Descubra nossas melhores dicas e conselhos. Aprenda truques úteis para melhorar sua vida profissional e pessoal.

Por mais que o processo de controle de estoque de uma loja virtual envolva várias etapas, ele pode ser executado com eficiência a partir de um bom planejamento e com o suporte de ferramentas adequadas. O fato é que monitorar o fluxo de entrada e saída de mercadorias é uma das principais rotinas de gestão de uma loja virtual.
E esse acompanhamento precisa ser realizado periodicamente, para que não afete a disponibilidade de produtos, o planejamento de reposição, e as trocas e devoluções. Apesar da dinâmica intensa, esta etapa é fundamental para garantir a saúde financeira do seu negócio e evitar tanto que produtos fiquem parados, quanto faltem no estoque de sua loja. Ou seja: controlar as entradas e saídas é preciso! Além disso, as informações colhidas no estoque podem ser extremamente úteis para os resultados do seu e-commerce.
Por exemplo, você pode dar destaque aos produtos que mais vendem em sua loja online e pensar em estratégias para impulsionar os menos vendidos. Pensando nisso, ao longo deste artigo, separamos algumas dicas para que você possa controlar com eficiência o estoque de sua loja virtual.
Leia mais: Queima de estoque: como fazer e aproveitar essa estratégia
Em um cenário no qual o e-commerce bate recordes de expansão, o controle de estoque é essencial para que você possa explorar esse momento. Neste sentido, controlar o estoque de sua loja virtual pode te auxiliar, dentre outros pontos a:
Um dos aspectos que uma má gestão do estoque influencia, aliás, é no departamento financeiro de sua loja e em seu fluxo de caixa (confira mais dicas para melhorar seu fluxo de caixa).
Imagine, por exemplo, comprar uma nova remessa de produtos sem necessidade ou ficar sem caixa para repor um item com alta saída. Além disso, em caso de produtos perecíveis, um estoque parado pode acabar gerando perdas inevitáveis.
O segundo ponto envolve a experiência do cliente. Suponha que seja comprado uma mercadoria em falta e a reposição demore mais que o esperado. O cliente pode desistir da compra, não voltar novamente, além de avaliar negativamente em redes sociais ou sites de reclamação.
Por essas e outras razões que o controlar o estoque de uma loja virtual é uma atividade que deve receber uma atenção importante. Além de evitar problemas, essa prática pode trazer ganhos significativos e apoiar o crescimento de seu negócio.
Como reforçado no início, controlar o estoque de uma loja virtual envolve vários passos. A etapa de produção e armazenamento, por exemplo, é crucial. Ao iniciar o planejamento para vender pela internet, o empreendedor precisa analisar o que é necessário para produzir, e em caso de revenda, quem vai fornecer. Em seguida, é preciso pensar o quanto de investimento há disponível, e qual seria a melhor estratégia para começar.
Portanto, antes de explorarmos as dicas para auxiliar você a controlar o estoque de sua loja virtual, é importante apresentarmos algumas das metodologias de gestão de estoque que fazem parte do grupo de conhecimentos da área logística.
Leia mais: Tipos de estoque: conheça os principais e como escolher o ideal para o seu negócio
Chamaremos aqui de gestão interna aquele em que o armazenamento é feito em galpões próprios e por profissionais da própria loja virtual.
Por se tratar de uma responsabilidade interna, é preciso adotar uma série de cuidados, como: organização, conservação, limpeza, controle de pragas e manutenção. Além disso, é necessário ter uma equipe responsável pelo controle das entradas e saídas para não afetar as vendas.
Um ponto forte para este modelo é a possibilidade de maior controle e centralização de atividades por parte da própria empresa. Se bem executada, a gestão interna do estoque pode garantir com mais eficiência a qualidade de preservação de produtos, evitando riscos com terceiros. Seu principal ponto fraco é o custo: para manter o espaço, arcar com despesas mensais e contratação de mão de obra especializada.
Diferente do tradicional, o dropshipping se trata de um modelo em que não há estoque; os produtos são comprados de acordo com a demanda. Assim, não há necessidade de espaço físico, mas não deixa de exigir boas práticas e um ótimo controle das entradas e saídas de itens.
Este modelo de oferta é mais usado por lojas que não possuem capital disponível para investir em volume grande de estoque. Esse, aliás, é um dos principais pontos fortes do dropshipping: o custo para manter esse modelo é bem menor que os demais.
Entretanto, a imprevisibilidade pode ser um grande problema aqui, por isso, controlar o estoque da loja virtual é ainda mais importante. Além disso, para garantir a entrega no prazo e a qualidade do produto, é preciso de bons fornecedores e compromisso destes. Confira como vender sem estoque.
Parecido com o dropshipping, parte do princípio que o estoque deve possuir a menor quantidade de produtos possíveis para evitar perdas. Para que esta metodologia funcione, tudo precisa acontecer com máxima precisão (daí a expressão just in time – na hora certa).
Sendo assim, o controle de vendas, devoluções, extravios, cancelamentos, deve ser preciso para que nenhum cliente deixe de ser atendido. Outro ponto essencial é uma parceria com fornecedores eficientes que garantem a entrega dentro dos prazos e de forma rápida.
Esta metodologia consiste em classificar os produtos de acordo com seu fluxo de saída. O “A” seria os de alta rotatividade, “B” média e “C” baixa. Ao separar o estoque desta maneira, é possível fazer um bom planejamento para o fluxo de caixa e evitar imprevistos para suas vendas.
Com a maturidade de sua loja virtual, será possível estipular o tempo-médio para a venda de um item, aumentando assim a eficiência de seus processos. A curva ABC pode ser adaptada junto a qualquer outro modelo, afinal, seu objetivo está em otimizar as rotinas do controle de estoque.
Respectivamente, estas siglas significam “primeiro a entrar, primeiro a sair” e “último a entrar, último a sair”. Essas ideias, aparentemente opostas, se complementam: enquanto o PEPS diz que os itens antigos devem ter prioridade para sair; a metodologia UEPS explica que os novos devem ser vendidos antes.
