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- O CDB representa o título de investimento adquirido, enquanto o CDI serve apenas como o índice de referência da rentabilidade.
- O CDI acompanha a taxa Selic, projetada em 15% para 2026, o que eleva os ganhos nominais da renda fixa.
- Investidores garantem retornos superiores à poupança ao escolherem CDBs que pagam 100% do CDI ou mais.
- Títulos pós-fixados protegem o poder de compra, pois o rendimento sobe automaticamente junto com a taxa de juros.
- Opções como o CDB da InfinitePay entregam 106% do CDI com liquidez diária e segurança garantida pelo FGC.
A principal diferença entre CDB e CDI é que um é o investimento bancário e o outro a taxa que define seu rendimento. Compreender essa distinção é essencial para garantir ganhos reais acima da inflação.
Segundo a 8ª edição do Raio X do Investidor Brasileiro da ANBIMA, milhões de brasileiros mantêm recursos nesses ativos justamente pela segurança e previsibilidade que oferecem. Dominar esses conceitos coloca você no controle para buscar a melhor rentabilidade do mercado.
CDB x CDI: Qual a diferença entre eles?
A principal diferença é que o CDB é o produto financeiro (o título que você compra), enquanto o CDI é a taxa de rentabilidade (o índice de referência).
- CDB (Certificado de Depósito Bancário): É o investimento propriamente dito. Funciona como um empréstimo que você faz ao banco em troca de uma remuneração por um prazo determinado.
- CDI (Certificado de Depósito Interbancário): É uma taxa de referência baseada nos empréstimos que os bancos fazem entre si para fechar o caixa no azul. Você não consegue "comprar" um CDI, mas ele é o principal indexador que define o sucesso do seu investimento.
Eles se conectam porque o rendimento do CDB é geralmente expresso como um percentual do CDI (ex: 106% do CDI). Como o CDI caminha lado a lado com a Taxa Selic, ao investir em um CDB, você garante que seu dinheiro acompanhe de perto os juros da economia brasileira, proporcionando previsibilidade e segurança para o seu patrimônio.
O que é CDB?
O CDB (Certificado de Depósito Bancário) é um título de renda fixa emitido por instituições financeiras para captar recursos. Na prática, você "empresta" dinheiro ao banco e, em troca, recebe o valor corrigido por juros após um prazo determinado.
É um dos investimentos mais acessíveis do mercado, com opções para começar a partir de R$ 1,00. O rendimento pode ser:
- Prefixado: você conhece a rentabilidade exata no momento da aplicação.
- Pós-fixado: o retorno varia conforme um indexador, geralmente o próprio CDI.
O que é CDI?
O CDI (Certificado de Depósito Interbancário) não é um produto onde se possa investir diretamente, mas sim uma taxa de referência do mercado. Ele representa os juros cobrados em empréstimos de curtíssimo prazo realizados entre bancos para que eles fechem o caixa do dia no azul.
Para o investidor, o CDI é fundamental porque funciona como a régua da rentabilidade. Muitos investimentos de renda fixa têm seu retorno atrelado a um percentual dessa taxa (como 100% ou 106% do CDI), servindo como o principal indicador para medir o desempenho da sua aplicação.
O que rende mais: CDB ou CDI?
Essa é uma dúvida comum, mas tecnicamente não é possível comparar a rentabilidade entre os dois, pois o CDI não é um investimento, e sim uma taxa de referência. O que você deve avaliar é o quanto o CDB (o produto) rende em relação ao CDI (o indexador).
A performance da sua aplicação dependerá do modelo de remuneração escolhido:
- Pós-fixado: É o tipo mais comum, onde o rendimento é expresso como um percentual da taxa, por exemplo, 106% do CDI. Se a taxa subir, seu ganho aumenta; se cair, ele acompanha a queda.
- Prefixado: A rentabilidade é uma taxa fixa definida no ato da compra (ex: 12% ao ano). Você sabe exatamente o valor final, independentemente do que aconteça com o CDI no período.
- Híbrido: Combina uma taxa fixa com um índice de inflação, como IPCA + 5% ao ano. É a escolha ideal para proteger o poder de compra no longo prazo.
Em resumo, para saber qual "rende mais", você deve buscar CDBs que ofereçam 100% do CDI ou mais. Em cenários de juros altos, como em 2026, títulos pós-fixados que superam o indexador, como o disponível na InfinitePay, entregam retornos consistentemente superiores à poupança.
O que significa render 100% do CDI?
