Ver o resumo do artigo
- Rendimento CDB hoje a 100% do CDI entrega R$ 1.208,63 líquidos em 1 ano para R$ 10.000
- Cálculo do retorno segue a cadeia Selic, CDI e percentual contratado, resolvido com uma multiplicação
- Diferença entre CDB 100% CDI e poupança chega a R$ 374,33 em 1 ano para R$ 10.000
- Alíquota de IR cai de 22,5% para 15% conforme o prazo, reduzindo o imposto sem esforço
- Liquidez diária paga até 104% do CDI; sem liquidez, até 120%, com proteção do FGC
Um CDB a 100% do CDI rende R$ 120,86 líquidos por R$ 1.000 em 12 meses, com a taxa CDI em 14,65% ao ano em abril de 2026.
Isso é R$ 37,43 a mais que a poupança no mesmo período, já descontado o Imposto de Renda (IR). Para R$ 10.000, a diferença sobe para R$ 374,33 em um ano, sem alterar o risco.
O rendimento CDB hoje varia conforme o percentual do CDI contratado, o valor aplicado e o prazo. Bancos digitais e fintechs oferecem de 100% a 120% do CDI, cada modalidade com regras diferentes de liquidez e tributação.
As tabelas abaixo mostram o retorno exato em reais para quem investe R$ 1.000, R$ 10.000 ou R$ 100.000, com IR já descontado em cada prazo.
Quanto rende o CDB hoje para diferentes valores
O rendimento do CDB a 100% do CDI depende do valor investido e do prazo. As tabelas abaixo trazem o retorno líquido em reais, com IR já descontado pela tabela regressiva.
Rendimento do CDB para R$ 1.000, R$ 10.000 e R$ 100.000
Todos os valores usam o CDI de 14,65% ao ano vigente em abril de 2026. O rendimento CDI é a base de cálculo para qualquer CDB pós-fixado.
CDB a 100% do CDI
| Valor investido | 6 meses (IR 22,5%) | 1 ano (IR 17,5%) | 2 anos (IR 15%) |
|---|---|---|---|
| R$ 1.000 | R$ 54,83 | R$ 120,86 | R$ 267,29 |
| R$ 10.000 | R$ 548,29 | R$ 1.208,63 | R$ 2.672,93 |
| R$ 100.000 | R$ 5.482,92 | R$ 12.086,25 | R$ 26.729,29 |
A maioria dos bancos oferece CDB a 100% do CDI. Esse é o piso para comparação.
CDB a 110% do CDI
| Valor investido | 6 meses (IR 22,5%) | 1 ano (IR 17,5%) | 2 anos (IR 15%) |
|---|---|---|---|
| R$ 1.000 | R$ 60,11 | R$ 132,95 | R$ 296,03 |
| R$ 10.000 | R$ 601,14 | R$ 1.329,49 | R$ 2.960,29 |
| R$ 100.000 | R$ 6.011,42 | R$ 13.294,88 | R$ 29.602,89 |
CDBs acima de 100% do CDI costumam exigir prazo mais longo ou abrir mão da liquidez diária. Bancos médios e fintechs oferecem 106% a 120% do CDI para atrair investidores.
CDB a 120% do CDI
| Valor investido | 6 meses (IR 22,5%) | 1 ano (IR 17,5%) | 2 anos (IR 15%) |
|---|---|---|---|
| R$ 1.000 | R$ 65,37 | R$ 145,04 | R$ 325,13 |
| R$ 10.000 | R$ 653,66 | R$ 1.450,35 | R$ 3.251,30 |
| R$ 100.000 | R$ 6.536,59 | R$ 14.503,50 | R$ 32.512,98 |
A diferença entre 100% e 120% do CDI chega a R$ 5.783,69 em 2 anos para R$ 100.000 investidos.
O percentual do CDI importa mais que o valor aplicado quando o prazo é longo.
O CDB da InfinitePay rende 106% do CDI, aceita aportes a partir de R$ 1 e não cobra taxas de corretagem. A contratação é direta pelo app da InfinitePay.
Rendimento mensal vs rendimento anual do CDB
Quanto rende o CDB hoje por mês depende do CDI vigente e do percentual contratado.
O rendimento CDB hoje não cai na conta todo mês. O cálculo acontece diariamente sobre o saldo, com juros compostos, mas o valor só fica disponível no resgate.
Para R$ 1.000 a 100% do CDI, o rendimento bruto mensal equivale a R$ 11,46 (taxa mensal de 1,15%).
Para R$ 10.000, o rendimento mensal bruto é R$ 114,58. Em 12 meses, o acumulado bruto chega a R$ 1.465,00, não R$ 1.374,96 (que seria 12 x R$ 114,58).
A diferença de R$ 90,04 vem dos juros compostos, que aplicam rendimento sobre rendimento a cada dia útil.
O IR incide apenas no resgate. Enquanto o dinheiro fica aplicado, o rendimento bruto acumula sem desconto.
Prazos mais longos trazem dupla vantagem: além do efeito dos juros compostos, a alíquota de IR cai de 22,5% (até 6 meses) para 15% (acima de 2 anos).
