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Finanças

O DAS MEI atrasado gera multa de 0,33% ao dia desde o primeiro dia de atraso, e após 12 meses sem pagamento você perde benefícios do INSS como aposentadoria e auxílio-doença.

Em 2024, 6,2 milhões de MEIs estavam inadimplentes no Brasil, o equivalente a 40% dos registros ativos, segundo o portal Contábeis. A boa notícia: dá para regularizar pelo PGMEI em minutos e parcelar em até 60 vezes.

O que acontece quando o DAS MEI atrasa

O DAS MEI atrasado gera multa a partir do primeiro dia, e as consequências escalam rápido: de juros sobre a guia até inscrição em dívida ativa no seu CPF.

A tabela abaixo simula o custo real do atraso para um DAS de R$ 82,05 (valor base 2026, conforme a Agência Brasil):

Tempo de atrasoMulta acumuladaJuros estimados (Selic)Consequência principal
1 mêsR$ 8,12 (9,9%)R$ 0,82Guia corrigida, sem impacto grave
6 mesesR$ 16,41 (20%)R$ 6,15Multa no teto, juros acumulando
12 mesesR$ 16,41 (20%)R$ 13,12Perda da qualidade de segurado do INSS
24 mesesR$ 16,41 (20%)R$ 27,88Risco de inscrição em dívida ativa e cancelamento do CNPJ

Valores simulados para fins ilustrativos. A multa é de 0,33% ao dia, limitada a 20% do valor do DAS, conforme a Contabilizei. Os juros seguem a taxa Selic acumulada, hoje em 15% ao ano, mais 1% no mês do pagamento.

Na prática, a inadimplência do MEI passa por três fases distintas:

  • Fase 1 (1 a 12 meses): a Receita Federal aplica multa e juros sobre cada guia vencida. O MEI ainda mantém seus benefícios previdenciários nesse período, mas cada mês sem pagamento não conta como contribuição ao INSS
  • Fase 2 (12 a 24 meses): após 12 meses sem contribuição, o MEI perde a qualidade de segurado do INSS e deixa de ter direito a auxílio por incapacidade, salário-maternidade e pensão por morte, segundo o portal Gov.br
  • Fase 3 (acima de 24 meses): os débitos podem ser inscritos em dívida ativa pela PGFN, e o CNPJ pode ser cancelado se não houver pagamento nem entrega da declaração anual por dois anos consecutivos

Multa e juros sobre o DAS MEI atrasado

A multa começa a contar no dia seguinte ao vencimento: 0,33% por dia sobre o valor do DAS. Em 61 dias, atinge o teto de 20%.

Para um DAS de R$ 82,05, isso significa R$ 16,41 de multa fixa a partir do terceiro mês de atraso. Depois, só os juros continuam crescendo.

Os juros acompanham a taxa Selic acumulada desde o mês seguinte ao vencimento, acrescidos de 1% no mês do pagamento. Com a Selic em 15% ao ano, cada mês de atraso adiciona cerca de R$ 1,02 em juros por guia.

Quem está com DAS MEI atrasado e quer saber o que fazer, o primeiro passo é gerar uma nova guia pelo PGMEI. O sistema calcula multa e juros automaticamente.

Perda de benefícios previdenciários do INSS

O DAS MEI inclui a contribuição ao INSS. Quando você para de pagar, para de contribuir para a previdência.

O INSS concede um período de graça de 12 meses após a última contribuição. Durante esse prazo, você mantém a qualidade de segurado mesmo sem pagar.

Esse período pode chegar a 24 meses se você já tiver mais de 120 contribuições sem interrupção que causasse perda de qualidade. E a 36 meses se, além disso, comprovar situação de desemprego, conforme o INSS.

Após o período de graça, o MEI perde acesso a auxílio por incapacidade temporária, salário-maternidade e pensão por morte.

Para recuperar a qualidade de segurado, basta uma contribuição em dia. Porém, recuperar o direito aos benefícios exige cumprir metade das contribuições de carência novamente, segundo o Desmistificando.

Inscrição em dívida ativa da União

Quando o débito permanece em aberto por tempo prolongado, a Receita Federal encaminha a cobrança para a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN).

A partir da inscrição em dívida ativa, o CPF do titular pode ser negativado nos órgãos de proteção ao crédito, segundo a Serasa. Como o MEI não separa pessoa física de pessoa jurídica, a dívida recai diretamente sobre você.

Isso dificulta acesso a financiamentos, empréstimos e até abertura de conta em alguns bancos.

Se a situação se prolongar por dois anos sem nenhum pagamento de DAS e sem entrega da DASN-SIMEI, o CNPJ pode ser cancelado. Antes do cancelamento definitivo, o CNPJ fica suspenso por 30 dias, conforme o SEBRAE.

Mesmo após o cancelamento, as dívidas pendentes continuam. Elas são transferidas para o CPF e podem ser cobradas por até 5 anos.

Para evitar chegar a esse ponto, a forma mais prática é manter o pagamento em dia direto pelo celular. No app da InfinitePay, MEIs conseguem consultar todas as guias DAS pendentes, ver os detalhes e o PDF de cada uma e pagar na hora, sem precisar acessar o PGMEI ou gerar boleto manualmente.

Como emitir a guia do DAS MEI atrasado

A guia DAS vencida perde a validade. Para regularizar o pagamento do DAS MEI atrasado, gere um novo boleto com multa e juros já recalculados pelo sistema.

O processo leva menos de cinco minutos pelo portal PGMEI:

  1. Acesse o site gov.br/mei e clique em "Já sou MEI"
  2. Selecione "Pagamento de contribuição mensal e parcelamentos" para entrar no PGMEI
  3. Informe seu CNPJ e selecione o ano-calendário com pendências
  4. Marque os meses atrasados na coluna "Período de apuração" e clique em "Apurar/Gerar DAS"

O sistema calcula automaticamente a correção. Basta baixar o boleto e efetuar o pagamento.

Se a dívida já estiver inscrita em Dívida Ativa, a guia deve ser emitida pelo portal Regularize da PGFN, e não pelo PGMEI.

Para conhecer todas as opções de pagamento da guia, consulte nosso guia completo sobre como pagar o DAS MEI.

Dica: Se você usa a InfinitePay, não precisa seguir esse passo a passo. O app consulta suas guias DAS automaticamente, incluindo as atrasadas com juros já recalculados, e permite o pagamento direto pelo fluxo de boletos.

Como parcelar DAS MEI atrasado

Sim, é possível parcelar o DAS MEI atrasado em até 60 vezes pela Receita Federal, com parcela mínima de R$ 50.

Se o débito já foi inscrito em dívida ativa, o parcelamento passa para a PGFN. Nesse caso, a transação tributária do Edital PGDAU 11/2025 permite até 133 parcelas, com descontos de até 70%.

Cada caminho tem regras próprias. A tabela abaixo compara os dois:

CritérioParcelamento RFBTransação PGFN (Edital PGDAU 11/2025)
Quem pode aderirMEI com débitos declarados na DASN-SIMEI, ainda não inscritos em dívida ativaMEI com débitos já inscritos em dívida ativa da União
ParcelasAté 60 vezesAté 133 vezes (60 para débitos previdenciários)
Parcela mínimaR$ 50,00Entrada de 6% do valor da dívida, parcelável em até 6 prestações
DescontosNão háAté 70% do valor total (até 100% sobre juros, multas e encargos)
Juros sobre parcelasTaxa Selic acumulada + 1% no mês do pagamentoDefinidos conforme capacidade de pagamento
Cancelamento3 parcelas não pagas (consecutivas ou não)Inadimplência conforme regras do edital
Onde solicitarPortal do Simples Nacional ou e-CACPortal REGULARIZE

Parcelamento pela Receita Federal (até 60 vezes)

O parcelamento ordinário do MEI aceita apenas débitos que você já declarou na DASN-SIMEI e que ainda não foram para a dívida ativa.

Desde agosto de 2025, a Receita Federal permite escolher a quantidade de parcelas no momento da solicitação. Antes, o sistema definia automaticamente o número máximo.

O pedido só vale após o pagamento da primeira parcela dentro do prazo. Se não pagar, o sistema cancela e libera nova solicitação.

Atenção: o MEI só pode solicitar 1 parcelamento por ano-calendário. Se o parcelamento for rescindido por inadimplência, você precisa esperar o próximo ano para pedir outro.

As parcelas são atualizadas mensalmente pela taxa Selic + 1%. Na prática, quanto mais longo o parcelamento, maior o custo total.

Parcelamento pela PGFN para MEI em dívida ativa

Quando o débito do DAS MEI é inscrito em dívida ativa, a negociação sai da Receita Federal e passa para a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional.

O Edital PGDAU 11/2025 abriu a transação tributária para regularização de débitos inscritos em dívida ativa. O prazo de adesão foi prorrogado até 29 de maio de 2026.

A entrada corresponde a 6% do valor da dívida, parcelável em até 6 prestações. O restante pode ser dividido em até 133 parcelas, conforme a GBrasil Contabilidade.

Para débitos previdenciários (contribuição INSS do DAS), o limite cai para 60 parcelas por determinação constitucional.

Na modalidade de pequeno valor (débitos até 60 salários mínimos), o desconto pode chegar a 50%, com parcelamento em até 55 vezes.

Toda a adesão é feita pelo portal REGULARIZE da PGFN. Você precisa de conta Gov.br nível Prata ou Ouro para acessar.

DAS MEI atrasado conta para aposentadoria?

Depende de quando você paga. O DAS em atraso pode contar para carência e tempo de contribuição ou apenas para tempo, conforme sua situação com o INSS.

