taxas

Entenda sobre taxas de transação. Saiba como elas impactam seus negócios e descubra como minimizar custos.

Seu negócio

Saber como escolher a melhor maquininha de cartão ajuda a garantir mais praticidade no dia a dia do seu negócio e aumentar suas vendas. 

Afinal, os clientes preferem pagar com cartões de crédito, débito e até mesmo Pix, e não aceitar esses meios pode significar perda de oportunidades.

Além das taxas, é importante considerar funcionalidades como mobilidade, integração com outros sistemas e aceitação de diferentes bandeiras. 

Neste guia, você aprenderá como avaliar os principais fatores antes de escolher sua maquininha e quais são os diferentes modelos disponíveis no mercado.

Como escolher a melhor maquininha de cartão em 5 etapas

A seguir, você confere tudo o que você precisa saber antes de escolher a melhor maquininha de cartão para o seu negócio.

Veja também:

1. Entenda suas necessidades

O primeiro passo para escolher a melhor maquininha de cartão é avaliar as necessidades do seu negócio. Pergunte-se:

  • Seu atendimento é fixo ou móvel? Se você faz entregas ou vendas externas, um modelo portátil com conexão estável pode ser a melhor opção.
  • Você precisa imprimir comprovantes? Alguns clientes preferem o recibo impresso, mas muitos já aceitam a versão digital enviada por SMS ou e-mail.
  • Qual é o volume médio de vendas? Dependendo do número de transações, algumas maquininhas podem ser mais vantajosas por oferecer taxas mais competitivas.

Ao entender essas demandas, você evita investir em um modelo que não atende bem suas operações diárias.

2. Compare taxas e tarifas

As taxas cobradas pelas maquininhas variam conforme a operadora e a modalidade da venda. 

Os principais custos que você deve analisar incluem:

  • Taxa no débito: percentual descontado para pagamentos à vista.
  • Taxa no crédito à vista: valor cobrado em transações no crédito.
  • Taxa no crédito parcelado: percentual aplicado em compras parceladas, que pode aumentar conforme o número de parcelas.
  • Taxa de antecipação: cobrada caso você queira receber o valor das vendas antes do prazo padrão.

Além disso, algumas maquininhas cobram mensalidade ou aluguel, enquanto outras podem ser adquiridas com pagamento único. 

Avalie o custo-benefício e escolha a opção que mais se encaixa no seu orçamento.

3. Se atente as funcionalidades

Além das taxas, é fundamental analisar as funcionalidades da maquininha, pois elas impactam diretamente a praticidade e a eficiência das vendas. 

Um dos pontos mais importantes é a conexão estável, que pode ser via Wi-Fi, 3G ou 4G, garantindo que as transações sejam processadas rapidamente sem interrupções. 

Para quem trabalha fora do estabelecimento, a duração da bateria também faz diferença, especialmente para entregadores e profissionais autônomos que não têm acesso constante a um carregador. 

Outra funcionalidade relevante é o pagamento por aproximação (NFC), que permite transações mais rápidas e seguras, sem a necessidade de inserir o cartão na máquina. 

Além disso, algumas maquininhas oferecem integração com sistemas de gestão, facilitando a automação de vendas e o controle financeiro do negócio. 

Avaliar esses recursos ajuda a escolher um modelo que atenda melhor às suas operações diárias e proporcione uma experiência mais fluida para seus clientes.

4. Verifique os meios de pagamento aceitos

Garantir que sua maquininha aceite diversos meios de pagamento é essencial para não perder vendas. 

Atualmente, os clientes utilizam diferentes formas para pagar suas compras, e limitar essas opções pode afetar seu faturamento. 

Além dos cartões de crédito e débito, verifique se a maquininha oferece suporte para:

  • Pix e QR Code: formas de pagamento que crescem rapidamente e são práticas tanto para clientes quanto para lojistas.
  • Carteiras digitais: como Google Pay, Apple Pay e Samsung Pay, que permitem pagamentos via smartphone.
  • Cartões de benefícios: caso seu negócio atenda o setor alimentício, é importante aceitar vale-refeição e vale-alimentação (Alelo, Sodexo, VR e Ticket).

Quanto mais opções sua maquininha oferecer, mais clientes você poderá atender, tornando seu negócio mais acessível e conveniente.

