Descubra como Pix transformou as transações bancárias. Saiba mais sobre as últimas tendências e comece a usar o Pix hoje.

Uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs) e divulgada pelo Correio Braziliense mostrou que as compras feitas com cartões de crédito, débito e pré-pagos cresceram 11,2% em 2024 – foram mais de 2 trilhões de pagamentos só no primeiro semestre.
A tendência é que o número aumente: os pagamentos feitos por cartões são rápidos, seguros e versáteis.
A conveniência de pagamento para os clientes, entretanto, pode gerar taxas extras para os lojistas – principalmente em casos de vendas parceladas.
A taxa MDR, (sigla em inglês para Merchant Discount Rate) ou conhecida como “Taxa de Desconto do Lojista” é uma taxa percentual cobrada pela processadora de cartão sobre os lojistas em cada transação realizada na máquina de cartão, seja ela de débito ou crédito.
Neste artigo, vamos responder esta pergunta e mostrar o que a lei brasileira diz sobre essa prática e como ela pode ser aplicada de maneira justa e transparente no seu negócio.
Leia também: Maquininha com a menor taxa: o que você precisa saber?
Sim, pode cobrar taxa de cartão de crédito do cliente.
A prática é, inclusive, resguardada pela lei brasileira – mas para fazer a cobrança adicional, é importante que o empreendedor informe ao cliente sobre o valor extra da transação.
A Lei Federal 13.455/2017 permite cobrar taxa da maquininha – ou qualquer outra forma de pagamento que envolva taxa.
Os comerciantes têm o direito de repassar a taxa do cartão para o cliente, desde que essa prática seja claramente informada antes da finalização da compra.
A transparência é fundamental e o cliente deve ser conscientizado sobre essa cobrança adicional no momento da transação.
Leia também: Como calcular juros da máquina de cartão parcelado?
Sempre que um cliente faz um pagamento com cartão, a transação passa por intermediários — como bandeiras, operadoras e bancos — que cobram uma taxa sobre o valor da venda.
Essa tarifa, conhecida como taxa da maquininha, é o que garante o funcionamento desse ecossistema de pagamentos.
Veja como ela funciona:
A taxa da maquininha é composta por três partes principais:
Essas tarifas são somadas e resultam no percentual que é descontado do valor da venda.
A taxa pode variar dependendo de:
Embora variem conforme a operadora, os valores médios giram em torno de:
Saiba como funciona o sistema de pagamentos no Brasil.
Cobrar um valor mais alto para pagamentos feitos com cartão de crédito não é considerado uma prática abusiva pela legislação brasileira, contanto que o consumidor seja comunicado, antes de efetuar a compra, que haverá uma diferença de preço se optar por pagar com cartão de crédito.
A ausência dessa transparência pode levar a questionamentos e até mesmo a penalidades por parte de órgãos de defesa do consumidor, como o Procon.
Além disso, o comerciante pode repassar a taxa da maquininha para o cliente, mas deve se atentar para que o valor seja justo e proporcional ao custo real da transação – assim, a prática de "sobretaxa" não é abusiva, desde que cumpridos esses requisitos.
Sim, você pode cobrar mais caro no cartão de crédito, mas é essencial que essa prática esteja alinhada às normas legais e é importante destacar algumas boas práticas para evitar conflitos com os clientes:
Ao repassar a taxa do cartão para o cliente, é possível justificar o valor com base nas despesas reais, como taxas da maquininha e custos operacionais.

Sim, oferecer descontos para pagamentos à vista é permitido e pode ser uma estratégia comercial eficaz.
Esse tipo de incentivo financeiro encoraja os clientes a optar pelo pagamento imediato, que significa liquidez imediata e redução nas taxas associadas às transações por cartão, melhorando o fluxo de caixa.
Sim, é possível repassar a taxa da maquininha para o cliente.
Essa prática, conhecida como "sobretaxa", deve ser claramente comunicada e justificada, assegurando que o cliente esteja ciente e concorde com a cobrança antes de efetuar o pagamento.