Combinadas, as duas estratégias ajudam seu e-commerce a impulsionar estratégias de vendas e evitar perdas a partir da validade dos produtos.
Antes de tudo, controlar o estoque da sua loja virtual depende de muita dedicação e maturidade na realização de processos. A gestão exige atenção e alguns passos podem te auxiliar a aumentar ainda mais a eficiência de seu e-commerce. Pensando nisso, listamos abaixo 5 dicas que irão te ajudar com esse propósito.
Citamos anteriormente algumas metodologias e conceitos utilizados na gestão de estoque. Decidir o método que sua loja virtual usará de ser feito de acordo com a realidade do seu e-commerce. Ou seja, tamanho, volume de vendas, colaboradores disponíveis.
Ao entender isso, o próximo passo será determinar se a verificação do estoque será feita em tempo real – programando a reposição de acordo com o status do estoque – ou cíclica – de tempos em tempos pré-determinados.
Estabelecer métricas é a maneira mais eficiente de garantir o sucesso de um negócio – seja ele uma loja física ou um e-commerce. Pelas informações coletadas, estratégias podem ser aplicadas e analisadas melhorando o desempenho do negócio.
Tais indicadores, por sua vez, ajudam em ações como criação de promoções e precificação dos produtos.
Uma métrica que precisa estar no radar é o tempo do processo de compra e recebimento dos produtos. O consumo médio e a cobertura de estoque também são fundamentais são outros exemplos de indicadores interessantes. Por elas, a quantidade de mercadorias compradas em um período; e o tempo para repor o estoque são medidos.
Leia mais: Qual a diferença entre preço médio e ticket médio?
Seja matéria-prima ou produtos para revenda, encontrar bons fornecedores pode evitar muitas dores de cabeça na hora de controlar o estoque de uma loja virtual. Por isso, busque referências e crie uma boa relação com os fornecedores. E, além da velocidade de entrega, é importante também prezar pela qualidade.
Busque conhecer a procedência das mercadorias e a forma como seu fornecedor trabalha. Tenha também uma lista salva de contatos, para não ficar na mão quando você precisar de fornecimento, evitando assim perder vendas.
A gestão das entradas e saídas do seu estoque é determinante para o desempenho financeiro da sua loja virtual. Nesse sentido, busque alinhar a gestão desses processos para que ambos sejam realizados com plena eficiência e se completem. Ou seja: ao controlar o estoque de sua loja virtual com qualidade, é bem provável que sua gestão financeira fique também mais clara e organizada.
Leia mais: Inventário de estoque: o que é, como fazer e quais os benefícios
Por fim, uma boa dica é buscar o apoio da inovação quando quiser otimizar o controle de seu estoque.
A boa notícia é que hoje já existe uma série de ferramentas gratuitas que podem te auxiliar na hora de controlar o estoque de sua loja virtual, assim como, outros processos gerenciais.
Na InfinitePay, todos os nossos clientes contam com uma ferramenta integrada de controle de estoque. Com ela, você tem controle do que foi vendido por diversos meios de pagamento, sejam eles online ou presenciais.
É muito fácil! Basta:
E pronto! Basta realizar a venda que o estoque é atualizado.
Se você desejar, disponibilizamos para todos uma planilha de controle de estoque totalmente gratuita, na qual você encontrará:
E o melhor: com a InfinitePay, você pode criar uma loja online em poucos minutos sem pagar nada! Basta compartilhar o link com seus clientes e realizar suas vendas!

Ticket médio responde uma pergunta simples: quanto, em média, cada venda deixa no caixa? Negócios que monitoram esse indicador crescem receita sem depender de novos clientes.
Elevar ticket em 10% pode impactar lucro mais do que aumentar volume em 10%, porque vendas extras diluem aluguel, equipe e marketing já pagos.
Este guia explica o que é ticket médio, como calcular com exemplos, a diferença para preço médio e estratégias práticas para aumentar o valor por pedido.
Ticket médio é a média de valor por transação de venda. Calcula quanto o cliente gasta por visita, pedido ou compra, somando todos os itens daquela transação.
Exemplo: cliente leva camiseta de R$ 80 e boné de R$ 40 na mesma compra. O ticket da transação é R$ 120, mesmo que o preço médio da camiseta sozinha seja R$ 80.
Ticket médio não mede preço de produto unitário. Mede comportamento de compra e eficácia de upsell no ponto de venda.
Ticket médio serve para medir desempenho comercial, testar promoções e identificar oportunidade de vender mais para quem já comprou.
Quem só persegue volume de clientes ignora metade da alavanca de receita. Aumentar ticket médio eleva faturamento com a mesma base de compradores.
Ticket médio divide receita total pelo número de transações. Preço médio divide receita de um produto específico pelas unidades vendidas desse produto.
Estratégia para subir preço médio: reajustar valor unitário (veja como calcular preço de venda). Estratégia para subir ticket médio: cross-sell, combo e serviço adicional na mesma venda.
Precificar cada item antes de montar combo evita kit que parece barato e come margem. Use o guia de margem de lucro para validar o pacote.
Ticket médio se calcula dividindo a receita total de vendas pelo número de transações no mesmo período.
Ticket médio = receita total de vendas ÷ número total de vendas
Passo a passo:
Loja de roupas: R$ 50.000 em vendas ÷ 500 transações = R$ 100 de ticket médio mensal.
Restaurante: R$ 30.000 em pedidos ÷ 600 pedidos na semana = R$ 50 por mesa/pedido.
Salão: R$ 12.000 em atendimentos ÷ 150 clientes no mês = R$ 80 por visita.
Quando o mesmo cliente compra várias vezes no período, use:
Ticket médio por cliente = receita total ÷ clientes únicos
Útil para fidelização: mede quanto cada pessoa deixa no negócio no mês, não só por visita.
