagamento

A InfinitePay também oferece uma solução rápida e segura para quem quer vender online por link de pagamento. Com ele, você consegue gerar quantos links de pagamento quiser para vender pelas redes sociais e WhatsApp com segurança.

  • Gerencie seu dinheiro com a InfinitePay

Todo o dinheiro das vendas que você faz pela InfinitePay cai em nossa conta digital, que você pode movimentar fazendo Pix, pagando contas e compras com o cartão virtual. Você também consegue pedir empréstimo rápido e sem burocracia diretamente pelo aplicativo. O dinheiro cai na conta em segundos e você paga o valor usando parte das suas vendas.

Seu negócio

O modo desenvolvedor é uma configuração especial em sistemas operacionais, aplicativos e dispositivos – ele permite aos desenvolvedores e programadores acessarem funcionalidades avançadas e ferramentas adicionais para criar, testar e depurar aplicativos e programas. 

Confira neste artigo como desativar o modo desenvolvedor do seu celular.

Como desativar o modo desenvolvedor?

A ativação e a desativação do modo desenvolvedor variam de aparelho para aparelho e entre versões do Android e iOS.

Por isso separamos um passo a passo geral para ambos:

Em dispositivos Android

Android 4.1 e versões anteriores

como desativar o modo desenvolvedor em android 4.1 e versões anteriores
  1. Vá até as Configurações do celular.
  2. Toque em Opções do desenvolvedor.
  3. Desative a opção Modo desenvolvedor.

Android 4.2 e versões mais recentes

como desativar o modo desenvolvedor em android 4.2 e versões mais recentes
  1. Abra as Configurações do celular.
  2. Vá até Sistema.
  3. Clique em Avançado.
  4. Selecione Opções do desenvolvedor.
  5. Desative o Modo desenvolvedor.

Dica: se você não encontrar a opção, use a barra de busca nas Configurações e digite "Opções do desenvolvedor".

Como desativar o modo desenvolvedor no iPhone?

No caso dos dispositivos Apple, o "Modo Desenvolvedor" (também conhecido como "Developer Mode") pode ser desativado manualmente, mas o processo é um pouco diferente do Android.

No iOS, o Modo Desenvolvedor é uma funcionalidade que permite a instalação de aplicativos não assinados pela App Store e realizar testes de desenvolvimento. 

Para desativá-lo, você pode seguir alguns passos simples:

como desativar o modo desenvolvedor no iphone
  1. Acesse Ajustes no iPhone ou iPad.
  2. Vá até Privacidade e Segurança.
  3. Toque em Modo Desenvolvedor.
  4. Desative a opção de Modo Desenvolvedor e confirme.

Dessa forma, você pode desativar o Modo Desenvolvedor sem a necessidade de ajuda da assistência técnica da Apple – no entanto, se o processo não funcionar ou você encontrar algum problema, pode ser uma boa ideia buscar suporte da Apple.

Leia mais na Comunidade de Suporte Apple.

Como o modo desenvolvedor pode prejudicar o uso de apps?

O modo desenvolvedor é uma configuração especial nos dispositivos móveis (principalmente em Android, mas também disponível em outras plataformas como iOS) que permite aos usuários acessar opções avançadas. 

Embora essas opções sejam úteis para desenvolvedores, elas podem interferir no funcionamento de certos aplicativos e serviços, como o InfiniteTap, que transforma seu celular em maquininha – nesse caso, o modo desenvolvedor pode gerar problemas de bloqueio ou de funcionamento inadequado.

Isso ocorre porque o modo desenvolvedor pode alterar a forma como o sistema operacional e os aplicativos interagem com o dispositivo.

Por exemplo, a validação de identidade pode ser afetada, uma vez que algumas configurações relacionadas à segurança podem estar modificadas ou desabilitadas. 

Para aplicativos financeiros e de pagamentos, a segurança é uma preocupação primordial, e o modo desenvolvedor pode criar uma falsa impressão de risco ou vulnerabilidade.