5. Confira quais bandeiras são aceitas

Outro fator essencial ao escolher sua maquininha é conferir quais bandeiras de cartão são compatíveis com ela. 

Algumas das principais bandeiras do mercado são Visa, Mastercard, Elo, American Express e Hipercard. 

No entanto, dependendo do segmento do seu negócio, pode ser necessário aceitar cartões específicos, como os de benefícios (Alelo, Sodexo, VR e Ticket). 

O ideal é escolher um modelo que cubra a maior quantidade possível de bandeiras para evitar recusas e garantir que seus clientes tenham liberdade na hora do pagamento.

Artigos relacionados:

Quais os tipos de maquininha de cartão?

Existem diferentes tipos de maquininhas de cartão disponíveis no mercado, cada uma com características específicas para atender a diferentes perfis de negócios. 

Conhecer essas opções é essencial para escolher a que melhor se adapta às suas necessidades.

Ponto de Venda (POS)

O modelo POS (Point of Sale) é amplamente utilizado em estabelecimentos físicos, como lojas, restaurantes e mercados, por oferecer um sistema completo de pagamentos.

A Maquininha Smart InfinitePay é uma opção moderna que combina tecnologia avançada e facilidade de uso. Suas principais características incluem:

  • Tela touchscreen: interface intuitiva para um atendimento mais ágil.
  • Conexão Wi-Fi e 4G: garantindo transações rápidas e seguras sem depender de cabos.
  • Comprovante impresso e digital: permite enviar recibos por SMS ou e-mail.
  • Aceitação de diversas formas de pagamento: incluindo crédito, débito, Pix, QR Code e carteiras digitais.

A Maquininha Smart InfinitePay é ideal para negócios que buscam eficiência no atendimento e um sistema ágil para processar pagamentos. 

Além disso, oferece taxas competitivas, sendo até 50% menores do que na concorrência, e um fluxo de recebimento otimizado, permitindo que empreendedores maximizem seus lucros.

Mini Ponto de Venda Externo (mPOS)

A mPOS é uma versão mais compacta e portátil da maquininha tradicional, ideal para quem precisa de mobilidade. 

Esse modelo se conecta a um smartphone ou tablet via Bluetooth e utiliza o plano de dados do aparelho para processar as transações. Suas vantagens incluem:

  • Baixo custo de aquisição.
  • Facilidade para levar a qualquer lugar.
  • Conexão via celular, sem necessidade de Wi-Fi.

É uma excelente opção para entregadores, autônomos e pequenos negócios que realizam vendas fora de um estabelecimento físico.

Maquininha no celular (Tap to Pay)

A tecnologia vem transformando os meios de pagamento, e uma das soluções mais inovadoras é a maquininha no celular. 

Esse modelo permite que o próprio smartphone funcione como uma maquininha de cartão, sem a necessidade de um equipamento adicional. 

Com o InfiniteTap, da InfinitePay, você pode transformar seu smartphone em uma maquininha de cartão, sem a necessidade de comprar ou alugar um equipamento adicional. Essa solução oferece:

  • Mobilidade total: ideal para autônomos, prestadores de serviço e pequenos negócios que realizam vendas em qualquer lugar.
  • Pagamento por aproximação (NFC): aceita cartões de crédito e débito, além de carteiras digitais como Apple Pay e Google Pay.
  • Sem custo de aquisição: basta baixar o app da InfinitePay e ativar o InfiniteTap para começar a aceitar pagamentos.
  • Segurança garantida: as transações são protegidas por criptografia e seguem as normas de segurança do Banco Central.

Essa solução é perfeita para quem quer evitar custos com equipamentos e ainda garantir praticidade nas transações.

Transferência Eletrônica de Fundos (TEF)

A TEF é um sistema integrado ao caixa da empresa, permitindo a automação das vendas. Esse tipo de maquininha é indicado para negócios que realizam um alto volume de transações, pois oferece:

  • Integração com sistemas de gestão e emissão de notas fiscais.
  • Pagamento diretamente vinculado ao controle de estoque.
  • Redução de erros operacionais e agilidade no atendimento.

Por exigir conexão direta com um computador e internet, o TEF é mais utilizado em supermercados, farmácias e grandes varejistas que precisam de um sistema completo de pagamento.

