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- Invista em CDB de longo prazo para superar os rendimentos da poupança e proteger o capital contra a inflação.
- Priorize a liquidez no vencimento para garantir taxas de retorno superiores às opções com liquidez diária.
- Escolha entre remuneração pós-fixada (CDI), prefixada (taxa fixa) ou híbrida (IPCA + juros) conforme sua estratégia financeira.
- Aproveite a tabela regressiva do Imposto de Renda, que reduz a alíquota para 15% em aplicações mantidas por mais de 720 dias.
- Conte com a proteção do FGC (Fundo Garantidor de Créditos) para assegurar até R$ 250 mil por instituição em caso de falência.
- Verifique o rating de crédito do banco emissor para equilibrar a busca por altas taxas com a segurança do investimento.
Ao investir em um CDB longo prazo, você garante retornos superiores à poupança e protege seu capital contra a inflação. Essa modalidade é ideal para potencializar ganhos com a segurança da renda fixa, aproveitando taxas mais atrativas no vencimento.
A diferença nos lucros é expressiva. De acordo com simulação recente do Estado de Minas, um CDB a 100% do CDI pode render quase o dobro da poupança em doze meses, mesmo descontando o Imposto de Renda.
O que é CDB de longo prazo e como funciona
Para quem busca rentabilidade superior e segurança, entender o funcionamento do cdb longo prazo é o primeiro passo para sair da poupança e diversificar a carteira de investimentos.
Entendendo o empréstimo para instituições financeiras
Ao investir em um CDB, você empresta seu dinheiro para uma instituição financeira. Conforme explica um relatório da XP sobre CDB, o banco utiliza esses recursos para financiar atividades de crédito e projetos.
Em troca desse empréstimo, a instituição devolve o valor aplicado acrescido de juros na data de vencimento. Essa remuneração serve como recompensa pelo tempo em que seu capital ficou disponível para o banco.
Quanto maior for o prazo em que o dinheiro permanece emprestado, melhores tendem a ser as taxas oferecidas. É essa lógica que torna os títulos de maior duração atrativos para quem pode esperar.
Diferença entre liquidez diária e no vencimento
A liquidez define a rapidez com que você pode resgatar o dinheiro. Na liquidez diária, o resgate é permitido a qualquer momento, ideal para emergências, mas isso costuma pagar taxas menores.
Já na liquidez no vencimento, o valor fica trancado até a data final. O CDB InfinitePay, por exemplo, opera nesse modelo com prazos definidos entre 31 e 91 dias para otimizar ganhos.
Como o capital permanece investido até o fim do contrato, a rentabilidade é turbinada. Isso garante um retorno de 106% do CDI, superando com folga a poupança tradicional.
Tipos de remuneração disponíveis no mercado
Ao planejar um cdb longo prazo, você encontrará três formas principais de remuneração.
A escolha ideal depende da sua estratégia e da previsão para a economia nos próximos anos, conforme as definições de mercado da B3.
Pós-fixado e a variação do CDI
Nesta modalidade, o retorno é atrelado a um indicador econômico, geralmente o CDI (Certificado de Depósito Interbancário).
Se a taxa de juros sobe, sua rentabilidade aumenta proporcionalmente. É uma escolha comum para quem busca proteção contra a volatilidade do mercado sem travar uma taxa fixa.
O CDB InfinitePay opera neste modelo, oferecendo rendimento de 106% do CDI com liquidez diária.
Prefixado com rentabilidade definida
No CDB prefixado, a taxa de juros é estabelecida no momento da aplicação, como 12% ao ano.
Você sabe exatamente quanto o dinheiro renderá até o vencimento, independentemente das oscilações do mercado.
Essa opção é estratégica quando há expectativa de queda na taxa Selic, garantindo um retorno alto mesmo se os juros de mercado caírem.
Híbrido e a proteção contra a inflação
O CDB híbrido combina uma taxa de juros fixa com a variação da inflação, geralmente medida pelo IPCA.
O objetivo é garantir que seu dinheiro mantenha o poder de compra ao longo dos anos, somado a um ganho real.