Impacto no funcionamento do sistema

Quando o modo desenvolvedor é ativado, o dispositivo pode permitir que o usuário altere ou adicione configurações que, de outra forma, seriam restritas – isso pode causar comportamentos inesperados, como o não reconhecimento de alguns apps ou falhas na comunicação entre o sistema operacional e os aplicativos.

Leia mais:

Para que serve o modo desenvolvedor?

O modo desenvolvedor foi criado com o objetivo de dar aos desenvolvedores mais liberdade para testar e depurar seus aplicativos, já que ele habilita diversas ferramentas que não são acessíveis ao usuário comum, mas que são essenciais para a criação e otimização de aplicativos.

Funções principais do modo desenvolvedor

  1. Instalar aplicativos de fontes não verificadas: no modo desenvolvedor, o usuário pode instalar aplicativos de fora da Play Store ou App Store, o que é essencial para testes de aplicativos em desenvolvimento. Porém, isso também pode aumentar os riscos de segurança, caso o usuário instale aplicativos de fontes não confiáveis.
  2. Depuração e registros de erro: o modo desenvolvedor oferece ferramentas de depuração de código, permitindo que o desenvolvedor veja detalhes dos processos internos do sistema e encontre possíveis erros ou falhas nos aplicativos. Isso é útil para debugar o código e corrigir bugs, mas também pode dar acesso a informações sensíveis que, se mal utilizadas, podem prejudicar a segurança.
  3. Acesso a configurações avançadas: alguns dispositivos oferecem opções para modificar configurações avançadas do sistema, como ajustes no comportamento de rede, no gerenciamento de memória, ou até mesmo em comportamentos específicos do hardware. Para um desenvolvedor, isso pode ser crucial para testar aplicativos em diferentes condições.

Importância no desenvolvimento de apps

Para os desenvolvedores de aplicativos, o modo desenvolvedor é uma ferramenta essencial, permitindo que eles:

  • Testem o aplicativo em diversas condições, simulando erros e verificando o desempenho do app.
  • Depurem problemas de código com mais detalhes, acessando informações que não são visíveis para o usuário comum.
  • Realizem modificações e ajustes no sistema operacional para otimizar o funcionamento de seus apps sem a necessidade de lançar uma versão para o público geral.

Sem o modo desenvolvedor, seria muito mais difícil para os desenvolvedores aprimorarem a experiência do usuário, corrigirem bugs e garantirem que os apps funcionem corretamente em uma variedade de dispositivos e configurações.

Por que saber quando e como desativar o modo desenvolvedor?

Saber quando e como desativar o modo desenvolvedor é importante, pois configurações incorretas ou a instalação de aplicativos não confiáveis podem comprometer a estabilidade e a segurança do dispositivo. 

Por isso, é recomendável que você ative o modo desenvolvedor apenas quando necessário.

Confira as situações mais comuns que podem exigir o desativamento do modo desenvolvedor:

como desativar o modo desenvolvedor: por que ativar ou desativar o modo desenvolvedor?
  • Quando ele impede o uso de aplicativos;
  • Quando não é mais relevante para o uso cotidiano de um dispositivo ou sistema;
  • Após concluir testes ou depurações de aplicativos para garantir a estabilidade e a segurança do dispositivo;
  • Em situações de preocupações com a segurança, pois manter o modo ativado pode permitir a instalação de aplicativos de fontes desconhecidas, representando riscos de malware;
  • Em ambientes de trabalho ou dispositivos compartilhados, desativar o modo desenvolvedor evita que configurações avançadas sejam alteradas acidentalmente por usuários não familiarizados com desenvolvimento de software.

Se não conseguir encontrar o modo desenvolvedor, consulte o site oficial do fabricante do seu aparelho – lá, você encontrará instruções específicas para o seu modelo.

Com o modo desenvolvedor desativado, você aumenta a segurança do seu dispositivo e garante que o aplicativo da InfinitePay funcione sem interrupções.

Saiba como conseguir uma maquininha de cartão grátis.

Transforme o seu celular em maquininha de cartão grátis

Se você quer aceitar pagamentos por aproximação diretamente no seu celular, o InfiniteTap da InfinitePay é a solução ideal – com ele, seu smartphone se transforma em uma maquininha de cartão grátis, sem necessidade de equipamentos adicionais.