A diferença entre esses dois conceitos define se o pagamento retroativo vai ou não aproximar você da aposentadoria.

Carência é o número mínimo de contribuições exigidas para ter direito ao benefício. Tempo de contribuição é o total de meses pagos ao INSS.

Para a aposentadoria programada do MEI, a carência exigida é de 180 meses para mulheres e 240 meses para homens, além da idade mínima de 62 e 65 anos, respectivamente.

Pagou dentro do período de graça

Se você pagou o DAS atrasado enquanto ainda mantinha a qualidade de segurado, o pagamento conta tanto para carência quanto para tempo de contribuição.

O período de graça é de 12 meses após a última contribuição em dia. Pode chegar a 24 meses se você tiver mais de 120 contribuições contínuas.

Em situação de desemprego involuntário comprovado, o prazo se estende para até 36 meses, conforme o artigo 15 da Lei 8.213/91.

Na prática: se seu último DAS pago foi em janeiro de 2025 e você quitou os atrasados em outubro de 2025, todos esses meses contam normalmente.

Pagou após perder a qualidade de segurado

Aqui a situação muda. Se você deixou passar o período de graça e perdeu a qualidade de segurado, o pagamento retroativo conta apenas para tempo de contribuição.

Segundo o IEPREV, esses meses pagos em atraso não entram no cálculo de carência.

Como o MEI só tem direito à aposentadoria por idade (que exige carência), pagar retroativamente sem qualidade de segurado pode não adiantar para esse benefício.

Após a Reforma da Previdência de 2019, essa regra ficou ainda mais rígida. A Portaria DIRBEN 1.382/2021 reforçou que contribuições em atraso para períodos posteriores a novembro de 2019 não computam para carência quando a qualidade foi perdida.

Como recuperar a qualidade de segurado

A boa notícia: é possível reconquistar a qualidade de segurado. Para isso, você precisa voltar a pagar o DAS em dia.

Após realizar metade das contribuições exigidas para a carência do benefício pretendido, a qualidade é restabelecida. Essa é a regra do artigo 27-A da Lei 8.213/91.

Para a aposentadoria por idade, que exige 180 meses de carência (mulheres), isso significa 90 contribuições em dia. Para homens (240 meses), são 120 contribuições.

Uma alternativa para quem quer acelerar o processo: complementar a contribuição de 5% com mais 15%, totalizando 20% do salário mínimo. Isso abre o direito à aposentadoria por tempo de contribuição, que tem regras diferentes de carência.

Como evitar o atraso do DAS MEI

O DAS MEI vence todo dia 20, mesmo que você não tenha faturado no mês. Criar uma rotina de pagamento evita multas e protege seus benefícios previdenciários.

Pague seu DAS MEI atrasado direto pelo app InfinitePay

Regularizar o DAS envolve emitir guias, calcular multas e acompanhar prazos. Quanto mais tempo em atraso, maiores os juros e o risco de perder benefícios do INSS.

Pelo app da InfinitePay, você consulta as guias DAS em aberto, confere valores atualizados com juros e multa e paga sem sair do app. É o mesmo fluxo de pagamento de boletos, só que com as guias DAS do seu CNPJ já carregadas automaticamente.

A conta é gratuita, sem mensalidade, com Pix ilimitado a taxa zero e agendamento de boletos para você não perder o vencimento do dia 20 de novo.

Finanças

O MEI representa uma parte relevante das empresas brasileiras: no 2º quadrimestre de 2025, havia 12,6 milhões de MEIs ativos no país, segundo o Mapa de Empresas do Governo Federal. A categoria soma metade das empresas em funcionamento no Brasil, e 3,8 milhões de novos MEIs foram abertos em 2025, recorde histórico segundo dados do Sebrae e da Receita Federal.

Se você é MEI e precisa de crédito para manter o caixa, comprar estoque ou investir no negócio, veja quais opções de empréstimo existem e como a InfinitePay pode ajudar.

O que é um empréstimo para MEI?

O empréstimo para MEI é uma modalidade de crédito voltada para microempreendedores individuais com CNPJ ativo. O crédito para MEI considera a movimentação da empresa e o histórico de vendas como base para análise, o que permite definir limite, taxa, prazo e forma de pagamento conforme o perfil do negócio.

O Custo Efetivo Total (CET) é o indicador que reúne juros, encargos e tarifas em um único número. Comparar o CET entre opções, e não apenas a taxa de juros, é o que mostra o custo real do empréstimo.

Ele pode ser utilizado para diversos fins: investir em estoque, reformar o espaço físico, comprar equipamentos ou reforçar o caixa da empresa. Segundo o Sebrae, 22% dos empresários que fecharam seus negócios citaram a falta de capital de giro como fator determinante. Acesso a crédito com condições adequadas reduz esse risco.

Antes de contratar, compare o CET, juros, prazo, encargos e forma de pagamento entre as opções disponíveis.

Como funciona o empréstimo para MEI?

O crédito para MEI funciona com base na movimentação e capacidade de pagamento do CNPJ. A instituição financeira analisa fatores como faturamento recente, histórico de vendas, conta PJ, restrições no CPF/CNPJ e previsibilidade do fluxo de caixa para definir limite, juros e condições.

Existe diferença entre crédito para pessoa física e pessoa jurídica?

Sim. Apesar de parecerem similares, existem diferenças importantes entre o crédito para pessoa física (PF) e o crédito para pessoa jurídica (PJ), como é o caso do MEI.

Veja os principais pontos de distinção:

  • Finalidade do empréstimo: o crédito para PF costuma ser usado para consumo pessoal, enquanto o crédito PJ é voltado ao desenvolvimento do negócio.
  • Análise de crédito: no caso do MEI, o histórico de vendas, faturamento e uso de soluções como maquininhas e contas PJ entram na avaliação.
  • Condições de pagamento: empréstimos para MEI podem ser pagos com base nas vendas, o que flexibiliza os prazos e evita apertos no orçamento.

Na prática, o crédito PJ costuma avaliar movimentação, faturamento e previsibilidade de pagamento, não apenas o CPF do empreendedor.

Basta acessar o app da InfinitePay, simular o valor desejado e definir quanto das suas vendas diárias será destinado ao pagamento: o dinheiro cai na conta em segundos após a contratação, inclusive em finais de semana e feriados.

Quais são as opções de crédito para MEIs no Brasil?

No Brasil, microempreendedores individuais contam com uma variedade de linhas de crédito, oferecidas tanto por instituições financeiras tradicionais quanto por fintechs. As principais modalidades são:

1. Empréstimo com garantia de recebíveis

Essa é uma das modalidades mais populares para MEIs que usam maquininhas de cartão. O valor do empréstimo é calculado com base no volume de vendas feitas com cartões, e o pagamento é feito automaticamente com parte dessas vendas futuras.

Na InfinitePay, o processo é simples:

  • Você bate a meta de vendas com cartão;
  • O crédito é automaticamente aprovado;
  • O pagamento é feito com um percentual diário do que for vendido;
  • Sem burocracia e sem comprometer seu caixa.

Essa modalidade tem grande vantagem: o dinheiro é liberado na hora, direto na conta, e os pagamentos se ajustam à sua realidade de faturamento.

2. Microcrédito produtivo orientado

O microcrédito produtivo orientado é voltado a microempreendedores formais e informais com renda ou receita bruta anual de até R$ 360 mil. No BNDES Microcrédito, a taxa efetiva máxima é de até 4% ao mês, a Taxa de Abertura de Crédito (TAC) pode chegar a até 3% do valor concedido e o financiamento pode ser de até R$ 21 mil por instituição financeira na linha de Microcrédito Produtivo Orientado, regulamentada pela Resolução CMN nº 4.854/2020.

Apesar de ser uma boa porta de entrada, esse tipo de crédito costuma ter:

  • Processo mais demorado;
  • Burocracia maior (inclusive visitas presenciais);
  • Valores limitados.

3. Crédito em fintechs e bancos digitais

Fintechs como a InfinitePay facilitaram o acesso ao crédito ao oferecerem empréstimos online, contratados direto pelo app, com liberação instantânea do valor e flexibilidade no pagamento.

Diferente dos bancos tradicionais, essas plataformas costumam:

  • Não exigir garantias reais;
  • Ter taxas mais transparentes;
  • Aprovar crédito com base no comportamento financeiro do negócio.

Com a InfinitePay, não há limites fixos: o valor é avaliado conforme o seu desempenho. Além disso, o próprio app oferece um simulador de crédito, facilitando a visualização das condições antes da contratação.

Leia mais:Empréstimo online na hora: simule e receba em segundos

4. Empréstimos com garantias (veículos, imóveis, etc.)

Essa opção é oferecida por algumas instituições quando o MEI oferece um bem como garantia, o que pode resultar em taxas menores, mas traz riscos: o bem pode ser tomado em caso de inadimplência.

Por isso, é uma modalidade mais indicada para negócios com estrutura consolidada e capacidade de pagamento previsível.

5. Crédito via programas públicos (Pronampe, BNDES)

O Pronampe atende microempresas com receita bruta anual de até R$ 360 mil e empresas de pequeno porte com receita entre R$ 360 mil e R$ 4,8 milhões. A taxa anual máxima é a Selic acrescida de 6% ao ano, o prazo de pagamento pode chegar a até 72 meses com carência de 6 a 11 meses, e o limite de crédito é de até 30% da receita bruta anual do ano anterior, limitado a R$ 150 mil por CNPJ. Para empresas com um ano ou mais de funcionamento lideradas por mulheres, o limite pode chegar a até 60% da receita bruta anual.

