Aprenda sobre gerenciamento de faturamento. Descubra estratégias para otimizar o fluxo de caixa e a saúde financeira de sua empresa.

Parcerias estratégicas conectam duas empresas com públicos e objetivos complementares para gerar vendas que nenhum lado alcançaria sozinho. Para pequenos negócios, a colaboração é uma das formas mais baratas de expandir alcance sem aumentar custo fixo: em vez de investir em aquisição isolada de clientes, você divide esforço com um parceiro que já atende um público parecido com o seu.
A pesquisa "Sobrevivência das Empresas 2020", do Sebrae, mostrou que 29% dos microempreendedores individuais (MEIs) fecham em até cinco anos, seguidos por 21,6% das microempresas e 17% das empresas de pequeno porte. Fonte: Sebrae PR. Acesso a crédito e melhores estratégias comerciais aparecem entre os fatores que ajudam a reverter esse cenário, e parcerias bem estruturadas são uma dessas estratégias. Um estudo da Harvard Business Review sobre parcerias de inovação mostrou que 94% dos executivos de tecnologia consideram parcerias uma estratégia necessária para crescer. Fonte: Harvard Business Review.
Uma parceria estratégica é um acordo formal ou informal entre duas empresas que combinam recursos, canais ou tecnologias para gerar resultados compartilhados. A diferença para uma venda simples está na continuidade: as duas partes mantêm objetivos comuns e divisão de ganhos ao longo do tempo, não em uma transação única.
Existem cinco tipos principais de parceria que pequenos negócios usam para aumentar vendas:
Antes de propor qualquer acordo, identifique empresas que compartilhem valores parecidos com os seus e atendam um público complementar. Valores alinhados reduzem conflito e aumentam a chance de a parceria durar além da primeira campanha.
Na prática, comece mapeando negócios do seu ecossistema que não competem diretamente com você, mas atendem o mesmo tipo de cliente. Se sua empresa vende roupas infantis, uma parceira natural pode ser uma loja de brinquedos educativos da mesma região. Os dois públicos têm perfil parecido (pais de crianças pequenas) e os produtos se complementam sem canibalizar vendas.
Dica: participe de eventos, feiras e associações do seu segmento para conhecer possíveis parceiros com interesses alinhados. Eventos presenciais ainda são a forma mais rápida de construir a confiança inicial que uma parceria exige.
Uma parceria funciona quando cada lado oferece o que o outro não tem. Procure parceiros cujos produtos, habilidades ou canais preencham uma lacuna no seu negócio, e ofereça o mesmo em troca. Se você tem uma base de clientes fiel mas falta canal digital, uma parceria com uma empresa que tem loja online estruturada resolve duas dores ao mesmo tempo.
Analise o portfólio de produtos ou serviços dos possíveis parceiros e identifique oportunidades de complementaridade. Uma empresa que vende câmeras fotográficas pode se beneficiar de uma parceria com um curso de fotografia: o curso ganha um canal de venda de equipamentos, e a loja ganha autoridade e indicação de produtos para seus clientes.
Dica: faça uma tabela simples com três colunas: o que você oferece, o que você precisa e o que o parceiro potencial ganha. Se uma das colunas estiver vazia, a parceria ainda não está pronta.
Para que a parceria gere resultado, defina metas mensuráveis antes de começar a executar. Objetivos vagos como "aumentar vendas" não funcionam. Especifique: aumentar o faturamento em 15% no trimestre, gerar 200 leads novos via parceria ou elevar o ticket médio em R$ 30 com combos.
Crie um plano de ação conjunto que detalhe as responsabilidades de cada parte e os prazos para alcançar as metas. Quem produz o material de divulgação? Quem responde pelo atendimento dos clientes que chegam pela parceria? Como e quando os valores são divididos? Essas respostas precisam estar definidas antes do primeiro dia de execução.
Dica: escreva o acordo em um documento simples, mesmo que não seja um contrato formal. Ter as expectativas documentadas reduz desentendimento e serve como base para revisões.
Comunicação aberta é o que mantém a parceria viva depois do entusiasmo inicial. Mantenha um canal direto com seu parceiro e compartilhe progressos, resultados e obstáculos. Esconder um problema até ele virar crise é a forma mais comum de parcerias terminarem antes do prazo.
