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- CDB Prefixado define a rentabilidade exata na contratação e favorece cenários de queda da Selic.
- CDB Pós-fixado acompanha o CDI, protege o capital na alta dos juros e oferece maior segurança para resgates antecipados.
- Marcação a mercado no modelo Prefixado gera risco de perda financeira se o dinheiro for retirado antes do vencimento.
- Títulos híbridos combinam taxa fixa com a inflação (IPCA) para garantir ganho real a longo prazo.
- Fundo Garantidor de Créditos (FGC) protege ambas as modalidades até o limite de R$ 250 mil por CPF.
- CDB InfinitePay rende 106% do CDI com liquidez diária e aplicação mínima de R$ 1,00.
Compreender a diferença CDB prefixado e pós-fixado é essencial para maximizar seus ganhos em 2026. Em um cenário econômico volátil, a escolha incorreta da modalidade pode travar sua liquidez ou render abaixo da inflação.
- https://www.infinitepay.io/blog/quanto-rende-1-milhao-na-poupanca
- https://www.infinitepay.io/blog/custo-beneficio
Dados recentes do Boletim Focus indicam oscilações na Selic que alteram a atratividade de cada título. A seguir, analisamos qual opção protege melhor seu capital e potencializa seus lucros hoje.
Qual a diferença entre CDB prefixado e pós-fixado na rentabilidade?
Mecânica de juros: previsibilidade versus oscilação do mercado
No CDB prefixado, a taxa é definida no momento da aplicação. Isso garante que você saiba exatamente quanto vai resgatar no vencimento.
O valor final não sofre alterações, independentemente das oscilações da economia ou da inflação durante o período contratado.
Já o pós-fixado acompanha um indicador, geralmente o CDI. Sua rentabilidade varia mensalmente conforme a taxa Selic sobe ou desce no mercado.
Se a Selic subir, o rendimento aumenta; se cair, o retorno diminui. O prefixado serve para travar ganhos na tendência de queda.
Simulação prática: rendimento em cenários de alta e baixa da Selic
Para visualizar o impacto financeiro no seu bolso em 2026, confira esta simulação comparativa. Consideramos um investimento inicial de R$ 10.000,00 mantido pelo prazo de 12 meses.
| Cenário Econômico | CDB Prefixado (ex: 12% a.a.) | CDB Pós-fixado (100% CDI - Selic base 10,75%) |
|---|---|---|
| Juros estáveis | R$ 11.200,00 | R$ 11.075,00 |
| Queda da Selic (para 9%) | R$ 11.200,00 | R$ 10.900,00 (estimado) |
| Alta da Selic (para 13%) | R$ 11.200,00 | R$ 11.300,00 (estimado) |
Fonte: Histórico de taxas DI e simulações de mercado da B3
Impacto da marcação a mercado no resgate antecipado
O CDB prefixado sofre o efeito da marcação a mercado. Isso significa que o preço unitário do título oscila diariamente até o vencimento.
Se precisar resgatar o dinheiro antes do prazo, pode receber um valor menor do que o investido caso os juros futuros tenham subido.
Já o CDB pós-fixado apresenta baixa volatilidade e reflete o acúmulo constante do CDI. Ele é muito mais seguro para quem precisa de liquidez.
O risco de perda financeira sobre o capital principal no resgate antecipado é praticamente inexistente nessa modalidade pós-fixada.
Como escolher o melhor título para sua carteira
A escolha ideal depende do equilíbrio entre sua tolerância a risco e as expectativas do mercado para os próximos meses. Analise os cenários abaixo para decidir com fundamentação.
Quando investir no prefixado: estratégia para queda de juros
O CDB prefixado é vantajoso quando há tendência de redução na Selic. Ao travar a taxa no momento da aplicação, você garante um rendimento superior ao que o mercado oferecerá no futuro.
Essa estratégia é válida no cenário atual, já que o mercado financeiro projeta queda dos juros para o encerramento de 2026. Assim, você mantém ganhos elevados mesmo com o mercado em baixa.
Quando investir no pós-fixado: proteção na alta da Selic
O título pós-fixado se destaca em momentos de incerteza ou alta dos juros. Como sua rentabilidade acompanha o CDI, seu capital mantém o poder de compra e aproveita as correções positivas da taxa básica.
Para quem busca essa proteção com liquidez, o CDB InfinitePay é uma alternativa eficiente. Ele oferece rendimento atrelado ao CDI, permitindo que seu dinheiro cresça em sintonia com a economia.
Matriz de decisão: perfil do investidor versus cenário econômico
Utilize a tabela a seguir para guiar sua escolha de acordo com seu perfil e a previsão dos juros.
| Perfil | Cenário de Alta na Selic | Cenário de Queda na Selic |
|---|---|---|
| Conservador | Pós-fixado (segurança) | Pós-fixado (estabilidade) |
| Moderado | Pós-fixado (oportunidade) | Misto (50% Pré / 50% Pós) |
| Arrojado | Pós-fixado (caixa) | Prefixado (maximizar lucro) |
Entenda o funcionamento técnico das duas modalidades
Taxa definida na aplicação: o modelo prefixado
A diferença cdb prefixado e pós-fixado começa na contratação. No prefixado, você trava a taxa exata (ex: 12% ao ano) no aporte. O valor final é conhecido imediatamente, independente das flutuações econômicas futuras ou mudanças na Selic.