Veja também como receber por aproximação no celular? Guia completo

Conheça a melhor maquininha de cartão para o seu negócio

Agora que você conhece os principais tipos de maquininhas e os critérios para escolher a melhor opção, é hora de avaliar qual atende melhor às necessidades do seu negócio. Considere fatores como mobilidade, taxa de adesão, funcionalidades e os meios de pagamento aceitos. 

Optar por uma solução completa pode fazer a diferença para garantir mais vendas e uma experiência positiva para seus clientes.

  • As menores taxas do mercado: pague apenas 0,75% no débito e 2,69% no crédito à vista, garantindo mais lucro por venda.
  • Recebimento rápido: receba o dinheiro na hora ou em até 1 dia útil, sem precisar pagar taxas de antecipação.
  • Sem aluguel e com frete grátis: você paga apenas pelo equipamento e recebe sua maquininha sem custo de entrega, em qualquer lugar do Brasil.
  • PDV integrado: gerencie seu estoque automaticamente e configure seus produtos rapidamente apenas com uma foto, facilitando a organização e o controle do seu negócio.
  • Aceita diversos meios de pagamento: cartões de crédito, débito, Pix, QR Code e carteiras digitais como Apple Pay e Google Pay.

Além disso, você também pode utilizar o nosso app que oferece soluções completas, como o InfiniteTap, que transforma seu celular em uma maquininha sem custo adicional, e uma conta digital gratuita, que ajuda você a gerenciar seus recebimentos com mais praticidade.

Com a InfinitePay, você tem uma solução eficiente, segura e acessível para aceitar pagamentos no seu negócio.

Peça agora sua maquininha InfinitePay e aproveite a melhor solução com as menores taxas do mercado

Seu negócio

Para calcular o juro da venda parcelada que você repassa ao cliente, some a taxa total cobrada pela operadora e divida o valor da venda por (1 - taxa). O resultado é o preço final com o acréscimo embutido e protege a margem do lojista.

Como calcular o juro na venda parcelada

A fórmula correta para repassar a taxa ao cliente é:

Valor final = Valor da venda ÷ (1 - taxa total)

A taxa total reúne a taxa da operadora mais o acréscimo por parcela. Em uma venda de R$ 300 em 3x, com 3% da operadora mais 1% por parcela (sem contar a primeira), a taxa total fica em 5%.

Aplicando a fórmula: R$ 300 ÷ 0,95 = R$ 315,79. Você repassa R$ 15,79 ao preço final. Ao receber R$ 315,79 e descontar os 5% da operadora, o lojista volta a R$ 300.

Se você somar 5% sobre R$ 300 (R$ 15) e adicionar ao preço, o resultado será R$ 315. Depois de descontar os 5% da operadora, você recebe R$ 299,25, não R$ 300. A divisão por (1 - taxa) é o que protege sua margem.

Simulação de repasse por valor de venda

A tabela abaixo mostra o acréscimo ao preço final em vendas com taxa total de 5%, faixa comum para 3x no plano de recebimento em 1 dia útil:

Valor da vendaTaxa totalPreço final com repasseAcréscimo
R$ 1005%R$ 105,26R$ 5,26
R$ 3005%R$ 315,79R$ 15,79
R$ 1.0005%R$ 1.052,63R$ 52,63
R$ 5.0005%R$ 5.263,16R$ 263,16

Quanto mais parcelas, maior a taxa total, porque cada parcela adiciona um acréscimo definido pela operadora. O lojista decide se absorve o custo ou repassa ao cliente.

Taxas da maquininha InfinitePay vigentes em agosto de 2026

Confira as taxas a partir do plano de recebimento em 1 dia útil para bandeiras Visa e Mastercard na faixa de maior faturamento:

  • Pix: 0%
  • Débito: a partir de 0,75%
  • Crédito à vista: a partir de 2,69%
  • Crédito em 12x: a partir de 8,99%

Os valores diminuem conforme o faturamento cresce. Confira a tabela completa na página oficial de taxas da InfinitePay.

Taxas de juros de maquininha de cartão: o que são e quais os tipos?

A taxa da maquininha é o percentual cobrado sobre cada venda paga no cartão, especialmente as parceladas. Na prática, três partes se somam: a tarifa da adquirente (empresa que fornece a maquininha), a tarifa da bandeira (Visa, Mastercard, Elo, American Express) e a tarifa do banco emissor do cartão.