Render 100% do CDI significa que o seu investimento entregará exatamente a variação da taxa média dos empréstimos interbancários no período da aplicação. Com a Selic mantida em 15% ao ano em 2026, o CDI gira em torno de 14,9% (0,10 ponto percentual abaixo da meta).
Na prática, se você investe em um CDB de 100% do CDI, seu dinheiro rende aproximadamente os mesmos 14,9% brutos ao ano. Já opções que oferecem taxas superiores, como os 106% do CDI disponíveis na InfinitePay, conseguem superar o indexador e entregar uma rentabilidade ainda mais atrativa que a própria taxa básica de juros.
Como o CDI acompanha a taxa Selic
O CDI caminha praticamente de mãos dadas com a Selic, que é a taxa básica de juros da economia definida pelo Banco Central. Essa proximidade ocorre porque os bancos utilizam títulos públicos como garantia em suas operações diárias, fazendo com que o CDI reflita o custo do dinheiro estabelecido pelo governo.
Embora sejam taxas muito próximas, o CDI tende a ser ligeiramente menor que a Selic Meta. Em 2026, essa conexão garante que investimentos atrelados ao CDI ofereçam retornos nominais elevados, acompanhando o rigor da política monetária atual e superando consistentemente a caderneta de poupança.
CDB ou CDI: qual é o melhor para investir?
A dúvida sobre qual é o melhor surge de uma confusão comum entre o investimento e o indexador. Na prática, você investe o seu capital em um CDB (Certificado de Depósito Bancário), emprestando dinheiro ao banco em troca de juros. Já o CDI (Certificado de Depósito Interfinanceiro) é a taxa que reflete os juros dos empréstimos entre os próprios bancos e serve como base para calcular o seu retorno. Portanto, a escolha inteligente não é entre um ou outro, mas sim encontrar um CDB que ofereça o melhor percentual do CDI alinhado aos seus objetivos:
- Para reserva de emergência: O ideal é um CDB com liquidez diária que pague 100% do CDI ou mais.
- Para maximizar ganhos: Em 2026, com a Selic em patamares elevados, opções como o CDB da InfinitePay, que rende 106% do CDI, garantem uma rentabilidade líquida superior à média do mercado e à poupança.
A melhor decisão de investimento depende de analisar a taxa oferecida, o prazo de carência e a segurança garantida pelo FGC.
Como identificar um CDB vantajoso através da taxa CDI?
Para saber se um CDB realmente vale a pena, o indicador fundamental é o percentual do CDI oferecido pela instituição. Como essa taxa funciona como a régua do mercado financeiro, quanto maior for essa porcentagem, maior será o lucro real do seu patrimônio.
Confira os critérios essenciais para essa avaliação:
- O patamar de 100% do CDI: Este é o benchmark (referência) mínimo aceitável para um bom investimento. Render 100% significa que seu capital cresce no mesmo ritmo da média das taxas bancárias, o que já supera a poupança com folga em cenários de juros altos.
- A busca pelo prêmio de rentabilidade: CDBs que entregam taxas como 106% ou 110% do CDI oferecem um ganho adicional sobre a taxa de referência. Em 2026, com o CDI em patamares elevados, esses pontos extras aceleram significativamente o acúmulo de juros compostos na sua conta.
- Equilíbrio entre taxa e disponibilidade: Tradicionalmente, bancos oferecem taxas maiores para quem aceita deixar o dinheiro investido por mais tempo. No entanto, instituições modernas já disponibilizam CDBs com liquidez diária que pagam acima de 100% do CDI, garantindo que você não precise sacrificar o rendimento para ter acesso ao dinheiro em emergências.
- Análise do cenário econômico: Como o CDI acompanha a taxa Selic, títulos pós-fixados são ideais quando os juros estão altos ou em tendência de alta, pois sua rentabilidade sobe automaticamente sem que você precise trocar de aplicação.
A estratégia mais inteligente para o investidor é sempre comparar o percentual oferecido com a liquidez do título e a segurança do FGC, priorizando opções que unam rentabilidade acima do benchmark com facilidade de resgate.
Quais são os principais investimentos indexados ao CDI?
Como o CDI é a principal referência de rentabilidade para a renda fixa "pós-fixada", diversos produtos utilizam essa taxa para definir quanto o investidor vai receber. Conhecer essas opções é o primeiro passo para diversificar sua carteira com inteligência:
- CDB (Certificado de Depósito Bancário): É o exemplo mais clássico. O rendimento é expresso como um percentual da taxa (ex: 100% ou 106% do CDI). É ideal para quem busca segurança e, em muitos casos, liquidez diária.