Desconte devoluções e cancelamentos da receita antes de calcular. Promoção inflada sem desconto distorce o indicador.
Não existe ticket médio ideal universal. O número bom depende do segmento, posicionamento e meta de margem.
Referências orientativas (podem variar por região e posicionamento):
Compare seu ticket com o mês anterior e com o mesmo período do ano passado. Ticket subindo com volume estável indica upsell funcionando. Ticket caindo com volume alto pode sinalizar promoção agressiva demais.
Antes de definir meta, confira se o preço base está correto na tabela de preços comercial e se a margem de lucro do combo cobre custos.
Para aumentar ticket médio, venda mais itens ou serviços de maior valor na mesma transação, sem depender só de clientes novos.
Ofereça complemento natural no momento da compra. Salão: hidratação junto ao corte (+R$ 15). Loja: cinto junto à calça. Restaurante: sobremesa ou bebida premium.
Treine a equipe com script curto: "Quer adicionar [item] por R$ [valor]?"
Pacote com desconto leve (5% a 10%) aumenta ticket se margem do conjunto for positiva. Simule antes com como calcular desconto em porcentagem.
Monte combos na tabela de preços com coluna de desconto por volume ou pacote.
E-commerce: frete grátis a partir de R$ 150 empurra cliente a adicionar item. Defina o mínimo acima do ticket atual, não abaixo.
Produto de R$ 300 vira acessível em 6x. Parcelamento eleva ticket quando o limite do cartão deixa de ser barreira. Confira taxas de recebimento para incluir o custo no preço.
No Link de Pagamento da InfinitePay, crie link com valor do combo e ofereça parcelamento em até 12x para fechar ticket mais alto no WhatsApp.
Pontos por real gasto (não só por visita) incentivam compra maior. "A cada R$ 100, R$ 10 de bônus" funciona melhor que desconto fixo sem mínimo.
Exiba versão premium ao lado da básica. Cliente compara e escolhe a intermediária ou superior com mais frequência.
Quando insumo sobe, reajuste preço unitário e comunique com antecedência. Modelos de mensagem estão no guia de texto para reajuste de preço. Reajuste mal explicado derruba volume; combo bem montado sustenta ticket.
Erros comuns: misturar canais, ignorar devoluções, comparar períodos incomparáveis e usar amostra pequena.
Revise ticket médio mensalmente. Se cair dois meses seguidos, teste combo ou cross-sell antes de cortar preço.
Depois de oferecer upsell ou pacote, envie link com valor fechado e parcelamento para converter na hora.
O Link de Pagamento da InfinitePay é gratuito e ilimitado: defina o valor do combo, escolha parcelamento em até 12x, repasse ou absorva taxas com um clique e compartilhe no WhatsApp ou redes sociais. Recebimento na hora ou em 1 dia útil, sem mensalidade. Cliente paga em página segura; você fecha ticket maior sem site ou maquininha extra.
Para vender combo pelo WhatsApp, um link com valor fechado evita negociação solta e registra o pedido completo em uma transação.

CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) é o código de sete dígitos que identifica a atividade principal de cada empresa no Brasil. Gerenciado pela Comissão Nacional de Classificação (CONCLA), vinculada ao Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o código determina o regime tributário, as alíquotas de impostos e as obrigações trabalhistas que recaem sobre o negócio. Um CNAE errado pode gerar multas fiscais e bloquear a adesão ao Simples Nacional.
O CNAE, sigla para Classificação Nacional de Atividades Econômicas, é um código numérico de sete dígitos que identifica a principal atividade econômica de uma empresa no Brasil.
Desenvolvido pelo IBGE e gerido pela CONCLA, este sistema de classificação é adotado nacionalmente e serve como padrão para categorizar as atividades de negócios em diferentes setores da economia.
Cada atividade econômica recebe um código único, usado no registro empresarial, na tributação e na emissão de notas fiscais. A base legal do CNAE é a Resolução CONCLA nº 01/2006, que estabelece a versão 2.0 da classificação.
O CNAE determina o regime tributário, as alíquotas de impostos e as obrigações trabalhistas da empresa. Um código errado pode gerar multas e impedir a adesão ao Simples Nacional.
Essa classificação tem implicações diretas na determinação dos impostos a serem pagos, nas obrigações fiscais e trabalhistas e até mesmo em oportunidades de financiamento e benefícios fiscais, dependendo do setor de atuação. Entender o CNAE e escolher o código correto é um passo fundamental no processo de formalização e gestão eficiente de um negócio.
Sim, toda empresa no Brasil, independentemente de seu tamanho ou tipo, deve ter um CNAE atribuído. Isso inclui desde Microempreendedores Individuais (MEI) até grandes corporações.
O CNAE é obrigatório no momento da formalização de qualquer empresa, pois define a natureza da atividade econômica que será realizada. Para os MEIs, a escolha do CNAE é ainda mais crítica: determina os limites de atuação, os impostos pagos através do Simples Nacional e as regulamentações específicas que devem ser seguidas. Veja as vantagens e obrigações de ser MEI.
Para outros tipos de empresas, como Sociedades Limitadas (Ltda.), Sociedades Limitadas Unipessoais (SLU) e Sociedades Anônimas (S/A), a definição de um ou mais CNAEs é igualmente importante. A SLU substituiu a EIRELI, extinta pela Lei nº 14.195/2021, que converteu automaticamente todas as EIRELI existentes em SLU. Essas classificações influenciam as obrigações fiscais e trabalhistas, a permissão para participar de licitações, a obtenção de licenças e as opções de crédito disponíveis para o negócio.
Leia também:Diferenças entre MEI e outros tipos de empresas.
O sistema de Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) é composto por uma vasta gama de códigos, representando a diversidade de atividades econômicas que podem ser exercidas por empresas no Brasil.
Os códigos são organizados em uma estrutura hierárquica, que inclui seções, divisões, grupos, classes e subclasses. Essa estrutura reflete os diferentes níveis de detalhamento das atividades econômicas.
