pix

Descubra como Pix transformou as transações bancárias. Saiba mais sobre as últimas tendências e comece a usar o Pix hoje.

Pagamentos

Uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs) e divulgada pelo Correio Braziliense mostrou que as compras feitas com cartões de crédito, débito e pré-pagos cresceram 11,2% em 2024 – foram mais de 2 trilhões de pagamentos só no primeiro semestre. 

A tendência é que o número aumente: os pagamentos feitos por cartões são rápidos, seguros e versáteis. 

A conveniência de pagamento para os clientes, entretanto, pode gerar taxas extras para os lojistas – principalmente em casos de vendas parceladas. 

A taxa MDR, (sigla em inglês para Merchant Discount Rate) ou conhecida como “Taxa de Desconto do Lojista” é uma taxa percentual cobrada pela processadora de cartão sobre os lojistas em cada transação realizada na máquina de cartão, seja ela de débito ou crédito. 

Neste artigo, vamos responder esta pergunta e mostrar o que a lei brasileira diz sobre essa prática e como ela pode ser aplicada de maneira justa e transparente no seu negócio.

Leia também: Maquininha com a menor taxa: o que você precisa saber?

Posso cobrar taxa do cartão do cliente?

Sim, pode cobrar taxa de cartão de crédito do cliente.

A prática é, inclusive, resguardada pela lei brasileira – mas para fazer a cobrança adicional, é importante que o empreendedor informe ao cliente sobre o valor extra da transação.

Cobrar taxa de maquininha do cliente é legal?

A Lei Federal 13.455/2017 permite cobrar taxa da maquininha – ou qualquer outra forma de pagamento que envolva taxa.

Os comerciantes têm o direito de repassar a taxa do cartão para o cliente, desde que essa prática seja claramente informada antes da finalização da compra.

A transparência é fundamental e o cliente deve ser conscientizado sobre essa cobrança adicional no momento da transação.

Leia também: Como calcular juros da máquina de cartão parcelado?

Como funciona a taxa da maquininha de cartão?

Sempre que um cliente faz um pagamento com cartão, a transação passa por intermediários — como bandeiras, operadoras e bancos — que cobram uma taxa sobre o valor da venda. 

Essa tarifa, conhecida como taxa da maquininha, é o que garante o funcionamento desse ecossistema de pagamentos. 

Veja como ela funciona:

1. Composição da taxa

A taxa da maquininha é composta por três partes principais:

  • Tarifa da adquirente: é a parte cobrada pela empresa que fornece a maquininha (como a InfinitePay).
  • Tarifa da bandeira: cada bandeira de cartão (como Visa, Mastercard ou Elo) cobra um valor pelo uso da sua rede.
  • Tarifa do banco emissor: o banco que emitiu o cartão também cobra uma taxa para autorizar a transação.

Essas tarifas são somadas e resultam no percentual que é descontado do valor da venda.

2. Variações conforme o tipo de venda

A taxa pode variar dependendo de:

  • Forma de pagamento: cartão de crédito geralmente tem uma taxa mais alta do que débito.
  • Prazo de recebimento: se o lojista quiser receber o valor na hora (antecipação), a taxa é maior. Já se aceitar esperar 30 dias, a taxa tende a ser menor.
  • Parcelamento: vendas parceladas também aumentam a taxa, e o lojista pode escolher arcar com os juros ou repassá-los ao cliente.

3. Valores médios praticados no mercado

Embora variem conforme a operadora, os valores médios giram em torno de:

  • Cartão de débito: entre 1,1% e 2%
  • Cartão de crédito à vista: entre 2,5% e 4%
  • Cartão de crédito parcelado: entre 3% e 7% (podendo ser mais, dependendo do número de parcelas)

Saiba como funciona o sistema de pagamentos no Brasil.

Cobrar mais para pagamento com cartão de crédito é prática abusiva?

Cobrar um valor mais alto para pagamentos feitos com cartão de crédito não é considerado uma prática abusiva pela legislação brasileira, contanto que o consumidor seja comunicado, antes de efetuar a compra, que haverá uma diferença de preço se optar por pagar com cartão de crédito. 

A ausência dessa transparência pode levar a questionamentos e até mesmo a penalidades por parte de órgãos de defesa do consumidor, como o Procon.

Além disso, o comerciante pode repassar a taxa da maquininha para o cliente, mas deve se atentar para que o valor seja justo e proporcional ao custo real da transação – assim, a prática de "sobretaxa" não é abusiva, desde que cumpridos esses requisitos.

Posso cobrar mais caro no cartão de crédito?

Sim, você pode cobrar mais caro no cartão de crédito, mas é essencial que essa prática esteja alinhada às normas legais e é importante destacar algumas boas práticas para evitar conflitos com os clientes:

  • Transparência total: informe claramente que haverá um custo adicional para pagamentos no cartão de crédito. Isso pode ser feito com cartazes no estabelecimento, notas explicativas ou informações em sua página de vendas online.
  • Justificação do valor: o adicional cobrado deve ser proporcional ao custo efetivo da transação. Cobranças excessivas podem ser interpretadas como práticas abusivas, mesmo que informadas previamente.
  • Alternativas para o cliente: sempre ofereça outras opções de pagamento, como débito ou Pix, sem taxas adicionais. Assim, o cliente se sente mais livre para escolher a forma que melhor se encaixa no seu orçamento.

Ao repassar a taxa do cartão para o cliente, é possível justificar o valor com base nas despesas reais, como taxas da maquininha e custos operacionais.

posso cobrar taxa do cartão do cliente

Posso dar desconto se meu cliente pagar à vista?

Sim, oferecer descontos para pagamentos à vista é permitido e pode ser uma estratégia comercial eficaz.

Esse tipo de incentivo financeiro encoraja os clientes a optar pelo pagamento imediato, que significa liquidez imediata e redução nas taxas associadas às transações por cartão, melhorando o fluxo de caixa.

Posso repassar a taxa da maquininha para o cliente?

Sim, é possível repassar a taxa da maquininha para o cliente. 

Essa prática, conhecida como "sobretaxa", deve ser claramente comunicada e justificada, assegurando que o cliente esteja ciente e concorde com a cobrança antes de efetuar o pagamento.

