Prazo mínimo do CDB: entenda como o tempo de aplicação impacta seu lucro em 2026

Prazo mínimo do CDB: entenda como o tempo de aplicação impacta seu lucro em 2026

Prazo mínimo CDB: compare liquidez diária e vencimento para maximizar a rentabilidade. Use o comparativo prático, evite IOF e planeje o resgate.

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Homem sorrindo enquanto pesquisa no celular sobre prazo mínimo CDB em uma barbearia.

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Entender o prazo mínimo do CDB é essencial para evitar surpresas no resgate e garantir a melhor rentabilidade líquida. Segundo dados consolidados da B3 de 2025, os CDBs atingiram a marca histórica de R$ 1 trilhão em estoque, reafirmando-se como o investimento preferido dos brasileiros que buscam segurança e liquidez na renda fixa.

https://www.infinitepay.io/blog/quanto-rende-1-milhao-na-poupanca

No cenário atual de 2026, escolher entre liquidez diária e vencimento longo exige estratégia. A seguir, detalhamos como os prazos impactam seu lucro e o que você precisa saber para evitar perdas com IOF ou carência.

O que é e como funciona o CDB?

O Certificado de Depósito Bancário (CDB) é um título de renda fixa emitido por bancos para captar recursos e financiar suas atividades de crédito. Na prática, você assume o papel de credor: ao investir, você empresta capital à instituição financeira e, em troca, recebe o valor de volta acrescido de juros ao final do período acordado.

Diferente da caderneta de poupança, o CDB oferece uma rentabilidade significativamente maior, podendo chegar ao triplo do lucro líquido em cenários de juros elevados. Para garantir total transparência, as operações contam com o registro individualizado por CPF ou CNPJ na B3, assegurando a titularidade do investidor.

A conexão entre o funcionamento e o prazo mínimo

O funcionamento do CDB está diretamente atrelado ao fator tempo. Ao escolher este título, você deve observar três pilares que determinam o sucesso da sua estratégia e a disponibilidade do seu dinheiro:

  • Prazo de Vencimento: É a data final do contrato. Nesse dia, a aplicação é encerrada automaticamente e o montante (capital + juros) retorna à sua conta.
  • Prazo de Carência: Este é o prazo mínimo obrigatório em que o recurso deve permanecer aplicado. Em títulos com carência, o resgate fica bloqueado até que esse período termine.
  • Liquidez: Define a velocidade de resgate. Títulos com liquidez diária permitem o saque a qualquer momento após o prazo mínimo de permanência de apenas um dia útil (D+0 ou D+1).

Por oferecer essa versatilidade de prazos, o CDB é a ferramenta de diversificação mais eficiente do mercado, atendendo desde quem precisa de liquidez imediata para reserva de emergência até investidores de perfil moderado que aceitam prazos mínimos maiores em troca de taxas superiores.

Segurança do FGC e a Versatilidade dos Prazos no CDB

O CDB é um dos investimentos mais seguros do mercado por contar com a proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). Essa garantia funciona como um seguro gratuito que cobre até R$ 250 mil por CPF/CNPJ e por instituição financeira (com um teto global de R$ 1 milhão a cada 4 anos).

Ela protege tanto o valor que você aplicou quanto os rendimentos acumulados, garantindo o ressarcimento caso o banco emissor enfrente dificuldades financeiras.