Assim como nas transações tradicionais com maquininha, a taxa do sistema Tap to Pay também pode ser repassada ao cliente – basta explicar que a conveniência do método e a possibilidade de pagamento parcelado pode acarretar uma taxa adicional.
Além das taxas de transação convencionais, o comerciante pode repassar custos de operações parceladas, taxas de administração de cartão e outras despesas relacionadas ao processamento de pagamentos.
Ao considerar o repasse de taxas para o cliente, é crucial manter uma comunicação clara e honesta, garantindo que os consumidores estejam cientes e concordem com essas condições antes de proceder com as transações.
Cobrar a taxa do cartão do cliente de forma legal requer uma comunicação clara e o cumprimento das normativas comerciais e fiscais.
Aqui estão os passos para implementar essa prática em seu negócio de maneira correta:
Pela calculadora de taxas, é possível simular as taxas de parcelamento em todas as soluções de venda da InfinitePay: maquininha, InfiniteTap e link de pagamento.
A calculadora de taxas também está disponível na maquininha e no App da InfinitePay.
Além disso, se optar por repassar a taxa para o cliente, basta fazer um clique: ative a opção de repasse de taxas e você receberá o valor integral da venda.

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Antes de tomar a decisão de repassar a taxa da maquininha de cartão ao consumidor, é fundamental analisar diversos aspectos do seu negócio.
Essa escolha pode impactar diretamente tanto na experiência do cliente quanto na rentabilidade da sua operação.
A decisão de cobrar ou não a taxa também deve levar em conta como isso afeta a percepção e a experiência do cliente.
Para isso, vale adotar estratégias que te ajudem a medir a satisfação de maneira constante e eficaz:
Você pode aplicar pesquisas simples, presenciais ou digitais, logo após a compra.
Uma pergunta direta como “Você ficou satisfeito com sua experiência hoje?” pode gerar insights valiosos.
Essa é uma metodologia bastante usada para medir a lealdade do cliente.
A pergunta central é: “De 0 a 10, qual a probabilidade de você recomendar nosso negócio para um amigo ou colega?”.
As notas indicam o nível de satisfação geral e ajudam a identificar possíveis insatisfações com políticas de cobrança, como a taxa do cartão.
Disponibilizar meios simples e acessíveis para que o cliente possa deixar sugestões ou reclamações ajuda a identificar padrões de insatisfação relacionados a cobrança de taxas, atendimento ou preço.
Muitas vezes, os clientes expressam sua opinião espontaneamente nas redes sociais ou avaliações online, como o Google Business.
Monitorar esses canais permite entender a percepção do público em relação à sua política de cobrança.
Leia mais:
Se você busca a maquininha com a menor taxa para vender mais e lucrar mais, a InfinitePay é a escolha certa: com taxas até 50% menores que a concorrência, sem pegadinhas, sem aumento inesperado e sem fidelidade, você garante mais dinheiro no seu bolso.
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O Pix movimentou R$ 12 trilhões apenas no primeiro semestre de 2024, conforme mostra a levantamento feito pela Federação Brasileira de Bancos (FEBRAN).
Esse número sinaliza um crescimento significativo no uso dessa forma de pagamento, tanto por pessoas físicas quanto por empresas.
Com isso, a taxa Pix se tornou um tema essencial para microempreendedores que precisam otimizar custos operacionais.
O Banco Central estabelece diretrizes específicas sobre cobranças, mas cada instituição financeira possui sua própria política de taxação.
A seguir, você confere quando as taxas do Pix são aplicadas e como reduzi-las efetivamente.
Depende. O Pix pode ter taxa em algumas situações específicas conforme as diretrizes do Banco Central.
As instituições financeiras podem aplicar tarifas para pessoas jurídicas em transações de envio e recebimento, incluindo operações via QR Code.
Quando cobradas, as taxas costumam variar de 0,99% e 1,45% do valor transacionado, dependendo da instituição financeira.
Cada banco define suas próprias políticas de cobrança, respeitando os limites estabelecidos pelo BC.
