CDB Prefixado: quando vale a pena travar uma taxa fixa alta

CDB Prefixado: quando vale a pena travar uma taxa fixa alta

CDB prefixado vale a pena em cenário de queda da Selic? Veja simulações reais, rendimento líquido, riscos, FGC e quando travar taxa alta faz sentido.

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Homem sorridente na rua usando o celular para pesquisar sobre cdb prefixado.

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O CDB prefixado é uma estratégia eficiente para quem busca previsibilidade e quer proteger a rentabilidade em cenários de possível queda dos juros. Quando as taxas oferecidas estão acima das expectativas do mercado, travar uma taxa fixa pode gerar ganhos superiores no longo prazo.

Neste artigo, você verá simulações de R$ 10 mil e entenderá em quais situações o CDB prefixado faz sentido para proteger seu capital com segurança até o vencimento.

O que é CDB prefixado

O CDB (Certificado de Depósito Bancário) prefixado é um título de renda fixa onde a taxa de juros é definida no momento exato da aplicação. Ao investir, você empresta dinheiro ao banco em troca de uma remuneração fixa combinada previamente.

Conceito e previsibilidade de ganhos

Essa modalidade funciona como um contrato fechado. Diferente de opções atreladas à inflação ou ao CDI, aqui a regra é clara desde o início do investimento.

Você sabe exatamente quanto vai receber no vencimento, sem depender de projeções futuras. O valor final independe das oscilações da economia ou das decisões do Banco Central.

Segurança e garantia do FGC

O investimento conta com a proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). Isso significa que, se a instituição financeira emissora tiver problemas, você recebe seu dinheiro de volta.

A cobertura é de até R$ 250 mil por CPF e por instituição financeira. Essa proteção segue as regras vigentes do FGC para garantir sua tranquilidade.

Rentabilidade e Prazos: O que determina o seu lucro?

A rentabilidade de um CDB prefixado é definida por uma taxa fixa estabelecida no ato da aplicação. Isso significa que, independentemente das oscilações da economia ou de quedas na Selic em 2026, o seu retorno permanece o mesmo até o final do contrato.

Essa taxa é influenciada pelas condições de mercado e pela solidez da instituição emissora. Um ponto fundamental é a relação entre tempo e ganho: geralmente, títulos com prazos mais longos oferecem juros maiores, pois o capital permanece sob gestão do banco por mais tempo.

Vantagens e Riscos: O que considerar antes de investir?

A escolha por um CDB deve alinhar a rentabilidade desejada ao seu perfil de risco e prazos. Entender o que você ganha ao "travar" uma taxa ou ao optar pela liquidez é o diferencial para uma carteira bem sucedida em 2026.

Principais Vantagens:

  • Previsibilidade Total: No CDB prefixado, você tem a certeza do valor exato que receberá no vencimento, facilitando o planejamento de metas de longo prazo.
  • Proteção do FGC: Assim como a poupança, os CDBs possuem a garantia do Fundo Garantidor de Créditos para valores até R$ 250 mil por CPF e instituição.
  • Ganho Real acima da Poupança: Historicamente, os CDBs entregam retornos superiores à caderneta, sendo a porta de entrada ideal para a renda fixa turbinada.
  • Acessibilidade com a InfinitePay: Diferente de grandes bancos que exigem aportes altos, você pode começar a investir no CDB InfinitePay com apenas R$ 1,00.

Riscos e Pontos de Atenção:

  • Custo de Oportunidade e Inflação: Ao fixar uma taxa, você corre o risco de a inflação subir além do esperado, reduzindo seu ganho real.
  • Barreira de Liquidez: Títulos prefixados costumam "trancar" o dinheiro até o vencimento. Se precisar do valor antes, você pode sofrer perdas devido à marcação a mercado.
  • Risco de Crédito: O risco está atrelado à solidez do banco emissor, embora a cobertura do FGC mitigue essa exposição para a maioria dos investidores.

Quando vale a pena investir no prefixado?

O momento ideal para aportar em CDB prefixado é quando o mercado projeta uma redução gradual dos juros. Ao fixar uma taxa elevada hoje, o investidor assegura rentabilidade superior à média, independentemente da queda futura da Selic.