Comparativo das modalidades de crédito para MEI

Para facilitar a comparação entre as modalidades, a tabela abaixo resume taxa, prazo, valor e velocidade de liberação de cada opção:

ModalidadeTaxaPrazoValor máximoLiberação
Recebíveis (InfinitePay)Definida por análise do app90 a 120 diasConforme desempenho de vendasEm segundos
Microcrédito produtivo orientado (BNDES)Até 4% ao mêsDefinido pela instituiçãoAté R$ 21 mil por instituiçãoDias a semanas
Fintechs e bancos digitaisDefinida por análise90 a 120 diasConforme desempenho de vendasEm segundos
Garantia de bensAbaixo da média do mercadoDefinido pela instituiçãoConforme o bemDias a semanas
PronampeSelic + 6% ao anoAté 72 mesesAté R$ 150 mil (30% da receita)Dias úteis

As taxas e condições das modalidades privadas variam conforme a análise de crédito e o histórico de vendas de cada negócio.

Como solicitar crédito para MEI?

Para solicitar crédito para MEI, é preciso ter CNPJ ativo, conferir os requisitos da instituição financeira, simular as condições e contratar pelo canal oficial. Na InfinitePay, clientes elegíveis podem simular pelo app, escolher o percentual das vendas destinado ao pagamento e receber o valor na conta após aprovação.

Requisitos para contratar um empréstimo MEI

Embora cada instituição possa adotar regras próprias, alguns requisitos são comuns à maioria das linhas de crédito para microempreendedores. Veja os principais:

1. CNPJ ativo

Ter um CNPJ MEI ativo é essencial para garantir seu empréstimo. Seu cadastro deve estar regularizado e em situação ativa na Receita Federal.

2. Comprovação de faturamento

Algumas instituições solicitam extratos bancários, declarações do Simples Nacional (DASN-SIMEI) ou histórico de vendas para verificar a movimentação financeira da empresa. No caso da InfinitePay, o volume de vendas feitas com a maquininha serve como base de análise para liberar crédito automaticamente.

3. Ausência de restrições no CPF/CNPJ

Ter o nome limpo pode ser um fator determinante para a aprovação do crédito, principalmente nos bancos tradicionais. Fintechs com tecnologia de análise de vendas conseguem oferecer crédito mesmo para quem tem histórico de inadimplência, desde que o negócio demonstre boa performance recente de vendas.

4. Conta PJ vinculada

A maioria das instituições exige uma conta PJ para movimentar os valores do empréstimo. Na InfinitePay, a Conta PJ já vem inclusa e permite gerenciar o empréstimo, movimentações, Pix e recebimentos com praticidade. Veja como abrir sua conta MEI em 6 passos simples.

5. Tempo mínimo de atividade

O Pronampe exige CNPJ ativo e situação fiscal em dia; bancos tradicionais costumam pedir ao menos 6 meses a 1 ano de existência. Na InfinitePay, a análise considera performance de vendas recente, independentemente do tempo de CNPJ.

Cuidados antes de pedir um empréstimo para MEI

Antes de contratar qualquer linha de crédito, o MEI precisa ter clareza sobre a finalidade do empréstimo, a capacidade de pagamento e os termos do contrato. Aqui vão os principais cuidados:

1. Evite contratar por impulso

Um erro comum é buscar crédito para cobrir gastos pessoais ou fazer investimentos sem planejamento. Solicite empréstimo apenas quando for necessário para alavancar o negócio ou resolver questões urgentes com impacto direto na operação.

2. Simule antes de contratar

Avalie o valor total que será pago, incluindo juros e encargos. A InfinitePay permite simular direto no app o valor solicitado e a porcentagem de vendas que será usada no pagamento, oferecendo transparência e controle.

3. Leia atentamente o contrato

Entenda quais são os juros cobrados, se há carência, multas por atraso e outras condições.

4. Avalie a flexibilidade de pagamento

Pagar no ritmo das suas vendas é essencial para manter o fluxo de caixa saudável e evitar inadimplência. Confira se essa condição existe antes de contratar seu empréstimo. Com a InfinitePay, você escolhe o percentual diário das vendas que será usado para quitar o empréstimo, de forma automática e sem comprometer o funcionamento do negócio.

5. Verifique a credibilidade da instituição

Certifique-se de que está lidando com uma empresa confiável, que ofereça suporte e segurança.

Leia também:

Quais as vantagens em contratar empréstimo para MEI?

As principais vantagens do empréstimo para MEI são reforçar o capital de giro, melhorar o fluxo de caixa, investir em estoque ou equipamentos, negociar melhores condições com fornecedores e construir histórico de crédito para o CNPJ.

O empréstimo só vale a pena quando tem objetivo claro e pagamento compatível com a realidade do negócio. Antes de contratar, compare juros, prazo, Custo Efetivo Total e impacto no caixa.

1. Capital de giro reforçado

Segundo o Sebrae, 29% dos MEIs fecham as portas em até cinco anos, a maior taxa de mortalidade entre os pequenos negócios. A falta de capital de giro foi citada por 22% dos empresários que encerraram as atividades como fator determinante, segundo pesquisa do Sebrae. Um crédito adequado permite manter as contas equilibradas em períodos de menor faturamento, cobrindo pagamento de fornecedores e despesas fixas. Saiba mais sobre o que é capital de giro.

2. Investimento em crescimento

O crédito pode ser utilizado para aumentar o estoque, reformar o ponto comercial, investir em marketing ou adquirir equipamentos. O objetivo é acelerar o crescimento do negócio sem depender de capital próprio.

3. Melhoria no fluxo de caixa

Algumas linhas de crédito, como as oferecidas pela InfinitePay, permitem pagar a dívida no ritmo das vendas. Isso evita o comprometimento do caixa com parcelas fixas e torna o pagamento mais fluido, conforme o negócio gera receita.

4. Oportunidade de aproveitar boas condições de compra

Com dinheiro em mãos, o MEI consegue negociar melhores preços com fornecedores, aproveitar promoções e fazer compras à vista. Compras à vista costumam render descontos de 5% a 15% junto a fornecedores, o que aumenta a margem de lucro do negócio.

5. Construção de histórico de crédito

Ao contratar e pagar empréstimos em dia, o microempreendedor fortalece o histórico financeiro da empresa. Isso abre portas para futuros créditos com valores maiores e melhores condições.

Um exemplo real do poder do crédito inteligente é o Espaço MariAna, buffete de casamentos e festas de aniversário. Fabiano Macedo, representante do negócio, contratou o Empréstimo Inteligente da InfinitePay e usou os recursos para investir em estrutura, decoração e atendimento, elevando o padrão das celebrações.

Qual é o melhor empréstimo para MEI?

O melhor empréstimo para MEI é aquele que combina custo competitivo, contratação segura, prazo adequado e forma de pagamento compatível com o fluxo de caixa do negócio. Na InfinitePay, clientes elegíveis podem contratar pelo app, receber o valor na Conta PJ após aprovação e pagar com um percentual das vendas diárias.

Veja por que ele se destaca:

  • Crédito com base nas vendas: a análise considera o desempenho recente do negócio e pode liberar propostas conforme o perfil do cliente.
  • Contratação pelo app: simulação, aceite e acompanhamento são feitos pelos canais oficiais da InfinitePay.
  • Pagamento proporcional às vendas: o cliente escolhe um percentual diário das vendas, entre 5% e 25%, para quitar o empréstimo, conforme a proposta.
  • Possibilidade de antecipar pagamento: quitar antes do prazo pode reduzir os juros totais, conforme as condições do contrato.
  • Integração com a Conta PJ: vendas, recebimentos, Pix, extratos e crédito ficam no mesmo app.

Simule seu empréstimo pelo app da InfinitePay.

Simulação de empréstimo para MEI

Para entender o impacto prático de um empréstimo no seu caixa, suponha um MEI que fatura R$ 5 mil por mês com a maquininha da InfinitePay e contrata R$ 10 mil de Empréstimo Inteligente, escolhendo destinar 15% das vendas diárias ao pagamento.

Nesse cenário ilustrativo, 15% de R$ 5 mil equivalem a R$ 750 por mês destinados à quitação da dívida. O pagamento acompanha o ritmo real de vendas: em dias de menor faturamento, o valor abatido é menor; em dias de pico, maior. O prazo médio de quitação varia conforme o desempenho, dentro do limite de 90 a 120 dias estabelecido pelo produto.

Esse modelo elimina o risco de parcelas fixas que comprometem o caixa em meses de baixa. A simulação exata, com taxa e condições aplicáveis ao seu negócio, é feita pelo app da InfinitePay antes da contratação.

Man with curly hair smiling while typing on a laptop in a cozy cafe with a coffee cup nearby.
Seu negócio

Você sabe como abrir um MEI? Segundo o Sebrae, existem no país quase 15 milhões de MEIs registrados. De fato, é uma boa alternativa para o profissional autônomo regularizar o seu negócio sem ser sufocado pelas exigências fiscais e tributárias.

Este modelo de negócios oferece benefícios e isenções que facilitam a vida do empreendedor. Principalmente, ao criar algumas facilidades em termos de créditos e taxas de juros mais acessíveis.  

A formalização do seu negócio através da abertura de um CNPJ MEI é um excelente primeiro passo na legalização da sua empresa.

Leia mais: Qual é a diferença entre MEI, ME e outros tipos de empresa?‍

Como abrir um MEI?

A abertura do CNPJ MEI é gratuita através do site oficial do governo.