Com o InfiniteTap, você pode:

  • Receber pagamentos por aproximação (NFC) de cartões, celulares e smartwatches.
  • Vender em até 12x com as menores taxas do mercado.
  • Receber o dinheiro na hora ou em 1 dia útil, sem burocracia.
  • Usar seu próprio celular, desde que seja um Android 10 com NFC ou iPhone XS ou superior com iOS atualizado.

Se o modo desenvolvedor estiver ativado, isso pode interferir no funcionamento do InfiniteTap e impedir a realização de vendas – por isso, garanta que ele esteja desativado para aproveitar todos os benefícios dessa tecnologia.

Baixe o app InfinitePay e comece a vender sem pagar mensalidade ou taxa de adesão.

Empreender

Vender sem estoque próprio é uma estratégia que vem ganhando força no comércio digital – essa abordagem permite que empreendedores iniciantes ou até mesmo negócios já consolidados operem com menos risco e com maior flexibilidade. 

Mas afinal, como vender sem estoque e, mais importante ainda, como fazer isso de forma legal e eficiente?

Neste artigo, vamos explicar detalhadamente como funciona essa modalidade, quais são as principais estratégias utilizadas, os riscos envolvidos, as vantagens competitivas e como garantir uma experiência de compra de excelência para o seu cliente. 

Como vender sem estoque?

As principais formas de vender sem estoque são:

  1. Dropshipping tradicional: você vende produtos de fornecedores nacionais ou internacionais que cuidam de todo o processo logístico.
  2. Print on demand (impressão sob demanda): muito comum no mercado de camisetas, canecas e outros itens personalizados. O produto só é fabricado após a confirmação da venda.
  3. Parcerias com fábricas ou distribuidores: você pode firmar acordos com fabricantes para que eles realizem o envio dos produtos diretamente ao cliente, com sua marca ou com embalagem neutra.
  4. Produtos digitais: cursos online, ebooks, templates, entre outros. São produtos que não exigem armazenamento físico, mas exigem boa estratégia de entrega e atendimento.

Para começar, é essencial escolher um nicho de mercado, identificar fornecedores confiáveis, criar uma plataforma de vendas sólida (como uma loja virtual ou página de vendas), estruturar seu atendimento ao cliente e garantir meios de pagamento seguros e eficientes.

Além disso, é importante estar atento à legislação, às políticas de troca e devolução, e às responsabilidades envolvidas com o Código de Defesa do Consumidor – lembre-se que, mesmo sem estoque, o lojista é responsável pela experiência de compra como um todo.

Leia também:

7 passos para vender sem estoque

A seguir, veja o passo a passo para vender sem estoque com sucesso:

estratégias para vender sem estoque

1. Escolha um nicho de mercado com potencial

Vender de tudo para todos raramente funciona, especialmente no início – portanto, optar por um nicho específico ajuda a reduzir a concorrência, criar autoridade mais rápido e atrair um público qualificado. 

Nichos populares para quem vende sem estoque incluem:

  • Moda fitness
  • Produtos para pets
  • Beleza e cuidados pessoais
  • Acessórios eletrônicos
  • Decoração criativa
  • Papelaria e produtos personalizados
  • Itens geek ou colecionáveis

Dica: analise tendências com ferramentas como Google Trends ou Ubersuggest para validar a demanda do seu nicho.

2. Encontre fornecedores confiáveis (nacionais e internacionais)

Um bom fornecedor é a base do seu negócio, já que ele será responsável por entregar o produto no prazo e garantir a qualidade do item. 

Alguns caminhos para encontrar fornecedores:

  • Plataformas: AliExpress e CJDropshipping
  • Fabricantes diretos ou distribuidores: em alguns casos, é possível negociar envio direto para o cliente final

Avalie os seguintes pontos antes de fechar parceria:

  • Tempo médio de envio
  • Qualidade do produto
  • Preço competitivo
  • Atendimento e suporte
  • Políticas de devolução e trocas

3. Monte uma loja virtual profissional com a InfinitePay

Para quem quer vender sem estoque e começar a lucrar rápido, ter uma loja online prática, segura e gratuita é essencial – com a Loja Online da InfinitePay, você pode criar sua vitrine virtual sem custo e começar a vender em poucos minutos, sem precisar de um site ou conhecimento técnico.

