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Descubra as nossas listas com curadoria. Explore os melhores produtos, serviços e tendências em várias categorias.

Empreender

O e-commerce brasileiro faturou R$ 204,3 bilhões em 2024, com alta de 10,5% sobre 2023. A projeção da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) é chegar a R$ 234,9 bilhões em 2025, com ticket médio de R$ 539,28 e 94,05 milhões de consumidores. Fonte: ABComm.

Esses números mostram que vender online deixou de ser aposta e virou canal principal de comércio. Para escolher bem, o ponto de partida é saber quais produtos já têm demanda confirmada.

Segundo a pesquisa E-commerce Trends 2026, da Octadesk em parceria com a Opinion Box, 91% dos consumidores brasileiros compram online pelo menos uma vez por mês, e 59% planejam comprar ainda mais em 2026. Entre os itens mais comprados estão roupas, calçados e produtos de higiene e beleza.

A lista abaixo reúne os 53 produtos mais vendidos na internet, organizados por potencial de demanda e acessibilidade para quem está começando, para você escolher por critério e não por acaso.

Resumo dos 53 produtos que mais vendem na internet

Para facilitar sua consulta, agrupamos os 53 produtos em oito grandes categorias. Cada uma reúne itens com público e comportamento de compra parecidos, para você escolher por afinidade e nível de investimento.

Eletrônicos e tecnologia (1 a 6): produtos eletrônicos, smartwatches e vestíveis, fones de ouvido e áudio, acessórios para smartphones, fotografia e vídeo, jogos e consoles.

Casa e decoração (7 a 11): móveis e decoração, limpeza e organização, artigos para pets, jardinagem e cultivo doméstico, equipamentos para home office.

Beleza e bem-estar (12 a 19): cosméticos, suplementos, cuidados com a pele, cabelo e barba, saúde mental, fitness e yoga.

Moda e estilo (20 a 21): roupas e acessórios de moda, acessórios de moda sustentáveis.

Conhecimento e lazer (22 a 24): livros e ebooks, jogos de tabuleiro, cursos online.

Outdoor e esporte (25 a 26): camping e atividades ao ar livre, artigos esportivos.

Criatividade e papelaria (27 a 28): artesanato e DIY, papelaria e organização.

Especialidades e nichos emergentes (29 a 53): alimentos e bebidas especiais, produtos para bebês, realidade aumentada, impressoras 3D, energia solar, segurança residencial, cultura pop, realidade virtual, STEM, hobbies criativos, kits de ciência, automação residencial, churrasco gourmet, escrita premium, proteção UV, fermentação caseira, pequenos negócios artesanais, estética em casa, vinil e CDs, produção de conteúdo, estações meteorológicas, cultura retrô, minimalismo, gadgets ecológicos e cuidados com tatuagem.

A numeração ao longo do artigo segue a ordem acima, com uma análise de cada produto.

Produtos mais vendidos na internet: 53 ideias para 2026

produtos mais vendidos na internet - categorias

Os produtos mais vendidos na internet se concentram em cinco frentes: eletrônicos, moda, beleza, casa e decoração, e produtos digitais. Juntos, cobrem do ticket baixo de alto giro (acessórios) ao ticket alto de compra planejada (móveis e eletrônicos). A seguir, os 53 produtos com o que vender e por que têm demanda.

1. Vale a pena vender produtos eletrônicos?

Sim. Smartphones, tablets, notebooks e outros gadgets tecnológicos estão entre os itens de maior volume no e-commerce brasileiro, com ticket alto e compra planejada.

A demanda se renova a cada lançamento de modelo e com a chegada de dispositivos com inteligência artificial integrada e compatíveis com redes 5G. O risco é o estoque caro e a obsolescência rápida, o que pede giro veloz e bom controle de inventário.

Veja 5 formas de expandir sua loja de eletrônicos.

2. Como estão as vendas de smartwatches e dispositivos vestíveis?

Relógios inteligentes e dispositivos vestíveis vendem bem porque combinam saúde, conectividade e recorrência de troca. O consumidor busca monitoramento de batimentos, sono e atividade física.

Dispositivos com recursos avançados de saúde e integração com smartphones têm procura crescente, especialmente entre o público fitness e jovens adultos.

3. Fones de ouvido e acessórios de áudio vendem bem online?

Vendem. O consumo de conteúdo digital (música, podcasts, vídeo) sustenta a demanda por fones de ouvido, caixas de som portáteis e acessórios de áudio.

Fones com cancelamento de ruído e qualidade de áudio superior lideram as buscas, com ticket variando do entry-level ao premium.

4. Acessórios smartphones são um bom nicho?

Sim, são itens de alta rotatividade e ticket baixo, ideais para quem está começando com pouco capital. Capas, películas, carregadores padrão e portáteis saem em volume.

O consumidor mais consciente busca acessórios sustentáveis e multifuncionais, o que abre espaço para diferenciação de marca.

5. Equipamentos de fotografia e vídeo têm mercado online?

Têm. Câmeras, lentes, tripés e acessórios atendem profissionais e criadores de conteúdo, público que pesquisa antes de comprar e gasta mais por item.

A procura cresce por equipamentos compactos de alta qualidade e acessórios para produção de conteúdo para redes sociais.

6. Jogos eletrônicos e consoles vendem pela internet?

Vendem, com lançamentos frequentes e base de consumidores fiéis. A conveniência e a pré-venda de títulos aguardados impulsionam as vendas online.

Jogos e consoles com suporte a realidade virtual e aumentada ganham espaço à medida que essas plataformas ficam mais acessíveis.

7. Móveis e artigos de decoração funcionam no e-commerce?

Funcionam. Consumidores estão cada vez mais confortáveis em comprar móveis e objetos decorativos pela internet, com pagamento parcelado e devolução facilitada.

A procura cresce por móveis modulares e multifuncionais, ideais para espaços compactos e para o público que mora sozinho.

8. Produtos para limpeza e organização da casa vendem online?

Vendem. Itens inovadores para limpeza, armazenamento e organização doméstica têm giro alto e ticket baixo, com recompra frequente.

O consumidor mais sustentável busca produtos ecológicos e sistemas de organização inteligentes, o que diferencia quem aposta nesse posicionamento.

9. Artigos para pets são um bom negócio online?

Sim. O mercado de produtos para animais de estimação está em expansão, com variedade de alimentos, brinquedos, roupas e acessórios disponíveis online.