No mercado brasileiro, os percentuais médios giram em torno de 1,1% a 2% no débito, 2,5% a 4% no crédito à vista e 3% a 7% no crédito parcelado, podendo passar de 12% em 12x.

As taxas variam conforme três dimensões:

  • Modalidade: crédito parcelado cobra mais que débito, porque a operadora antecipa o dinheiro ao lojista enquanto o cliente paga ao longo dos meses.
  • Prazo de recebimento: receber na hora (antecipação) custa mais; aguardar 30 dias reduz a taxa.
  • Bandeira e banco emissor: bandeiras e emissores diferentes aplicam percentuais próprios.

Na InfinitePay, a taxa é transparente: débito a partir de 0,75% e crédito à vista a partir de 2,69%, com recebimento em até 6 segundos no plano Receba na Hora ou em 1 dia útil. Conheça os detalhes sobre como funcionam os juros da maquininha.

Qual a diferença entre taxa e juros?

A taxa é o percentual fixo cobrado por transação, variando conforme o tipo de pagamento (débito, crédito à vista, crédito parcelado) e a operadora. O juro é o custo adicional que incide sobre vendas parceladas, calculado sobre o valor total e dependente do número de parcelas.

  • Taxa de parcelamento: ao parcelar, os juros vêm embutidos no percentual da operadora. Quanto mais parcelas, maior o juro total.
  • Custo para o cliente: o juro da parcela é um custo extra para quem paga e influencia o valor final da compra.
  • Recebimento antecipado: você pode receber o valor total da venda antes do prazo natural, mesmo que o cliente continue parcelando. Os juros das parcelas continuam sendo cobrados do cliente.

O comerciante decide se absorve os juros ou os repassa ao cliente, conforme a estratégia de precificação.

Como repassar as taxas da maquininha?

O repasse manual segue a fórmula da seção anterior: some a taxa total, divida o valor da venda por (1 - taxa) e use o resultado como preço final. O método vale para qualquer operadora.

Para confirmar o valor na hora da venda, a calculadora da InfinitePay mostra o custo da transação e o valor a receber direto na maquininha, antes de o cliente pagar. Você decide se repassa ou absorve o custo.

Passo a passo na maquininha InfinitePay:

  1. Toque em "Calcular Taxa" na tela inicial.
  2. Insira valor, bandeira e número de parcelas.
  3. Confira o valor a receber calculado automaticamente.
  4. Marque "Repassar taxas" para embutir o custo no preço final.
  5. Toque em "Cobrar esse valor".
  6. Confirme os dados antes de finalizar.

A operação elimina o cálculo manual quando você já está em frente ao cliente.

Atenção aos aspectos legais do repasse de taxas

A Lei nº 13.455/2017 autoriza o comerciante a diferenciar preços conforme o instrumento de pagamento. Você pode cobrar um valor para pagamento à vista (dinheiro ou Pix) e outro, maior, para pagamento parcelado no cartão.

A lei exige transparência: informe o desconto para pagamentos à vista e o acréscimo para parcelamento de forma visível ao consumidor antes de finalizar a compra. A ausência de informação pode gerar sanções previstas no Código de Defesa do Consumidor. Veja mais detalhes sobre posso cobrar taxa do cartão do cliente.

Vantagens e desvantagens do repasse de taxas

VantagensDesvantagens
Mitiga o custo da transação para o lojista.Pode gerar resistência de clientes sensíveis a preço.
Incentiva o cliente a pagar à vista, reduzindo custo de antecipação.Exige comunicação clara para não prejudicar a imagem do estabelecimento.
Preserva a margem em vendas parceladas longas.Pode afastar clientes que comparam com concorrentes sem repasse.
Deixa o preço à vista mais competitivo.Demanda ajuste na precificação de todos os produtos.

Avalie o repasse quando o custo da taxa comprometer mais de 5% da margem por venda parcelada. Com taxas a partir de 0,75% no débito e recebimento na hora ou em 1 dia útil, a InfinitePay reduz o custo que você precisa repassar ao cliente. Calcule suas taxas direto na maquininha ou na calculadora da InfinitePay antes de definir o preço final.

