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Empreender

Passo a passo: como consultar CNPJ na Receita Federal

A consulta do Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) é um procedimento fundamental para empresários, contadores e qualquer pessoa que deseje obter informações detalhadas sobre uma empresa registrada no Brasil. 

Seja para verificar a regularidade de um fornecedor, para análises de mercado ou mesmo para assegurar a autenticidade de uma companhia, entender como realizar essa consulta é essencial.

Abaixo, detalhamos cada etapa para que você possa fazer essa consulta de maneira eficiente:

Acesse o site da Receita Federal

O primeiro passo é visitar o site oficial da Receita Federal do Brasil

Certifique-se de estar no site correto para garantir a segurança de suas informações.

Insira o número do CNPJ

Na seção de consulta, você deverá inserir o número do CNPJ da empresa que deseja pesquisar. 

O CNPJ é composto por 14 dígitos.

Preencha o código de segurança

Para prosseguir, será necessário preencher um código de segurança exibido na tela. 

Isso é uma medida de proteção contra consultas automatizadas.

Visualize as informações da empresa

Após inserir os dados solicitados, as informações da empresa serão exibidas. 

Aqui, você pode verificar detalhes como nome empresarial, endereço, situação cadastral, atividade econômica principal e secundárias, entre outros.

Caso precise manter um registro das informações, você pode imprimir ou salvar a página de consulta.

É importante lembrar que estas informações são públicas atualizadas regularmente, portanto, consulte periodicamente para obter os dados mais recentes.

Além disso, as informações obtidas devem ser utilizadas de forma responsável e ética.

Veja também: Como saber meu CNPJ pelo CPF?

Por que consultar CNPJ na Receita Federal?

Consultar o CNPJ na Receita Federal oferece múltiplos benefícios, tanto para o mundo dos negócios quanto para os consumidores. 

Aqui estão alguns dos motivos principais para realizar esta consulta:

Verificação da legalidade e regularidade

Ao consultar o CNPJ, é possível verificar se uma empresa está legalmente registrada e em situação regular na Receita Federal. 

Isso é crucial para evitar fraudes e garantir transações comerciais seguras.

Análise de risco de negócios

Para empresários e investidores, entender a saúde financeira e a regularidade fiscal de uma empresa é fundamental. 

A consulta do CNPJ pode revelar informações sobre possíveis pendências ou irregularidades fiscais, auxiliando na tomada de decisões de negócios mais informadas.

Transparência nas relações comerciais

Ao disponibilizar informações sobre empresas, a consulta do CNPJ promove a transparência nas relações comerciais, fortalecendo a confiança entre parceiros de negócios, clientes e fornecedores.

Prevenção de fraudes

Em um cenário onde fraudes empresariais são uma preocupação constante, verificar a autenticidade de uma empresa através do CNPJ é um passo essencial para se proteger contra golpes e enganos.

Facilitação de processos legais e contratuais

Em diversas situações legais ou contratuais, é necessário ter informações precisas sobre uma empresa. 

A consulta do CNPJ fornece dados oficiais que podem ser utilizados em contratos, litígios ou outras necessidades jurídicas.

Pesquisa de mercado

Para quem está planejando abrir um negócio ou expandir suas operações, a consulta do CNPJ pode oferecer ideias valiosas sobre concorrentes, fornecedores e o mercado em geral.

Conhecer essas razões e entender como consultar o CNPJ na Receita Federal e verificar a situação cadastral (Cartão CNPJ) de uma empresa é um passo crucial para operar com sucesso e segurança no ambiente empresarial brasileiro.

Você também pode se interessar por: Entendendo o score CNPJ: O que é e como consultar

O que é Cartão CNPJ?

O Cartão CNPJ, tecnicamente conhecido como Comprovante de Inscrição e de Situação Cadastral, é um documento que contém informações essenciais sobre uma empresa registrada no Brasil. 

Ele inclui o número do CNPJ, a data de abertura da empresa, nome empresarial, título do estabelecimento (nome fantasia), código e descrição das atividades econômicas principais e secundárias, endereço, entre outras informações cadastrais.

Este cartão é frequentemente solicitado em transações comerciais, processos de licitação, abertura de contas bancárias corporativas e outras situações que exigem a comprovação da existência legal e da regularidade da empresa.

Como emitir o Cartão CNPJ?

Emitir o Cartão CNPJ é um processo simples e pode ser feito integralmente online:

Acesse o site da Receita Federal

Assim como na consulta do CNPJ detalhada no início do texto, o primeiro passo é acessar o site oficial da Receita Federal.

Procure pela opção de emissão do Cartão CNPJ

No site, localize a seção específica para a emissão do Cartão CNPJ. Normalmente, essa opção está disponível no mesmo menu de consulta do CNPJ.

Digite o número do CNPJ

Insira o número de CNPJ da empresa cujo cartão você deseja emitir.

Gere o Cartão CNPJ

Após inserir o CNPJ e confirmar os detalhes, você terá a opção de gerar o Cartão CNPJ, que pode ser visualizado e impresso.

Imprima ou salve o documento

É recomendável salvar uma versão digital do Cartão CNPJ para registros futuros ou imprimir uma cópia para uso físico.

Lembrando que, assim como a consulta do CNPJ, este processo é gratuito e pode ser realizado por qualquer pessoa interessada em verificar as informações de uma empresa.

Faça a gestão financeira da sua empresa com a InfinitePay

Organizar as finanças é essencial para o crescimento saudável de qualquer negócio, e com a conta PJ da InfinitePay você consegue fazer sua gestão de forma simples e gratuita.

Integrada a soluções financeiras para vender e gerenciar todo o dinheiro do seu negócio sem custo e sem burocracia, a conta PJ oferece Pix grátis e ilimitado e link para vendas parceladas.

Com ela, você também tem acesso à ferramenta de gestão de cobrança automática e pode acompanhar a situação das cobranças pelo app ou pelo computador e saber o dinheiro previsto para entrar.

Seu negócio

Fazer o controle de estoque corretamente é um diferencial competitivo – afinal, ele permite uma gestão mais inteligente dos recursos, evita desperdícios, melhora o fluxo de caixa e otimiza o processo de reposição de mercadorias. 

Neste artigo, você vai entender o que é controle de estoque, como aplicá-lo de forma eficiente, quais são os tipos mais utilizados e os benefícios de manter esse processo sob controle. 

O que é controle de estoque e qual a sua função?

O controle de estoque é o conjunto de práticas e sistemas utilizados para acompanhar a entrada, saída e a quantidade disponível de produtos em um negócio – isso inclui não apenas os itens acabados prontos para venda, mas também matérias-primas, insumos e mercadorias em processo de produção, dependendo do tipo de empresa.

Sua principal função é manter o equilíbrio entre oferta e demanda, evitando tanto o acúmulo quanto a escassez de mercadorias. 

Quando bem executado, o controle de estoque oferece dados confiáveis que orientam decisões estratégicas como:

  • O melhor momento para fazer novos pedidos ao fornecedor;
  • Quais produtos têm maior ou menor giro;
  • A quantidade ideal de cada item para manter em estoque;
  • Quais itens podem ser descontinuados por baixa demanda.