O nicho se especializa com produtos como coleiras inteligentes e dispositivos de monitoramento de saúde. O pet shop Cat Toy Pets usou o Link de Pagamento da InfinitePay para facilitar as vendas online, segundo os sócios Priscilla e Victor Barbosa. Se você vende para pets, uma loja online gratuita com Pix taxa zero ajuda a receber na hora sem custo fixo.

10. Produtos para jardinagem e cultivo doméstico têm demanda?

Têm. O interesse por jardinagem e cultivo de plantas em casa impulsiona as vendas de sementes, vasos, ferramentas e sistemas de hidroponia.

Kits de jardinagem inteligentes e sistemas automatizados de cultivo indoor atraem quem mora em apartamento e busca autossuficiência.

11. Equipamentos para home office ainda vendem?

Vendem. Com a consolidação do trabalho remoto, a demanda por cadeiras ergonômicas, mesas ajustáveis e acessórios para videoconferência segue alta.

O consumidor busca soluções que integrem tecnologia e ergonomia, com foco em postura e produtividade.

12. Cosméticos e produtos de beleza são lucrativos online?

Sim. O setor de beleza e cuidados pessoais tem margens atraentes e variedade ampla, de maquiagem a cuidados com pele e cabelos.

O consumidor valoriza produtos naturais, veganos e sustentáveis, tendência que favorece marcas com posicionamento claro de ingredientes.

Veja 9 dicas para vender cosméticos na internet.

13. Suplementos alimentares vendem pela internet?

Vendem. O interesse em saúde e bem-estar sustenta a venda de vitaminas, proteínas em pó e complementos nutricionais em lojas virtuais especializadas.

Há espaço para suplementos personalizados, mas o varejo de suplementos exige atenção à rotulagem e ao registro sanitário dos produtos.

14. Produtos para cuidados com a pele têm mercado?

Têm. Cremes, séruns e máscaras faciais estão entre os itens mais procurados em lojas virtuais de beleza, com recompra programada.

O consumidor busca produtos com ingredientes naturais e fórmulas para tipos de pele específicos, o que pede boa descrição de produto.

15. Produtos para cuidados com o cabelo vendem online?

Vendem. Xampus, condicionadores, máscaras e tratamentos capilares têm procura constante em lojas virtuais de beleza.

Produtos naturais e personalizados para diferentes tipos de cabelo funcionam como diferencial, especialmente para cacheados e com química.

16. Produtos para cuidados com a barba são um nicho?

Sim. Óleos, bálsamos, pentes e kits para barba mantêm demanda recorrente, com público masculino engajado.

A procura por produtos naturais e kits personalizados sustenta a categoria, ideal para lojas de nicho masculino.

17. Produtos para saúde mental e bem-estar têm procura?

Têm. Livros de autoajuda, aplicativos de meditação e difusores de aromaterapia se destacam nas vendas online, alinhados à valorização do autocuidado.

A demanda cresce por soluções práticas de relaxamento, com público que busca rotinas de bem-estar em casa.

Leia também:Tudo que você precisa saber para iniciar um negócio de e-commerce do zero

18. Produtos para fitness e exercícios em casa vendem?

Vendem. Equipamentos como pesos, esteiras e bicicletas ergométricas têm procura sustentada pela preocupação com saúde.

Equipamentos inteligentes que se integram a aplicativos de fitness se diferenciam, com público disposto a pagar mais por conectividade.

19. Produtos para yoga e meditação têm mercado online?

Têm. Tapetes, blocos, almofadas e acessórios para yoga e meditação ganham destaque, com procura por kits completos para iniciantes.

Produtos sustentáveis e de materiais ecológicos funcionam como diferencial para o público que pratica yoga.

20. Roupas e acessórios de moda são um bom segmento?

Sim. A moda é um dos segmentos mais fortes do e-commerce, com compra frequente e facilidade de devolução oferecida por muitas lojas.

Roupas sustentáveis e de segunda mão ganham força, atendendo à demanda por consumo consciente. É um setor competitivo, então a diferenciação por nicho e identidade visual é decisiva.

Confira 8 passos para vender roupas pela internet.

21. Acessórios de moda sustentáveis têm público?

Têm. Bolsas, cintos, lenços e acessórios feitos com materiais ecológicos ganham destaque entre consumidores conscientes.

A procura cresce por acessórios veganos e produzidos de forma ética, com público disposto a pagar mais por transparência.

22. Livros e ebooks vendem na internet?

Vendem. Livros físicos e digitais permanecem como produtos populares, com a praticidade de receber em casa ou baixar na hora.

Ebooks são um dos produtos mais vendidos no marketing digital, com margem alta por não ter custo de produção física. O mercado de audiolivros também cresce, impulsionado pelo consumo de áudio em deslocamentos.

Como criar um ebook?

23. Jogos de tabuleiro e quebra-cabeças vendem online?

Vendem. O interesse por atividades de lazer em casa impulsiona jogos de tabuleiro e quebra-cabeças, com público familiar e de colecionadores.

Jogos cooperativos e quebra-cabeças com temas artísticos ou educativos têm procura, especialmente para presentes.

24. Cursos online e e-learning são um bom produto?

Sim. A educação a distância ganhou adeptos, e os cursos online se tornaram produto de alta margem, do ensino de idiomas a especializações profissionais.

Cursos que usam ferramentas como realidade virtual e inteligência artificial oferecem experiência personalizada e se destacam da concorrência.

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25. Artigos para camping e atividades ao ar livre vendem?

Vendem. Barracas, sacos de dormir, mochilas e equipamentos outdoor têm público fiel entre aventureiros e viajantes.

A procura cresce por equipamentos leves, compactos e ecologicamente corretos, com ticket médio mais alto que o varejo comum.

26. Artigos esportivos são um bom nicho online?

Sim. Equipamentos e roupas para diversas modalidades atendem atletas amadores e profissionais, com compra sazonal (início de temporada).

A demanda cresce por equipamentos esportivos inteligentes e personalizados, que se conectam a apps de treino.

27. Artigos para artesanato e DIY têm mercado?

Têm. Materiais para artesanato, pintura e projetos DIY (faça você mesmo) ganharam espaço, com público criativo e engajado.

