A taxa básica de juros chegou a 5,5% em setembro, menor patamar da história. Mas a redução não está chegando a quem mais precisa dela: você

A essa altura você já deve ter lido no noticiário que os juros básicos da economia caíram em setembro de 2019 para 5,5% ao ano, o menor patamar da série histórica. É a tal taxa Selic. Na prática, com os juros mais baixos, o custo de crédito deveria cair, estimulando o consumo e, consequentemente, a economia. Mas isso só é verdade se, de fato, os credores baixarem as taxas de juros. E quem são os credores? Bancos, empresas de crédito e, claro, as empresas de maquininhas que oferecem parcelamento.

Infelizmente, as notícias não são boas para os brasileiros, como o próprio Banco Central revelou recentemente. As instituições financeiras não estão repassando essa redução para quem mais precisa delas: comerciantes e consumidores.

Pelo contrário, entre maio e agosto, segundo a Infomoney, a remuneração paga pelos bancos para captar recursos dos seus clientes caiu 1,1 ponto percentual (p.p), de 7,4% ao ano para 6,3% ao ano. No entanto, a média dos juros cobrados de empresas e pessoas físicas nos empréstimos caíram apenas 0,6 p.p, de 38,5% ao ano para 37,9% ao ano.

Você não leu errado. Enquanto os bancos pagam 6,3% para captar dinheiro, eles cobram em média 38% para emprestar para você.

O mesmo vale para boa parte das maquininhas. No simulador que mantemos no site da InfinitePay, é possível saber na hora quanto do seu lucro está saindo do seu bolso e indo parar nos cofres das empresas de pagamento.

Numa simulação de compra de R$ 1.500 parcelada em 12 vezes na maquininha de uma das concorrentes, por exemplo, você receberá somente R$ 878 se decidir antecipar. Para fazer isso, a empresa cobra de seus clientes 41,47% de taxa de antecipação.

A mesma simulação feita com a InfinitePay, que cobra apenas 7,45% de taxa única, já incluindo antecipação, mostra que você receberá R$ 1.388,25.

É isso mesmo, para uma compra de R$ 1500,00, o dono de uma InfinitePay economiza R$ 510,30.

Não existe nenhuma magia ou pegadinha nessa conta. A InfinitePay já nasceu com um modelo de negócio em que todos ganham, justamente por repassar uma taxa bem próxima à da praticada pela Selic.

O relatório do Banco Central chama a atenção dos bancos e de outras maquininhas que a era do capitalismo mais justo já está em curso. O uso intensivo de novas tecnologias permite a startups inovadoras ganhar dinheiro com produtos mais baratos e mais eficientes. Os números mostram que a InfinitePay já saiu na frente neste quesito.