Confira os principais benefícios:

  • Criação gratuita e instantânea: não há custos para criar sua loja. Basta baixar o app da InfinitePay, cadastrar seus produtos e você terá um link exclusivo para divulgar seus itens.
  • Sem complicação técnica: não precisa saber programar ou contratar desenvolvedores. Em poucos cliques, sua loja está pronta para funcionar.
  • Vendas com Pix taxa zero: seus clientes podem pagar via Pix, e você recebe 100% do valor da venda.
  • Pagamento parcelado em até 12x: ofereça mais flexibilidade aos seus clientes com parcelamento no cartão e receba o valor total na hora ou em 1 dia útil.
  • Envio para todo o Brasil: com a integração ao Melhor Envio, o cálculo do frete é feito automaticamente e você pode postar suas encomendas nos Correios ou combinar outras formas de entrega.
  • Gestão simplificada: controle seus produtos, estoque e pedidos pelo app da InfinitePay, com notificações em tempo real a cada nova venda.
  • Link compartilhável: compartilhe o link da sua loja nas redes sociais, WhatsApp ou qualquer outro canal. Seus clientes acessam, escolhem e compram em poucos cliques.

A Loja Online da InfinitePay é a solução ideal para quem quer vender sem estoque, com rapidez, praticidade e segurança.

Leia mais:

4. Automatize seu processo de pedidos com o checkout da InfinitePay

Uma das maiores vantagens de vender sem estoque é a possibilidade de otimizar os processos, especialmente o pagamento – e é aqui que entra o checkout inteligente da InfinitePay, uma ferramenta que simplifica a experiência de compra e aumenta suas chances de conversão.

Veja como funciona:

  • Link direto para o pagamento: você seleciona os produtos e gera um link de checkout. O cliente clica, preenche os dados e finaliza a compra em segundos, sem distrações nem etapas extras.
  • Sem necessidade de carrinho: não é preciso adicionar produtos, fazer login ou navegar por páginas. Menos cliques significa mais vendas.
  • Integração simples e rápida: você cria o link de pagamento dentro do app ou painel da InfinitePay, de forma fácil e intuitiva.
  • Segurança antifraude: o sistema tem a maior taxa de aprovação do mercado, com alta proteção para suas vendas.
  • Parcelamento em até 12x com recebimento antecipado: seus clientes podem parcelar no cartão, e você escolhe se quer receber o valor total na hora ou em 1 dia útil.
  • Checkout otimizado para mobile: ideal para quem vende pelas redes sociais ou WhatsApp. O cliente recebe o link, acessa do celular e paga com rapidez.

Com o checkout integrado da InfinitePay, você reduz barreiras, acelera as vendas e melhora a experiência do cliente – tudo isso sem precisar de um sistema complexo ou equipe técnica.

5. Crie uma estratégia de marketing digital de performance

Você precisa atrair tráfego qualificado para gerar vendas. 

Para isso, use:

  • Anúncios pagos: Google Ads e Meta Ads (Facebook e Instagram) são essenciais para gerar visibilidade rápida.
  • SEO: crie um blog com conteúdo relevante relacionado ao seu nicho – isso melhora seu posicionamento nos mecanismos de busca e atrai tráfego orgânico.
  • Influenciadores digitais: parcerias com microinfluenciadores geram autoridade e alcançam públicos segmentados com mais confiança.
  • E-mail marketing e remarketing: reengaje quem visitou seu site e não comprou, ou incentive recompra com cupons e novidades.

6. Ofereça um atendimento ágil e humanizado

Mesmo sem estoque, você é o responsável pela experiência do cliente – ter um atendimento rápido e transparente é essencial para gerar confiança e fidelizar.