Posso repassar a taxa do Tap to Pay para o cliente?

Assim como nas transações tradicionais com maquininha, a taxa do sistema Tap to Pay também pode ser repassada ao cliente – basta explicar que a conveniência do método e a possibilidade de pagamento parcelado pode acarretar uma taxa adicional.

Quais outras cobranças é possível repassar a taxa do cartão para o cliente?

Além das taxas de transação convencionais, o comerciante pode repassar custos de operações parceladas, taxas de administração de cartão e outras despesas relacionadas ao processamento de pagamentos.

Ao considerar o repasse de taxas para o cliente, é crucial manter uma comunicação clara e honesta, garantindo que os consumidores estejam cientes e concordem com essas condições antes de proceder com as transações.

Como cobrar a taxa do cartão do cliente?

Cobrar a taxa do cartão do cliente de forma legal requer uma comunicação clara e o cumprimento das normativas comerciais e fiscais. 

Aqui estão os passos para implementar essa prática em seu negócio de maneira correta:

  1. Política de preços: defina uma política de preços que inclua as taxas do cartão de maneira justa e que compense os custos operacionais sem desencorajar o cliente a realizar a compra.
  2. Opções de pagamento: ofereça múltiplas opções de pagamento, dando ao cliente a possibilidade de escolher a mais conveniente e, possivelmente, evitar a taxa extra do cartão.
  3. Cálculo da taxa: a maneira mais justa de cobrar a taxa do cartão do cliente é mostrando, de forma transparente, qual é o custo exato que ele precisará arcar. A calculadora de taxas da InfinitePay é ideal para fazer este cálculo. 

Pela calculadora de taxas, é possível simular as taxas de parcelamento em todas as soluções de venda da InfinitePay: maquininha, InfiniteTap e link de pagamento.

A calculadora de taxas também está disponível na maquininha e no App da InfinitePay

Além disso, se optar por repassar a taxa para o cliente, basta fazer um clique: ative a opção de repasse de taxas e você receberá o valor integral da venda.

posso cobrar taxa do cartão do cliente

Leia também:

O que avaliar para cobrar ou não a taxa do cliente?

Antes de tomar a decisão de repassar a taxa da maquininha de cartão ao consumidor, é fundamental analisar diversos aspectos do seu negócio. 

Essa escolha pode impactar diretamente tanto na experiência do cliente quanto na rentabilidade da sua operação.

  1. Perfil do público-alvo: se seu público é mais sensível a preços, o repasse da taxa pode ser um fator de insatisfação e até motivo para desistirem da compra. Já consumidores acostumados a pagar com cartão e que valorizam a praticidade podem não se importar com a taxa — desde que tudo seja feito de forma clara e transparente.
  2. Margem de lucro dos seus produtos ou serviços: avalie se a margem atual consegue absorver a taxa sem comprometer sua lucratividade. Em setores com margens muito apertadas, repassar a taxa pode ser uma alternativa para manter o negócio saudável. Se a margem for mais ampla, pode ser estratégico manter o preço final mais atrativo e absorver o custo.
  3. Concorrência direta: observar como os seus concorrentes lidam com a taxa pode ajudar na sua tomada de decisão. Se todos ao redor absorvem a taxa, repassá-la pode ser visto como algo negativo pelo cliente. Por outro lado, se o mercado já pratica o repasse, você estará apenas se alinhando a uma tendência local.
  4. Comunicação e transparência: independentemente da decisão, o mais importante é ser claro e direto com o consumidor. Informar previamente sobre a cobrança da taxa, de forma visível e objetiva, evita surpresas e problemas com órgãos de defesa do consumidor.

Como medir a satisfação do cliente?

A decisão de cobrar ou não a taxa também deve levar em conta como isso afeta a percepção e a experiência do cliente

Para isso, vale adotar estratégias que te ajudem a medir a satisfação de maneira constante e eficaz:

1. Pesquisas rápidas no ponto de venda

Você pode aplicar pesquisas simples, presenciais ou digitais, logo após a compra. 

Uma pergunta direta como “Você ficou satisfeito com sua experiência hoje?” pode gerar insights valiosos.

2. NPS (Net Promoter Score)

Essa é uma metodologia bastante usada para medir a lealdade do cliente. 

A pergunta central é: “De 0 a 10, qual a probabilidade de você recomendar nosso negócio para um amigo ou colega?”. 

As notas indicam o nível de satisfação geral e ajudam a identificar possíveis insatisfações com políticas de cobrança, como a taxa do cartão.

3. Caixa de sugestões ou canais digitais

Disponibilizar meios simples e acessíveis para que o cliente possa deixar sugestões ou reclamações ajuda a identificar padrões de insatisfação relacionados a cobrança de taxas, atendimento ou preço.

4. Acompanhamento nas redes sociais e Google Business

Muitas vezes, os clientes expressam sua opinião espontaneamente nas redes sociais ou avaliações online, como o Google Business

Monitorar esses canais permite entender a percepção do público em relação à sua política de cobrança.

Leia mais:

Qual é a maquininha com a menor taxa?

Se você busca a maquininha com a menor taxa para vender mais e lucrar mais, a InfinitePay é a escolha certa: com taxas até 50% menores que a concorrência, sem pegadinhas, sem aumento inesperado e sem fidelidade, você garante mais dinheiro no seu bolso.

Com a InfinitePay, suas taxas diminuem automaticamente à medida que o seu faturamento cresce, garantindo mais previsibilidade para sua empresa. 

Além disso, você recebe suas vendas antecipadamente já no próximo dia útil, sem precisar esperar semanas para o dinheiro cair na conta.

E não para por aí: aqui, você tem Pix gratuito, link de pagamento para vender online e uma Conta PJ completa, tudo em um só lugar.

Escolha a InfinitePay e veja a diferença no seu caixa!

Person viewed from behind holding a smartphone showing a card with a dollar sign icon on screen.
Pagamentos

O Pix movimentou R$ 12 trilhões apenas no primeiro semestre de 2024, conforme mostra a levantamento feito pela Federação Brasileira de Bancos (FEBRAN). 