Cenários de queda da Selic

As expectativas para a taxa Selic refletem o consenso do mercado financeiro, consolidado a partir das projeções de bancos, gestoras e instituições econômicas que participam das pesquisas do Banco Central.

Em ciclos de desaceleração dos juros, esse cenário costuma favorecer investimentos com taxa fixa definida no momento da aplicação.

Quando o mercado projeta juros menores no médio e longo prazo, travar uma taxa prefixada acima das expectativas médias tende a gerar retorno mais previsível e potencialmente superior ao de investimentos atrelados ao CDI.

Proteção contra a marcação a mercado

A marcação a mercado define o preço diário do título. Se você resgatar um CDB prefixado antes do vencimento, poderá vender o ativo por um valor menor do que o contratado, sofrendo prejuízo.

Para evitar riscos de liquidez, mantenha o título até o prazo final. Caso precise de capital disponível a qualquer momento, o CDB InfinitePay é uma alternativa eficiente, rendendo 106% do CDI com liquidez diária.

CDB prefixado é melhor que CDI hoje?

O CDB prefixado pode ser melhor que o CDI quando há expectativa de queda da Selic, pois permite travar uma taxa fixa mais alta antes que os juros recuem. Já o CDB atrelado ao CDI acompanha a taxa básica de juros. Isso significa que, se a Selic cair, o rendimento também diminui ao longo do tempo. Nesse contexto, o prefixado tende a entregar retorno superior e previsível até o vencimento.

Exemplo prático

Se o mercado projeta o CDI médio em 11% ao ano nos próximos dois anos, um CDB prefixado de 13% a.a. tende a render mais no vencimento. Por outro lado, se os juros subirem acima do esperado, o CDI pode superar o prefixado.

CDB prefixado e pós-fixado: qual é a diferença?

A principal distinção está na previsibilidade do retorno e no momento de definição dos juros.

  • CDB Prefixado: Você conhece a taxa de juros exata no momento da aplicação (ex: 12% ao ano). O rendimento é fixo e não muda até o vencimento, independentemente das variações da Selic.
  • CDB Pós-fixado: A rentabilidade é atrelada a um indicador, geralmente o CDI. O valor final depende da variação desse índice ao longo do tempo. Um exemplo é o CDB InfinitePay, que rende 106% do CDI, superando a média do mercado.

Ambas as modalidades são tributadas pelo Imposto de Renda de forma regressiva, com alíquotas que caem de 22,5% para 15% conforme o tempo de aplicação. O desconto do IR é automático na fonte no momento do resgate ou vencimento.

Comparativo de rentabilidade

O CDB prefixado define o ganho exato no momento da aplicação. Já o pós-fixado acompanha um indicador de mercado, geralmente o CDI, variando conforme a economia.

Confira as principais diferenças na tabela abaixo:

Característica CDB Prefixado CDB Pós-fixado
Rentabilidade Taxa fixa (ex: 12% a.a.) % do CDI (ex: 106% do CDI)
Previsibilidade Total (valor exato no fim) Variável (segue a Selic)
Indicação Queda de juros esperada Alta de juros ou proteção

Se você busca superar a média do mercado com segurança, o CDB InfinitePay é uma opção pós-fixada robusta. Ele rende 106% do CDI, acima da maioria dos bancos tradicionais.

Ambos sofrem incidência de Imposto de Renda conforme a tabela regressiva oficial. A alíquota sobre o lucro começa em 22,5% e pode cair para 15% em prazos longos.

O desconto do imposto é automático no vencimento ou no resgate antecipado. Por isso, sempre considere o valor líquido final ao comparar as taxas oferecidas pelas instituições.

Batalha de investimentos: CDB prefixado vs. Tesouro prefixado

O CDB geralmente oferece taxas nominais superiores às do Tesouro Direto. Isso ocorre porque o banco precisa oferecer um prêmio maior para atrair investidores frente ao risco soberano.

Para entender os riscos de crédito privado, vale consultar este guia da Anbima sobre como funciona o CDB. A garantia do FGC equilibra essa equação para aportes até R$ 250 mil.

Já o Tesouro Prefixado possui a garantia do Governo Federal, sendo considerado o ativo mais seguro do país. A escolha depende do seu apetite a risco e prazo.

