Empreender está longe de ser uma tarefa simples, muitas vezes é preciso realizar diversas funções dentro da empresa, além de muita dedicação e tempo! Nada mais justo que receber uma remuneração, né? 


Quem está à frente de um empresa (sócio administrador) também tem direito a um ‘’salário’’ para chamar de seu, o pró-labore: nome dado para a remuneração concedida ao dono ou sócio de uma empresa. 


O pró-labore é previsto por lei, no entanto a justiça não determina o valor para essa remuneração, a única regra é que o valor não seja inferior ao salário mínimo vigente (Art.152 da Lei 6.404/76). Além disso, a lei também garante o direito de contribuir com a previdência social.


Como definir o valor do pró-labore? 


Existe uma fórmula que pode ajudar a chegar no valor ideal do pró-labore. Para isso, você precisa fazer uma breve pesquisa de mercado: 


  • Pesquise quanto um funcionário CLT ganha pelas mesmas funções exercidas pelo sócio-administrador;


  • Defina um valor de pró-labore 20% a 30% maior, para compensar a ausência de benefícios trabalhistas. 


Com esse cálculo, você tem um valor de pró-labore justo!


Como esse pagamento deve ser feito? 

Apesar da ausência de holerites ou outras formalidades presentes no pagamento de salário, o recomendável é que o pró-labore seja pago através de uma transferência bancária da conta da empresa para a conta corrente do sócio administrador. Vale lembrar que a divisão de lucros e dividendos é opcional. 


Mas, afinal, qual a diferença entre pró-labore e salário?

A principal diferença entre salário e o pró-labore está nos direitos concedidos pela lei, no caso do salário: 13°, férias, FGTS e outros benefícios assegurados pela CLT. Com o pró-labore há mais liberdade para negociação entre as partes envolvidas.


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