Além disso, o controle de estoque auxilia na prevenção de perdas, furtos e vencimentos, contribuindo para a saúde financeira da empresa e a satisfação do cliente. 

Com um estoque bem gerenciado, é possível manter um bom nível de atendimento, reduzir custos operacionais e aumentar a margem de lucro do negócio.

Leia mais:

Como fazer controle de estoque?

Fazer o controle de estoque corretamente envolve planejamento, organização e o uso de ferramentas que permitam registrar com precisão todas as movimentações dos produtos. 

E não importa se o estoque é pequeno ou grande: seguir um processo estruturado é o que garante eficiência. 

Veja abaixo um passo a passo para implementar um bom controle de estoque:

processo de controle de estoque

1. Organize o espaço físico

Antes de qualquer coisa, é fundamental que o ambiente onde o estoque está armazenado seja bem organizado – isso inclui separar os produtos por categorias, manter as prateleiras etiquetadas e garantir fácil acesso aos itens mais vendidos. 

Uma boa organização reduz erros na contagem e facilita a conferência.

2. Cadastre todos os produtos

Tenha um sistema de cadastro completo com as principais informações de cada item: nome, código, categoria, unidade de medida, preço de compra, preço de venda, fornecedor, data de entrada e validade (se aplicável) – isso é essencial para o controle e rastreamento.

3. Registre entradas e saídas

Toda movimentação deve ser registrada, seja uma nova compra, uma devolução ou uma venda. 

Esse controle evita divergências entre o estoque físico e o sistema, e ajuda a identificar perdas ou furtos.

4. Realize inventários periódicos

Mesmo com um sistema automatizado, é importante fazer conferências físicas periódicas (inventários) para verificar se o que está no sistema bate com a realidade, ajudando a identificar falhas e corrigir inconsistências.

5. Estabeleça níveis mínimos e máximos

Defina um limite mínimo de cada produto em estoque para acionar a reposição e um limite máximo para evitar excesso. 

Essa prática otimiza o capital de giro e evita o acúmulo de mercadorias paradas.

6. Analise relatórios e indicadores

Acompanhe o giro de estoque, produtos mais vendidos, itens com pouca saída, sazonalidades e tendências de compra. 

Com esses dados, você pode tomar decisões mais estratégicas, como promoções ou mudança de fornecedores.

7. Utilize ferramentas de controle

Planilhas são úteis no início, mas com o crescimento da operação é recomendado adotar sistemas de gestão (ERPs) que automatizam e integram o controle de estoque com vendas, compras e financeiro.

Leia também:

Tipos de controle de estoque

Existem diferentes métodos de controle de estoque, e a escolha do mais adequado depende do tipo e do porte da empresa, bem como do volume e da variedade de produtos. 

A seguir, listamos os principais tipos de controle de estoque utilizados pelas empresas:

tipos de controle de estoque

1. Controle de estoque manual

Feito por meio de planilhas ou anotações em papel, é mais comum em pequenos negócios com volume reduzido de mercadorias. 

2. Controle de estoque automatizado

Feito com o uso de softwares e sistemas de gestão, permite maior precisão, integração com outros setores (como vendas e compras), emissão de relatórios automáticos e redução de falhas. 

É ideal para empresas em crescimento ou com operações mais complexas.

3. Estoque mínimo

Consiste em manter em estoque apenas a quantidade mínima necessária para não interromper as vendas ou a produção – e quando esse limite é atingido, um novo pedido é feito ao fornecedor. 

É uma estratégia que evita excesso de capital parado, mas exige um bom relacionamento com os fornecedores e prazos de entrega curtos.

4. Estoque máximo

É o oposto do estoque mínimo: o gestor define uma quantidade máxima para cada produto, com o objetivo de aproveitar melhores preços de compra ou se preparar para demandas sazonais – no entanto, exige mais espaço físico e maior investimento em armazenagem.

5. Estoque de segurança

Serve como uma “reserva estratégica” para imprevistos, como aumento inesperado da demanda ou atrasos no fornecimento. 

É muito utilizado em setores com alta volatilidade de consumo.

6. Just in Time

Esse modelo busca eliminar o estoque: a empresa compra ou produz somente quando há demanda confirmada. 

Muito comum na indústria, esse método exige um controle rigoroso de prazos e processos, além de um fluxo de produção bem ajustado.

7. Curva ABC

Também chamada de análise de Pareto, classifica os produtos em três categorias: A (itens de maior valor ou giro), B (valor médio) e C (menor valor). 

Essa análise permite focar os esforços de controle nos itens mais relevantes para o negócio.

Exemplos de controle de estoque

Para entender melhor como aplicar o controle de estoque na prática, veja abaixo alguns exemplos que ilustram diferentes contextos e necessidades de empresas de variados portes e segmentos:

1. Loja de roupas com controle por grade

Uma loja de moda feminina, por exemplo, precisa controlar suas peças por tamanho (P, M, G, GG) e cor – nesse caso, o controle por grade é essencial. 

Cada entrada de mercadoria deve ser registrada de forma detalhada, como “Vestido Floral – Tamanho M – Cor Azul – 10 unidades”. 

A atualização do estoque ocorre a cada venda, evitando a comercialização de produtos esgotados.

Veja 10 dicas de como vender mais em loja de roupa.

2. Restaurante com controle por insumo

Um restaurante precisa controlar o uso de ingredientes, como arroz, carnes, temperos e bebidas – cada prato vendido consome uma quantidade específica de insumos. 

Para evitar desperdícios e garantir a reposição no tempo certo, o estabelecimento utiliza uma ficha técnica que relaciona os ingredientes de cada receita ao controle de estoque, permitindo prever quando cada item deve ser comprado novamente.

3. E-commerce com controle automatizado

Um e-commerce com grande variedade de produtos utiliza um sistema de gestão que integra estoque, vendas e logística – quando uma compra é finalizada, o sistema atualiza automaticamente o estoque e emite um alerta caso algum item esteja próximo do estoque mínimo. 

Além disso, o sistema pode emitir relatórios diários com o giro de cada produto e a previsão de reposição com base em vendas passadas.

4. Farmácia com controle por validade

Em uma farmácia, além da quantidade em estoque, é fundamental controlar a data de validade dos medicamentos.

O sistema de estoque precisa registrar a data de vencimento de cada lote e gerar alertas para que produtos próximos da validade sejam priorizados na venda ou retirados do estoque, evitando perdas e prejuízos legais.

5. Loja de materiais de construção com controle por peso ou volume

Produtos como cimento, areia, pedra e tintas são controlados por unidade de medida específica (quilos, litros, metros cúbicos): o controle deve considerar não apenas a quantidade, mas o peso total armazenado e vendido. 

Um bom controle evita problemas logísticos e garante que não falte material em obras em andamento.

Benefícios do controle de estoque eficiente

Manter um controle de estoque eficiente traz diversas vantagens competitivas para o negócio, independentemente do setor ou porte da empresa. 

Veja a seguir os principais benefícios:

1. Redução de perdas e desperdícios

Um bom controle ajuda a identificar produtos com baixa rotatividade, itens próximos da validade ou mercadorias com risco de deterioração. 

Com isso, é possível tomar decisões antecipadas para evitar perdas, como promoções ou redistribuição entre unidades.