Esse número sinaliza um crescimento significativo no uso dessa forma de pagamento, tanto por pessoas físicas quanto por empresas. 

Com isso, a taxa Pix se tornou um tema essencial para microempreendedores que precisam otimizar custos operacionais.

O Banco Central estabelece diretrizes específicas sobre cobranças, mas cada instituição financeira possui sua própria política de taxação.

A seguir, você confere quando as taxas do Pix são aplicadas e como reduzi-las efetivamente.

O Pix tem taxa?

Depende. O Pix pode ter taxa em algumas situações específicas conforme as diretrizes do Banco Central. 

As instituições financeiras podem aplicar tarifas para pessoas jurídicas em transações de envio e recebimento, incluindo operações via QR Code.

Quando cobradas, as taxas costumam variar de 0,99% e 1,45% do valor transacionado, dependendo da instituição financeira. 

Cada banco define suas próprias políticas de cobrança, respeitando os limites estabelecidos pelo BC. 

MEIs e Empresários Individuais seguem as mesmas regras de pessoas físicas, isto é, não costumam ser cobrados, exceto em alguns casos como listamos abaixo.

Os bancos devem informar as taxas antes da confirmação da transação e discriminá-las nos comprovantes. 

Para 2026, está prevista a implementação do Pix Automático, que permitirá pagamentos recorrentes sem custos adicionais após autorização prévia do cliente.

Veja também:

Quando a taxa Pix pode ser cobrada?

O Banco Central estabelece regras claras sobre a cobrança de taxas no Pix. A seguir você cada uma delas.

Diagrama mostrando a cobrança de taxa Pix para "Pessoa Física" à esquerda e "Pessoa Jurídica" à direita. No centro, "Taxa Pix" como elemento principal.

Cobrança do Pix para pessoa física

A máxima que vigora é que pessoas físicas são isentas de tarifas para enviar ou receber Pix (confira a informação oficial do Banco Central sobre Pix para pessoas físicas).

Porém, dependendo a instituição financeira, existem algumas exceções:

  • Ao ultrapassar o limite de transações mensais
  • Na utilização de canais presenciais, como caixas eletrônicos
  • No recebimento de pagamentos para fins comerciais
  • No uso de QR Code dinâmico

Cobrança do Pix para pessoa jurídica

Pessoas jurídicas podem ser tarifadas em transações de envio e recebimento, com valores entre 0,99% e 1,45% do montante transferido.

Neste caso, empresas estão sujeitas a taxas nas seguintes operações:

  • Envio de Pix usando dados da conta ou chave
  • Recebimento de transferências de pessoas físicas ou jurídicas
  • Uso de QR Code para pagamentos
  • Contratação de serviços adicionais relacionados ao Pix

Vale dizer que os bancos devem informar previamente sobre as taxas e discriminá-las nos comprovantes.

Leia mais:

Como reduzir gastos e evitar cobranças no Pix

Para reduzir gastos com tarifas, empresas podem negociar pacotes de serviços com sua instituição financeira ou comparar taxas entre diferentes bancos. 

Na InfinitePay, o Pix é taxa zero, garantindo menor impacto nos custos operacionais. 

Ao escolher uma empresa para aceitar pagamentos via Pix, leve em consideração se a empresa cobra taxa pelo Pix, os formatos que ela oferece para a transação e quais serviços adicionais ela oferece, além de sua reputação. 

A escolha do plano adequado pode resultar em economia significativa nas operações mensais e numa flexibilidade maior para as suas transações.

Receba por Pix taxa 0% na InfinitePay

Na InfinitePay, além de não pagar nenhuma taxa, você recebe o valor da venda na hora. Cobre como quiser:

  • Direto no app
  • QR Code na maquininha
  • QR Code Tap to Pay no celular
  • Link de pagamento

Realize quantas transações precisar sem afetar sua margem de lucro com custos desnecessários.

Faça e receba Pix grátis pelo App da InfinitePay

Hand holding smartphone displaying a QR code and payment details for receiving Pix transfer.
Pagamentos

Lembra quando você tinha que esperar virar meia noite pra ver o dinheiro do DOC cair na sua conta? Era um processo demorado, substituído cada vez mais pela TED e pelo Pix.

A Febraban (Federação Brasileira de Bancos) soltou um comunicado dizendo que, a partir de 15 de janeiro de 2024, o DOC (Documento de Ordem de Crédito) e a TEC (Transferência Especial de Crédito, feitas por empresas para pagamento de benefícios a funcionários) serão descontinuados no Brasil. Essas modalidades de transferência bancária serão substituídas pelo Pix, o sistema de pagamento instantâneo e gratuito que já ganhou o coração dos brasileiros.

Criado em 1985 pelo Banco Central, o DOC perdeu espaço para outras formas mais rápidas e baratas de transferência de dinheiro, o que se intensificou em novembro de 2020, com o lançamento do Pix. Outra desvantagem é que na TEC e no DOC o valor máximo aceito é de R$ 4.999,99. No Pix, quem impõe o limite é o correntista.

Enquanto as movimentações por DOC são efetivadas um dia depois do banco receber a transferência, a TEC acontecia até o final do mesmo dia. A diferença é que a TEC possibilita ao emissor transferir recursos para diferentes contas ao mesmo tempo, o que não é possível no caso do DOC.

Prazos para o fim do DOC/TEC

  • 15/01/2024, às 22h – Prazo limite para envio ou agendamentos de DOC e TEC, com data de até 29/02/204. A partir desta data, os bancos deixarão de ofertar os serviços de DOC e TEC aos clientes.
  • 29/02/2024 – Data limite para o processamento dos agendamentos enviados pelos clientes pelas instituições financeiras. Também é o prazo final para o fechamento pelos bancos dos sistemas de recebimento e processamento do DOC/TEC.

DOC caiu no desuso

Um levantamento feito pela Febraban, com dados do Banco Central, sobre meios de pagamento indica que as transações por DOC no primeiro semestre de 2023 representaram apenas 0,05% (18,3 milhões) do total das 37 bilhões de operações feitas no ano. Essa modalidade de transferência ficou atrás dos cheques (125 milhões), TED (448 milhões), boleto (2,09 bilhões), cartão de débito (8,4 bilhões), cartão de crédito (8,4 bilhões) e do Pix, a escolha preferida dos brasileiros, com 17,6 bilhões.