MEIs e Empresários Individuais seguem as mesmas regras de pessoas físicas, isto é, não costumam ser cobrados, exceto em alguns casos como listamos abaixo.
Os bancos devem informar as taxas antes da confirmação da transação e discriminá-las nos comprovantes.
Para 2026, está prevista a implementação do Pix Automático, que permitirá pagamentos recorrentes sem custos adicionais após autorização prévia do cliente.
Veja também:
O Banco Central estabelece regras claras sobre a cobrança de taxas no Pix. A seguir você cada uma delas.
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A máxima que vigora é que pessoas físicas são isentas de tarifas para enviar ou receber Pix (confira a informação oficial do Banco Central sobre Pix para pessoas físicas).
Porém, dependendo a instituição financeira, existem algumas exceções:
Pessoas jurídicas podem ser tarifadas em transações de envio e recebimento, com valores entre 0,99% e 1,45% do montante transferido.
Neste caso, empresas estão sujeitas a taxas nas seguintes operações:
Vale dizer que os bancos devem informar previamente sobre as taxas e discriminá-las nos comprovantes.
Leia mais:
Para reduzir gastos com tarifas, empresas podem negociar pacotes de serviços com sua instituição financeira ou comparar taxas entre diferentes bancos.
Na InfinitePay, o Pix é taxa zero, garantindo menor impacto nos custos operacionais.
Ao escolher uma empresa para aceitar pagamentos via Pix, leve em consideração se a empresa cobra taxa pelo Pix, os formatos que ela oferece para a transação e quais serviços adicionais ela oferece, além de sua reputação.
A escolha do plano adequado pode resultar em economia significativa nas operações mensais e numa flexibilidade maior para as suas transações.
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Lembra quando você tinha que esperar virar meia noite pra ver o dinheiro do DOC cair na sua conta? Era um processo demorado, substituído cada vez mais pela TED e pelo Pix.
A Febraban (Federação Brasileira de Bancos) soltou um comunicado dizendo que, a partir de 15 de janeiro de 2024, o DOC (Documento de Ordem de Crédito) e a TEC (Transferência Especial de Crédito, feitas por empresas para pagamento de benefícios a funcionários) serão descontinuados no Brasil. Essas modalidades de transferência bancária serão substituídas pelo Pix, o sistema de pagamento instantâneo e gratuito que já ganhou o coração dos brasileiros.
Criado em 1985 pelo Banco Central, o DOC perdeu espaço para outras formas mais rápidas e baratas de transferência de dinheiro, o que se intensificou em novembro de 2020, com o lançamento do Pix. Outra desvantagem é que na TEC e no DOC o valor máximo aceito é de R$ 4.999,99. No Pix, quem impõe o limite é o correntista.
Enquanto as movimentações por DOC são efetivadas um dia depois do banco receber a transferência, a TEC acontecia até o final do mesmo dia. A diferença é que a TEC possibilita ao emissor transferir recursos para diferentes contas ao mesmo tempo, o que não é possível no caso do DOC.
Um levantamento feito pela Febraban, com dados do Banco Central, sobre meios de pagamento indica que as transações por DOC no primeiro semestre de 2023 representaram apenas 0,05% (18,3 milhões) do total das 37 bilhões de operações feitas no ano. Essa modalidade de transferência ficou atrás dos cheques (125 milhões), TED (448 milhões), boleto (2,09 bilhões), cartão de débito (8,4 bilhões), cartão de crédito (8,4 bilhões) e do Pix, a escolha preferida dos brasileiros, com 17,6 bilhões.
Veja também: TED e DOC: o que são, como funcionam e qual a diferença entre eles
Existem vários motivos pelos quais o fim do DOC e da TEC é importante para os pequenos negócios.
O Pix está contribuindo para a inclusão financeira de milhões de brasileiros, especialmente aqueles que não possuíam contas bancárias tradicionais. A facilidade de acesso e uso do sistema permite que todos participem da economia digital.