2. Melhoria no fluxo de caixa

Ao evitar estoques excessivos, a empresa libera capital que pode ser investido em outras áreas estratégicas – além disso, o controle ajuda a comprar apenas o necessário, de forma planejada, negociando melhores condições com fornecedores.

3. Aumento da satisfação do cliente

Com um estoque bem gerenciado, a empresa evita rupturas (falta de produtos) e garante uma experiência de compra mais positiva. 

O cliente encontra o que precisa e recebe no prazo, fortalecendo a confiança na marca.

4. Tomada de decisão mais estratégica

Com dados atualizados e precisos sobre o desempenho dos produtos, o gestor pode planejar campanhas promocionais, ajustar preços, prever demandas sazonais e até decidir sobre a descontinuação de itens que não performam bem.

5. Otimização da logística

Estoque organizado significa mais agilidade na separação, embalagem e envio dos pedidos, especialmente em negócios que operam online. 

Isso impacta diretamente na produtividade da equipe e na velocidade de atendimento.

6. Conformidade com normas e legislações

Alguns setores, como o farmacêutico e o alimentício, exigem controle rigoroso de validade e rastreabilidade de lotes. 

Um sistema eficiente ajuda a manter a empresa em conformidade com exigências sanitárias e fiscais.

7. Prevenção contra fraudes e extravios

O controle rigoroso das entradas e saídas de produtos dificulta desvios e perdas não justificadas, além de facilitar a identificação rápida de possíveis falhas ou irregularidades operacionais.

Você também pode se interessar: Como vender sem estoque?

Gerencie seu estoque com a planilha gratuita da InfinitePay

Se você está começando seu negócio ou busca uma forma prática de organizar suas mercadorias, a planilha gratuita de controle de estoque da InfinitePay é a solução ideal.

Com ela, você pode registrar produtos, acompanhar entradas e saídas, calcular saldo atual e manter seu estoque sempre sob controle – tudo isso de forma intuitiva e totalmente personalizável. 

A ferramenta é perfeita para quem deseja centralizar informações em um só lugar e ter mais clareza na tomada de decisões, além de ser, fácil de editar e pode ser usada tanto por empresas pequenas quanto por quem está estruturando o primeiro controle de estoque. 

Baixe agora a planilha de controle de estoque da InfinitePay e dê o primeiro passo para uma gestão mais eficiente e profissional.

Finanças

Nenhum negócio sobrevive ao competitivo mercado empresarial brasileiro por muito tempo sem uma boa gestão. Fazer a conciliação bancária e ter todos os números da sua empresa na ponta do lápis é essencial para sobreviver no Brasil.

Segundo especialistas, inclusive, a falta de gestão profissional é uma das principais ameaças para as PMEs.

Dentre os principais pontos a serem considerados no gerenciamento de uma companhia, é preciso levar em conta todas as questões financeiras e de controle interno que permitem a uma organização atingir o tão desejado equilíbrio orçamentário.

Agora, visando oferecer outro conteúdo relevante para você e seu negócio, lhe forneceremos um passo a passo sobre como fazer conciliações bancárias. Vamos lá?

O que é conciliação bancária

Antes de começarmos, é importante definir do que se trata a conciliação bancária. Ela é uma ferramenta de extrema importância para a gestão financeira de uma empresa, independentemente de seu tamanho.

Em linhas gerais, a conciliação bancária nada mais é do que a relação entre os controles financeiros internos de um negócio e as movimentações da conta ou das contas de uma empresa. Na prática, nada mais é do que você comparar o seu sistema de gestão, a sua planilha ou o seu caderno com o extrato do seu banco em um determinado período!

Ou seja, é neste momento que o empreendedor compara, de lado a lado, todas as despesas, recebimentos e o saldo disponível da empresa. Assim, é possível conferir se as movimentações realizadas foram de fato efetivadas, e se existem divergências nos resultados apresentados.

Entradas e saídas <> extrato bancário

Suponha, por exemplo, que você deseja avaliar se as entradas e saídas do negócio estão de acordo com o saldo de seu banco. É através do processo de conciliação bancária que você consegue traçar comparativos entre esses dados e mensurar se está tudo dentro dos conformes na gestão financeira da empresa.

Dessa forma, você garante que o controle da sua empresa está correto e não cai na armadilha de achar que tem uma quantia de dinheiro disponível e quando vai ver no banco... Cadê?

Diversos empreendedores dependem dessa tarefa para evitarem prejuízo, principalmente se recebem por cartões de crédito ou débito e boletos. Nestes casos, os valores arrecadados das vendas ou das prestações de serviço caem na conta bancária da pessoa jurídica. Através da conciliação é possível, então, conferir se o crédito esperado de fato caiu em sua conta, e entender seu capital de giro.

Levando este benefício em consideração, já fica mais do que clara a importância de realizar conciliação bancária dentro de qualquer empresa. Afinal, ter conhecimento do que de fato entrou em sua conta bancária e se você realmente recebeu por suas vendas, é essencial para o desenvolvimento de qualquer empreendimento.

Leia mais: O que é capital de giro

A importância do processo de conciliação bancária

A conciliação bancária é uma ação crucial e corriqueira dentro do dia a dia de qualquer departamento financeiro. Como dissemos, seu principal intuito é o de analisar se há inconsistências ou se todos os dados do controle interno (entradas e saídas de capital) estão batendo.

Especialmente quando tratamos de estabelecimentos que lidam com muitas vendas diárias provenientes de diferentes fontes (cartões de crédito, débito, pagamento a vista, boleto bancário), a conciliação bancária é uma ferramenta indispensável e capaz de prover cenários financeiros diários, semanais, mensais, anuais ou mesmo de um período específico, e que ajuda a validar seu fluxo de caixa.

Dessa forma, você garante que sempre terá capital disponível para realizar as suas operações cotidianas, ou para o cumprimento de obrigações, como faturas de fornecedores, empréstimos, financiamentos bancários etc.

Pensando no curto prazo, a conciliação bancária pode parecer um esforço extra que, para quem não tem tanto tempo disponível, pode ser irrelevante. Porém, realizando este controle durante longos períodos (meses, anos) vai ficar perceptível a quantidade de perdas que podem ser evitadas com esta prática.

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A conciliação bancária evita prejuízos

É importante salientar, também, que se o acompanhamento das entradas e saídas possuem valores errados, consequentemente o gestor financeiro vai basear-se em cálculos errados, resultando em estratégias que podem gerar prejuízos futuros para a empresa.

Valores que não condizem com a realidade resultam em falhas no acompanhamento do fluxo de caixa da empresa, e isto pode se tornar um problema grave a médio ou longo prazo, colocando em risco o futuro do empreendimento. Já pensou se chega no dia de um pagamento e não tem dinheiro no banco?

Outra questão a ser pontuada são os prejuízos recorrentes que podem acontecer quando não se acompanha o extrato bancário com frequência. Isso costuma acontecer quando existem taxas cobradas em cima de serviços prestados por bancos e operadoras.

Taxas de maquininhas

Por exemplo, quando se contrata o serviço de uma adquirente (aquela que provê a maquininha, que possibilita, para o varejista, aceitar cartão em seu estabelecimento), taxas diversas são cobradas para diferentes tipos de transação. Muitas empresas altera essas taxas sem aviso prévio, resultando em um gasto extra para o empreendedor, que muitas vezes não tem conhecimento da cobrança indevida. A conciliação bancária permite um acompanhamento mais efetivo em relação a estes valores que, muitas vezes, são cobrados sem que o empreendedor perceba.