Veja também: TED e DOC: o que são, como funcionam e qual a diferença entre eles

Importância do fim do DOC e da TEC para os pequenos negócios

Existem vários motivos pelos quais o fim do DOC e da TEC é importante para os pequenos negócios.

  1. Primeiro, o Pix é um sistema mais rápido e eficiente. As transferências são feitas em tempo real, o que pode agilizar o fluxo de caixa e melhorar a experiência do cliente.
  2. Segundo, o Pix é mais barato do que o DOC e a TEC. Em muitos casos, como na InfinitePay, as transferências via Pix são gratuitas, o que pode gerar economia para os pequenos negócios.
  3. Terceiro, o Pix é mais seguro do que o DOC e a TEC. As transferências são feitas por meio de um sistema criptografado, reduzindo o risco de fraudes.
  4. Por fim, a adoção do Pix é simples e rápida, bastando ter acesso ao aplicativo do banco e a chave Pix de quem será beneficiado pela transferência bancária.

Por que o Pix sai na frente?

Inclusão financeira

O Pix está contribuindo para a inclusão financeira de milhões de brasileiros, especialmente aqueles que não possuíam contas bancárias tradicionais. A facilidade de acesso e uso do sistema permite que todos participem da economia digital.

Revolucionando o varejo

Lojas físicas e online estão se adaptando à era do Pix, oferecendo formas inovadoras de pagamento, como QR Codes e links instantâneos, para agilizar o processo de checkout e melhorar a experiência do consumidor.

Leia outros conteúdos sobre Pix:

Customer and bakery worker scanning QR code on phones at counter with bread basket nearby.
Empreender

Gerar QR Code Pix grátis permite cobrar clientes pelo Pix, que funciona 24 horas por dia, todos os dias, direto na conta da sua chave.

Use QR Code estático para plaquinha de balcão, mesa ou feira. Use QR Code dinâmico quando cada venda precisa de valor, identificação ou conferência separada.

Receber Pix é grátis em todos os planos da InfinitePay, conforme termos de uso. Antes de liberar o produto, confirme o pagamento no app.

Gerar QR Code Pix grátis

O que é QR Code Pix e como funciona

QR Code Pix é um código bidimensional em formato de quadrado que guarda os dados para receber uma cobrança Pix. Ele codifica chave, recebedor, valor e identificador que o app do pagador usa para iniciar o pagamento. Também dá para gerar QR Code Pix Copia e Cola, com a mesma sequência em formato de texto.

QR Code estático vs dinâmico: a diferença que afeta seu caixa

Use QR Code estático para cobrança simples. Use QR Code dinâmico quando cada venda precisa de identificação própria.

TipoValidadeUsoValorIdeal para
EstáticoReutilizávelPlaca ou cobrança simplesFixo ou abertoBalcão, feira e autônomo
DinâmicoPode expirarUma cobrança por vendaDefinido na cobrançaLoja online e caixa integrado
QR Code Pix estático vs dinâmico

Diferenças visuais e de funcionamento do QR Code Pix estático e dinâmico

Uma MEI que vende bolos na feira pode imprimir um QR estático sem valor e conferir o app antes de entregar. Já um e-commerce deve gerar QR Code Pix com valor por pedido, reduzindo erro no fechamento.

DICT, EMV e BR Code: as entidades por trás do QR Code Pix

O QR Code Pix segue o padrão BR Code, que adota EMV para pagamentos. O DICT guarda as chaves Pix e vincula cada chave à conta do recebedor. Para gerar QR Code de Pix, comece pela chave correta e use CNPJ na conta do negócio.

Leia mais:

Como gerar QR Code Pix: passo a passo

Para saber como gerar QR Code Pix, comece pelo app onde você recebe vendas, escolha a chave Pix cadastrada e defina se a cobrança terá valor fixo.

Todos os caminhos abaixo partem da mesma regra: a chave Pix precisa existir antes do QR Code. Para MEI ou empresa, prefira gerar QR Code Pix CNPJ na conta do negócio.

Passo a passo para gerar QR Code Pix

Como gerar seu QR Code Pix e cobrar clientes em quatro passos simples

No app da InfinitePay (passo a passo principal)

No app da InfinitePay, você cria o QR Code pelo fluxo de recebimento Pix e já acompanha a entrada do dinheiro no mesmo ambiente.

  1. Abra o app da InfinitePay

  2. Entre em Receber por Pix

  3. Digite o valor da cobrança, se quiser valor fixo

  4. Gere o QR Code Pix

  5. Mostre o código ao cliente ou compartilhe a cobrança

  6. Confirme o pagamento no app antes de liberar o produto

Esse fluxo funciona bem para balcão, delivery e atendimento externo. Se você vende itens de preços diferentes, gere um código por venda para evitar erro de valor.

Marina, MEI de bolos em Campinas, atende encomendas por WhatsApp e retirada no balcão. Ela cria um QR Code com valor fixo para cada pedido e confere o pagamento no app antes de entregar. Resultado: reduz troca de comprovantes no chat e separa o dinheiro da empresa.

No Nubank, Itaú e Banco do Brasil (resumo)

Para entender como gerar QR Code Pix Nubank, entre na Área Pix, toque em Cobrar, escolha informar ou não um valor, confirme a chave e crie o QR Code. O app pode oferecer código Pix ou link de cobrança, não necessariamente imagem para baixar.

No Itaú, o caminho costuma partir de Pix e transferir, QR Code, gerar QR Code. Depois, selecione a chave Pix, informe valor e descrição se quiser, gere o código e compartilhe.

No Banco do Brasil, entre em Pix, escolha Receber com Pix, defina nome da cobrança e valor se necessário, selecione a chave e salve ou compartilhe. Use identificador quando precisar conciliar vendas depois.

Para imprimir uma plaquinha fixa, escolha QR estático sem valor definido.

Como fazer plaquinha de QR Code Pix para imprimir?

Crie o código na conta que vai receber, baixe a imagem em 300 dpi e monte a arte em fundo claro, sem estampas sobre o QR.