Lojas físicas e online estão se adaptando à era do Pix, oferecendo formas inovadoras de pagamento, como QR Codes e links instantâneos, para agilizar o processo de checkout e melhorar a experiência do consumidor.
Leia outros conteúdos sobre Pix:

Para agilizar os pagamentos no seu negócio, o primeiro passo é saber como gerar QR Code Pix. Segundo dados do Banco Central, só em 2024, o Pix registrou 63,51 bilhões de operações e movimentou R$ 26,455 trilhões.
Neste artigo, você aprenderá a implementar o QR Code Pix, otimizar sua gestão financeira e também conhecerá uma alternativa com taxa 0% para o seu negócio.
Um QR Code Pix (Quick Response, ou "Resposta Rápida" em português) é um código de quadrado e bidimensional. Ele pode ser escaneado por dispositivos com câmera, como smartphones e tablets, para realizar pagamentos instantâneos (via Pix), como na imagem abaixo:
Essa tecnologia agiliza o pagamento ao eliminar a necessidade de inserir manualmente chaves Pix ou dados bancários, facilitando a transação para clientes e o recebimento para empresas.
Existem dois tipos de QR Code no Pix:
Pode ser utilizado em múltiplas transações. Nele, você pode definir um valor fixo (por exemplo, R$ 15,00 para um produto específico) ou deixar o valor em aberto para que o cliente digite o total da compra. É ideal para pequenos comerciantes ou prestadores de serviço que expõem um único código para diversos pagamentos.
É gerado para cada transação, sendo de uso único. Por exemplo, um e-commerce pode gerar um código dinâmico com o valor exato de um carrinho de compras. Ele contém informações detalhadas como identificação do recebedor e data de vencimento, sendo mais adequado para empresas que necessitam de maior controle e segurança nas transações.
A validade de um QR Code Pix depende do seu tipo. O QR Code estático, por ser reutilizável para várias transações, não tem data de validade. Você pode usar a mesma imagem por tempo indeterminado.
Já o QR Code dinâmico é criado para uma única cobrança e, por isso, pode ter um prazo de vencimento definido por quem o gera. Após essa data, ele se torna inválido, o que garante mais controle para a gestão de cobranças.
Você também pode se interessar:
Atualmente, boa parte dos bancos e instituições financeiras que oferecem Pix como forma de recebimento tem a opção de gerar o QR Code.
Na InfinitePay, por exemplo, você pode gerar um QR Code Pix no próprio app e de forma gratuita.
Se você possui uma loja física, pode ser interessante ter uma plaquinha com seu QR Code Pix no seu balcão, ou perto do caixa.
Assim, o cliente só precisa fazer a leitura do código com seu celular para efetuar o pagamento automático.
A maneira como essa placa será exibida varia de loja para loja, mas há algumas recomendações que garantem melhor uso desse recurso:
É importante que o QR Code Pix tenha um tamanho grande o suficiente para ser lido com facilidade pela câmera do dispositivo do seu cliente.
Dessa forma, o mais adequado para uma plaquinha de acrílico no balcão geralmente é 10x15cm.
Deixe algumas orientações na própria plaquinha para contextualizar o cliente com rapidez. Frases como "Pague com Pix" ou "Pague com Pix pelo QR Code" já orientam o cliente.
Para tornar a plaquinha mais profissional, adicione o logotipo da sua loja e utilize as cores da sua marca. Isso aumenta a confiança do cliente no momento do pagamento, mostrando que o QR Code é oficial do seu estabelecimento.
Ao salvar o arquivo para imprimir, dê preferência a formatos de alta qualidade, como PNG ou PDF. Esses formatos garantem que o QR Code não perca resolução e seja facilmente escaneado pela câmera do celular.
Para isso, você pode utilizar o QR Code gerado no app, editar com o Canva e imprimir em casa ou em uma gráfica.
Configurar seu QR Code Pix pode impulsionar suas vendas e melhorar o fluxo de caixa do seu negócio.