Illustration of smartphone, calculator, coins, credit card, and graphs symbolizing finance and calculations.
InfinitePay

Já tá sabendo da novidade? Nossa calculadora de taxas, que você já conhecia no App InfinitePay, chegou na sua Maquininha Smart! Agora, com a maquininha na mão, você já consegue ver o quanto receberá em cada venda!

Já pega a sua maquininha e vem aprender a usar a calculadora, é super fácil e a gente te explica em poucos passos!

Agora é só seguir esse caminho:

  1. Na tela inicial da sua maquininha (onde fica o App InfinitePay), clique no ícone Calcula Taxa.
  2. Na aba Maquininha, insira todas as informações da venda que deseja fazer: valor, bandeira do cartão e número de parcelas
  3. Confira o quanto você recebe e o quanto o seu cliente paga por essa venda.
  4. IMPORTANTE: Se quiser repassar as taxas para o cliente, é preciso selecionar a opção Repassar taxas para conferir o valor atualizado, ok?
  5. Após fazer o cálculo, é só clicar no botão Cobrar esse valor para prosseguir com a venda. O valor será inserido de forma automática.
  6. Confira se todas as informações estão corretas.
  7. Aproxime ou insira o cartão e peça para o seu cliente digitar a senha
  8. Agora é só confirmar a transação e aguardar a impressão do comprovante!

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InfinitePay card reader with touchscreen displaying app icons on a blue background.

Prático demais, né?! Estamos sempre trabalhando em recursos novos para facilitar a sua vida, e assim sua Maquininha Smart vai ficando cada vez mais inteligente 🤩 Quer aproveitar para sugerir outras novidades? Dá uma olhada no Feedbacks InfinitePay!

Além da calculadora de taxas na Maquininha Smart e no app da InfinitePay, você pode usar nossa calculadora de taxas na web e no app. Clique aqui para calcular!


Bora construir juntos a rede de pagamentos interplanetária! 🚀

Hand holding a payment terminal and another hand holding a credit card against blue and orange background.
Finanças

Taxa MDR: impacto, alternativas, economia

O sistema brasileiro de cartões teve início no final dos anos 1960, com grande popularização e expansão nos anos 1990. A quantidade de cartões de crédito e débito até 2016 cresceu mais de 180% no período, chegando aproximadamente a 150 milhões cartões de crédito (56% ativos) e 111 milhões de débito (31% ativos).

O pagamento em cartão hoje é uma das principais formas de pagamento usadas no mercado e é atualmente um dos meios mais seguros, tanto para clientes quanto para os estabelecimentos.

A taxa MDR (sigla em inglês para Merchant Discount Rate) ou conhecida como “Taxa de Desconto do Lojista”, trata-se de uma taxa percentual, cobrada pela processadora de cartão sobre os lojistas, em cada transação realizada na máquina de cartão, seja ela de débito ou crédito.

E como esse processo acontece?

Para uma uma operação de pagamento por cartão acontecer são necessários três atuantes.

O banco: é quem oferece o cartão ao consumidor. É ele quem aprova ou nega uma transação. Outra forma de se referir ao banco nesse processo é como emissor.

A bandeira do cartão: é quem intermedia todas as partes do pagamento, o banco emissor, o cartão do consumidor e a maquininha do estabelecimento comercial. O custo cobrado por essa parte é fixo, independente do valor transacionado.

O adquirente: É responsável por captar, processar e efetuar o pagamento das transações que o empreendedor faz. É muito mais comum se referir ao adquirente como “maquininha”, mas você também pode ver por aí o termo credenciadora para essa parte do pagamento.

Vamos exemplificar: Digamos que o consumidor faça uma compra de R$ 100 em sua loja, usando um cartão de crédito. O banco emissor do seu cliente transfere R$ 100 ao seu adquirente, que, por sua vez, transfere a você o valor que deve receber, com uma taxa descontada. O sistema de pagamento ou bandeira cobra suas taxas diretamente de seus clientes e o adquirente paga a taxa de intercâmbio da transação ao banco emissor.

Se o MDR for 5% do valor da transação, significa que o empreendedor deve pagar ao banco emissor R$ 5 por uma transação cujo valor foi R$ 100. Então, nesse exemplo que demos, você receberia R$95 pela venda realizada. Isso, caso seja a MDR seja a única taxa cobrada pela sua maquininha de cartão.

A taxa MDR serve para pagar todos estes atuantes, cada qual com sua porcentagem.

E quanto cada um desses atuantes ganha?

