InfinitePay lança Soma: a carteira que divide o dinheiro sem dividir a relação
5 de Março, 2026


São Paulo, março de 2026 – A inteligência artificial ainda não foi incorporada de forma definitiva à rotina da maioria dos pequenos negócios brasileiros, mas já ocupa um lugar central nos planos para 2026. Pesquisa realizada pela InfinitePay, plataforma de serviços financeiros da CloudWalk, com 457 microempreendedores individuais e donos de micro e pequenas empresas de todo o Brasil, mostra que 65,7% dos respondentes não utilizam nenhuma ferramenta de IA hoje - e, ainda assim, 52,7% consideram a tecnologia essencial para competir no mercado este ano.
O levantamento revela um cenário de expectativa em relação à tecnologia. Para quase metade dos empreendedores ouvidos (44,5%), a principal prioridade da IA em 2026 é aumentar vendas e conversão, seguida pela melhoria da experiência do cliente (35,9%) e pela automação de tarefas repetitivas (23%).
O dado mais recorrente sobre o impacto esperado da Inteligência Artificial não tem a ver com corte de custos ou substituição de mão de obra: 41,7% dos respondentes afirmam que a IA vai devolver tempo para focar em decisões estratégicas. Outros 18,6% esperam conseguir atender mais clientes com a mesma equipe.
As áreas com maior intenção de adoção são atendimento ao cliente (46,5%) e marketing e vendas (42,1%), seguidas por gestão financeira (23,4%). Quando perguntados sobre que tipo de conteúdo gerado por IA pretendem utilizar, imagens para produtos e redes sociais lideram com folga (62,9%), à frente de vídeos promocionais (31,3%) e textos para posts e descrições (22,6%).
“Os números mostram que a primeira grande onda de adoção de IA nos pequenos negócios tende a ser impulsionada pelas frentes de comunicação e geração de demanda. São áreas em que já existem ferramentas acessíveis, de implementação simples e com impacto quase imediato em aquisição e relacionamento com clientes, o que torna a inteligência artificial não apenas uma aposta estratégica, mas uma alavanca prática de crescimento”, avalia Rafael Artusi, Head de Produto da InfinitePay.
Um exemplo prático é o JIM, assistente inteligente da InfinitePay, que apoia empreendedores em diferentes frentes do negócio. No atendimento ao cliente, acelera a solução de problemas e garante respostas mais rápidas. Em marketing e vendas, gera imagens e posts para redes sociais, por exemplo, impulsionando a presença digital. E na gestão financeira, produz relatórios e análises de vendas que facilitam a tomada de decisão, oferecendo mais eficiência, estratégia e crescimento às empresas.
A pesquisa também mapeia o que segura a adoção da IA por parte dos empreendedores. O custo das ferramentas é a principal barreira (34,3%), seguido pela falta de conhecimento técnico (29,1%). Preocupações com segurança de dados (7,8%) e perda do toque humano no atendimento (7,4%) aparecem em segundo plano. Ainda assim, 15,2% dizem não ter nenhuma preocupação.
Do lado do investimento, o cenário é cauteloso: 23,4% não pretendem investir nada em IA e 27,7% ainda não sabem quanto vão destinar. Entre os que já definiram um orçamento, a maioria (22,2%) planeja alocar até 5% do faturamento.
Quando questionados sobre o tipo de suporte necessário para implementar IA, treinamento próprio e da equipe lidera (34,1%), seguido por ferramentas prontas e fáceis de usar (23,8%).
O recado é claro: o empreendedor quer soluções simples, integradas ao dia a dia e que não exijam conhecimento técnico avançado.
"Quando o empreendedor diz que custo e complexidade são as maiores barreiras, isso reforça uma convicção que temos desde o início: a IA para pequenos negócios não pode ser mais uma ferramenta que o empreendedor precisa aprender a usar e pagar à parte. Ela precisa vir embutida nos serviços que ele já usa no dia a dia, funcionando como um integrante a mais da equipe, sem custo extra e sem curva de aprendizado", afirma Artusi.
Entre os empreendedores que já usam IA, as aplicações são diversas e muitos deles já encaram a tecnologia como um "funcionário extra". Outro levantamento da InfinitePay, que analisou milhões de interações com o assistente inteligente JIM, apontou as cinco finalidades mais comuns.
São elas: pagamentos e transações financeiras; consultoria e pesquisa em tempo real para embasar decisões; auditoria e controle de caixa; criação de campanhas de marketing para redes sociais e WhatsApp; e, por fim, análise de crédito e simulações financeiras voltadas à expansão dos negócios.
"Os dados confirmam o que já observamos na prática. Temos milhões de empreendedores usando o assistente inteligente JIM, e o padrão se repete: quem adota a tecnologia não está buscando substituir pessoas, está buscando ter mais tempo e mais clareza para tomar decisões melhores e mais estratégicas", diz Artusi.