Como Funciona CDB: Tipos, Rendimento e Tributação

Como funciona CDB na prática: veja simulações com CDI atual, IR descontado e comparativo líquido contra a poupança. Aplique com mais clareza.

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Mulher de camisa azul fazendo anotações em caderno ao lado de notebook aberto em mesa de escritório

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O CDB funciona como um empréstimo ao contrário: você deposita um valor no banco, e ele devolve seu dinheiro com juros no prazo combinado. É o investimento renda fixa mais popular do Brasil, com R$ 1,33 trilhão aplicados em 2025.

Na prática, um CDB investimento a 100% do CDI rende quase o dobro da poupança, mesmo depois de descontar o imposto de renda. Quem ainda deixa dinheiro parado na caderneta perde poder de compra todo mês.

Entender como funciona CDB é o primeiro passo para sair da poupança com segurança. O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) protege até R$ 250 mil por CPF por instituição, a mesma cobertura da caderneta.

O CDB existe em três versões (prefixado, pós-fixado e híbrido), cada uma indicada para um objetivo diferente. A escolha certa depende de quanto tempo você pode deixar o dinheiro aplicado e do cenário de juros.

Como funciona o CDB na prática

Entender como funciona CDB é simples: você aplica um valor no banco, o banco usa esse dinheiro para financiar operações de crédito e devolve com juros no prazo combinado.

O rendimento acumula diariamente. A cada dia útil, o saldo atualiza com base na taxa contratada.

No vencimento, o banco deposita o valor total na sua conta, já com o desconto automático de Imposto de Renda. A aplicação CDB segue esse ciclo do início ao fim sem burocracia.

O CDB lidera em todas as regiões do país como o investimento de renda fixa mais popular do Brasil. No segundo trimestre de 2025, CDBs e RDBs somaram 99,1 milhões de investidores.

Quem quer começar a investir em CDB encontra opções a partir de R$ 1 em instituições como a InfinitePay, que oferece CDB a 106% do CDI sem taxa de administração ou custódia.

O que é o CDB (Certificado de Depósito Bancário)

O Certificado de Depósito Bancário é um título de renda fixa emitido por bancos. Ao comprar um CDB, você empresta dinheiro à instituição financeira. Em troca, recebe o valor de volta com juros.

Funciona como o inverso de um empréstimo pessoal. Em vez de o banco emprestar para você, você empresta para o banco.

O depósito bancário conta com a proteção do FGC (Fundo Garantidor de Créditos) até R$ 250 mil por CPF por instituição. A mesma garantia da poupança.

Cada banco define as condições do CDB: taxa de rendimento, prazo de vencimento, valor mínimo e liquidez. Entender como funciona aplicação em CDB exige comparar essas variáveis entre instituições financeiras antes de investir.

Diferença entre CDB e CDI

CDB e CDI são siglas parecidas, mas representam coisas diferentes.

O CDB é o título que você compra. O CDI (Certificado de Depósito Interbancário) é a taxa de juros que os bancos cobram entre si nos empréstimos de curtíssimo prazo.

O CDI acompanha a Selic de perto. Com a Selic em 14,75% ao ano, o CDI está em 14,65%, uma diferença de apenas 0,10 ponto percentual (abril 2026).

Quando um CDB CDI (também chamado CDB pós-fixado) oferece "100% do CDI", o rendimento acompanha essa taxa. Se o CDI sobe, o rendimento sobe junto. Se cai, acompanha a queda.

Um CDB DI que paga 106% do CDI rende 6% acima da taxa interbancária. Na prática, com o CDI a 14,65%, isso equivale a 15,53% ao ano bruto, antes do IR.

Para quem busca como funciona o investimento CDB, a regra é direta: quanto maior o percentual do CDI oferecido, maior o retorno. Compare o percentual entre instituições, não apenas o nome do produto.

Tipos de CDB: prefixado, pós-fixado e híbrido

O rendimento CDB depende do tipo de rentabilidade contratada. Cada tipo reage de forma diferente ao cenário econômico e se encaixa em objetivos distintos.

A escolha entre eles define quanto você recebe no vencimento e qual risco aceita no caminho.