Na InfinitePay, que oferece meios de pagamento para o empreendedor, as taxas são transparentes e sem pegadinhas, justamente para facilitar a vida dos empreendedores. Oferecemos uma calculadora de taxas para nossos clientes saberem quanto vão receber em cada venda.

A conciliação bancária pode ser uma ferramenta atrelada diretamente ao planejamento estratégico da empresa, permitindo uma visão mais detalhada de todas as despesas e lucros do estabelecimento.

O resultado? Uma ferramenta indispensável de controle, capaz de te guiar para planejar e construir o seu negócio de acordo com os objetivos traçados para ele!

Como fazer a conciliação bancária

Agora que já entendemos a importância e a definição de conciliação bancária, vamos verificar como fazer a conciliação bancária e de que modo ela deve ser implementada na cultura de uma empresa.

Confira o passo a passo:

Registro diário das movimentações

O primeiro passo para uma conciliação bancária completa e eficaz consiste em registrar, todos os dias, quais foram as movimentações de entrada e saída de suas contas. Neste processo, leve em conta tudo: desde pequenas taxas cobradas pelos bancos, até a entrada de volumes mais substanciais, como aquelas vindas de maquininhas, vendas por celular, Pix, link de pagamento. Exemplos de saídas: pagamentos de fornecedores, contas fixas, recebimentos de clientes, pagamentos de salários, impostos, tarifas bancárias etc.

Você deve guardar notas fiscais, recibos, extratos, comprovantes de depósitos, pagamentos e transferências bancárias. Isso servirá como prova para os casos de identificação de valores que não caíram em sua conta. Dessa forma, você estará fazendo o controle interno do caixa da sua empresa, registrando diariamente as entradas e saídas de dinheiro, além do seu saldo bancário.

Uma dica: É muito importante que você registre os lançamentos de acordo com a data de movimentação de caixa deles. Por exemplo:

  • Se você fez uma venda hoje no crédito, você registrará a entrada desse capital no dia que cair na sua conta. Se você for cliente da InfinitePay, pode escolher cair na hora ou em 1 dia útil.
  • Se você assinou um plano de Internet para a sua empresa, você já deve fazer a previsão desse débito todo dia 10.

Esse controle garante que você respeite os prazos de pagamento e evite pagar multas por atraso. Além disso, o acompanhamento detalhado de todas as movimentações de entrada e saída junto ao seu extrato bancário vai permitir que você identifique dados divergentes, na hora da conferência entre os números e as datas.

Conferência de saldos

Em seguida, é preciso validar se os saldos do controle interno (tanto o inicial, quanto o final) conferem com as informações do extrato bancário.A forma mais comum é através da comparação do arquivo do banco, geralmente no formato OFX ou PDF, com o seu sistema interno.  

Verificação de Detalhes

Extrato na mão, controle interno na outra... Ao que devemos ficar atentos para fazer uma boa conciliação bancária?

  • Qual é o saldo inicial e saldo final previsto? Bate com o realizado?
  • As datas estão conferindo? Tudo o que estava previsto para entrar e para sair na conta, efetivamente entrou?
  • Os valores foram todos lançados de modo correto no controle financeiro da empresa?
  • Existe algum lançamento que não estava identificado, seja do seu controle interno ou do extrato bancário?

Com esse checklist você conseguirá fazer uma conciliação bancária eficiente!

Bônus: Se você conseguir agrupar os lançamentos por categorias, você terá uma visão ainda melhor sobre sua empresa.

Dessa forma você conseguirá saber por exemplo, onde está o seu maior custo (É no custo das mercadorias? Nas despesas fixas? Nas despesas com funcionários? Impostos?)

Realizando eventuais correções

Finalmente, caso tenha sido localizada alguma inconsistência na etapa anterior, é hora de aplicar a devida correção nos dados de modo que todos os lançamentos do controle interno reflitam a realidade das finanças do negócio.

Lembrando que notas fiscais, boletos, extratos e comprovantes devem ser guardados para futuro lançamento contábil.

  • DIFERENÇAS ENTRE BANCO X CONTROLE INTERNO

Caso tenha alguma divergência entre os registros do seu controle interno e banco, procure olhar os documentos originais de cada lançamento. Erros comuns que podem acontecer são erros de digitação na hora da inclusão do dado, duplicidade de venda, multa/desconto por atraso não previsto, entre outros.

  • TRANSAÇÕES NÃO PROCESSADAS OU NÃO COMPENSADAS

Caso você faça vendas por cartão, atente-se ao fato de que podem haver transações que não foram processadas totalmente (mesmo com o comprovante sendo impresso na máquina). Para isso, é importante que você faça a conciliação entre o seu sistema de vendas e o extrato das operadoras.

Além disso, pode haver também atraso no pagamento das suas vendas por parte das operadoras de cartão de crédito. Verifique se isso acontece e entre em contato com a sua operadora para corrigir as pendências.

  • TAXAS E DÉBITOS IMPREVISTOS

Caso você faça vendas por cartão, também é necessário realizar o controle das taxas cobradas pelas operadoras. Todas as taxas foram cobradas corretamente Além disso, confira se todas as tarifas bancárias (como TED ou DOC) estão previstas no seu controle interno.

Alguns impostos sob operações, como IOF (Caso você tenha feito alguma operação internacional ou alguma aplicação financeira) também pode gerar diferenças na hora de conferência do saldo.

Leia mais: IOF: O que é e como funciona

Se você precisa de dinheiro rápido e com taxas transparentes, conheça a maquininha de cartão da InfinitePay. Taxas sem surpresas, a partir de 1,38% no débito. E você ainda escolhe se quer receber na hora ou em 1 dia útil.

Finanças

Entender o que é a DIRF deixou de ser sobre como preencher a declaração. Desde janeiro de 2025, ela não existe mais para novos fatos geradores.

Quem pesquisava sobre a DIRF em 2024 ainda precisava entregá-la. Em 2025, a última foi enviada. Agora, em 2026, as retenções seguem exclusivamente pelo eSocial e pela EFD-Reinf.

O que é DIRF e para que serve?

DIRF é a sigla para Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte. A Receita Federal exigia essa declaração das fontes pagadoras para fiscalizar a arrecadação de tributos.

Fonte pagadora é quem efetua o pagamento e retém o imposto. Pode ser uma empresa que paga salários ou um prestador que contrata outro profissional.

A finalidade da DIRF era cruzar informações entre quem pagou e quem recebeu. Com esse cruzamento, a Receita Federal identificava divergências entre os valores declarados por cada parte.

O envio acontecia uma vez por ano, até o último dia útil de fevereiro. A transmissão era feita pelo programa PGD DIRF, com envio via sistema ReceitaNet da Receita Federal.