  • Acessar o site oficial do Portal do Empreendedor através do gov.br
  • Clicar em Quero ser MEI
  • Clicar em Formalize-se
  • Acessar a sua conta gov.br com nível de confiabilidade prata ou ouro
  • Preencher os campos exigidos e concluir

Após a conclusão, você já terá o número do seu CNPJ MEI e poderá emitir o Certificado de Condição do MEI, documento oficial que comprova que seu CNPJ foi aberto nessa categoria simplificada.

O que é o MEI, direitos e obrigações?

Apesar de simplificações, existem obrigações que precisam ser cumpridas mensalmente e anualmente.

Obrigações mensais

  • Efetuar o pagamento da guia DAS até o dia 20 de cada mês;
  • Emitir notas fiscais SEMPRE que efetuar venda para PESSOA JURÍDICA;
  • Emitir notas fiscais ao efetuar venda para PESSOA FÍSICA E O CLIENTE EXIGIR A NOTA FISCAL.
  • Controlar o faturamento mensal;
  • Controlar as compras mensais.

Anualmente

  • Envio da declaração anual de faturamento do MEI;
  • Verificação do imposto de renda pessoa física do empreendedor.

Além das rotinas mensais e anuais, o MEI precisa respeitar regras para continuar enquadrado neste regime. As principais são:

  • Limite de Faturamento
  • Limite de Compras
  • Pagamento das guias mensais

Anualmente o MEI só pode faturar até R$81.000,00 e suas compras são limitadas em até 80% desde valor. Caso a empresa obtenha um faturamento superior a R$81.000,00 ou compras acima do permitido, será necessário solicitar o desenquadramento da empresa para uma outra categoria, sendo a mais usual a ME também dentro do Simples Nacional.

Vale ressaltar que no primeiro ano de funcionamento do MEI o limite de faturamento deve ser proporcional à quantidade de meses entre o mês da sua abertura e dezembro daquele ano.

Se houver excesso de receita e estourar alguns dos limites estabelecidos, o MEI estará sujeito a penalidades da Receita Federal e recolhimento de impostos retroativos. Sendo assim, é de grande importância realizar o controle de faturamento mensal e o desenquadramento no momento certo para que a empresa cresça de forma sustentável.

O que o MEI tem que pagar por mês?

Mensalmente o MEI precisa realizar o pagamento de uma Guia de Impostos nomeada como DAS. É através dela que ocorre o recolhimento dos impostos de maneira unificada, com um valor fixo que possui atualização de acordo com o salário-mínimo vigente e atividades exercidas na empresa.

Nessa guia estão inclusos os valores relativos a INSS (para todos os MEIs), ICMS (para empresas que atuam no setor comércio e indústria) e ISS (para empresas prestadoras de serviço).

Os valores mensais referentes ao ano de 2025 são:

 
                                                                                                                                                                                                                                                                     
Tipo de MEIValor TotalDetalhamento
MEI Comércio ou IndústriaR$ 76,90R$ 75,90 INSS + R$ 1,00 ICMS
MEI Prestador de ServiçoR$ 80,90R$ 75,90 INSS + R$ 5,00 ISS
MEI Comércio ou Indústria e Prestador de ServiçoR$ 81,90R$ 75,90 INSS + R$ 1,00 ICMS + R$ 5,00 ISS
MEI Caminhoneiro Comércio e ServiçoR$ 188,16R$ 182,16 INSS + R$1,00 ICMS + R$ 5,00 ISS
 

Via de regra, essa é a única contribuição mensal que o MEI precisa realizar para o fisco. Entretanto, existem regras estaduais em relação a compra e venda de mercadorias fora do estado que podem gerar novas cobranças de ICMS. É um caso que deve ser avaliado junto a legislação de cada estado.

O que você precisa saber antes de abrir um MEI?

O processo de abertura de um CNPJ MEI é simples, descomplicado e gratuito. Entretanto, é muito importante entender todas as regras, obrigações e direitos de se ter um MEI, pois apesar de simplificado, é uma empresa e exige responsabilidades.

O primeiro passo é verificar se você como empreendedor cumpre os requisitos de um MEI. São eles:

  • Não ser titular, sócio ou administrador de outra empresa;
  • Não ter ou abrir filial dessa empresa ou de outra empresa;
  • Exercer atividades permitidas de acordo com a lista de ocupações do MEI;
  • Contratar, no máximo 1 funcionário que receba o salário mínimo vigente ou o piso da categoria;
  • Ter um Faturamento anual de até R$81.000,00 para as atividades em geral ou de até R$251.600,00 para o MEI transportador (MEI caminhoneiro);
  • Não ser servidor Público Federal.

Enquadrando nos requisitos, o segundo passo é verificar quais são os impactos da abertura do CNPJ MEI em relação aos benefícios que muitos brasileiros recebem atualmente. Alguns benefícios serão cancelados e outros poderão ser cancelados/negados com a formalização da empresa.

Você também pode se interessar por: Modelo de recibo: tudo o que você precisa saber‍

Benefícios cancelados com abertura do CNPJ MEI:

  • Aposentadoria por invalidez;
  • Auxilio doença;
  • Salário maternidade.

Benefícios que poderão ser cancelados/negados:

  • Seguro desemprego;
  • BPC-LOAS;
  • Prouni, FIES.

Observação: os benefícios que podem ser cancelados ou negados, vão passar por análises dos órgãos competentes avaliando de acordo com seus devidos critérios, não sendo garantido o cancelamento.

Quais documentos necessários para abrir um MEI?

Para realizar a abertura do CNPJ MEI é necessário ter alguns documentos, dados pessoais e do negócio.

Dados pessoais: RG, CPF, endereço residencial, dados de contato e a conta gov.br em nível de confiabilidade prata ou ouro.

Dados do seu negócio: endereço comercial (local onde atividade será exercida), forma de atuação (estabelecimento fixo, televenda, ambulante, entre outras), tipo de ocupação (atividade da empresa).

Quais os benefícios de se ter um MEI?

O MEI oferece diferentes benefícios ao pequeno empreendedor como previdenciários, tributário, bancário e comercial. Para aproveita-los, basta estar em dia com as obrigações mensais, anuais e respeitar o período de carência, quando exigido. Vamos entender um pouco de cada um deles:

Benefícios previdenciários

  • Aposentadoria por idade;
  • Aposentadoria por invalidez;
  • Auxílio-doença;
  • Salário-maternidade;
  • Auxílio-reclusão;
  • Pensão por morte.

Benefícios Tributários

  • Pagamento unificado dos impostos;
  • Valor fixo mensal;
  • Isenção de impostos federais (IRPJ, CSLL, PIS, COFINS e IPI);
  • Baixo custo tributário.

Benefícios Bancários

  • Acesso a serviços e pacotes financeiros como conta pessoa jurídica, maquininhas de cartão, possibilidade de linhas de crédito, entre outros;
  • Acesso a programas do governo de incentivo financeiro a pequenas empresas.

Benefícios Comerciais

  • Ter um CNPJ;
  • Comprar no atacado com desconto;
  • Emitir notas fiscais;
  • Vender ou prestar serviço para empresas e para o governo.

Orientações sobre Fraude

O MEI é um grande alvo para aplicação de golpes.

Vale lembrar:

  • O Portal do Empreendedor é o site oficial do governo;
  • A cobrança feita por associações somente poderá ser realizada a partir de filiação do próprio MEI;
  • O único pagamento obrigatório é a guia DAS;
  • O Portal do Empreendedor não envia e-mail ou mensagens com cobranças de taxas ou impostos;
  • Os dados do MEI são públicos.

O que é o CNAEs

Esta sigla indica a Classificação Nacional de Atividades Econômicas, que obrigatoriamente deve ser utilizada para determinar as atividades exercidas por uma empresa. Para realizar o registro de Microempreendedor Individual é preciso verificar se a atividade exercida consta da lista oficial da categoria do CNAEs.

É preciso pagar para abrir um MEI?

Para abrir um MEI não é necessário pagar nenhuma taxa, pois o processo é feito de forma online e gratuito no site do Portal do Empreendedor. A partir do início das atividades como MEI deverá pagar uma taxa única mensal baseada nos seguintes valores:

  • Comércio ou indústria: R$ 76,90;
  • Prestação de Serviços: R$ 80,90;
  • Comércio e Serviços juntos: R$ 81,90.

Limite de ganhos do microempreendedor

O Microempreendedor Individual pode ter o faturamento máximo anual de R$ 81 mil, ou seja, em torno de R$ 6.750,00 mensais. Existe um projeto de lei que aumenta o teto para R$ 144.900.

Impressão do Certificado de Condição de Microempreendedor Individual (CCMEI)

Neste passo, você deve ler atentamente e selecionar as declarações que são obrigatórias para o MEI. Desse modo, será impresso o Certificado de Condição de Microempreendedor Individual (CCMEI).

De fato, este é o comprovante da sua inscrição como MEI, com o CNPJ e  número de registro na Junta Comercial. Além disso, é interessante esclarecer que o MEI pode funcionar sem alvará desde setembro de 2020, quando foi liberado dessa formalidade para iniciar o seu negócio.

Ao realizar a sua inscrição no Portal do Empreendedor, você concorda com o Termo de Ciência e Responsabilidade com Efeito de Dispensa de Alvará de Licença de Funcionamento. O que significa dizer que está apenas liberado de obter o alvará, mas que o seu negócio obrigatoriamente deve estar em conformidade com os requisitos legais, tais como:

  • Aspectos ambientais;
  • Sanitários;
  • Tributários;
  • Segurança pública, entre outros.