No site do IBGE, é possível fazer uma busca. Basta colocar sua atividade para saber o código, ou o código do CNAE para checar se a atividade está correta. Nesta mesma página também é possível entender a estrutura de cada CNAE e as divisões por número.
Na hierarquia do CNAE, existem 21 seções identificadas por letras (de A a U), que representam os grandes setores da economia, como agricultura, indústria e serviços. Dentro de cada seção, há divisões, que são numeradas e representam um agrupamento mais específico de atividades econômicas. O CNAE é formado por Seção > Divisão > Grupo > Classe > Subclasse.
Imagem explica a estrutura de um cnae, com seção, divisão, grupo, classe e subclasse
Seguindo a hierarquia, encontramos os grupos, as classes e, finalmente, as subclasses, que são o nível mais detalhado e específico dentro do CNAE, cada uma representada por um código numérico único. Cada classe tem sua Lista de Descritores, ou seja, todas as atividades aceitas naquele CNAE.
A versão vigente, CNAE Subclasses 2.3, entrou em vigor em 1º de janeiro de 2019 e conta com 1.332 subclasses, organizadas em 21 seções, 87 divisões, 285 grupos e 673 classes. Fonte: IBGE.
A escolha do CNAE adequado depende de uma compreensão precisa da atividade principal da empresa, e esta classificação detalhada ajuda a garantir que cada negócio seja corretamente categorizado de acordo com sua operação específica.
4712-1/00 Comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios - minimercados, mercearias e armazéns
4723-7/00 Comércio varejista de bebidas
4744-0/99 Comércio varejista de materiais de construção em geral
4752-1/00 Comércio varejista especializado de equipamentos de telefonia e comunicação
4772-5/00 Comércio varejista de cosméticos, produtos de perfumaria e de higiene pessoal
4781-4/00 Comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios
4789-0/99 Comércio varejista de outros produtos não especificados anteriormente
5611-2/01 Restaurantes e similares
5611-2/03 Lanchonetes, casas de chá, de sucos e similares
5611-2/04 Bares e outros estabelecimentos especializados em servir bebidas, sem entretenimento
9602-5/01 Cabeleireiros, manicure e pedicure
9602-5/02 Atividades de estética e outros serviços de cuidados com a beleza
O CNAE define a atividade principal de uma empresa e, com isso, tem papel crucial na determinação dos impostos e das obrigações fiscais e regulatórias. A escolha do CNAE correto influencia diretamente o regime tributário ao qual a empresa será submetida.
Por exemplo, certas atividades econômicas permitem a adesão ao Simples Nacional, um regime tributário simplificado com alíquotas menores, enquanto outras exigem o enquadramento no Lucro Presumido ou Lucro Real, que possuem cálculos tributários mais complexos. A Lei Complementar nº 123/2006 estabelece quais atividades podem optar pelo Simples Nacional. Confira as tabelas e alíquotas do Simples Nacional para entender como o CNAE influencia o cálculo dos impostos.
Além dos impostos, o CNAE também impacta as obrigações trabalhistas. Dependendo da atividade econômica da empresa, existem normas regulatórias específicas a serem seguidas. Um CNAE de construção civil, por exemplo, exige conformidade com a NR-18 (Condições de Segurança e Saúde no Trabalho na Indústria da Construção), do Ministério do Trabalho e Emprego.
Outra influência importante do CNAE está nas contribuições previdenciárias e no FGTS. O código escolhido pode determinar diferentes alíquotas e formas de contribuição, além de influenciar a incidência de outros tributos como o ISS (Imposto Sobre Serviços), regulamentado pela Lei Complementar nº 116/2003, ou o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), regulamentado pela Lei Complementar nº 87/1996 (Lei Kandir).
Uma classificação inadequada pode resultar em problemas fiscais e multas de até 75% do valor do imposto devido, conforme o artigo 44 da Lei nº 9.430/1996, reforçando a importância de uma escolha cuidadosa e bem informada do CNAE.
Para escolher o CNAE correto, identifique sua atividade principal na tabela do IBGE (concla.ibge.gov.br) e valide com um contador. Considere não apenas o que a empresa faz atualmente, mas também as atividades que pretende realizar no futuro. Uma análise detalhada do negócio ajudará a identificar o CNAE que mais se alinha à sua operação principal.
O processo de obtenção de um CNAE é uma etapa crucial na formalização de qualquer empresa no Brasil. Seguir um passo a passo claro ajuda a garantir que você selecione o código correto e evite complicações futuras.
Antes de tudo, tenha uma compreensão clara da atividade principal que sua empresa irá exercer. Isso é importante para identificar o CNAE que melhor representa o seu negócio.
Visite o site oficial do IBGE ou da Receita Federal, onde você pode encontrar a tabela completa de CNAEs. Nela, você encontrará a lista de todos os códigos e descrições das atividades.
Com base na descrição da sua atividade principal, busque na tabela CNAE os códigos que mais se aproximam. Pode haver mais de um código aplicável, por isso é importante analisar cada opção cuidadosamente.
Para garantir que você está escolhendo o código mais adequado, é aconselhável consultar um contador ou um profissional especializado. Ao consultar, faça perguntas específicas:
Quando for registrar sua empresa na Junta Comercial ou no órgão competente, você precisará informar o CNAE escolhido. Este código será utilizado em todos os documentos oficiais e registros fiscais da empresa. Para um guia completo da formalização, veja como abrir uma empresa em 8 passos.
O sistema de CNAE pode passar por atualizações. Mantenha-se informado e verifique se há mudanças que possam afetar a classificação da sua empresa.
Seguindo esses passos, você obtém o CNAE apropriado para a sua empresa, garantindo conformidade com as regulamentações e preparo para todas as responsabilidades fiscais e legais que acompanham a atividade escolhida.
Se a sua empresa já está aberta e você precisa alterar o CNAE, o processo é feito por meio de alteração cadastral. Acesse o portal da Redesim ou a Junta Comercial do seu estado e protocolo a alteração do contrato social informando o novo código. O contador pode conduzir o processo, que envolve atualização no CNPJ e nos registros estaduais e municipais quando aplicável.