- LCI e LCA (Letras de Crédito Imobiliário e do Agronegócio): Títulos emitidos por bancos para financiar esses setores. A grande vantagem é a isenção de Imposto de Renda para pessoas físicas. Por não terem desconto de IR, um LCA de 90% do CDI pode render mais que um CDB de 100%, por exemplo.
- Fundos DI: São fundos de investimento que aplicam pelo menos 95% do seu patrimônio em ativos que acompanham a variação do CDI ou títulos públicos (Selic). São práticos para quem deseja gestão profissional.
- LC (Letras de Câmbio): Semelhantes aos CDBs, mas emitidas por financeiras. Costumam oferecer taxas ligeiramente superiores para compensar o perfil da instituição emissora.
- Debêntures Pós-fixadas: Títulos de dívida de empresas (sociedades anônimas). Algumas pagam um percentual do CDI, sendo uma forma de emprestar dinheiro para grandes companhias em troca de juros.
Em resumo: Todos esses ativos "bebem da mesma fonte". Se a taxa Selic subir, o CDI acompanha e a rentabilidade de todos esses investimentos aumenta automaticamente, protegendo o seu poder de compra em cenários de juros elevados, como o que vemos em 2026.
Como investir em CDB com a InfinitePay?
O investimento em CDB pode ser realizado diretamente pela sua conta digital, de forma rápida e sem as taxas abusivas dos bancos tradicionais. A InfinitePay oferece uma experiência simplificada para o empreendedor, permitindo que você potencialize o caixa do seu negócio com um rendimento exclusivo de 106% do CDI.
Ao investir, é importante lembrar que a tributação segue a tabela regressiva de Imposto de Renda, incidindo apenas sobre os rendimentos. Além disso, se o resgate ocorrer antes de 30 dias, há a cobrança de IOF. A grande vantagem na InfinitePay é a ausência de taxa de custódia, garantindo que a rentabilidade real do seu capital seja preservada com a máxima segurança do FGC.
Passo a passo para fazer seu dinheiro render no App
Colocar seu capital para trabalhar leva apenas alguns minutos. Siga as etapas abaixo:
- Baixe o app: Crie sua conta InfinitePay e clique na opção "Investir".
- Escolha o valor: Defina quanto deseja aplicar, com investimentos permitidos a partir de apenas R$ 1,00.
- Selecione o vencimento: Escolha o prazo que melhor se adapta aos objetivos do seu negócio ou reserva pessoal.
- Finalize a aplicação: Clique novamente em "Investir" e pronto! Seu dinheiro já começou a render com total transparência.
Perguntas frequentes
Todo CDB possui liquidez diária?
Não. Enquanto os títulos com liquidez diária permitem o resgate a qualquer momento, sendo ideais para reserva de emergência, muitos CDBs travam o capital até a data de vencimento. É fundamental conferir o prazo de carência no app antes de investir para evitar que o dinheiro fique inacessível.
Posso resgatar o CDB antes do prazo de vencimento?
Apenas se o título tiver liquidez diária ou se o banco emissor permitir o resgate antecipado. Caso a liquidez seja restrita ao vencimento, o recurso fica retido até a data final. Tentar vender o ativo antes do prazo no mercado secundário pode gerar prejuízo financeiro devido ao deságio nas taxas.
Qual o melhor para reserva de emergência: CDB ou Tesouro Selic?
Ambos são ativos seguros de renda fixa, mas possuem custos distintos. O Tesouro Selic tem o menor risco do país, porém cobra taxa de custódia da B3 de 0,20% a.a. sobre valores que excedem R$ 10 mil. Já um CDB de liquidez diária rendendo acima de 100% do CDI, como o da InfinitePay (106%), costuma ser mais rentável por ser isento de taxas de custódia e administração.
Quanto rende R$ 1.000 em um CDB por mês?
Em 2026, com a Selic a 15% e o CDI em 14,9% ao ano, o rendimento bruto mensal é de aproximadamente 1,16%. Na prática, R$ 1.000 rendem cerca de R$ 11,60 brutos no primeiro mês. Vale lembrar que o Imposto de Renda será retido na fonte sobre o lucro, conforme a tabela regressiva.
O que acontece se eu sacar o dinheiro do CDB antes de 30 dias?
Haverá incidência obrigatória do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) sobre os rendimentos. A alíquota do IOF é regressiva e agressiva: começa em 96% no primeiro dia e cai gradualmente até chegar a zero no 30º dia. Para garantir lucro real, o recomendado é manter o investimento por pelo menos um mês.








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