Regras locais para tirar MEI

É importante consultar a prefeitura local e outros órgãos municipais ou estaduais, pois podem existir regulamentações específicas para sua atividade ou localização.

Qual é o valor para abrir um MEI?

A abertura de MEI é gratuita. No entanto, o microempreendedor terá custos mensais relacionados ao Simples Nacional.

Melhor solução de pagamento para MEI

Agora que você já sabe como abrir um registro MEI, te convidamos para conhecer a InfinitePay e as soluções que temos para o seu negócio. Confira:

Maquininha

A maquininha Smart da InfinitePay, a mais moderna disponível no mercado e aceita as principais bandeiras de cartão com taxas transparentes, a partir de 0,75% no débito e 2,69% no crédito à vista, sem cobrança de aluguel ou mensalidade. Além disso, você pode parcelar suas vendas em até 12 vezes com recebimento em até 1 dia útil. É a melhor maquininha de cartão para MEI.

InfiniteTap

Uma solução para vender por aproximação usando apenas o celular. Máquina de cartão grátis no celular com as mesmas taxas da maquininha tradicional. Ideal para ampliar as opções de pagamentos no cartão, para MEI, CNPJ ou CPF.

Receba na Hora

Com o Receba na Hora suas vendas da maquininha e/ou do InfiniteTap são pagas no mesmo dia em que foram feitas. Os pagamentos das vendas feitas nesse plano acontecem não só em dias úteis, mas também aos finais de semana, feriados e fora do expediente bancário.

Link de Pagamento

Você só não vai vender online se não quiser! Com o Link de pagamento da InfinitePay, não precisa de site para aceitar pagamentos online. Você parcela em até 12x e recebe em 1 dia útil.

A InfinitePay nasceu para oferecer a melhor, mais tecnológica e mais justa solução de pagamentos ao empreendedor. Na Guerra das Maquininhas, nós decidimos ficar do seu lado e, por isso, criamos conteúdos como esse para facilitar o crescimento do seu negócio! Conte sempre com a InfinitePay.

 

Perguntas frequentes

             O que o MEI tem que pagar por mês?              

O MEI é enquadrado no Simples Nacional e, portanto, está isento dos tributos federais (Imposto de Renda, PIS, Cofins, IPI e CSLL). Assim, paga apenas o valor fixo mensal, chamado DAS, destinado à Previdência Social e ao ICMS ou ISS, conforme a atividade exercida. Dessa forma, o valor da contribuição mensal do MEI está entre R$ 66,00 e R$ 72,00, a depender da atividade exercida.

             O que é DAS MEI?              

DAS é a sigla para Documento de Arrecadação do Simples Nacional. Ele é o documento utilizado pelo MEI para recolher mensalmente os tributos inerentes à sua categoria. O DAS unifica em uma só guia os valores devidos em relação à Previdência Social, ao ICMS (para atividades de comércio) e ao ISS (para atividades de serviço). Saiba mais como funciona o DAS, o valor que você paga mensalmente para ter um registro MEI, e o que fazer caso ele fique atrasado.

             Atividades permitidas no MEI              

Existem mais de 400 atividades permitidas para MEI, variando desde comércio, indústria até serviços. É crucial verificar na lista oficial do Portal do Empreendedor se a sua atividade é contemplada.

             O que acontece se o MEI estourar o limite de R$ 81 mil por ano?              

Antes de entender como funciona o limite do Microempreendedor Individual (MEI), é preciso entender que o faturamento dele não se limita ao período mensal. O que vale é o anual, estipulado em um teto máximo de 81 mil reais por ano. Por isso, há 2 situações possíveis:
1) Se ultrapassar até R$ 97.200,00: deverá recolher o DAS-MEI (Documento de Arrecadação Simplificada do Microempreendedor Individual) até o mês de dezembro do ano vigente, e também recolher um DAS, que é o excesso de faturamento no vencimento estipulado para que os tributos sejam pagos.
2) Se ultrapassar R$ 97.200,00 e for inferior a R$ 4.800,000,00: o MEI passa a se enquadrar no porte de Microempresa ou Empresa de Pequeno Porte. Em ambos os casos, é necessário que o empreendedor solicite o desenquadramento do MEI no Portal do Simples Nacional.

             MEI é obrigado a emitir nota fiscal?              

Depende! De acordo com a Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas (1º do artigo 106, da Resolução CGSN nº 140, de 2018), Microempreendedores Individuais estão dispensados de emitir notas fiscais caso vendam produtos apenas para Pessoas Físicas. Mesmo assim, seu cliente tem o direito de exigi-la. Mas atenção: quando o destinatário da mercadoria ou contratante dos serviços for uma outra empresa (ou seja, uma Pessoa Jurídica), o negócio com registro MEI tem a obrigação de emitir nota fiscal.

             Como o MEI pode emitir nota fiscal?              

Para emitir nota fiscal na condição de MEI, é necessário estar atento para o fato de que a nota fiscal de serviços é de responsabilidade da prefeitura da sua cidade. Além disso, o município disponibiliza para o MEI um sistema para a emissão de nota fiscal eletrônica de prestação de serviços. Já no caso das atividades de comércio ou indústria cabe ao governo estadual legislar a respeito e prestar maiores esclarecimentos. As principais formas do MEI emitir nota fiscal são: Nota Fiscal Avulsa (NFA), Nota Fiscal Avulsa eletrônica (NFA-e) ou Nota Fiscal eletrônica (NFe), e Nota Fiscal de Venda a Consumidor.

 
Seu negócio

Fazer a primeira venda online exige mais do que cadastrar um produto e esperar o cliente aparecer. Você precisa definir o canal de vendas, formalizar o negócio, investir em fotos de qualidade, aplicar técnicas de SEO e montar um plano de marketing. Esses cinco passos formam a base de um e-commerce que converte visitantes em compradores desde o início.

A primeira venda raramente acontece por acaso. Ela resulta de uma estrutura onde estoque, fornecedor, meios de pagamento e logística já estão estabilizados antes de o produto ir ao ar. Sem isso, o cliente se frustra com propaganda enganosa ou recebe a mercadoria fora do prazo, e a reputação da loja compromete as vendas futuras.

Como iniciar um e-commerce?

Para iniciar um e-commerce, defina o canal de vendas (loja própria, marketplace ou rede social), formalize seu negócio e estruture estoque e logística. O e-commerce é o conjunto de transações comerciais realizadas em ambiente digital, envolvendo canais de venda, meios de pagamento e formas de entrega centrados na internet.

Esses canais podem ser sites próprios, marketplaces ou redes sociais. O começo do empreendimento pode ser feito por pessoas físicas ou empreendedores que já possuem um CNPJ. Tudo depende do segmento de atuação e do tamanho do negócio.

Para decidir se utilizará seu CPF ou CNPJ, reflita sobre a realidade atual e o objetivo a longo prazo. Se você está começando a vender pela internet, administra tudo por conta própria e deseja evitar burocracias, há a possibilidade de começar como pessoa física e depois mudar para MEI, por exemplo.

Leia mais: Confira o que é um e-commerce

Como abrir uma loja virtual do zero?

Abrir uma loja virtual exige planejamento, gestão eficiente e visão estratégica, assim como uma loja física. A diferença está na regulamentação específica do e-commerce, que orienta o procedimento legal de vendas online.

Etapas como as listadas abaixo devem ser colocadas em prática mesmo antes de você fazer sua primeira venda online:

  • O desenho de um plano de negócios estratégico com análise da concorrência;
  • Ações para o fortalecimento da identidade visual e do branding da loja;
  • A gestão de estoque, logística e qualidade dos produtos;
  • O plano de marketing do negócio e a escolha de canais de venda.

Esses pilares ajudam a criar um negócio bem estruturado para garantir a longevidade da sua loja.

Quer vender online sem precisar de e-commerce?

Conheça a Loja Online da InfinitePay. Você cadastra seus produtos gratuitamente, o sistema gera um link e você pode compartilhar online com seus clientes.

Leia mais: Confira montar uma loja online grátis e sem esforço

5 dicas para realizar sua primeira venda online

Após preparar a infraestrutura do seu e-commerce, definindo canal, produto, fornecedor, meios de pagamento, tipos de entrega e um plano de ação, partiremos para outras etapas práticas.

1. Capriche na identidade visual

O desafio de vender pela internet está na falta de contato que o consumidor tem com o produto. Isso cria dúvidas e faz muitas pessoas abandonarem o carrinho ou nem cogitarem comprar.

Seu cliente quer olhar o produto de todos os ângulos possíveis. Por isso, além de investir em fotos de boa qualidade, tente ser o mais transparente possível com elas.

Use a criatividade! Tente criar uma ambientação boa para seus produtos, para que não seja apenas a foto do produto solto, sem perspectiva de uso.

Se você vende objetos decorativos, por exemplo, tire fotos que mostrem os produtos sendo utilizados dentro de um cômodo. Fotografe junto de outros objetos mundialmente conhecidos, para que o cliente tenha uma boa noção de perspectiva e tamanho.

A primeira impressão é a que fica, e quando se trata de vendas, essa frase nunca pode ser ignorada. Invista em boas imagens como elemento-chave para agregar valor à sua mercadoria.

2. Siga a lei do e-commerce

Comece se adequando ao Decreto nº 7.962/2013, que regulamenta o comércio eletrônico no Brasil e garante a legalidade para iniciar atividades com segurança jurídica para você e seus clientes.