Valores calculados com CDI de 14,65% a.a. vigente em abril de 2026. O rendimento real varia conforme oscilações da taxa CDI.
Leia mais:
- Diferença entre CDB e CDI: Qual rende mais em 2026?
- Quanto rende o CDB por mês? Veja exemplos e rendimento líquido
Como calcular o rendimento do CDB
O rendimento de um CDB pós-fixado segue uma cadeia direta: Selic → CDI → percentual contratado. Com esses três dados, você calcula quanto o dinheiro vai render.
Relação entre CDI, Selic e rendimento do CDB
O Banco Central define a taxa Selic. O CDI, calculado diariamente pela B3, acompanha a Selic com diferença de ~0,10 ponto percentual.
Com a Selic em 14,75% ao ano, a taxa CDI está em 14,65%. Um CDB DI que paga 100% do CDI rende 14,65% ao ano brutos.
Se o CDB paga 106% do CDI, multiplique: 14,65% × 1,06 = 15,53% ao ano brutos. A lógica é a mesma para qualquer percentual.
O cálculo usa juros compostos diários sobre 252 dias úteis.
Na prática, um simulador de CDB resolve a conta em segundos. A página do CDB da InfinitePay permite simular o retorno para diferentes valores e prazos.
CDB prefixado vs pós-fixado: qual rende mais hoje
No CDB prefixado, a taxa é definida na contratação e não muda. No pós-fixado, o rendimento acompanha o CDI e oscila conforme a Selic.
Em abril de 2026, CDBs prefixados pagam até 14,77% ao ano em bancos médios. O CDB CDI pós-fixado a 100% rende 14,65%.
A escolha depende da direção dos juros.
O Boletim Focus projeta Selic em 13% ao fim de 2026, contra 14,75% atuais. Se a queda se confirmar, quem travou um prefixado de 14%+ sai ganhando.
Se a Selic cair menos que o esperado ou voltar a subir, o pós-fixado protege, pois o rendimento acompanha o CDI automaticamente.
Recomendação prática: com expectativa de corte gradual, o prefixado de 1 a 2 anos trava a taxa alta atual.
Para reserva de curto prazo ou cenário incerto, o pós-fixado é mais seguro. O CDB da InfinitePay é pós-fixado a 106% do CDI.
Rendimento do CDB vs poupança vs Tesouro Selic
O melhor rendimento CDB hoje supera a poupança em qualquer prazo, mesmo com IR. A tabela abaixo compara os três investimentos de renda fixa em reais líquidos para R$ 10.000.
Comparativo de rendimento líquido
| Produto | 6 meses | 1 ano | 2 anos |
|---|---|---|---|
| CDB 100% CDI | R$ 548,29 | R$ 1.208,63 | R$ 2.672,93 |
| Tesouro Selic | R$ 551,91 | R$ 1.216,87 | R$ 2.692,43 |
| Poupança | R$ 408,79 | R$ 834,30 | R$ 1.738,20 |
Valores líquidos para R$ 10.000. CDB e Tesouro Selic com IR descontado (tabela regressiva). Poupança: 0,5% a.m. + TR, isenta de IR. Tesouro Selic com custódia isenta até R$ 10.000. Dados de abril de 2026.
O CDB rende R$ 374,33 a mais que a poupança em 1 ano. Em 2 anos, a diferença salta para R$ 934,73.
O Tesouro Selic rende R$ 8,24 a mais que o CDB 100% CDI em 1 ano. A diferença vem dos 0,10 p.p. entre Selic (14,75%) e CDI (14,65%).
No bolso, esse valor é irrelevante.
Um CDB acima de 100% do CDI inverte essa conta. O CDB da InfinitePay a 106% do CDI (15,53% bruto) supera o Tesouro Selic em qualquer prazo.
Quando a poupança ou o Tesouro Selic podem valer mais
A poupança perde do CDB 100% CDI em todos os cenários com a Selic atual. A isenção de IR não compensa a diferença de rendimento bruto.
O rendimento CDB x poupança só se equipara se o CDI cair abaixo de 7% ao ano, cenário fora do horizonte em abril de 2026.
O Tesouro Selic tem uma vantagem que não aparece na tabela: garantia do Tesouro Nacional (risco soberano), superior ao FGC do CDB.
Para valores acima de R$ 250 mil, o Tesouro Selic elimina o risco de crédito.
Para quem busca isenção de IR, LCIs e LCAs pagam em média 90% a 93% do CDI.
Uma LCI a 90% do CDI equivale a um CDB de 109% do CDI após o desconto do imposto.
Recomendação: abaixo de R$ 250 mil, o CDB acima de 100% do CDI entrega o melhor retorno líquido entre os três.
Acima de R$ 250 mil, divida entre CDB (até o limite do FGC) e Tesouro Selic.