Estabeleça reuniões periódicas para discutir o andamento e alinhar expectativas. Um encontro mensal de 30 minutos é suficiente para revisar números, ajustar a estratégia e decidir os próximos passos. Se a parceria envolve divisão de receita, o relatório de vendas precisa estar disponível para ambos os lados em tempo real.
Dica: defina um responsável pela comunicação em cada empresa desde o início. Ter um ponto de contato claro evita que mensagens se percam entre departamentos.
Acompanhar resultados é o que separa uma parceria que gera vendas de uma que só consome tempo. Defina os indicadores de desempenho (KPIs) na primeira reunião e revise em ciclos regulares. Os principais KPIs para medir o sucesso de uma parceria são:
Promova sessões de feedback com seu parceiro para discutir os resultados e planejar ações futuras. Se os números não se movem após três meses de execução, redefina o modelo de divisão, troque o canal de divulgação ou considere encerrar o acordo antes que acumule prejuízo.
A operação financeira de uma parceria precisa ser tão clara quanto a estratégia comercial. Dividir receita manualmente, fazer Pix de cabeça ou transferir valores sem rastro gera conflito e desgasta a relação. Ferramentas que centralizam o recebimento e permitem divisão automática de valores reduzem esse risco.
Um link de pagamento compartilhado, por exemplo, permite que duas empresas vendam um combo conjunto e recebam cada uma sua parte sem precisar de reconciliação manual. O cliente paga uma vez, e cada parceiro recebe o valor acordado na hora. Isso elimina a fase mais propensa a desentendimento: quem repassa o quê e quando.
Da mesma forma, ter uma conta digital que aceita Pix sem taxa e permite TED gratuita entre parceiros reduz o custo de operação da parceria a zero no lado financeiro. O esforço fica concentrado na estratégia comercial, que é onde a parceria realmente gera valor.
Antes de fechar qualquer parceria, confirme que você tem respostas para cada item abaixo:
Criar parcerias que aumentam vendas exige planejamento, alinhamento de valores e comunicação constante. Seguindo esses cinco passos e mantendo o foco em resultados mensuráveis, você transforma colaboração em receita real para o seu negócio. Se quiser aprofundar estratégias comerciais, leia também sobre canais de vendas e como vender mais e melhor com técnicas aplicáveis a parcerias.

O ticket médio é um indicador que mede o valor médio de cada venda do seu negócio em um período. Ele mostra quanto, em média, cada cliente gasta por compra e ajuda a avaliar o desempenho da sua operação. Negócios que monitoram essa métrica crescem a receita sem depender apenas de captar novos clientes. Usar esse dado a favor da estratégia de vendas é o caminho para resultados mais competitivos.
O cálculo é direto: divida o faturamento total do período pelo número de vendas realizadas nesse mesmo período. A fórmula é: ticket médio = faturamento total ÷ número de vendas. A receita usada é o faturamento bruto, não o lucro.
Por exemplo: se você fechou o mês com um faturamento de R$ 2.000 e realizou 20 vendas, seu ticket médio é de R$ 100. O mesmo raciocínio vale para qualquer período, seja uma semana, um mês ou um trimestre. Fonte: Sebrae-SC.
O valor médio de venda, também chamado de AOV (Average Order Value, ou valor médio do pedido), é a mesma métrica sob outro nome. O importante é medir sempre no mesmo período e comparar com os meses anteriores para enxergar a tendência.
Não existe um número único. O parâmetro depende do segmento e do canal de venda. No e-commerce brasileiro, o ticket médio ficou em torno de R$ 492 em 2024, segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). Em nichos específicos, a variação é grande: cosméticos giram próximos de R$ 173 por pedido, enquanto moda infantil ultrapassa R$ 346, conforme um levantamento de mais de 1.000 lojas brasileiras. Fonte: ABComm (E-commerce Brasil, 2024) e Prax (2025).
| Segmento | Ticket médio de referência | Fonte |
|---|---|---|
| E-commerce (geral) | ~R$ 492 | ABComm, 2024 |
| Cosméticos | ~R$ 173 | Prax, 2025 |
| Moda infantil | ~R$ 346 | Prax, 2025 |
| Brinquedo e diversão | ~R$ 127 | Prax, 2025 |
O ponto de partida é a média do seu próprio setor, comparada mês a mês no seu negócio. Um ticket médio que cobre o custo de aquisição de clientes, ou CAC, com folga é um sinal saudável de rentabilidade.