TipoComo rendeQuando é indicadoExemplo de taxa (abr/2026)
PrefixadoTaxa fixa definida na compraExpectativa de queda de juros13% a 14,5% a.a.
Pós-fixadoAcompanha o CDIJuros em alta ou estáveis100% a 110% do CDI
Híbrido (IPCA+)Taxa fixa + inflaçãoProteção contra inflaçãoIPCA + 5% a 8% a.a.

CDB prefixado

No CDB prefixado, você trava a taxa de rendimento no momento da aplicação.

Se contrata um CDB a 14% ao ano, recebe exatamente isso no vencimento, independentemente do que aconteça com a Selic ou o CDI.

Essa previsibilidade é a principal vantagem. Você sabe o valor exato que vai receber antes de investir.

O cenário ideal para o prefixado é quando a taxa Selic está alta e o mercado projeta queda nos juros.

Ao travar uma taxa elevada, você garante um rendimento acima do que o mercado vai oferecer no futuro.

O risco: se os juros subirem depois da compra, seu CDB rende menos do que um pós-fixado renderia no mesmo período.

CDB pós-fixado

Como funciona CDB pós-fixado: o rendimento acompanha um percentual do CDI, a taxa de referência do mercado. Se o CDI sobe, seu rendimento sobe junto. Se cai, cai junto.

O CDI acumulado em abril de 2026 está em 14,65% ao ano. Um CDB que paga 106% do CDI, por exemplo, rende 106% desse valor.

O pós-fixado é o tipo mais comum e mais indicado quando os juros estão altos ou em trajetória de alta. Sem surpresas no vencimento: o rendimento reflete o mercado em tempo real.

Ofertas no mercado variam de 100% a 110% do CDI para prazos de 12 a 36 meses, com dados de março de 2026.

CDB híbrido (IPCA+)

O CDB híbrido combina uma taxa fixa com a variação do IPCA. Quem investe em IPCA + 7% ao ano recebe a inflação do período mais 7% de ganho real.

Esse tipo protege o poder de compra do dinheiro. Mesmo que a inflação acumulada suba, o rendimento acompanha, diferente do prefixado que pode perder para o IPCA.

Com a inflação acumulada em 4,14% nos últimos 12 meses (IBGE, março/2026), um CDB híbrido a IPCA + 7% rende cerca de 11,14% ao ano em termos nominais.

É o tipo indicado para quem investe com prazo mais longo e quer garantir ganho acima da inflação. Quanto maior o horizonte, maior o risco de a inflação corroer um rendimento prefixado.

Leia mais:

Quanto rende o CDB na prática

O rendimento CDB depende de três variáveis: o percentual do CDI oferecido, o prazo da aplicação e a alíquota de Imposto de Renda.

Com o CDI a 14,65% ao ano (abril de 2026), um CDB a 100% do CDI rende quase o dobro da poupança, mesmo depois do IR.

A conta muda conforme o tipo de CDB. Um pós-fixado a 100% do CDI acompanha a taxa de juros. Um a 106% do CDI entrega mais.

Já um prefixado trava a taxa no momento da aplicação, independente do que aconteça com o CDI depois.

Simulação de rendimento com R$ 1.000

A tabela abaixo mostra como funciona investir no CDB na prática, com R$ 1.000 aplicados em um CDB pós-fixado. Premissas: CDI de 14,65% a.a., IR conforme tabela regressiva.

Prazo% do CDIRendimento brutoAlíquota IRIR descontadoRendimento líquido
6 meses100%R$ 70,8022,5%R$ 15,93R$ 54,87
12 meses100%R$ 146,5017,5%R$ 25,64R$ 120,86
6 meses106%R$ 74,9022,5%R$ 16,85R$ 58,05
12 meses106%R$ 155,3017,5%R$ 27,18R$ 128,12

O prazo mais longo paga menos IR e acumula mais juros.

Em 12 meses, a alíquota cai de 22,5% para 17,5%, o que aumenta o ganho líquido em R$ 7,26 comparado a duas aplicações consecutivas de 6 meses.

Valores simulados para fins ilustrativos. Resultados variam conforme a taxa CDI vigente no momento da aplicação.

CDB vs poupança: qual rende mais

A poupança rende 0,5% ao mês + TR quando a Selic está acima de 8,5%. Com a Selic a 14,75%, isso equivale a cerca de 8,33% ao ano, isenta de IR.