Um CNAE incorreto pode gerar desenquadramento do Simples Nacional, cobrança retroativa de impostos e multas. Se a Receita Federal identificar que a atividade exercida não corresponde ao código declarado, a empresa perde o direito ao regime tributário escolhido e precisa recolher a diferença de impostos com acréscimos legais. A correção é feita pela mesma via da alteração cadastral, preferencialmente antes de qualquer fiscalização.
Incluir um CNAE no CNPJ não tem um custo direto específico. No entanto, os custos indiretos podem surgir no processo de registro ou alteração cadastral da empresa.
Para novos negócios, esses custos fazem parte das taxas gerais de abertura da empresa, variando conforme o tipo de empresa e a localização. Para empresas já estabelecidas que precisam adicionar ou alterar um CNAE, podem existir taxas relacionadas à alteração cadastral na Junta Comercial ou em outros órgãos reguladores.
Além disso, serviços contábeis profissionais, se utilizados, podem gerar custos adicionais. A escolha do CNAE pode influenciar os custos operacionais e fiscais da empresa, tornando essencial uma seleção cuidadosa e informada.
Nele, você acessa a classificação completa do CNAE, incluindo descrições detalhadas de cada atividade.
O site da Receita oferece recursos para entender as implicações tributárias de diferentes CNAEs.
Profissionais da área contábil podem oferecer orientação especializada na escolha do CNAE, considerando os aspectos específicos do seu negócio.
Utilizar esses passos e recursos ajuda a garantir que a empresa seja classificada corretamente, evitando problemas fiscais e aproveitando as melhores oportunidades tributárias disponíveis para a atividade exercida.
Já sabe seu CNAE? Se você trabalha com vendas, a InfinitePay oferece soluções de pagamento que se ajustam à sua operação. Basta baixar o aplicativo e começar a usar.
A maquininha de cartão da InfinitePay tem as melhores taxas do Brasil e o prazo de recebimento mais rápido: você escolhe se quer receber o dinheiro das vendas em 6 segundos ou em 1 dia útil. As taxas são fixas, ou seja, não têm volume mínimo de faturamento.
Com a InfinitePay, você aceita pagamentos por cartão mesmo sem investir em uma maquininha. O InfiniteTap é uma funcionalidade que transforma o seu celular em maquininha de cartão. Em menos de 5 minutos você já pode começar a receber pagamentos por aproximação com as melhores taxas do Brasil.
A InfinitePay também oferece uma solução rápida e segura para quem quer vender online por link de pagamento. Com ele, você consegue gerar quantos links de pagamento quiser para vender pelas redes sociais e WhatsApp com segurança.
Todo o dinheiro das vendas que você faz pela InfinitePay cai na conta digital, que você pode movimentar fazendo Pix, pagando contas e comprando com o cartão virtual. Você também consegue pedir empréstimo rápido e sem burocracia diretamente pelo aplicativo. O dinheiro cai na conta em segundos e você paga o valor usando parte das suas vendas.

O modo desenvolvedor é uma configuração especial em sistemas operacionais, aplicativos e dispositivos – ele permite aos desenvolvedores e programadores acessarem funcionalidades avançadas e ferramentas adicionais para criar, testar e depurar aplicativos e programas.
A ativação e a desativação do modo desenvolvedor variam de aparelho para aparelho e entre versões do Android e iOS.
Por isso separamos um passo a passo geral para ambos:

Abra as Configurações do celular.
Vá até Sistema.
Toque em Avançado.
Selecione Opções do desenvolvedor.
Desative o Modo desenvolvedor.
Dica: se você não encontrar a opção, use a barra de busca nas Configurações e digite "Opções do desenvolvedor".
No caso dos dispositivos Apple, o "Modo Desenvolvedor" (também conhecido como "Developer Mode") pode ser desativado manualmente, mas o processo é um pouco diferente do Android.
No iOS 17 ou superior, o Modo Desenvolvedor é uma funcionalidade que permite a instalação de aplicativos não assinados pela App Store e realizar testes de desenvolvimento.
Para desativá-lo, você pode seguir alguns passos simples:

Acesse Ajustes no iPhone ou iPad.
Vá até Privacidade e Segurança.
Toque em Modo Desenvolvedor.
Desative a opção de Modo Desenvolvedor e confirme.
Dessa forma, você pode desativar o Modo Desenvolvedor sem a necessidade de ajuda da assistência técnica da Apple – no entanto, se o processo não funcionar ou você encontrar algum problema, pode ser uma boa ideia buscar suporte da Apple.
Leia mais na Comunidade de Suporte Apple.
O modo desenvolvedor é uma configuração especial nos dispositivos móveis (principalmente em Android, mas também disponível em outras plataformas como iOS) que permite aos usuários acessar opções avançadas.
Embora essas opções sejam úteis para desenvolvedores, elas podem interferir no funcionamento de certos aplicativos e serviços, como o InfiniteTap, que transforma seu celular em maquininha – nesse caso, o modo desenvolvedor pode gerar problemas de bloqueio ou de funcionamento inadequado.
Isso ocorre porque o modo desenvolvedor pode alterar a forma como o sistema operacional e os aplicativos interagem com o dispositivo.
Por exemplo, a validação de identidade pode ser afetada, uma vez que algumas configurações relacionadas à segurança podem estar modificadas ou desabilitadas.
Para aplicativos financeiros e de pagamentos, a segurança é uma preocupação primordial, e o modo desenvolvedor pode criar uma falsa impressão de risco ou vulnerabilidade.
Quando o modo desenvolvedor é ativado, o dispositivo pode permitir que o usuário altere ou adicione configurações que, de outra forma, seriam restritas – isso pode causar comportamentos inesperados, como o não reconhecimento de alguns apps ou falhas na comunicação entre o sistema operacional e os aplicativos.