A procura cresce por kits completos para projetos específicos e materiais sustentáveis, ideais para presentes e hobbies.

28. Artigos de papelaria e organização vendem online?

Vendem. Agendas, cadernos, canetas e produtos de organização pessoal têm demanda constante, impulsionada pelo trabalho remoto.

A demanda cresce por produtos de papelaria sustentáveis e personalizáveis, com público que valoriza design e exclusividade.

29. Alimentos e bebidas especiais funcionam no e-commerce?

Funcionam. Produtos gourmet, orgânicos e funcionais ganharam espaço, com consumidores que buscam alimentação plant-based e suplementos naturais.

O segmento pede atenção à validade e à logística de transporte, mas tem recompra alta e fidelização forte.

30. Produtos para bebês e crianças vendem bem online?

Vendem. Roupas, brinquedos e acessórios para bebês e crianças são itens populares, com praticidade para pais ocupados.

Produtos sustentáveis e educativos têm procura crescente, com público que pesquisa segurança e desenvolvimento infantil.

31. Produtos de realidade aumentada (AR) têm mercado?

Têm. A realidade aumentada deixou de ser só recurso de jogos e passou a integrar o consumo: óculos AR, apps de visualização de móveis, ferramentas para moda e soluções educacionais ganham mercado.

E-commerces usam AR para o cliente visualizar produtos no espaço real antes de comprar, o que aumenta a confiança e reduz devoluções.

32. Impressoras 3D e filamentos são um bom negócio?

Sim. As impressoras 3D ficaram mais acessíveis e conquistaram o mercado doméstico e de pequenas empresas, permitindo criar peças para conserto, decoração, brinquedos e próteses.

Além das impressoras, a venda de filamentos (PLA, ABS e compostos sustentáveis) é oportunidade de negócio recorrente, alinhada ao movimento faça você mesmo.

33. Placas solares e kits de energia solar vendem online?

Vendem. A busca por alternativas sustentáveis de energia impulsionou a venda de kits solares para uso residencial, com consumidores que querem reduzir a conta de luz e ter autonomia energética.

Kits que possibilitam instalação própria são aliados nesse cenário, e a popularização da energia limpa atrai consumidores atentos ao retorno do investimento.

34. Produtos de segurança residencial têm demanda?

Têm. Câmeras inteligentes, sensores de movimento, vídeo-porteiros e fechaduras eletrônicas ganham espaço, com a conveniência de monitorar a casa pelo smartphone.

Os dispositivos de segurança se integram a assistentes de voz e hubs de automação, tornando o nicho relevante para o consumidor conectado.

35. Produtos colecionáveis de cultura pop vendem online?

Vendem. Action figures, cards, miniaturas e edições limitadas de filmes, séries e jogos têm público fiel e engajado, que compra com frequência.

O mercado cresce com os lançamentos de grandes franquias, com pico de vendas em datas comemorativas e eventos da cultura pop.

36. Produtos de realidade virtual (VR) têm mercado?

Têm. Dispositivos de VR, como óculos e controladores, são usados para jogos, educação, treinamento corporativo, turismo virtual e entretenimento imersivo.

A realidade virtual se difunde com plataformas mais acessíveis, o que impulsiona as vendas online, especialmente em nichos que valorizam experiências imersivas.

37. Dispositivos e brinquedos STEM para crianças vendem?

Vendem. Brinquedos STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática) estimulam o pensamento crítico e o aprendizado prático, com kits de robótica e construção eletrônica populares entre pais e educadores.

O segmento ganha destaque entre consumidores que buscam entretenimento educativo de qualidade para preparar as crianças para um futuro mais tecnológico.

38. Produtos para hobbies criativos são um bom nicho?

Sim. Materiais para pintura, escultura, scrapbooking e caligrafia se tornaram refúgio criativo, com tendência que continua forte.

A valorização do tempo offline e das atividades criativas impulsiona a categoria, com alta demanda por kits temáticos e tutoriais online que acompanham os produtos.

39. Kits de ciência para experiências caseiras vendem?

Vendem. Experimentos científicos divertidos e educativos para fazer em casa são procurados por pais, professores e escolas, com kits de química, biologia ou física simples e seguros.

O apelo está na combinação entre entretenimento e aprendizado, o que torna os kits perfeitos para presentear e usar em projetos escolares.

40. Dispositivos para automação residencial têm procura?

Têm. Lâmpadas inteligentes, tomadas controladas por app, termostatos e persianas automatizadas estão populares, com conforto, economia de energia e praticidade no dia a dia.

O público conectado busca integração com assistentes de voz, o que favorece quem vende kits completos de casa inteligente.

41. Produtos para churrasco gourmet vendem online?

Vendem. Grelhas especiais, termômetros digitais, tábuas de corte personalizadas e defumadores portáteis são procurados por amantes de churrasco que valorizam praticidade e performance.

O consumidor busca itens técnicos, com apelo visual forte e kits para presente, o que favorece marcas reconhecidas entre especialistas em carnes.

42. Produtos de escrita premium são um nicho?

Sim. Canetas-tinteiro, papéis especiais, cadernos de couro e acessórios para escrita elegante ganharam popularidade entre profissionais, estudantes e entusiastas de papelaria fina.

O nicho foca na experiência da escrita manual como forma de desacelerar e expressar criatividade, com exclusividade e design que se destacam nas vendas online.

43. Roupas e acessórios com proteção UV vendem?

Vendem. Com a preocupação com doenças de pele, roupas com tecidos de proteção UV estão em alta, ideais para esportes, praia, trilhas e uso diário em regiões quentes.

A moda UV está mais estilosa, com cortes modernos e tecidos confortáveis, o que aumenta o apelo entre o público jovem e ativo.

44. Kits de fermentação caseira têm mercado?

Têm. A produção de kombucha, kefir, iogurte ou cerveja artesanal em casa virou tendência entre consumidores que buscam alimentação mais natural e hobbies gastronômicos.

Kits prontos com todos os ingredientes e instruções facilitam a experiência e aumentam o interesse de novos usuários, com recompra de insumos.

45. Produtos para pequenos negócios artesanais vendem?

Vendem. Materiais de embalagem personalizada, etiquetas adesivas, moldes, carimbos e ferramentas de acabamento são essenciais para pequenos empreendedores criativos que revendem produtos online.