Um ticket médio alto indica que suas vendas estão com boa performance e que cada transação gera mais receita. Se o valor cai, é um sinal de que você precisa rever os preços, o mix de produtos ou o processo de venda.
Ele também ajuda a dimensionar o crescimento do negócio. Aumentar o ticket médio costuma ser mais barato do que captar novos clientes, porque as vendas extras diluem custos fixos como aluguel, equipe e marketing já pagos. Por isso, estratégias de upsell, cross-sell e kits de produtos são centrais para elevar o valor médio de venda sem inflar o custo de aquisição.
Oferecer um mix de produtos relacionados em um único combo é a estratégia mais simples para aumentar o valor por pedido. Um pequeno negócio de acessórios para celular pode juntar capinha nova e película para tela em um kit com desconto. Uma cafeteria pode combinar o café da manhã com um salgado. O raciocínio vale para serviços: um salão de beleza pode oferecer corte mais hidratação em um único pacote.
A regra é juntar produtos que o cliente já procura juntos. O combo entrega mais valor percebido e aumenta a receita por venda sem elevar o custo de aquisição.
Upsell é a técnica de oferecer uma versão mais cara ou mais completa do produto que o cliente está considerando. Conheça melhor o que é upsell e cross-sell para aplicar no seu negócio. Se alguém busca um smartphone de 64 GB, a loja sugere o modelo de 128 GB destacando o benefício da capacidade extra. Um restaurante sugere a versão gourmet de um prato com ingredientes premium. O objetivo é levar o cliente a optar por uma opção de maior valor agregado, elevando o valor médio do pedido.
Cross-sell, ou venda cruzada, é sugerir produtos que complementam a compra principal. Ao vender um tênis, a loja oferece meias de corrida ou produtos de cuidado para o calçado. No e-commerce, a sugestão de produtos frequentemente comprados junto no checkout é um caso clássico. A diferença para o upsell é o foco: upsell melhora o que o cliente já vai comprar; cross-sell adiciona algo novo à compra.
Programas de recompensa incentivam compras repetidas e aumentam o ticket médio ao longo do tempo. Uma cafeteria oferece um cartão digital em que, após 10 compras, o cliente ganha um café grátis. Lojas de cosméticos distribuem pontos a cada compra, trocáveis por descontos ou brindes. A conexão emocional com a marca mantém o consumidor engajado e eleva o valor gasto por visita. Saiba mais sobre como vender mais e melhor combinando fidelidade com as outras estratégias.
Formas de pagamento variadas reduzem a fricção no fechamento da venda. O parcelamento no cartão, em especial, é um gatilho para o cliente aceitar gastar mais por pedido. Com a Maquininha Smart da InfinitePay, você oferece parcelamento em até 12x no cartão e Pix com taxa 0% para quem paga. As taxas variam conforme o faturamento do seu negócio: para quem fatura até R$ 20 mil por mês, o crédito à vista parte de 3,15% e o crédito em 12x parte de 12,40% no plano D+1. Para detalhes completos por faixa de faturamento, consulte a página oficial de taxas da InfinitePay.
Mesmo parcelando, você recebe no dia útil seguinte, sem taxa extra de antecipação, e mantém a saúde do seu fluxo de caixa.
Aumentar o ticket médio exige estratégia de venda e condições de pagamento que fecham mais pedidos. Com a InfinitePay você oferece parcelamento em até 12x no cartão, Pix gratuito e recebimento em 1 dia útil, sem taxa de antecipação. Assim, o cliente compra mais por pedido e você mantém o caixa rodando. Dê o próximo passo e comece a aumentar suas vendas com condições que cabem no seu negócio.

Cada contratação é um investimento com retorno que pode ser positivo ou negativo. Contratar a pessoa certa eleva produtividade e faturamento; contratar a errada custa até o dobro do salário anual em rescisão, retrabalho e perda de clientes. Por isso, a gestão do seu negócio precisa casar recrutamento, retenção e fluxo de caixa. Sem caixa organizado, você não consegue pagar um salário competitivo, oferecer benefícios ou investir em treinamento.