Tamanho, 300 dpi e contraste para leitura perfeita

Use 10x15 cm para balcão, mesa, vitrine pequena ou venda de rua. Esse tamanho deixa espaço para o QR, o nome do negócio e uma instrução curta.

Antes de imprimir, siga este checklist:

  • Exporte em 300 dpi para evitar código borrado

  • Use fundo claro e código escuro

  • Evite estampas, sombra e logotipo sobre o QR

  • Deixe margem livre ao redor do código

  • Teste com dois celulares antes de plastificar

Formatos e onde gerar a plaquinha grátis

PNG funciona bem para gráfica rápida. PDF funciona melhor quando você monta a arte em ferramenta de design, como o Canva, e quer preservar o layout.

Para gerar placa QR Code Pix, personalize a moldura, não o código. Se quiser gerar QR Code Pix personalizado, use frases como “Pague com Pix” ou “Escaneie e confirme o nome”.

Quem busca como gerar QR Code Pix para imprimir sem retrabalho pode criar o QR no app InfinitePay, baixar ou capturar a imagem e montar a plaquinha em seguida.

QR Code Pix é seguro? Como evitar golpes

Sim, QR Code Pix é seguro quando você gera o código na sua conta e confere a entrada no app antes de liberar produto ou serviço.

As regras de funcionamento e segurança do Pix reduzem risco técnico. O golpe acontece na troca do código, no comprovante falso ou na pressão para você não conferir.

Sinais de alerta de QR Code falso

Desconfie quando o QR muda sem você gerar, chega por mensagem com urgência ou aparece colado sobre a plaquinha original.

  • Verifique adesivo novo cobrindo o QR impresso

  • Recuse QR enviado por mensagem fora do seu canal oficial

  • Desconfie de cobrança com pressa ou desconto estranho

  • Peça ao cliente para conferir o nome do recebedor

  • Troque plaquinhas riscadas, rasgadas ou desbotadas

Isso é quishing: o QR leva o pagamento para uma chave falsa. Para gerar seu QR Code Pix com segurança, use o app da sua conta.

Uma MEI que vende açaí na feira percebeu um adesivo novo sobre a plaquinha.

Ela removeu a placa, mostrou o QR no próprio app e só liberou o pedido após ver o crédito entrar. Resultado: evitou pagamento em outra chave.

Checklist para confirmar o pagamento

Depois de gerar o QR Code Pix, proteja a venda com uma regra: comprovante não libera produto, saldo confirmado libera.

  • Abra o app e confira se o dinheiro entrou

  • Compare nome do recebedor, valor e horário

  • Recuse print quando o app não mostrar o crédito

  • Não aceite Pix agendado como pagamento concluído

  • Guarde seu QR original para reimprimir quando precisar

Regras do Pix e mudanças recentes

Quem busca “gerar qr code pix banco central” precisa saber o básico: em julho de 2026, o Pix segue funcionando 24 horas, todos os dias, com dinheiro disponível em segundos.

Limites, horários e disponibilidade do Pix

O QR Code Pix pode ser pago a qualquer hora, mas o limite depende do pagador, do horário e da instituição. A regra prática: venda presencial alta pede confirmação no app antes de liberar o produto.

Pelas regras de limites do Pix, transferências para pessoa física têm limite noturno padrão de R$ 1.000, das 20h às 6h, salvo ajuste do usuário.

Para recebedores pessoa jurídica, o limite diário fica definido pela instituição. Se o cliente não consegue pagar, peça para ele ajustar o limite no próprio banco ou usar outro meio.

Pix por aproximação e Pix Automático

O Pix por aproximação vai mudar em 2026: a partir de 1º de outubro de 2026, deixa de ter teto fixo de R$ 500 e passa a seguir limites configuráveis pelo usuário.

O Pix Automático entrou em operação em 16 de junho de 2025 para pagamentos recorrentes, como mensalidades, assinaturas e serviços periódicos.

Para pequenos negócios, a decisão é simples: use QR Code Pix para cobrança imediata no balcão. Use Pix Automático quando houver cobrança recorrente com autorização prévia do cliente.

Leia mais:

Como receber Pix com QR Code grátis?

Se sua meta é gerar QR Code para receber Pix, foque no básico: QR certo, conta do negócio e conferência no app.

Na InfinitePay, você pode gerar QR Code Pix gratuito no app, na maquininha, pela Gestão de Cobranças (Pix + cartão) ou o Checkout Integrado (Pix com taxa zero + cartão). No balcão, gere QR Code Pix pelo app InfinitePay (Receber), maquininha Smart ou InfiniteTap. A Loja Online também aceita Pix e cartão. O Link de Pagamento InfinitePay não aceita Pix. São produtos diferentes. O Pix tem taxa zero em todos os planos, conforme condições dos termos de uso InfinitePay.

  • Use QR Code para balcão, delivery ou atendimento externo

  • Acompanhe a entrada do dinheiro na conta InfinitePay

  • Baixe o app InfinitePay e gere pelo app

Gerar QR Code Pix grátis

Person scanning QR code on a payment terminal using a smartphone for a R$420.00 transaction.
Empreender

O Pix tem se destacado como o protagonista da transformação do sistema de pagamentos do Brasil. Criado pelo Banco Central, mudou a forma como as transações são realizadas, proporcionando instantaneidade e conveniência para os usuários. E, agora, esta inovação não se limita apenas ao mundo online ou bancário: ela chegou também às maquininhas. E resta a dúvida: Pix na maquininha tem taxa? Essa integração promete ser um divisor de águas no mundo do comércio, tornando os pagamentos ainda mais ágeis e versáteis.

O que é o Pix e como funciona?

O Pix é o sistema de pagamentos instantâneos brasileiro que permite transferências e pagamentos em tempo real, independentemente do dia ou horário. Ao contrário das tradicionais TEDs e DOCs que possuem horários e dias restritos, ele opera 24 horas por dia, 7 dias por semana.

Para utilizá-lo, os usuários precisam ter uma chave - que pode ser o CPF/CNPJ, número de celular, e-mail ou uma chave aleatória gerada pelo sistema. Ao realizar uma transação, o pagador simplesmente precisa inserir a chave-Pix do recebedor para concluir o processo. Em questão de segundos, o valor é transferido, sem a necessidade de inserir dados bancários ou esperar horas pelo processamento.