A venda desses produtos cresce com o aumento de lojas em marketplaces e redes sociais, que buscam identidade visual única e soluções práticas de envio.

46. Aparelhos para estética em casa são um bom nicho?

Sim. Massageadores faciais, depiladores a laser, ventosas e aparelhos de radiofrequência são cada vez mais usados no autocuidado.

Consumidores buscam alternativas acessíveis aos salões de beleza, com produtos de uso seguro e resultados visíveis, o que sustenta a categoria.

47. Produtos para colecionadores de vinil e CDs vendem?

Vendem. A volta dos discos de vinil trouxe interesse por toca-discos, capas plásticas, kits de limpeza e estantes personalizadas.

O nicho é impulsionado pela nostalgia, pelo valor artístico dos álbuns e pela experiência sensorial da audição analógica, com público fiel.

48. Ferramentas para produção de conteúdo têm demanda?

Têm. Com a popularização de YouTube, TikTok e podcasts, cresce a demanda por anéis de luz, microfones, suportes e acessórios de gravação.

Criadores de conteúdo procuram equipamentos com bom custo-benefício e facilidade de uso, com ticket que vai do iniciante ao profissional.

49. Estações meteorológicas pessoais vendem online?

Vendem. Dispositivos que medem temperatura, umidade, qualidade do ar e pressão atmosférica fazem sucesso entre entusiastas e pessoas que vivem no campo ou praticam esportes ao ar livre.

De versões simples a modelos conectados à internet, as estações se destacam pela utilidade e curiosidade científica, sendo presentes criativos e práticos.

50. Produtos inspirados em cultura retrô têm mercado?

Têm. Itens com estética vintage, como câmeras analógicas, consoles clássicos, roupas dos anos 80 e 90 e eletrodomésticos retrô, estão em alta entre consumidores nostálgicos.

O design icônico e a associação emocional com outras décadas criam produtos com apelo visual forte e potencial de viralizar em redes sociais.

51. Itens para estilo de vida minimalista vendem?

Vendem. Produtos multifuncionais como organizadores, utensílios compactos e soluções simples fazem parte dessa tendência, com público que busca consumir menos e melhor.

O nicho favorece marcas que comunicam propósito, sustentabilidade e funcionalidade de forma honesta, com diferenciação por design.

52. Gadgets ecológicos são um bom nicho online?

Sim. Carregadores solares, lanternas a manivela, purificadores de água portáteis e dispositivos que reduzem consumo elétrico estão em alta com o consumidor eco consciente.

Esses produtos combinam inovação e sustentabilidade, com excelente performance em marketplaces focados no público de mochileiros e aventura.

53. Produtos para cuidados com tatuagem têm demanda?

Têm. Com a popularização da tatuagem, cresce a demanda por pomadas cicatrizantes, sabonetes especiais, películas protetoras e kits de cuidado pós-tatuagem.

Esses itens ajudam na cicatrização e na preservação das cores, sendo procurados por tatuadores profissionais e clientes, com recompra alta.

Tendências de categorias para 2026

Análises de mercado, como as divulgadas pelo Sebrae, apontam que os produtos que mais vão se destacar no comércio eletrônico em 2026 incluem:

  • Sustentabilidade: garrafas reutilizáveis, produtos de limpeza biodegradáveis e roupas feitas de materiais orgânicos, impulsionados pela conscientização ambiental dos consumidores.
  • Saúde e bem-estar: tecnologia vestível para fitness, difusores de aromaterapia, suplementos personalizados e equipamentos para academias domésticas, à medida que as pessoas priorizam o bem-estar físico e mental.
  • Personalização: joias com nomes, decoração de casa personalizada e roupas customizadas, que atraem consumidores que buscam exclusividade.
  • Casa inteligente: sistemas de segurança, iluminação controlada por aplicativos e assistentes de voz, com consumidores que buscam conveniência e eficiência.
  • Pets: produtos tecnológicos para animais, brinquedos interativos e acessórios de moda, com o aumento da posse de animais de estimação.
  • Hobbies criativos: kits para tricô, pintura e fabricação de joias, para o público que busca atividades manuais e personalizadas.
  • Gaming e VR: acessórios para jogos e dispositivos de realidade virtual, com a expansão da indústria de jogos.
  • Assinaturas: caixas de beleza ou alimentos gourmet selecionados regularmente, para consumidores que buscam conveniência e novidades.

Essas tendências refletem mudanças nas preferências dos consumidores e oferecem oportunidades para quem busca o que vender para ganhar dinheiro em 2026.

Como escolher o produto certo para o seu negócio

A escolha do produto depende do seu capital, do tempo disponível e da margem que você quer. Em vez de escolher por intuição, use três critérios: investimento inicial, potencial de margem e giro de estoque.

  • Baixo investimento, alta margem: produtos digitais (ebooks e cursos online), que não têm custo de produção física nem logística. Ideais para começar com pouco capital.
  • Baixo investimento, margem média: acessórios para smartphones, papelaria e itens de revenda, com ticket baixo e alto giro. Bons para validar o negócio.
  • Investimento médio, alta margem: cosméticos e nichos especializados (colecionáveis, cultura pop, hobbies criativos), com público engajado disposto a pagar mais.
  • Investimento médio, volume alto: eletrônicos e moda, com ticket maior e compra planejada, mas concorrência forte e estoque mais caro.

Se você fatura pouco e está começando, comece por produtos digitais ou de baixo ticket. Se já tem capital e quer volume, eletrônicos e moda têm o maior mercado, mas pedem controle de estoque apertado.

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Como começar a vender na internet?

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Empreender

Desperdícios são prejudiciais para empresas de qualquer tamanho. No entanto, eles trazem ainda mais riscos às Pequenas e Microempresas (PMEs), assim como às Microempresas Individuais (MEIs), que geralmente têm margens de manobra menores para contornar problemas de caixa.

Você sabe que tipos de desperdício podem trazer mais problemas? Você tem ideia de onde estão os “furos” no seu negócio? Vamos olhar pra alguns exemplos de desperdício e como evitá-los para garantir um futuro de sucesso para a sua empresa!

Dois caminhos possíveis

Toda empresa busca o máximo de rentabilidade, né? E você sabe que, para chegar lá, existem dois caminhos principais:

  • Aumentar o faturamento e melhorar o lucro, ou;
  • Cortar custos e despesas desnecessários ou supérfluos.