Gere e configure seu QR Code no aplicativo da InfinitePay
A InfinitePay oferece uma solução completa para o seu negócio, permitindo que você gere QR Codes Pix diretamente pelo app ou maquininha, além de enviar links de pagamento personalizados.
O melhor de tudo é que essas transações são taxa zero, o que significa que o valor total da venda é seu.
Essa praticidade facilita o processo de cobrança e amplia as opções de pagamento para os seus clientes, sem comprometer a sua margem de lucro.
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O Pix tem se destacado como o protagonista da transformação do sistema de pagamentos do Brasil. Criado pelo Banco Central, mudou a forma como as transações são realizadas, proporcionando instantaneidade e conveniência para os usuários. E, agora, esta inovação não se limita apenas ao mundo online ou bancário: ela chegou também às maquininhas. E resta a dúvida: Pix na maquininha tem taxa? Essa integração promete ser um divisor de águas no mundo do comércio, tornando os pagamentos ainda mais ágeis e versáteis.
O Pix é o sistema de pagamentos instantâneos brasileiro que permite transferências e pagamentos em tempo real, independentemente do dia ou horário. Ao contrário das tradicionais TEDs e DOCs que possuem horários e dias restritos, ele opera 24 horas por dia, 7 dias por semana.
Para utilizá-lo, os usuários precisam ter uma chave - que pode ser o CPF/CNPJ, número de celular, e-mail ou uma chave aleatória gerada pelo sistema. Ao realizar uma transação, o pagador simplesmente precisa inserir a chave-Pix do recebedor para concluir o processo. Em questão de segundos, o valor é transferido, sem a necessidade de inserir dados bancários ou esperar horas pelo processamento.
Agora, imagine essa eficiência e rapidez sendo aplicada no cotidiano dos comércios. É exatamente essa combinação promissora que a integração dessa tecnologia com maquininhas traz para os empreendedores e consumidores.
Leia mais: Conheça o Pix: sistema de transferências e pagamentos instantâneo
O sistema Pix não só trouxe a revolução dos pagamentos instantâneos, como também introduziu uma maneira prática e versátil de realizar transações: o QR Code. Esta funcionalidade tem sido especialmente útil para comerciantes e empreendedores, oferecendo uma solução rápida e sem contato para pagamentos.
O QR Code, ou Código de Resposta Rápida, é uma espécie de código de barras bidimensional que pode ser escaneado por smartphones e outros dispositivos com câmera. No contexto do Pix, ele funciona da seguinte forma:
Em tempos de pandemia e preocupações sanitárias, o pagamento sem contato é uma opção mais segura.
Funciona para todos os tipos de transações, sejam elas entre pessoas físicas, empresas ou entre uma pessoa e uma empresa.
Evita o manuseio de dinheiro ou a necessidade de inserir dados manualmente, tornando a transação mais ágil.
Não há necessidade de possuir uma maquininha física, tornando-o uma opção excelente para microempreendedores e profissionais autônomos.
O Pix por QR Code é uma ferramenta poderosa que complementa a proposta inicial do Pix, tornando-o ainda mais prático e adaptável às variadas necessidades do mercado brasileiro.
Embora o Pix tenha sido desenvolvido pelo Banco Central do Brasil como uma solução de pagamento instantâneo gratuita para transações entre pessoas físicas, quando se trata de transações comerciais, a história é um pouco diferente.
Instituições financeiras e prestadores de serviços de pagamento têm custos operacionais associados à manutenção, segurança e desenvolvimento contínuo de suas plataformas.
Para compensar esses custos, muitas dessas instituições optam por cobrar uma taxa por transação realizada por empresas ou empreendedores individuais. Porém, a InfinitePay optou por uma abordagem diferente. Ao entender a realidade e os desafios dos empreendedores brasileiros, a InfinitePay decidiu oferecer uma alternativa mais justa e não cobra pelas vendas feitas pelo Pix.
É muito fácil fazer esse processo e garantir também a comprovação desses pagamentos:
A boa notícia para os empreendedores é que nem todos os serviços bancários para empreendedores cobram taxa por transações via Pix. A maquininha de cartão da InfinitePay, por exemplo, destaca-se neste cenário, oferecendo esse tipo de pagamento de forma totalmente gratuita.