O CDB paga IR, mas ainda supera a poupança com folga. Veja a comparação para R$ 1.000 em 12 meses:

InvestimentoRendimento brutoIRRendimento líquido
CDB 100% CDIR$ 146,50R$ 25,64R$ 120,86
CDB 106% CDIR$ 155,30R$ 27,18R$ 128,12
PoupançaR$ 83,30R$ 0R$ 83,30

A diferença chega a R$ 44,82 por ano a cada R$ 1.000 investidos no CDB 106% CDI. Em R$ 10.000, são R$ 448 a mais no bolso.

A poupança é isenta de IR, mas a vantagem tributária não compensa a diferença de rentabilidade. Quem busca investir CDB encontra ganho líquido superior em qualquer prazo acima de 30 dias.

Como funciona o imposto de renda no CDB

O CDB paga imposto de renda, mas só sobre o lucro.

Se você investiu R$ 1.000 e resgatou R$ 1.080, o IR incide apenas sobre os R$ 80 de rendimento.

A instituição financeira desconta o imposto automaticamente no resgate. Você recebe o valor já líquido, sem gerar boleto ou calcular nada por conta própria.

Entender como funciona o IR no CDB evita surpresas e ajuda a escolher o prazo certo para pagar menos imposto.

Tabela regressiva do IR

Quanto mais tempo o dinheiro fica aplicado, menor a alíquota. A Lei 11.033/2004 define quatro faixas:

Prazo da aplicaçãoAlíquota de IR
Até 180 dias22,5%
De 181 a 360 dias20%
De 361 a 720 dias17,5%
Acima de 720 dias15%

Na prática, quem mantém o CDB por mais de 2 anos paga a menor alíquota possível: 15% sobre o rendimento.

Essa lógica incentiva aplicações de prazo mais longo. Um CDB de 6 meses perde 22,5% do lucro para o IR.

O mesmo CDB mantido por 2 anos e 1 dia perde apenas 15%.

IOF nos primeiros 30 dias

Além do IR, resgates antes de 30 dias sofrem cobrança de IOF sobre os rendimentos.

A alíquota começa em 96% no primeiro dia e cai cerca de 3 pontos percentuais por dia corrido até zerar no 30.o dia.

Resgatar na primeira semana significa perder quase todo o rendimento para o IOF. No 15.o dia, a alíquota ainda é de 50%.

A partir do 30.o dia, o IOF deixa de existir e só o IR se aplica. Por isso, evite resgatar qualquer CDB antes de 1 mês.

O CDB da InfinitePay, por exemplo, tem prazo mínimo de 31 dias, com vencimento em dia útil.

O investidor já escapa do IOF e paga apenas o imposto de renda sobre o rendimento.

O CDB é seguro? Riscos e proteção do FGC

Quem escolhe o CDB investimento de renda fixa conta com proteção real: o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) cobre até R$ 250 mil por CPF por instituição.

O fundo garantidor já provou que funciona. Na liquidação do Banco Master em 2025, o FGC iniciou os pagamentos aos investidores afetados.

Todas as instituições financeiras do país contribuem obrigatoriamente para o FGC, o que garante reposição contínua.

Como funciona a proteção do FGC

O FGC cobre CDBs, poupança, LCIs, LCAs e outros depósitos bancários. O limite é de R$ 250 mil por CPF (ou CNPJ) por instituição, com teto global de R$ 1 milhão a cada 4 anos.

Distribua o valor entre instituições diferentes para proteger até R$ 1 milhão no período. A poupança segue o mesmo limite, mas um CDB a 106% do CDI rende mais (cerca de 70% do CDI na poupança), com proteção idêntica.

Principais riscos do CDB

CDB não é 100% seguro. Três riscos merecem atenção:

  • Risco de crédito: o banco emissor pode quebrar
    • O FGC cobre até R$ 250 mil, mas valores acima ficam expostos
  • Risco de liquidez: CDB sem resgate imediato trava o dinheiro até o vencimento
    • Se precisar do valor antes do prazo, não consegue sacar
  • Risco de rentabilidade real: a inflação pode corroer o ganho líquido
    • Um CDB prefixado a 12% ao ano perde poder de compra se a inflação passar de 12%

Para reduzir esses riscos: invista dentro do limite do FGC, escolha CDB com resgate imediato para a reserva de emergência e prefira CDB pós-fixado ou híbrido (IPCA+) em cenário de inflação alta.

