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- Investir em CDB em 2026 supera a poupança e protege o capital contra a inflação devido à taxa Selic elevada.
- O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) assegura aplicações de até R$ 250 mil por instituição, garantindo segurança ao investidor.
- Os títulos dividem-se em prefixados, pós-fixados e híbridos, adequando-se a diferentes perfis e estratégias financeiras.
- A tributação incide apenas sobre o lucro, seguindo a tabela regressiva do Imposto de Renda e isenção de IOF após 30 dias.
- A liquidez varia conforme o contrato, exigindo atenção aos prazos de carência e regras de resgate antes da aplicação.
- A InfinitePay oferece CDB com rendimento de 106% do CDI e investimento inicial acessível a partir de R$ 1,00.
Descobrir se vale a pena investir em CDB é o primeiro passo para quem busca segurança financeira. Em 2026, essa modalidade continua superando a poupança, oferecendo proteção contra a inflação e rentabilidade previsível para sua reserva crescer com consistência.
A procura por esses ativos segue em alta, com o número de investidores em renda fixa batendo recordes históricos na B3. A seguir, confira simulações reais de ganhos e entenda como garantir o melhor retorno para o seu dinheiro.
Afinal, vale a pena investir em CDB hoje?
Sim, investir em CDB continua sendo uma estratégia inteligente em 2026. Com a taxa Selic em patamares que favorecem a renda fixa, esse ativo oferece um equilíbrio sólido entre segurança e ganhos reais acima da inflação.
É uma opção acessível para quem busca proteger o poder de compra sem se expor aos riscos elevados do mercado de ações.
Vantagens: segurança e rentabilidade superior à poupança
O principal atrativo é o retorno financeiro consistente. A maioria dos títulos oferece rendimentos acima de 100% do CDI, o que garante uma performance significativamente melhor do que deixar o dinheiro parado na caderneta.
Enquanto a poupança perde competitividade, o CDB potencializa seus ganhos mensais. Veja este comparativo CDB x poupança para entender a diferença real no seu bolso.
Além do lucro, existe a camada extra de proteção. Investimentos de até R$ 250 mil por CPF e por instituição financeira são cobertos pelo FGC, garantindo que você não perca seu capital principal.
Pontos de atenção sobre liquidez e carência
Nem todo CDB permite que você retire o dinheiro quando quiser. Muitos títulos possuem um período de carência, durante o qual o valor investido fica "travado" até o vencimento do contrato.
Antes de aplicar, verifique as regras de resgate. Se o seu objetivo é montar uma reserva para imprevistos, opte exclusivamente por títulos com liquidez diária para evitar multas ou impossibilidade de saque.
Checklist: esse investimento é ideal para o seu perfil?
- Perfil conservador. Você prioriza a preservação do seu patrimônio e prefere evitar a volatilidade intensa da renda variável.
- Reserva de emergência. Você precisa de um local seguro e rentável para guardar dinheiro que pode ser resgatado imediatamente.
- Metas de curto prazo. Seu foco é juntar recursos para objetivos concretos em até dois anos, como uma viagem ou reforma.
- Diversificação de carteira. Você quer balancear seus investimentos de risco com uma fatia sólida em renda fixa.
Quanto rende investir no CDB em 2026?
Com a Selic a 15% ao ano, a rentabilidade da renda fixa continua alta. O CDI acompanha esse índice de perto, entregando um retorno bruto anual de aproximadamente 14,90%.
Nesse cenário, os números confirmam que vale a pena investir em CDB para potencializar seus ganhos. Essa consistência ajuda a superar a inflação e protege seu poder de compra.
Para acompanhar as expectativas do mercado, vale consultar as projeções do Boletim Focus.
Simulação prática de R$ 1.000 e R$ 10.000
Veja abaixo quanto seu dinheiro rende em um CDB a 100% do CDI, já descontando o Imposto de Renda estimado para cada período.
| Período | Aporte Inicial | Saldo Líquido Estimado |
|---|---|---|
| 1 Mês | R$ 1.000 | R$ 1.009,20 |
| 6 Meses | R$ 1.000 | R$ 1.058,50 |
| 1 Ano | R$ 1.000 | R$ 1.123,80 |
| 1 Mês | R$ 10.000 | R$ 10.092,00 |
| 6 Meses | R$ 10.000 | R$ 10.585,00 |
| 1 Ano | R$ 10.000 | R$ 11.238,00 |
Esses valores consideram a manutenção da taxa atual. O rendimento líquido supera contas digitais comuns que não oferecem a mesma remuneração automática.