O que a DIRF informava

A declaração reunia dados financeiros sobre pagamentos e retenções realizados ao longo do ano-calendário. Veja os principais itens que a DIRF comunicava à Receita Federal:

  • Rendimentos tributáveis pagos a pessoas físicas domiciliadas no Brasil, como salários, aluguéis e honorários
  • Valores de Imposto de Renda retido na fonte sobre esses pagamentos
  • Contribuições sociais retidas, como CSLL, PIS e COFINS, conforme detalhado pela Contabilizei em seu guia sobre a DIRF
  • Pagamentos e remessas realizados a pessoas físicas ou jurídicas residentes no exterior

Cada um desses itens permitia à Receita Federal verificar se os contribuintes declararam corretamente seus rendimentos na declaração de pessoa física.

Quem emitia a DIRF

A responsabilidade era sempre da fonte pagadora. Ou seja, a pessoa física ou jurídica que efetuou pagamentos sujeitos à retenção de imposto na fonte.

Isso inclui empresas com funcionários registrados, órgãos públicos e qualquer pessoa jurídica que tenha retido IR, CSLL, PIS ou COFINS sobre pagamentos a terceiros.

Para empreendedores, entender o que significa DIRF na contabilidade é fundamental. Essa declaração impactava diretamente a rotina fiscal de quem realizava pagamentos com retenção, independentemente do porte do negócio.

O fim da DIRF: o que mudou com a extinção

A DIRF deixou de existir para fatos geradores a partir de janeiro de 2025. A Receita Federal oficializou a extinção da declaração em comunicado de julho de 2025.

A IN RFB nº 2.181/2024 formalizou a substituição. Agora, as informações sobre retenções de IR e contribuições seguem via eSocial e EFD-Reinf, de forma mensal.

Para quem quer entender o que muda em 2026: a resposta curta é que não existe mais DIRF a entregar. O envio agora acontece mês a mês, dentro dos sistemas do SPED.

eSocial e EFD-Reinf: os substitutos da DIRF

Cada sistema absorveu uma parte das obrigações que a DIRF concentrava em uma única declaração anual.

O eSocial cobre os dados trabalhistas: pagamentos de rendimentos do trabalho (evento S-1210) e tributos de processos trabalhistas (evento S-2501).

Já a EFD-Reinf cobre pagamentos a terceiros pela série de eventos R-4000: pagamentos a pessoa física (R-4010), a pessoa jurídica (R-4020) e autorretenções (R-4080).

AspectoDIRF (antes)eSocial + EFD-Reinf (agora)
Frequência de envioAnual (até fevereiro)Mensal
Sistema utilizadoPGD DIRF + ReceitaNeteSocial e EFD-Reinf (SPED)
Tipo de dadosTodos os rendimentos e retenções em um único arquivoTrabalhistas no eSocial, pagamentos a terceiros na EFD-Reinf
Correção de errosRetificação anualPainel de críticas mensal no Demonstrativo Consolidado do IRRF

O modelo mensal elimina a duplicidade de informações e distribui o trabalho de compliance ao longo do ano.

Timeline da transição: de 2024 a 2026

A mudança não aconteceu de uma vez. A Receita Federal prorrogou o prazo original após entidades relatarem dificuldades técnicas de adaptação.

Veja os marcos principais:

  1. Em março de 2024, a IN RFB nº 2.181 prorrogou a extinção da DIRF para fatos geradores a partir de janeiro/2025
  2. Em fevereiro de 2025, as empresas entregaram a última DIRF (ano-calendário 2024), com prazo final no dia 28
  3. A partir de 2026, a DIRF deixa de existir. As empresas transmitem os dados de retenções exclusivamente via eSocial e EFD-Reinf, mês a mês

Se sua empresa já envia eSocial e EFD-Reinf mensalmente, a transição não exige nenhuma ação adicional. O fluxo atual já substitui a antiga declaração anual.

Quem era obrigado a entregar a DIRF?

Toda pessoa física ou jurídica que pagou rendimentos com retenção de IR, PIS, COFINS ou CSLL precisava entregar a DIRF à Receita Federal, mesmo que a retenção tenha ocorrido em apenas um mês.

A obrigatoriedade abrangia diferentes perfis de contribuinte:

  • Empresas do Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real que retiveram impostos sobre pagamentos a funcionários ou prestadores de serviço
  • MEI que pagou salários a empregados com retenção de IR na fonte (MEI que reteve apenas via administradoras de cartão ficava dispensado, segundo a LegisWeb)
  • Pessoas físicas que efetuaram pagamentos com retenção de imposto de renda
  • Órgãos da administração pública federal, autarquias e empresas públicas
  • Empresas e pessoas físicas que realizaram remessas de valores ao exterior, mesmo sem retenção

Quem não efetuou nenhum pagamento sujeito à retenção na fonte estava dispensado.

Com a extinção da DIRF em 2025, a obrigação não desapareceu. As mesmas empresas agora informam retenções mensalmente via eSocial e EFD-Reinf.

Como declarar as informações da DIRF hoje

Com o fim da DIRF, o envio de retenções passou a ser mensal. Veja o que fazer na prática:

  1. Envie os dados trabalhistas (salários, FGTS, INSS) pelo eSocial todo mês
  2. Informe pagamentos a outras empresas e retenções de tributos pela EFD-Reinf, também mensalmente
  3. Confira se os eventos de retenção estão corretos antes do fechamento de cada competência
  4. Regularize DIRFs de anos anteriores pendentes pelo portal e-CAC da Receita Federal, se necessário

O preenchimento correto do eSocial e da EFD-Reinf garante que seus colaboradores recebam a declaração pré-preenchida do Imposto de Renda, segundo a Receita Federal.

Para manter o controle das obrigações fiscais do seu negócio, uma planilha de fluxo de caixa ajuda a organizar entradas e saídas com clareza.

Prazo de envio do Informe de Rendimentos

O Informe de Rendimentos continua obrigatório mesmo sem a DIRF. Toda fonte pagadora precisa disponibilizá-lo até o último dia útil de fevereiro do ano seguinte, conforme orienta o Tax Group.

Em 2026, o prazo foi 27 de fevereiro.

O que acontece se não enviar corretamente

Quem ainda possui DIRFs anteriores pendentes está sujeito a multa de 2% ao mês sobre o valor do imposto de renda informado, limitada a 20% do total, de acordo com a Qive.

Valores mínimos da multa: - R$ 200,00 para pessoa física, empresa inativa ou optante do Simples Nacional - R$ 500,00 para as demais pessoas jurídicas

A multa pode ser reduzida em 50% se você enviar a declaração antes de qualquer auditoria da Receita, ou em 25% se entregar dentro do prazo fixado em intimação.

Já o Informe de Rendimentos entregue com atraso ou dados incorretos gera multa de R$ 41,43 por documento irregular, segundo o Tax Group.

DIRF e DIRPF: qual a diferença?

A DIRF era uma declaração da empresa; a DIRPF é a declaração da pessoa física. Apesar das siglas parecidas, cada uma cumpre um papel distinto no sistema tributário.

A Receita Federal usava os dados da DIRF para cruzar informações com as declarações individuais e identificar inconsistências.