Leia mais:
O modo desenvolvedor foi criado com o objetivo de dar aos desenvolvedores mais liberdade para testar e depurar seus aplicativos, já que ele habilita diversas ferramentas que não são acessíveis ao usuário comum, mas que são essenciais para a criação e otimização de aplicativos.
Instalar aplicativos de fontes não verificadas: no modo desenvolvedor, o usuário pode instalar aplicativos de fora da Play Store ou App Store, o que é essencial para testes de aplicativos em desenvolvimento. Porém, isso também pode aumentar os riscos de segurança, caso o usuário instale aplicativos de fontes não confiáveis.
Depuração e registros de erro: o modo desenvolvedor oferece ferramentas de depuração de código, permitindo que o desenvolvedor veja detalhes dos processos internos do sistema e encontre possíveis erros ou falhas nos aplicativos. Isso é útil para debugar o código e corrigir bugs, mas também pode dar acesso a informações sensíveis que, se mal utilizadas, podem prejudicar a segurança.
Acesso a configurações avançadas: alguns dispositivos oferecem opções para modificar configurações avançadas do sistema, como ajustes no comportamento de rede, no gerenciamento de memória, ou até mesmo em comportamentos específicos do hardware. Para um desenvolvedor, isso pode ser crucial para testar aplicativos em diferentes condições.
Para os desenvolvedores de aplicativos, o modo desenvolvedor é uma ferramenta essencial, permitindo que eles:
Testem o aplicativo em diversas condições, simulando erros e verificando o desempenho do app.
Depurem problemas de código com mais detalhes, acessando informações que não são visíveis para o usuário comum.
Realizem modificações e ajustes no sistema operacional para otimizar o funcionamento de seus apps sem a necessidade de lançar uma versão para o público geral.
Sem o modo desenvolvedor, seria muito mais difícil para os desenvolvedores aprimorarem a experiência do usuário, corrigirem bugs e garantirem que os apps funcionem corretamente em uma variedade de dispositivos e configurações.
Saber quando e como desativar o modo desenvolvedor é importante, pois configurações incorretas ou a instalação de aplicativos não confiáveis podem comprometer a estabilidade e a segurança do dispositivo.
Por isso, é recomendável que você ative o modo desenvolvedor apenas quando necessário.
Confira as situações mais comuns que podem exigir o desativamento do modo desenvolvedor:

Quando ele impede o uso de aplicativos;
Quando não é mais relevante para o uso cotidiano de um dispositivo ou sistema;
Após concluir testes ou depurações de aplicativos para garantir a estabilidade e a segurança do dispositivo;
Em situações de preocupações com a segurança, pois manter o modo ativado pode permitir a instalação de aplicativos de fontes desconhecidas, representando riscos de malware;
Em ambientes de trabalho ou dispositivos compartilhados, desativar o modo desenvolvedor evita que configurações avançadas sejam alteradas acidentalmente por usuários não familiarizados com desenvolvimento de software.
Se não conseguir encontrar o modo desenvolvedor, consulte o site oficial do fabricante do seu aparelho – lá, você encontrará instruções específicas para o seu modelo.
Com o modo desenvolvedor desativado, você aumenta a segurança do seu dispositivo e garante que o aplicativo da InfinitePay funcione sem interrupções.
Saiba como conseguir uma maquininha de cartão grátis.
Se você quer aceitar pagamentos por aproximação diretamente no seu celular, o InfiniteTap da InfinitePay é a solução ideal – com ele, seu smartphone se transforma em uma maquininha de cartão grátis, sem necessidade de equipamentos adicionais.
Com o InfiniteTap, você pode:
Receber pagamentos por aproximação (NFC) de cartões, celulares e smartwatches.
Vender em até 12x com as menores taxas do mercado.
Receber o dinheiro na hora ou em 1 dia útil, sem burocracia.
Usar seu próprio celular, desde que seja um Android 11 com NFC ou iPhone XS ou superior com iOS atualizado.
Se o modo desenvolvedor estiver ativado, isso pode interferir no funcionamento do InfiniteTap e impedir a realização de vendas – por isso, garanta que ele esteja desativado para aproveitar todos os benefícios dessa tecnologia.
Baixe o app InfinitePay e comece a vender sem pagar mensalidade ou taxa de adesão.

Vender sem estoque próprio é uma estratégia que vem ganhando força no comércio digital – essa abordagem permite que empreendedores iniciantes ou até mesmo negócios já consolidados operem com menos risco e com maior flexibilidade.
Mas afinal, como vender sem estoque e, mais importante ainda, como fazer isso de forma legal e eficiente?
Neste artigo, vamos explicar detalhadamente como funciona essa modalidade, quais são as principais estratégias utilizadas, os riscos envolvidos, as vantagens competitivas e como garantir uma experiência de compra de excelência para o seu cliente.
As principais formas de vender sem estoque são:
Para começar, é essencial escolher um nicho de mercado, identificar fornecedores confiáveis, criar uma plataforma de vendas sólida (como uma loja virtual ou página de vendas), estruturar seu atendimento ao cliente e garantir meios de pagamento seguros e eficientes.
Além disso, é importante estar atento à legislação, às políticas de troca e devolução, e às responsabilidades envolvidas com o Código de Defesa do Consumidor – lembre-se que, mesmo sem estoque, o lojista é responsável pela experiência de compra como um todo.
Leia também:
A seguir, veja o passo a passo para vender sem estoque com sucesso:

Vender de tudo para todos raramente funciona, especialmente no início – portanto, optar por um nicho específico ajuda a reduzir a concorrência, criar autoridade mais rápido e atrair um público qualificado.
Nichos populares para quem vende sem estoque incluem:
Dica: analise tendências com ferramentas como Google Trends ou Ubersuggest para validar a demanda do seu nicho.
Um bom fornecedor é a base do seu negócio, já que ele será responsável por entregar o produto no prazo e garantir a qualidade do item.