O decreto descreve quais informações e etapas são necessárias para se ter um e-commerce no Brasil. Destacamos alguns pontos fundamentais que toda loja online precisa oferecer para funcionar de acordo com a legislação:

  • Clareza de informações;
  • Suporte ao cliente;
  • Direito de arrependimento;
  • Proibição de venda casada;
  • Proibição de propaganda enganosa;
  • Oferta de segurança ao consumidor;
  • Concorrência saudável.

O decreto obriga ainda que informações como a razão social, o endereço físico, CNPJ, telefone, formulário de contato e e-mail estejam claros no site ou no canal oficial de sua loja. A página de cada produto deve possuir todas as informações de modo esclarecedor.

Isto significa que detalhes como medidas e material de fabricação do produto precisam estar explícitos. As opções de pagamento (parcelamentos e juros) e os prazos de entrega também devem estar presentes.

3. Escolha os canais de venda de forma estratégica

A escolha dos canais de venda precisa ser bem pensada. Outros pontos como custo-benefício, manutenção e responsividade devem ser levados em consideração, pois o canal influencia no seu investimento, no tipo de alcance e na demanda gerencial necessária para o sucesso do negócio.

Nesse sentido, uma loja no Facebook ou no Instagram pode ser um passo interessante para quem está começando. Já as vendas em sites próprios podem dar mais independência do que em marketplaces. No final, pense no perfil do seu cliente e considere uma estratégia multicanal para ter maior alcance. Na hora de investir em seu domínio, opte por plataformas que permitam que você personalize e tenha autonomia sobre sua loja virtual própria.

Existem vários caminhos para você realizar sua primeira venda online em 2026, e você pode investir tanto em um único canal (como um domínio próprio) como em um modelo omnichannel.

Algumas das principais opções que o comércio eletrônico oferece:

Canal de vendaCusto inicialAlcanceIdeal para
Redes Sociais (Instagram Shopping, Facebook Shopping, WhatsApp)GratuitoSeguidores da sua redeQuem já tem audiência no social
Marketplaces (Mercado Livre, Shopee)Comissão por vendaTráfego pronto da plataformaQuem busca volume sem investimento inicial
Loja virtual própriaHospedagem + domínioOrgânico via SEO e tráfego pagoQuem quer controle da marca e dos dados
Sites de classificados e anúnciosVariávelPor região ou categoriaVenda pontual de poucos itens
Grupos e comunidades virtuaisGratuitoNicho específicoProdutos de interesse comunitário

A InfinitePay oferece plugins gratuitos para e-commerce com todos os recursos para a estruturação e otimização das vendas da sua loja virtual em poucos minutos.

Nosso gateway de pagamento está disponível para WooCommerce, Magento, W-Buy, E-com Plus e BW Commerce.

Confira os benefícios que nossos plugins oferecem:

  • Venda com a InfinitePay, o gateway de pagamento mais barato do mercado;
  • Tenha uma solução de pagamento completa, com taxa a partir de 2,89% no crédito à vista no plano D+1 (vigente em agosto de 2026);
  • Receba pagamentos a partir de D+30, de acordo com o vencimento de cada parcela;
  • Faça o acompanhamento e a gestão total de suas vendas pelo app ou na web;
  • Aceite Pix sem taxa, 100% gratuito, com pagamento liberado na hora.

Ficou interessado? Então conheça nossos plugins para e-commerce e escolha o seu, de acordo com a plataforma do seu site!

4. Aplique técnicas de SEO

Com o canal de venda definido, seguimos para entender o funcionamento dos algoritmos e como utilizar técnicas para ganhar visualização na internet.

Search Engine Optimization, ou SEO, é a estratégia para direcionar tráfego orgânico para a sua loja. Uma pesquisa da consultoria de SEO Backlinko mostra que os três primeiros resultados orgânicos do Google recebem mais da metade de todos os cliques, e a primeira posição sozinha concentra cerca de 27,6% das taxas de cliques (CTR). (Fonte: Backlinko)

Dessa forma, otimizar a descrição do produto para SEO significa investir para ganhar mais visibilidade e se destacar nas pesquisas, aumentando o alcance dos seus produtos e as vendas. Esse posicionamento é orgânico: além de aumentar as chances de sucesso da sua loja, você economiza recursos com mídias pagas.

Algumas dicas para aumentar o poder do SEO:

  • Crie títulos das suas páginas de acordo com as palavras-chave selecionadas. Sua página principal deve ter a palavra-chave principal do seu negócio;
  • Coloque boas descrições dos produtos internamente e externamente, também com palavras-chave;
  • Otimize imagens para que elas apareçam no Google Imagens;
  • Crie URLs amigáveis e curtas, para os mecanismos de buscas entenderem do que a página se trata;
  • Coloque avaliações de clientes, isso ajuda na construção de autoridade da sua loja.

5. Faça um bom plano de marketing

A escolha do canal de vendas e as estratégias de SEO estão dentro de um bom planejamento de marketing. Nesta etapa, a ideia é mais ampla e envolve estratégias que buscam agregar valor ao produto ou serviço, sendo o coração do negócio.

Segundo dados consolidados da Neotrust, a taxa de conversão média do e-commerce brasileiro em 2024 foi de 1,65%. Ou seja, a cada 100 visitantes, menos de dois completam uma compra. Esse benchmark ajuda a calibrar expectativas: para alcançar a primeira venda online com tráfego orgânico, é preciso atrair volume suficiente de visitantes qualificados para a sua loja.

Os esforços incluem:

  • Segmentação de clientes para atendimento personalizado via e-mail e obtenção de dados sobre os principais consumidores;
  • Marketing de conteúdo como ponte para os clientes conhecerem os produtos que você tem disponíveis;
  • Fidelização através de cupons de desconto, sorteios e promoções;
  • Ações personalizadas para o aumento das vendas online.

A primeira parte do seu plano de vendas é a declaração de posicionamento: como sua loja irá se apresentar para os clientes. Você tem os preços baixos e competitivos ou produtos premium, que não são encontrados em qualquer loja? O que você oferece que seus concorrentes não têm? Saiba mais sobre como aumentar as vendas online com estratégias práticas.

Antes de definir seu posicionamento, tire um tempo para responder às seguintes perguntas:

  • Quais são os benefícios que sua loja possui e seus concorrentes não?
  • Quais são as principais necessidades e desejos dos seus potenciais clientes?
  • Como seus concorrentes se posicionam?
  • Por que o potencial cliente deve escolher você e não outra loja?

Com essas perguntas respondidas, agora é hora de colocar seu posicionamento em todos os canais possíveis. Não há um único caminho para realizar uma venda online no e-commerce e muito menos uma receita pronta para o sucesso.

Cada negócio é único e o caminho trilhado por um empreendedor não será o mesmo para os outros. Os clientes possuem jornadas distintas e sua empresa também. Isso significa que, como empreendedor, você precisa ter uma visão horizontal do segmento de mercado, pensar estrategicamente e aplicar ações com base nos seus objetivos de curto, médio e longo prazo.

Finanças

A declaração imposto de renda pessoa física em 2026 deve ser entregue entre 23 de março e 29 de maio, e quem ultrapassou R$ 35.584 em rendimentos tributáveis no ano-base 2025 é obrigado a declarar. A Receita Federal atualizou critérios de obrigatoriedade e faixas de alíquota para este ano.

Este guia reúne prazos, documentos, passo a passo de preenchimento e estratégias para maximizar sua restituição sem cair na malha fina.

Quem precisa fazer a declaração de imposto de renda pessoa física em 2026

A declaração de imposto de renda pessoa física em 2026 é obrigatória para quem atingiu qualquer critério da Receita Federal no ano-base 2025.

Segundo a Gazeta do Povo, os limites foram atualizados este ano.

Critérios de obrigatoriedade atualizados

Confira os valores que determinam quem precisa declarar imposto de renda:

CritérioValor/Limite 2026
Rendimentos tributáveisAcima de R$ 35.584,00
Rendimentos isentos ou tributados na fonteAcima de R$ 200.000,00
Bens e direitos em 31/12/2025Acima de R$ 800.000,00
Receita bruta de atividade ruralAcima de R$ 177.920,00
Alienações em bolsa de valoresAcima de R$ 40.000,00 ou ganho líquido tributável
Ganho de capital na venda de bensQualquer valor sujeito a imposto
Passou a residir no Brasil em 2025Em qualquer mês, permanecendo até 31/12
Trust no exterior ou atualização de bensConforme Lei 14.754/2023 e Lei 14.973/2024

O limite de rendimentos tributáveis subiu de R$ 33.888 para R$ 35.584. Atividade rural também teve reajuste, passando de R$ 169.440 para R$ 177.920.

Basta se enquadrar em um único critério para que a declaração de imposto de renda pessoa física seja obrigatória. Se você ainda tem dúvidas, veja como saber se preciso declarar imposto de renda.

Nova faixa de isenção de R$ 5 mil: o que muda na prática

O Governo Federal sancionou a isenção para quem ganha até R$ 5 mil mensais em novembro de 2025.

A regra entrou em vigor em 1º de janeiro de 2026. Porém, ela só vale para a declaração de 2027 (ano-base 2026).

Ou seja: na declaração deste ano, que cobre os rendimentos de 2025, a faixa de isenção antiga ainda se aplica.

Quem ganha entre R$ 5.000,01 e R$ 7.350 terá desconto parcial e progressivo, segundo a CNN Brasil.

Aproximadamente 16 milhões de pessoas serão beneficiadas quando a nova faixa passar a valer.

Erro comum: acreditar que a isenção de R$ 5 mil já se aplica à declaração de 2026. Ela só terá efeito na declaração de 2027.

Quem não precisa declarar

A declaração de isenção do imposto de renda pessoa física se aplica a quem não se enquadra em nenhum critério da tabela acima.