Essa segurança robusta permite que o investidor explore a flexibilidade dos prazos de acordo com seus objetivos financeiros, equilibrando disponibilidade e lucro:

  • Liquidez Diária (Foco em Disponibilidade): É a modalidade ideal para reservas de emergência ou objetivos de curto prazo. Embora o título possua uma data de vencimento final, ele oferece a liberdade de resgate a qualquer momento após o prazo mínimo de apenas um dia útil. Em 2026, com juros elevados, essa opção permite que seu dinheiro renda diariamente com a conveniência de estar disponível para saques imediatos, sem perdas de rentabilidade acumulada.
  • Prazos Longos (Foco em Rentabilidade): São títulos indicados para metas futuras, como a compra de um imóvel ou aposentadoria. Aqui, você abre mão da liquidez imediata e "trava" o capital por períodos maiores (como 2, 3 ou 5 anos). Em troca dessa permanência, o banco oferece taxas de juros superiores, funcionando como um prêmio de rentabilidade. É a estratégia ideal para maximizar o efeito dos juros compostos e garantir alíquotas menores de Imposto de Renda no momento do resgate.

CDB x CDI: Entenda a diferença e como eles se conectam

Para investir com segurança e inteligência, o primeiro passo é dominar a distinção entre o produto financeiro e o indicador que mede o seu lucro. Embora caminhem juntos, o CDB e o CDI cumprem papéis completamente diferentes no mercado:

  • CDB (Certificado de Depósito Bancário): É o investimento propriamente dito. Funciona como um empréstimo do seu dinheiro para o banco em troca de uma remuneração (juros). Você "compra" um CDB.
  • CDI (Certificado de Depósito Interfinanceiro): É uma taxa de referência baseada em empréstimos de curtíssimo prazo (apenas 1 dia útil) que os bancos fazem entre si para fechar o caixa no azul. Pessoas físicas não podem comprar um CDI; ele serve apenas como a "régua" para medir o rendimento de outros ativos.

Como eles se conectam na sua conta?

A conexão ocorre porque o CDI é o principal indexador da renda fixa pós-fixada. Quando você investe em um CDB, o banco define a rentabilidade como um percentual do CDI (por exemplo, 100% ou 106% do CDI).

Na prática, se o CDI sobe (acompanhando a taxa Selic), o rendimento do seu CDB aumenta automaticamente. Em 2026, com os juros em patamares elevados, garantir um CDB que pague um percentual alto do CDI é a melhor estratégia para proteger seu patrimônio e garantir ganhos reais acima da inflação.

Por que investir em um CDB em 2026?

Optar pelo CDB é uma decisão estratégica para quem busca segurança sem abrir mão de ganhos expressivos. Como a principal alternativa à poupança, ele combina a simplicidade de aplicação com uma eficiência financeira muito superior, sendo acessível tanto para investidores iniciantes quanto para empresas que precisam rentabilizar seu caixa.

Confira os pilares que tornam o CDB indispensável no cenário atual:

  • Rentabilidade Superior: Enquanto a poupança possui um teto de rendimento limitado, o CDB acompanha o CDI. Em cenários de juros altos como o de 2026, ele oferece um retorno líquido que pode chegar ao dobro da caderneta.
  • Segurança pelo FGC: Aplicações de até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ são protegidas pelo Fundo Garantidor de Créditos. Isso significa que seu capital e os rendimentos acumulados estão garantidos mesmo em caso de insolvência da instituição emissora.
  • Liquidez e Flexibilidade: Diferente de outros títulos que "travam" o recurso por anos, o CDB com liquidez diária permite o resgate imediato. É a escolha ideal para reservas de emergência, pois o dinheiro trabalha para você sem ficar inacessível.
  • Agilidade e Acesso Digital: Hoje, investir em um CDB é um processo totalmente desburocratizado. No CDB da InfinitePay, por exemplo, você ativa o rendimento de 106% do CDI diretamente no app, garantindo que o saldo do seu negócio cresça com transparência, segurança e sem taxas abusivas.

CDB ou poupança: qual é o melhor investimento?

O CDB oferece vantagens superiores à poupança, superando a caderneta em rentabilidade e mantendo o mesmo nível de segurança pelo FGC.

Embora a poupança seja o investimento mais tradicional do país, ela possui um teto de rendimento (0,5% ao mês + TR) que limita seus ganhos quando os juros estão altos.