AspectoDIRFDIRPF
SiglaDeclaração do Imposto de Renda Retido na FonteDeclaração do Imposto de Renda Pessoa Física
Quem declaraFonte pagadora (empresa ou PJ)Contribuinte pessoa física
FinalidadeInformar retenções de IR e contribuições sobre pagamentosApurar rendimentos, deduções e ajuste anual do IR
FrequênciaAnual (entrega em fevereiro)Anual (entrega entre março e maio)
Situação em 2026Extinta desde jan/2025, substituída por eSocial e EFD-ReinfVigente e obrigatória

O desconto simplificado na DIRF corresponde a R$ 528,00 mensais, equivalente a 25% do limite de isenção. Ele substitui as deduções legais quando mais vantajoso para o contribuinte.

Já o MDR (Merchant Discount Rate) aparecia na DIRF porque o IRRF incidia sobre a receita líquida da processadora de cartões, correspondendo a 1,5% desse valor.

A DIRF acabou, mas o IR da sua PJ não

As retenções migraram pro eSocial e EFD-Reinf. A declaração de imposto de renda da pessoa física que tem empresa continua com regras próprias.

Na masterclass gratuita do Infinite Academy, a contadora Laís Narciso preenche a declaração de quem é PJ do zero, incluindo pró-labore e distribuição de lucros. Assista agora.

Pagamentos

O avanço tecnológico e a demanda por soluções práticas e seguras deram origem a uma revolução no mundo dos pagamentos: as carteiras digitais. Também conhecidas como e-wallets, as carteiras digitais surgiram como uma solução moderna para facilitar pagamentos, conveniência e segurança ao consumidor.

Dentre as várias opções disponíveis no mercado, o Apple Pay, a carteira digital da Apple, se destaca como uma das mais populares e confiáveis. Se você já se perguntou “como usar Apple Pay?”, chegou ao lugar certo. Prepare-se para mergulhar no universo das carteiras digitais e descobrir como o Apple Pay pode transformar sua experiência de compra.

O que é Apple Pay?

Apple Pay é um serviço de pagamento móvel e carteira digital oferecido pela Apple. Ele permite que os usuários façam pagamentos usando dispositivos Apple de forma fácil e segura, tanto em lojas físicas quanto online.

Ao invés de usar cartões de crédito físicos ou dinheiro, o Apple Pay transforma o processo de pagamento em uma experiência mais moderna e conveniente. Todas as informações de pagamento são armazenadas de forma segura no dispositivo e podem ser acessadas rapidamente sempre que você precisar realizar uma compra.

Como o Apple Pay funciona em dispositivos Apple:

  • iPhone: No iPhone, o Apple Pay funciona através da integração com o aplicativo Carteira. Ao aproximar o celular de um terminal de pagamento que tenha NFC (Comunicação por Campo Próximo), a transação é iniciada. A venda só é realizada com Face ID, Touch ID ou, em celulares mais antigos, um código de acesso.
  • iPad: Para os iPads que possuem Touch ID ou Face ID, o Apple Pay pode ser usado para compras em aplicativos ou em sites quando navegados pelo Safari.
  • Apple Watch: Para usar o Apple Pay no Apple Watch, basta pressionar duas vezes o botão lateral e aproximar o relógio do terminal de pagamento. A autenticação é feita antecipadamente quando o relógio é colocado no pulso e permanece válido até ser removido.

Como configurar o Apple Pay?

Configurar o Apple Pay é um processo simples e intuitivo. Acompanhe os passos a seguir para começar a aproveitar os benefícios deste serviço:

  • Abra o aplicativo Wallet: No seu iPhone, localize e abra o aplicativo Wallet, representado por um ícone de carteira.
  • Toque no símbolo “+”: Você encontrará este símbolo no canto superior direito do aplicativo, indicando a opção para adicionar um novo cartão.
  • Siga as instruções na tela: O aplicativo irá guiá-lo através do processo de adição de um cartão. Isso geralmente envolve escanear o cartão com a câmera do dispositivo ou inserir manualmente os detalhes do cartão.
  • Verificação do cartão: Dependendo do banco ou instituição financeira, pode ser necessário verificar sua identidade ou confirmar a adição do cartão. Isso pode ser feito através de um código enviado por SMS, e-mail ou através de um aplicativo bancário.
  • Confirmação: Uma vez que o cartão tenha sido verificado e adicionado, ele estará pronto para ser usado com o Apple Pay. Você verá o cartão listado no aplicativo Wallet.

Como usar o Apple Pay em lojas físicas?

O Apple Pay utiliza a tecnologia NFC (Comunicação por Campo de Proximidade) para realizar transações em terminais de pagamento compatíveis. A seguir, mostramos como usar essa funcionalidade:

1. Localize o símbolo do Apple Pay ou NFC

Ao se preparar para pagar em uma loja, procure o símbolo do Apple Pay ou o ícone NFC no terminal de pagamento. Isso indica que o estabelecimento aceita pagamentos via Apple Pay.

2. Desbloqueie seu dispositivo

No iPhone, autentique-se utilizando o Face ID, Touch ID ou o código de acesso. No Apple Watch, pressione duas vezes o botão lateral.

3. Aproxime o dispositivo do leitor

Mantenha a parte superior do iPhone ou a tela do Apple Watch próximo ao leitor de pagamento até que você veja "Concluído" e uma marca de verificação na tela.

Detalhes sobre a autenticação biométrica (Face ID ou Touch ID) necessária para completar as transações:

A Apple dá grande ênfase à segurança do usuário. Ao usar o Apple Pay, é necessária uma forma de autenticação para garantir que a pessoa que está realizando a transação seja realmente o proprietário do dispositivo:

  • Face ID: Se estiver usando um iPhone com Face ID, olhe diretamente para o dispositivo para autenticar. Um pequeno ícone de cadeado se desbloqueará na parte superior da tela, indicando que a autenticação foi bem-sucedida.
  • Touch ID: Para dispositivos com Touch ID, coloque o dedo no sensor de impressão digital até que a transação seja autenticada.
  • Código de acesso: Em situações em que nem o Face ID nem o Touch ID estão disponíveis ou não funcionam, você pode inserir seu código de acesso para autorizar a transação.

Uso do Apple Pay em compras online

O Apple Pay não se limita apenas a lojas físicas – ele também pode ser usado para realizar pagamentos em aplicativos e em sites compatíveis. Veja como:

  • Ao finalizar a compra, procure o botão do Apple Pay ou a opção de pagamento com Apple Pay. Se você estiver logado na sua conta, sua carteira digital já estará disponível para ser usada.
  • Toque no botão Apple Pay para iniciar o processo de pagamento. Você verá um resumo do seu pedido, bem como os detalhes do cartão que será utilizado.
  • Assim como em lojas físicas, será necessário autenticar a transação usando o Face ID, Touch ID ou seu código de acesso, dependendo do dispositivo que estiver usando.
  • Após a autenticação bem-sucedida, o pagamento será processado. Uma notificação ou uma confirmação visual na tela indicará que o pagamento foi realizado com sucesso.

Vantagens de utilizar essa forma de pagamento em lojas online

Usar o Apple Pay para compras online oferece várias vantagens para os consumidores.

Rapidez

Elimina a necessidade de inserir manualmente detalhes do cartão de crédito ou débito, acelerando o processo de finalização da compra.

Segurança

A Apple utiliza a tecnologia de tokenização para proteger os detalhes do cartão. Isso significa que os detalhes reais do cartão nunca são compartilhados com o vendedor, reduzindo o risco de fraudes.