O Brasil tem uma das maiores taxas de rotatividade de funcionários do mundo. Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), o sistema do governo federal que registra admissões e desligamentos de trabalhadores com carteira assinada, mostram que a rotatividade anual no país fica entre 40% e 56%. Substituir um colaborador custa de 50% a 200% do salário anual dele, segundo estimativas de mercado. Em um negócio pequeno, onde cada real conta, esse custo pode inviabilizar o mês.
Antes de abrir uma vaga, você precisa saber quanto o funcionário vai custar de fato. O salário bruto é só o começo: sobre ele incidem férias com acréscimo de um terço, 13º salário, FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço, o depósito mensal de 8% que protege o trabalhador em caso de demissão), contribuição previdenciária e provisão para multa rescisória. No regime do Simples Nacional, esses encargos somam cerca de 39% acima do salário bruto.
Todos esses dados são reportados ao eSocial, o sistema do governo que centraliza informações trabalhistas, previdenciárias e fiscais da empresa. Para não errar na conta, use a calculadora de custo de funcionário da InfinitePay, que mostra o valor total com encargos e benefícios antes de você assinar a carteira.
Um funcionário no regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), que rege os contratos formais no Brasil, custa mais que o salário. Sobre o salário mínimo de 2026, fixado em R$ 1.621 pelo Decreto nº 12.797/2025, o custo real para o empregador sobe para cerca de R$ 2.260 já com encargos, sem contar vale-transporte, vale-refeição e plano de saúde. Quem contrata pelo Simples Nacional recolhe FGTS, férias, 13º e contribuição previdenciária. Empresas de Lucro Real ou Presumido pagam ainda INSS patronal de 20%, seguro de acidente de trabalho e contribuições para o Sistema S. Antes de formalizar a admissão, confira o passo a passo para assinar a Carteira de Trabalho Digital pelo eSocial.
O modelo de contratação muda o custo e o vínculo. CLT garante estabilidade e direitos ao trabalhador, mas eleva o custo em cerca de 40% acima do salário. PJ (pessoa jurídica) transfere a responsabilidade dos encargos para o contratado e reduz o custo fixo, mas não cria vínculo empregatício e exige que o profissional emita nota fiscal. Para funções contínuas e presenciais, CLT é a escolha certa. Para projetos pontuais ou especialistas externos, PJ reduz custo e burocracia. O MEI (Microempreendedor Individual) pode contratar apenas um funcionário CLT, com encargos simplificados de 3% de INSS e 8% de FGTS sobre o salário mínimo.
O LinkedIn é a rede social profissional mais usada para recrutamento no Brasil. Otimizar sua presença ali aumenta a chance de aparecer nas buscas de candidatos qualificados. Veja o passo a passo:
A otimização no LinkedIn é contínua. Mantenha o perfil atualizado e continue engajando com sua rede para ampliar o alcance das suas vagas.
Contratar é metade do trabalho. Reter quem você contratou evita o custo de uma nova busca e mantém o conhecimento dentro do negócio. As estratégias abaixo reduzem o turnover voluntário, que é quando o funcionário pede demissão por insatisfação.
Seu time prospera em um ambiente que encoraja respeito, cooperação e comunicação aberta. Isso eleva motivação e desempenho.
As pessoas querem crescer na carreira. Ofereça treinamentos, oportunidades de aprimorar habilidades e um caminho claro de progressão.
Reconheça o esforço dos colaboradores quando se destacam. Um agradecimento sincero ou uma recompensa fortalece o engajamento.
Mantenha o time informado e aberto ao feedback. Isso fortalece o envolvimento e a motivação de todos. Para organizar conversas semanais, metas e feedback, veja como liderar uma equipe.
Além de um salário justo, benefícios como plano de saúde, vale-refeição e horário flexível atraem e retêm talentos.
Uma cultura sólida que une os colaboradores aos propósitos e valores da empresa aumenta a satisfação e o comprometimento.
Atrair e reter talentos funciona quando você trata a contratação como investimento e organiza o caixa para sustentá-la. Saiba quanto o funcionário custa, use o LinkedIn de forma estratégica e crie um ambiente onde as pessoas queiram ficar. Sua gestão de fluxo de caixa precisa estar sólida para bancar salários, benefícios e treinamentos. Para isso, abra sua conta digital na InfinitePay: Pix gratuito, recebimento rápido e sem taxa de manutenção para você focar no time.

