Matheus Alecrim #CreateTheFuture

Matheus Alecrim #CreateTheFuture

Publicado em
02/05/2022
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Matheus, mais conhecido como Alecrim (sobrenome), lidera atualemente o time de 3D e Motion na CloudWalk. Já trabalhou como ilustrador, diretor de arte, editor de vídeo, motion 2D, 3D (não raramente todas as anteriores ao mesmo tempo) e agora coordena o time. A paixão de Alecrim é poder expressar visualmente e de preferência levando a quarta dimensão do tempo em consideração, ou seja, criar peças animadas.

Como você começou a ilustrar e como chegou no seu processo criativo?  

Eu desenho desde muito pequeno. Sempre foi uma parte importante da minha vida, mas só depois de muitos anos desenhando como hobby acabei achando formas de me profissionalizar nessa área. Nunca gostei da parte mais burocrática de organizar o processo, fazer pesquisa, planejar, engessar a peça que vou criar, prefiro o caos do processo criativo, sentar na frente do quadro branco e improvisar até o alcançar o fim desejado.

Qual sua técnica preferida e como você a aprimorou?

Na procura de formas novas de fazer o que eu gostava acabei caindo no mundo do 3D que é por onde mais me expresso artisticamente hoje em dia. Esse misto entre complexidade técnica e a leveza e flexibilidade do 3D é o que mais me atrai. Se desenvolver no 3D não tem segredo, só bater a cabeça o suficiente nos problemas técnicos até conseguir extravasar o que se quer expressar.

Qual foi seu projeto mais desafiador até agora?

Recentemente ajudei a montar um vídeo manifesto na CloudWalk, apesar de não ter sido a peça mais complexa visualmente em que já trabalhei, o prazo e a quantidade de peças individuais que precisavam ser encaixadas em perfeita sincronia pra fazer sentido no todo do vídeo tornou o projeto no mínimo um desafio.

Qual a sua visão sobre o futuro da criatividade?

Nas últimas décadas a tecnologia tem democratizado a arte digital. O que há pouco era inalcançável num computador modesto hoje em dia é mais do que factível, de forma que em breve o único fator limitante vai ser a própria criatividade do operador/artista. Sou muito otimista com o caos que técnicas de machine learning em simbiose com a capacidade criativa do artista vão criar hoje e no futuro próximo.

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