Agora, imagine essa eficiência e rapidez sendo aplicada no cotidiano dos comércios. É exatamente essa combinação promissora que a integração dessa tecnologia com maquininhas traz para os empreendedores e consumidores.

Leia mais: Conheça o Pix: sistema de transferências e pagamentos instantâneo

Pix por QR Code

O sistema Pix não só trouxe a revolução dos pagamentos instantâneos, como também introduziu uma maneira prática e versátil de realizar transações: o QR Code. Esta funcionalidade tem sido especialmente útil para comerciantes e empreendedores, oferecendo uma solução rápida e sem contato para pagamentos.

O QR Code, ou Código de Resposta Rápida, é uma espécie de código de barras bidimensional que pode ser escaneado por smartphones e outros dispositivos com câmera. No contexto do Pix, ele funciona da seguinte forma:

  • O comerciante gera um QR Code através de sua maquininha ou aplicativo, especificando o valor a ser pago.
  • O cliente abre o aplicativo bancário ou carteira digital, acessa a opção de Pix e escaneia o QR Code apresentado pelo comerciante.
  • Uma vez que o QR Code é escaneado, os detalhes da transação aparecem no aplicativo do cliente, que deve confirmar o pagamento.
  • O valor é transferido diretamente da conta do cliente para a conta do comerciante em questão de segundos.

Vantagens do Pix por QR Code

Sem Contato

Em tempos de pandemia e preocupações sanitárias, o pagamento sem contato é uma opção mais segura.

Versatilidade

Funciona para todos os tipos de transações, sejam elas entre pessoas físicas, empresas ou entre uma pessoa e uma empresa.

Rapidez

Evita o manuseio de dinheiro ou a necessidade de inserir dados manualmente, tornando a transação mais ágil.

Acessibilidade 

Não há necessidade de possuir uma maquininha física, tornando-o uma opção excelente para microempreendedores e profissionais autônomos.

O Pix por QR Code é uma ferramenta poderosa que complementa a proposta inicial do Pix, tornando-o ainda mais prático e adaptável às variadas necessidades do mercado brasileiro.

Por que o Pix é cobrado?

Embora o Pix tenha sido desenvolvido pelo Banco Central do Brasil como uma solução de pagamento instantâneo gratuita para transações entre pessoas físicas, quando se trata de transações comerciais, a história é um pouco diferente.

Instituições financeiras e prestadores de serviços de pagamento têm custos operacionais associados à manutenção, segurança e desenvolvimento contínuo de suas plataformas. 

Para compensar esses custos, muitas dessas instituições optam por cobrar uma taxa por transação realizada por empresas ou empreendedores individuais. Porém, a InfinitePay optou por uma abordagem diferente. Ao entender a realidade e os desafios dos empreendedores brasileiros, a InfinitePay decidiu oferecer uma alternativa mais justa e não cobra pelas vendas feitas pelo Pix.

Como funciona o Pix pela maquininha?

É muito fácil fazer esse processo e garantir também a comprovação desses pagamentos:

  • O comerciante escolhe a opção Pix na maquininha.
  • O valor da transação é inserido.
  • A maquininha gera um QR Code correspondente ao valor e dados da transação.
  • O cliente, utilizando o aplicativo no celular, escaneia o QR Code exibido.
  • Uma vez escaneado e confirmado, a transação é concluída em segundos
  • O valor é transferido para a conta do comerciante.

Qual maquininha não cobra taxa no Pix?

A boa notícia para os empreendedores é que nem todos os serviços bancários para empreendedores cobram taxa por transações via Pix. A maquininha de cartão da InfinitePay, por exemplo, destaca-se neste cenário, oferecendo esse tipo de pagamento de forma totalmente gratuita. 

Isso representa uma economia significativa para os comerciantes, especialmente quando comparado às taxas cobradas por muitas outras maquininhas, que chegam a cobrar mais de 1%. Com a InfinitePay, você não só aproveita a conveniência e rapidez, mas também mantém mais lucros no seu bolso!

Maquininhas e a Integração com Pix

Com o crescente sucesso, não demorou muito para que as maquininhas de cartão, tão presentes no dia a dia do comércio brasileiro, começassem a adaptar-se a essa nova modalidade de pagamento. Muitas dessas maquininhas já estão capacitadas para aceitar pagamentos via Pix, geralmente através de um QR Code gerado no próprio equipamento, que o cliente escaneia com seu smartphone para efetuar o pagamento.

Benefícios do Pix para os comerciantes que utilizam maquininhas

A integração do Pix às maquininhas trouxe uma série de vantagens para os empreendedores. Entre elas:

Agilidade nas transações 

Com o Pix, o dinheiro cai quase que instantaneamente na conta do comerciante.

Disponibilidade contínua

Funcionando 24/7, o Pix garante que transações possam ser realizadas a qualquer momento, inclusive fora do horário comercial tradicional.

Redução de custos

Em muitos casos, as taxas associadas ao Pix podem ser menores do que as taxas de transações por cartão, representando uma economia para o comerciante. Mas na InfinitePay, por exemplo, o Pix não é cobrado.

Segurança reforçada 

O sistema Pix é respaldado pelo Banco Central e possui mecanismos de segurança robustos, garantindo transações seguras tanto para o comerciante quanto para o cliente.

Ampliação das formas de pagamento 

Ao oferecer Pix como opção de pagamento, o comerciante amplia as alternativas disponíveis para seus clientes, adaptando-se às preferências e necessidades de cada um.

Essa integração não apenas moderniza as transações comerciais, mas também reforça o compromisso do comerciante em oferecer o melhor e mais conveniente serviço ao cliente.

Qual é o valor do Pix na maquininha

Quando o Pix foi lançado, uma das maiores atrações para o público em geral foi a isenção de taxas para transferências entre pessoas físicas. Assim, um usuário comum pode realizar um Pix para outro sem custo algum, tornando-o uma opção atrativa em comparação com outros métodos de transferência.