Claro, todo mundo que empreende sonha em ver seu faturamento aumentando, mas esse é um cenário difícil de atingir ou de manter. Assim, uma opção é apostar no plano B — ou seja, reduzindo desperdícios.

Com cautela! Cortar gastos exige o máximo de cuidado e visão estratégica. Demitir funcionários ou fazer um produto ou serviço de pior qualidade, por exemplo, até pode trazer resultados imediatos. Mas não se engane: se os seus clientes sentirem uma piora naquilo que você entrega, seu faturamento pode cair e seu negócio vai estar em sério risco.

Por onde começar?

Assim, como ter certeza de que os cortes estão sendo feitos corretamente? Antes de sair reduzindo despesas, olhe pra esses quatro passos fundamentais que podem dar mais clareza de onde e como “tapar os furos” no seu negócio:

  • Identificar os desperdícios;
  • Mensurar o seu tamanho e impacto;
  • Criar planos de ação para reduzi-los ou eliminá-los;
  • Nomear um responsável por implementar o plano.

7 Dicas contra o desperdício

Você conhece a Toyota, certo? Talvez você não saiba que essa montadora japonesa também é referência em produtividade e eficência desde o fim dos anos 1940. Nessa época, eles adotaram um sistema de produção que ficou famoso em todo o mundo, dando origem a uma filosofia organizacional chamada lean thinking (ou “pensamento enxuto”).

Essa filosofia trabalha com sete categorias principais de desperdício, que se aplicam não apenas a grandes empresas como a Toyota, mas também a pequenos negócios. A partir dessas categorias (que você pode conferir em detalhes nesta publicação do Sebrae), traçamos sete dicas básicas para te ajudar a evitar o desperdício:

  1. Evite defeitos de produção - Defeitos tiram o valor do que você produz e podem causar retrabalho. Assim, dê atenção a todos detalhes do seu negócio e crie processos de qualidade.
  2. Produza apenas o necessário - Por maior que seja a sua capacidade, evite produzir em excesso. Produza de acordo com a demanda dos clientes, e encontre outras formas de usar seus recursos.
  3. Excesso de estoque = dinheiro parado - Seu estoque está cheio de produtos, insumos e outros materiais? Evite isso ao máximo: esses itens podem se deteriorar e esse espaço pode ser usado para outros fins.
  4. Acabe com o tempo ocioso - Pessoas ou equipamentos parados sem motivo é uma forma clara de desperdício. Pense em maneiras de fazer esses recursos valerem 100% do seu investimento.
  5. Otimize as suas entregas - Entregue o que for preciso, onde e quando for preciso. Uma logística ruim pode aumentar seus custos com combustíveis e manutenção, além de danificar seus produtos!
  6. Organize o espaço de trabalho - É isso mesmo! Em um escritório bem planejado, as pessoas gastam menos energia para se movimentar e têm um maior bem-estar, e isso só aumenta a produtividade.
  7. Aprimore o processamento - Precisou mudar o pedido? Entregou o produto errado por falha de comunicação? Isso tudo é desperdício. Melhore o processamento para gerar mais valor ao cliente — e para você.

E uma dica bônus: verifique as taxas que você paga na sua maquininha de cartão. Essa é uma ferramenta essencial no seu dia a dia, e pagar taxas menores nas suas vendas é uma forma implacável de evitar que seu dinheiro vá embora por cobranças abusivas. Com a InfinitePay, você tem taxas a partir de 1,44%, com pagamento no dia útil seguinte — além de link de pagamento grátis no seu pacote!

Com essas dicas, você reduz seus desperdícios, melhora a qualidade dos seus produtos e serviços, deixa os clientes satisfeitos e lucra mais! Receita de sucesso, hein?

Então, mãos à obra e boa sorte! 🚀

Seu negócio

O mercado moveleiro brasileiro vive um momento de expansão. Segundo o IEMI (Inteligência de Mercado), em parceria com a ABIMÓVEL (Associação Brasileira das Indústrias do Mobiliário), o varejo nacional de móveis e colchões movimentou R$ 127,7 bilhões em 2024, um crescimento de 10,6% em relação a 2023. A produção nacional atingiu R$ 91,6 bilhões, com mais de 439 milhões de peças produzidas.

Se você é varejista de móveis, marceneiro autônomo ou dono de e-commerce moveleiro, este cenário abre espaço para crescer. As cinco estratégias a seguir mostram como dar mais visibilidade ao seu negócio, fidelizar clientes e vender mais, com dados atuais do setor e ações práticas.

1. Crie um relacionamento de confiança com o seu cliente

A confiança começa no primeiro contato e se sustenta em cada etapa da jornada de compra. No varejo de móveis, onde o ticket médio costuma ser elevado e o ciclo de venda se estende por semanas, o cliente precisa sentir segurança antes de fechar o negócio.

Atendimento personalizado

Identifique as necessidades reais do comprador. Ele tem pouco espaço e precisa de móveis funcionais e práticos? Está mobiliando uma casa nova? Qual o estilo e as cores de preferência? Essas perguntas guiam a recomendação e mostram domínio do produto.

Cumprimento de prazos

Cumpra todos os prazos de entrega. Isso inclui não somente a entrega final do móvel, mas também a medição do ambiente e a entrega do projeto para os casos de móveis planejados. Um atraso em projeto de cozinha pode travar a rotina da família do cliente por semanas.

Pós-venda ativo

Um processo de compra agradável fideliza o cliente e atrai novos compradores por indicação. Entre em contato após a entrega para confirmar se o móvel chegou em condições ideais e se a montagem ocorreu sem problemas. Esse acompanhamento reduz devoluções e gera avaliações positivas no Google Meu Negócio.

No varejo de móveis, a taxa de devolução por problemas de medição ou entrega chega a comprometer a margem de negociações de alto valor. Um pós-venda estruturado com checklists de conferência no ato da entrega diminui esses custos e fortalece a reputação da loja. Mantenha um cadastro do histórico de cada cliente para oferecer produtos complementares no momento certo, como um puff para acompanhar o sofá vendido três meses antes.

2. Ofereça serviços diferenciados

Destaque-se da concorrência com serviços adicionais que agregam valor sem custo proporcional. No ramo de móveis, frete grátis e montagem grátis são os serviços que mais agradam os clientes, especialmente em compras de peças grandes como guarda-roupas e camas.