A porcentagem maior vai para o bancos. São eles que intercambiam o dinheiro e estipulam as taxas. Logo em seguida, vem a bandeira, que faz essa interconexão entre a maquininha e o banco. Por último, vem a sua maquininha que faz a transação, que pode aumentar ainda mais as taxas no processo de pagamento.

A MDR, ao remunerar todos nessa cadeira, é direcionada para cobrir os custos das operações que cada parte desembolsa para fazer a venda acontecer.

Diagram with store, card network, payment terminal, and issuer connected by dotted lines and dollar signs.

Como a taxa MDR influencia na sua empresa?

No Brasil, as taxas MDR são uma das mais altas do mundo, com taxas que podem chegar em até 3% no débito e 5% no crédito. Boa parte disso é porque as empresas que participam desse esquema dependem de uma estrutura extremamente cara para funcionar.

Em sua maioria, é um modelo que conta com muitos funcionários, sistemas complexos e grandes verbas para manter tudo de pé.
Além de tudo, tais empresas visam seu próprio lucro. Mas, ao aumentarem as margens cobradas para pagarem estruturas gigantes e, ainda assim, lucrarem, quem sente mais é você e o seu negócio. Quando prestadoras aumentam de forma abusiva as taxas, o empreendedor geralmente se sente preso a duas alternativas:

Repassar os valores altos das taxas para seus clientes, o que gera uma cadeia de aumento de preços, que impacta diretamente nos valores de seus produtos e serviços. Isso pode tornar seu negócio menos competitivo no atual mercado tão saturado de opções para os consumidores. Absorver os valores altos das taxas, diminuindo significativamente o lucro que poderia ter em seu negócio.

Além da taxa MDR, no modelo praticado aqui no Brasil, é comum você pagar para antecipar as parcelas a receber por vendas feitas no crédito. Inclusive, o lucro da maioria dos adquirentes vem dessa taxa. Nós também descomplicamos a taxa de antecipação. Por isso, escolher uma maquininha de cartão que pratica taxas menores é sempre uma vantagem, pois qualquer percentual reduzido nesse custo é lucro certo para o seu negócio.


As taxas da InfinitePay, por exemplo, são menores do que as praticadas no mercado. Isso se deve a dois importantes fatores. O principal deles é que acreditamos que uma mudança na forma de realizarmos pagamentos no Brasil é necessária e urgente. O empreendedor deve ser dono do seu próprio lucro. Simples assim.

Além disso, temos um custo operacional muito menor do que as demais operadoras. O custo da InfinitePay para fazer uma transação acontecer é em média 35 vezes menor. E isso só é possível por conta dos nosso foco em tecnologia e inovação. Nossos sistemas são mais ágeis e seguros, precisando de menos recursos para se sustentar.

O resultado disso? Taxas mais justas para o seu negócio, sem asteriscos ou promoções.

A InfinitePay nasceu para oferecer a melhor, mais tecnológica e mais justa solução de pagamentos ao empreendedor. Na Guerra das Maquininhas, nós decidimos ficar do seu lado e, por isso, criamos conteúdos como esse para facilitar o crescimento do seu negócio! Conte sempre com a InfinitePay.

Lojista cobra cliente com a Maquininha Smart ao lado de um card sobre a menor taxa no débito, crédito, 12x e Pix
Empreender

Nenhuma maquininha tem a menor taxa em todas as modalidades: a mais barata no débito nem sempre é a mais barata no crédito ou no parcelado. Entre as maquininhas físicas com tabela pública, a InfinitePay tem o menor crédito à vista (3,15%) e o menor 12x (12,40%) na faixa de entrada, além de Pix a 0% sem condição.

Para o pequeno negócio, a diferença aparece no fim do mês: o crédito movimentou R$ 1,7 trilhão no primeiro semestre de 2026, segundo a Abecs, e é justamente a modalidade em que as taxas mais variam entre as maquininhas.

Qual maquininha tem a menor taxa em 2026?

A tabela mostra a taxa de cada modalidade na faixa de entrada das maquininhas que publicam preços, depois das promoções de boas-vindas. Stone, Rede e Safrapay definem as taxas em proposta comercial e não entram na comparação.