Conveniência

Com o Apple Pay, não há necessidade de criar contas em diferentes sites ou lembrar de senhas. Isso simplifica a experiência de compra, especialmente para compras rápidas ou impulsivas.

Privacidade

A Apple valoriza a privacidade do usuário. Ao usar o Apple Pay, o vendedor não recebe informações pessoais, como endereço de e-mail ou número de telefone, a menos que você escolha compartilhá-las.

Apple Pay é seguro?

Uma das principais preocupações dos consumidores ao adotar novas tecnologias de pagamento é a segurança. Felizmente, a Apple projetou o Apple Pay com várias camadas de segurança para garantir que as informações dos usuários permaneçam protegidas.

  • Tokenização: Quando você adiciona um cartão ao Apple Pay, um "token" é gerado. Este token é um número exclusivo que é usado em vez dos detalhes reais do seu cartão. Isso significa que os vendedores nunca têm acesso aos detalhes reais do seu cartão, diminuindo o risco de roubo de dados.
  • Autenticação biométrica: Como mencionado anteriormente, para realizar uma transação usando o Apple Pay, é necessário autenticar-se usando o Face ID, Touch ID ou um código de acesso. Isso serve como uma barreira adicional contra transações não autorizadas.
  • Criptografia de ponta a ponta: As informações relacionadas à transação são criptografadas de ponta a ponta, garantindo que elas permaneçam indecifráveis mesmo se interceptadas.

Como a Apple protege as informações financeiras do usuário

A privacidade é um pilar fundamental da filosofia da Apple, e isso se estende ao Apple Pay. A Apple não armazena detalhes sobre o que você comprou, onde comprou ou quanto pagou. Isso significa que suas transações permanecem privadas entre você, o comerciante e o seu banco.

Os detalhes do cartão, representados pelo token, são armazenados de forma segura no "Elemento Seguro" do dispositivo, um chip especializado que mantém as informações protegidas contra acessos não autorizados.

A Apple não vende suas informações para terceiros e não as compartilha com comerciantes, garantindo que sua privacidade seja mantida ao longo de todo o processo.

Cartões compatíveis com Apple Pay no Brasil

Quer saber se o seu cartão de crédito é aceito no Apple Pay? Confira a lista abaixo e veja as instituições disponíveis na carteira digital da Apple.

  • Banco do Brasil
  • Bradesco
  • BTG+
  • Digio
  • InfinitePay
  • Inter
  • Itaú
  • Next
  • Nomad
  • Nubank
  • Original
  • Porto Seguro
  • Unicred
  • Wise
  • Woop Sicred
  • XP

O cartão virtual da InfinitePay, o InfiniteCard, merece posição de destaque. Se você ainda não conhece, ele é o cartão virtual que devolve parte do dinheiro sempre que é usado.

A cada compra, você recebe de volta 1,5% do valor que gastou. E o melhor de tudo: ele não tem anuidade e você não paga nada pra criar o seu. Saiba todas as informações sobre o InfiniteCard.

Além fazer pagamentos, o iPhone também realiza cobranças por aproximação

O Tap to Pay no iPhone é a tecnologia que possibilita receber pagamentos por aproximação de cartões de crédito ou débito, Apple Pay, Apple Watch e smartphones com outras carteiras digitais diretamente no iPhone e sem a necessidade de maquininhas ou equipamentos adicionais.

Para que você consiga usar o Tap to Pay no iPhone, é necessário que você tenha duas coisas:

  • 1. Um iPhone com NFC

NFC, que é a abreviação de Near Field Communication (ou "comunicação a curta distância" em tradução livre), refere-se a uma tecnologia que possibilita a troca de informações entre dispositivos quando estão próximos um do outro. Confira mais sobre o que é NFC neste artigo.

Os modelos de iPhone habilitados para receber pagamentos por aproximação são o iPhone XS e mais novos, rodando a versão mais recente do iOS.

  • 2. O aplicativo da InfinitePay

A InfinitePay foi a primeira empresa brasileira a oferecer a possibilidade de receber pagamentos por aproximação no iPhone no Brasil. Para usá-lo, basta baixar na App Store, fazer o rápido cadastro e em menos de 5 minutos é possível começar a vender com seu iPhone.

O Apple Pay e tecnologias "tap to pay" representam o futuro dos pagamentos digitais. Eles simbolizam a transição de métodos tradicionais para soluções rápidas, seguras e convenientes.

As carteiras digitais, como o Apple Pay, oferecem não só uma experiência de compra mais fluída, mas também um nível superior de segurança através de recursos como tokenização e autenticação biométrica.

À medida que a tecnologia avança, é evidente que estamos nos movendo para uma era onde eficiência e conveniência em transações financeiras são priorizadas. Em resumo, o futuro dos pagamentos chegou – e é digital.

Empreender

Para gerar link de pagamento e receber na hora, defina o valor no app, escolha parcelamento em até 12x e envie o link por WhatsApp ou rede social.

O cliente paga por cartão de crédito (até 12x), Google Pay ou Apple Pay direto no checkout. O dinheiro cai na conta em segundos, sem maquininha, site ou loja virtual.

A velocidade tem preço: receber na hora custa mais do que esperar um dia útil. A diferença pode passar de 1 ponto percentual por venda, conforme o plano de recebimento no cartão.

Segundo pesquisa da Opinion Box, 75% dos brasileiros já contrataram serviços pelo WhatsApp. Quem vende por mensagem e precisa do dinheiro antes da próxima compra de insumo não pode esperar 14 ou 30 dias. Escolher o plano certo equilibra liquidez e custo.

Passo a passo: como criar seu link no app?

O processo leva menos de um minuto no app da InfinitePay. Você define valor, ativa o modo Nitro e envia o link pelo WhatsApp ou rede social.

O cliente paga por cartão de crédito (até 12x), Google Pay ou Apple Pay no checkout.

Fluxo de três passos no app InfinitePay: ativar o modo Receba em 6 segundos, definir detalhes do link e compartilhar.

Passo a passo rápido para criar e enviar seu link de pagamento pelo WhatsApp.

Ative o modo Receba em 6 segundos (modo Nitro)

  1. Abra o app da InfinitePay e toque em Enviar cobrança.

  2. Selecione Link de Pagamento.

  3. Ative a opção Receba em 6 segundos com um toque.

Esse botão liga o modo Nitro da InfinitePay. Com ele, o dinheiro cai na sua conta em instantes, inclusive em feriados e fins de semana.

Se preferir pagar menos de taxa, desative o Nitro e receba em 1 dia útil pelo plano D+1. A diferença no crédito à vista é de mais de 1 ponto percentual: 5,99% no Nitro contra 4,20% no D+1.

Insira valor, parcelas e descrição

  1. Digite o valor da venda.

  2. Escolha o número máximo de parcelas (até 12x no cartão).

  3. Adicione uma descrição do produto ou serviço.

A descrição aparece para o cliente na hora do pagamento. Use algo específico: "Caixa de brigadeiros 20 unidades" funciona melhor do que "Encomenda".

Antes de enviar, você pode escolher se assume a taxa do parcelamento ou repassa ao cliente. Essa opção aparece no mesmo fluxo, com um clique.