Já o CDB pós-fixado acompanha o CDI, garantindo que o investidor aproveite a taxa cheia da economia. Em 2026, com a Selic elevada, um CDB de 106% do CDI pode entregar quase o dobro do lucro real da poupança, com a mesma liquidez diária e facilidade de resgate.

CDB ou Tesouro Selic: qual a melhor escolha?

A maneira mais simples de saber se um CDB é mais rentável que o Tesouro Selic é observar a taxa CDI oferecida. Se o título pagar mais de 100% do CDI, ele tende a ser mais vantajoso, especialmente por ser isento da taxa de custódia da B3 (0,20% a.a.) que incide sobre o Tesouro Selic acima de R$ 10 mil.

Opções como o CDB de 106% do CDI da InfinitePay entregam um retorno líquido superior por unirem uma taxa maior à ausência de custos operacionais. No entanto, se a taxa for menor que 100% do CDI, o Tesouro Selic passa a ser mais competitivo devido à sua segurança soberana garantida pelo Governo Federal.

Quais são os tipos de CDB?

Existem três categorias principais de CDB, que se diferenciam pela forma como o rendimento é calculado. Conhecer cada uma é fundamental para alinhar o investimento ao seu prazo e objetivo:

  • Prefixado: A taxa de juros é definida no ato da aplicação. Isso permite saber exatamente o valor que será resgatado no vencimento, facilitando o cálculo do retorno por meio de juros compostos.
  • Pós-fixado: É o modelo mais comum, onde a rentabilidade é atrelada a um indexador econômico, geralmente o CDI. Para obter ganhos reais expressivos, o ideal é buscar títulos que paguem acima de 100% do CDI.
  • Híbrido: Esta opção combina uma taxa fixa definida na emissão com a variação de um índice de preços, como o IPCA. É uma estratégia eficiente para proteger o poder de compra do dinheiro contra a inflação no longo prazo.

Qual tipo de CDB rende mais?

A rentabilidade ideal de um CDB depende diretamente do cenário econômico e dos objetivos do investidor.

O CDB prefixado é a melhor escolha para quem busca previsibilidade e tende a ser mais rentável em períodos de juros altos com perspectiva de queda, pois trava uma taxa elevada antes do recuo do mercado.

Já o CDB pós-fixado torna-se mais vantajoso quando há expectativa de alta na taxa Selic, uma vez que seu rendimento acompanha o CDI, garantindo que o lucro suba junto com os juros da economia.

Para decidir qual rende mais no seu caso, avalie se você prioriza a segurança de um valor fixo ou a flexibilidade de seguir os indicadores de mercado.

Formas de remuneração: quando investir no CDB?

Agora que você já domina os conceitos básicos, é importante compreender as estratégias por trás de cada forma de remuneração para escolher o momento ideal de aplicação:

  • Pós-fixados: Opções que rendem um % do CDI são ideais em cenários de juros altos ou em ascensão. Já títulos que pagam CDI + spread (taxa fixa) podem ser preferíveis quando há tendência de queda nos juros.
  • Índices de preços: Modelos atrelados ao IPCA ou IGP-M são recomendados para investidores de longo prazo que buscam preservar o poder de compra contra a inflação.
  • Prefixados: São a melhor escolha após um ciclo de alta de juros, permitindo travar uma rentabilidade elevada. Nesse título, você sabe exatamente quanto receberá no vencimento desde o momento da aplicação.

Há um valor mínimo para investir em CDB?

Existem alternativas de aplicação com valores mínimos variados no mercado, geralmente entre R$ 1 mil e R$ 30 mil.

Contudo, opções modernas como o CDB da InfinitePay democratizam o acesso, permitindo que você comece a investir a partir de apenas R$ 1,00.

Antes de aplicar, é fundamental avaliar se o recurso será necessário no futuro próximo para definir o valor ideal, a liquidez do título e o tempo de rendimento desejado para sua estratégia.