MaquininhaDébitoCrédito à vista12xPixPrazo
InfinitePay1,37%3,15%12,40%0%1 dia útil
SumUp0,99%3,49%13,99%0% na conta SumUpNa hora
Getnet (Get Lite)1,39%3,49%12,88%Não publicado2 dias úteis
PagBank1,44%3,49%13,78%0,99%Na hora
Ton1,69%3,86%20,39%0% com chave Pix1 dia útil
Cielo1,96%4,42%19,78%0,99%1 dia
Mercado Pago1,98%4,86%21,39%0,49%Na hora

*Taxas de Visa e Mastercard consultadas nos sites oficiais em 28/09/2026. A faixa de entrada muda de empresa para empresa (de até R$ 3 mil a até R$ 20 mil por mês) e o prazo de recebimento não é igual entre elas. Fonte: sites oficiais de InfinitePay, SumUp, Getnet, PagBank, Ton, Cielo, Mercado Pago, Stone, Rede e Safrapay, consulta em 09/2026.

Por modalidade, o resultado fica assim:

  • Débito: a menor taxa da faixa de entrada é 0,99%, da SumUp. Na InfinitePay, o débito começa em 1,37% e cai até 0,75%.
  • Crédito à vista: a menor é 3,15%, da InfinitePay, com o dinheiro em 1 dia útil.
  • Crédito em 12x: a menor é 12,40%, da InfinitePay, com todas as parcelas recebidas de uma vez.
  • Pix: 0% na InfinitePay em qualquer situação; em outras, o 0% depende de conta própria, chave cadastrada ou dos primeiros 30 dias.

Para comparar também preço do equipamento, prazo e perfil de cada marca, veja o comparativo da melhor maquininha de cartão.

Quanto custa a maquininha por mês na prática?

O custo real depende de como seus clientes pagam. Num negócio que vende R$ 3 mil por mês, sendo 30% no débito, 40% no crédito à vista, 10% em 12x e 20% no Pix, as taxas da faixa de entrada resultam nestes valores:

MaquininhaCusto no mêsCusto em 12 meses
InfinitePayR$ 87,33R$ 1.047,96
SumUpR$ 92,76R$ 1.113,12
Getnet (Get Lite)R$ 93,03 + PixR$ 1.116,36 + Pix
PagBankR$ 102,12R$ 1.225,44
TonR$ 122,70R$ 1.472,40
CieloR$ 135,96R$ 1.631,52
Mercado PagoR$ 143,25R$ 1.719,00

*Simulação com as taxas da tabela anterior, sem aluguel, mensalidade ou preço do equipamento. Getnet não publica a tarifa do Pix. Fonte: sites oficiais das empresas, consulta em 09/2026.

Custo de vender R$ 3 mil por mês na InfinitePay: R$ 87,33 no mês somando débito, crédito, 12x e Pix a 0%

O parcelado pesa mais que a sua fatia nas vendas: 10% do faturamento em 12x responde por mais de 40% do custo em todas as maquininhas da simulação. Se você vende muito parcelado, a taxa de 12x decide a conta.

Qual maquininha tem a menor taxa de parcelamento?

Entre as tabelas públicas, a InfinitePay tem a menor taxa de 12x na faixa de entrada, e a taxa cai conforme o faturamento. As taxas abaixo são únicas sobre a venda, já com a antecipação de todas as parcelas, para receber tudo em 1 dia útil:

Taxas da maquininha InfinitePay em quatro faixas de faturamento, com Pix 0% em todas as faixas

Taxas da InfinitePay para Visa e Mastercard

ModalidadeAté R$ 20 milR$ 20 mil a R$ 40 milR$ 40 mil a R$ 80 milAcima de R$ 80 mil
Débito1,37%0,85%0,79%0,75%
Crédito à vista3,15%2,89%2,79%2,69%
2x5,39%4,22%4,08%3,94%
3x6,12%4,83%4,65%4,46%
4x6,85%5,44%5,21%4,98%
5x7,57%6,05%5,77%5,49%
6x8,28%6,64%6,32%5,99%
7x8,99%7,24%6,87%6,51%
8x9,69%7,82%7,42%6,99%
9x10,38%8,41%7,96%7,51%
10x11,06%8,98%8,49%7,99%
11x11,74%9,56%9,03%8,49%
12x12,40%10,12%9,56%8,99%

