Dia Internacional da Mulher 2026: história, dados e o cenário das empreendedoras no Brasil

Dia Internacional da Mulher 2026: história, dados e o cenário das empreendedoras no Brasil

O Dia Internacional da Mulher surgiu como ato de resistência. Conheça a história do 8 de março e o cenário das empreendedoras no Brasil.

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Empreendedora negra de avental escrevendo no balcão de uma loja artesanal, com prateleiras de potes e etiqueta de preço em reais ao fundo

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O Dia Internacional da Mulher, comemorado em 8 de março, não surgiu como data de celebração. Surgiu como ato de resistência.

Entender essa origem ajuda a compreender por que a data ainda mobiliza tanto — e o que ela representa para as mais de 10,4 milhões de mulheres que hoje conduzem negócios no Brasil.

O que é o Dia Internacional da Mulher e por que é em 8 de março?

O Dia Internacional da Mulher é uma data de reconhecimento global das conquistas femininas, marcada por mobilizações em defesa de direitos iguais, melhores condições de trabalho e representação política e econômica.

A origem histórica da data

A data tem raízes nas lutas trabalhistas do início do século XX.

Em 1910, a ativista alemã Clara Zetkin props a criação de um dia internacional dedicado às mulheres durante a Conferência Internacional de Mulheres Socialistas, em Copenhague. O objetivo: pressionar por direitos iguais, especialmente no trabalho.

1911 marcou a primeira celebração oficial, em países como Alemanha, Áustria, Dinamarca e Suíça. Naquele mesmo ano, o incêndio na fábrica da Triangle Shirtwaist, em Nova York, matou 146 trabalhadoras, a maioria imigrantes. O episódio acelerou os movimentos por segurança no trabalho e direitos das trabalhadoras.

O 8 de março como data fixa se consolidou ao longo dos anos, com diferentes países adotando-a em momentos distintos.

O que a ONU tem a ver com o 8 de março?

Em 1975, a Organização das Nações Unidas oficializou o Dia Internacional da Mulher, fixando o 8 de março no calendário global.

O reconhecimento da ONU ampliou o alcance da data. De mobilização trabalhista, passou a ser também um marco de discussão sobre igualdade de gênero, acesso à educação, autonomia financeira e representação em espaços de poder.

Por que o Dia Internacional da Mulher ainda importa?

Porque as desigualdades ainda existem. E os dados confirmam.

No Brasil, empreendedoras recebem, em média, R$ 926 a menos por mês do que homens que conduzem negócios, segundo a Pnad Contínua do 4º trimestre de 2024.

A data serve como ponto de pausa: para reconhecer avanços reais e manter a pressão sobre o que ainda precisa mudar.

O retrato atual: dados sobre as mulheres empreendedoras no Brasil

O empreendedorismo feminino no Brasil cresceu de forma consistente na última década. Os números do final de 2024 mostram expansão, mas também desigualdades persistentes.

Quantas mulheres empreendem no Brasil?

Segundo a Pnad Contínua do 4º trimestre de 2024, o Brasil tem 10,4 milhões de mulheres à frente de negócios, o que representa 42% de quem empreende no país.

Entre os Microempreendedores Individuais (MEI), elas chegam a 48% dos registros.

Na base da InfinitePay, dos mais de 5 milhões de clientes, 45,7% são empreendedoras. Um reflexo direto desse crescimento.

Setores em que as mulheres mais empreendem

Os dados do DataSebrae (4º trimestre de 2024) mostram a distribuição por setor:

  • Serviços: 57%
  • Comércio: 25%
  • Indústria: 12%
  • Agropecuária: 6%
  • Construção: 1%

Beleza, moda e alimentação concentram grande parte dos negócios em serviços e comércio, mas mulheres também avançam em tecnologia, educação e saúde.

Mais estudo, menos renda: a conta que ainda não fecha

As empreendedoras brasileiras estudam mais do que os homens, mas ganham menos.

29% das donas de negócio têm ensino superior completo, frente a 21% dos homens. Mesmo assim, a renda média delas é de R$ 2.867 por mês, contra R$ 3.793 dos homens, segundo a Pnad Contínua de 2024.

Outra barreira aparece no crédito: um estudo do Instituto Rede Mulher Empreendedora aponta que 42% das empreendedoras tiveram pedidos de crédito negados em 2023.

O que mudou (e o que ainda precisa mudar) no empreendedorismo feminino

Avanços reais nos últimos anos

O crescimento é inegável. Em 2024, o Brasil atingiu o maior número de mulheres empreendedoras da história: 10,4 milhões de donas de negócio.

A digitalização abriu caminhos que antes dependiam de capital físico alto. Com um celular, uma empreendedora monta loja, recebe pagamentos, gerencia estoque e atende clientes, sem precisar de ponto comercial fixo.

Outro avanço: a ampliação da formalização. Com o MEI, mulheres em setores como cabeleireiro, confeitaria e costura passaram a acessar benefícios previdenciários e crédito formal, sem a burocracia de uma empresa tradicional.

E a tendência é de crescimento: 54,6% dos brasileiros que pretendem abrir um negócio até 2026 são mulheres, segundo o Global Entrepreneurship Monitor (GEM).

Desafios que persistem: renda, crédito e dupla jornada

A diferença de renda entre empreendedoras e empreendedores segue significativa, como os dados da seção anterior mostram.

O acesso ao crédito continua mais restrito para mulheres. Mesmo representando 40% dos pedidos de crédito de pequenos negócios, elas receberam apenas 29% do valor total concedido.

A dupla jornada ainda pesa: mulheres dedicam, em média, 9,6 horas semanais a mais do que homens em afazeres domésticos, segundo o IBGE. Esse tempo significa menos horas para o negócio, para capacitação e para redes de contato.

Para quem quer entender o cenário completo, nosso guia de empreendedorismo feminino detalha o passo a passo para começar.

Como usar o 8 de março a favor do seu negócio: ações práticas

O Dia Internacional da Mulher pode ser uma data de reconhecimento, mas também de movimento. Para quem empreende, é o momento de avaliar onde o negócio está e o que pode melhorar.

5 ações concretas para o seu negócio neste 8 de março

  1. Formalize-se como MEI, se ainda não fez. A formalização abre acesso a crédito, CNPJ, emissão de nota fiscal e benefícios previdenciários. O processo é gratuito e leva menos de 30 minutos pelo Portal do Empreendedor.
  2. Abra uma conta PJ gratuita. Separar as finanças do negócio das pessoais facilita a organização e o acesso a crédito. A Conta da InfinitePay oferece Pix ilimitado e cartão com cashback, sem mensalidade.
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  5. Conecte-se com redes de apoio. Grupos como a Rede Mulher Empreendedora e programas do Sebrae voltados ao empreendedorismo feminino oferecem mentoria, capacitação e conexões com outras empreendedoras.

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