Isso representa uma economia significativa para os comerciantes, especialmente quando comparado às taxas cobradas por muitas outras maquininhas, que chegam a cobrar mais de 1%. Com a InfinitePay, você não só aproveita a conveniência e rapidez, mas também mantém mais lucros no seu bolso!
Com o crescente sucesso, não demorou muito para que as maquininhas de cartão, tão presentes no dia a dia do comércio brasileiro, começassem a adaptar-se a essa nova modalidade de pagamento. Muitas dessas maquininhas já estão capacitadas para aceitar pagamentos via Pix, geralmente através de um QR Code gerado no próprio equipamento, que o cliente escaneia com seu smartphone para efetuar o pagamento.
A integração do Pix às maquininhas trouxe uma série de vantagens para os empreendedores. Entre elas:
Com o Pix, o dinheiro cai quase que instantaneamente na conta do comerciante.
Funcionando 24/7, o Pix garante que transações possam ser realizadas a qualquer momento, inclusive fora do horário comercial tradicional.
Em muitos casos, as taxas associadas ao Pix podem ser menores do que as taxas de transações por cartão, representando uma economia para o comerciante. Mas na InfinitePay, por exemplo, o Pix não é cobrado.
O sistema Pix é respaldado pelo Banco Central e possui mecanismos de segurança robustos, garantindo transações seguras tanto para o comerciante quanto para o cliente.
Ao oferecer Pix como opção de pagamento, o comerciante amplia as alternativas disponíveis para seus clientes, adaptando-se às preferências e necessidades de cada um.
Essa integração não apenas moderniza as transações comerciais, mas também reforça o compromisso do comerciante em oferecer o melhor e mais conveniente serviço ao cliente.
Quando o Pix foi lançado, uma das maiores atrações para o público em geral foi a isenção de taxas para transferências entre pessoas físicas. Assim, um usuário comum pode realizar um Pix para outro sem custo algum, tornando-o uma opção atrativa em comparação com outros métodos de transferência.
Contudo, quando adentramos o universo das transações comerciais, o cenário muda. Empresas, incluindo aquelas que operam maquininhas, podem estabelecer taxas para as transações realizadas via Pix, embora estas taxas possam variar. Normalmente, essas taxas são justificadas pelos serviços agregados que essas empresas oferecem, como sistemas de gestão, análise de crédito entre outros.
Ao avaliar a adoção de uma maquininha para o seu negócio, é fundamental considerar as taxas associadas ao uso do Pix. Abaixo, apresentamos uma comparação simplificada das taxas de algumas empresas populares no mercado:
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Como pode ser observado na tabela, enquanto a maioria das maquininhas cobra uma taxa pelo uso do Pix, a InfinitePay se destaca por não cobrar nenhuma taxa nesse tipo de transação. Esse diferencial pode representar uma economia significativa para o empreendedor, especialmente para aqueles que realizam um volume alto de transações diariamente.
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É sempre recomendado que os comerciantes façam uma pesquisa detalhada antes de escolher uma maquininha, considerando não apenas as taxas, mas também outros benefícios e características que possam ser relevantes para o seu negócio.
Assim como em qualquer decisão de negócios, é crucial estar bem informado. Embora o Pix ofereça inúmeras vantagens, as taxas associadas, especialmente em maquininhas, podem variar amplamente. Para os empreendedores, fazer a escolha certa em relação à máquina de cartão que utilizam pode significar a diferença entre maximizar seus lucros ou perder uma parcela significativa em taxas.
Portanto, a informação é sua maior aliada. Ao se equipar com o conhecimento necessário, você estará em uma posição ideal para aproveitar tudo o que o Pix tem a oferecer e impulsionar seu negócio rumo ao sucesso.
Pix é o nome dado ao novo sistema de pagamentos e transferência que, a partir de seu funcionamento permitirá ao usuário realizar transferências e pagamento de forma instantânea.