O planejamento financeiro empresarial usa o histórico do caixa para antecipar cenários e guiar decisões.
No Brasil, 60% das empresas não sobrevivem a cinco anos. Misturar contas pessoais e empresariais para cobrir urgências cega a operação.
O planejamento financeiro empresarial é um ciclo de diagnóstico, projeção e ajuste que orienta as decisões da empresa. Dentro desse processo, planejamento, orçamento e controle cumprem papéis diferentes, mas integrados:
| Termo | Função prática |
|---|---|
| Orçamento | Previsão de limites, definindo teto de gastos e meta de receitas. |
| Controle | Registro e acompanhamento diário das movimentações no fluxo de caixa. |
| Planejamento | Ciclo que cruza o controle e o orçamento para apoiar as decisões. |
Para esses números funcionarem, é essencial separar as contas pessoais (PF) das empresariais (PJ). Defina um pró-labore e evite retirar dinheiro aleatório do caixa.
A Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) revela se houve lucro, mas uma operação lucrativa não garante saldo no banco.
Por exemplo, vender parcelado e pagar fornecedores à vista gera lucro contábil, mas o caixa fica descoberto até o recebimento. Esse cenário ilustrativo demonstra que lucro e caixa (liquidez) respondem a questões diferentes. Qualquer nova despesa exige consultar o saldo projetado, e não apenas a margem do produto.
Transformar números soltos em uma agenda de decisões é o núcleo de como fazer um planejamento financeiro empresarial. Pense em um gestor de serviços que acumula vendas e pagamentos, com vencimentos em dias distintos. Sem visualizar o próximo trimestre, assumir novos custos vira um risco.
Entender como montar um planejamento financeiro empresarial afasta surpresas. Siga este planejamento financeiro empresarial passo a passo.

Ciclo de planejamento financeiro semanal para controle de caixa da PME.
O ponto de partida é desvincular recursos pessoais do caixa corporativo. Misturar contas distorce o custo real da operação.
Defina um pró-labore fixo mensal e pague no mesmo dia da folha de funcionários. O saldo excedente permanece na empresa para garantir a liquidez do negócio.
Com contas separadas, anote diariamente todas as movimentações. Classifique cada lançamento informando a data exata. Um modelo de planejamento financeiro empresarial começa pela precisão desses dados.
Se precisa de uma ferramenta pronta, a Planilha de Fluxo de Caixa InfinitePay atua como uma planilha de planejamento financeiro empresarial gratuita e eficiente. Ela garante o controle de previsão versus realizado por meio de abas diárias, semanais e mensais.
O seu fluxo de caixa precisa antecipar os próximos meses. Estime recebíveis a prazo e compromissos fixos em colunas para 30, 60 e 90 dias. A partir disso, elabore cenários otimista, realista e pessimista.
Eles testam hipóteses sobre atrasos de clientes ou quedas sazonais, não servem como previsões garantidas. Quem prefere operar de forma offline costuma usar um planejamento financeiro empresarial excel para simular as variações de saldo antes de gastar.
O último passo da rotina é manter a disciplina de revisão. Escolha um dia da semana para conferir se os lançamentos se confirmaram. Além da checagem semanal, estabeleça uma revisão mensal dos resultados.
Ao cruzar o previsto com a realidade do período, o gestor corrige desvios, reavalia orçamentos e otimiza o controle financeiro empresarial.
O desvio de caixa inicia uma investigação, não uma decisão no achismo. Imagine uma gestora de comércio com vendas a prazo e reposição de estoque.
Quando o saldo previsto cai antes de fornecedores e impostos vencerem, ela precisa investigar o motivo antes de comprar mercadoria. Em vez de assumir que o problema é a falta de vendas, conecte o saldo projetado aos preços e prazos.
O capital de giro sustenta a operação no curto prazo. A fórmula é: Capital de Giro = Ativo Circulante − Passivo Circulante. O ativo circulante de curto prazo inclui o dinheiro em caixa, valores a receber e estoque, enquanto o passivo circulante engloba contas imediatas, como fornecedores, salários e impostos.