Simulações de rendimento na prática

Calcular o retorno final é essencial para garantir que a taxa contratada supere a inflação e entregue ganho real. Em um cenário de queda da Selic, projetada para terminar 2026 em 12,25% a.a. conforme o Relatório Focus do Banco Central, travar taxas acima desse patamar protege seu poder de compra.

Abaixo, apresentamos simulações líquidas para visualizar o quanto seu dinheiro cresce de verdade, já descontando o Imposto de Renda.

Quanto rendem R$ 10 mil no vencimento

Para esta simulação, consideramos um aporte único de R$ 10.000 mantido até o vencimento em um prazo de 2 anos (731 dias). Nesse período, a alíquota de Imposto de Renda cai para o patamar mínimo de 15% sobre o lucro.

Ao escolher um CDB prefixado em vez da poupança, a diferença no bolso é significativa. Veja os valores líquidos estimados para resgate em 2028:

Taxa Contratada Valor Bruto Imposto (15%) Valor Líquido (no bolso)
12% a.a. R$ 12.544,00 R$ 381,60 R$ 12.162,40
13% a.a. R$ 12.769,00 R$ 415,35 R$ 12.353,65
14% a.a. R$ 12.996,00 R$ 449,40 R$ 12.546,60

Perceba que garantir uma taxa de 14% hoje pode render quase R$ 400 a mais do que uma taxa de 12%, sem alterar o risco se o emissor for coberto pelo FGC. Essa previsibilidade é a maior vantagem da renda fixa prefixada.

Tributação e custos do investimento

Antes de investir, é essencial entender os custos envolvidos. O rendimento líquido do seu cdb prefixado depende diretamente do tempo que o dinheiro fica aplicado, já que os impostos incidem apenas sobre o lucro obtido.

A tributação segue a lógica de incentivo ao longo prazo. Quanto maior o período do investimento, menor será a alíquota descontada automaticamente no momento do resgate ou vencimento do título.

Tabela regressiva do imposto de renda

Confira as alíquotas vigentes na tabela de imposto de renda do InfoMoney (jan/2026):

Prazo da aplicação Alíquota sobre o lucro
Até 180 dias 22,5%
De 181 a 360 dias 20%
De 361 a 720 dias 17,5%
Acima de 720 dias 15%

Incidência de IOF no curto prazo

Outro custo importante é o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Ele incide sobre os rendimentos apenas se o resgate ocorrer em menos de 30 dias após a aplicação inicial.

A alíquota é regressiva, começando em 96% no primeiro dia e chegando a zero no trigésimo dia. Para garantir rentabilidade real e fugir dessa cobrança, evite movimentar o valor nesse período inicial.

Equilibre taxa fixa e liquidez com o CDB InfinitePay

Travar uma taxa alta em um CDB prefixado faz sentido em cenários de queda da Selic. Mas nem todo capital deve ficar preso até o vencimento. Para o dinheiro que precisa de liquidez e rendimento diário, vale combinar estratégias.

O CDB InfinitePay rende 106% do CDI, tem proteção do FGC e permite investir com prazos curtos, ajudando a manter seu caixa produtivo enquanto você aproveita oportunidades no longo prazo.

Principais vantagens:

  • Rendimento de 106% do CDI
  • Prazos flexíveis de 31 a 91 dias
  • Garantia do FGC até R$ 250 mil
  • Aplicação a partir de R$ 1

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Perguntas frequentes

CDB

Seu dinheiro rendendo 106% do CDI

Liquidez e 106% do CDI, JÁ

O CDB que rende mais que a poupança, com proteção do FGC e investimento a partir de R$1,00

Seu dinheiro rende 106% do CDI, com a segurança do FGC. O complemento ideal para seu CDB prefixado

Como transformar seu celular em maquininha

1
Abra o app da InfinitePay e clique em "InfiniteTap" (Android) ou em "Tap to Pay no iPhone"(iOS)
2
Digite o valor da venda ou selecione o produto que será vendido e sua quantidade. Você pode adicionar mais de um produto.
3
Clique em "Cobrar" e peça para seu cliente aproximar a forma como deseja pagar: cartão, celular ou smartwatch
4
Se a compra tiver um valor maior que R$ 200, ele deverá digitar a senha. Pronto! A venda é realizada em segundos.
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