Hoje em dia funciona da seguinte forma, quando você realiza uma transferência do banco (A) para o banco (B) existe um prazo de até 48 horas úteis para que o valor seja creditado na conta destinada. Se você fizer uma transferência desse modelo numa sexta-feira, por exemplo, ela pode ser concluída até na terça-feira da semana seguinte.
No entanto, se você faz uma transferência do banco (A) para outra conta do mesmo banco (A) esse processo é quase que instantâneo. Essa é a proposta do sistema Pix. Que toda transferência ou pagamento aconteça em tempo real.
Para de fato revolucionar o sistema financeiro, um sistema como esse precisa se tornar algo padrão. É por isso que o Banco Central (BC) determinou que todas as instituições financeiras com mais de 500 mil contas ativas terão que oferecer o Pix. Caso o número de correntistas ativos seja menor, a participação não será obrigatória. (Levando em conta toda praticidade, é pouco provável que alguma instituição financeira não acolha ao Pix)
QR Code é aquela modalidade de pagamento onde você aproxima a câmera do seu celular ou tablet a uma imagem e é direcionado para finalizar o pagamento. Duas categorias do sistema QR Code serão compatíveis com o Pix.
O QR Code estático poderá ser usado em múltiplas transações e permitirá que seja definido um valor para um produto ou de um valor pelo pagador. Ele poderá ser usado para transferências entre duas pessoas, por exemplo.
O QR Code dinâmico é mais adequado para pagamento de compras, já que poderá apresentar informações diferentes a cada transação e permitirá que sejam incluídas informações adicionais sobre a transação.
Primeiro vamos relembrar o que é cada uma dessas operações:
TED(Transferência Eletrônica Disponível): o dinheiro enviado a outra instituição será creditado na conta de destino até as 17 horas daquele mesmo dia; não existe valor mínimo a ser transferido e valores superiores a R$ 5 mil podem ser enviados;
DOC (Documento de Ordem de Crédito): o dinheiro cai na conta de destino no dia seguinte, mas pode levar mais de um dia útil caso a transferência seja feita após as 22h; além disso, o valor máximo que pode ser transferido por DOC é de R$ 4.999,99.
Os valores dessas duas operações usando bancos tradicionais custam aproximadamente de R$7,00 a R$9,00 reais, isso através dos terminais de autoatendimento e meios digitais. A taxa presencial pode custar de R$ 15,00 a R$ 19,00 reais.
A boa notícia é que grande parte das contas digitais oferecem esses serviços de forma gratuita. No entanto, ainda não há informações sobre as taxas, se é que de fato existiram sobre o Pix. Mas a expectativa é que pelo menos dentro dos bancos digitais O Pix siga o mesmo modelo de TED e DOC e também seja isento de taxas.
Agora sim, respondendo a pergunta; Com a chegada do Pix, DOC e TED serão desativados? Não! Ambas operações continuaram ativas, mas a expectativa é que toda a praticidade e agilidade do Pix tornem essas operações cada vez mais incomuns.
O Pix vai facilitar e muito a vida dos brasileiros, e nós já estudamos a possibilidade de adotar o sistema no futuro, para assim realizar o pagamento aos nossos clientes de forma mais rápida. Trabalhamos sempre visando melhorar ainda mais a sua experiência com a InfinitePay.
O Pix é um sistema de pagamentos e transferência bancária que deixará tudo mais rápido e prático. O sistema é seguro e deve dar as caras a partir de 20 de novembro ainda deste ano. Pagamentos via QRCode contarão com a tecnologia. Operações como TED e DOC continuam valendo, mas em um futuro bem próximo devem ser extintas levando em conta toda a rapidez e praticidade do Pix.
A InfinitePay nasceu para oferecer a melhor, mais tecnológica e mais justa solução de pagamentos ao empreendedor. Na Guerra das Maquininhas, nós decidimos ficar do seu lado e, por isso, criamos conteúdos transparentes para fortalecer ainda mais a relação com os nossos clientes. Conte sempre com a InfinitePay.