CDB É Seguro? Entenda o FGC e Proteja Até R$ 250 Mil

CDB é seguro com proteção do FGC até R$ 250 mil. Veja riscos reais, como acionar o ressarcimento pelo app e comparativo com poupança e Tesouro.

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Resumo do artigo
  • Na InfinitePay, o Rende Mais rende 101% do CDI com liquidez diária; o CDB InfinitePay exige prazo mínimo de 31 dias.
  • Risco de crédito existe: verifique Índice de Basileia acima de 10,5% antes de investir
  • CDB pós-fixado acima de 100% do CDI com cobertura FGC é a escolha mais segura para iniciantes
  • CDB acima de 100% do CDI com cobertura FGC supera poupança e Tesouro Selic no rendimento líquido em 12 meses
  • Cobertura do FGC vale por conglomerado, não por banco, então distribua entre grupos diferentes

Investir no CDB é seguro, com ressalvas. O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) cobre até R$ 250 mil por CPF e por instituição. O CDB é um empréstimo ao banco: você entrega o dinheiro e recebe juros no vencimento.

Segurança, porém, não elimina risco. O emissor pode enfrentar dificuldades, o prazo pode travar seu capital e o Imposto de Renda (IR) reduz o ganho líquido.

Avaliar o banco, respeitar o teto do FGC e comparar com poupança e Tesouro Direto protege seu dinheiro antes de aplicar.

Como o FGC protege seu investimento em CDB

CDB tem garantia do FGC. O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) cobre até R$ 250 mil por CPF, por instituição, com teto de R$ 1 milhão a cada 4 anos.

Investir no CDB é seguro porque, se o banco emissor quebrar, o fundo devolve o valor aplicado dentro do limite. 99,6% dos clientes de instituições associadas estão 100% cobertos.

O fundo acumula patrimônio de R$ 140,4 bilhões (2024) e já pagou R$ 6,2 bilhões em garantias a mais de 4,2 milhões de clientes desde 1995.

O que o FGC cobre e o que fica de fora

O FGC protege os investimentos de renda fixa mais comuns:

  • CDB e RDB

  • LCI e LCA

  • Poupança

  • Letra hipotecária (LH) e letra de câmbio (LC)

  • Depósitos à vista e em contas-salário

Ficam de fora da cobertura:

  • Fundos de investimento

  • Debêntures, CRI e CRA

  • Ações e títulos públicos

  • Letras financeiras (LF)

Em contas conjuntas, o limite de R$ 250 mil é dividido entre os titulares. Dois titulares significa R$ 125 mil de cobertura por pessoa.

Como funciona o processo de ressarcimento do FGC

Se o Banco Central decretar intervenção ou liquidação, o pagamento da garantia segue um fluxo digital pelo app do FGC:

  1. Baixe o app FGC (iOS ou Android) e crie sua conta com e-mail ou login gov.br

  2. Após o liquidante enviar a lista de credores, selecione a instituição e informe uma conta bancária de sua titularidade

  3. Envie cópia do RG ou CNH e faça a prova de vida por selfie no app

  4. Assine digitalmente o Termo de Cessão de Créditos (prazo de 90 dias para assinar)

  5. O pagamento cai na sua conta em até 48 horas úteis após a assinatura

O prazo total gira em torno de 10 a 15 dias, do envio dos documentos ao crédito. O processo é 100% digital.

Você pode solicitar a garantia em até 3 anos da data da intervenção.

O FGC alerta que nenhuma instituição intermediária pode cobrar taxas para pagamento de garantias. Qualquer cobrança desse tipo é golpe.

Leia mais:

Quais são os riscos reais do CDB

CDB tem risco, mas são riscos conhecidos e mensuráveis. Três deles merecem atenção: crédito, liquidez e concentração.

Risco de crédito e saúde financeira do emissor

CDB tem risco de perder dinheiro se o banco emissor não honrar o pagamento no vencimento.

O Banco Central aplicou regimes especiais em quase 1.000 instituições desde 1966. O FGC, criado em 1995, cobriu todos os credores elegíveis dentro dos limites.

Antes de investir, verifique três indicadores do banco:

  • Índice de Basileia acima de 10,5% (mínimo do Banco Central)

  • Rating de crédito por agências como Fitch, S&P ou Moody's

  • Lucro líquido consistente nos últimos trimestres

Risco de liquidez e resgate antecipado

CDBs sem liquidez diária travam o dinheiro até o vencimento. Se você precisar do valor antes, a saída é vender no mercado secundário.