Contudo, quando adentramos o universo das transações comerciais, o cenário muda. Empresas, incluindo aquelas que operam maquininhas, podem estabelecer taxas para as transações realizadas via Pix, embora estas taxas possam variar. Normalmente, essas taxas são justificadas pelos serviços agregados que essas empresas oferecem, como sistemas de gestão, análise de crédito entre outros.

Comparativo de Taxas entre Diferentes Maquininhas

Ao avaliar a adoção de uma maquininha para o seu negócio, é fundamental considerar as taxas associadas ao uso do Pix. Abaixo, apresentamos uma comparação simplificada das taxas de algumas empresas populares no mercado:

Table comparing fees: Machines A, B, C charge 1.2%, 1.0%, 0.8%, respectively; InfinitePay charges 0%.

Como pode ser observado na tabela, enquanto a maioria das maquininhas cobra uma taxa pelo uso do Pix, a InfinitePay se destaca por não cobrar nenhuma taxa nesse tipo de transação. Esse diferencial pode representar uma economia significativa para o empreendedor, especialmente para aqueles que realizam um volume alto de transações diariamente.

Clique aqui para conhecer mais a maquininha de cartão da InfinitePay

É sempre recomendado que os comerciantes façam uma pesquisa detalhada antes de escolher uma maquininha, considerando não apenas as taxas, mas também outros benefícios e características que possam ser relevantes para o seu negócio.

Assim como em qualquer decisão de negócios, é crucial estar bem informado. Embora o Pix ofereça inúmeras vantagens, as taxas associadas, especialmente em maquininhas, podem variar amplamente. Para os empreendedores, fazer a escolha certa em relação à máquina de cartão que utilizam pode significar a diferença entre maximizar seus lucros ou perder uma parcela significativa em taxas. 

Portanto, a informação é sua maior aliada. Ao se equipar com o conhecimento necessário, você estará em uma posição ideal para aproveitar tudo o que o Pix tem a oferecer e impulsionar seu negócio rumo ao sucesso.

Smiling woman in an apron talking to an older man holding a smartphone at a shop counter.
Pagamentos

Entender o que é Pix afasta o medo de errar ao pagar, em um sistema com mais de 730 milhões de chaves cadastradas. Ele é o sistema oficial de pagamentos instantâneos criado pelo Banco Central do Brasil em 2020, e não um aplicativo separado. Você acessa tudo pelo aplicativo ou internet banking da sua instituição.

O Pix funciona 24 horas por dia, inclusive feriados, e conclui transferências em segundos. Para pagar, escolha usar chave, dados da conta, QR Code ou Pix Copia e Cola. O passo mais importante é conferir nome, valor e instituição antes de confirmar. Se você notar erro ou fraude, contate o suporte do seu banco imediatamente, sem fazer novas transferências.

Como o Pix Funciona e Por Que Foi Criado

O Banco Central do Brasil instituiu o Pix para tornar transferências e pagamentos imediatos. 100% brasileiro, o formato superou opções limitadas pelo relógio comercial.

Quem criou o Pix e quando ele começou

O Banco Central estruturou a tecnologia. A implantação correu durante o governo de 2019 a 2022 e a consolidação seguiu dois marcos:

  • Agosto de 2020: publicação da Resolução BCB nº 1/2020, regra que formalizou o arranjo financeiro.
  • 16 de novembro de 2020: liberação oficial para o público.

O sistema liquida a transação em até 10 segundos. O dinheiro abandona seu saldo e ingressa no destino na hora.

O que muda em relação a TED e DOC

A antiga espera compensatória acabou. Você nota no histórico de TED e DOC que o tempo de recebimento dependia de dias úteis, falha que a nova arquitetura resolveu.

FormatoVelocidadeDisponibilidadeSituação de uso
PixAté 10 segundos24 horas por dia, inclusive em feriadosPagamentos e repasses emergenciais a qualquer hora
TEDMesmo dia útilDias úteis, restrito ao horário bancárioMovimentações comerciais exclusivas do expediente
DOCDescontinuadoCancelado em 15/01/2024Substituído integralmente pelo repasse instantâneo

O DOC encerrou as operações, mas a TED segue ativa. Esqueça a dúvida sobre o que é Pix via TED: a mistura não existe. Você escolhe métodos independentes direto no aplicativo.

Como fazer e receber Pix

Para pagar ou receber um Pix, você acessa a área de pagamentos do aplicativo da sua instituição financeira e escolhe a forma de identificar a conta de destino. Embora não seja obrigatório cadastrar uma chave Pix para realizar transferências, usá-la torna o processo mais rápido, eliminando a necessidade de informar agência e conta.

O sistema oferece diferentes caminhos para iniciar a transação, dependendo de quem cobra e como o pagamento será feito.

Quatro formas de pagar via Pix: chave Pix rápida, dados da conta, leitura de QR Code e código copia e cola no celular.
Diferentes formas de pagar com Pix e o que conferir em cada modalidade.
Forma de pagamentoSituação indicadaO que conferir antes de confirmar
Chave PixTransferências entre pessoas ou pequenas compras locais.Nome completo do recebedor e valor digitado.
Dados bancáriosQuando o destinatário não possui chave cadastrada.CPF/CNPJ, agência, conta e instituição.
QR CodeCompras presenciais em maquininhas ou pagamento de faturas.Nome da empresa e valor automático.
Pix Copia e ColaCompras online no celular, sem possibilidade de escanear a tela.Nome do beneficiário final e valor exato.

O uso do QR Code se divide em dois formatos. O modelo estático é uma placa com informações fixas onde o pagador digita o valor. O dinâmico é gerado para uma venda específica, com preço exato e conciliação automática.

Checklist para evitar erros e fraudes

As transações via Pix são instantâneas e irreversíveis. Uma vez que o aplicativo solicita sua senha e você confirma a operação, o dinheiro é transferido e o envio não deve ser tratado como cancelável. Para garantir sua segurança, siga estes passos antes de qualquer confirmação:

  • Confira o nome: leia atentamente o nome da pessoa ou a razão social da empresa que aparece na tela do seu banco.
  • Verifique a instituição: confirme se a conta de destino corresponde à expectativa do pagamento.
  • Valide o valor: certifique-se de que a quantia digitada ou carregada automaticamente está correta.
  • Analise o motivo: rejeite transferências solicitadas sob pressão, mensagens de urgência no WhatsApp ou promoções que prometem retorno financeiro irreal.