Essa comparação verifica se há recurso para honrar os compromissos próximos. Você pode usar a Calculadora de Capital de Giro InfinitePay (ferramenta gratuita) para um diagnóstico rápido e definir o próximo passo do seu planejamento estratégico.
| Sinal no caixa | Hipótese a conferir | Decisão a testar |
|---|---|---|
| Faturamento sobe, mas o caixa fica negativo | O prazo de recebimento é maior que o de pagamento? | Renegociar prazo com fornecedor ou aplicar ações contra a inadimplência. |
| Lucro no papel, mas falta dinheiro para impostos | Custos ou despesas estão consumindo a margem? | Ajustar a precificação com base nos custos reais e rever os descontos. |
| Vendas estáveis, mas baixa liquidez imediata | Há dinheiro preso em produtos de giro lento? | Promover controle de estoque e liquidar mercadoria parada antes de repor. |
| Constantes faltas de saldo durante o mês | O fluxo de caixa está descasado das despesas? | Alterar datas de vencimento de fornecedores para os dias de alta receita. |
A inadimplência e os prazos longos comprometem a sua liquidez. Se o diagnóstico apontar atrasos frequentes, priorize a melhoria da cobrança antes de buscar um empréstimo automaticamente. Reduzir prazos destrava recursos sem gerar dívidas.
Estoque parado imobiliza o seu dinheiro. Se as despesas pesam mesmo com vendas frequentes, a sua margem pode estar defasada. Revisar a precificação e liquidar produtos encalhados devolve o equilíbrio financeiro às contas da empresa.
Para manter o planejamento financeiro em uma empresa atualizado, a rotina exige registro contínuo, conferência semanal de vencimentos e uma revisão mensal. O fechamento compara o previsto com o realizado e investiga as causas dos desvios.
Avaliar o planejamento financeiro e orçamento empresarial exige separar vendas do resultado real:
Demonstração do Resultado do Exercício (DRE): visão gerencial que alinha receitas, custos e despesas para revelar lucro ou prejuízo.
Capital de giro: recurso para manter a empresa rodando enquanto os clientes não pagam. A fórmula é o Ativo Circulante menos o Passivo Circulante. Você pode usar a Calculadora de Capital de Giro da InfinitePay como diagnóstico rápido.
Margem: diferença entre preço e custo direto, que valida a precificação.
Para entender a aplicação prática, considere um cenário ilustrativo de uma PME que registra recebimentos de R$ 50 mil e tem R$ 40 mil em caixa e estoque (ativo). Os pagamentos de fornecedores e impostos somam R$ 60 mil (passivo).
| Indicador | Cálculo simples | Leitura | Decisão |
|---|---|---|---|
| Saldo projetado | R$ 50 mil (entradas) menos R$ 60 mil (saídas) | Faltarão R$ 10 mil para fechar o mês. | Postergar pagamentos ou antecipar recebíveis. |
| Capital de giro | R$ 40 mil (ativo) menos R$ 60 mil (passivo) | O saldo é negativo em R$ 20 mil. | Liquidar estoque parado para gerar caixa rápido. |
| Margem | Preço de venda menos custo direto | O produto vendido não cobre os custos fixos. | Revisar precificação antes de novas vendas. |
Alguns vícios inviabilizam o controle de caixa. O maior deles é misturar contas pessoais e empresariais, o que acaba escondendo o custo de vida do sócio dentro das despesas do negócio. Outro erro comum é cobrar apenas com base no custo de compra do fornecedor, esquecendo de calcular os gastos operacionais.
Ignorar a inadimplência e atuar sem uma régua ativa de cobrança também converte o faturamento projetado em buracos financeiros. Em vez de seguir regras genéricas de reserva de meses fixos, dimensione a sua proteção de acordo com os compromissos, a previsibilidade e os riscos do seu próprio mercado.
A primeira etapa de um planejamento financeiro é mapear as datas exatas das entradas e das saídas. Para aplicar essa rotina e comparar a previsão com o realizado, você pode usar a Planilha de Fluxo de Caixa da InfinitePay.
O arquivo é gratuito e editável, oferece cálculo automático de saldo e traz abas separadas para o controle diário, semanal, mensal e semestral. Dessa forma, você organiza os números do negócio em poucos minutos e enxerga o saldo disponível antes de assumir qualquer despesa nova.