Incentivos à fidelização

Crie descontos exclusivos para clientes cadastrados e brindes para quem compra acima de um valor mínimo. Itens de decoração ou pequenos móveis, como uma mesa de canto, funcionam como presentes que aumentam a percepção de valor e estimulam a recompra.

Garantia estendida e assistência

Ofereça garantia estendida ou assistência técnica para defeitos fabricação. Essa cobertura reduz a resistência do cliente diante de um ticket elevado e diferencia sua loja de concorrentes que não disponibilizam o serviço.

Consultoria de ambiente

Inclua uma consultoria gratuita de ambiente como parte do pacote. Um profissional ou vendedor treinado visita a casa do cliente, mede os espaços e sugere composições que aproveitem cada metro quadrado. Esse serviço agrega valor sem custo elevado para a loja e aumenta a chance de venda casada, onde o cliente leva não só o sofá mas também a mesa de centro e o painel para TV na mesma compra.

3. Venda online em marketplaces e e-commerce próprio

O setor moveleiro depende cada vez mais de canais digitais. Mesmo quem opera uma loja física precisa de presença online para atender o consumidor que pesquisa preços e modelos antes de visitar o ponto de venda.

Marketplaces como ponto de partida

Marketplaces como Mercado Livre, Magalu e Shopee oferecem tráfego pronto e infraestrutura logística. Para lojistas que estão começando, essas plataformas reduzem o custo inicial de operação e permitem testar a aceitação de produtos sem investir em um site próprio. Veja dicas práticas para fazer a primeira venda online antes de escolher o canal.

E-commerce próprio para controle de marca

Quando o volume de vendas online justifica, uma loja virtual própria dá controle sobre a marca, o atendimento e os dados dos clientes. Plataformas gratuitas permitem começar com baixo investimento e escalar conforme o faturamento cresce.

Integração de pagamentos

Independentemente do canal, ofereça cartão de crédito parcelado e Pix como opções de pagamento. O parcelamento em até 12x é decisivo em compras de móveis, onde o ticket médio elevado pode travar a decisão de compra se o cliente não tiver flexibilidade de pagamento.

Logística de móveis grandes

Vender móveis online exige planejar a entrega de peças volumosas. Defina prazos claros por região, contrate transportadoras especializadas em carga volumosa e informe o cliente sobre o rastreio. Para móveis planejados, a logística inclui medição prévia, produção sob demanda e montagem no local. Negocie com a transportadora prazos escalonados por faixa de CEP para evitar promessas de entrega que você não consegue cumprir.

4. Participe de eventos e feiras de móveis

Estar presente nos eventos do setor amplia sua rede de contatos com fornecedores, parceiros e clientes. No Brasil, três feiras se destacam no calendário moveleiro: a ABIMAD (Feira Brasileira de Móveis e Acessórios de Alta Decoração), a Móvel Brasil e a Feistock (Feira de Móveis e Decoração).

Networking com fornecedores

Feiras são o ambiente ideal para negociar prazos de entrega, conhecer novos materiais e fechar parcerias com indústrias que ainda não chegaram ao seu mercado regional. Visitantes compradores costumam ter acesso a condições exclusivas de lançamento.

Exposição de produtos

Se você tiver oportunidade, exponha seus produtos como expositor. Mesmo como visitante, observe as tendências de design, os acabamentos em alta e os formatos de vitrine que concorrentes adotam.

Acompanhamento pós-feira

Recolha contatos durante o evento e faça follow-up nos 30 dias seguintes. A maior parte dos negócios fechados em feiras acontece nas semanas posteriores, quando os fornecedores respond propostas com calma.

5. Faça marketing de conteúdo para atrair clientes

Estar presente nas redes sociais é um canal de vendas e comunicação direto com os clientes. Mais do que publicar postagens sobre o negócio, o importante é mostrar a identidade da empresa e contar histórias que conectem com o público. Para começar, confira dicas para vender nas redes sociais que ajudam a definir o tom de voz e a escolher as plataformas certas.

Conteúdo que educa

Ofereça informações sobre o processo de fabricação, as inspirações criativas por trás das coleções, ideias de decoração e combinações de móveis. Conteúdo que ensina atrai clientes em potencial que pesquisam antes de comprar e posiciona sua loja como referência do setor.

Prova social e conteúdo gerado pelo cliente

Fotos de clientes com os móveis instalados na casa deles funcionam como prova social e geram identificação com quem ainda está decidindo. Crie uma hashtag da loja, incentive o cliente a marcar o perfil após a entrega e republice os melhores registros nos Stories. Um apartamento mobiliado por você, com a tag do comprador, vale mais que qualquer anúncio pronto.

Redes sociais por perfil de produto

Escolha as redes conforme o produto. Móveis com apelo visual rendem fotos no Instagram e Pinterest. Produtos que precisam de explicação, como móveis planejados com medidas customizadas, funcionam melhor em vídeo no YouTube e TikTok.

Frequência e consistência

Publique com frequência regular e mantenha uma identidade visual padronizada. Perfis que alternam cores, fontes e tom de comunicação perdem força de marca e dificultam o reconhecimento pelo cliente.

Checklist para destacar sua loja de móveis no mercado

Antes de aplicar as estratégias, use este checklist para avaliar onde sua loja está e o que falta ajustar:

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AçãoPrioridadeImpacto nas vendas
Personalizar o atendimento por perfil de clienteAltaAumenta conversão e fidelização
Cumprir prazos de entrega e mediçãoAltaReduz devoluções e reclamações
Oferecer frete e montagem grátisMédiaEleva o ticket médio
Vender em marketplacesMédiaAmplia alcance sem custo fixo
Criar loja virtual própriaBaixaDá controle de marca e dados
Participar de feiras do setorMédiaGera contatos e parcerias
Produzir conteúdo nas redes sociaisAltaAtrai clientes em potencial
Oferecer parcelamento em 12xAltaSustenta vendas de ticket elevado

Ofereça formas de pagamento que sustentam o ticket elevado

No ramo de móveis, o ticket médio costuma ser mais elevado do que em outros varejos. No segmento de móveis planejados, o preço médio por peça vendida chegou a R$ 585,20 em 2024, segundo o IEMI. Não corra o risco de perder uma venda por falta de opção de pagamento.