Confira as diferenças práticas entre as modalidades:
| Tipo | Rentabilidade | Indicado para |
|---|---|---|
| Pós-fixado | % do CDI | Aproveitar alta dos juros |
| Prefixado | Taxa fixa anual | Travar ganhos na queda da Selic |
| Híbrido | IPCA + Taxa fixa | Ganho real acima da inflação |
Como escolher o melhor CDB longo prazo em 2026
Escolher o título ideal exige que você analise muito mais do que apenas a taxa de rentabilidade prometida pelo banco. É fundamental alinhar a data de vencimento do papel com os seus objetivos financeiros pessoais para não sofrer com a falta de liquidez.
Em 2026, o cenário econômico pede atenção redobrada ao ganho real acima da inflação para proteger seu patrimônio. Para fazer um investimento em cdb de forma consciente, utilize os indicadores projetados pelo mercado como base para sua decisão.
Comparativo prático: CDB vs poupança vs inflação
Para entender o potencial de ganho, compare as estimativas de retorno para o final de 2026. Com a taxa básica de juros projetada em patamares elevados, a renda fixa continua atrativa, superando a poupança com folga.
| Indicador | Projeção para 2026 | Impacto no Investimento |
|---|---|---|
| Selic (Meta) | 12,25% a.a. | Referência para CDBs pós-fixados. |
| IPCA (Inflação) | 4,05% a.a. | Quanto seu dinheiro perde de valor. |
| Poupança | ~7,40% a.a. (+TR) | Rendimento baixo, perdendo para o CDI. |
| CDB 100% CDI | ~12,15% a.a. | Protege o poder de compra com ganho real. |
Fonte: Projeções do Relatório Focus do Banco Central de janeiro de 2026.
Note que, enquanto você busca rentabilidade a longo prazo, é inteligente manter uma parte do capital em opções com liquidez rápida para emergências. O CDB InfinitePay, por exemplo, rende 106% do CDI e serve como um excelente complemento para essa parcela da sua carteira que precisa de disponibilidade.
Critérios de rating e solidez do emissor
Antes de aplicar, verifique a classificação de risco da instituição financeira, pois todo cdb tem risco de crédito associado ao emissor. As agências de classificação atribuem notas que ajudam você a avaliar a segurança do banco.
- As instituições classificadas com notas AAA apresentam a mais alta qualidade de crédito e solidez financeira, sendo as mais seguras do mercado.
- Bancos com notas na faixa de BBB possuem grau de investimento moderado e podem oferecer taxas maiores para compensar o risco levemente superior.
- Emissores com notas especulativas, como CCC ou inferior, indicam alto risco de inadimplência e devem ser evitados por investidores conservadores, mesmo com o FGC.
Tributação e benefícios do tempo investido
Para maximizar os ganhos com o CDB de longo prazo, é fundamental compreender como os impostos incidem sobre a rentabilidade.
Ao contrário da poupança, que é isenta para pessoa física, o CDB possui descontos que diminuem conforme o tempo de permanência na aplicação.
Entenda a tabela de IR regressivo no CDB
A tributação do CDB segue uma lógica de incentivo ao longo prazo. Quanto mais tempo seu dinheiro fica investido, menos imposto você paga sobre o lucro.
Nos primeiros 30 dias, existe a cobrança do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), que reduz drasticamente os ganhos se o resgate for muito rápido.
Após esse período, o único desconto é o Imposto de Renda, que incide apenas sobre os rendimentos, seguindo a tabela regressiva vigente em 2026:
- Até 180 dias – 22,5%
- De 181 a 360 dias – 20%
- De 361 a 720 dias – 17,5%
- Acima de 720 dias – 15%
Essa estrutura torna os CDBs com vencimento superior a dois anos extremamente atrativos para quem busca eficiência fiscal.
Fonte: Creditas - Tabela Imposto de Renda
Ação dos juros compostos na rentabilidade
Além de pagar menos imposto, o tempo trabalha a seu favor através dos juros compostos.
No CDB, os rendimentos gerados a cada mês passam a render também no mês seguinte, criando um efeito "bola de neve" que acelera o crescimento do patrimônio.
Em prazos longos, essa combinação de alíquota mínima de 15% com o reinvestimento automático dos lucros supera facilmente a poupança.