Compartilhe o link e acompanhe o pagamento

  1. Toque em compartilhar e escolha o canal: WhatsApp, Instagram, e-mail ou SMS.

  2. Acompanhe o status do pagamento direto no app.

O app notifica quando o cliente paga. Com o modo Nitro ativo, o valor aparece no saldo em segundos.

O cartão de crédito passa pelo checkout seguro do link, com Google Pay e Apple Pay também disponíveis.

Para ilustrar: Mariana, MEI de doces personalizados, vende uma encomenda de R$ 180 pelo WhatsApp e precisa do dinheiro no mesmo dia para comprar insumos. Gera o link em menos de 1 minuto, o cliente paga pelo app e o valor cai na hora com o modo Nitro. Sem maquininha, sem loja virtual, sem esperar D+1. Se quiser aprender a criar cobranças em qualquer canal, veja o guia de como gerar link de pagamento.

Planos de recebimento do link de pagamento InfinitePay

O link de pagamento da InfinitePay aceita cartão de crédito (até 12x), Google Pay e Apple Pay. Não aceita Pix nem débito. Cada plano define quando o dinheiro cai na conta e quanto você paga por isso.

As taxas abaixo valem para link de pagamento no cartão, consultadas em 25/06/2026:

Forma de pagamentoReceba na HoraD+1Modo Nitro
Crédito 1x5,49%4,20%5,99%
Crédito 6x13,99%9,67%14,49%
Crédito 12x18,29%16,66%18,79%

Fonte: tabela de taxas InfinitePay, Link de Pagamento, consultada em 25/06/2026. Valores podem variar; confira no app da InfinitePay antes de ativar. ¹Débito não disponível para D+1 e modo Nitro no link de pagamento.

Receba na Hora

Plano de conta D+0 da InfinitePay: todas as vendas aprovadas caem na conta em até 6 segundos, inclusive em fins de semana e feriados. É o link de pagamento recebimento na hora padrão para quem vende com frequência.

A contrapartida é a permanência mínima de 30 dias. Vende quase todo dia e depende de liquidez constante? A permanência costuma valer a pena. Demanda esporádica? Use o modo Nitro só quando precisar.

D+1

O dinheiro chega em 1 dia útil. A taxa de crédito à vista cai para 4,20%, uma diferença de 1,29 ponto percentual frente ao Receba na Hora.

O plano D+1 funciona para quem programa compras de insumo com antecedência e não depende do dinheiro no mesmo dia.

Modo Nitro

O modo Nitro é o toggle por venda dentro do fluxo do link. Com ele ativado, aquela venda específica cai em instantes, sem exigir a permanência mínima do plano Receba na Hora. Você liga e desliga no app, venda por venda.

A taxa é ligeiramente maior: 5,99% no crédito à vista contra 5,49% do Receba na Hora. A flexibilidade compensa quando o volume oscila e você só precisa de liquidez imediata em dias específicos.

Qual escolher? Se vende todos os dias e quer a menor taxa instantânea, Receba na Hora. Se prefere economizar e o caixa aguenta 1 dia útil, D+1. Se a demanda é irregular e você quer ativar o instantâneo só quando precisa, modo Nitro. Para simular valores reais, use a Calculadora de Taxas.

Precisa do dinheiro na hora? Ative o modo Nitro no link InfinitePay. Volume maior e caixa que aguenta 1 dia útil? D+1 a 4,20% reduz custo sem travar o fluxo. Quer comparar outras opções do mercado? Confira nosso artigo sobre o melhor link de pagamento.

Quando vale a pena receber pelo link na hora?

Receber na hora pelo link compensa quando o intervalo entre vender e pagar um custo operacional é curto. Se o dinheiro pode esperar um dia útil, o D+1 reduz a taxa.

Cenários de uso do recebimento na hora: vendas por WhatsApp, cobrança de encomendas e caixa no fim de semana.

Cenários em que o recebimento na hora protege o fluxo de caixa do negócio.

Vendas pelo WhatsApp e redes sociais

Quem vende pelo WhatsApp fecha em minutos. O cliente decide rápido; qualquer atrito pode travar a venda.

Com recebimento instantâneo, o valor entra antes do cliente mudar de ideia. Para vendas de ticket baixo e alta frequência, essa agilidade supera a diferença de taxa.

Encomendas com valor variável

Negócios de encomenda personalizada, como doces, artesanato e costura sob medida, não têm preço fixo. Cada pedido gera um valor diferente.

O link resolve isso sem loja virtual: define o valor, envia e recebe. Se a matéria-prima precisa ser comprada antes da produção, o recebimento na hora financia o próximo pedido sem capital próprio.

Fim de semana e feriado

Ana, fotógrafa autônoma, fecha um ensaio na sexta-feira e precisa pagar o estúdio alugado no sábado. Com o modo Nitro ativo, ela envia o link, recebe na hora e quita o custo operacional sem atraso.

Bancos não compensam transferências em feriados. O recebimento instantâneo via link funciona sábado, domingo e feriado, cobrindo o gap que o D+1 não alcança.

Se o caixa aguenta esperar segunda-feira, o D+1 economiza 1,29 ponto percentual no crédito à vista. A regra é direta: urgência operacional justifica a taxa; conforto, não. Use a Calculadora de Preço de Venda para definir valores que cubram taxas e lucro.

Cuidados e limites do link de pagamento

Cuidados ao vender com link: calcular taxas e escolher prazos, guardar comprovantes contra contestação e conferir limites.

Boas práticas fundamentais para proteger o caixa e a segurança do seu negócio.

Taxa vs prazo: faça a conta

O crédito à vista no modo Receba na Hora custa 5,49%. No D+1, cai para 4,20%. Se R$ 3.000 forem em crédito à vista, a diferença entre 5,49% e 4,20% é R$ 38,70.

Se o caixa aguenta um dia útil, use D+1 no dia a dia e ative o Receba na Hora ou o modo Nitro só quando a despesa não espera. Essa alternância reduz o custo sem travar a operação.

Segurança e chargeback

Venda por cartão a distância tem risco de contestação. O cliente pode abrir disputa alegando que não reconhece a compra ou que não recebeu o produto.

Guarde comprovante de entrega, print da conversa e confirmação do pedido. Esses registros são a defesa em caso de chargeback. Sem prova, você perde a disputa e o valor pode ser estornado pelo banco/emissor, dependendo da análise. Para entender os riscos e boas práticas, leia nosso guia sobre link de pagamento seguro.

Limites e elegibilidade

Limites de transação por link variam conforme o perfil da conta, tipo de documento e histórico de uso. Confira o limite disponível direto no app antes de enviar uma cobrança alta.

Requisitos para gerar links:

  • Conta ativa na plataforma de pagamento

  • CPF ou CNPJ regularizado na Receita Federal

  • Cadastro completo com dados bancários vinculados

Receba na hora com link de pagamento InfinitePay

Crédito à vista a partir de 4,20% no D+1 ou recebimento em até 6 segundos com modo Nitro. Você escolhe por venda, sem custo de maquininha ou loja virtual. Se você vende pelo WhatsApp e precisa do dinheiro antes da próxima compra de insumo, o link de pagamento da InfinitePay resolve em menos de um minuto.

Crie sua conta, gere o primeiro link e teste o recebimento na hora. Baixe o app da InfinitePay e comece a cobrar hoje.

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