CDB vs. Poupança: comparativo real de ganhos
A diferença de retorno entre as duas modalidades é significativa. Enquanto a poupança rende apenas 0,5% ao mês mais a Taxa Referencial (TR), o CDB oferece rentabilidade superior.
Ao manter o dinheiro na poupança, você fica limitado a uma regra de rendimento baixa. Muitas vezes, esse retorno real perde para a inflação acumulada.
Já no CDB, seu dinheiro acompanha integralmente a taxa básica de juros. Isso garante que, em tempos de Selic elevada, seu patrimônio cresça de forma acelerada.
O que é CDB e quais os tipos disponíveis
O CDB (Certificado de Depósito Bancário) funciona como um empréstimo que você faz para o banco. Em troca, a instituição devolve o dinheiro com juros após o prazo combinado. Trata-se de um clássico investimento em CDB para conservadores.
Diferenças entre prefixado, pós-fixado e híbrido
- O modelo prefixado garante uma taxa de juros definida no momento da aplicação. Assim, você sabe exatamente quanto vai resgatar no vencimento, independentemente das oscilações do mercado.
- Já a opção pós-fixada acompanha um indicador econômico, geralmente o CDI. A rentabilidade varia conforme a economia, sendo ideal para quem busca acompanhar as taxas de juros atuais.
- O tipo híbrido combina uma taxa fixa com a inflação medida pelo IPCA. Essa modalidade protege seu poder de compra e garante ganho real acima da inflação durante o período.
Entenda a relação entre CDB e CDI
Muitos investidores confundem os termos, mas a relação é simples. O CDI é a taxa de referência que baliza os rendimentos de renda fixa privada no Brasil.
Quando um título rende 100% do CDI, significa que ele paga o mesmo valor dessa taxa. Para entender detalhes técnicos e operacionais, consulte a página da B3 sobre CDB.
Segurança: aplicar em CDB é seguro?
Sim, aplicar em CDB é seguro e essa é uma das principais portas de entrada para quem sai da poupança. A segurança vem tanto da regulação rigorosa quanto das garantias extras que esse tipo de ativo de renda fixa oferece.
Ao investir, você basicamente empresta dinheiro para uma instituição financeira em troca de juros. Esse processo é fiscalizado e, para mitigar riscos de calote, existe uma proteção robusta conhecida como FGC.
Como funciona a garantia do Fundo Garantidor de Créditos (FGC)
Uma das maiores vantagens dessa modalidade é que o CDB possui FGC. Essa entidade privada protege seu patrimônio caso a instituição financeira decrete falência, intervenção ou liquidação extrajudicial.
As regras vigentes garantem o ressarcimento do valor investido somado aos rendimentos acumulados até a data da quebra. Os limites de cobertura seguem os critérios abaixo:
- Cobertura de até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, por conglomerado financeiro;
- Teto global de R$ 1 milhão, renovado a cada período de 4 anos.
Isso significa que, mesmo em cenários adversos, seu capital está protegido dentro desses valores, o que confirma que o CDB é seguro investir para perfis conservadores. Para saber mais detalhes, você pode consultar o site oficial do FGC.
Avaliando a saúde financeira do banco emissor
Embora o FGC seja um "seguro", o ideal é não precisar acioná-lo, pois o processo de reembolso pode levar algum tempo. Por isso, antes de aplicar, verifique a solidez do banco emissor.
O principal indicador a ser observado é o Índice de Basileia. Ele mede a relação entre o capital próprio da instituição e o dinheiro que ela empresta. Um índice acima de 11% geralmente sinaliza boa saúde financeira.
Você pode consultar esses dados e o histórico de lucros ou prejuízos dos bancos diretamente no sistema do Banco Central do Brasil ou em portais especializados como o Banco Data.
Custos e tributação no imposto de renda
Ao avaliar se o investimento vale a pena, é essencial considerar os custos. A boa notícia é que a maioria dos CDBs não cobra taxas de administração ou custódia, diferente de alguns fundos. No entanto, você deve estar atento à tributação obrigatória.