A recompra ocorre a preços de mercado, não pela taxa contratada. Um CDB comprado a 120% do CDI pode ser recomprado a 105% ou 110%, gerando perda real.

Quanto mais distante o vencimento, maior a perda na revenda.

Para evitar esse risco, mantenha a reserva de emergência em aplicações com liquidez diária e direcione para CDBs de prazo fechado apenas o dinheiro que não vai precisar antes do vencimento.

Risco de concentração em conglomerados financeiros

Investir em CDBs de bancos do mesmo grupo financeiro cria uma exposição que passa despercebida.

O FGC cobre até R$ 250 mil por conglomerado, não por CNPJ. Se dois bancos pertencem ao mesmo grupo, o limite é compartilhado.

Exemplo: você aplica R$ 200 mil no Banco A e R$ 150 mil no Banco B, ambos do mesmo conglomerado. A cobertura total é R$ 250 mil, não R$ 350 mil.

Confirme se os bancos escolhidos pertencem a grupos diferentes no Banco Data. Diversificar entre conglomerados distintos maximiza a proteção do FGC.

Como escolher um CDB seguro para investir

CDB é confiável quando o banco emissor é sólido e o investimento respeita o limite do FGC.

Critérios para avaliar o banco emissor

Verifique se o banco tem autorização do Banco Central e se o CDB conta com cobertura do FGC. Sem essas duas condições, não invista.

Consulte o Índice de Basileia do emissor, que mede a capacidade de absorver perdas. O mínimo exigido pelo Banco Central é 10,5%, e a média do sistema fica em 15,6%.

O Banco Data reúne Índice de Basileia, rating e balanços de graça, em consulta rápida.

Grandes bancos pagam entre 100% e 105% do CDI em CDB liquidez diária. Bancos médios e digitais, entre 105% e 110%.

Acima de 130% do CDI, desconfie. O Caso Banco Master ilustra o risco: CDBs a 140% do CDI atraíram investidores, mas o banco foi liquidado.

O FGC pagou R$ 41 bilhões para 800 mil credores, porém o processo levou meses.

Qual tipo de CDB tem menos risco

O CDB pós-fixado atrelado ao CDI acompanha os juros do mercado. Se a Selic sobe, o rendimento sobe junto. Para qual CDB investir com menor risco, é a primeira escolha.

O prefixado trava a taxa na compra, e o investidor perde se a Selic subir depois. O atrelado ao IPCA protege contra inflação, mas oscila se resgatado antes do vencimento.

Para quem está começando, CDB pós-fixado acima de 100% do CDI com cobertura FGC é a escolha mais segura.

Se não precisa do dinheiro por pelo menos 90 dias, o CDB da InfinitePay rende 106% do CDI (ou 102% do CDI em aplicações de até 89 dias), a partir de R$ 1, sem tarifas e com proteção do FGC. Na InfinitePay, o Rende Mais (101% do CDI, liquidez diária) complementa o CDB InfinitePay (até 111,11% do CDI, prazo mínimo 31 dias).

Acima de R$ 250 mil, divida entre bancos de grupos diferentes para manter cada aplicação dentro do limite garantido.

CDB, poupança ou Tesouro Direto: qual é mais seguro

CDB e poupança contam com a proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), que cobre até R$ 250 mil por CPF por instituição.

O Tesouro Direto tem garantia do governo federal (risco soberano), o que o torna o investimento mais seguro do país.

Garantias de cada investimento

InvestimentoGarantiaLimite de coberturaLiquidezRendimento líquido em 12 meses (R$ 10 mil)
CDB InfinitePay (111,11% do CDI)FGCR$ 250 mil por CPF/instituiçãoNo vencimento (de 1 a 2 anos)R$ 1.297
CDB 100% do CDIFGCR$ 250 mil por CPF/instituiçãoVaria por emissorR$ 1.167
Tesouro Selic 2029Tesouro NacionalSem limiteDiária (D+1)R$ 1.159
PoupançaFGCR$ 250 mil por CPF/instituiçãoDiária (perde rendimento fora do aniversário)R$ 617

Simulação: R$ 10.000 em 12 meses, IR 17,5%.

Poupança isenta de IR. Valores aproximados.