Com a InfinitePay, você parcela vendas em até 12x no cartão de crédito e recebe o valor total em 1 dia útil, sem burocracia. O Pix é gratuito, o débito tem taxa a partir de 0,75% e o crédito à vista parte de 2,69%. Para uma loja de móveis que fatura acima de R$ 20 mil por mês, o plano sem antecipação oferece crédito em 12x a partir de 2,25% no cartão Visa e Mastercard.

Use a calculadora de taxas da InfinitePay para comparar as taxas com as oferecidas pela concorrência e comprove a diferença antes de escolher a operadora do seu negócio.

Empreender

9 milhões de empresas, 8,5 milhões de micro e pequenas, estavam inadimplentes no Brasil em abril de 2026, conforme levantamento da Serasa Experian divulgado por O Globo. A dívida média chegou a R$ 24.665,91 por CNPJ, totalizando R$ 220,9 bilhões em débitos em atraso.

Renegociar com bancos, fornecedores e governo é viável. Mas aceitar a primeira proposta sem conhecer o custo real de cada dívida costuma trocar o problema de lugar: parcelas menores, prazo mais longo e custo total mais alto.

A diferença entre um acordo que alivia o caixa e outro que empurra a dívida está em uma premissa simples: negociar com números reais antes de sentar com o credor. Quem chega com o CET de cada dívida, uma proposta de parcelamento viável e alternativas reguladas na mão evita aceitar a primeira oferta só para ganhar tempo, e descobrir depois que parcelou uma dívida cara em vez de barateá-la.

Como mapear todas as dívidas da empresa antes de renegociar?

Renegociar sem saber o custo real de cada dívida é aceitar acordo no escuro. Antes de falar com qualquer credor, reúna todas as obrigações e compare pelo CET (Custo Efetivo Total), não pela parcela.

Quatro etapas para mapear dívidas: listar credores, calcular o CET, classificar o risco e documentar na planilha de controle.
Passo a passo para estruturar e organizar o mapa de débitos do negócio.

O CET reúne juros, tarifas, seguros e encargos em um único percentual. O Banco Central exige que toda instituição informe o CET antes da contratação. Consulte o contrato ou extrato do banco.

O que incluir no levantamento

Liste todas as dívidas ativas:

  • Empréstimos e financiamentos bancários
  • Cartão de crédito empresarial e cheque especial
  • Fornecedores com duplicatas vencidas
  • Tributos federais, estaduais e municipais (Simples, INSS, FGTS)
  • Leasing, factoring e antecipação de recebíveis
  • Aluguéis e contas de serviço em atraso

Dívidas pequenas também entram: um boleto de R$ 500 esquecido pode gerar protesto e negativar o CNPJ.

Template de planilha de mapeamento

Use a tabela abaixo como ponto de partida. Preencha uma linha por dívida e ordene pelo CET.

ColunaO que preencher
CredorNome do banco, fornecedor ou órgão público
ModalidadeEmpréstimo, cheque especial, duplicata, tributo, leasing
Saldo devedorValor atualizado com juros e multa
CET (% ao mês)Custo efetivo total mensal, conforme contrato ou extrato
Prazo restanteMeses até o vencimento final
GarantiaImóvel, veículo, recebíveis ou sem garantia
Status Serasa/CNPJNegativado, protestado ou regular
PrioridadeAlta, média ou baixa (com base em CET + impacto operacional)

Um dono de confecção com R$ 80 mil em dívidas entre banco, fornecedores e Receita preencheu a planilha e descobriu que o cheque especial custava CET de 8% ao mês (exemplo ilustrativo). A dívida tributária aceitava parcelamento com juros próximos à Selic. Sem o mapa, ele aceitaria a proposta do banco só por ser o credor que mais pressiona. Com a planilha, atacou primeiro a dívida mais cara.

Como priorizar quais dívidas renegociar primeiro?

Priorizar dívidas exige cruzar dois critérios: o que paralisa a operação e o que custa mais caro por dia de atraso.

Matriz de priorização

A ordem é orientativa; caso concreto exige avaliação contábil/jurídica.

Tipo de dívidaImpacto operacionalCusto financeiroPrioridade
Folha de pagamento e encargos (INSS/FGTS)Paralisa equipe e gera ação trabalhistaMulta de 10% + juros de mora1 (urgente)
Fornecedor-chave (insumo sem substituto)Interrompe produção ou entregaVariável, geralmente negociável2 (alta)
Aluguel do ponto comercialRisco de despejo e perda de clientelaMulta contratual + correção3 (alta)
Dívida bancária (empréstimo, cheque especial)Não paralisa operação diretamenteCET alto, pode ultrapassar 10% ao mês4 (média-alta)
Dívida tributária (Receita/PGFN)Risco de bloqueio de CNPJ e exclusão do Simples Nacional; prioridade sobe se houver bloqueio, ação fiscal ou risco de exclusãoJuros Selic + multa de até 20%5 (média)
Fornecedor substituívelBaixo, troca possívelGeralmente menor6 (monitorar)

A dívida tributária aparece como prioridade 5 porque o Regularize da PGFN permite parcelamento com desconto em multa e juros, geralmente mais baratos que dívida bancária. Se quiser organizar o caixa enquanto negocia, veja como criar e usar um fluxo de caixa.

Funcionários, aluguel e fornecedores

Sem equipe, não produz. Sem insumo, não entrega. Sem ponto, não vende.

Considere um dono de oficina de eletrônicos com R$ 10 mil em caixa e R$ 22 mil em dívidas vencidas: folha de R$ 7 mil, aluguel de R$ 4 mil e R$ 11 mil com o fornecedor de telas, único que entrega no mesmo dia.

Ele paga a folha primeiro para não perder os técnicos. Depois faz uma entrada de R$ 3 mil com o fornecedor-chave e parcela o saldo em 30 dias, porque sem as peças a oficina para de faturar. O aluguel entra na renegociação na semana seguinte.

Prioridade não é só quem cobra mais caro. É o que mantém a empresa aberta durante o acordo.

Como montar uma contraproposta de acordo que o credor aceite?

Uma contraproposta de pagamento só funciona quando parte de números reais. Antes de negociar, calcule quanto a empresa consegue pagar sem comprometer a operação.