Para visualizar o impacto real dessa diferença no seu bolso, você pode utilizar a Calculadora de Rendimento da InfinitePay e projetar seus ganhos futuros.
Segurança e riscos do investimento
Para o investidor de perfil conservador ou moderado, a segurança do capital é tão importante quanto a rentabilidade. Diferente da poupança, que possui garantia governamental para bancos públicos e do FGC para privados, o CDB depende diretamente da solidez da instituição que emite o título, mas conta com uma camada robusta de proteção externa.
Garantia do Fundo Garantidor de Créditos (FGC)
A principal rede de segurança para quem investe em CDB é o Fundo Garantidor de Créditos. Esse mecanismo assegura que, em caso de falência, intervenção ou liquidação da instituição financeira emissora, o investidor receba seu dinheiro de volta. A cobertura abrange o valor aplicado somado aos rendimentos, respeitando o teto de R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, por instituição financeira ou conglomerado empresarial.
Existe também um teto global de R$ 1 milhão por CPF renovado a cada período de 4 anos. Essa proteção é um dos grandes diferenciais do CDB InfinitePay, que alia rendimento superior à poupança com a segurança de ter seu patrimônio coberto pelas mesmas regras que protegem os grandes bancos.
Riscos de crédito em bancos menores
No mercado de renda fixa, existe uma relação direta entre risco e retorno. Bancos menores costumam oferecer taxas de rentabilidade mais atrativas (como 120% ou 130% do CDI) justamente para captar recursos, compensando o maior risco de crédito envolvido na operação. O risco aqui é a instituição não honrar o pagamento no vencimento (default).
Por isso, antes de alocar recursos em prazos muito longos, é essencial verificar a classificação de risco (rating) atribuída por agências como Moody's, Fitch ou S&P. Notas como AAA, AA e A indicam alta capacidade de pagamento, enquanto notas na faixa de B ou C sinalizam maior vulnerabilidade a crises econômicas, exigindo que o investidor se mantenha estritamente dentro do limite coberto pelo FGC.
Potencialize seus resultados com o CDB InfinitePay
Para quem empreende, deixar o dinheiro parado enquanto decide o próximo passo de investimento significa perder poder de compra para a inflação.
Nesse contexto, o CDB da InfinitePay surge como uma alternativa prática para aplicar recursos que não serão usados imediatamente, com rentabilidade de 106% do CDI, aplicação mínima acessível e proteção do FGC.
O investimento tem prazo definido, o que facilita o planejamento financeiro, e ao final do período contratado o valor aplicado e os rendimentos retornam automaticamente para a conta. Assim, o empreendedor consegue equilibrar segurança, rentabilidade e organização do caixa, sem a necessidade de aplicações complexas ou gestão manual.
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Perguntas frequentes
Qual CDB rende mais a longo prazo?
Geralmente, os CDBs híbridos (IPCA + taxa fixa) oferecem a melhor proteção e ganho real acima da inflação em prazos longos. Contudo, em ciclos de alta da Selic, opções pós-fixadas que pagam bem acima de 100% do CDI também garantem retornos competitivos, exigindo atenção à solidez do banco emissor.
Qual o prazo máximo de um CDB?
A maioria das instituições emite CDBs com vencimento entre 5 e 7 anos (cerca de 1.825 a 2.555 dias). Embora seja possível encontrar prazos de até 10 anos, essas ofertas são raras e exigem planejamento rigoroso, pois o dinheiro costuma ficar inacessível até a data final do contrato.
Quanto rende R$ 1.000 no CDB por mês?
Com base nas projeções do Boletim Focus para a Selic, o rendimento bruto gira em torno de 1% ao mês em 2026. Isso significa um ganho aproximado de R$ 10,00 para cada R$ 1.000 aplicados, valor que varia conforme o percentual do CDI contratado e a incidência do Imposto de Renda.
Qual é o risco de perder dinheiro em um CDB?
O risco é considerado baixo devido à garantia do FGC, que cobre até R$ 250 mil por CPF e instituição. O principal risco é a falência de bancos menores se você investir acima desse teto, ou a perda de rentabilidade (deságio) caso precise resgatar um título sem liquidez antes do vencimento.