Dependentes já incluídos na declaração de outra pessoa também estão dispensados. Seus rendimentos e bens são informados pelo titular.

Se você recebeu rendimentos tributáveis abaixo de R$ 35.584 e não possui bens acima de R$ 800 mil, a declaração não é obrigatória.

Para organizar seus rendimentos e facilitar a conferência dos valores recebidos no ano, a conta digital da InfinitePay centraliza todas as movimentações com Pix ilimitado e sem taxas.

Documentos necessários para declarar o IRPF

Reunir os documentos antes de abrir o programa evita retrabalho e reduz o risco de inconsistências na declaração.

As fontes pagadoras tinham até 27 de fevereiro de 2026 para entregar os informes de rendimentos, segundo a Receita Federal.

Informes de rendimentos e comprovantes

  • Informe de rendimentos do empregador, INSS ou órgão público (SouGov para servidores, Meu INSS para aposentados)
  • Informes de bancos e corretoras com saldos, rendimentos e operações de renda variável
  • Comprovante de rendimentos de aluguéis recebidos ou pagos
  • Recibo da declaração do ano anterior e CPF de todos os dependentes

Comprovantes de despesas dedutíveis

  • Recibos médicos e odontológicos emitidos pelo Receita Saúde, obrigatório desde janeiro de 2025 para profissionais de saúde pessoa física
  • Comprovantes de mensalidades escolares e universitárias do titular e dependentes
  • Extratos de previdência privada (PGBL) e comprovantes de pensão alimentícia judicial
  • Documentação de bens e direitos: escrituras de imóveis, CRVs de veículos e contratos de financiamento

Como fazer a declaração de imposto de renda passo a passo

A Receita Federal espera receber 44 milhões de declarações em 2026, de acordo com o Ministério da Fazenda. Veja como declarar imposto de renda 2026 em quatro etapas.

1. Baixe o programa IRPF ou acesse o e-CAC

O programa IRPF 2026 está disponível para download no site oficial da Receita Federal para Windows, macOS e Linux.

Você também pode declarar online pelo e-CAC (plataforma Meu Imposto de Renda) com conta gov.br nível prata ou ouro.

Pelo celular, use o aplicativo oficial da Receita Federal (Android 9+ ou iOS 15+). O antigo app Meu Imposto de Renda foi incorporado ao app da Receita.

2. Escolha o tipo de declaração

Ao abrir o programa, selecione uma das três opções:

  • Declaração em branco, preenchida do zero
  • Importação dos dados da declaração anterior
  • Declaração pré-preenchida, que carrega automaticamente rendimentos, bens e deduções

Se já declarou no ano passado, importar os dados anteriores agiliza o processo.

3. Preencha as fichas e revise os dados

Informe rendimentos tributáveis, isentos e exclusivos na tributação. Cadastre bens, direitos e dívidas com valores atualizados.

Inclua pagamentos dedutíveis nas fichas correspondentes. O programa sinaliza campos obrigatórios e inconsistências antes do envio.

Revise cada ficha com atenção. Dados digitados incorretamente são uma das principais causas de retenção em malha.

4. Envie a declaração e guarde o recibo

Após revisar, clique em “Entregar Declaração”. O sistema indica automaticamente se o modelo simplificado ou completo gera menos imposto a pagar.

Salve o recibo de entrega e o número do protocolo. Esses comprovantes servem para acompanhar o processamento no e-CAC.

Você pode iniciar a declaração pelo celular e finalizar no computador. Os dados ficam salvos na nuvem, vinculados ao seu CPF.

Leia mais:

Declaração pré-preenchida: como funciona

A declaração pré-preenchida importa automaticamente rendimentos, deduções, bens, dívidas e dados de terceiros para o formulário do IRPF. Mais de 60% dos declarantes devem optar por ela em 2026, segundo o Ministério da Fazenda.

Quem usa a pré-preenchida tem prioridade no recebimento da restituição.

Como acessar a pré-preenchida com conta gov.br

Você precisa de uma conta gov.br nível prata ou ouro. Contas bronze não permitem acesso.

Para elevar ao nível prata, faça reconhecimento facial pelo app gov.br com foto da CNH ou valide dados pelo internet banking. Para ouro, use a Carteira de Identidade Nacional ou Certificado Digital ICP-Brasil.

Novidades da pré-preenchida em 2026

Neste ano, a Receita Federal adicionou recursos ao sistema:

  • Alertas automáticos para inconsistências, como despesa médica fora do padrão
  • Dados de renda variável e day trade via sistema REVAR
  • Informações do eSocial para empregados domésticos
  • Recuperação de pagamentos feitos por DARF
  • Saldos atualizados de contas bancárias, poupança e fundos de investimento
  • Contribuições à previdência privada importadas automaticamente

Declaração simplificada ou completa: qual escolher

A simplificada aplica desconto automático de 20% sobre a base de cálculo, limitado a R$ 16.754,34, segundo a Receita Federal via CNN Brasil.

Esse desconto substitui todas as deduções legais e dispensa comprovação de despesas.

Se suas despesas dedutíveis somam mais que o teto, a completa gera maior restituição ou menor imposto a pagar.

CritérioSimplificadaCompleta
Desconto aplicado20% automático (até R$ 16.754,34)Soma real das deduções comprovadas
Comprovação de despesasDispensadaObrigatória
Indicada paraQuem tem poucas despesas dedutíveisQuem tem gastos altos com saúde, educação ou dependentes
Como decidirO próprio programa do IRPF compara as duas opções em tempo real e indica a mais vantajosaConfira o quadro “Opção pela Tributação” antes de enviar

Deduções permitidas no IRPF 2026

Conhecer os limites de cada dedução evita erros no preenchimento e pode aumentar sua restituição.

Despesas médicas e com educação

Gastos com saúde (consultas, exames, planos, dentistas, psicólogos) não possuem teto de dedução, conforme a Receita Federal.

Já despesas com educação têm limite de R$ 3.561,50 por pessoa, válido para ensino infantil ao superior.

Dependentes, previdência e pensão alimentícia

Contribuições ao PGBL permitem deduzir até 12% da renda bruta tributável anual, desde que você contribua para o INSS e use a declaração completa. Para entender a diferença entre obrigações de pessoa física e jurídica, veja IRPF e IRPJ.

Pensão alimentícia judicial é 100% dedutível, sem teto.

Tipo de deduçãoLimite anualObservação
Despesas médicasSem limiteExige comprovantes e recibos
EducaçãoR$ 3.561,50 por pessoaEnsino infantil ao tecnológico
DependentesR$ 2.275,08 por dependenteFilhos, cônjuge ou pais sob critérios legais
Previdência privada (PGBL)Até 12% da renda brutaExige contribuição ao INSS e declaração completa
Pensão alimentíciaSem limiteApenas judicial ou por escritura pública
Doações incentivadasAté 6% do imposto devidoFundos da Criança, do Idoso, cultura e esporte

Tabela do imposto de renda 2026: faixas e alíquotas

O IR usa alíquotas progressivas: cada faixa de renda aplica um percentual diferente, conforme a tabela oficial do Governo Federal.

Base de cálculo mensalAlíquotaParcela a deduzir
Até R$ 2.428,80IsentoR$ 0
R$ 2.428,81 a R$ 2.826,657,5%R$ 182,16
R$ 2.826,66 a R$ 3.751,0515%R$ 394,16
R$ 3.751,06 a R$ 4.664,6822,5%R$ 675,49
Acima de R$ 4.664,6827,5%R$ 908,73

Quem recebe até R$ 5.000 por mês fica isento graças a uma tabela de redução que zera o imposto para essa faixa.

A medida beneficia cerca de 16 milhões de contribuintes em 2026.

Organizar seus rendimentos ao longo do ano facilita o cálculo do IR. A conta digital da InfinitePay centraliza vendas, pagamentos e extratos em um só lugar.

Prazo de entrega e multa por atraso do IRPF 2026

O prazo para enviar a declaração em 2026 vai de 23 de março a 29 de maio, segundo o Seu Dinheiro.

  • O período de entrega começa às 8h do dia 23/03 e encerra às 23h59 do dia 29/05
  • A multa por atraso é de 1% ao mês sobre o imposto devido, com mínimo de R$ 165,74
  • O teto da multa corresponde a 20% do imposto devido
  • Quem envia até início de maio aumenta as chances de entrar no 1.o lote de restituição

Perder o prazo gera consequências além da multa. O CPF fica com pendência na Receita Federal, o que dificulta financiamentos, concursos públicos e emissão de passaporte, conforme a CNN Brasil.

Como funciona a restituição do imposto de renda em 2026

Em 2026, a Receita Federal paga a restituição em 4 lotes, um a menos que anos anteriores, conforme o InfoMoney.

Calendário de lotes da restituição

LoteData de pagamento
1.o lote29/05/2026
2.o lote30/06/2026
3.o lote31/07/2026
4.o lote31/08/2026

Como receber a restituição mais rápido

A Receita segue uma ordem de prioridade que beneficia idosos, pessoas com deficiência e profissionais do magistério.

Para o contribuinte comum, três ações aumentam as chances de receber nos primeiros lotes:

  • Envie a declaração o quanto antes, de preferência até início de maio
  • Use a declaração pré-preenchida
  • Indique chave Pix do tipo CPF como forma de recebimento (outras chaves não contam)

A conta digital da InfinitePay oferece Pix gratuito e ilimitado. Você pode vincular seu CPF como chave Pix na conta e receber a restituição com prioridade.