  • Use canais como WhatsApp, Instagram e e-mail
  • Configure chatbots para dúvidas simples e atendimento inicial
  • Tenha um FAQ claro na sua loja virtual
  • Ofereça atualizações do pedido em tempo real

7. Acompanhe métricas e otimize sua operação

Por fim, acompanhe de perto o desempenho da sua loja. 

Use ferramentas como:

  • Google Analytics: use a plataforma para entender o comportamento do usuário
  • Meta Ads e Google Ads Manager: para avaliar campanhas pagas
  • Hotjar: ferramenta para analisar cliques e mapa de calor no seu site
  • Ferramentas de CRM: para organizar contatos e automatizar relacionamento

Faça testes constantes com produtos, preços, campanhas e fornecedores para entender o que gera mais resultado com menor custo.

Vender sem estoque é crime?

Não, vender sem estoque não é crime, desde que o negócio seja conduzido de forma transparente e dentro das normas legais. 

O modelo é totalmente legalizado e amplamente utilizado no e-commerce, principalmente por pequenos empreendedores e iniciantes no mercado digital.

O que pode, sim, ser considerado prática ilegal ou abusiva são algumas condutas relacionadas ao mau uso do modelo, como:

  • Vender produtos sem ter certeza da disponibilidade real com o fornecedor;
  • Prometer prazos de entrega irreais, sabendo que não poderá cumpri-los;
  • Omitir informações sobre prazos, procedência dos produtos ou política de devolução;
  • Deixar o consumidor desassistido em caso de problemas no pedido.

Segundo o Código de Defesa do Consumidor (CDC), o lojista é o responsável pela entrega e satisfação do cliente, mesmo que a logística esteja a cargo de um fornecedor – ou seja, vender sem estoque é permitido, mas é preciso cumprir com os deveres de qualquer outro comerciante.

O que diz o Código de Defesa do Consumidor?

  • O consumidor tem direito à informação clara e precisa.
  • A responsabilidade pela entrega e funcionamento do produto é do vendedor, mesmo que o fornecedor seja outro.
  • O cliente tem até 7 dias para se arrepender da compra feita online (direito de arrependimento).
  • A não entrega do produto no prazo previsto pode resultar em multa, indenização ou processos no Procon.

Portanto, para vender sem estoque de forma legal, é necessário seguir boas práticas comerciais e garantir uma operação transparente e eficiente.

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Riscos de vender sem estoque

Embora vender sem estoque seja uma alternativa atrativa para quem deseja iniciar um negócio com baixo investimento, é importante conhecer os riscos envolvidos – assim, você pode se preparar e criar estratégias para evitá-los ou minimizá-los.

1. Falta de controle sobre prazos de entrega

Quando a logística está nas mãos do fornecedor, qualquer atraso no envio impacta diretamente a experiência do cliente e, consequentemente, a reputação da sua marca. 

Problemas como envio fora do prazo, erros de embalagem ou produtos danificados podem acontecer, mesmo que você não tenha culpa direta.

Como minimizar: escolha fornecedores confiáveis, com bom histórico de entrega e comunicação ágil, e teste o serviço antes de iniciar as vendas e comunique prazos realistas aos clientes.

2. Ruptura de estoque no fornecedor

Mesmo que você não tenha estoque próprio, o fornecedor pode ficar sem determinado produto e você pode só descobrir depois de realizar a venda – isso gera frustração para o cliente, além de retrabalho com reembolso e atendimento.

Como minimizar: acompanhe constantemente o catálogo do fornecedor e prefira plataformas que sincronizam automaticamente o estoque com sua loja virtual.

Confira 5 dicas para garantir a satisfação do cliente.

3. Produtos de baixa qualidade

Quando você não vê o produto antes de enviá-lo ao cliente, corre o risco de vender algo com qualidade inferior ao esperado, o que pode gerar reclamações, devoluções e avaliações negativas.

Como minimizar: peça amostras antes de divulgar os produtos e busque avaliações reais de outros lojistas que já compraram do mesmo fornecedor.

4. Responsabilidade legal pelo atendimento

Mesmo sem estoque, você é legalmente responsável pela venda, ou seja, você deve garantir o direito de arrependimento, oferecer suporte ao consumidor e resolver problemas com devolução, troca ou reembolso – mesmo que o erro tenha sido do fornecedor.