Alguns caminhos para encontrar fornecedores:
Avalie os seguintes pontos antes de fechar parceria:
Para quem quer vender sem estoque e começar a lucrar rápido, ter uma loja online prática, segura e gratuita é essencial – com a Loja Online da InfinitePay, você pode criar sua vitrine virtual sem custo e começar a vender em poucos minutos, sem precisar de um site ou conhecimento técnico.
Confira os principais benefícios:
A Loja Online da InfinitePay é a solução ideal para quem quer vender sem estoque, com rapidez, praticidade e segurança.
Leia mais:
Uma das maiores vantagens de vender sem estoque é a possibilidade de otimizar os processos, especialmente o pagamento – e é aqui que entra o checkout inteligente da InfinitePay, uma ferramenta que simplifica a experiência de compra e aumenta suas chances de conversão.
Veja como funciona:
Com o checkout integrado da InfinitePay, você reduz barreiras, acelera as vendas e melhora a experiência do cliente – tudo isso sem precisar de um sistema complexo ou equipe técnica.
Você precisa atrair tráfego qualificado para gerar vendas.
Para isso, use:
Mesmo sem estoque, você é o responsável pela experiência do cliente – ter um atendimento rápido e transparente é essencial para gerar confiança e fidelizar.
Por fim, acompanhe de perto o desempenho da sua loja.
Use ferramentas como:
Faça testes constantes com produtos, preços, campanhas e fornecedores para entender o que gera mais resultado com menor custo.
Não, vender sem estoque não é crime, desde que o negócio seja conduzido de forma transparente e dentro das normas legais.
O modelo é totalmente legalizado e amplamente utilizado no e-commerce, principalmente por pequenos empreendedores e iniciantes no mercado digital.
O que pode, sim, ser considerado prática ilegal ou abusiva são algumas condutas relacionadas ao mau uso do modelo, como:
Segundo o Código de Defesa do Consumidor (CDC), o lojista é o responsável pela entrega e satisfação do cliente, mesmo que a logística esteja a cargo de um fornecedor – ou seja, vender sem estoque é permitido, mas é preciso cumprir com os deveres de qualquer outro comerciante.
Portanto, para vender sem estoque de forma legal, é necessário seguir boas práticas comerciais e garantir uma operação transparente e eficiente.
Você também pode se interessar:
Embora vender sem estoque seja uma alternativa atrativa para quem deseja iniciar um negócio com baixo investimento, é importante conhecer os riscos envolvidos – assim, você pode se preparar e criar estratégias para evitá-los ou minimizá-los.
Quando a logística está nas mãos do fornecedor, qualquer atraso no envio impacta diretamente a experiência do cliente e, consequentemente, a reputação da sua marca.
Problemas como envio fora do prazo, erros de embalagem ou produtos danificados podem acontecer, mesmo que você não tenha culpa direta.
Como minimizar: escolha fornecedores confiáveis, com bom histórico de entrega e comunicação ágil, e teste o serviço antes de iniciar as vendas e comunique prazos realistas aos clientes.
Mesmo que você não tenha estoque próprio, o fornecedor pode ficar sem determinado produto e você pode só descobrir depois de realizar a venda – isso gera frustração para o cliente, além de retrabalho com reembolso e atendimento.
Como minimizar: acompanhe constantemente o catálogo do fornecedor e prefira plataformas que sincronizam automaticamente o estoque com sua loja virtual.
Confira 5 dicas para garantir a satisfação do cliente.
Quando você não vê o produto antes de enviá-lo ao cliente, corre o risco de vender algo com qualidade inferior ao esperado, o que pode gerar reclamações, devoluções e avaliações negativas.
Como minimizar: peça amostras antes de divulgar os produtos e busque avaliações reais de outros lojistas que já compraram do mesmo fornecedor.
Mesmo sem estoque, você é legalmente responsável pela venda, ou seja, você deve garantir o direito de arrependimento, oferecer suporte ao consumidor e resolver problemas com devolução, troca ou reembolso – mesmo que o erro tenha sido do fornecedor.
Como minimizar: tenha políticas claras na sua loja, um canal de atendimento ativo e documente todas as etapas da venda.
Para te ajudar nesse processo, a InfinitePay disponibiliza um modelo gratuito de Polícia de Troca e Devolução para você aplicar no seu negócio.
No modelo sem estoque, especialmente em dropshipping, a margem de lucro pode ser menor, pois o produto passa por intermediários; além disso, há maior competição de preço.
Como minimizar: agregue valor à sua marca por meio de um bom atendimento, nicho bem escolhido e estratégias de marketing que criem diferenciação.
Apesar dos riscos, vender sem estoque oferece uma série de vantagens que tornam esse modelo ideal para quem deseja empreender com agilidade, flexibilidade e baixo custo inicial.
A seguir, veja os principais benefícios:

A maior barreira de entrada para quem deseja montar um negócio é o custo com estoque.
Ao eliminar essa necessidade, você reduz drasticamente o investimento inicial, podendo começar com recursos mínimos e focar em marketing e atendimento.
Sem a limitação física do estoque, você pode escalar suas vendas com mais facilidade – se um produto começar a vender muito, basta repassar os pedidos ao fornecedor.
Você também pode testar novos produtos sem o risco de encalhe.
Sem a necessidade de armazenar, embalar ou despachar produtos, você simplifica a estrutura do seu negócio, permitindo operar com uma equipe menor, reduzir custos fixos e ter mais mobilidade – inclusive gerenciando tudo de forma remota.
Como não é necessário manter estoque físico, você pode oferecer uma grande variedade de produtos em sua loja – isso aumenta seu portfólio, atrai diferentes perfis de clientes e permite testar tendências com agilidade.
Se um produto não tiver boa saída, você pode simplesmente parar de vendê-lo, sem prejuízo com mercadoria parada.
Esse modelo é ideal para validar ideias, entender o comportamento do público e ajustar o negócio com base em dados reais.