Para complementar a sua organização e garantir que os números diários estejam sempre exatos, assista ao nosso guia prático de fechamento de caixa:

Nenhuma maquininha tem a menor taxa em todas as modalidades: a mais barata no débito nem sempre é a mais barata no crédito ou no parcelado. Entre as maquininhas físicas com tabela pública, a InfinitePay tem o menor crédito à vista (3,15%) e o menor 12x (12,40%) na faixa de entrada, além de Pix a 0% sem condição.
Para o pequeno negócio, a diferença aparece no fim do mês: o crédito movimentou R$ 1,7 trilhão no primeiro semestre de 2026, segundo a Abecs, e é justamente a modalidade em que as taxas mais variam entre as maquininhas.
A tabela mostra a taxa de cada modalidade na faixa de entrada das maquininhas que publicam preços, depois das promoções de boas-vindas. Stone, Rede e Safrapay definem as taxas em proposta comercial e não entram na comparação.
| Maquininha | Débito | Crédito à vista | 12x | Pix | Prazo |
|---|---|---|---|---|---|
| InfinitePay | 1,37% | 3,15% | 12,40% | 0% | 1 dia útil |
| SumUp | 0,99% | 3,49% | 13,99% | 0% na conta SumUp | Na hora |
| Getnet (Get Lite) | 1,39% | 3,49% | 12,88% | Não publicado | 2 dias úteis |
| PagBank | 1,44% | 3,49% | 13,78% | 0,99% | Na hora |
| Ton | 1,69% | 3,86% | 20,39% | 0% com chave Pix | 1 dia útil |
| Cielo | 1,96% | 4,42% | 19,78% | 0,99% | 1 dia |
| Mercado Pago | 1,98% | 4,86% | 21,39% | 0,49% | Na hora |
*Taxas de Visa e Mastercard consultadas nos sites oficiais em 28/09/2026. A faixa de entrada muda de empresa para empresa (de até R$ 3 mil a até R$ 20 mil por mês) e o prazo de recebimento não é igual entre elas. Fonte: sites oficiais de InfinitePay, SumUp, Getnet, PagBank, Ton, Cielo, Mercado Pago, Stone, Rede e Safrapay, consulta em 09/2026.
Por modalidade, o resultado fica assim:
Para comparar também preço do equipamento, prazo e perfil de cada marca, veja o comparativo da melhor maquininha de cartão.
O custo real depende de como seus clientes pagam. Num negócio que vende R$ 3 mil por mês, sendo 30% no débito, 40% no crédito à vista, 10% em 12x e 20% no Pix, as taxas da faixa de entrada resultam nestes valores:
| Maquininha | Custo no mês | Custo em 12 meses |
|---|---|---|
| InfinitePay | R$ 87,33 | R$ 1.047,96 |
| SumUp | R$ 92,76 | R$ 1.113,12 |
| Getnet (Get Lite) | R$ 93,03 + Pix | R$ 1.116,36 + Pix |
| PagBank | R$ 102,12 | R$ 1.225,44 |
| Ton | R$ 122,70 | R$ 1.472,40 |
| Cielo | R$ 135,96 | R$ 1.631,52 |
| Mercado Pago | R$ 143,25 | R$ 1.719,00 |
*Simulação com as taxas da tabela anterior, sem aluguel, mensalidade ou preço do equipamento. Getnet não publica a tarifa do Pix. Fonte: sites oficiais das empresas, consulta em 09/2026.
O parcelado pesa mais que a sua fatia nas vendas: 10% do faturamento em 12x responde por mais de 40% do custo em todas as maquininhas da simulação. Se você vende muito parcelado, a taxa de 12x decide a conta.