Taxas da InfinitePay para Elo, Hipercard e Amex

ModalidadeAté R$ 20 milR$ 20 mil a R$ 40 milR$ 40 mil a R$ 80 milAcima de R$ 80 mil
Débito2,58%2,08%1,98%1,88%
Crédito à vista4,91%4,65%4,56%4,46%
2x6,47%6,09%5,95%5,81%
3x7,20%6,69%6,50%6,32%
4x7,92%7,28%7,05%6,83%
5x8,63%7,87%7,60%7,33%
6x9,33%8,46%8,15%7,83%
7x10,03%9,05%8,69%8,34%
8x10,72%9,63%9,23%8,83%
9x11,41%10,20%9,76%9,32%
10x12,08%10,76%10,29%9,81%
11x12,75%11,33%10,81%10,29%
12x13,41%11,88%11,33%10,77%

*Faturamento mensal. Fonte: tabela de taxas da InfinitePay, consulta em 28/09/2026. Pix a 0% em todas as faixas.

Para decidir se vale repassar o custo ao cliente, veja como calcular os juros da maquininha no parcelado.

Quais custos a taxa anunciada não mostra?

A taxa por venda é só uma parte do custo. Antes de comparar, confira estes cinco itens no contrato:

Cinco custos que a menor taxa esconde: taxa promocional, aluguel, antecipação, Pix com taxa e bandeira do cartão

Taxa promocional

Ofertas de 0,57% a 0,74% no crédito costumam valer 30 dias ou até R$ 5 mil em vendas. Depois, a taxa pode passar de 4% no crédito à vista e de 20% no 12x. Compare sempre a tabela do segundo mês.

Aluguel ou mensalidade

Maquininhas alugadas cobram de R$ 14,90 a R$ 129,90 por mês quando o faturamento fica abaixo da meta de isenção. Equipamento comprado, como a Maquininha Smart da InfinitePay por R$ 199, não gera custo fixo.

Antecipação

No padrão de muitas maquininhas, o crédito cai em 30 dias e cada parcela em um mês. Receber antes custa uma taxa extra, que pesa no fluxo de caixa. Na InfinitePay, a antecipação já está incluída na taxa do plano de 1 dia útil.

Pix com taxa

O Pix bateu 8,11 bilhões de transações em agosto de 2026, segundo o Banco Central. Algumas maquininhas cobram de 0,49% a 0,99% por Pix depois do primeiro mês, o que pesa quase tanto quanto o débito.

Bandeira do cartão

Elo, Hipercard e Amex costumam ter taxa maior que Visa e Mastercard. Na faixa de entrada da InfinitePay, o débito Elo custa 2,58%, contra 1,37% no Visa.

Como pagar menos taxa na maquininha?

O jeito mais rápido é mudar o mix de pagamento e aproveitar as faixas de faturamento. Estas práticas reduzem o custo sem trocar de maquininha:

  • Incentive o Pix: com Pix a 0%, cada venda que sai do cartão reduz o custo. Um pequeno desconto no Pix costuma custar menos que a taxa do crédito.
  • Prefira o débito ao crédito em vendas de valor baixo, quando o cliente tiver as duas opções.
  • Limite o parcelamento em vendas pequenas: a partir de 6x, a taxa passa de 8% na faixa de entrada.
  • Concentre as vendas em uma maquininha para subir de faixa de faturamento mais rápido.
  • Leve números para negociar: faturamento dos últimos seis meses e uma proposta concorrente por escrito. Na InfinitePay, a redução por faixa é automática.
  • Revise as taxas a cada seis meses e compare pelo custo total, não pela taxa isolada.

Quem trocou de maquininha economizou quanto?

A Tchella, dona da Tchella Boutique, trocou de maquininha e passou a comparar o custo das vendas mês a mês: "Nunca sobrou dinheiro suficiente. Com o que eu estou economizando por mês com a InfinitePay, consegui financiar meu primeiro carro zero".

Emerson abriu a Full Time, loja de suplementos em São Roque (SP), e escolheu a Maquininha Smart para vender em 12x sem juros para o cliente: "O que me convenceu foi que eu receberia o dinheiro já no dia seguinte, sem preocupações".

A InfinitePay tem nota 9,7 e selo RA1000 no Reclame Aqui. Peça sua Maquininha Smart ou venda pelo celular com o InfiniteTap e confira a tabela completa de taxas.

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