Você pode vender de qualquer lugar do mundo, desde que tenha um dispositivo conectado à internet.
Isso traz liberdade para quem deseja empreender digitalmente, sem estar preso a um local físico.
Confira algumas dicas para vender com segurança na internet.
No modelo de vendas sem estoque, você não controla diretamente o produto nem a entrega – por isso, a experiência de compra online precisa ser impecável em todos os pontos que você comanda.
Um dos mais críticos é o pagamento: ele precisa ser rápido, simples e confiável.
É aqui que o checkout da InfinitePay se torna um grande aliado do seu negócio.
Ao eliminar etapas e direcionar o cliente diretamente para o pagamento, o link de checkout otimiza a conversão e reduz as chances de abandono, um problema comum em lojas virtuais – especialmente naquelas que vendem via redes sociais ou WhatsApp.
Com a InfinitePay, você cria um link de pagamento com os produtos escolhidos e compartilha com seu cliente: ao clicar, ele é direcionado a uma página de checkout objetiva e segura, onde finaliza a compra em segundos.
Isso é fundamental para quem vende sem estoque e precisa que o processo seja rápido para repassar o pedido ao fornecedor o quanto antes.
Além da agilidade, o checkout InfinitePay oferece:
Se o seu modelo de vendas depende de agilidade, automação e confiança – como as lojas que operam sem estoque – o checkout da InfinitePay não é apenas uma opção: é uma vantagem competitiva.

Queima de estoque é uma estratégia promocional que aplica descontos para dar vazão a mercadorias encalhadas e aumentar o giro dos produtos. Para estimular a venda de itens parados, o lojista recorre a ofertas progressivas, combos e descontos diretos, ajustados conforme o público e o nicho de mercado.
A estratégia também é conhecida como desova de mercadorias ou liquidação de estoque, e tem como objetivo transformar capital parado em caixa livre para o negócio.
A queima de estoque acontece em um período limitado, como uma semana ou um mês, com descontos que variam conforme o tempo que o produto está parado. Itens sem giro há mais de 90 dias recebem cortes mais agressivos; produtos próximos ao vencimento podem receber descontos ainda maiores sobre o preço original.
As empresas aplicam a estratégia em três canais principais:
| Canal | Onde acontece | Melhor para | Custo de divulgação |
|---|---|---|---|
| Online | Site próprio, marketplaces e comparadores de preço | Lojas com catálogo digital | Variável (tráfego pago ou orgânico) |
| Loja física | Vitrine, balcão e interior da loja | Negócios com tráfego de pedestres | Baixo (cartazes e etiquetas) |
| Venda direta | Eventos, feiras e pop-ups | Marcas que já participam de feiras | Médio (logística e espaço) |
Cada canal exige controle de estoque sincronizado para evitar vender mais unidades do que existem. O Código de Defesa do Consumidor, no artigo 30, estabelece que toda informação veiculada sobre produtos oferecidos obriga o fornecedor e integra o contrato de venda. Anunciar um produto sem tê-lo disponível gera obrigação legal de cumprir a oferta.
Uma queima de estoque eficiente exige cinco etapas, começando pela análise do que realmente precisa sair.
Classifique cada item do catálogo em três categorias: sem giro há mais de 90 dias, próximo ao vencimento e margem negativa. Use a curva ABC para priorizar: produtos da classe C, que representam 80% do estoque mas geram apenas 20% das vendas, são os primeiros candidatos à queima. Essa classificação identifica quais mercadorias precisam de descontos mais agressivos.
O desconto máximo aceitável é aquele que ainda cobre o Custo de Mercadorias Vendidas, ou CMV, que é o valor pago ao fornecedor mais os custos diretos de aquisição como frete e impostos. A fórmula é:
Desconto máximo = ((Preço de venda - Custo total) / Preço de venda) x 100
Exemplo: um produto custa R$ 30 (incluindo frete e impostos) e é vendido por R$ 50. O desconto máximo é ((50 - 30) / 50) x 100 = 40%. Acima disso, a venda gera prejuízo.
Para não errar a conta, use a Calculadora de Desconto antes de definir os preços promocionais.
O guia de como calcular desconto em porcentagem mostra como aplicar o desconto sem comprometer a margem de lucro.
Anuncie a promoção nos canais onde seu cliente já consome conteúdo. Redes sociais com contador regressivo, email marketing com segmentação por histórico de compra e anúncios pagos direcionados ao público que já interagiu com a marca convertem mais que posts estáticos sem urgência.
Destaque o preço original, o preço promocional e o percentual de desconto. O Procon orienta que o fornecedor deve especificar de forma clara e objetiva o preço original, o preço promocional e o desconto aplicado, para que o consumidor não precise buscar essas informações.
Mantenha o estoque atualizado a cada venda para evitar anunciar produtos esgotados. Um sistema de controle de estoque integrado ao ponto de venda (PDV) atualiza as quantidades automaticamente e evita vendas de itens que já acabaram. Sem sincronização, você vende o que não tem e perde o cliente.
Prepare a equipe para o aumento de consultas durante a promoção. Responda dúvidas em até poucas horas, confirme pedidos rapidamente e garanta que o prazo de entrega informado seja cumprido. A experiência de compra durante a queima define se o cliente volta depois.
A queima de estoque oferece quatro benefícios diretos para o negócio, desde que o desconto respeite a margem de lucro mínima de cada produto:
A queima de estoque é uma prática comercial legal, desde que respeite o Código de Defesa do Consumidor. As principais obrigações são:
Se o fornecedor não cumprir a oferta, o artigo 35 do CDC garante ao consumidor o direito de exigir o cumprimento forçado, aceitar produto equivalente ou rescindir o contrato com restituição do valor pago.
Acompanhe quatro indicadores durante toda a campanha:
Comece pela curva ABC: classifique seus itens, calcule o desconto máximo sobre o CMV e escolha o canal com melhor custo-benefício. O planejamento correto transforma mercadoria parada em caixa livre e espaço para produtos que vendem.