Como minimizar: tenha políticas claras na sua loja, um canal de atendimento ativo e documente todas as etapas da venda.

Para te ajudar nesse processo, a InfinitePay disponibiliza um modelo gratuito de Polícia de Troca e Devolução para você aplicar no seu negócio.

5. Margem de lucro mais apertada

No modelo sem estoque, especialmente em dropshipping, a margem de lucro pode ser menor, pois o produto passa por intermediários; além disso, há maior competição de preço.

Como minimizar: agregue valor à sua marca por meio de um bom atendimento, nicho bem escolhido e estratégias de marketing que criem diferenciação.

Vantagens de vender sem estoque

Apesar dos riscos, vender sem estoque oferece uma série de vantagens que tornam esse modelo ideal para quem deseja empreender com agilidade, flexibilidade e baixo custo inicial. 

A seguir, veja os principais benefícios:

vantagens de vender sem estoque

1. Baixo investimento inicial

A maior barreira de entrada para quem deseja montar um negócio é o custo com estoque. 

Ao eliminar essa necessidade, você reduz drasticamente o investimento inicial, podendo começar com recursos mínimos e focar em marketing e atendimento.

2. Escalabilidade

Sem a limitação física do estoque, você pode escalar suas vendas com mais facilidade – se um produto começar a vender muito, basta repassar os pedidos ao fornecedor. 

Você também pode testar novos produtos sem o risco de encalhe.

3. Operação mais enxuta

Sem a necessidade de armazenar, embalar ou despachar produtos, você simplifica a estrutura do seu negócio, permitindo operar com uma equipe menor, reduzir custos fixos e ter mais mobilidade – inclusive gerenciando tudo de forma remota.

4. Variedade de produtos

Como não é necessário manter estoque físico, você pode oferecer uma grande variedade de produtos em sua loja – isso aumenta seu portfólio, atrai diferentes perfis de clientes e permite testar tendências com agilidade.

5. Menor risco de prejuízo

Se um produto não tiver boa saída, você pode simplesmente parar de vendê-lo, sem prejuízo com mercadoria parada. 

Esse modelo é ideal para validar ideias, entender o comportamento do público e ajustar o negócio com base em dados reais.

6. Flexibilidade geográfica

Você pode vender de qualquer lugar do mundo, desde que tenha um dispositivo conectado à internet.

Isso traz liberdade para quem deseja empreender digitalmente, sem estar preso a um local físico.

Confira algumas dicas para vender com segurança na internet.

Ofereça a melhor experiência de checkout para seus clientes com a InfinitePay

No modelo de vendas sem estoque, você não controla diretamente o produto nem a entrega – por isso, a experiência de compra online precisa ser impecável em todos os pontos que você comanda. 

Um dos mais críticos é o pagamento: ele precisa ser rápido, simples e confiável.

É aqui que o checkout da InfinitePay se torna um grande aliado do seu negócio.

Ao eliminar etapas e direcionar o cliente diretamente para o pagamento, o link de checkout otimiza a conversão e reduz as chances de abandono, um problema comum em lojas virtuais – especialmente naquelas que vendem via redes sociais ou WhatsApp.

Com a InfinitePay, você cria um link de pagamento com os produtos escolhidos e compartilha com seu cliente: ao clicar, ele é direcionado a uma página de checkout objetiva e segura, onde finaliza a compra em segundos. 

Isso é fundamental para quem vende sem estoque e precisa que o processo seja rápido para repassar o pedido ao fornecedor o quanto antes.

Além da agilidade, o checkout InfinitePay oferece:

  • Flexibilidade para o cliente pagar como quiser, incluindo parcelamento em até 12x e pagamento via Pix;
  • Segurança antifraude, garantindo tranquilidade tanto para quem compra quanto para quem vende;
  • Recebimento imediato ou em 1 dia útil, acelerando o fluxo de caixa e permitindo que você reinvista no crescimento do seu negócio.