O CDB da InfinitePay, por exemplo, rende 106% do CDI, aceita aplicações a partir de R$ 1 e conta com proteção do FGC.

Como escolher e investir em CDB

Entender como funciona investir no CDB exige avaliar três variáveis: liquidez, prazo e valor mínimo. A combinação define se o título encaixa no seu objetivo.

A renda fixa alcançou 100 milhões de investidores no Brasil em 2025, crescimento de 20% em um ano. Com tantas opções disponíveis, comparar condições entre instituições faz diferença real no rendimento.

Liquidez, prazo e valor mínimo

CDB com liquidez diária permite resgatar a qualquer momento. É indicado para reserva de emergência, mas costuma pagar menos.

CDB com prazo fechado trava o valor até o vencimento e compensa com taxas maiores. Prazos de 1 a 2 anos costumam oferecer os melhores rendimentos.

O valor mínimo de aplicação CDB varia conforme a instituição financeira:

  • InfinitePay aceita a partir de R$ 1, sem taxas de administração ou custódia
  • Itaú e Inter aceitam aportes a partir de R$ 1
  • C6 Bank exige mínimo de R$ 20
  • Caixa Econômica Federal disponibiliza o CDB Flex com liquidez diária

Cruze seu objetivo com o prazo para decidir:

  • Guardar reserva de emergência: escolha liquidez diária
  • Alcançar meta de 6 a 12 meses: prefira pós-fixado com vencimento compatível
  • Planejar acima de 2 anos: considere prefixado ou híbrido com taxa travada

Passo a passo para investir

Investir CDB exige conta em banco ou corretora. O processo é digital:

  1. Abrir conta na instituição escolhida
  2. Acessar a área de renda fixa ou investimentos
  3. Comparar as opções de CDB disponíveis (taxa, prazo, liquidez)
  4. Selecionar o título e definir o valor
  5. Confirmar a aplicação e guardar o comprovante

No CDB da InfinitePay, o processo acontece direto pelo app: acesse a Carteira, toque em "CDB InfinitePay" e selecione "Novo investimento".

O aporte mínimo é de R$ 1, com rendimento de 106% do CDI e prazo de 31 a 720 dias. Sem taxas de administração ou custódia.

Taxas coletadas em abril/2026 nos sites oficiais das instituições. Condições variam conforme perfil, volume e prazo, sujeitas a alteração sem aviso prévio.

Leia mais:

Invista em CDB com rendimento de 106% do CDI

Você viu que um CDB investimento a 106% do CDI entrega R$ 128 líquidos por R$ 1.000 em 12 meses, R$ 44 a mais que a poupança, com a mesma proteção do FGC.

O CDB da InfinitePay aceita aplicação CDB a partir de R$ 1, rende 106% do CDI e não cobra taxa de administração ou custódia. A contratação acontece direto pelo app.

Veja como funciona o CDB da InfinitePay na prática:

Agora que você sabe como funciona CDB, o próximo passo é começar. Abra o app, escolha o prazo e faça seu primeiro rendimento CDB trabalhar por você.

Perguntas frequentes

CDB

Seu dinheiro rendendo 106% do CDI

Renda Fixa que rende 106% do CDI

O CDB que rende mais que a poupança, com proteção do FGC e investimento a partir de R$1,00

Invista a partir de R$ 1, com proteção do FGC e rendimento superior à poupança

Como transformar seu celular em maquininha

1
Abra o app da InfinitePay e clique em "InfiniteTap" (Android) ou em "Tap to Pay no iPhone"(iOS)
2
Digite o valor da venda ou selecione o produto que será vendido e sua quantidade. Você pode adicionar mais de um produto.
3
Clique em "Cobrar" e peça para seu cliente aproximar a forma como deseja pagar: cartão, celular ou smartwatch
4
Se a compra tiver um valor maior que R$ 200, ele deverá digitar a senha. Pronto! A venda é realizada em segundos.
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