O "Leão" morde uma parte dos seus ganhos, mas há um detalhe importante: o imposto incide apenas sobre o rendimento (o lucro), e nunca sobre o valor original que você aplicou. O recolhimento é automático na fonte, então você não precisa pagar boletos separados.
Como funciona a tabela regressiva do IR
Para o imposto renda cdb, o governo utiliza um sistema que beneficia quem deixa o dinheiro investido por mais tempo. Essa lógica é conhecida como tabela regressiva.
Basicamente, a alíquota começa mais alta e diminui conforme o prazo da aplicação avança. Se você resgatar seu dinheiro logo no início, pagará a taxa máxima sobre o lucro.
Confira as alíquotas vigentes para 2026 segundo a B3 (Bolsa do Brasil):
| Prazo da Aplicação | Alíquota sobre o Rendimento |
|---|---|
| Até 180 dias | 22,5% |
| De 181 a 360 dias | 20,0% |
| De 361 a 720 dias | 17,5% |
| Acima de 720 dias | 15,0% |
Isso significa que, para alcançar a menor tributação possível e maximizar seu retorno líquido, o ideal é manter os recursos aplicados por mais de dois anos.
Incidência de IOF em resgates de curto prazo
O IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) é uma taxa voltada apenas para investidores muito "apressados". Ele incide somente se você solicitar o resgate do dinheiro nos primeiros 30 dias de aplicação.
A tabela do IOF é extremamente agressiva nos primeiros dias, com o objetivo de desencorajar a especulação de curtíssimo prazo. A alíquota começa em 96% do rendimento no primeiro dia e cai progressivamente até zerar.
Veja a evolução da incidência do IOF nos primeiros trinta dias:
| Dias Corridos | Alíquota de IOF | Dias Corridos | Alíquota de IOF |
|---|---|---|---|
| 1º dia | 96% | 15º dia | 50% |
| 5º dia | 83% | 20º dia | 33% |
| 10º dia | 66% | 25º dia | 16% |
A partir do 30º dia, a cobrança de IOF desaparece completamente. Portanto, se você busca rentabilidade, evite movimentar o dinheiro nesse primeiro mês.
Invista com segurança e rentabilidade superior na InfinitePay
Agora que você entendeu como o CDB supera a poupança, é hora de escolher a melhor opção para o seu dinheiro. Na InfinitePay, oferecemos uma solução prática para fazer seu caixa render de forma inteligente e segura.
Com o CDB InfinitePay, você une a proteção do FGC a taxas competitivas. Confira os benefícios de aplicar conosco:
- Rendimento de 106% do CDI, superior aos bancos tradicionais;
- Liquidez no vencimento escolhido (de 31 a 91 dias) para planejar seu fluxo;
- Aplicação acessível começando com apenas R$ 1,00.
Perguntas frequentes
Quanto rende R$ 1.000 por mês no CDB?
Considerando o CDI a 11,65% ao ano (Banco Central/Boletim Focus, 12/01/2026), o rendimento bruto mensal é de aproximadamente R$ 9,20 (0,92%). Ao descontar a alíquota de 22,5% do Imposto de Renda para aplicações de curto prazo, o retorno líquido estimado é de R$ 7,13.
É bom investir em CDB hoje com a taxa atual?
Com a taxa Selic em patamares de dois dígitos, o CDB tende a oferecer ganhos reais acima da inflação, preservando o poder de compra. É uma alternativa para compor a reserva de emergência ou objetivos de curto prazo, apresentando rentabilidade superior à poupança, mas exige planejamento tributário.
Quanto rende R$ 10.000 no CDB por mês?
Em um CDB que paga 100% do CDI, o ganho bruto mensal gira em torno de R$ 92,00. Após a incidência do Imposto de Renda (22,5% para resgates até 180 dias), o lucro líquido é de cerca de R$ 71,30. O valor aumenta conforme o tempo de aplicação reduz o imposto.
Quanto rende R$ 100 por dia no CDB?
Para gerar uma renda líquida diária de R$ 100 (aproximadamente R$ 2.100 mensais) com a taxa atual, seria necessário investir cerca de R$ 295.000 em um CDB a 100% do CDI. Esse cálculo considera dias úteis e o desconto da maior alíquota de Imposto de Renda.








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