Se você utiliza o sistema para receber pelas vendas do seu negócio, é essencial separar as regras gerais das condições da instituição escolhida. Pessoas físicas são isentas de tarifas na maioria das operações, mas contas empresariais podem ser cobradas.

De acordo com o site oficial da empresa, a InfinitePay declara que o Pix é 100% gratuito para enviar e receber. Não há limite de transações para CPF, MEI e CNPJ, garantindo que você fique com todo o valor de cada venda.

Pix é Seguro? O Que Fazer em Caso de Erro ou Golpe

O Pix emprega a segurança do Banco Central do Brasil, com validação por senha ou biometria. No entanto, falhas humanas e fraudes exigem cuidados para evitar prejuízos reais.

Os limites de transação variam por instituição e perfil. Para proteção, as instituições podem aplicar um bloqueio preventivo de valores recebidos em contas sob suspeita de fraude. Se você enfrentar uma oscilação no Pix, aguarde, confira o extrato e acione a sua instituição antes de refazer a operação, prevenindo pagamentos duplos.

Como reconhecer uma tentativa de golpe

Sinais claros incluem pressão para agir, falsa central exigindo senhas, QR Code suspeito e comprovante que não reflete no aplicativo.

Outra armadilha é a falsa correção. Imagine uma autônoma avisada sobre um recebimento por engano, seguido da cobrança de um Pix urgente para outra chave. Ignorar a pressão e usar apenas a devolução oficial no aplicativo reduz o risco de enviar dinheiro ao golpista, sem garantir resultado, ajudando a evitar perdas maiores.

Devolução, contestação e MED: o caminho correto

Em caso de dúvida ou pagamento pendente, o primeiro passo é conferir o extrato e o comprovante no aplicativo. Nunca reenvie o valor enquanto houver incerteza, pois isso amplia o risco de perda dupla.

O tratamento adequado depende da situação. Se o pagamento não for concluído, verifique o extrato antes de tentar de novo. Para Pix enviado por engano, entre em contato direto com o recebedor. Já em caso de suspeita de fraude, inicie um pedido de contestação ou devolução pelo canal da sua instituição.

Ações em problemas no Pix: o que fazer ao enviar por engano, errar chave, ter compra com problema ou sofrer golpe.
Árvore de decisão: caminhos recomendados para resolver problemas com o Pix.
CenárioDecisão prática
Recebeu por enganoUse a devolução oficial no aplicativo. Nunca faça outro Pix.
Errou a chaveFale com o recebedor. Não há como contestar um Pix por erro de digitação.
Desacordo comercialAcione o Procon. O Banco Central não intervém em conflitos de compra e venda.
Vítima de fraudeRegistre boletim de ocorrência e peça à instituição a abertura do MED.

Segundo as regras oficiais de segurança do Banco Central, em suspeitas de golpe ou fraude, o usuário deve solicitar o Mecanismo Especial de Devolução (MED) pelo aplicativo oficial ou canal da instituição. O recurso tenta bloquear valores na conta final, mas não assegura o estorno do Pix, já que o êxito depende de haver saldo no destino.

Pix para Quem Vende: Taxas e Formas de Receber

Muitos lojistas perguntam se o Pix vai ser taxado. Pela regra geral, o Banco Central isenta as pessoas físicas de tarifas nas transferências comuns. Contudo, o Pix para empresas e os recebimentos comerciais podem sofrer cobrança. Isso não é um novo imposto, mas uma taxa definida pelas próprias instituições financeiras.

O que muda para pessoa física, MEI e empresa

Em regra, pessoas físicas têm gratuidade nas situações previstas pelo Banco Central. No entanto, as tarifas de recebimento comercial variam por instituição financeira e uso, o que afeta inclusive o MEI e empresas. Ao usar o Pix Cobrança para configurar vencimentos e juros ou outras funcionalidades empresariais, a cobrança de tarifas vai depender da plataforma escolhida, sem relação com as obrigatoriedades de isenção.

Como escolher entre QR Code, link ou maquininha

Para não perder dinheiro com taxas inesperadas, o MEI ou pequeno comerciante deve orientar sua decisão pelo canal de venda: use o QR Code para recebimentos diretos no balcão físico, o link de pagamento para cobranças remotas via aplicativo de mensagens e a maquininha para o caixa presencial. Antes de adotar qualquer uma dessas opções, confirme a tarifa por transação e o prazo para o saldo ficar disponível na sua conta.

ModalidadeSituação recomendadaO que verificar antes
QR CodeBalcão físico e loja onlineCusto de emissão e taxa da transação
Link de PagamentoVendas por aplicativo de mensagensPrazo para o saldo ficar disponível
MaquininhaCaixa presencial e sistema de entregasTaxa cobrada frente aos cartões

Apenas para ilustrar a isenção de tarifa no recebimento empresarial:

Condição de recebimento comercial: A InfinitePay declara Pix com taxa 0% para enviar e receber vendas. A gratuidade atende contas CPF, MEI e CNPJ no recebimento por QR Code, maquininha e link. <br> Fonte: Site oficial da InfinitePay, consulta em julho de 2026.

Para entender na prática como receber pagamentos com Pix no seu negócio sem pagar taxas adicionais, assista ao vídeo a seguir.

Próximo passo para receber Pix

Você viu que o Pix encurtou o recebimento, mas exige conferência antes da senha e que bancos cobram tarifas em transações comerciais. Se você usa o sistema para receber vendas, o foco é reter toda a margem e não pagar taxas avulsas sobre o seu faturamento diário.

A conta digital InfinitePay zera a taxa do Pix para enviar e receber pagamentos, ilimitada para CPF, MEI e CNPJ. Você gera cobranças e acompanha o caixa pelo app da InfinitePay, sem pagar manutenção. Simule sua operação na Calculadora de Taxas InfinitePay e confira a diferença de custo.

Entenda como o ecossistema InfinitePay concentra todas as soluções para você organizar, vender e cobrar em um só lugar:

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