Imposto de renda no CDB: tabela regressiva atualizada
O imposto de renda no CDB segue a tabela regressiva: quanto maior o prazo, menor a alíquota. A Lei 11.033/2004 define quatro faixas.
| Prazo da aplicação | Alíquota de IR | R$ 10.000 bruto | R$ 10.000 líquido |
|---|---|---|---|
| Até 180 dias | 22,5% | R$ 707,47 | R$ 548,29 |
| 181 a 360 dias | 20% | R$ 1.465,00 | R$ 1.172,00 |
| 361 a 720 dias | 17,5% | R$ 3.144,62 | R$ 2.594,31 |
| Acima de 720 dias | 15% | R$ 5.070,31 | R$ 4.309,76 |
Simulação com CDB a 100% do CDI (14,65% a.a.) em abril de 2026. Os exemplos de cada faixa usam prazos de referência de 180, 360 e 720 dias. Prazos exatos como 365 dias (1 ano) caem na faixa de 17,5%, alíquota usada nas tabelas de rendimento por valor acima.
Sobre o mesmo rendimento bruto de R$ 1.465 (1 ano), a diferença entre pagar 22,5% e 15% de IR é R$ 109,88. O prazo reduz o imposto sem esforço.
A MP 1.303/2025, que propunha alíquota única de 18% para renda fixa, caducou em outubro de 2025. A tabela regressiva permanece inalterada em abril de 2026.
O IR incide apenas sobre o rendimento, não sobre o valor investido. A retenção é automática no resgate ou vencimento do CDB.
Resgates antes de 30 dias também pagam IOF sobre o rendimento.
A alíquota começa em 96% no dia 1 e cai para 0% no dia 30. Após 30 dias, IOF zero.
Na prática, resgatar um CDB antes de 30 dias consome quase todo o rendimento entre IR e IOF. Evite aplicações de prazo inferior a 1 mês.
Como escolher o melhor CDB para investir
O investimento CDB certo depende de três fatores: percentual do CDI, liquidez e prazo. Cada combinação serve a um objetivo diferente.
CDB liquidez diária vs liquidez no vencimento
CDB liquidez diária permite resgate imediato a qualquer momento. A faixa típica de rendimento é 100% a 104% do CDI.
CDB sem liquidez diária trava o dinheiro até o vencimento, mas paga mais: 106% a 120% do CDI. A diferença é o prêmio de liquidez.
Escolha pela função do dinheiro:
- Reserva de emergência: CDB com liquidez diária
- Objetivo de 3 a 6 meses: CDB sem liquidez, prazo curto
- Objetivo de 1 a 2 anos: CDB sem liquidez, prazo longo (taxa maior + IR menor)
O CDB da InfinitePay paga 106% do CDI, sem liquidez diária, com prazo de 31 a 720 dias. O aporte mínimo é R$ 1, sem taxas de corretagem.
Para investir, acesse a aba Carteira no app da InfinitePay, selecione CDB InfinitePay, defina valor e prazo. O resgate é automático no vencimento.
Veja como funciona na prática:
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Segurança do CDB: como funciona o FGC
O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) cobre até R$ 250 mil por CPF por instituição financeira.
Se o banco quebrar, você recebe o valor investido mais os rendimentos até esse limite.
O teto global é de R$ 1 milhão por CPF a cada 4 anos, somando todas as instituições.
Quem investe mais de R$ 250 mil deve dividir entre instituições diferentes para manter a cobertura total.
O CDB da InfinitePay conta com proteção do FGC nos mesmos termos.
Leia mais:
Simule o rendimento do CDB antes de investir
O rendimento CDB hoje supera a poupança em qualquer prazo, e a diferença cresce com o tempo.
Quanto mais alto o percentual do CDI e mais longo o prazo, maior o retorno líquido no bolso.
Para R$ 10.000, a diferença entre CDB e poupança chega a R$ 934,73 em 2 anos.
O CDB da InfinitePay rende 106% do CDI, aceita aportes a partir de R$ 1 e não cobra taxas.
O simulador na página mostra quanto o dinheiro rende antes de você investir. Sem surpresas, sem asterisco.
Baixe o app da InfinitePay, acesse a aba Carteira e comece a investir em CDB hoje.
Perguntas frequentes
Qual a diferença entre CDB e CDI?
CDB é um título de renda fixa: você empresta dinheiro ao banco e recebe juros. CDI é a taxa de referência que define quanto esse título rende.
O CDI acompanha a Selic com diferença de ~0,10 ponto percentual. Um CDB a 100% do CDI rende exatamente a taxa CDI vigente.
O rendimento do CDB é garantido pelo FGC?
Sim. O FGC cobre até R$ 250 mil por CPF por instituição financeira.
Em caso de quebra do banco, o pagamento ocorre em 30 a 60 dias úteis após a liquidação.
O teto global é de R$ 1 milhão por CPF a cada 4 anos.
CDB tem IOF?
Sim, em resgates antes de 30 dias. No dia 10, o IOF consome 66% do rendimento.
Somado ao IR, sobra R$ 1,00 de cada R$ 3,80 brutos em R$ 1.000 aplicados. Após 30 dias, o IOF cai para zero.
Posso perder dinheiro investindo em CDB?
No CDB pós-fixado, o rendimento nominal é sempre positivo, pois o CDI nunca foi negativo na história.
O risco é a inflação superar o rendimento do CDI, gerando perda de poder de compra. O outro risco é a quebra do banco emissor acima do limite do FGC.






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