Se o seu modelo de vendas depende de agilidade, automação e confiança – como as lojas que operam sem estoque – o checkout da InfinitePay não é apenas uma opção: é uma vantagem competitiva.

Seu negócio

Queima de estoque é uma estratégia promocional que tem como objetivo aumentar o giro dos produtos e dar vazão às mercadorias do estoque parado de uma loja. Para estimular a venda dos itens encalhados, podem ser realizadas diferentes ofertas e descontos, dependendo do público-alvo e do nicho de mercado.

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Como funciona a queima de estoque?

A queima de estoque geralmente é realizada por um período limitado de tempo, como uma semana ou um mês. Durante esse período, os produtos são vendidos com descontos significativos, que podem chegar a até 70% do preço original.

As empresas podem realizar queimas de estoque de várias maneiras, como:

  • Ofertas online: as ofertas de queima de estoque são frequentemente publicadas nos sites das empresas ou em sites de comparação de preços.
  • Promoções offline: as empresas também podem realizar queimas de estoque em lojas físicas, com descontos especiais para quem comprar no local.
  • Venda direta: as empresas também podem realizar queimas de estoque por meio de vendas diretas, como eventos ou feiras.

Como fazer uma queima de estoque eficiente?

Para realizar uma queima de estoque eficiente, é importante seguir algumas etapas:

Avaliação do estoque

O primeiro passo é fazer uma análise completa do seu estoque. Identifique os produtos que estão encalhados, próximos da data de vencimento ou que simplesmente não estão vendendo bem. Essa avaliação ajudará a determinar quais itens devem ser incluídos na queima de estoque.

Você também pode se interessar por: Tipos de estoque: conheça os principais e como escolher o ideal para o seu negócio

Defina descontos atrativos

Os descontos oferecidos durante a queima de estoque devem ser suficientemente atrativos para chamar a atenção dos clientes. Considere a margem de lucro, o valor de compra e a demanda pelo produto ao definir os descontos.

Divulgação adequada

Uma boa divulgação é essencial para o sucesso da queima de estoque. Utilize canais de marketing, como redes sociais, email marketing e anúncios online, para informar os clientes sobre a promoção. Destaque os descontos e a urgência da oferta.

Controle de estoque

Certifique-se de manter um controle rigoroso do estoque durante a queima. Evite vender mais unidades do que possui, o que pode gerar insatisfação entre os clientes. Um sistema de gerenciamento de estoque eficiente é fundamental nesse processo.

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Atendimento ao cliente

Mantenha uma equipe de atendimento ao cliente preparada para lidar com um aumento no volume de consultas e vendas. Responda prontamente às dúvidas dos clientes e forneça um serviço de qualidade para garantir uma boa experiência de compra.

Benefícios da queima de estoque

A queima de estoque oferece vários benefícios para os negócios:

  • Liberação de espaço: Ao eliminar produtos parados no estoque, você libera espaço para novos produtos, aumentando a variedade do seu catálogo e potencialmente atraindo mais clientes.
  • Geração de receita: Mesmo com descontos significativos, a queima de estoque gera receita imediata. Essa entrada de dinheiro pode ser reinvestida no negócio ou utilizada para liquidar dívidas.
  • Fidelização de clientes: Clientes que aproveitam os descontos durante a queima de estoque podem se tornar fiéis à sua marca e voltar para comprar produtos a preço regular no futuro.
  • Redução de perdas: Para produtos perecíveis ou com prazo de validade curto, a queima de estoque ajuda a reduzir perdas financeiras, evitando que esses itens expirem sem serem vendidos.

A queima de estoque é uma estratégia poderosa para impulsionar as vendas, liberar espaço e gerar receita. Ao planejar e executar essa estratégia de forma eficiente, você pode colher os benefícios enquanto proporciona aos seus clientes oportunidades de compra vantajosas.

Empreendedor lojista, você está com estoque parado?

Se a resposta for sim, a queima de estoque pode ser uma estratégia eficaz para resolver esse problema. Essa prática consiste em oferecer descontos e ofertas especiais para estimular as vendas e reduzir o estoque de produtos encalhados.

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