Atrelado ao CDI: a dinâmica do pós-fixado
Já no pós-fixado, o retorno acompanha um indexador, geralmente o CDI. Se a taxa Selic sobe, seu rendimento aumenta proporcionalmente. É o modelo do CDB InfinitePay, que oferece liquidez e acompanha a taxa básica de juros diariamente.
A terceira via: diversificação com CDB de rentabilidade híbrida
Títulos híbridos somam uma taxa fixa à variação da inflação (IPCA). Essa combinação é ideal para proteger seu poder de compra, garantindo ganho real acima do aumento geral de preços no longo prazo.
Riscos, segurança e tributação do investimento
Compreender os riscos e a tributação é fundamental para garantir que o retorno líquido do seu investimento atenda ao planejado.
Garantia do FGC para ambas as opções
A segurança é um ponto comum nas duas modalidades. A diferença cdb prefixado e pós-fixado não interfere na proteção, pois ambos são cobertos pelo Fundo Garantidor de Créditos.
Essa garantia assegura o retorno de até R$ 250 mil por CPF e por instituição financeira em caso de falência do banco emissor.
No CDB InfinitePay, por exemplo, você conta com essa mesma proteção do FGC, o que traz tranquilidade para buscar rentabilidades acima da poupança.
Isso significa que, respeitando o limite do fundo, o risco de crédito é mitigado tanto na opção prefixada quanto na pós-fixada.
Tabela regressiva do Imposto de Renda e IOF
A tributação segue as mesmas regras para ambos os tipos de CDB. O Imposto de Renda incide apenas sobre o lucro e diminui conforme o tempo da aplicação.
Conforme as regras de tributação explicadas pelo portal da B3, as alíquotas seguem esta regressão:
– Até 180 dias a alíquota é de 22,5%
– De 181 a 360 dias a alíquota cai para 20%
– De 361 a 720 dias a alíquota é de 17,5%
– Acima de 720 dias a alíquota mínima é de 15%
Além do IR, existe o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). Ele é cobrado somente se o resgate ocorrer nos primeiros 30 dias de aplicação.
Portanto, para maximizar os ganhos e pagar menos impostos, o ideal é manter o dinheiro investido pelo maior prazo possível.
Otimize seus rendimentos com o CDB InfinitePay
Agora que você entende a dinâmica do mercado, não deixe o dinheiro da sua empresa parado. Aproveite a oportunidade de investir com uma rentabilidade que supera a poupança e protege seu capital, garantindo que seu fluxo de caixa trabalhe a seu favor.
O CDB InfinitePay oferece um retorno de 106% do CDI com a segurança do FGC. Você investe a partir de R$ 1,00 diretamente pelo App, sem burocracia ou taxas escondidas, sendo a solução ideal para potencializar seus ganhos com total praticidade.
Transforme seu saldo em lucro real hoje mesmo. Comece a investir no CDB InfinitePay.
Perguntas frequentes
O que é melhor, CDB prefixado ou pós-fixado?
Não existe um melhor absoluto, pois a escolha depende do cenário econômico e do seu objetivo. O CDB prefixado é ideal quando há tendência de queda na Selic, garantindo uma taxa alta fixa. Já o CDB pós-fixado é melhor em cenários de alta dos juros, pois acompanha o crescimento da taxa básica e protege seu poder de compra.
O CDB prefixado é bom para reserva de emergência?
Não é o mais indicado. A reserva de emergência exige liquidez imediata e baixo risco de mercado. Títulos prefixados podem sofrer marcação a mercado, resultando em prejuízo se você precisar resgatar antes do vencimento. Para essa finalidade, prefira sempre o CDB pós-fixado com liquidez diária, que garante previsibilidade e segurança no curto prazo.
CDB pós-fixado vale a pena em 2026?
Sim, vale muito a pena. Com a projeção da Selic para 2026 indicando que os juros devem permanecer em patamares relevantes, o pós-fixado continua entregando rentabilidade robusta. Ele oferece segurança ao acompanhar o CDI, garantindo que seus ganhos estejam sempre alinhados ao custo do dinheiro no mercado, sem o risco de travar uma taxa que pode ficar defasada.
Qual a diferença entre pré e pós fixado no longo prazo?
https://www.infinitepay.io/blog/conta-digital-que-mais-rende No longo prazo, o risco da inflação é o fator decisivo. No prefixado, você corre o risco de a inflação subir e corroer seu ganho real, já que a taxa nominal é imutável. No pós-fixado (especialmente atrelados à inflação ou CDI), há uma correção contínua dos valores, preservando melhor o poder de compra do seu patrimônio ao longo dos anos.