Na escolha entre CDB ou Tesouro Direto, a diferença central é o tipo de garantia. O Tesouro Selic tem liquidez diária e risco soberano.

Ainda assim, o rendimento do CDB da InfinitePay a 106% do CDI (prazo a partir de 90 dias) supera o Tesouro mesmo após IR.

A poupança rende cerca de 8,34% ao ano, menos da metade de um CDB a 111,11% do CDI.

Para quem aceita travar o valor por 31 dias, o CDB da InfinitePay rende mais com aportes a partir de R$ 1.

Posição do CDB no espectro renda fixa vs renda variável

Na renda fixa, o retorno é definido na contratação; na renda variável, o investidor aceita perder parte do capital.

O CDB está no extremo seguro desse espectro, ao lado de títulos públicos e LCIs. Do outro lado ficam ações, fundos imobiliários e criptomoedas.

99,1 milhões de brasileiros investem em CDBs (2o trimestre de 2025). A renda fixa concentra 58,9% de todo o volume investido no país, R$ 4,68 trilhões (1o semestre de 2025).

Precisa do dinheiro antes de 31 dias? Tesouro Selic. Consegue esperar o vencimento? CDB acima de 100% do CDI rende mais.

Leia mais:

Invista em CDB com segurança na InfinitePay

Investir no CDB é seguro quando você respeita o teto do FGC, verifica o emissor e diversifica entre conglomerados. Pós-fixado acima de 100% do CDI, supera poupança e Tesouro Selic.

O CDB da InfinitePay rende 102% do CDI em aplicações de até 89 dias, 106% do CDI para prazos de 90 dias e 111,11% do CDI em aplicações de 1 ou 2 anos (360 ou 720 dias), aceita aportes a partir de R$ 1 e conta com proteção do FGC. Sem tarifas e com simulação antes de investir.

Veja como funciona na prática e baixe o app da InfinitePay para começar a investir em minutos.

Perguntas frequentes

CDB é seguro?

Sim. O CDB tem proteção do FGC (Fundo Garantidor de Créditos), que cobre até R$ 250 mil por CPF e por instituição em caso de falência do banco emissor. Para reduzir o risco, verifique o Índice de Basileia do emissor (acima de 15% é ideal) e respeite o limite de cobertura.

O que é CDB?

CDB (Certificado de Depósito Bancário) é um título de renda fixa emitido por bancos para captar recursos. Ao investir, você empresta dinheiro ao banco por um prazo determinado e recebe o valor corrigido por juros no vencimento. É garantido pelo FGC até R$ 250 mil por CPF.

CDB InfinitePay rende quanto?

O CDB InfinitePay rende 102% do CDI até 89 dias, 106% do CDI a partir de 90 dias, e 111,11% do CDI em 360 ou 720 dias. Com o CDI atual de 14,15% a.a., a taxa efetiva vai de 14,43% a 15,72% ao ano. Aplicação a partir de R$ 1,00 com proteção do FGC e resgate automático no vencimento (prazos de 31 a 720 dias).

Quanto rende R$ 1.000 no CDB?

R$ 1.000 no CDB da InfinitePay a 111,11% do CDI rendem R$ 129,71 líquidos em 12 meses, já descontado o IR de 17,5%. Em prazos de até 89 dias, o rendimento é de 102% do CDI; a partir de 90 dias, 106% do CDI.

CDB tem risco de perder dinheiro?

O risco de crédito existe: o banco emissor pode não honrar o pagamento. No entanto, o FGC cobre até R$ 250 mil por CPF e por instituição, mitigando esse risco para a maioria dos investidores. O risco é idêntico ao da poupança, que também é garantida pelo FGC.

Qual a diferença entre CDB e Tesouro Direto?

A diferença principal é o emissor e a garantia. No CDB, você empresta dinheiro para bancos privados, com cobertura do FGC até R$ 250 mil. No Tesouro Direto, você empresta para o governo federal, com garantia soberana e sem limite de cobertura. O CDB InfinitePay a 111,11% do CDI rende mais que o Tesouro Selic mesmo após o IR.

CDB com liquidez diária é seguro?

Sim. A cobertura do FGC vale para qualquer CDB, com ou sem liquidez diária. CDB com liquidez diária permite resgate a qualquer momento. CDB com prazo fechado trava o valor até o vencimento, mas costuma pagar taxas maiores.

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Como transformar seu celular em maquininha

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2
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3
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4
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