Erros comuns que levam à malha fina

Em 2025, 2,8% das declarações caíram na malha fina do imposto de renda, segundo a Receita Federal. A maioria envolve falhas evitáveis.

  • Omitir rendimentos seus ou de dependentes representou 30,8% das retenções. Informe tudo, inclusive rendimentos de dependentes
  • Despesas médicas sem comprovação lideraram com 32,6% dos casos. Em 2026, a Receita cruza 100% dos recibos pelo Receita Saúde
  • Confundir PGBL com VGBL gera inconsistência automática. Apenas o PGBL aceita dedução
  • Erros de digitação, como vírgulas fora do lugar, alteram valores e travam a declaração
  • Declarar imóveis pelo valor de mercado em vez do custo de aquisição também retém a declaração. Mantenha o valor original

MEI precisa fazer declaração de imposto de renda pessoa física

Ser MEI não dispensa a entrega da declaração de imposto de renda pessoa física. A DASN-SIMEI é a declaração do CNPJ e não substitui a DIRPF.

Se os rendimentos tributáveis como pessoa física ultrapassam o limite de obrigatoriedade, o MEI precisa declarar. Rendimentos do CNPJ devem ser somados a outras fontes de renda. Confira também como fazer a declaração anual MEI corretamente.

Parte do lucro do MEI pode ser considerada isenta: 8% para comércio, 16% para transporte de passageiros e 32% para serviços. Use a calculadora de IR para MEI da InfinitePay para verificar sua situação em 60 segundos.

Leia mais:

Tem CNPJ? Veja como declarar seu IR sem cair na malha fina

Quem é MEI ou tem empresa precisa separar rendimentos isentos e tributáveis na declaração de pessoa física. Errar esse cálculo leva à malha fina.

Na masterclass gratuita do Infinite Academy, a contadora Laís Narciso abre o programa da Receita e preenche cada ficha na tela, do rendimento tributável às deduções. Assista agora.

Empreender

Para emitir nota fiscal MEI de serviço, use o Emissor Nacional da Nota Fiscal de Serviço Eletrônica (NFS-e), no nfse.gov.br: é gratuito, exige conta gov.br e resolve a emissão em 4 passos.

O Emissor Nacional é o sistema do governo federal que padronizou a nota fiscal de serviço eletrônica em todo o país. Não tem mensalidade nem precisa de contador: o MEI emite sozinho, do computador ou do celular.

O passo a passo abaixo cobre cada etapa, do login ao download do PDF.

Como emitir nota fiscal MEI em 4 passos

O caminho mais curto é o Emissor Nacional da NFS-e, que o Portal do Empreendedor indica para a nota de serviço do MEI.

É o mesmo caminho para quem busca como tirar nota fiscal MEI ou como gerar nota fiscal MEI: a emissão de nota fiscal MEI no gov usa o emissor de nota fiscal MEI do governo, serviço de nota fiscal MEI gratuito, sem sistema pago.

Passo 1: entre no Emissor Nacional com sua conta gov.br

Acesse o nfse.gov.br e faça login com a conta gov.br, a mesma do Portal do Empreendedor. No primeiro acesso, o sistema pede os dados da sua empresa e um e-mail de cadastro.

Se você não tem conta gov.br, crie uma antes: ela é a porta de entrada dos serviços do MEI, inclusive da declaração anual.

Passo 2: configure sua atividade e cadastre serviços favoritos

Antes da primeira nota, abra as configurações e preencha os dados da atividade do MEI. Na aba de serviços favoritos, cadastre os serviços que você mais presta.

Esse cadastro economiza tempo: na emissão seguinte, a descrição já vem pronta, sem redigitar.

Passo 3: use a emissão simplificada

Na tela inicial, escolha a emissão simplificada, a mais indicada para MEI: ela aproveita o serviço favorito cadastrado, cobre a nota fiscal de serviço MEI e o caso de emitir nota fiscal MEI prestação de serviços, e pede três informações do cliente:

  1. CPF ou CNPJ do tomador, a pessoa ou empresa que recebe o serviço.
  2. Descrição do serviço prestado.
  3. Valor cobrado.

Passo 4: revise, emita e baixe o PDF da nota

O sistema mostra um resumo antes de confirmar. Confira os dados do cliente, o serviço e o valor, e clique em emitir.

A emissão termina aqui e é gratuito: a nota sai com número próprio e você baixa o PDF, o DANFSE, documento auxiliar da NFS-e, para enviar ao cliente. As notas ficam armazenadas por 5 anos, e dá no mesmo no app NFS-e Mobile, para quem emite pelo celular.

Quando o MEI é obrigado a emitir nota fiscal

MEI é obrigado a emitir nota fiscal sempre que vende ou presta serviço para pessoa jurídica, e quando o cliente pessoa física pede o documento.

Para quem a nota é sempre obrigatória

A regra do Portal do Empreendedor lista três situações de emissão obrigatória:

  1. Toda venda ou prestação de serviço para outra pessoa jurídica, empresa ou governo, de qualquer tamanho.
  2. Venda para pessoa física quando o cliente solicita, direito previsto no Código de Defesa do Consumidor.
  3. Venda não presencial com envio de produto, como internet, telefone ou catálogo, mesmo para pessoa física.

Para quem a nota é dispensada

A dispensa existe só na venda de produto para pessoa física que não pediu a nota, conforme o art. 106 da Resolução CGSN 140/2018; o cliente pode exigir o documento a qualquer momento.

Emitir nota não aumenta o imposto do MEI: o custo do regime é o DAS, Documento de Arrecadação do Simples Nacional, valor fixo mensal, e a nota só documenta a receita.

Nota de serviço ou nota de produto: onde emitir cada uma

Onde emitir depende do que você vende: serviço sai na NFS-e, produto sai na nota fiscal eletrônica (NF-e), cada uma com um sistema responsável.

O que você vendeDocumentoOnde emitirQuem responde pelo sistema
Serviço (reforma, consultoria, manutenção)NFS-e, nota fiscal de serviço eletrônicaEmissor Nacional, no nfse.gov.brPrefeitura, no padrão nacional
Produto (revenda, indústria, comida)NF-e, nota fiscal eletrônicaSistema da Secretaria da Fazenda do estado ou emissor gratuito do SebraeGoverno estadual

A NFS-e de serviço é a nota fiscal MEI nacional: em vez de cada prefeitura ter sistema próprio, o Emissor Nacional unificou a emissão, e o MEI de qualquer cidade usa o mesmo portal. Para produto, a regra depende do estado.

Para quem pesquisa onde emitir nota fiscal MEI de produto e não emite todo dia, a resposta é a nota avulsa (NFA-e), emitida na Sefaz, a Secretaria da Fazenda do estado; o guia de nota fiscal avulsa MEI traz o passo a passo.

Vale saber: desde setembro de 2023, em São Paulo, a nota avulsa tradicional acabou e as notas de serviço do MEI saem só pelo Emissor Nacional ou pelo app NFS-e Mobile; para produto, a Sefaz nota fiscal MEI é o sistema do próprio estado.

Como cancelar ou corrigir uma nota fiscal MEI com erro

Errou o valor, o CPF do cliente ou a descrição? A nota fiscal MEI não tem edição: cancele e emita de novo.

O cancelamento acontece no próprio sistema onde a nota saiu:

  1. Entre no Emissor Nacional com sua conta gov.br.
  2. Abra a área de notas emitidas e localize a nota pelo número ou pela data.
  3. Solicite o cancelamento, informe o motivo e confirme.
  4. Emita a nota corrigida com os dados certos.

Se a nota foi emitida com valor menor, o cliente pode pedir uma segunda nota complementar cobrando a diferença, em vez de cancelar a primeira. Nota cancelada também é documento: guarde o registro junto com as notas do ano.

Antes de emitir de novo, confira o CPF ou CNPJ do tomador no pedido do cliente: é o erro mais comum de quem pesquisa como cancelar nota fiscal MEI.

Prepare-se para 2027: nota fiscal em todas as vendas

É verdade que o MEI vai ter que emitir nota fiscal para todo mundo? Sim. A partir de 1º de janeiro de 2027, com a Reforma Tributária, a emissão passa a ser obrigatória em todas as transações, inclusive para pessoa física.

A mudança tem cronograma definido: a partir de 1º de novembro de 2026, a Receita Federal torna o Emissor Nacional obrigatório para as empresas do Simples Nacional que prestam serviço, e em 2027 entram os destaques dos novos impostos na nota.

O modelo simplificado do MEI continua, com o DAS fixo mensal. O que muda é a rotina: quem vendia só para pessoa física passa a registrar tudo.

Comece em 2026: cada nota fiscal MEI 2026 emitida hoje vira hábito amanhã, e o histórico evita correria na virada do ano.

Emitiu a nota? Organize o faturamento do MEI

Cada nota emitida é receita que entra na conta do teto: R$ 81 mil por ano. A Receita Federal soma janeiro a dezembro, não mês a mês, e estourar esse limite cobra DAS complementar ou desenquadra o MEI.

A nota também alimenta as outras obrigações do ano: o Relatório Mensal de Receitas Brutas, que vence no dia 20 do mês seguinte, e a declaração anual. Quem paga as guias com dificuldade pode organizar o pagamento do PGMEI antes do prazo.

Para o dinheiro da empresa não se misturar com o pessoal, separe as contas do CNPJ. A Conta PJ da InfinitePay é gratuita, sem mensalidade nem tarifas, e o Pix é grátis para MEI receber e transferir.

Quer registrar as receitas das notas sem planilha manual? A Planilha de Fluxo de Caixa organiza o que entrou e o que saiu, mês a mês.

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