Carência e prazos no investimento

Ao escolher um CDB, o investidor deve se atentar a duas datas cruciais que determinam o prazo mínimo do investimento: o vencimento e a carência.

O vencimento é a data máxima de permanência do título, com prazos que variam de 30 a 1.826 dias (5 anos). Já a carência é o período mínimo obrigatório em que o dinheiro deve ficar aplicado antes de permitir qualquer resgate.

De modo geral, quanto maior a carência, maior tende a ser o rendimento oferecido, por isso é essencial alinhar o investimento ao seu horizonte de liquidez.

Tributação e Taxas no CDB

Diferente de alguns investimentos que possuem custos de manutenção, o CDB é isento de taxa de custódia na maioria das instituições, eliminando aquele valor mensal que seria cobrado para armazenar os títulos do investidor.

Por sua vez, a cobrança de Imposto de Renda (IR) incide exclusivamente sobre os rendimentos da aplicação e segue um modelo regressivo. Isso significa que quanto maior for o tempo de aplicação, menor será o desconto sobre o seu lucro no momento do resgate ou vencimento.

Essa estrutura tributária incentiva o investidor a manter o capital aplicado por prazos mais longos para maximizar a rentabilidade líquida final.

Tabela regressiva do CDB no Imposto de Renda

A tributação do CDB incentiva o longo prazo: quanto mais tempo o dinheiro fica investido, menor é a mordida do Leão. A cobrança é automática no resgate e incide apenas sobre o lucro, conforme as alíquotas do Imposto de Renda detalhadas abaixo:

Prazo da aplicação Alíquota sobre o lucro
Até 180 dias 22,5%
De 181 a 360 dias 20%
De 361 a 720 dias 17,5%
Acima de 720 dias 15%

Segurança do CDB: FGC e riscos de liquidez

A segurança do seu investimento é garantida pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC), que cobre até R$ 250 mil por CPF e por instituição financeira. Isso protege seu patrimônio caso o banco emissor tenha problemas.

Além da proteção contra quebra do banco, considere o risco de liquidez. Se você investir em um CDB com vencimento longo sem liquidez diária, pode não conseguir resgatar o valor em uma emergência ou pagar multas altas para sair antes.

Como escolher a melhor opção de CDB?

Na hora de selecionar um CDB, o investidor deve considerar seu objetivo financeiro para determinar o prazo ideal de permanência do dinheiro.

Outro fator decisivo é a rentabilidade oferecida, que deve ser comparada entre as instituições para encontrar a melhor oportunidade.

Vale lembrar que corretoras com o Selo Cetip Certifica garantem que cada operação seja registrada de forma individualizada no CPF ou CNPJ do investidor, oferecendo uma camada extra de transparência e segurança jurídica.

Alinhando seus objetivos à rentabilidade

A rentabilidade de um CDB está diretamente ligada ao seu prazo: quanto maior o tempo de carência e permanência, maior tende a ser o retorno oferecido pelo banco.

Para facilitar essa escolha, o uso de um simulador de investimentos é recomendado para visualizar quais títulos se encaixam melhor no seu horizonte de tempo.

Além disso, a decisão entre um CDB pós-fixado ou prefixado deve considerar o cenário econômico; enquanto os pós-fixados acompanham a oscilação da taxa Selic e do CDI, os prefixados garantem uma taxa fixa anual, independentemente das variações do Banco Central.

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Você não precisa mais escolher entre deixar o dinheiro parado na poupança ou "esquecê-lo" em aplicações que travam seu capital por anos.

O CDB InfinitePay foi desenhado para quem busca o equilíbrio perfeito: uma rentabilidade de 106% do CDI, ideal para valorizar o caixa da sua empresa em prazos curtos (de 31 a 90 dias), com a liberdade que o seu negócio exige.

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Perguntas frequentes

CDB

Seu dinheiro rendendo 106% do CDI

Maximize seu lucro: 106% do CDI

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