Calcular o que a empresa pode pagar

O primeiro passo é conhecer o capital de giro disponível. Some as entradas previstas para os próximos 3 meses e subtraia custos fixos e variáveis. O valor que sobra é o teto da parcela.

Reúna estes dados antes de negociar:

  • Faturamento médio dos últimos 3 meses
  • Custos fixos mensais (folha, aluguel, impostos)
  • Custos variáveis (fornecedores, frete, comissões)
  • Parcelas de outros compromissos já firmados
  • Saldo em caixa e previsão de recebíveis

Com esses números, você monta um plano viável, não um pedido de desconto sem base.

Modelo de negociação bancária e com fornecedores

A estrutura da contraproposta muda conforme o credor:

Com bancos, procure a central de renegociação. Apresente o extrato dos últimos 3 meses e proponha: entrada mínima viável, parcelas compatíveis com o faturamento e redução de juros. A aceitação depende da política interna da instituição e do histórico do cliente.

Com fornecedores, a moeda de troca é o relacionamento. Proponha prazo estendido em troca de exclusividade ou volume mínimo.

Uma lojista de varejo que fatura cerca de R$ 45 mil/mês tinha dívida bancária de R$ 35 mil com parcela de R$ 6 mil. Ao calcular o fluxo, percebeu que só cabia R$ 3 mil por mês. Propôs entrada de R$ 5 mil e 12 parcelas de R$ 3 mil, com extrato bancário como prova. O banco aceitou porque a proposta era sustentável.

Entenda a diferença antes de negociar: renegociação muda as condições do contrato original. Refinanciamento cria um contrato novo para quitar o antigo, geralmente com garantia. Se o CET do refinanciamento for maior que o da dívida atual, você troca uma dívida cara por outra pior.

Como usar portabilidade e programas de renegociação em 2026?

Renegociação direta nem sempre entrega a melhor condição. Três instrumentos regulados permitem trocar, substituir ou parcelar dívidas com regras claras e, em alguns casos, desconto obrigatório por lei.

Quatro caminhos de renegociação: Transação Tributária para o governo, Portabilidade de juros altos, SEP e Renegociação Direta.
Caminhos e instrumentos legais para escolher a melhor forma de renegociar.

Portabilidade e Resolução CMN 4.292/2013

A portabilidade de crédito PJ é gratuita por lei. A Resolução CMN 4.292/2013 obriga o banco original a liberar o saldo devedor em até 2 dias úteis após a solicitação.

Na prática, você transfere a dívida para outra instituição com CET menor, sem tarifa. Pedir portabilidade também funciona como alavanca: o banco original costuma apresentar contraproposta com taxa reduzida para reter o cliente.

SEP, Desenrola PJ e transação tributária

A SEP (Resolução CMN 4.656/2018) permite captar crédito direto de investidores via plataformas reguladas pelo Banco Central. As taxas variam conforme o risco do tomador e da plataforma; antes de fechar, confira o CET na proposta da instituição escolhida.

O Desenrola Brasil PJ oferece condições especiais para MEI e pequenas empresas renegociarem dívidas bancárias com desconto e prazo estendido. Consulte o portal oficial do Desenrola Brasil para verificar regras e vigência em 2026.

Já a transação tributária (Lei 13.988/2020) permite negociar débitos com a Receita Federal e a PGFN com descontos de até 65% sobre juros e multas. O parcelamento pode chegar a 120 meses pelo portal Regularize.

InstrumentoQuando usarExigênciaEconomia
Renegociação diretaMargem para contrapropostaDados organizadosDesconto pontual
Portabilidade (Res. 4.292)CET acima do mercadoProposta de outro bancoRedução de CET sem tarifa
SEP (Res. 4.656)Crédito bancário negadoCadastro em plataforma reguladaTaxa competitiva
Transação tributária (Lei 13.988)Débito com Receita/PGFNAdesão pelo portal RegularizeAté 65% off juros e multas

Antes de escolher, compare o CET de cada alternativa com o custo atual. Uma redução de 2 pontos percentuais pode sinalizar que a troca vale a pena, mas verifique tarifas e garantias.

Como manter o acordo e evitar que as dívidas voltem?

Renegociar sem corrigir a gestão financeira pós-acordo troca a dívida de lugar. O acordo só funciona se o fluxo de caixa comportar as parcelas sem comprometer a operação.

Separe conta PJ da pessoal, controle entradas e saídas toda semana e reserve um percentual fixo do faturamento para o acordo.

Fluxo de caixa pós-acordo

Use este checklist mensal para não descumprir o combinado:

  • Registrar toda entrada e saída na semana do fato
  • Reservar de 10% a 15% do faturamento bruto para parcelas do acordo
  • Comparar saldo projetado com vencimentos dos próximos 30 dias
  • Renegociar prazo com fornecedor antes de atrasar, não depois
  • Revisar o fluxo de caixa no 1º dia útil de cada mês

Se o saldo projetado ficar abaixo das parcelas por dois meses seguidos, reabra a negociação antes de acumular novo atraso.

Quando usar antecipação de recebíveis e crédito PJ

Antecipação de recebíveis transforma vendas a prazo em dinheiro disponível antes do vencimento. Use quando a parcela do acordo vence antes de você receber do cliente.

Um restaurante em São Paulo renegociou com fornecedores e precisava pagar parcelas fixas enquanto as vendas oscilavam. Ao receber vendas no Pix sem taxa e antecipar recebíveis conforme o plano contratado (D+1, Receba na Hora), equilibrou o caixa nos dias mais fracos e pagou as parcelas sem apertar a operação.

Se a antecipação não cobrir, o Empréstimo Inteligente da InfinitePay funciona como alternativa: o pagamento é uma porcentagem das vendas diárias, não parcela fixa. O desconto acompanha o faturamento, então semanas fracas não geram inadimplência nova.

Regra prática: prefira antecipação para cobrir descasamento de prazo. Reserve crédito PJ apenas quando a renegociação travar e você precisar de fôlego extra. Para evitar que o endividamento volte, aprenda a negociar com fornecedores e mantenha o fluxo de caixa equilibrado.

Comece a renegociação com números reais

Calcule seu capital de giro, monte a contraproposta e vá para a negociação com dados reais. A Calculadora de Capital de Giro da InfinitePay mostra em minutos quanto a empresa pode pagar. Se precisar organizar entradas e saídas antes de sentar com o credor, use a planilha de fluxo de caixa.

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