Entre as tabelas públicas, a InfinitePay tem a menor taxa de 12x na faixa de entrada, e a taxa cai conforme o faturamento. As taxas abaixo são únicas sobre a venda, já com a antecipação de todas as parcelas, para receber tudo em 1 dia útil:
| Modalidade | Até R$ 20 mil | R$ 20 mil a R$ 40 mil | R$ 40 mil a R$ 80 mil | Acima de R$ 80 mil |
|---|---|---|---|---|
| Débito | 1,37% | 0,85% | 0,79% | 0,75% |
| Crédito à vista | 3,15% | 2,89% | 2,79% | 2,69% |
| 2x | 5,39% | 4,22% | 4,08% | 3,94% |
| 3x | 6,12% | 4,83% | 4,65% | 4,46% |
| 4x | 6,85% | 5,44% | 5,21% | 4,98% |
| 5x | 7,57% | 6,05% | 5,77% | 5,49% |
| 6x | 8,28% | 6,64% | 6,32% | 5,99% |
| 7x | 8,99% | 7,24% | 6,87% | 6,51% |
| 8x | 9,69% | 7,82% | 7,42% | 6,99% |
| 9x | 10,38% | 8,41% | 7,96% | 7,51% |
| 10x | 11,06% | 8,98% | 8,49% | 7,99% |
| 11x | 11,74% | 9,56% | 9,03% | 8,49% |
| 12x | 12,40% | 10,12% | 9,56% | 8,99% |
| Modalidade | Até R$ 20 mil | R$ 20 mil a R$ 40 mil | R$ 40 mil a R$ 80 mil | Acima de R$ 80 mil |
|---|---|---|---|---|
| Débito | 2,58% | 2,08% | 1,98% | 1,88% |
| Crédito à vista | 4,91% | 4,65% | 4,56% | 4,46% |
| 2x | 6,47% | 6,09% | 5,95% | 5,81% |
| 3x | 7,20% | 6,69% | 6,50% | 6,32% |
| 4x | 7,92% | 7,28% | 7,05% | 6,83% |
| 5x | 8,63% | 7,87% | 7,60% | 7,33% |
| 6x | 9,33% | 8,46% | 8,15% | 7,83% |
| 7x | 10,03% | 9,05% | 8,69% | 8,34% |
| 8x | 10,72% | 9,63% | 9,23% | 8,83% |
| 9x | 11,41% | 10,20% | 9,76% | 9,32% |
| 10x | 12,08% | 10,76% | 10,29% | 9,81% |
| 11x | 12,75% | 11,33% | 10,81% | 10,29% |
| 12x | 13,41% | 11,88% | 11,33% | 10,77% |
*Faturamento mensal. Fonte: tabela de taxas da InfinitePay, consulta em 28/09/2026. Pix a 0% em todas as faixas.
Para decidir se vale repassar o custo ao cliente, veja como calcular os juros da maquininha no parcelado.
A taxa por venda é só uma parte do custo. Antes de comparar, confira estes cinco itens no contrato:
Ofertas de 0,57% a 0,74% no crédito costumam valer 30 dias ou até R$ 5 mil em vendas. Depois, a taxa pode passar de 4% no crédito à vista e de 20% no 12x. Compare sempre a tabela do segundo mês.
Maquininhas alugadas cobram de R$ 14,90 a R$ 129,90 por mês quando o faturamento fica abaixo da meta de isenção. Equipamento comprado, como a Maquininha Smart da InfinitePay por R$ 199, não gera custo fixo.
No padrão de muitas maquininhas, o crédito cai em 30 dias e cada parcela em um mês. Receber antes custa uma taxa extra, que pesa no fluxo de caixa. Na InfinitePay, a antecipação já está incluída na taxa do plano de 1 dia útil.
O Pix bateu 8,11 bilhões de transações em agosto de 2026, segundo o Banco Central. Algumas maquininhas cobram de 0,49% a 0,99% por Pix depois do primeiro mês, o que pesa quase tanto quanto o débito.
Elo, Hipercard e Amex costumam ter taxa maior que Visa e Mastercard. Na faixa de entrada da InfinitePay, o débito Elo custa 2,58%, contra 1,37% no Visa.
O jeito mais rápido é mudar o mix de pagamento e aproveitar as faixas de faturamento. Estas práticas reduzem o custo sem trocar de maquininha:
A Tchella, dona da Tchella Boutique, trocou de maquininha e passou a comparar o custo das vendas mês a mês: "Nunca sobrou dinheiro suficiente. Com o que eu estou economizando por mês com a InfinitePay, consegui financiar meu primeiro carro zero".
Emerson abriu a Full Time, loja de suplementos em São Roque (SP), e escolheu a Maquininha Smart para vender em 12x sem juros para o cliente: "O que me convenceu foi que eu receberia o dinheiro já no dia seguinte, sem preocupações".
A InfinitePay tem nota 9,7 e selo RA1000 no Reclame Aqui. Peça sua Maquininha Smart ou venda pelo celular com o InfiniteTap e confira a tabela completa de taxas.